<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Como pensar meu território a partir de práticas pedagógicas enegrecidas? by BEATRIZ PEREIRA SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks</link>
      <description>Apresente-se e compartilhe com a turma suas ideias </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-20 21:41:00 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-10-19 19:12:13 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Atividade 1 - Território Enegrecendo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2189932363</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá caros colegas e amigos/as. Sou Luciana Fernanda, Professora do Ensino Fundamental e Médio/ARte da EMEF Dr. José Dias da Silveira.&nbsp;<br>É um prazer e um privilégio estar com tanta gente elegante, sincera e consciente do seu papel e responsabilidade na construção de uma sociedade antirracista.<br>Penso o meu território a partir de dentro de mim e do re/conhecimento da minha ancestralidade, pois sou os que vieram antes, os que estão e os que virão.<br>Assim, pretendo continuar a aprender e ensinar sobre a Mitologia Africana, porque nossos saberes passam por todas as nossas histórias e tradição. Fazer relações com as forças da natureza, com a sociedade contemporânea, com a política, com as questões estéticas, culturais, sociais e raciais!<br>Exú nas Escolas, Oxalá, Ogum, Omolu, Oxóssi, Nanã, Iemanjá, Oxum, Iansã, Obá , de quebra "bora" fazer uma festa pra São Cosme e Damião com muito doce e caramelo!<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=NmDsmHtOgyw</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1692693120/fc33ab3c52545eea1351bc316090d7fd/WhatsApp_Image_2022_05_18_at_14_40_06__1_.jpeg" />
         <pubDate>2022-05-18 17:47:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2189932363</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 - Território Enegrecendo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2191524412</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal, tudo bem com vocês?<br><br></div><div>Sou Juliana Leal Aguiari, professora de Educ. Infantil e Ens.Fund I da EMEI Dalmo do Valle Nogueira. Estou muito feliz com a oportunidade de participar desse curso. Sou um ser humano com características físicas da raça branca. Desde que nasci minha vida foi regada a privilégios comparados com a maioria da população brasileira. Sempre fui uma pessoa empática e preocupada com o sentimento das pessoas, mas acredito que para exercemos uma educação antirracista preciso mais que isso. Por isso me inscrevi nesse curso.<br>&nbsp;Gostaria de partilhar com vocês uma situação que vivi em<br>minha vida. Estive na Alemanha há alguns anos atrás e pude conhecer locais onde<br>os judeus foram violentados. Todo alemão que encontrei e pude conversar um<br>pouco se sentia envergonhado pelo nazismo e suas consequências.</div><div>Guardada as devidas proporções, eu sonho um Brasil onde todos as pessoas tenham vergonha da escravidão e do racismo enraizado. Só assim, com consciência é que conseguiremos mudar a situação atual.<br><br></div><div>Bora lá juntos!<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-19 15:13:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2191524412</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 - Território Enegrecendo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2192185592</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, pessoal, espero que todos estejam bem!<br><br></div><div>Me chamo Débora Mazzeo G. de Oliveira, sou professora de Educação Infantil e Fundamental I e atualmente leciono na EMEI Antônio Bento.<br><br></div><div>Estou muito feliz em poder participar desse curso tão importante para nossa formação profissional, assim como para a nossa vida.<br><br></div><div>Penso no meu território para além de uma grande extensão de terra, área de uma cidade, estado ou país, mas como a história do lugar de onde vim/pertenço. Assim, passei a me questionar se conheço a minha história, a história do meu país e das pessoas que ajudaram a construí-lo, e que na sua grande maioria foram e são pessoas negras até hoje.&nbsp;<br><br></div><div>Dessa forma tenho buscado estudar cada vez mais sobre cultura afro e consumir autores(as) negros (as), trazendo suas contribuições para minha formação pessoal e consequentemente para minhas práticas pedagógicas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-20 01:09:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2192185592</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2193623698</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, grupo.<br><br>Sou Sibeli, professora na Emei Carolina Maria de Jesus desde 2019.<br>Cheguei em uma unidade que já tinha um trabalho muito potente para as relações étnico raciais. Desde então, passei a estudar mais sobre as injustiças ocorridas em nosso país diante do racismo estrutural.<br>Penso no território em que atuo, como um lugar que necessita descobrir suas origens, pertencimento social e valorização de quem são.&nbsp;<br>Minha prática pedagógica, parte todo ano em valorizar cada característica física das crianças da minha turma. Através de leituras de literaturas infantis em que os personagens são negros e apresentando personagens importantes em nossa REAL história. (Escolhendo sempre as imagens e vídeos que apresento para as crianças, para que não caíamos no estereótipo de que pessoas negras ocupam apenas lugares de servir um branco)<br>Nós educadoras da unidade, escolhemos os brinquedos que iremos oferecer às nossas crianças, para que fujamos do estereótipo de bonecas loiras e de pele clara. Usamos gizes de cera com tons de pele e também produzimos juntamente com as crianças, misturas de tintas guache para ficar mais parecidos com os diversos tons de pele existentes.&nbsp;<br>Os diferentes tipos de cabelos são acariciados e elogiados. A cada ano temos percebido o quanto os pequenos gestos do dia a dia tem feito com que as crianças se reconheçam, valorizem suas caraterísticas físicas e aos poucos vamos contribuindo com uma comunidade escolar que desconstrói um currículo escolar colonizador. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-21 01:23:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2193623698</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 </title>
         <author>lucineideferreirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2193906229</link>
         <description><![CDATA[<div>Ola&nbsp;pessoal eu me chamo Lucineide, mas podem me chamar de Lu. Professora de História na EMEF Theodomiro Dias, cheguei este ano na DRE Butantã e na escola. Neste território aparentemente não vejo dificuldade em falar sobre a temática étnico racial. No PPP da escola, palavras e conceitos como Decolonial, raça e gênero fazem parte da dinâmica, no entanto ainda não percebo nas práticas cotidianas nenhum projeto que carregue essa bandeira.  A minha proposta de trabalho é numa perspectiva afrocentrada, e para isso coloco os saberes Africanos e personalidades negras sempre no centro das minhas práticas. Trouxe no último bimestre mulheres negras para o centro da aula do 6 ano. Carolina Maria de Jesus e Dandara dos Palmares, investigamos a história delas e ainda trouxe os tecidos Africanos para trabalhamos com fontes históricas não escritas. As diversa possibilidades de trazer os saberes Africanos para sala vão além da discussão racial e do lugar de dor.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/742385578/ba27338786af4543b2b25d2742db71dd/Screenshot_20220409_072405.png" />
         <pubDate>2022-05-21 13:24:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2193906229</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2193940296</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal, sou Simone coordenadora pedagógica do CEI Cidade de Genebra(crianças de . Cheguei na unidade em 2019 e logo veio a pandemia interrompendo nosso trabalho presencial e nos fazendo aprender coisas novas, 2021 foi mais um ano atípico de ensino híbrido para o atendimento aos bebês e enfim chegamos em 2022.<br>Visitando o P.P.P. as questões étnico raciais e de gênero contudo ainda precisamos avanças na transposição da teoria para a prática. Hoje procuramos melhorar o acervo literário e buscar brinquedos que subsidiem este trabalho, contudo ainda há um longo caminho a percorrer.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-21 14:18:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2193940296</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 - Território Enegrecendo</title>
         <author>thaisrodrigues8160376</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194821034</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal! Me chamo Thaís, sou professora da Educação Infantil e atualmente estou como Professora de Apoio e Acompanhamento à educação Especial (PAAI) no território do Butantã. Como educadora da primeira infância o empoderamento sobre a cultura afro nos CEIs foi crescendo timidamente. Muitas das ações pedagógicas eram em datas pontuais ou realizada por um professor em específico.<br>Acho muito importante debruçarmos em leituras e formações para enriquecer a nossa prática e desmistificar algumas falas racistas e negacionistas.&nbsp;<br>Muitos professores tem uma fala errônea que a criança não é racista e não sofrem deste mal. Só quem viu ou já sentiu na pele vai discordar com plena certeza.&nbsp;<br>As crianças desde pequenas precisam ser empoderadas das suas raízes, ter orgulho da sua história e dos seus antepassados. Não somente precisa estar descrito no PPP, mas precisamos ver ao longo do ano essas ricas práticas pedagógicas acontecendo no nosso território.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-22 21:48:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194821034</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194839022</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Meu nome é Luana, sou professora de educação infantil no CEI São Jorge Arpoador.&nbsp;<br>Me inscrevi no curso afim de aperfeiçoar minha prática que considero estar aquém da urgente necessidade de valorização do legado de nossos ancestrais.<br>Busco por incorporar e mesclar elementos as atividades rotineiras. Quando seleciono músicas, desenhos e livros, observo se existem personagens de variadas etnias e se estes estão representando papeis com os quais as crianças se identifiquem e se sintam valorizadas e importantes. Acrescento aos murais e nas imagens para manuseio estes personagens e principalmente imagens de pessoas comuns, que de alguma forma expressam nossa cultura, através do vestuário, cabelo, ou atividade que estão realizando na imagem.&nbsp;<br>Temos alguns instrumentos musicais que ficam a disposição das crianças ( o caxixi, afoxé e o Xerequê são os mais apreciados entre todos).&nbsp; Busco através de pesquisa músicas e cantigas de roda, onde os bebês&nbsp; também possam se expressar e também criar cultura.<br>Por fim, gostaria de acrescentar que o primeiro encontro me deixou muito reflexiva a respeito das práticas de nosso território. Moro na comunidade em que trabalho, e nunca soube de quaisquer&nbsp; tipo de apresentação ou manifestação cultural enegrecida no bairro. Particularmente só tenho acesso a essas manifestações em regiões centrais ou mais afastadas, também não noto a&nbsp; movimentação das pessoas da comunidade a estes locais.<br>&nbsp;Por isso, decidi enviar&nbsp; uma pesquisa para as famílias com intenção de saber mais sobre os equipamentos de lazer que existem ou não neste território, e quais as práticas culturais que essas famílias carregam e podem compartilhar conosco.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-22 22:27:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194839022</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author>ricardooliveira8165670</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194840194</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal, me chamo Ricardo de Olveira, sou professor da Emef. Gal. Alcides Gonçalves Etchegoyen e trabalho com a turma de Fund. II (7º; 8°) e estou nesta unidade escolar desde 2014. Visitando o P.P.P. no começo do ano, verificamos que não discutimos e registramos no P.P.P. textos que subsidiem o fazer pedagógico referente ás questões raciais amparados pela lei 10.639. Sabemos no entanto, que não precisamos da mesma, sobretudo, estamos cientes de que há a necessidade real uma vez que temos que garantir o cumprimento da lei.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-22 22:30:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194840194</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194864376</link>
         <description><![CDATA[<div>Boa noite, meu nome é Sheila e sou professora de CEI Adalla, Cheguei este sno no CEI e vejo um forte comprometimento com as questões étnico racial e a coordenação fala muito sobre a importância do ouvir as famílias e que a unidade está muito atenta após uma família manifestar que não se sentia acolhida por conta da religião de matriz africana. E isto é algo que a sociedade não foi educada à respeitar. Como docente, todos os anos, leio muitas histórias com personagens negros, histórias que falem do continente africano e uma das coisas mais bacanas que eu presenciei foi contando uma história ano passado para o grupo de MGII ouvir uma das minhas crianças, uma menina negra, dizer "Olha, ela parece comigo", "Ela usa fita igual eu ". E entre muitas coisas que eu anotei fiz uma exposição na escola e enviei em PDF no grupo das famílias sobre essas falas das crianças, da importância de como elas se viam representadas, como viam o outro e se reconheciam. E nesta fala a criança era realmente muito parecida com a personagem e queremos que todos se sintam em visibilidade. E reforçar o trabalho com bonecas negras foi muito forte, pois as meninas ao brincarem com se reconheciam. É importante não ter apenas bonecas pretas carecas (bebês), as bonecas de pano com cabelo Black,&nbsp; de tranças, dreads precisam aparecer para que representem os negros não só na cor da pele, mas também em suas característica. Que mais CEIs possam ter estes brinquedos, que são importantes para o nosso trabalho.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-22 23:19:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2194864376</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2195889844</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal, sou a Priscila Ortega, sou professora da EMEI Dalmo do Valle Nogueira, vem sempre procurando aprender e conhecer as propostas de atividade que estão sendo realizadas no nosso território, por isso fico muito grata em estar aprendendo com pessoas tão engajadas em trabalhar com as crianças e adolescentes essa temática que se faz presente no nosso dia a dia. Junto com as professoras da minha unidade temos trabalhado histórias e brincadeiras com origem africana como a "Terra e mar", de Moçambique. E assim que voltar pra minha unidade desejo trabalhar o empoderamento  dos cabelos, tenho observado que não só as meninas do meu grupo, mas de outras salas adora mexer nos meus cachos e ficam falando que seus cabelos também são enrolados como o meu, quando estão sem trancas, então precisamos trazer a beleza desses cabelos para a nossa escola. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-23 13:37:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2195889844</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 - Território</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196054887</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Silvia e sou Professora de Educação Infantil do CEI Rio Pequeno II e estou agradecida por estar participando deste curso e aprimorar mais ainda o meu conhecimento, compartilhando e contando experiências.<br>A alguns anos atrás trabalhei em uma escola na Prefeitura de Carapicuíba no Ensino Fundamental e tínhamos uma prática muito bacana, eu lecionei Artes , e junto com outra Professora de Artes e a Professora de Educação Física sentavamos pra conversar sobre os temas que seriam trabalhados porque não ficávamos só na sala de aula, sempre gostamos de explorar espaços na escola. E juntas trabalhamos a arte africana, não no mês de novembro, pois não é só nesta data que se é comemorado, mas sempre falar sobre diversos tipos de culturas. Conversamos com todas as turmas sobre os diferentes assuntos do tema africano e elaboramos atividades de conscientização.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-23 15:12:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196054887</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 - Território</title>
         <author>talittadaniel8540250</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196360776</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi, meu nome é Talitta, sou professora de Educação Física na EMEF Profª. Ileusa Caetano da Silva e também atuo na disciplina de Territórios do Saber - São Paulo Integral.<br><br>No primeiro bimestre nas turmas (8º e 9ºs anos) do São Paulo Integral trabalhei a ideia de Cidade.<br><br>Agora para o segundo bimestre tenho trabalhado em cima da temática do Corpo. E comecei com o filme-documentário: "A Batalha do Passinho", de Emilio Domingos.<br><br>Em 2019 eu li o livro "Ensinando a transgredir", da bell hooks. Acredito que ler autores negros e negras me ajuda bastante a refletir sobre a prática pedagógica.<br><br>Sobre "pensar o território", ainda tem sido uma questão para mim.<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=vSCSKsoy8Wc<br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1711609329/d4b06db2874428dcad97c0a34756edd0/imagens_curso.jpg" />
         <pubDate>2022-05-23 18:39:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196360776</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196553159</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Me chamo Márcia , sou professora de Educação infantil , trabalho no CEI Roberto Arantes Lanhoso<br>No Cei em que trabalho a discussão a cerca de racismo , preconceito , diferenças ... são feiras com frequência e de forma aberta .Ainda temos um longo caminho a percorrer , mas acreditamos que discutindo , buscando formas para que haja uma compreensão por parte de toda a comunidade escolar seja um bom começo.<br>Com relação às crianças , nós tratamos&nbsp; o tema de maneira lúdica ,por meio de histórias , livros, filmes , músicas , brincadeiras que , apresentamos imagens que possam trazer certa identificação aos pequenos .<br>A escola também , assim como outras escolas , adquiriram brinquedos que "retratam" diversidade ,para que a criança possa ter opção de escolha e também poder sentir representada.<br>Como ja disse acima , ha muito ainda para&nbsp; percorrer e&nbsp; acredito que este curso vai nos ajudar a melhorar e ampliar nossa pratica.<br>Até mais</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-23 22:01:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196553159</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Boa noite!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196629280</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Elisângela, professora de educação infantil no Cei Roberto Arantes Lanhoso!<br>O propósito de participar dessa formação é sempre ampliar meu conhecimento em relação a cultura Afro Brasileira,questões étnico racial,conhecer apartir dos estudos sobre minha ancestralidade.<br>Sou negra,sofri quando criança e até hoje ainda sofro com o racismo,por isso quero partilhar com as crianças práticas antirracista.<br>Na minha escola estamos estudando o antirracismo apartir do livro da Djamila Ribeiro, o estudo está sendo muito bom e enriquecedor,estou descobrindo muito de mim por meio da narrativa dela.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-23 23:53:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196629280</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196710089</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Maria da Conceição.&nbsp; Trabalho no CEI Roberto Arantes Lanhoso. Iniciei o magistério com a Educação Infantil em Escolas particulares. Posteriormente fui pra o Ensino Fundamental I, por muitos anos, em Osasco e Carapicuiba . Geralmente lecionava em classes de quartos e quintos anos. Em 2013, prestei concurso na prefeitura de São Paulo, dessa vez pra Ed.&nbsp; Infantil, (CEI). Era meu sonho, voltar a Ed. Infantil. Também já trabalhei com EJA, na prefeitura de Osasco e em ONGS , com alfabetização.<br>Sou negra, já sofri descriminação em criança e adulta. Também já ví muitas crianças negras sofrerem esse tipo de preconceito nas escolas. Eu acredito , que a sala de aula deve ser um espaço de diálogo, no combate ao preconceito racial nas escolas – já que todos precisam ser ensinados sobre as mesmas. É fundamental que isso faça parte da rotina dos alunos com atividades e questões práticas&nbsp; para serem transformadas em atitudes diárias. Fiquei muito feliz em participar desse curso, pois desejo aprofundar-me&nbsp; em conhecer mais sobre essas questões, e colocar em prática o que aprender nesse curso.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 00:59:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196710089</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196725344</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu me chamo Simone Bastos leciono desde 1998, atualmente trabalho na Emei Ceu Uirapuru.</div><div>Penso que o primeiro passo para se pensar o meu território a partir das práticas pedagógicas enegrecidas é eu&nbsp; me atualizar,  ou seja, sair da caixinha. Sei ter muito que aprender, ainda, sobre o assunto.<br>No meu dia a dia busco ampliar o repertório das crianças através de histórias sobre o assunto (<strong>uso muito uma coleção em PDF chamada afroteca). </strong>Busco&nbsp; promover uma roda de conversa depois&nbsp; de cada história para que as crianças possam ser ouvidas.<br>&nbsp;Um filme que já passei para algumas turmas e que gosto muito é <strong><em>As</em></strong><em> </em><strong><em>Aventuras</em></strong> <strong><em>de Azur e Asmar.</em></strong> Um filme muito bonito, realista e cheio de magia ao mesmo tempo.</div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 01:10:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196725344</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196915569</link>
         <description><![CDATA[<div>Oiê... me chamo Erika Chervenka. Sou Professora de Educação Infantil no CEI prof° Yvone Lemos de Almeida Fraga. Estou na educação desde 2003 (Particular, e prefeituras de Barueri e Carapicuiba) e nesse CEI desde 2005. Depois de quase 10 anos em Minigrupo II estou retornando ao Berçário I e aproveitando para rever minha prática e ideologias.<br><br>Sinceramente apesar de tantos anos e de conhecer gerações dessa comunidade que escolhi e que me acolheu, desconheço muito do que se passa com eles. Acompanho casos específicos que acabam nos chamando a atenção por vulnerabilidade outras questões pontuais, mas não ouso dizer que conheço esse território. No entanto, posso dizer que a fala de alguns colegas me despertou o interesse em conhecer e também o senso de urgência em fazê-lo. Portanto, desde já obrigada.<br><br>Busco, juntamente com a gestão e as colegas, modificar algumas práticas e enegrecer a nossa rotina cotidiana, seja na cuidadosa escolha de brinquedos e recursos ou na curadoria de vídeos, músicas e livros que serão apresentados aos bebês e crianças. Além de situações e projetos específicos, acredito que só conseguiremos trazer a valorização da negritude, dar voz e visibilidade a toda essa cultura oprimida, se a tornarmos parte de nossa rotina, não só com os grandes, mas também com os pequenos gestos.<br><br>Em geral busco colegas negras ou que tenham melhores referências do que eu na escolha de alguns materiais e recursos, na tentativa de não estereotipar a cultura negra ou seus personagens, pois é muito fácil "escorregar" nessa questão. O racismo e o embranqueamento estão enraizados de forma muito contundente na sociedade. Esse tipo de erro que pode ser visto como "perdoável",&nbsp; para nós enquanto orientadores da primeira infância,&nbsp; é muito sério e não pode ser permitido.<br><br>Um exemplo é encontrar bonecas com o tom da pele marrom ou negro, mas mantendo traços, cabelos e roupas das bonecas brancas. Além de bonecas negras serem mais difíceis de serem encontradas, são mais caras que as brancas.&nbsp; Esse ano, conseguimos achar bonecas e bonecos negros com cabelo Black que conseguem trazer aos nossos pequenos representatividade e valorização.&nbsp;<br><br>A hora do sono agora tem o embalo de cantigas africanas, cantadas e instrumentadas por negros. Além do som é possível tb acompanhar os clipes das cantigas, podendo gerar inclusive atividades com instrumentos musicais específicos da cultura africana.<br><br>Os momentos de história são pensados com cuidado priorizando autores negros, já que ninguém melhor do que eles mesmos para repassarem sua cultura. Livros já eternizados por excelentes trabalhos, bem como livros premiados e recém-publicados tem sua vez nessa escolha.<br><br>Por fim acredito que enquanto branca devo fortalecer essa luta pelo fim do racismo e do preconceito com ferocidade e atitudes reais, estudando e me informando, mas me mantendo na humildade de saber e reconhecer que esse é um assunto complexo que eu nunca vivenciei na pele (em sentido restrito e amplo); e que nunca vai ter para mim, o peso que tem nos ombros daqueles que sofrem a todo momento o desrespeito e as injúrias por serem negros.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 03:16:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2196915569</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2197533487</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Laura, professora da educação infantil e fundamental 1. Fui professora alfabetizadora do CIEJA Aluna Jessica Nunes Herculano e atualmente atuo na coordenação pedagógica desta mesma escola. Me descobri na EJA e me reconheço como educadora e militante em defesa do direito à educação de todes. Não há “idade certa” para escola, o que existe são percursos diversos e trajetórias marcadas pela exclusão desse direito fundamental. Falarei da minha prática enquanto professora e também na função de CP. Importante dizer que me coloco no movimento contínuo de buscar melhorar minha prática, aprimorar&nbsp; ferramentas para ler e intervir no mundo, enfim, buscar “saber mais”. Agradeço muito pelas inúmeras contribuições e reflexões que esse curso tem me proporcionado. A cabeça fica cheia de ideias.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>O CIEJA é uma escola chamada de passagem e portanto reúne comunidades diversas. Então passei a reconhecer o meu território&nbsp; dentro da escola, considerando a&nbsp; comunidade presente. Penso que uma prática enegrecida importante é reconhecer quem são as/os estudantes da EJA e fortalecer suas histórias e saberes. Buscar reconhecer que cada percurso é único e importante e também buscar desvelar os mecanismos de exclusão que operam diariamente.&nbsp; Fazer esse movimento que olhe para a estatística mas olhe detidamente para a pessoa e seu percurso.&nbsp;<br><br></div><div>Na coordenação pedagógica busco problematizar as fontes, saberes e referências escolhidas para o trabalho com os/as estudantes. Pensar na diversidade, questionar o saber eurocentrado. Esse ano, há o mesmo esforço na construção do percurso formativo na escola. Buscar trazer as produções teóricas e de práticas educacionais afrocentradas. Tem sido um esforço importante. Tenho buscado saber mais e buscar construir ações&nbsp; enegrecidas na escola de forma mais orgânica e sistemática. Me inquieta ver que algumas ações e reflexões dependem de determinadas pessoas e grupos. Precisamos avançar para uma prática orgânica e estruturada no dia a dia da escola.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 11:22:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2197533487</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198124819</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Sirlene Alves, leciono desde 2004. Iniciei na área da educação como professora do ensino fundamental I. Já trabalhei em EMEI por 5 anos e atualmente trabalho no CEU CEI Uirapuru.&nbsp;<br>Me inscrevi nesse curso justamente pra escurecer minhas ideias e pensar em mais práticas pedagógicas enegrecidas dentro da educação infantil!&nbsp;<br>&nbsp;O PPP do CEI contém propostas pra uma educação étnico racial porém não sinto que estou trabalhando efetivamente como deveria! Por volta de 2016 fiz um curso relacionado ao tema na DRE Campo Limpo, e foi um curso que mudou muito a forma como eu via o mundo sendo uma mulher negra! Foi como despertar pra várias situações corriqueiras que eu não notava mas reproduzia atitudes preconceituosas “indiretamente”! Eu percebi que somava com as pessoas que enaltecem a beleza como se só pessoas brancas as possuíssem e eram atitudes simples como ficar admirada com uma criança loira do olho claro e logo fazer um elogio entusiasmado! Ficar mexendo no cabelo liso das crianças, são situações de afeto que são negadas pra crianças pretas (inclusive aconteceu comigo na infância) mas que são normalizadas e nem percebemos! A partir de então comecei com atitudes simples, de elogiar, de prestar mais atenção, de acolher, e não é que antes eu não fazia, mas percebi que até então a minha forma de ver beleza era outra e por isso as minhas ações eram umas com entusiasmo e outras de forma mecânica! Hoje estou numa zona de conforto, e sinto que preciso evoluir e aprender mais pra uma educação enegrecida transformadora!&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 18:06:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198124819</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 1 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198133782</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, sou Iara Domingos dos Santos, Pedagoga, Psicopedagoga e “Alfabetizadeira”.&nbsp;</div><div>mãe do Ícaro, Professora de Educação infantil e ensino fundamental na EMEF Alípio Corrêa Neto.&nbsp;</div><div>As questões étnico-raciais, sempre foram presentes nas minhas práticas pedagógicas. &nbsp;</div><div>Para combater o racismo é preciso que seja implementada uma educação antirracista efetiva.&nbsp;</div><div>Pensando no meu território, os discentes da nossa comunidade são majoritariamente filhos de migrantes nordestinos e possuem dificuldades para se (RE)CONHECER, poucos são aqueles que se identificam como cidadão preto/preta.&nbsp;</div><div>Partindo dessa problemática, o Plano Especial de Ação da instituição de ensino esse ano será as leis 10.639/03 e 11.645/08.&nbsp;</div><div>Acreditamos que o primeiro território que precisamos “enegrecer” são os nossos corpos e aqueles desenhos “salmão” não representa a nossa identidade.&nbsp;</div><div>Desde 2019, desenvolvo o projeto interdisciplinar “identidade e diversidade: educação decolonial sobre as relações étnico - raciais” sobre os povos indígenas, para o resgate da minha própria ancestralidade e quebra de estereótipos enraizados, todavia, o interesse pelo curso, partiu da necessidade de aprimorar as minhas práticas na perspectiva do movimento negro.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309164601/dc99a437c832276fed4cf2fbfceb6f5a/20210308_121418_1_.jpg" />
         <pubDate>2022-05-24 18:13:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198133782</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198160705</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Sou a Rachel, na realidade Maria Rachel, mas gosto que me chamem de Rachel. Tenho um longo caminho na educação, diria,&nbsp; léguas e léguas. Na sua maioria em escola particular. No ensino público lá se vão 14 anos.<br>Atualmente estou  como readaptada (temporária), mas sempre dando pitacos no pedagógico.<br>Para se falar em práticas pedagógicas enegrecidas, ao meu ver, tem que começar pelo conhecimento, pela escuta, pela auto percepção, avaliação da minha formação enquanto ser social e profissional.&nbsp;<br>Na escola onde trabalho a questão étnico racial tem sido um trabalho de formiguinha, de tentativas de discussão, um trabalho ainda tímido,&nbsp; por isto a minha procura em formação, para que&nbsp; em JEIF&nbsp; possa ser multiplicadora deste conhecimento, aliás destes questionamentos.&nbsp; Este curso, o de Teorias e práticas para uma pedagogia Antirracista, o curso Refúgios ...,&nbsp; como também alguns cursos sobre africanidade, músicas africanas, jogos africanos, indígenas, tem ampliado a&nbsp; minha visão de cidadã e de educadora.<br>Temos que ser multiplicadores e quebrar paradigmas. É o que tento fazer. Conhecer, estudar, escutar e tentar multiplicar meus conhecimentos e propor, no coletivo,  ações que ajudem a construir um  mundo mais igualitário. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 18:34:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198160705</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198195668</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá !!<br><br></div><div>Espero que todos estejam bem !!<br><br></div><div>Sou Daniela, professora de Educação Infantil da EMEI CEU Butantã.<br><br></div><div>Nas vivências com as crianças, busco ampliar o repertório com livros de histórias sobre o tema. Um dos livros que gosto muito e “Escola de chuva”. Uma emocionante história sobre o amor pelo aprendizado, o desejo de estudar e sobre a importância do conhecimento, convívio e harmonia entre as pessoas.<br><br>Estou muito feliz em participar deste curso. Acredito que preciso aprender e melhorar sempre.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1707214009/70d3dcc3146cf52b9c143d54276237ee/image.png" />
         <pubDate>2022-05-24 19:03:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198195668</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ola. Sou a professora Paula e trabalho no Cei Roberto Arantes Lanhoso.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198213452</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalhar práticas que incluem perpassam o nosso trabalho. Faz parte de quem somos. Pelo menos pra mim é natural pensar no outro a partir do coletivo.&nbsp; Nossas práticas devem levar em consideração quem queremos ser e formar para o futuro da sociedade. &nbsp;<br>Se através de nossas ações e propostas curriculares não pensarmos em práticas que contemplem a cada indivíduo da nossa sociedades, teremos uma distopia.<br>Pra mim pensar o dia a dia na educação infantil é incluir o outro, o negro, o cadeirante, o autista e por aí vai. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 19:20:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198213452</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198230854</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, sou Mara Ligia, professora de educação infantil desde 2005. Estou no Cei Professora Yvone Lemos de Almeida Fraga desde 2007; este ano trabalhando no Berçário I, (gosto muito do trabalho com bebês rs).<br>Estou muito feliz por participar desta formação, me interesso muito pelo assunto por entender como muito necessário o conhecimento mais aprofundado das relações étnico raciais, da riqueza e influência da cultura afro brasileira que nos deu origem, que nos trouxe até aqui.<br>Gostaria de expor uma prática realizada em 2019, em um dia da família. Foram montadas salas com diferentes experiências, considerando os interesses das nossas crianças e bebês para que vivenciassem momentos prazerosos de brincadeiras com as famílias. Uma das salas foi preparada uma oficina de amarração de turbantes afro, dirigida pela professora Rosana, trazendo todo significado e valorização do cabelo crespo e da beleza negra; as crianças e seus familiares puderam conhecer e aprender a usar os turbantes. A experiência foi tão positiva que durante a pandemia realizamos uma postagem com tutorial sobre os turbantes no google sala de aula e na plataforma do Facebook.&nbsp;<br>Apesar de ser uma prática nossa no Cei Yvone Lemos estar sempre muito próximo da comunidade, buscando conhecer os interesses e culturas das famílias, crianças e bebês que atendemos, quando penso no território de maneira mais ampla, na territorialidade nessa dimensão cultural, que tratamos aqui no 1⁰ encontro, acredito que precisamos avançar mais, conhecer e nos apropriarmos mais deste território.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1141723490/96670fdbf74705564ee87fa665aa26ac/Oficina_de_turbantes_5.png" />
         <pubDate>2022-05-24 19:37:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198230854</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 (continuação  Mara )</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198236108</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1141723490/bc379fa196a8d66f945d1cc50d0cb06f/Oficina_de_turbantes_2.png" />
         <pubDate>2022-05-24 19:43:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198236108</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198286141</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá me chamo Maria Rachel, sou professora da Emei Antonio Bento, desde 2014, moro e trabalho no Butantã, território que me é muito singular, uma vez que minha família paterna nasceu, viveu e trabalhou nesta região. Pensando neste aspecto de ancestralidade e mesmo por considerarmos importante as relações étnico-raciais estar presente em sala de aula, eu e minha parceira, optamos em resgatar com as crianças a origem de suas famílias e neste contexto trazer para nossas aulas alguns aspectos, como por exemplo, os saberes africanos. Nestes meses foram várias vivencias através dos livros, filmes, roda da conversa, brincadeiras, músicas, esculturas, gravuras. No entanto, ainda buscamos caminhos que sejam cada vez mais significativos para as crianças e nossa expectativa é que este curso nos auxilie neste processo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 20:38:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198286141</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198290689</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Ana, sou professora de Educação Infantil, atualmente no CEI Roberto Arantes Lanhoso. Nossas práticas nas questões étnico- raciais, estão voltadas principalmente para a leitura e contação de histórias, para que as crianças se sintam representadas e consigam se identificar com os personagens. Enquanto estávamos no atendimento remoto, pesquisamos e sugerimos vários livros e brincadeiras de origem africana para se divertirem em família. Em nossos momentos de formação, também estudamos sobre o tema. Acreditamos que é de fundamental importância que as crianças aprendam desde cedo a valorizar e respeitar a diversidade.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 20:44:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198290689</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198363669</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Teresinha , professora da EMEI Antonio Bento, moro na Vila Sônia e trabalho na região há muitos anos.  Filha de pai preto , saí mais clara e sempre vivi o não lugar de fala: me sinto preta mas me consideram branca. Na escola justamente por causa disso e por honrar minha bisavó escrava, a outra índígena sempre trago a história da Àfrica, a cultura , as tradições e trabalho com as crianças através de leituras, apresentação dos personagens contemporâneos e outros não valorizando sua história e percurso. Uso música, dança, o espaço físico da sala tem fotografias e gravuras além de motivos afro e indígena</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 22:27:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198363669</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sou Graziane do CEU Butantã. Com meus alunos do 4 ano trabalhos identidades . Colei fotos na sala com personalidades negras referentes em beleza, esporte, política.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198375755</link>
         <description><![CDATA[<div>Além disso conversamos sobre beleza negra e turbantes principalmente com as meninas , pois percebemos que a auto estima delas estava baixa principalmente em relação ao cabelo e a beleza.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 22:47:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198375755</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá Sou Marta Cristina Rodrigues. Pedagoga, historiadora. Mestre e Doutora em Educação. Atualmente estou no CEFAI DRE BT como Professora de Apooio e Acompanhamento à Inclusão. Em minha prática docente (tanto nas formações continuadas ) com os professores do teritório assim como no curso de graduação que leciono a disciplina História da Educação, tenho procurado levantar questões referentes às diferentes narrativas que precisam ser trazidas ao conhecimento dos nossos estudantes acerca das matrizes que compõem o povo brasileiro, que contribuíram com a formação de nossa identidade, assim como a necessidade de promovermos a construção de um saber histórico reflexivo acerca dessa temática.  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198392808</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 23:16:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198392808</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198393184</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá,<br><br></div><div>Meu nome é Vanderlene, sou professora de Educação Infantil em CEI e EMEI.&nbsp;<br><br></div><div>Infelizmente vivemos em uma sociedade racista. Como complemento dessa afirmativa, destaco que nenhum segmento dessa sociedade está isento do racismo, inclusive a educação e especificamente a Educação Infantil. Por isso as reflexões diárias entre os educadores da primeira infância são essenciais.<br><br></div><div>Vivenciamos diferentes momentos de debates sobre os temas que afetam diretamente nossas crianças. Pensar na diversidade de uma sala de educação infantil e repensar nossa prática é fundamental na educação pública.&nbsp;<br><br></div><div>O que fazemos e como fazemos em nossas rotinas pode significar um ambiente acolhedor e equitativo ou pode se tornar um espaço excludente e discriminatório. Às vezes uma simples palavra reflete muito sobre nossa perspectiva.<br><br></div><div>Para despertar consciência racial nas crianças é preciso antes trabalhar o racismo<strong> </strong>com os adultos.<br><br></div><div>Eu defendo nossa formação sobre essa temática em todos os momentos possíveis. Como mulher branca, me sinto insegura em algumas questões, em especial, quando levantadas pelas próprias crianças.&nbsp;<br><br></div><div>Passei por uma situação, a pouco tempo na EMEI, onde fui indagada por uma criança negra de 5 anos, que disse desejar ter o meu cabelo e o meu tom de pele.&nbsp;<br><br></div><div>Tive dificuldade de lidar com esse sentimento que ela apresentou.<br><br></div><div>Conversei com as professoras titulares da turma e pensamos em alguns projetos específicos para trabalho com identidade, representatividade da mulher negra na sociedade brasileira e diversidade.&nbsp;<br><br></div><div>As reflexões coletivas são essenciais para uma prática educativa negra e representativa.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 23:16:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2198393184</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá, meu nome é Erionara, sou professora de Educação Infantil na EMEI DEPUTADO GILBERTO CHAVES.  Também atuo no município de Osasco, com crianças pequenas. Penso que as práticas enegrecidas devem sim, partir do território em que situamos, mas não devem se prender ao público alvo, por assim dizer. Não precisamos ter uma criança negra, que usa cabelo afro, ou acessórios africanos para daí pensarmos em práticas que a incluam, despertem o interesse pela beleza da cor, ou das características e atributos físicos. Isso deve ser algo natural no nosso dia a dia , assim como para muitas crianças negras, é natural usar exaltar seu cabelo crespo. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2199715484</link>
         <description><![CDATA[<div>Lembro&nbsp;de uma prática enegrecida que foi apresentar  e falar para as crianças que existiam reis e rainhas africanos, que moravam em castelos e ver como os olhos deles brilharam de pensar que sim, eles podem ser representados e isso não é só uma conto de fadas. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-25 17:27:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2199715484</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2201422264</link>
         <description><![CDATA[<div>Salve! Sou Evermando, professor de História da EMEF Brasil-Japão no bairro do Rio Pequeno. Desenvolvo várias práticas que considero enegrecidas, dentre as quais um projeto chamado Pensando Direitos na Quebrada, o qual se refere a uma sequência de atividades utilizando rimas e a musicalidade do Rap e a construção narrativa das letras para abordar temas ligados a luta por direitos e o combate ao racismo, à homofobia, à misoginia, assim como às questões de gênero e a exploração de classe. As músicas utilizadas são as seguintes: "Um homem na estrada", Racionais MC's; "Quando o pai se vai", GOG; "Viva a diferença", Karol Conká; "H. Aço", DMN; e "Leva pra mente", Clã Nordestino.<br><br>Aula I<br>1. Levantamento de conhecimentos prévio a partir da questão: O que são direitos? Cite um ou mais exemplos.<br>- Nessa atividade o grupo é estimulado a escrever sobre o que sabe sobre o tema&nbsp; e depois&nbsp; compartilhar com o coletivo.<br><br>Aula II<br>1. Exposição pedagógica pelo professor definindo o que são direitos civis, políticos e sociais, destacando pontos da Constituição de 1988.<br>- Dessa atividade os membros do grupo saem com a tarefa de identificar um ou mais direitos que entende já estarem garantidos no bairro, anotar no caderno e trazer para a próxima aula.<br><br>Aula III<br>1. Proposta: fazer uma rima falando sobre direitos garantidos no bairro, a partir do desafio lançado pelo professor por meio de uma rima:<br><br>Se liga na ideia que agora eu vou lançar<br>Minha rima é venenosa quero ver você levar<br>Completando os meus versos com disposição&nbsp;<br>Falando da quebrada que guardo no coração<br>Zona oeste de São Paulo, este é o lugar<br>Rio Pequeno minha área, quero ver quem vai rimar<br>No meu desafio você pode se envolver<br>É só fazer uma rima sobre direitos garantidos no R.P.&nbsp;<br><br>A ideia é que os estudantes produzam suas rimas, as quais farão parte de um livro coletivo. Tenho levado de duas a três aulas com cada turma para a produção.<br><br>Realizei uma mesma sequência para tratar da ausência de direitos no bairro com a seguinte rima:<br><br>A primeira parte foi sucesso com criatividade<br>Falamos muito bem da nossa parte da cidade<br>Mas o desafio continua em ação<br>Para quem tem coragem e também motivação<br>Preste atenção na ideia e não vá se perder<br>Ficar ligado e ser esperto este é o proceder<br>Pegue as palavras sem vacilo e sem mancada<br>Rime sobre os direitos desrespeitados na quebrada<br><br>Algumas turmas ainda estão produzindo, outras já realizaram e agora estou trabalhando as músicas a partir da seguinte sequência:</div><div><br>1. Escuta da música em sala de aula com liberdade para sair da cadeira e dançar;<br>2. Leitura compartilhada da letra com a proposta de identificar algum ponto tratado que se relaciona com a questão dos direitos (desrespeito ou luta por direitos), racismo, homofobia, etc.<br>3. Diálogo coletivo a partir dos temas tratados pela música.<br>4. Realização de exercícios de compreensão das letras.<br><br>O projeto vem sendo aplicado quando falta um professor, fato bastante desafiador, mas vem dando bons resultados.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-26 23:08:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2201422264</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá! Meu nome é André</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2202559011</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou um homem negro, professor de História, atualmente atuando como POED na EMEF Des. Theodomiro Dias.<br>Quando atuando na disciplina de História, estruturava boa parte do meu plano de modo a sempre discutir questões e vertentes da História negra, no Brasil e no mundo, tentando inserir esse olhar em todos os temas/conteúdos/momentos históricos trabalhados. Em diversos momentos construimos trabalhos com história oral e memória, tentando sempre trazer a agência, olhares e os projetos da população negra para o centro das nossas discussões. Também realizamos investigações dentro de um grande trabalho interdisciplinar na escola e a partir disso realizamos saídas pedagógicas nas nossas comunidades e outros espaços da cidade,  com o foco na reflexão sobre a história social da população negra, as marcas e expressões dessa presença e os desafios e lutas atuais.<br><br>Atualmente, venho tendo dificuldades em fortalecer esse olhar no meu trabalho como POED. Muitas vezes atropelado por demandas que são novas e ainda não tenho domínio. De todo modo, venho tentando refletir e enegrecer a minha prática no laboratório de educação digital, pensando sobre racismo digital, trazendo produções digitais ligada a temática, entre outros passos (ainda) tímidos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-27 20:40:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2202559011</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2203652688</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Michele, sou uma mulher afro descendente, de pai negro e mãe branca. Atualmente leciono no Cei Uirapuru no berçário I.&nbsp;<br><br>Em nossa rotina, utilizamos a&nbsp; prática de contar histórias para resgatar a cultura afro-brasileira, indígena e africana. Também brincamos com bonecos, bonecas e fantoches negros, como uma maneira lúdica das crianças se apropriarem e se identificarem.<br><br></div><div>Muito agradecida pela oportunidade em realizar esse curso de formação necessária para melhor e aprimorar nossa prática junto aos nossos pequenos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-29 18:36:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2203652688</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2205955159</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Meu nome é Magali e sou professora de Geografia, mas este ano estou designada como POSL na EMEF Tarsila do Amaral.<br>&nbsp; Na minha prática pedagógica busco apresentar a importância dos povos africanos como pioneiros de toda vida e de todo conhecimento humano. Temos que lembrar que a história do continente africano não começa na escravidão.&nbsp;<br>&nbsp; Pensando nisso, no início do mês de maio comecei a leitura&nbsp; do livro "O black power de Akin", da autora Kiusam de Oliveira, com os alunos do 5° ao 9° ano. O texto aborda situações de racismo que o protagonista sofre no ambiente escolar, por conta da cor da sua pele e da crespitude do seu cabelo. No decorrer da história Akin se reconhece como um menino negro, reverencia os que vieram antes dele e consegue valorizar quem ele realmente é.<br>  Acredito que seja importante trazer para o contexto escolar autoras e autores negros, indígenas e periféricos. <br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-31 11:53:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2205955159</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá ! meu nome é Adriana , sou professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental , Educadora Física , mãe da Isa e do Gui e atualmente atuo como PAAI do Cefai. Para combater o racismo é necessário que toda as praticas pedagógicas sejam anti-racistas , diariamente em todas as formações sempre procuro refletir sobre as minorias , quebra de estigmas e estereótipos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2206471410</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-31 18:07:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2206471410</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Meu nome é Sulamita, sou professora de Ensino Fundamental I. Trabalho no EMEF CEU Butantã. Estou retornando agora para escola, fiquei fora da escola por 2 anos e meio, 2020 quando tinha acabado de assumir meu cargo no CEU  começou a pandemia, quando retornei em 2021 soube que estava grávida, entrei em comorbidade, depois de licença maternidade. e fazem  2 semanas que estou de volta ao ambiente escolar. Eu tive pouco contato com os projetos e trabalhos da escola, mas com essas formações que tenho participado sei que posso contribuir para enegrecer muito mais nosso ambiente escolar.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2206693844</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-31 22:13:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2206693844</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2210578516</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Gabriela e sou professora na EMEI e no CEI.<br>como professora na Educação Infantil, estou sempre em busca de aprender brincadeiras, musicas e historias para enegrecer diariamente o território que estou.<br>Participar desse curso é uma oportunidade de aprender sobre o tema e reavaliar minhas práticas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-03 21:50:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2210578516</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1</title>
         <author>kellysouza7448511</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2216619173</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Meu nome é Kelly, sou uma mulher negra, coordenadora pedagógica da EMEI Antônio Bento. Primeiramente coloco estar muito satisfeita e feliz em poder ter a oportunidade de participar de um curso que trouxe tantas possibilidades de discussões e reflexões.  Para falar a verdade, minha cabeça "fritava" após cada encontro. Por outro lado, me senti conhecendo e fazendo tão pouco em relação aos estudos e trabalhos com a temática étnico-racial. Nos encontros não conseguia abrir o microfone para dar depoimentos, pois a cada relato dos colegas, eu ia tentando digerir com delicadeza para não perder o "gosto" de nenhuma prática. Quando experimentamos ou vivenciamos algo bom, nos faltam palavras... o silêncio nos toma, mas os pensamentos ficam a mil. Nas unidades em que trabalhei sempre exploramos o acervo literário que aborda a temática, contos e histórias africanas permeiam as práticas de educação infantil, mas eu senti que preciso de algo mais. Avançar, inovar, trazer outras possibilidades que sejam enriquecedoras e significativas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1708814889/c58d31f435eb53710347368bb3da53ad/IMG_20220225_092103.jpg" />
         <pubDate>2022-06-09 18:21:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2216619173</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá. Sou a professora Paula Tatiane do Cei Roberto Arantes Lanhoso. Desenvolvo meu trabalho junto as professoras como módulo. Aprendo demais em todas as salas que entro. Procuro contribuir com todas as atividades em que elas propoem e procuro auxiliar na medida do possível. Nosso trabalho é sério e preza pela educação integral das crianças. Eles exploram, participam de projetos e estamos buscando nesse curso recursos e conhecimento para apresentar aos pequenos uma educação ainda mais antirracista.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2219203002</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-13 07:04:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2219203002</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2223127187</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Sou a Sheila Fonseca professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental I.  Penso que as práticas pedagógicas enegrecidas começam a partir de ações e atitudes do próprio sujeito. Pois na infância, antes de compreender porque meus cabelos eram crespos, minha mãe já alisava meus cachos. Depois continuei alisando meu cabelo, mesmo sofrendo com os demorados e arriscados procedimentos. Aos trinta e sete anos preocupada com o risco de adoecer com as progressivas e tendo constante queda de cabelo decidir não alisá-lo mais. Sem o alisamento descobrir que meus cabelos formam lindos cachos, algo que não sabia. No ano passado, em sala de aula, as crianças observavam meu cabelo e se identificavam, relatando que parecia o cabelo da mãe delas e as meninas negras comentavam como cuidavam dos seus cachos. Foi lindo ver as meninas empoderadas com seus cabelos cacheados e laços. Hoje, amo meus cachos e sei que o meu corpo negro e respeitado em suas características é o melhor exemplo de valorização dos meus ancestrais. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-16 14:32:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizsilva8498628/Bookmarks/wish/2223127187</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
