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      <title>Atividades práticas Biologia e Geologia by Ana Francisca Sampaio Novais</title>
      <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-20 18:00:46 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento global</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
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         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é um fenómeno que corresponde ao aumento da temperatura média terrestre, causado pela libertação de gases com efeito de estufa. Estes gases estão constantemente em libertação para a atmosfera, como por exemplo com a queima de combustíveis fósseis, queimadas...<br>Este fenómeno pode ser comparado com o vídeo a seguir apresentado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>Evidências do quecimento global no Mundo</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333310579</link>
         <description><![CDATA[<div>As evidências de ocorrência de aquecimento global são "inequívocas" e há mais de 90% de probabilidade de que os humanos sejam os grandes responsáveis. A principal causa é a emissão de gases causadores de efeito estufa a partir da queima de combustíveis fósseis, que prendem o calor do sol na atmosfera, aquecendo a superfície terrestre. Desde 1900, o nível das águas do mar aumentou entre 10 e 20 centímetros. A temperatura média global da superfície aumentou 0,8ºC. Entre 20% e 30% das espécies de plantas e animais enfrentarão ameaça de extinção se as temperaturas globais aumentarem entre 1,5º e 2,5ºC, em comparação com as temperaturas médias das últimas duas décadas do século XX. Na África, por volta de 2020, o produto da agricultura irrigada por chuvas em alguns países da África poderá ser reduzido em até 50%. Na Ásia, a disponibilidade de água doce diminuirá, entre outros problemas que ocorrerão em todo o Mundo. <br><br>https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwj8kMrcq7HeAhUJThoKHYK-D8UQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Ficode.ge%2F2014%2F05%2F16%2F%25E1%2583%259B%25E1%2583%2594%25E1%2583%25AA%25E1%2583%259C%25E1%2583%2598%25E1%2583%2594%25E1%2583%25A0%25E1%2583%2594%25E1%2583%2591%25E1%2583%259B%25E1%2583%2590-%25E1%2583%2593%25E1%2583%2594%25E1%2583%2593%25E1%2583%2590%25E1%2583%259B%25E1%2583%2598%25E1%2583%25AC%25E1%2583%2598%25E1%2583%25A1-%25E1%2583%259B%25E1%2583%259D%2F&amp;psig=AOvVaw1g4rabxWDSyrwAlS45sIIJ&amp;ust=1541097983776176</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:11:34 UTC</pubDate>
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         <title>Evidências de causas do aquecimento global em Portugal</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333311225</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugal é um dos países do continente Europeu que sofrerá mais consequências se o aquecimento global continuar a subir no mesmo ritmo.<br>Num futuro próximo haverá possibilidade de um aumento de calor que pode persistir até 50 dias seguidos, com temperaturas de 35 graus. Poderá ser extremamente perigoso para a população, com agravamento da mortalidade, riscos maiores de incêndios florestais, aparecimento de insectos que transportam doenças, etc.<br><br><a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwi0wN6eq7HeAhXjxoUKHZ3yAH0QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fcarpinteira.blogspot.com%2F2009%2F12%2Fnos-ja-tinhamos-avisado.html&amp;psig=AOvVaw2gXq0GEXd-WqOGmXfiOB23&amp;ust=1541097883233698">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwi0wN6eq7HeAhXjxoUKHZ3yAH0QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fcarpinteira.blogspot.com%2F2009%2F12%2Fnos-ja-tinhamos-avisado.html&amp;psig=AOvVaw2gXq0GEXd-WqOGmXfiOB23&amp;ust=1541097883233698</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:12:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Evidências de interações entre os subsistemas, relacionadas com o aquecimento global</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333311636</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global, causado maioritariamente pelo Homem, provoca o aumento da temperatura dos oceanos (hidrosfera), levando à extinção de diversas espécies aquáticas (biosfera).<br>Outra consequência do aquecimento global é o aumento de fenómenos como furacões, tornados, (atmosfera), podendo causar mortes (biosfera).<br>O vídeo em baixo mostra um destes fenómenos (furacão), que irá ocorrer com mais frequência como consequência do aquecimento global.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:13:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências de possíveis soluções para travar o aquecimento global</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333312745</link>
         <description><![CDATA[<div>Principais soluções para travar o aquecimento global:<br>Aumentar o consumo de energias renováveis;<br>Diminuição do uso de combustíveis fósseis;<br>Sempre que possível, evitar andar de carros, recorrendo a transportes públicos, bicicleta...;<br>Reflorestação;<br>Construção de prédios/casas que utilizem sistemas de economização de energia, como energia solar para aquecimento da água, etc.)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:15:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Identificação das rochas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333313653</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Na atividade experimental realizada, efetuamos a identificação e caracterização de várias rochas, atendendo às suas características macroscópicas e químicas.</em> </div><div><em>O tema principal da atividade foi o Ciclo das Rochas, uma vez que nos facilitou, ao analisarmos visualmente a rocha, a determinar de que tipo se tratava e consequentemente por que processos havia passado.</em> </div><div><em>Para uma maior evidência de factos, recorremos ao teste do ácido. Das rochas que nos forneceram (calcário, granito, gnaisse, mármore, basalto e conglomerado) apenas o calcário e o mármore reagiram, libertando gases e uma espuma branca, pois contêm calcite, um mineral que ao entrar em contacto com ácidos faz efervescência.</em> </div><div><em>Com esta atividade, concluímos que a partir de uma análise visual, com o uso do ácido e com o auxílio do Ciclo das Rochas, conseguimos determinar qual o tipo de rocha apresentada.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:17:21 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo das rochas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333313942</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Neste ciclo não é possível localizar o início e o fim, porém vamos começar pela solidificação ou cristalização do magma. Este origina Rochas Magmáticas Intrusivas (se arrefecer em profundidade) ou Rochas Magmáticas Extrusivas (solidificação à superficie). </em> </div><div><em>Em seguida, através de processos denominados Sedimentogénese, formam-se sedimentos, que consequentemente sofrem Diagénese, gerando uma Rocha Sedimentar. Posteriormente, a rocha formada sofre Metamorfismo, passando a ser uma Rocha Metamórfica. </em> </div><div><em>Por fim, dá-se a fusão dessa rocha (torna-se em Magma), começando novamente todo o ciclo.</em> <br>No entanto, todas as rochas (magmáticas intrusivas/extrusivas e sedimentares) podem originar rochas metamórficas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>História geológica de uma rocha</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333314580</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O magma ascendeu à superfície, e em virtude das baixas temperaturas arrefeceu e solidificou rapidamente. Formei-me. E se me tivesse lá mantido teria sofrido por ação do vento, chuva, e outros fatores que me tornariam sedimentos, e a partir deles poderia vir a ser uma Rocha Sedimentar. Porém, alguém me levou e hoje sou uma Rocha Magmática Extrusiva, o basalto.</em> <br><br>Foto: <a href="https://www.google.pt/search?q=basalto&amp;rlz=1CAHPZT_enPT753PT753&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;ved=0ahUKEwjXmfTj9qPeAhUJJXwKHb4-BWIQ_AUIDigB&amp;biw=1536&amp;bih=714#imgrc=SARJUXS0WbctVM:">https://www.google.pt/search?q=basalto&amp;rlz=1CAHPZT_enPT753PT753&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;ved=0ahUKEwjXmfTj9qPeAhUJJXwKHb4-BWIQ_AUIDigB&amp;biw=1536&amp;bih=714#imgrc=SARJUXS0WbctVM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:18:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tectónica de Placas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333318578</link>
         <description><![CDATA[<div>A <em>Teoria da Tectónicas de Placas</em> baseia-se na Teoria da Deriva dos Continentes (os continentes, antigamente,estariam juntos como um só, formando a Pangeia), uma vez que a primeira defende que os continentes estiveram juntos, e o que lhes permitiu movimentar-se foi o facto de:<br>. a <strong>litosfera</strong>, camada superior da Terra, encontrar-se <strong> fragmentada</strong>, formando assim as placas tectónicas;<br>. estas placas se localizarem sobre a <strong>astenosfera</strong>, que com a sua "textura <strong>plástica</strong>", promove o seu movimento;<br>. existirem <strong>correntes de convecção</strong>.<br><br>Assim, por ação destes fatores, podemos comprovar que as placas litosféricas estão em constante movimento</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:26:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capturas de ecrã do Google Earth ilustrativas de estruturas tectónicas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333318936</link>
         <description><![CDATA[<div>Na figura seguinte, observa-se alguns países localizados sobre as diferentes placas tectónicas, representadas por linhas (amarelas, laranjas e roxas).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324236000/de22feb00ba1c1dce772d592f8535f26/placas_tectonicas_google_earth.jpg" />
         <pubDate>2019-02-20 18:27:04 UTC</pubDate>
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         <title>Artigos ou notícias alusivos a eventos de natureza tectónica - limite transformante</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333319607</link>
         <description><![CDATA[<div>Um exemplo de limite transformante é a falha de Santo André (imagem seguinte, onde não há destruição nem  criação de crosta (camada da litosfera).<br><br>Fonte:  falha de Santo André</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:28:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigos ou notícias alusivos a eventos de natureza tectónica - limite convergente</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333319711</link>
         <description><![CDATA[<div>No Japão, temos um exemplo de <strong>limite convergente</strong>, uma vez que este resultou da subducção de placas oceânicas (que originou montanhas, como na figura seguinte). A razão para acontecerem neste local bastantes catástrofes como sismos e vulcões é o facto de estar localizado entre 3 placas.<br>Para além dos limites convergentes entre 2 placas oceânicas, existem também limites entre 2 continentais e 1 oceânica e 1 continental, como por exemplo nos Himalaias e nos Andes, respetivamente.  <br><br>Fonte: <a href="https://www.google.pt/search?biw=1366&amp;bih=608&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=xZztW_erDsaIab2cpqAK&amp;q=japao+fuji&amp;oq=japao+fuji&amp;gs_l=img.3...44648.50058.0.50989.7.7.0.0.0.0.143.865.1j6.7.0....0...1c.1.64.img..0.5.656...0j0i67k1j0i24k1.0.cCigxRcmxlQ#imgrc=gL5GZOfubPRMwM:">https://www.google.pt/search?biw=1366&amp;bih=608&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=xZztW_erDsaIab2cpqAK&amp;q=japao+fuji&amp;oq=japao+fuji&amp;gs_l=img.3...44648.50058.0.50989.7.7.0.0.0.0.143.865.1j6.7.0....0...1c.1.64.img..0.5.656...0j0i67k1j0i24k1.0.cCigxRcmxlQ#imgrc=gL5GZOfubPRMwM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:28:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigos ou notícias alusivos a eventos de natureza tectónica - limite divergente</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333319807</link>
         <description><![CDATA[<div>Na figura seguinte, podemos observar o contacto entre duas placas continentais na Islândia (Silfra) que ao longo dos anos tem vindo a separar-se cerca de 2 cm (<strong>limite divergente</strong>), que terá sido resultado do grande número de sismos que ocorre na zona.</div><div>A Silfra começou por ser uma caverna, mas tem vindo a crescer, transformando-se numa "fenda" preenchida por "água subterrânea".<br><br>Fonte: <a href="https://www.google.pt/search?q=islandia+limite+divergente&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi16NTM69beAhUBnRoKHaEJCuQQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=608#imgdii=Rmn6h52n3sj-gM:&amp;imgrc=vO5OHw5PL_zSQM:">https://www.google.pt/search?q=islandia+limite+divergente&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi16NTM69beAhUBnRoKHaEJCuQQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=608#imgdii=Rmn6h52n3sj-gM:&amp;imgrc=vO5OHw5PL_zSQM:</a> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:28:45 UTC</pubDate>
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         <title>Processos tectónicos - convergência</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333319920</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig. 1 - convergência entre 2 placas oceânicas: <br></strong>As placas convergem, ocorrendo subducção da mais densa. Esta zona é a primeira a sofrer metamorfismo devido às elevadas pressões e temperaturas. De seguida</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>Esquema ilustrativo de estruturas tectónicas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333320066</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: <a href="https://www.google.pt/search?biw=1366&amp;bih=608&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=E9LtW-aRIJG0afXOn4AG&amp;q=estruturas+tectonicas&amp;oq=estruturas+tectonicas&amp;gs_l=img.3...0.0.1.30.0.0.0.0.0.0.0.0..0.0....0...1c..64.img..0.0.0....0.BkZnZXdwmF0#imgrc=SLsZohrPop3oSM:">https://www.google.pt/search?biw=1366&amp;bih=608&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=E9LtW-aRIJG0afXOn4AG&amp;q=estruturas+tectonicas&amp;oq=estruturas+tectonicas&amp;gs_l=img.3...0.0.1.30.0.0.0.0.0.0.0.0..0.0....0...1c..64.img..0.0.0....0.BkZnZXdwmF0#imgrc=SLsZohrPop3oSM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:29:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333320066</guid>
      </item>
      <item>
         <title>REFLEXÃO DA ATIVIDADE PRÁTICA</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333320218</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade concluímos que no passado os continentes encontravam-se unidos, e que por ação das placas tectónicas e das correntes de convecção afastaram-se até à sua posição atual.<br>Por fim, refletimos que estão presentes hoje em dia limites de placas, caracterizados pelo modo como as placas se deslocam umas relativamente às outras, aos quais estão associados diferentes tipos de fenómenos na superfície.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:29:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de magma e respetiva Atividade Vulcânica</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333320742</link>
         <description><![CDATA[<div>Na natureza, podemos verificar diferentes <strong>tipos de erupções vulcânicas</strong>. Estas erupções, de acordo com a viscosidade da lava, podem ser:<br><br></div><ul><li>Erupções explosivas</li><li>Erupções efusivas</li><li>Erupções mistas</li></ul><div><br><strong>Tipos de lava:</strong></div><ul><li>Lava ácida - elevada percentagem em sílica (muito viscosa);</li></ul><div>      Diiculdade em libertar os gases</div><ul><li>Lava intermédia - percentagem intermédia em sílica (viscosidade intermédia)</li><li>Lava básica - baixa percentagem em sílica</li></ul><div>      Facilidade em libertar os gases<br><br><strong>Tipos de magma e respetiva atividade vulcânica<br></strong><br></div><div>Magma ácido - Atividade explosiva<br>Magma básico - Atividade efusiva (ou submarina, se for debaixo de água)<br>Magma intermédio - Atividade mista</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:30:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fotos/vídeos da atividade pática - 1</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333320863</link>
         <description><![CDATA[<div>Na imagem que se segue, podemos observar 3 tubos de ensaio com 3 diferentes misturas:</div><ol><li>50% mel e 50% água (magma básico)</li><li>70% mel e 30% água (magma intermédio)</li><li>!00% mel (magma ácido)</li></ol><div><br>Ao colocar ambas as misturas em água quente, o magma vai se tornar mais líquido, originando, em pouco tempo, uma grande escoada de lava</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:30:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333320863</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fotos/vídeos da atividade pática - 2</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333320979</link>
         <description><![CDATA[<div>Na imagem seguinte, observamos 3 tubos de ensaio dentro de um saco com gelo, igualmente com 3 diferentes misturas, o que irá originar uma escoada lenta e de grande viscosidade</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:31:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências a artigos ou notícias alusivos a eventos de natureza vulcânica</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333321185</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcão Kilauea no Havai encontra-se há cerca de 5 meses ativo, e os vulcanólogos não sabem ao certo quanto tempo mais vai durar esta erupção: "Não houve qualquer sinal de mudança: nem a quantidade de lava que emana nem os tremores de terra diminuíram...Não sabemos o quanto de magma ainda vai brotar"<br><br>Imagem: <a href="https://www.google.pt/search?q=vulc%C3%A3o+Kilauea,+no+Hava%C3%AD&amp;rlz=1CAHPZT_enPT753PT753&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjY4tWM5ovfAhVGvxoKHRoeClQQ_AUIDigB&amp;cshid=1544119884594000&amp;biw=1536&amp;bih=706#imgrc=h98UP82u4Ju_1M:">https://www.google.pt/search?q=vulc%C3%A3o+Kilauea,+no+Hava%C3%AD&amp;rlz=1CAHPZT_enPT753PT753&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjY4tWM5ovfAhVGvxoKHRoeClQQ_AUIDigB&amp;cshid=1544119884594000&amp;biw=1536&amp;bih=706#imgrc=h98UP82u4Ju_1M:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:31:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências visuais de fluxos de lava na natureza</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333321381</link>
         <description><![CDATA[<div>Vulcão Krakatoa: originou uma Erupção Efusiva<br><br>Imagem: <a href="https://www.google.pt/search?rlz=1CAHPZT_enPT753PT753&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=_GIJXNnmII-Sa-eIqOgG&amp;q=vulc%C3%A3o+krakatoa&amp;oq=vulcao+k&amp;gs_l=img.3.3.0i67j0l3j0i30j0i5i30j0i8i30j0i24l3.923567.927359..930037...0.0..0.338.1347.1j5j1j1......1....1..gws-wiz-img.......35i39.rlVEtaGE0tM#imgrc=Jf6hu6jCCTQksM:">https://www.google.pt/search?rlz=1CAHPZT_enPT753PT753&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=_GIJXNnmII-Sa-eIqOgG&amp;q=vulc%C3%A3o+krakatoa&amp;oq=vulcao+k&amp;gs_l=img.3.3.0i67j0l3j0i30j0i5i30j0i8i30j0i24l3.923567.927359..930037...0.0..0.338.1347.1j5j1j1......1....1..gws-wiz-img.......35i39.rlVEtaGE0tM#imgrc=Jf6hu6jCCTQksM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:31:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquema ilustrativo de uma estrutura vulcânica</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333321548</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão da atividade prática</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333322081</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade experimental, observamos que a viscosidade do magma depende de duas variáveis: a temperatura (variável independente) e a velocidade de escorrência (variável depedente).<br><br>Assim, quanto maior a temperatura do magma menor a viscosidade, e maior velocidade de escorrência (e vice-versa)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:33:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conservação do lince-ibérico (Tema 3)</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333323010</link>
         <description><![CDATA[<div>  “O lince-ibérico é considerado o felino mais ameaçado do mundo, e o único considerado Criticamente em Perigo pela União Internacional para a Conservação da Natureza – UICN” – LPN (Liga para a Proteção da Natureza) (fig. 1). Face este problema e eminente extinção, foram e são necessárias várias medidas para a proteção e conservação da espécie.<br>O lince-ibérico é o felino mais ameaçado do planeta, devido a várias razões.<br> Assim sendo, diversas instituições tanto portuguesas como espanholas criaram, através de acordos, o plano de Ação para a Conservação do lince-ibérico na Europa. Este plano consiste na definição de estratégias de ação, e possui, como objetivo final, a viabilização da conservação da espécie em território europeu, invertendo o processo de declínio continuado das populações e a recuperação dos núcleos da espécie.<br> As medidas de conservação incluem o restauro do seu habitat nativo, a manutenção da população dos coelhos selvagens, a redução de causas não naturais de morte e a reprodução em cativeiro para posterior libertação na natureza.<br>Outros objetivos específicos são, por exemplo:<br> Promoção da investigação sobre o lince;<br> Fiscalização eficaz da caça, reduzindo o abate ilegal da espécie;<br>  Redução da construção de barragens e rodovias em áreas de lince;<br>  Direção de campanhas de divulgação a grupos prioritários, como gestores, técnicos florestais, proprietários rurais e caçadores;<br> Imposição de estudos de impacte ambiental a novas atividades em áreas de lince.<br><br> Desta forma, destaca-se a eficácia de medidas de conservação adotadas, entre elas o cruzamento entre populações, que melhoraram substancialmente a situação do lince-ibérico e a sua genética.<br><br>Falando agora especificamente de projetos e instituições em particular, temos como um dos mais bem sucedidos planos para esta causa o “Projeto Life+ Iberlince: Recuperação de distribuição histórica do lince-ibérico em Espanha e Portugal” (fig.2)<br> Realizado entre 2011 e 2016 e com um orçamento de mais de 34 milhões de euros<br>(o que comprova a confiança depositada pela UE), este projeto consistiu na aposta na<br>recuperação da área de distribuição histórica do lince e na conservação desta espécie<br>emblemática e do seu habitat, como nunca feito anteriormente, e teve como objetivo<br>geral a obtenção de um número de linces e de populações que garantissem a<br>sobrevivência da espécie, e que permitissem a diminuição do grau de ameaças.<br>     Para além disto, este projeto abraçou também alguns objetivos secundários mas<br>igualmente bem delineados, como é exemplo:<br> Tentativa de alcance de uma taxa de fixação de exemplares de pelo menos 50%<br>dos indivíduos;<br> Aumento quantificável da conectividade entre os núcleos populacionais;<br> Diminuição da taxa de mortalidade através de caça furtiva em 20% em relação<br>ao período de 2006-2012;<br> Alcance de um alto grau de apoio social e de participação nas áreas de<br>reintrodução.<br>   Outro exemplo de um projeto para conservação desta espécie é o “Plano de Ação<br>para a conservação do lince-ibérico em Portugal” – PACLIP (fig.3 - áreas prioritárias) que coordena e concretiza o esforço nacional para a conservação da espécie no território continental português. Este, pretende promover a<br>recuperação das populações do lince-ibérico na área da sua ocorrência histórica.<br>   A LPN realizou a 19 de outubro de 2014  a Corrida / Caminhada "Todos pelo Lince", prova integrada na Campanha “LPN pela Biodiversidade – Todos pelo Lince” (fig. 4)<br>Esta iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população para a conservação do lince-ibérico, apelando a que cada participante fosse vestido de lince-ibérico ou levar algo associado a esta espécie.<br><br>   No fim destes projetos, observou-se um incrível aumento de mais de 100% de linces ibéricos.<br>Em 2013, Andaluzia tinha uma população de 309 indivíduos em estado selvagem; em dezembro de 2014 foram reintroduzidos os primeiros exemplares em<br>Portugal; em 2017 a população tinha 475 indivíduos.<br>Os centros de reprodução conseguiram:<br>- 14 crias em 2008;<br>- 15 crias em 2009;<br>- 8 crias em 2010;<br>- 26 crias em 2011.<br> <br> Em 2012 os centros de Portugal e Espanha registaram 44 sobreviventes e 59<br>nascimentos, em 2013 44 sobreviventes e 53 nascimentos. Atualmente, a taxa de<br>sobrevivência dos animais reintroduzidos em Portugal situa-se nos 72% segundo o ICNF.<br>O parque Natural do Val do Guadiana conta com 11 fêmeas reprodutoras e 45 crias de<br>lince-ibérico já nascidos na Natureza.<br>(Slide “Limitações dos esforços de conservação”)<br>  <br>   Porém, estes projetos têm tido alguns obstáculos, uma vez que se verifica falta de<br>verbas, o que poderá ser uma limitação e ameaça ao futuro da espécie. A associação<br>Sistema Terrestre Sustentável refere que “perante esta situação é necessário um novo<br>impulso nas atividades de conservação no terreno” e diz que o plano PACLIP revela um<br>fraco nível de implementação do plano.<br>  Aponta ainda como negativo a existência de atrasos nos estudos relativos à<br>identificação e cartografia de novas áreas que possam vir a suportar novas populações,<br>medida tida como essencial para a promoção da qualidade e dimensão de habitat<br>adequado para o lince-ibérico.<br>  <br>  No que diz respeito à minimização das ameaças, em particular quanto à prevenção de envenenamento, atropelamento, etc. (fig. 5), considera-se que existe ainda um longo caminho a percorrer, com atrasos na concretização das ações previstas. Contudo, em<br>2018 nasceram cerca de 72 crias na Andaluzia. Este resultado mostra um balanço<br>muito positivo, que mantém a tendência registada nos últimos anos.<br><br>A 18 de novembro de 2017 realizou-se no interior do Alentejo o “I Trail Iberlince<br>Barrancos” (fig. 6). Este evento procurou sensibilizar a população para a necessidade de<br>prevenção do lince-ibérico em Portugal, onde os participantes tinham de percorrer os<br>trilhos dos linces, nomeadamente o Castelo de Noudar, o Monte da Coitadinha, entre<br>outros. A escolha desta vila foi devido ao facto de ser uma das áreas de ocorrência<br>histórica desta espécie, onde se pode encontrar o habitat adequado à sua presença.<br><br>  Por último, o lince-ibérico é parte do nosso património natural, tal como<br>monumentos históricos das nossas cidades e povoações, motivo pelo qual devemos<br>contribuir para a sua proteção e conservação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:35:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333323949</link>
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         <pubDate>2019-02-20 18:36:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fig. 2</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333324005</link>
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         <pubDate>2019-02-20 18:36:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fig. 3</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333324063</link>
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         <pubDate>2019-02-20 18:36:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 4</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333324125</link>
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         <pubDate>2019-02-20 18:37:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 5</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333324209</link>
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         <pubDate>2019-02-20 18:37:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 6</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/333324301</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-20 18:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Eucarióticas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/334350299</link>
         <description><![CDATA[<div>    Existem dois tipos de células Eucarióticas: vegetais e animais. <br>    Estas células têm algumas semelhanças e diferenças, das quais podemos destacar:<br><br><strong>Semelhanças;</strong></div><ul><li>Núcleo;</li><li>Membrana celular;</li><li>Citoplasma;</li><li>Ribossomas;</li><li> Complexo de Golgi;</li><li> Retículos endoplasmáticos;</li><li>Mitocôndrias;</li><li>Citoesqueleto.</li></ul><div><br><strong>Diferenças </strong></div><ul><li>Parede celular e </li><li>Cloroplastos;</li></ul><div>que só existem nas células vegetais;</div><ul><li>Centríolos e</li><li>Lisossomas,</li></ul><div>que só existem nas células animais;</div><ul><li>Vacúolos, que existem em maior quantidade nas células vegetais.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-22 21:42:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação ao microscópio dos diferentes tipos de células Eucarióticas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para obtemos uma melhor visualização dos componentes ao<br>MOC, podemos aplicar várias técnicas, uma<br>vez que as células para além das suas reduzidas dimensões<br>não apresentam contraste entre os seus constituintes. Por<br>isso a utilização de diversas técnicas tem como objetivo<br>visualizar o material da melhor maneira possível, evitando<br>alterar o menos possível as suas características originais.<br>    A coloração é uma das técnicas utilizadas em microscopia, porque evidencia as estruturas celulares pouco perceptíveis.<br>    Na aula, utilizamos os seguintes corantes:<br>- Azul-metileno;<br>- Vermelho neutro;<br>- Água iodada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-22 22:23:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/334479766</link>
         <description><![CDATA[<div> Observação das células da epiderme  da cebola ( célula vegetal) ao MOC,  com corante vermelho neutro</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 20:19:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/334479867</link>
         <description><![CDATA[<div> Observação das células da epiderme da cebola (célula vegetal) ao MOC,  com corante água iodada</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 20:20:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/334480264</link>
         <description><![CDATA[<div> Observação das células da epiderme da cebola (Célula vegetal) ao MOC,  com corante azul Metileno </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 20:25:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/334480403</link>
         <description><![CDATA[<div> Observação das células da epiderme do caule de tradescância ao MOC</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 20:28:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/334480538</link>
         <description><![CDATA[<div> Observação das células do epitélio bocal  ao MOC, com corante azul metileno</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 20:30:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/336133391</link>
         <description><![CDATA[<div>Para concluir, esta atividade prática ajudou-nos a perceber / identificar as diferentes estruturas celulares,  mostrando que os diferentes corantes  evidenciam diferentes estruturas:</div><ol><li>Azul metileno - núcleo</li><li>Vermelho neutro - vacuolo</li><li>Água iodada - parede celular</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-27 20:08:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme das pétalas da camélia em água destilada, ampliação 400x</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/338383339</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta preparação, ocorreu a entrada de água na célula, diluindo a concentração de pigmentos, apresentando uma cor mais clara</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 14:16:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme das pétalas das camélias em NaCl (12%), ampliação 400x.</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/338385919</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta preparação, a água saiu da célula, aumentando a concentração de pigmentos no interior nos vacúolos, apresentando uma cor mais escura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 14:21:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/338387681</link>
         <description><![CDATA[<div>As diferenças entre as preparações 1 e 2 devem-se aos diferentes meios de propagação, sendo o meio A um meio hipotónico (água destilada) e o B um meio hipertónico (NaCl). Sendo assim, na preparação 1, a água entra por osmose na célula, pois a membrana tem permeabilidade seletiva, diminuindo a concentração dos pigmentos das pétalas da camélia, deixando a célula túrgida, com um vacúolo de grandes dimensões. No meio 2, a água sai por osmose, aumentando a concentração dos pigmentos, deixando a célula plasmolizada, com um vacúolo de pequenas dimensões.<br><br>Todavia, não devemos generalizar apenas através destas observações, mas sim realizar mais vezes a experiência para resultados mais certos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 14:24:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/346902917</link>
         <description><![CDATA[<div>A Praia da Consolação está localizada a sul da península de Peniche pertencendo ainda ao distrito de Leiria. Esta praia tem três vertentes:<br><br>- A secção norte inicia-se junto ao forte da Consolação e prolonga-se por cerca de 140 metros para sul, até uma zona onde ocorre um desmoronamento da arriba, admitindo-se como se tratando de uma falha, uma vez que é possível observar um nível argiloso (secção norte) em continuidade lateral com um nível margoso rico em fósseis de corais, polipeiros, bivalves e ostreídeos (secção central). Com cerca de 24 metros de espessura, esta secção traduz-se por uma alternância entre níveis argilosos mais ou menos compactos e níveis margosos.<br><br>- A secção central encontra-se limitada a norte por uma falha já mencionada, e a sul por uma segunda falha. Com 50 metros de extensão apresenta uma sequência com cerca de 11,5 metros de espessura, encontrando-se as camadas sub-horizontais. Em termos de sequência estratigráfica, esta secção é muito semelhante à secção norte, sendo de referir a existência de um nível rico em fósseis de corais, bivalves e gastrópodes.<br><br>- A secção central, com cerca de 11 metros, apresenta na base alternância entre calcários arenosos (com corais e bivalves) e argilas acinzentadas, seguidas de arenitos.<br><br><br><br>Referência da imagem: <a href="https://www.flickr.com/photos/27164182@N00/158253345">https://www.flickr.com/photos/27164182@N00/158253345</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 15:34:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Estomas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366682012</link>
         <description><![CDATA[<div>Estomas são estruturas constituídas por um conjunto de células localizadas especialmente na epiderme inferior das folhas.<br><br>O estoma funciona como via principal para as trocas gasosas.<br><br>O movimento de abertura e fecho do estoma é regulado ao nível das células-guarda. Os fatores que determinam a abrtura/fecho dos mesmos são:</div><ul><li>Luz</li><li>Salinidade</li><li>Humidade</li><li>Vento</li><li>Temperatura</li><li>Quantidade de água disponível no solo</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:54:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Luz</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366692071</link>
         <description><![CDATA[<div>Na presença de luz os estomas abrem (fig. 1) , e na sua ausência fecham (fig. 3).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:49:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 1</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366694026</link>
         <description><![CDATA[<div>Fotografia e esquema (realizados no decorrer da atividade) dos estomas da página inferior da folha de tradescância (à luz).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:59:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 3</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366694055</link>
         <description><![CDATA[<div>Fotografia e esquema (realizados no decorrer da atividade) dos estomas da página inferior da folha de tradescância (na ausência de luz).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:59:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contagem do número de estomas</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366694201</link>
         <description><![CDATA[<div>O número de estomas observados em 3 locais diferentes da observação foram:</div><ul><li>23</li><li>31</li><li>17</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 13:00:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estomas da parte superior da folha</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366734571</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto à parte superior da folha, não foram encontrados estomas. Estes resultados são justificados pela sua exposição a fatores abióticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:53:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 2</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366735331</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema (realizado no decorrer da atividade) dos estomas da página superior da folha de tradescância (na ausência de luz).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:56:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Salinidade</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366736160</link>
         <description><![CDATA[<div>A salinidade, tal como a luz, afeta o fecho/abertura dos estomas:</div><ul><li><strong>+salinidade</strong> nas células de companhia = +pressão osmótica nas células guarda = saída de água nas células guarda = fecho do ostíolo (Fig. 5)</li><li><strong>-salinidade</strong> nas células de companhia = +pressão osmótica nas células de companhia = entrada de água nas células guarda = abertura do ostíolo (Fig. 4)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:00:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 5</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366737823</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema (realizado no decorrer da atividade) dos estomas do caule de tradescância (NaCl)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:07:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 4</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
         <link>https://padlet.com/anfranciscasampaionovais/8b21vcn1n76p/wish/366738416</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema (realizado no decorrer da atividade) dos estomas do caule de tradescância (água destilada)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:10:26 UTC</pubDate>
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         <title>Humidade</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>+humidade = menor taxa de transpiração = fecho dos estomas</li><li>-humidade = maior taxa de transpiração = abertura dos estomas</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:14:22 UTC</pubDate>
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         <title>Vento e temperatura</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vento e as temperaturas mais elevadas junto às folhas provocam uma redução da humidade nas proximidades da folha, aumentando a taxa de transpiração, logo dá-se a abertura dos estomas, e vice-versa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Quantidade de água disponível no solo</title>
         <author>anfranciscasampaionovais</author>
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         <description><![CDATA[<div>A baixa disponibilidade de água no solo que possa ser absorvida ao nível da raiz provoca um atraso no transporte de coluna de água através do xilema até às folhas reduzindo a transpiração, logo os estomas fecham. Quando existe muita água disponível no solo, o mesmo não se verifica, dando-se a abertura dos estomas.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:20:01 UTC</pubDate>
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