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      <title> FAQ by Isabella Partelli Palmezan</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-06 14:40:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As divisões étnicas criadas pelos colonizadores, foram muitas vezes arbitrárias e artificiais, e utilizadas como uma ferramenta para o domínio e controle das populações colonizadas.</li><li>Como retratado por Philip Gourevitch, a distinção entre as etnias em Ruanda foi uma construção social imposta pelos belgas, que usaram as características físicas dos ruandeses para distinguir as pessoas entre as etnias Tutsi e Hutu.&nbsp;</li><li>Essa construção social da distinção entre as etnias e a discriminação contra os Hutus, perpetuada pelos  europeus, contribuíram para o genocídio de 1994.&nbsp;</li><li>O genocídio de Ruanda gerou críticas à inação da comunidade internacional, pois a resposta  foi limitada e tardia.</li><li>As tensões entre os Hutus e Tutsis em Ruanda tem um impacto significativo nas relações com e seus vizinhos atualmente, com destaque para a República Democrática do Congo .</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 14:48:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Período colonial: as africanas foram subjugadas a normas patriarcais ocidentais, que incluíam a inferiorização e a restrição de seus direitos, liberdades e escolhas, o que contribuiu para a marginalização e a opressão delas.</li><li>O patriarcado introduzido pelos colonizadores na África perpetuou a desigualdade de gênero e a violência contra as mulheres, normalizando a violência sexual e física e tornando mais difícil para elas acessarem recursos. Sua participação nas esferas política, social e econômica foi prejudicada, o que pode afetar negativamente a representatividade e a diversidade nos fóruns internacionais.</li><li>"A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura. Se uma humanidade inteira de mulheres não faz parte da nossa cultura, então temos que mudar nossa cultura.” “Se repetimos uma coisa várias vezes, ela se torna normal. Se vemos uma coisa com frequência, ela se torna normal.(...) Se só homens ocupam cargos de chefia nas empresas, começamos a achar normal."<br>&nbsp;(Chimamanda Adichie)</li><li>A teoria feminista das relações internacionais questiona a visão ocidental de gênero e sua imposição sobre as culturas africanas.</li><li>Reconhece que as experiências e lutas das mulheres africanas são distintas das de outras mulheres em outras partes do mundo, devido às complexidades históricas e culturais do continente africano.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 14:52:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
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         <description><![CDATA[<div>A imposição religiosa em Ruanda e na Nigéria pode ser entendida como uma forma de continuidade do colonialismo, que busca impor as crenças e valores de um grupo dominante em detrimento de outros grupos. <br><strong><em>RUANDA:</em></strong></div><ul><li>No livro Nossa Senhora do Nilo, de Scholastique Mukasonga, é descrita a ida do Papa a Ruanda, anos antes do genocídio. Como retratado na obra, o Papa aparece como uma figura política e “santa”, enviada por Deus com a finalidade de legitimar a dominação belga e propagar a religião “abençoando” esta região. Esse acontecimento ajudou na difusão da ideologia colonial que culminou, anos mais tarde, no genocídio.</li></ul><div><strong><em>NIGÉRIA:</em></strong></div><ul><li>No caso da Nigéria, a Grã-Bretanha foi a potência europeia responsável pela colonização. Durante esse período, missionários cristãos foram ativos na região, buscando converter a população local . A imposição do cristianismo também resultou na destruição de muitas tradições e crenças africanas, levando a um conflito cultural e uma perda de identidade para muitos.</li><li>O livro Hibisco Roxo, de Chimamanda Adichie, expõe claramente o impacto cultural e religioso trazido da Europa. A leitura permite entender a aversão de Eugene às tradições nigerianas, a ponto de proibir o idioma local dentro de sua casa .</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 14:59:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>No livro "Gostaríamos de informá-los de que amanhã seremos mortos com nossas famílias", Philip Gourevitch apresenta a fronteira corpórea como uma ferramenta utilizada pelo Estado para controlar e demarcar as fronteiras territoriais na África.&nbsp;</li><li>Gourevitch mostra como a criação de fronteiras pelos colonizadores europeus na África ignorou as identidades culturais e históricas dos povos africanos, criando assim tensões e conflitos.</li><li>As fronteiras criadas dividiram grupos étnicos e culturais que compartilhavam uma história e um território comum, levando a conflitos violentos pela posse de recursos naturais e territórios, sendo possível, portanto, considerá-las como uma continuidade da colonização europeia.</li><li>Gourevitch descreve como essas tensões se manifestaram no genocídio em Ruanda em 1994, onde o conflito entre os hutus e os tutsis foi exacerbado pela criação artificial de fronteiras pelos colonizadores belgas.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 15:07:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
         <link>https://padlet.com/isabellappalmezan/8a9nnfst2lhhfyrl/wish/2580433634</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>RUANDA:</em></strong></div><ul><li>Período colonial: belgas acabaram favorecendo os tutsis que tinham feições mais delgadas e claras, dando-lhes cargo de importância e, consequentemente, status social e maior poder aquisitivo.</li><li>1970: governo Hutu e certo crescimento econômico.</li><li>Vinte anos depois, no entanto, Ruanda exibe estatísticas surpreendentes: redução da pobreza de 59% em 2001 para 44,9% em 2011; um crescimento econômico de 8% ao ano (2013);&nbsp; PIB per capita de U$ 1,5 mil (contra U$575 em 1995); 95 % de taxa de matrícula no ensino primário e taxa de alfabetização de 71%. (BANK MUNDIAL, 2013, pp. 55 - 89)&nbsp;</li><li>2006: entrada na Comunidade da África Oriental.</li><li>2009: entrada na Commonwealth.</li><li>Atualmente, transformação do país em um polo tecnológico regional vem ajudando os ruandeses a obter empregos.</li></ul><div><strong><em>NIGÉRIA:</em></strong></div><ul><li>O processo de colonização ocorreu por meio da dominação e do controle dos nativos via leis, religião e a imposição da língua e cultura do colonizador britânico. No livro “Hibisco roxo” de Chimamanda, é retratado a Nigéria dos anos 80/90, auxiliando na compreensão dos aspectos do período pós-colonial no país.</li><li>O processo de descolonização tardio levou a Nigéria a se colocar dentro do capitalismo apenas nos anos 80, enquanto os demais países descolonizados já se encontravam nesse sistema desde o final do século XIX. Devido a isso, atualmente uma das características mais marcantes da economia nigeriana é a instabilidade e seu status de subdesenvolvido.</li><li>Mesmo independente, a economia ainda está atrelada a sua capacidade de exportar matérias-primas, principalmente o petróleo&nbsp; que é o maior detentor das receitas fiscais do país no quesito exportação.</li><li>Além disso, há uma falta de capacidade em criar políticas públicas e a ausência de uma política de reconstrução no país.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 16:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>Qual foi o processo de inserção das mulheres na política e economia de Nigéria e Ruanda após o período colonial?</title>
         <author>isabellappalmezan</author>
         <link>https://padlet.com/isabellappalmezan/8a9nnfst2lhhfyrl/wish/2580433693</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 16:31:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
         <link>https://padlet.com/isabellappalmezan/8a9nnfst2lhhfyrl/wish/2580473420</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>ADICHIE, Chimamanda Ngozi. <strong>Sejamos todos feministas</strong>.2015.</li><li>ADICHIE, Chimamanda Ngozi. <strong>Hibisco Roxo</strong>.2011&nbsp;</li><li>MUKASONGA, Scholastique.<strong>Nossa Senhora do Nilo</strong>. 2012</li><li>GOUREVITCH, Philip. <strong>Gostaríamos de informá-lo de que amanhã seremos mortos com nossas famílias</strong>.2006</li><li><em>ALENCAR, </em>Mirela Nogueira de. <strong>Debates dos Estudos de Segurança Internacional e Segurança Humana: uma breve análise sobre a evolução dos Estudos de Segurança</strong>. Conjuntura Global, Vol.4, n. 2, maio/ago. 2015.</li><li>FANON, Frantz.<strong> La vérité noire: l’expérience anti-coloniale. Les figures de la domination, revue por la conscientisation des raports de domination: sexe, race et classe</strong>. 2009.</li><li>NSHANGALUME, Barhebwe Marl. O<strong> caminho para reconstrução do Estado além dos conflitos étnicos: Uma análise do caso de Ruanda após os conflitos de 1994</strong>. 2018.</li><li>COSTA, E. F. Ferreira. <strong>O Toque Femininos na Reconstrução do Ruanda Pos –Genocídio. Ruanda. </strong>2012. Revista Publicado em abril, Nº 5, 2013.</li><li>BOSELEY, Sarah. <strong>Ruanda: A revolution in rights for women.</strong> The Guardian, 2010.</li><li>WALLACE<em>, Paul . ALAKE, Tope. </em><strong><em>Na maior democracia da África, mulheres retrocedem na política</em></strong><em>. EXAME, 2019.</em></li><li>NSHANGALUME, Barhebwe Marl. <strong>O caminho para reconstrução do Estado além dos conflitos étnicos: Uma análise do caso de Ruanda após os conflitos de 1994.</strong> 2018.<br><br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 18:05:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como Chimamanda Ngozi Adichie aborda a influência do patriarcado, imposto pelos colonizadores, na luta das mulheres africanas por justiça social e de que forma a teoria decolonial é empregada pela autora para compreender essa questão?</title>
         <author>isabellappalmezan</author>
         <link>https://padlet.com/isabellappalmezan/8a9nnfst2lhhfyrl/wish/2580495299</link>
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         <pubDate>2023-05-06 19:01:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Considerando o livro &quot;Gostaríamos de informá-los de que amanhã seremos mortos com nossas famílias&quot; escrito pelo autor Philip Gourevitch, qual foi o impacto da política colonial de divisão étnica da população em Ruanda? </title>
         <author>isabellappalmezan</author>
         <link>https://padlet.com/isabellappalmezan/8a9nnfst2lhhfyrl/wish/2580495583</link>
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         <pubDate>2023-05-06 19:02:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como a teoria decolonial das relações internacionais pode ser aplicada pelas autoras Chimamanda  Adichie e Scholastique Mukasonga para compreender a imposição religiosa em Ruanda e na Nigéria, conforme abordado em suas obras?</title>
         <author>isabellappalmezan</author>
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         <pubDate>2023-05-06 19:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>De que maneira a colonização afetou o crescimento econômico desses países africanos no período pós-colonial? Qual é a posição dessas economias atualmente no cenário internacional?</title>
         <author>isabellappalmezan</author>
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         <pubDate>2023-05-06 19:03:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como Philip Gourevitch, em seu livro, aborda a utilização da fronteira corpórea pelo Estado como uma ferramenta para controlar as fronteiras territoriais na África? Como isso se relaciona com as disputas que surgem da colonização europeia na África?</title>
         <author>isabellappalmezan</author>
         <link>https://padlet.com/isabellappalmezan/8a9nnfst2lhhfyrl/wish/2580496126</link>
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         <pubDate>2023-05-06 19:04:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>RUANDA:&nbsp;</em></strong></div><ul><li>A inserção das mulheres na política e na economia ruandesa ocorreu após o genocídio. Grande parte dos mortos durante o conflito foram homens tutsis e hutus moderados e as mulheres que sobreviveram, precisaram assumir funções que eram tradicionalmente masculinas, exercendo um papel importante na reconstrução do país.</li><li>Como retratado no livro “Nossa Senhora do Nilo”, após o processo de colonização, foram construídos colégios internos especializados em formar as jovens da elite ruandesa, a fim de prepará-las para assumir cargos políticos no futuro. Obviamente, eram escolas caras que apenas meninas Hutus tinham acesso, com a finalidade de excluir as Tutsis da política.&nbsp;</li><li>A visão da igualdade de gênero foi utilizada como forma de promover o desenvolvimento econômico, pois a questão de gênero surge como um elemento transversal potencializador para atingir a comunidade internacional e render elogios, esses que podem ser traduzidos em diversos benefícios, devido aos incentivos internacionais para tais medidas em um contexto de normas globais de gênero em evolução.</li><li>A Frente Patriótica de Ruanda, partido do atual presidente Paul Kagame, aumentou a participação das mulheres na governança, ao nomear ministras, secretárias de estado, juízas da Suprema Corte e parlamentares para novo governo. Com isso, as mulheres passaram a comandar 30% do Congresso. (Revista&nbsp; Exame, 2019)</li></ul><div><strong><em>NIGÉRIA:</em></strong></div><ul><li>O grande impacto da participação feminina na economia está direcionado ao trabalho precarizado. A diferença entre homens e mulheres é menor comparada aos países com sofisticação produtiva, mas ambos (homens e mulheres) estão em condições desfavoráveis de bem-estar.</li><li>Com relação a participação feminina na política, nas eleições de 2019, apenas 11 mulheres<strong> </strong>foram eleitas para a Câmara dos Deputados, o que representa o menor número desde que a nação na África ocidental derrubou o regime militar em 1999, de acordo com o Nigerian Women’s Trust Fund (NWTF). Nesse contexto, onde as mulheres não estão inseridas no cenário político, há uma intensa submissão delas às figuras masculinas, o que, aliado à pobreza, dificulta a participação feminina nos setores econômico e políticos.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 20:09:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellappalmezan</author>
         <link>https://padlet.com/isabellappalmezan/8a9nnfst2lhhfyrl/wish/2580851418</link>
         <description><![CDATA[<div>Isabella Partelli Palmezan - RA:22023123&nbsp;<br>Isabelle Vilela da Rocha - RA:22023497<br>Joyce Salgado Pinto - RA:22023760<br>Olga Lauriane Nahimana - RA:22023927</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 14:01:45 UTC</pubDate>
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