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      <title>&quot;O sentimento dum Ocidental&quot; - Noite Fechada, de Cesário Verde x Pinturas - 12ºD by Rafael Rodrigues Gomes Baiao Amaro 7435</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-03 10:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Santos, nº3 e Matilde Esteves, nº13</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>E eu desconfio, até, de um aneurisma</div><div>Tão mórbido me sinto, ao acender das luzes;</div><div>À vista das prisões, da velha Sé, das Cruzes,</div><div>Chora-me o coração que se enche e que se abisma.</div><div><strong>Poema “Noite fechada” de Cesário Verde, 2ª quadrada<br><br>&nbsp; </strong>Os versos presentes na segunda quadra do poema <em>Noite Fechada</em> de Cesário Verde, expressam uma sensação de melancolia e inquietação profunda.&nbsp;<br>&nbsp; O sujeito lírico, ao mencionar&nbsp; “aneurisma”, pretende simbolizar uma sensação de tensão extrema ou pressão interna, metaforicamente. As referências “À vista das prisões, da velha Sé, das Cruzes” pretende evocar sentimentos de opressão, restrição ou nostalgia por tempos passados. Por sua vez,&nbsp; "Chora-me o coração que se enche e que se abisma", expressa a profundidade da emoção do autor, ou seja, o seu coração está cheio de tristeza e desespero ("que se enche"), e ele sente que se está a afundar/ perder nesse sentimento profundo ("que se abisma").<br>&nbsp; &nbsp;Em suma, esses versos transmitem um sentimento de tristeza, desolação, uma profunda introspeção e um estado emocional sombrio.<br><br>&nbsp; A pintura "Anciano afligido" , de Vincent Van Gogh, é uma obra que evoca emoções similares manifestadas no excerto escolhido.<br>&nbsp; Van Gogh era conhecido pelas suas habilidades em transmitir emoções profundas e intensas nas suas obras de arte, e esta pintura não é exceção.<br>&nbsp; "Anciano afligido" mostra um homem idoso curvado sobre o seu corpo, com um ambiente melancólico e vazio ao fundo. A figura do homem parece carregar um peso esmagador, e a sua postura sugere uma sensação de tristeza, fadiga e angústia. A escolha de cores, com tons sombrios e terrosos, contribui para&nbsp; uma atmosfera melancólica da pintura.<br>  Em suma, ao relacionar esta pintura aos versos eleitos, verificamos que ambos evocam uma profunda sensação de sofrimento e angústia. Tanto a pintura, como os versos, expressam a opressão emocional e a tristeza, bem como a sensação de um fardo emocional angustiante, visível no verso “Chora-me o coração que se enche e que se abisma” e perceptível a partir da postura do homem . Ambas as formas de arte nos convidam a refletir sobre a condição humana, a melancolia e as lutas internas que as pessoas podem enfrentar nas suas vidas.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br>&nbsp;</div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 09:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>Lorena Moreno nº9 e Maria Gonçalves nº10</title>
         <author>1025237</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>E eu, de luneta de uma lente só,</em></div><div><em>Eu acho sempre assunto a quadros revoltados:</em></div><div><em>Entro na brasserie; às mesas de emigrados,&nbsp;</em></div><div><em>Ao riso e à crua luz joga-se o dominó.</em></div><div><br><br></div><div>A pintura <em>Domingo Lisboeta</em> de Almada Negreiros e o poema <em>Noite Fechada</em> de Cesário Verde são duas obras distintas com uma temática populista.</div><div>Na pintura <em>Domingo Lisboeta</em>, o pioneiro do modernismo português representa a vivência realista de uma Lisboa pobre e operária. É retratado o quotidiano da cidade junto ao Rio Tejo através de personagens como marinheiros, varinas e saltimbancos. Apesar da polêmica gerada na época pelos tempos de regime em que se vivia, Almada Negreiros mais tarde diria que nunca tinha feito “obra que fosse mais sua” e que mais o orgulhasse.&nbsp;</div><div>O poema <em>Noite Fechada</em>, de Cesário Verde, é uma reflexão da realidade onde o sujeito poético vai observando o espaço de forma deambulatória, como um observador ocidental que passeia pela cidade. Na estrofe escolhida, o sujeito poético autocaracteriza-se e assume a sua parcialidade ao fazer a sua crítica ao ambiente e aos tipos sociais urbanos. Através do verso “Eu acho sempre assunto a quadros revoltados” podemos concluir que é na realidade que o observador ocidental encontra assunto. O eu lírico descreve a realidade através de uma ”luneta de uma lente só” ao transmitir impressões pessoais do real que obtém ao passear pela cidade, noite dentro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 09:55:10 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Maia n.º12 e Matilde Passos n.º14</title>
         <author>1128410</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Primeira estrofe: </strong><br>Toca-se às grades, nas cadeias. Som<br>Que mortifica e deixa umas loucuras mansas!<br>O Aljube, em que hoje estão velhinhas e crianças,<br>Bem raramente encerra uma mulher de "dom"<br><br>Na primeira estrofe do poema “Noite fechada”, o sujeito poético realça o contraste social entre os ricos e os pobres, dizendo que no “aljube” (prisão) são apenas recolhidas as pessoas mais velhas e as crianças e que raramente se encontram lá as mulheres mais ricas (“O Aljube, em que hoje estão velhinhas e crianças, / Bem raramente encerra uma mulher de dom”). Esta pintura está relacionada com a primeira estrofe do poema, pois mostra velhinhas e crianças num espaço fechado, como se estivessem presas, enquanto que as mulheres das grandes classes sociais, as pessoas mais ricas, não se encontram nestas condições. Assim é evidenciada a diferença entre os mais poderosos e os mais desfavorecidos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 09:55:34 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Beatriz Veloso nº2 e Carolina Costa nº4.</title>
         <author>755711</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema “Noite Fechada” de Cesário Verde, retrata o ambiente do passeio que o sujeito poético faz pelas ruas de Lisboa ao anoitecer do dia, descrevendo as ruas, o comportamento das pessoas, o visual da cidade, etc.</div><div>	Quando nós observamos esta obra de Oswaldo Goeldi <em>“Luz sobre a praça”&nbsp; </em>conseguimos perceber que a figura retrata algumas coisas semelhantes à que o sujeito poético descreve.&nbsp;</div><div>	Fazendo agora um paralelismo entre o poema de Cesário Verde e a pintura de&nbsp; Oswaldo Goeldi, ambas transmitem uma enorme tristeza, pela maneira como o sujeito poético descreve a cidade “Triste cidade!” (v.33) e na pintura observamos também um ambiente muito triste e até mórbido como o sujeito poético a certa altura do poema admite que também o está “Tão mórbido me sinto” (v.6).&nbsp; 	</div><div>	Tal como a cidade por onde o sujeito poético passeia a pé “A pé, outras, a passos lentos, / Derramam-se por toda a capital, que esfria” (vv.31-32), a caminho de uma igreja “Duas igrejas, num saudoso largo,” (v.13), num ambiente sombrio “Nelas esfumo um ermo inquisidor severo,” (v.15). Também é possível ver-se corpos sombrios assim como o sujeito poético refere nos versos 26 e 27 “corpos enfezados; / Sombrios e espectrais”.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 09:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Almeida, nº17, Miguel Mimoso,nº15</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nestes versos o sujeito lírico transmite-nos um sentimento de dor e de compaixão que são evidenciados pelas vozes dos prisioneiros e os sons que os mesmos fazem a bater nas grades das respectivas celas.</div><div>Nesta pintura conseguimos observar o mesmo, um prisioneiro que está dentro da sua cela e que transmite um sentimento de dor e sofrimento, transformando num desespero e enlouquecimento do mesmo.&nbsp;</div><div>Com isto o sujeito lírico também tenta transmitir a desigualdade social existente entre os mais ricos com os mais desfavorecidos.&nbsp;</div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 10:03:29 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O sentimento dum Ocidental&quot; - Noite Fechada, de Cesário Verde x Pinturas</title>
         <author>743520</author>
         <link>https://padlet.com/743520/89hxzxpepbjvav64/wish/2739662012</link>
         <description><![CDATA[<div>O verso que mais se relaciona com a obra de arte "Yawning Apprentice" é:<br>"Eu acho sempre assunto a quadros revoltados."<br>Neste verso, o poeta menciona o seu interesse em encontrar temas para quadros ou obras de arte que representem situações ou momentos de revolta ou agitação. Isso relaciona se com a obra<br>"Yawning Apprentice", pois a imagem retrata uma figura que parece entediada ou cansada, talvez expressando um certo nível de insatisfação ou tédio, o que poderia ser interpretado como uma forma de revolta contra a monotonia ou a rotina.<br>A imagem "Yawning Apprentice" pode ser vista como uma representação visual da ideia de<br>"quadros revoltados" mencionada no poema, onde a expressão da figura reflete um estado emocional que pode ser interpretado como uma forma de protesto silencioso contra a monotonia ou a opressão.<br><br>Trabalho realizado por: Afonso Galhano nº1 e Rafael Amaro nº19</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 10:04:18 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Correia nº16 e Guilherme Nabais nº8</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>E eu sonho o Cólera, imagino a Febre,</strong></div><div><strong>Nesta acumulação de corpos enfezados;</strong></div><div><br>&nbsp;No 1º&nbsp; verso, o poeta indica que sonha com a cólera e imagina a febre, que são duas metáforas para expressar o seu desagrado e ira perante toda a injustiça que o próprio testemunha na cidade de Lisboa.</div><div>Já no 2º verso, ao falar na acumulação de corpos enfezados o sujeito lírico refere-se ás pessoas oprimidas usando a palavra “enfezados” para indicar que a população encontra-se desgasta e raivosa devido ás condições em que vivem.</div><div>Isto relaciona-se com a imagem porque nos tempos da cólera e da febre as pessoas viviam também em situações precárias e com muitas dificuldades.</div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 10:08:01 UTC</pubDate>
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         <title>Diogo Soares, nº6</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>E eu sonho o Cólera, imagino a Febre, Nesta acumulação de corpos enfezados; Sombrios e espectrais recolhem os soldados; Inflama-se um palácio em face de um casebre.</em><br><br>	Através destes versos, o sujeito lírico pretende realçar uma das doenças que mais matam em Portugal no século XIX, como é explícito logo no início do v.1: "o Cólera", e pensa num efeito dessa doença, como é expresso no mesmo verso: "imagino a Febre".<br><br>	Este quadro foi elaborado por Pavel Fedotov, um pintor realista russo do século XIX, que elabora quadros que retratam vários momentos da realidade social naquela época, dando destaque principalmente aos momentos festivos, em que as mulheres usam vestidos exuberantes e acompanham os homens.<br>	Através desta imagem é possível visualizar várias pessoas, em destaque uma mulher viúva que chora sobre o corpo do seu marido que morreu por cólera. Neste retrato é também visível que este grupo estava em momento de festa.&nbsp;<br><br>	Este quadro pode ser comparado aos poemas de Cesário Verde uma vez que a cólera é um dos principais motivos de morte em Portugal no século XIX. Mas, além disso, assim como Cesário, Pavel Fedotov também destaca vários momentos sociais e expressa várias críticas sociais nas suas pinturas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 10:09:14 UTC</pubDate>
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         <title>Marian Kiss , nº 11 e Omar , nº 20</title>
         <author>742820</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta quadra do poema "Noite Fechada" de Cesário Verde, o poeta descreve a cena das costureiras e floristas de saída das lojas (magasins) e como isso o afeta.</p><p><br/></p><p>"E mais: as costureiras, as floristas":</p><p>O poema começa por mencionar as costureiras e as floristas. São trabalhadoras que trabalham em loj<strong>as ligadas</strong> à moda e à venda de flores. Essas são ocupações típicas da cidade, e o poeta&nbsp; observa a vida urbana noturna.</p><p>"Descem dos magasins, causam-me sobressaltos":</p><p>As costureiras e floristas estão a sair dos locais de trabalho, os "magasins", que são lojas ou estabelecimentos comerciais. A presença delas causa um certo sobressalto ou agitação no poeta. Isso pode indicar que ele se sente emocionalmente afetado ou perturbado ao observar essas mulheres que estão a terminar o seu dia de trabalho.</p><p>"Custa-lhes a elevar os seus pescoços altos":</p><p>A frase sugere que essas mulheres têm uma postura orgulhosa ("pescoços altos"), mas o poeta percebe que para algumas delas, essa atitude talvez não seja tão natural ou fácil quanto parece. Pode ser uma observação sobre como as pessoas podem representar uma imagem pública que não reflete necessariamente a sua realidade interior.</p><p>"E muitas delas são comparsas ou coristas":</p><p>O poeta sugere que algumas dessas mulheres, as costureiras e floristas, podem estar envolvidas em atividades adicionais, como serem "comparsas" (participantes secundários) ou "coristas" (<mark>integrantes de coros</mark>). Isso pode indicar que, apesar das suas aparências diurnas, as suas vidas podem ser mais complexas do que parecem à primeira vista.</p><p>Em resumo, esta quadra do poema de Cesário Verde descreve uma cena da vida urbana noturna, onde o poeta observa as trabalhadoras saindo de suas lojas, refletindo sobre suas posturas e possíveis vidas além dos seus empregos, o que acrescenta uma camada de complexidade à sua percepção da cidade.</p><p><br/></p><p>A quadra "E mais: as costureiras, as floristas</p><p>Descem dos magasins, causam-me sobressaltos;</p><p>Custa-lhes a elevar os seus pescoços altos</p><p>E muitas delas são comparsas ou coristas."</p><p>Essa quadra do poema "Noite Fechada" de Cesário Verde pode ser relacionada ao Realismo, especialmente à pintura realista de artistas como Claude Monet. Ela descreve a vida quotidiana nas ruas da cidade, observando as costureiras e floristas que descem das lojas (magasins). Essa atenção detalhada à vida urbana e à classe trabalhadora é uma característica do Realismo, que procurava representar a sociedade como ela era, com um olhar crítico e observador sobre as atividades diárias das pessoas.</p><p>A pintura "O Almoço na Relva" (Le Déjeuner sur l'herbe) de Claude Monet é um exemplo notável de como os artistas realistas retrataram cenas da vida urbana e quotidiana com um estilo franco e objetivo. Nessa pintura, Monet também apresenta pessoas em um ambiente ao ar livre, como Cesário Verde descreve em seu poema, e mostra a interação entre diferentes estratos sociais, o que era uma preocupação central dos artistas realistas. Portanto, essa quadra do poema de Cesário Verde reflete a mesma sensibilidade realista que os artistas plásticos da época procuravam capturar em suas obras.</p><p><br/></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 10:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Diogo Costa nº7 e Tiago Fialho nº20</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>E eu sonho o Cólera, imagino a Febre,<br>Nesta acumulação de corpos enfezados<br><strong>Poema “ Noite Fechada” de Cesário Verde, 7ª quadra versos 25 e 26</strong> <br><br><br>Os versos&nbsp; do poema "Noite Fechada"&nbsp; acima referidos, transmitem sentimentos de tristeza, falta de esperança do sujeito lírico pelas pessoas da cidade de Lisboa e o vazio emocional dentro das mesmas. Esta pintura de Honoré Daumier chamada <em>El rescate</em>&nbsp; ilustra também o vazio das pessoas, podemos ver isto através das identidades&nbsp; pintadas a preto e branco e pelo facto de serem visíveis os orgãos de uma das pessoas ilustradas. O céu cerrado&nbsp; e as nuvens negras representam a tristeza e a falta de esperança juntamente com os contornos esfumados, cuja falta de nitidez enfatiza esses mesmos sentimentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 10:13:52 UTC</pubDate>
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