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      <title>Nossas Raízes by Emei Dona Leopoldina</title>
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      <description>Festa dia 11/11/23 -Sábado - das 10h   às 16h.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-23 19:08:41 UTC</pubDate>
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         <title>Festa &quot;Nossas Raízes&quot; - Dia 11/11 - Sábado - A Contagem Regressiva Começou!</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
         <link>https://padlet.com/emeidonaleopoldina/87d7jv9jgeif0gv4/wish/2759679388</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Na Emei Dona Leopoldina, nosso compromisso com a Educação Antirracista é firme e constante. Dentro de nossa prática pedagógica, buscamos promover uma análise crítica das relações raciais no contexto do currículo da Educação Infantil. Reconhecemos que a escola não é a única influência na formação das crianças, e por isso, estamos atentos à forma como outras instituições moldam a cultura através de narrativas.</p><p><br/></p><p>Sob a perspectiva antirracista de educação, nosso objetivo é questionar ou fortalecer narrativas específicas, com foco na promoção da equidade e igualdade racial. </p><p><br/></p><p>Compreendemos que as narrativas moldam identidades, e é por isso que nos dedicamos a valorizar e destacar as culturas dos povos afro-brasileiros e indígenas em nosso currículo escolar.</p><p><br/></p><p>Não hierarquizamos nem desmerecemos outras culturas que contribuíram para a história brasileira. No entanto, destacamos o papel do racismo, em suas diversas expressões, como um pilar da desigualdade social no Brasil e no mundo.</p><p><br/></p><p>Ao contrário de muitas instituições culturais, a Emei Dona Leopoldina não ignora o racismo histórico enraizado na instituição "escola". Pelo contrário, estamos comprometidas diariamente com seu combate, e isso se refletiu também em 2023.</p><p><br/></p><p>Por meio do Projeto Especial de Ação "Promovendo a Equidade nas Infâncias: um Currículo Antirracista que Celebra a Diversidade", as professoras e servidoras públicas desenvolveram propostas pedagógicas baseadas nas culturas e histórias dos povos afro-brasileiros e indígenas. </p><p><br/></p><p>Durante todo o ano de 2023, as crianças tiveram acesso diário a essas culturas, com o carinho e a atenção que a ciência educacional da pedagogia exige.</p><p><br/></p><p>Dentre essas propostas pedagógicas, gostaríamos de destacar uma que envolve especialmente as famílias: a festa "Nossas Raízes", que ocorrerá no dia 11 de Novembro de 2023. Neste evento, além das apresentações de artistas convidadas, vocês terão a oportunidade de vivenciar algumas das vivências pedagógicas que foram realizadas com as crianças ao longo do ano. Aproximadamente 10 dessas propostas estarão disponíveis para todas, marcando este importante evento em nossa escola.</p><p><br/></p><p>Estamos iniciando uma contagem regressiva para compartilhar essas vivências e apresentações artísticas com vocês. Ao longo das próximas semanas, divulgaremos detalhes.</p><p><br/></p><p>Estamos todas juntas na construção de uma sociedade mais justa, onde a equidade e a igualdade racial são valores fundamentais. </p><p><br/></p><p>A contagem regressiva começou!</p><p><br/></p><p>Com carinho,</p><p><br/></p><p>Emei Dona Leopoldina</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 19:12:02 UTC</pubDate>
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         <title>Bogo Ja</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Vamos Brincar de Casinha?"</div><div><br>Um convite simples, inocente e comum.&nbsp;<br><br>	À primeira vista, não temos muitas dúvidas sobre a casinha a que nos referimos, afinal, em nosso imaginário, a casinha se assemelha muito àquelas famosas representações que fazemos desde a infância. Lembra-se delas? Aquelas casinhas com chaminés, normalmente situadas em quintais com macieiras?</div><div><br></div><div>Essa representação icônica de uma casinha tem uma história que remete a um modelo europeu de moradia, tradicionalmente branco. Curiosamente, pouquíssimas casas no Brasil se assemelham a essa imagem. No entanto, geração após geração, esse desenho é ensinado, perpetuando os valores e a cultura europeia como um padrão predominante para as crianças.</div><div><br></div><div>Contudo, vale ressaltar que a casinha não se limita a essa representação e estilo arquitetônico. Diferentes culturas ao redor do mundo projetam suas moradias de acordo com suas próprias tradições e necessidades. A educação pública desempenha um papel fundamental ao apresentar essa riqueza de diversidade para as crianças, permitindo que elas enxerguem o mundo em toda a sua colorida pluralidade.</div><div><br></div><div>Na Emei Dona Leopoldina, nossa preocupação se estende ao mobiliário da escola. Ao refletirmos sob os princípios da educação antirracista, percebemos que as casinhas dos parques sugerem influências dos países nórdicos europeus, como se estivessem aguardando a neve, algo que simplesmente não ocorre em São Paulo. Portanto, decidimos direcionar nossa bússola para um novo rumo.</div><div><br></div><div>Após uma emocionante afro-narração baseada no livro "Todas as Cores da Terra" da autora Aloma, fomos apresentados à fascinante tradição do grupo étnico Mandê, no vilarejo de Sibi, Mali, na África. Eles têm um jeito especial de colorir suas casas. Em vez de encarar suas casas como propriedades individuais, as paredes são pintadas por seus vizinhos durante um grandioso festival anual chamado BOGO JA.</div><div><br></div><div>A peculiaridade desse festival é que apenas as mulheres preparam as tintas, criam os desenhos e pintam as casas umas das outras com pigmentos naturais extraídos de sementes, raízes, folhas e cascas de árvores, revelando toda a riqueza das diferentes tonalidades da terra. Sim, a terra tem uma paleta de cores incrivelmente diversificada! Até mesmo as meninas participam ativamente desse festival, auxiliando e aprendendo as técnicas das pinturas tradicionais do Mali.</div><div><br></div><div>Agora, que tal, no dia 11/11, um sábado, durante a Festa "Nossas Raízes", experimentarmos um pouco do espírito do Festival do Mali, o BOGO JA? Nessa data, convidamos vocês, as famílias e as crianças, para começarmos a pintar as casinhas da escola no estilo Mandê de Sibi. Assim, além de aprendermos e nos divertirmos, estaremos também apontando nossos olhares na direção da Mama África.<br><br>Quer saber um pouco mais?<br><br>https://www.instagram.com/bogo.ja/<br>https://www.tiktok.com/@africajnviu/video/7213812431594851589</div><div><br></div><div>Com carinho,</div><div>Emei Dona Leopoldina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-24 00:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>Redes para deitar</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<div>Que tal uma rede de deitar?</div><div><br>No dia da nossa festa "Nossas Raízes", que tal experimentar deitar-se em uma rede? Essa é uma das propostas diárias que oferecemos na escola às crianças que você também poderá desfrutar durante a festa.<br><br></div><div><br>Você pode estar se perguntando por que temos redes disponíveis na escola para as crianças. A resposta está relacionada ao fato de que assim como o pensamento, o corpo também é moldado por processos educativos ao longo da vida. Desde como sentamos, deitamos, caminhamos, dançamos, até como cumprimentamos e nos expressamos, o corpo e nossa maneira de interagir com o mundo são resultado de um processo de aprendizado.<br><br></div><div><br>E qual é a posição tradicional para o corpo quando estudamos? Muitos de nós imaginam que seja sentado, em fila, olhando para a lousa. Esse é apenas um dos muitos jeitos de aprender, mas quando observamos do ponto de vista racial, percebemos que esse método tem uma história específica.<br><br></div><div><br>Esse método de aprendizado está enraizado em tradições europeias, relacionadas às concepções de sociedade e perspectivas de vida dessas culturas. Ele separa o movimento do corpo do intelecto, restringindo a criança a ficar 100% imóvel e permitindo apenas movimentos restritos em horários definidos, como durante o recreio ou aulas de Educação Física.<br><br></div><div><br>Mas será que esse método é eficiente para todas as raças? Ou até mesmo para todas as crianças?&nbsp;</div><div><br>Acreditamos que a escola não deve apenas se preocupar com os novos conteúdos afro-brasileiros e indígenas, mas também buscar métodos que correspondam às diferentes perspectivas de mundo refletidas nesses conteúdos.</div><div><br>É por isso que deitar em uma rede na escola, ouvir, relaxar, refletir e viver não é apenas um descanso, embora esse benefício por si só já seja notável, especialmente considerando o ritmo acelerado da sociedade capitalista. É, na verdade, uma maneira de estar no mundo, uma experiência que nos conecta com uma perspectiva indígena. E, neste contexto, não é necessário especificar a qual povo pertence essa cultura, pois essa abordagem é uma característica geral dos povos indígenas.<br><br></div><div><br>Portanto, convidamos você a experimentar essa perspectiva no dia 11/11, sábado. Venha desfrutar da festa "Nossas Raízes" e vivenciar seu corpo em um espaço e tempo sob a influência da perspectiva dos povos indígenas.<br><br></div><div><br>Venha para a Rede!<br><br>Conheça um pouco mais dessa história no seguinte vídeo do youtube, sob uma perspectiva racial: <br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=swdiWeATwSs&amp;t=56s">https://www.youtube.com/watch?v=swdiWeATwSs&amp;t=56s<br></a><br></div><div>Com carinho,&nbsp;<br><br>Emei Dona Leopoldina.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-24 00:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Canteiro de Ossain</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
         <link>https://padlet.com/emeidonaleopoldina/87d7jv9jgeif0gv4/wish/2759987032</link>
         <description><![CDATA[<div><br>E que tal, no dia da Festa "Nossas Raízes", fazer um belo passeio pelo nosso Canteiro de Ossain?<br><br></div><div><br>Nossa horta, que talvez você já conheça, é um verdadeiro patrimônio das crianças. Ela já recebeu prêmios e reconhecimento na Cidade de São Paulo e é um conjunto magnífico por si só. Com uma caixa coletora de água, composteira, berçário de mudas e até um balão produtor de biogás, a horta é um exemplo inspirador do conceito de permacultura.<br><br></div><div><br>Uma das primeiras coisas que você notará é que nossa horta em nada se parece com a monocultura. Aqui, não utilizamos agrotóxicos, e as plantas alimentícias compartilham espaço com uma grande variedade de outras plantas. Isso significa que a terra não fica exposta, e os insetos têm mais opções de alimento, o que reduz a competição com as pessoas pelas folhas de couve, por exemplo.<br><br></div><div><br>Além de nossa magnífica horta, você também encontrará o Canteiro de Ossain. Este é um acréscimo especial deste ano e nasceu do compromisso com uma educação antirracista. Na busca por um currículo afro-brasileiro, nossas professoras compartilham histórias afro-brasileiras com as crianças todas as quintas-feiras no Quintal Literário. Durante uma dessas sessões, conhecemos a história de Ossain através dos livros de Reginaldo Prandi, "Mitologia dos Orixás" e "Os Príncipes do Destino," bem como o livro "O Jardim de Ossain no Reino de Orunmilá" de Murilo Meihy e Eduardo Freitas.<br><br></div><div><br>Ossain, na etnia iorubá e para muitos povos afro-brasileiros, é um Orixá, uma figura mitológica que detém o axé, que pode ser entendido como força, poder e vitalidade. De acordo com a mitologia, essa energia está presente em folhas e ervas específicas. Inspiradas por essa maravilhosa história, as crianças e as professoras reservaram dois canteiros na horta para o cultivo de ervas comestíveis.<br><br></div><div><br>No Canteiro de Ossain, você encontrará uma variedade de ervas, como alecrim, sálvia, manjericão, capim-cidreira, hortelã… que são usadas para preparar chás, sucos e receitas na Cozinha Experimental. Realizamos o ciclo completo: do plantio à alimentação e tudo isso também sob a perspectiva afro-brasileira.<br><br></div><div><br>Dia 11/11, então, sábado, durante a Festa "Nossas Raízes", convidamos você a passear pelo Canteiro de Ossain e explorar esse espaço especial.<br><br></div><div><br>Até lá!<br><br></div><div>Com carinho,&nbsp;<br>Emei Dona Leopoldina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-24 00:47:47 UTC</pubDate>
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         <title>Arte Indígena Contemporânea?!</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
         <link>https://padlet.com/emeidonaleopoldina/87d7jv9jgeif0gv4/wish/2762827547</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Arte Indígena Contemporânea?!<br><br></div><div>Algumas palavras podem parecer desencontradas quando consideramos a mídia e a memória de nosso país. Frequentemente, quando pensamos nos Povos Indígenas, somos levados de volta ao período colonial da chegada dos europeus à Pindorama, transformando a terra em Vera Cruz. Infelizmente, nossas imagens e referências frequentemente se limitam a esse momento histórico.<br><br></div><div><br>E quando falamos sobre Arte Indígena no contexto do termo "Contemporâneo," isso pode parecer um erro. No entanto, é importante lembrar que os Povos Indígenas estão vivos e ativos. Eles continuam produzindo arte e, acima de tudo, resistindo à narrativa colonialista que persiste em sua tentativa de explorar suas terras, minerais, rios e florestas, que fazem parte intrínseca de sua cultura. Sua relação com a natureza é distinta.<br><br></div><div><br>Nesse contexto de Arte Indígena Contemporânea, permita-nos apresentar Jaider Esbell. Talvez você não o reconheça pelo nome, mas se você passou pelo Parque do Ibirapuera na penúltima Bienal, com certeza recorda as duas enormes serpentes no lago do Ibirapuera. Essa obra era conhecida como "Entidades," uma representação de duas grandes serpentes com 24 metros de comprimento. Era uma instalação psicodélica repleta de estímulos sensoriais.<br><br></div><div><br>Esbell tornou-se o artista mais reconhecido daquela Bienal. Depois de uma longa jornada como artista, ele conquistou seu lugar no principal palco da Arte Contemporânea. Da Terra Indígena Raposa – Serra do Sol aos 18 anos para unir-se a um grupo cada vez maior de artistas indígenas contemporâneos reconhecidos<br><br></div><div><br>A obra de Esbell coloca a cultura indígena no centro das atenções, afastando-se dos estereótipos frequentemente atribuídos pelos não indígenas. Ela incorpora toda a complexidade necessária para compreender a existência indígena. Por isso, após um estudo aprofundado sobre Educação Antirracista, as professoras e as crianças da Emei Dona Leopoldina oferecem às famílias a oportunidade de transformar o antigo trem na escola em uma bela serpente à Esbell, no Parque.<br><br></div><div><br>A ideia é transformar um símbolo da Revolução Industrial europeia em uma cobra indígena ricamente decorada pelas crianças, invertendo o significado das referências. Em vez de glorificar a velocidade, a máquina, a potência e a destruição das árvores como combustível para o desenvolvimento capitalista, a serpente representa uma direção oposta: o desenvolvimento consciente e sustentável da vida.<br><br></div><div><br>No dia 11/11 - Sábado - na Festa "Nossas Raízes," convidamos você a apontar para um mundo melhor. Venha participar da transformação do antigo trem em uma serpente encantada com as crianças. Será uma linda proposta de pintura.<br><br></div><div><br>Até lá!<br><br></div><div>Com carinho,<br><br></div><div>Emei Dona Leopoldina.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 12:42:56 UTC</pubDate>
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         <title>Licença, vovó argila.</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
         <link>https://padlet.com/emeidonaleopoldina/87d7jv9jgeif0gv4/wish/2762830191</link>
         <description><![CDATA[<div>“Vovó, a senhora se encontra aí?</div><div>Sou sua neta Gente do Universo, vim atrás de ti</div><div>Eu vim atrás de ti, vovó</div><div>Vovó, a senhora se encontra aqui?!</div><div>Eu sou a Desana Umusipo, sua neta favorita</div><div>Eu vim atrás da senhora para pedir e buscar argila azul, minha avó</div><div>Sei que a senhora se encontra com suas filhas e com o seu marido nesse lugar</div><div>Vou fabricar meu utensílios, pois na minha casa eu não tenho</div><div>Estou nessa situação, devido isso vim atrás da senhora, vovó</div><div>Minha vovó dona das argilas</div><div>Passa para mim as argilas que estão na sua posse</div><div>Dá para mim</div><div>Porque estou desprovida disso</div><div>Eu vim buscar junto com minhas filhas isso que está na sua posse</div><div>Com minhas filhas Tukano</div><div>Vim com as Tukano</div><div>Viemos buscar argila para o meu trabalho.”</div><div>(Cerâmica Tukano. p. 6)</div><div><br></div><div>E assim iniciamos nosso trabalho, pedindo licença à vovó argila. Aprendemos com os povos Tukano, nas margens do rio Uaupés, que a existência pode emergir da terra, pois somos terra, somos natureza.</div><div><br></div><div>Fomos ensinados a admirar povos por meio dos monumentos que deixaram para a eternidade. Assim, medimos a grandeza dos egípcios pelas pirâmides, dos romanos pelo Coliseu, dos chineses pela Grande Muralha e dos Estados Unidos por Las Vegas. No entanto, o que dizer dos povos que não construíram ou não constroem grandes edificações que perduram para além de suas vidas ou das gerações futuras?</div><div><br></div><div>Por trás dos grandiosos monumentos históricos muitas vezes encontramos um rastro de trabalho escravizado ou explorado, vidas desperdiçadas em nome da memória, frequentemente de uma única pessoa ou grupo. Para criar algo que resista ao tempo, muitas vezes é necessária uma organização social desigual, onde a marca é a exploração do trabalho.</div><div><br></div><div>No entanto, o que dizer dos povos que não erigem monumentos? E dos povos que sustentam sua sobrevivência a partir da natureza sem destruir, devastar ou matar desnecessariamente a ponto de colocar em risco o equilíbrio natural? Quando reconheceremos a grandeza desses povos?</div><div><br></div><div>Durante o ano de 2023, as professoras, por meio de seus estudos, desenvolveram uma série de propostas pedagógicas para as crianças sobre os povos indígenas brasileiros. As crianças tiveram a oportunidade de experimentar a cultura dos povos Xavantes, Guaranis, os Krenak, bem como apreciar a produção artística de diversos indígenas.</div><div><br></div><div>E, para o dia 11/11, o sábado do dia da Festa "Nossas Raízes", as professoras elaboraram uma proposta&nbsp; pedagógica inspirada na produção de cerâmica dos Povos Tukano para vocês.</div><div><br></div><div>Durante a festa, no Ateliê Externo, as professoras irão orientar as famílias e as crianças na criação de Grafismos Tukano em peças de argila, que após a secagem podem se transformar em maravilhosos monumentos à cultura indígena, integrados de forma harmoniosa à natureza, respeitando à vida como coletiva e cíclica.</div><div><br></div><div>Aguardamos vocês!</div><div><br></div><div>Com carinho,</div><div><br></div><div>Emei Dona Leopoldina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 12:44:44 UTC</pubDate>
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         <title>Memória Negra e Indígena</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
         <link>https://padlet.com/emeidonaleopoldina/87d7jv9jgeif0gv4/wish/2763059020</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é a memória?</p><p><br></p><p>Muitas vezes associamos a memória à lembrança, não é mesmo? Recordamos situações vividas no passado, algumas com carinho, outras com tristeza. Essas são nossas memórias individuais. Porém, no reino da memória, existem situações que não vivemos pessoalmente. Somos capazes de recordar episódios, pessoas, fatos e narrativas que não fazem parte de nossa vivência, mas foram compartilhados por outras pessoas ou transmitidos por gerações passadas. Nesse contexto, é importante considerar os "suportes da memória" ou seja, como temos memórias de situações não vividas por nós diretamente?</p><p><br></p><p>A memória não é uma narrativa que surge automaticamente e se apresenta a nós. Ela é moldada e perpetuada materialmente por instituições sociais incumbidas de preservá-la ou apagá-la. Museus, arquivos públicos, institutos culturais, cinemas, teatros, escolas, televisão, internet - todos esses desempenham papéis na construção e manutenção da memória, tais como, os monumentos públicos.</p><p><br></p><p>Os monumentos públicos representam a memória de qual grupo social? De qual gênero? De qual raça? Essas são perguntas essenciais que a sociedade deve se fazer. Como você se sente, por exemplo, diante do Monumento às Bandeiras? Qual memória é preservada pelo principal monumento da Cidade de São Paulo?</p><p><br></p><p>A memória, especialmente a coletiva, é um campo de disputa entre os mais diversos grupos sociais, entre eles, as raças, pois fortalece ou enfraquece a identidade, atuando diretamente no campo da política pela disputa do poder do Estado, por exemplo.&nbsp;</p><p><br></p><p>A Rede Municipal de Ensino tem um compromisso especial com a Educação Antirracista e, historicamente, os currículos escolares sempre favoreceram a preservação da memória dos povos brancos em detrimento dos povos afro-brasileiros e indígenas, atuando para construir uma memória coletiva que reforça o racismo. Assim como outras instituições, por exemplo, é comum que os brancos conheçam a história de suas famílias com mais detalhes e mais tempo do que os negros, pois instituições sociais se encarregaram desta formulação.&nbsp;</p><p><br></p><p>Neste diálogo, portanto, em colaboração com outras instituições culturais envolvidas na produção de memória e conhecimento, nossa escola, comprometida com os princípios da Educação Antirracista, convida todas as pessoas negras e indígenas de nossa comunidade a compartilharem suas histórias. O processo é simples: gravar um áudio via WhatsApp contando a memória que desejarem, para que seja ouvida por quem quiser, em uma exposição interativa na escola durante o dia da festa.</p><p><br></p><p>Vamos juntos criar memórias significativas?</p><p><br></p><p>Para mais informações, entre no nosso grupo de WhatsApp:&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chat.whatsapp.com/Ia8nlFexO8k2PA9Mb5LVBO">https://chat.whatsapp.com/Ia8nlFexO8k2PA9Mb5LVBO</a></p><p><br></p><p>Com carinho,</p><p><br></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 14:58:32 UTC</pubDate>
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         <title>A Turma</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Professoras e Professores</strong></p><p>Adriana M. Ferezin Bevilaqua</p><p>Alessandra Arrigoni</p><p>Ana Carla Rodrigues C. Tobias</p><p>Angelita Gomes De Araujo Silva</p><p>Bruna Lucio Frigo</p><p>Carolina Harume Inada</p><p>Cláudia Bittencourt Heitzmann</p><p>Christiane Tamaso</p><p>Daniele Rigon Fecher</p><p>Debora Santa Bregalda</p><p>Eliana Rodrigues</p><p>Fabiana Fernandes Rodrigues</p><p>Fabiola Francisco</p><p>Juliana Dias Pastore</p><p>Juliana Papa Vieira</p><p>Lidiane Lopes M. Langone</p><p>Luciana Carla Ferreira Nascimento</p><p>Luís Eduardo Sandoval Camargo</p><p>Maristela Vaño Ivarra</p><p>Mariza Miriam D. Massa</p><p>Monica Oliveira Souza</p><p>Olivia Domeica Lopes</p><p>Rosangela Gurgel Rodrigues</p><p>Silvia Yukimi Egashira Maezato</p><p>Simone Sandra Saggiori Alves</p><p>Valeria Dall Olio Cisnero</p><p>Viviane Costa Lourenço</p><p><br/></p><p><strong>Estagiária</strong></p><p>Luciamary Rodrigues Carvalho</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Auxiliar Técnico EM Educação</strong></p><p>Carla Biscaro</p><p>Cristiane De Lima Santos</p><p>Elaine Silva De Souza</p><p>Simone&nbsp; Evangelista Tine</p><p><br/></p><p><strong>Equipe de Vigilância&nbsp;</strong></p><p>David Pereira Da Silva</p><p>Mauro Da Silva Guanabara</p><p><br/></p><p><strong>Equipe da Cozinha</strong></p><p>Alani Rossy Gomes Felix</p><p>Marlene Argolo Dos Santos Rocha</p><p>Gerivalda Cerqueira Santana</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Equipe da Limpeza</strong></p><p>Adalberto Alvelino Monteiro</p><p>Ana Santana Da Silva</p><p>Andreia Alvarez Bernardes Da Fonseca</p><p>Elizabete De F. Da Silva</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Equipe de Auxiliar da Vida Escolar</strong></p><p>Crenilza Gonzaga De Souza Santos</p><p>Tatiane Golçalves Caldosho Maza</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Guardiãs da Alimentação Escolar</strong></p><p>Cláudia Teles Dos Santos</p><p>Maria Do Socorro</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Coordenação Pedagógica</strong></p><p>Fábio Tamizari<br></p><p><br/></p><p><strong>Assistente de Direção</strong></p><p>Cláudia Maria S. Guirão</p><p><br/></p><p><strong>Direção</strong></p><p>Aline Hernandes Vitória Neves</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-25 15:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Teca Teca</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vamos brincar de Amarelinha? Qual delas?</p><p><br></p><p>O que experimentamos ao brincar? Para responder, podemos recorrer a exemplos bastante distintos. O que percebemos quando crianças brincam de atirar umas nas outras, imitando sons com a boca? Que tipo de cenário, universo ou comportamento estão explorando? E quando meninos jogam futebol e meninas brincam de casinha? Todas essas brincadeiras infantis são repletas de significado; elas moldam as interações sociais, assim como muitas outras instituições sociais fazem. Da mesma forma que buscamos entender a mensagem de um texto ao lê-lo, também podemos analisar as brincadeiras infantis considerando seus contextos históricos, sociológicos e culturais.</p><p><br></p><p>Uma vez que a brincadeira é uma instituição social, as Ciências Educacionais, também, nos permitem compreender como as relações raciais se manifestam nessas atividades. Certamente, você já brincou de amarelinha, não é? Mas qual imagem de amarelinha vem à sua mente? A mais comum na infância é aquela com um trajeto numerado de 1 a 10, frequentemente incluindo dois quadrados nas pontas com as palavras "inferno" e "céu." Assim como qualquer outra brincadeira, a amarelinha tem sua própria história.</p><p><br></p><p>Do ponto de vista racial, a amarelinha tem raízes na Europa, onde foi documentada há muito tempo, possivelmente com origens na Roma Antiga. Seu nome em português está ligado à palavra francesa "marelle." A presença das palavras "céu" e "inferno" reflete uma concepção religiosa de mundo, típica da região que fundiu as culturas greco-romana, judaica e cristã. </p><p><br></p><p>Além disso, a numeração progressiva sugere uma visão linear do tempo, onde o jogador avança por etapas. Portanto, ao brincar de amarelinha, estamos não apenas nos divertindo, mas também internalizando uma visão de mundo, da mesma forma que acontece quando brincamos com armas imaginárias.</p><p><br></p><p>E que tal experimentarmos outro tipo de Amarelinha? Sim, ela existe! </p><p><br></p><p>À medida que exploramos diferentes culturas, descobrimos suas brincadeiras. Em Moçambique, nosso país irmão, encontramos um jogo muito semelhante chamado Teca Teca, frequentemente referido como Amarelinha Africana devido à sua semelhança. É um jogo composto por um grande quadrado subdividido em 16 quadradinhos menores, ou 4x4 quadradinhos, se preferir. Existem várias maneiras de jogar, mas uma delas envolve o jogador posicionado de frente para o primeiro quadrado à esquerda, pulando com um pé em cada quadrado da primeira fileira, seguido por um salto lateral para a esquerda, movendo-se com um pé em cada quadrado. Depois, o jogador pula para a fila da frente e repete o processo; nesse ponto, o próximo jogador pode entrar no jogo. A brincadeira continua dessa forma, movendo-se para as demais fileiras, tudo isso ao ritmo da música "Minuê."</p><p><br></p><p>Então, para onde nos leva essa brincadeira? Que lógica ela envolve?&nbsp;</p><p>Nossa escola, comprometida com os princípios da Educação Antirracista, colabora e desenvolve um currículo afro-brasileiro. Conscientes de que a matéria-prima da educação infantil é a brincadeira, convidamos todas as famílias e crianças <em>à batida</em> (à festa - gíria moçambicana) do Teca Teca no dia 11/11- Sábado -&nbsp; na Festa "Nossas Raízes".</p><p><br></p><p>Que tal brincar de Amarelinha Africana? Ou, melhor, de Teca Teca.</p><p><br></p><p>Com carinho,</p><p><br></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 14:22:17 UTC</pubDate>
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         <title>Programação</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><br><br>10h às 10h30: Abertura - Cacuriá das Professoras.</p></li><li><p>10h às 10h30: Samba de Bumbo <br><br></p></li><li><p><br>10h30 até o término da pintura: Oficina de Graffiti<br><br></p></li><li><p><br>10h30 às 11h30: Propostas Pedagógicas I<br><br></p></li><li><p><br>11h30 às 12h30: Palhaços Catappum<br><br></p></li><li><p><br>13h às 14h: Mestre Jô - Capoeira<br><br></p></li><li><p><br>14h às 15h: Culinária Afrodiáspora<br><br></p></li><li><p><br>14h às 15h: Propostas Pedagógicas II<br><br></p></li><li><p><br>15h às 15h40: Samba<br><br></p></li><li><p><br>15h40 às 16h: Encerramento<br><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 14:35:13 UTC</pubDate>
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         <title>Graffiti com Dinas Miguel</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Queridas famílias e crianças,</p><p><br></p><p>É com imenso prazer que convidamos todos vocês para uma experiência única de arte e criatividade! Temos a honra de receber Dinas Miguel, um talentoso artista, professor e ganhador do Prêmio Sabotage de Hip-Hop na categoria de melhor grafiteiro de 2018.</p><p><br></p><p>Dinas Miguel é graduado em Artes Visuais e pós-graduado em Educação Ambiental. Ele é o idealizador e organizador do projeto social "Cultura e Conceito" e tem uma vasta experiência como arte-educador em instituições educacionais e empresariais. </p><p><br></p><p>Seu trabalho não se limita a telas; ele realiza workshops de graffiti coletivo e pinturas ao vivo em eventos, espalhando sua arte e conhecimento pelo Brasil e além-fronteiras.</p><p><br></p><p>Sua poética artística está profundamente enraizada na cultura brasileira, representando a história de seu povo e sua ancestralidade. Sua missão é "conectar e transformar pessoas e lugares por meio de suas artes e projetos."</p><p><br></p><p>Nesta oficina de graffiti, as famílias e as crianças terão a oportunidade de aprender com um verdadeiro mestre e criar suas próprias obras de arte nas paredes de nossa comunidade. </p><p><br></p><p>É uma chance única de se expressar, aprender sobre cultura e história, e unir-se em uma experiência criativa que permanecerá nas memórias de todos.</p><p><br></p><p>Esperamos contar com a sua presença para tornar este evento ainda mais especial. </p><p><br></p><p>É Sábado, dia 11/11, durante a Festa "Nossas Raízes".</p><p><br></p><p>Com carinho,</p><p><br></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p><p><br></p><p>Conheça mais:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dinasmiguel.com.br/">https://dinasmiguel.com.br/</a></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://dinasmiguel.com.br/" />
         <pubDate>2023-10-26 14:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>Palhaços Catappum!!!!</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>É com grande alegria e entusiasmo que convidamos todos vocês para uma apresentação especial !!!</p><p><br/></p><p>Com o desejo de explorar a representatividade negra no contexto da palhaçaria e do circo, os talentosos artistas Fagner Saraiva e Chico Vinícius uniram forças com Mafalda Pequenino, uma figura proeminente na cena artística de São Paulo e Rio de Janeiro, para criar o espetáculo "Catappum!"</p><p><br/></p><p>Mafalda é uma atriz, diretora e coreógrafa ativa na Grande Cia de Mystérios e Novidades, Bloco Afro Ilú Obá de Min e é conhecida como a protagonista do programa "Quintal da Cultura" com a querida personagem Ofélia. </p><p><br/></p><p>Esta parceria também conta com o talento de Monique Salustiano, atriz, palhaça e musicista, que contribui com sua arte ao vivo no espetáculo.</p><p><br/></p><p>A dramaturgia de "Catappum!" é uma metáfora da cidade adormecida. O mundo do sono profundo estabelece um diálogo com o público, oferecendo a oportunidade de despertar a cidade onde todos dormem.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Esperamos contar com todas vocês para esse grande espetáculo de palhaços!</p><p><br/></p><p>Sábado, dia 11/11, durante a Festa "Nossas Raízes".</p><p><br/></p><p>Com carinho,</p><p><br/></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p><p><br/></p><p>Conheça um pouco mais:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/watch/?v=368462458657349">https://www.facebook.com/watch/?v=368462458657349</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 14:38:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Culinária Afrodiaspórica com Aline Chermoula</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com grande entusiasmo, convidamos você a se juntar à renomada chef de cozinha Aline Chermoula para uma experiência gastronômica única que promete deliciosos sabores e ricas lições culturais.</p><p><br></p><p>Aline Chermoula traz até você uma proposta pedagógica que vai além da simples preparação de uma iguaria: Brigadeiro de Dendê. Enquanto você saboreia essa delícia, Aline irá guiá-lo por uma jornada culinária que explora as raízes e heranças da culinária afrodiaspórica nas Américas.</p><p><br></p><p>Nessa aula culinária especial, você aprenderá não apenas a criar o brigadeiro de dendê, mas também a compreender as técnicas culinárias africanas que moldaram a cozinha brasileira e caribenha. Aline Chermoula vai compartilhar histórias, tradições e segredos culinários transmitidos ao longo de gerações, revelando como a culinária é uma forma de preservar a herança cultural.</p><p><br></p><p>Além disso, a chef destacará a importância da autoestima quilombola, discutindo a valorização das raízes afrodescendentes na culinária e na sociedade em geral. </p><p><br></p><p>Não perca esta chance de aprender, saborear e celebrar a diversidade e a história afro-americana.</p><p><br></p><p>Esperamos vê-lo no nosso evento, onde o Brigadeiro de Dendê é apenas o começo de uma jornada gastronômica fascinante.</p><p><br></p><p>Com carinho,</p><p><br></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 14:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>Café da manhã - Frutas</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Traga suas frutas para o café da manhã coletivo</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 14:39:52 UTC</pubDate>
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         <title>Feijoada Coletiva</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vamos fazer uma feijoada juntas para toda a comunidade, e convidamos você a participar desta frente de trabalho</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 14:40:01 UTC</pubDate>
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         <title>Corrida de Toras</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
         <link>https://padlet.com/emeidonaleopoldina/87d7jv9jgeif0gv4/wish/2765187315</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Corrida de Toras na escola?!</strong></p><p><br/></p><p>Difícil encontrar alguém que não goste de uma Olimpíada, especialmente porque ela é associada aos Estados Nacionais. Mobiliza e forma o sentimento que os indivíduos têm pelos seus países. Naquele momento, torcemos para certas pessoas ou não em razão das camisas que estão usando. A lágrima é verdadeira, como dizia o poeta, e a mobilização política em torno destes símbolos também. Mas para além dos sentimentos patrióticos, você já notou os aspectos raciais da Olimpíada? Entre tantos, podemos verificar os históricos.</p><p><br/></p><p>Originados na Grécia Antiga, esses jogos têm raízes profundas na religião e na mitologia. Os antigos gregos acreditavam que suas atividades esportivas estavam intrinsecamente ligadas aos deuses. Eles realizavam os Jogos em honra a Zeus, o pai dos deuses, e em locais como Olímpia, o que deu origem ao nome "Jogos Olímpicos". Esses eventos também eram uma oportunidade para buscar a glória pessoal, fortalecendo a união das cidades-estado gregas.</p><p><br/></p><p>A versão moderna tornou-se um evento global, mas ainda sim, sua simbologia e modalidades esportivas, predominantemente, remetem à cultura branca europeia. Seus códigos, conduta e regras engendram as bases dos seus esportes que por diversos motivos foram negados historicamente a outras raças ou sequer pertenciam às culturas diferentes das europeias. Mas mesmo assim, quantas vezes não vimos uma competição racial durante as Olimpíadas, seja na de 1936 na Alemanha ou em 1968 na Cidade do México.</p><p><br/></p><p>Mas e quando a “Olimpíada” não é organizada por brancos, como fica? Quais são os Jogos e a simbologia que os mesmos carregam? Vale a pena conferir os Jogos Indígenas. Criados em 1996 pelo Comitê Intertribal - Memória e Ciência Indígena (ITC) com o apoio do Ministério do Esporte do Brasil, esses jogos são um dos maiores encontros esportivos culturais de indígenas na América. Eles celebram a diversidade e a riqueza das culturas indígenas e buscam preservar suas tradições. Entre as modalidades temos: Arco e flecha, arremesso de lança, cabo de força, canoagem, corrida com tora, corrida de resistência (10km), corrida de velocidade (100m), futebol, lutas corporais, natação e canoagem, além de esportes e jogos tradicionais específicos de cada etnia (demonstrativos).</p><p><br/></p><p>Uma das mais interessantes é a corrida de toras. Diversas etnias indígenas no Brasil praticam essa modalidade, entre elas estão os Xavantes. A corrida de toras é uma prática que envolve rituais, simbolismo religioso e aspectos sociais. </p><p><br/></p><p>Correr equilibrando uma tora é um desafio que destaca a agilidade e a resistência dos participantes, mas também reflete a importância da madeira para essas comunidades.</p><p><br/></p><p>E que tal uma Corrida de Toras no dia da Festa “Nossas Raízes” aqui na escola? Isso mesmo! Venha experimentar a tradição da corrida de toras e aprender mais sobre as culturas indígenas. Assim, celebrando diferentes formas esportivas, de diferentes raças e etnias, podemos apresentar para as crianças um mundo plural e diverso, tal como ele realmente é!</p><p><br/></p><p>Bora participar de uma corrida de Toras?</p><p><br/></p><p>Com carinho, </p><p>Emei Dona Leopoldina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 19:19:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O toque do Ijexá</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
         <link>https://padlet.com/emeidonaleopoldina/87d7jv9jgeif0gv4/wish/2769038519</link>
         <description><![CDATA[<p>Kaabo, boya o ko loye ohun ti Mo n sọ ni bayi, ṣugbọn ni Oriire, a ni awọn ọna ibaraẹnisọrọ miiran. </p><p><br/></p><p>Você conseguiu ler? Vamos traduzir! </p><p><br/></p><p>“Olá, talvez você não entenda o que estou dizendo agora, mas por sorte, temos outras formas de comunicação.”</p><p><br/></p><p>Muitas outras! Você acabou de ler um texto em Iorubá. Muitas palavras da língua portuguesa falada no Brasil tem origem em Iorubá: Dendê, Bagunça, Banguela, Fubá, Boiadeiro, Acarajé… Ou seja, falamos Iorubá no nosso cotidiano. Essa maravilhosa língua é um idioma da família linguística nígero-congolesa que representa uma etnia de mesmo nome que abrange diversos povos africanos, especialmente na região da Nigéria.</p><p><br/></p><p>Além da língua Iorubá, os povos iorubás, especialmente os oriundos da cidade de Ilexá, na Nigéria, escravizados pelos europeus e trazidos para a América, especialmente para a Bahia, constituíram os pilares da cultura brasileira, com certeza, você já deve ter dançado ao som de Clara Nunes, Gilberto Gil, Caetano Veloso e muitos outros ao som de um Ijexá, não?</p><p><br/></p><p>O Ijexá é um ritmo musical na base de boa parte das músicas brasileiras. Formando basicamente por três tambores, uma agogô e vozes, multidões dançam e cantam ao som de som iorubá. Que tal? Afoxé”, de Dorival Caymmi, “Filhos de Gandhi”, de Gilberto Gil, “Beleza Pura”, de Caetano Veloso, “Ijexá”, de Edil Pacheco e “É D’Oxum”, de Vevé Calazans e Gerônimo. </p><p><br/></p><p>Depois que você aprender a distinguir o ritmo do Ijexá e deixar o seu ouvido bem afinado, vai descobrir que além da nossa língua brasileira ter origem no Iorubá, nossa música também é de Ijexá.</p><p>Bawo ni nipa kikọ ẹkọ ilu yii pẹlu wa? (Que tal aprender esse ritmo conosco?)</p><p><br/></p><p>No sábado, dia 11/11, na Festa 'Nossas Raízes', venha participar de uma proposta pedagógica sobre o ritmo do Ijexá, nossos tambores, agogôs e ancestrais estão esperando vocês para uma bela batucada iorubá.</p><p><br/></p><p>Afoché”, de Dorival Caymmi - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Yk1RvE_xPtQ">https://www.youtube.com/watch?v=Yk1RvE_xPtQ</a></p><p><br/></p><p>“Filhos de Gandhi”, de Gilberto Gil <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Em4dv57bohU">https://www.youtube.com/watch?v=Em4dv57bohU</a></p><p><br/></p><p>Beleza Pura”, de Caetano Veloso - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Z8Vw3XtZLc0">https://www.youtube.com/watch?v=Z8Vw3XtZLc0</a></p><p><br/></p><p>Luiz Caldas - Ijexá (Edil Pacheco) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=CldobAyHTt4">https://www.youtube.com/watch?v=CldobAyHTt4</a></p><p><br/></p><p>“É D’Oxum”, de Gerônimo   <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=L9alcAEQN80">https://www.youtube.com/watch?v=L9alcAEQN80</a> </p><p><br/></p><p>Com carinho,</p><p><br/></p><p>Emei Dona Leopoldina</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 14:51:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estamparia botânica e a questão indígena</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mas qual questão indígena? No Brasil, quando abordamos essa questão, logo nos deparamos com respostas relacionadas ao conflito pela terra, em especial no debate recente sobre o Marco Temporal, um Projeto de Lei que tenta restringir a ocupação indígena às terras ocupadas ou disputadas em 5 de outubro de 1988, representando mais uma ação prejudicial aos povos indígenas.</p><p><br/></p><p>Naturalmente, essa é a questão mais importante que afeta não apenas os povos indígenas no Brasil, mas também todos os brasileiros de maneira geral. No entanto, ao iniciarmos nossos estudos sobre os povos originários, alguns preconceitos começam a se dissipar. É comum pensarmos nos indígenas em categorias mais abrangentes, como "povo", "etnia", religião e língua, o que é correto e ajuda a compreender a complexa diversidade racial no Brasil. No entanto, essas categorias, embora fundamentais, não bastam para abordar a complexidade da história humana, pois sempre há um diálogo entre o indivíduo e a sociedade.</p><p><br/></p><p>Diante desse problema metodológico, em nossos estudos em 2023, adotamos uma nova abordagem para compreender a cultura indígena. Utilizamos categorias já empregadas para outros povos e grupos. </p><p><br/></p><p>Por exemplo, exploramos como as culturas indígenas abordam questões de gênero e direitos LGBTQIA+. Essa abordagem nos permitiu romper com a visão racializada que, de um lado, enxerga as culturas indígenas como um "atraso civilizacional" e, de outro, como um "paraíso perdido dos cristãos".</p><p><br/></p><p>Nenhuma dessas visões colabora efetivamente para o debate. Portanto, no combate ao racismo, é necessária uma abordagem histórica, complexa e humana. </p><p><br/></p><p>Com base nesse ponto de partida, convidamos você a conhecer o trabalho de mulheres artistas plásticas indígenas que também abordam questões de gênero e direitos LGBTQIA+. São elas:</p><p><br>Naiara Tukano, mãe, advogada, artista e ativista, que busca a reconexão com a sagrada mãe terra por meio de seu olhar para o mundo;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://artebrasileiros.com.br/author/naiara-tukano/">https://artebrasileiros.com.br/author/naiara-tukano/</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Arissana Pataxó, mãe, professora e artista, que expressa sua arte e profundo entendimento sobre os povos e a resistência por meio de tinta acrílica, carvão e tela;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.premiopipa.com/pag/arissana-pataxo/">https://www.premiopipa.com/pag/arissana-pataxo/</a></p><p><br/></p><p>Yacunã Tuxá, artista e ativista LGBTQIA+, que convida a repensar a territorialidade e a decolonialidade de corpos e mundos por meio de suas pinturas em tela e pele.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ims.com.br/convida/yacuna-tuxa/">https://ims.com.br/convida/yacuna-tuxa/</a></p><p><br/></p><p>No sábado, no dia 11/11, durante a Festa “Nossas Raízes” venha experimentar a técnica de estamparia botânica, tendo como referência os trabalhos destas excelentes artísticas contemporâneas. </p><p><br/></p><p>Esperamos vocês!&nbsp;</p><p><br/></p><p>Com carinho,</p><p><br/></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 18:10:10 UTC</pubDate>
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         <title>Recanto das Batucadas</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atuando desde 2013 e originário de Perus, o grupo Recanto das Batucadas tem como objetivo construir um espaço na comunidade da Emef Cel. Ary Gomes, localizada no Jardim Andaraí, com a finalidade de promover a apropriação e produção da cultura popular tradicional pelos estudantes e moradores da comunidade. Através de experimentações na dança, canto e música, provenientes da cultura popular tradicional afro-sudestina, nosso objetivo é criar um diálogo criativo de experiências coletivas. Buscamos manter em constante evolução um grupo de brincantes infanto-juvenis dedicados aos ritmos tradicionais de São Paulo, principalmente por meio da compreensão dos fundamentos do Samba de Bumbo, Jongo e Batuque de Umbigada.</p><p><br></p><p>Conheça um pouco mais desse maravilhoso grupo que irá se apresentar na Festa Nossas Raízes no dia 11/11 - Sábado.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/recantodasbatucadas/?paipv=0&amp;eav=AfaBzGqeIy3VtzgSFm-4JMjAbcZC5SJEDEPEJvdtm3H_OkgVxDCWbTbMYh1bXfhdt8I&amp;_rdr">https://www.facebook.com/recantodasbatucadas/?paipv=0&amp;eav=AfaBzGqeIy3VtzgSFm-4JMjAbcZC5SJEDEPEJvdtm3H_OkgVxDCWbTbMYh1bXfhdt8I&amp;_rdr</a></p><p><br></p><p>Com carinho,</p><p><br></p><p>Emei Dona Leopoldina<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 11:56:59 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo de Capoeira Símbolo da Paz - Mestre Jô.</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>É com grande satisfação que apresentamos o grupo de capoeira "Símbolo da Paz" do Mestre Jô.</p><p><br/></p><p>Com a fusão de ritmos e movimentos, o grupo explora a diversidade e a riqueza da nossa cultura afro-brasileira.</p><p><br/></p><p>O Coco de Roda nos leva às raízes da cultura nordestina, com seus tambores envolventes e passos contagiantes. O Samba é a pulsação do coração do Brasil, e nele encontramos a energia vibrante das nossas festas e tradições. O Jongo nos conecta com as histórias e as danças dos nossos ancestrais, uma celebração da resistência e da identidade afro-brasileira. E, é claro, a Capoeira, nossa joia, é uma manifestação que combina dança, luta e música.</p><p><br/></p><p>A apresentação será no Sábado, dia 11/11, durante a Festa "Nossas Raízes".</p><p><br/></p><p>Esperamos vocês.</p><p><br/></p><p>Com carinho,</p><p><br/></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 12:09:11 UTC</pubDate>
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         <title>Sobremesa</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Traga a sobremesa que marca a história da sua família para compartilhar com a comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 13:06:47 UTC</pubDate>
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         <title>Samba! Com o grupo Cantaí</title>
         <author>emeidonaleopoldina</author>
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         <description><![CDATA[<p>E aí, o Samba nasceu na Bahia ou no Rio?</p><p><br></p><p>Nessa polêmica a gente não entra, mas que somos quase os inventores do Pagode, ah, isso somos!</p><p><br></p><p>Mas que tal um Samba?</p><p><br></p><p>No Sábado, durante a Festa "Nossas Raízes" teremos uma belíssima roda de samba conduzida pelo Grupo Cantaí.</p><p><br></p><p>Venha cantar e Sambar com a gente!</p><p><br></p><p>Sábado, das 10h às 16h, durante a Festa "Nossas Raízes".</p><p><br></p><p>Com carinho,</p><p><br></p><p>Emei Dona Leopoldina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 15:48:00 UTC</pubDate>
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