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      <title>SONETOS, de Luís Vaz de Camões by Canal da Val</title>
      <link>https://padlet.com/valdirenepiva/Bookmarks</link>
      <description>De acordo com as explicações realizadas em sala de aula, faça a leitura do soneto que foi solicitado. Depois, elabore uma crítica sobre o texto destacando os pontos mais relevantes presentes nos comentários da obra. Clique na seta + no canto inferior direito. No espaço &quot;Assunto&quot;, coloque seu nome. No espaço &quot;Escreva algo incrível&quot;, poste seu texto. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-08 23:01:00 UTC</pubDate>
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         <title>Otávio Teixeira de Oliveira </title>
         <author>otaviofifa21</author>
         <link>https://padlet.com/valdirenepiva/Bookmarks/wish/2194858581</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre o soneto “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, percebemos que seu tema é a mudança, mudanças de todos os modos, seja de sentimentos, até de estações do ano, como dito no trecho “O tempo cobre o chão de verde manto, que já coberto foi de neve fria,”.<br>Sobre o soneto “Quando de minhas mágoas a comprida” , vemos que seu principal tema é a saudade, em especial a de uma pessoa que teve um amor falecido. Essa saudade permanece até em seus sonhos quando o "eu poético" dorme, como nos versos “Quando de minhas magoas a comprida imaginação os olhos me adormece,<br>em sonhos aquela alma me aparece<br>que para mim foi sonho nesta vida.” .&nbsp;<br><br>Observações da professora:&nbsp;<br>Adorei a análise, Otávio. Parabéns! <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 23:07:23 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Dias dos Santos</title>
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         <description><![CDATA[<div>Acerca do soneto "Cá nesta Babilônia", é possível dizer que a obra descreve a Babilônia, que representa o momento atual em que o eu-lírico se encontra, o qual é negativo, pois a Babilônia, no soneto, está ligada a todo tipo de mal: desrespeito ao amor puro e valorização do carnal, predomínio da tirania, da cobiça, da vileza, etc.<br><br>Em "Tempo é já que minha confiança", o eu poético, no soneto, trata do amor. Ele defende a ideia de que o amor não está perdido e que ainda é possível ser feliz em se tratando de questões afetivas. Porém, ocorre um certo contraponto, visto que o amor faz com que o eu-lírico sofra tanto que chega a desejar a morte, que não alcança, aumentando ainda mais sua agonia. Perante a isso, uma predominante figura de linguagem nesse soneto é o paradoxo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 19:41:01 UTC</pubDate>
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         <title>Maísa Palma Schiavon</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>O soneto "O tempo acaba o ano, o mês e a hora" aborda as alterações causadas pelo decorrer do tempo, apontando os efeitos neutros, positivos e negativos dessa passagem, e a insuficiência do tempo para mudar os sentimentos da amada do eu lírico por ele, já que ela continua não o querendo mesmo com a passagem dos dias.&nbsp; Dessa forma, percebemos, além da frieza da moça, a tristeza do eu poemático.</li><li>Na última estrofe encontramos os detalhes mais importantes. Nela o eu lírico afirma ter esperanças de que um dia sua amada irá querê-lo ("a pena e o prazer desta esperança") e produz um paradoxo quando diz que essa esperança o causa prazer e sofrimento. Com isso, ele quer dizer que sofre enquanto é rejeitado por seu amor, mas que fica feliz por ter esperanças de&nbsp; que um dia será amado com a mesma intensidade.&nbsp;</li><li>Ademais, além do paradoxo, outra figura de linguagem existente é a gradação, a qual é notória no primeiro verso: "O tempo acaba o ano, o mês e a hora".</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 23:05:57 UTC</pubDate>
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         <title>Davi Fonseca Ribeiro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/valdirenepiva/Bookmarks/wish/2204044465</link>
         <description><![CDATA[<div>No soneto “Na ribeira do Eufrates assentado” é desenvolvido o tema do Cativeiro Babilônico. Onde o poeta canta sobre o exílio próprio, já que esteve preso e exilado longe de Lisboa, na Ásia. Pois Jerusalém foi derrotada por Nabucodonosor II. O exílio também pode ser psicológico. O autor toma como tema o Salmo 137 de David. Na segunda estrofe, parece que, alguém ou o próprio rio lhe perguntou sobre as causas de seu sofrimento. Parece que o interlocutor está indignado diante do grande homem que chora. Tal interlocutor indaga por que o eu-lírico não canta/pensa/poetiza as glórias que viveu no passado. É o que afirma os tercetos: quem canta seus males espanta – “Canta, pois, e não chores dessa sorte”. Há aqui uma injeção de ânimos. No entanto, o EU se justifica afirmando que sua tristeza tem endereço definido e o problema não é com ele: é saudades de Sião. Assim vemos que o principal tema é saudades. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 03:44:29 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Henrique Bettio Silva</title>
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         <description><![CDATA[<div> No soneto "Quando da bela vista doce riso" é trabalhado principalmente um jogo de causa e consequência,além disso,podemos notar características muito semelhantes às cantigas de amor do Trovadorismo,como a vassalagem amorosa.<br> No soneto "Sete anos de pastor Jacob servia" é possível notar uma intertextualidade com um famoso episódio bíblico(Gênesis 29,15-30),demonstrando que o Classicismo retomava os ideais greco-romanos sem dispensar o repertório cultural judaico-cristão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 23:37:51 UTC</pubDate>
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         <title>Artur Peres Martins </title>
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         <link>https://padlet.com/valdirenepiva/Bookmarks/wish/2205161680</link>
         <description><![CDATA[<div>O soneto ''Pede o desejo , Dama , que vos veja'' tem como&nbsp; tema principal, o amor , que é representado de forma contraditória. Desse modo , ocorre um conflito entre o amor ideia de Platão, da antiguidade clássica,&nbsp; e o amor físico, aquele que personifica o desejo.<br>É dito no decorrer do soneto , que o desejo de ver a sua dama, nunca deve ser realizado, pois a partir do momento que tal desejo é efetuado , ele deixa de existir.<br>É apresentado também, em um dos tercetos, a conjunção mas , a qual é contraditória. Assim, tudo que foi dito em relação a natureza , é desconsiderado como valido . Por fim,se comparando a natureza , ele diz ter sim o desejo de ver a sua dama , articulando-se humano .Devido a  isso ele pediu essa ''baixeza'' que é vê-la, despreciando o desejo físico .</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 23:59:46 UTC</pubDate>
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         <title>Gutierrez Luiz de Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O soneto "Um mover de olhos,brando e piadoso" a mulher amada é retratada, sua beleza governada por representações de emoção, moralidade e ordem psicológica. No mesmo retrato, a influência direta de Petrarca pode se manifestar no elogio ao aspecto físico, ou seja, no olhar, no riso, nos gestos... O sujeito poético conduz essa análise na contemplação preconizada por Petrarca...<br>Para demonstrar essas considerações, observe a estrutura da estrofe em que a frase nominal predomina - ou domina J - ou seja, nenhum verbo, e através do uso de substantivos abstratos para se referir ao caráter moral da pessoa amada (o caráter místico do figura) ***). Aqui, também, testemunhamos a influência do modelo Carmoni, Petrarca…<br>A estrutura é baseada no paralelismo, onde as palavras são repetidas devido à própria estrutura da frase ou a escolha de sinônimos (essa repetição mas o significado aqui).Diríamos que, dada a enumeração em que se baseia, os resultados dessas técnicas são descrições um tanto distantes, sem que o tema poético forneça informações mais específicas ou "personalizadas" sobre essa figura feminina. Em duas quadras e no primeiro trio, ele a envolve em uma aura de mistério e serenidade.<br>Após este momento, há um clipe na passagem dos segundos trigêmeos.<br>Com a aproximação sugerida pelas expressões indicativas "Esta" e "celeste formusura", o halo esmaece levemente. O auto-reconhecimento da superioridade daquela mulher sobre si mesma, classifica-a como divina e bela, e assim no seu caso inclui dois reinos, um espiritual e outro material.<br>No segundo verso, ele a compara a Circe, uma bruxa que possui uma poção [metáfora] que o transforma - pois esse é o propósito, transformar o "pensamento", o sentimento de si mesmo... em amor, compreensão.Assim, quando se define a relação daquela mulher com o sujeito poético, o mistério se desfaz um pouco.<br>Mas, para acrescentar, essa senhora não é como Chelsea, porque sua beleza é uma ordem moral, e é nesse sentido que ocorre a transformação do ego.<br>O final da enumeração coincide com a introdução do pronome demonstrativo "Esta" que, aliás, é o primeiro e único sujeito de uma frase falada que ocupa todo o terceto e termina/explica o objeto -amado/Circe (realidade mítica )-antes da fala ---------------- [primeiro e segundo momentos respectivamente].<br>A presença dos infinitivos “Um” e “ua” e a predominância de adjetivos – ver adjetivos duplos que categorizam cada substantivo – reforçam as abstrações mencionadas acima relacionadas aos substantivos. A síntese do texto é valorizada na segunda chave tríplice ou de ouro, que leva à transformação do amante.A beleza desta mulher é divina, não a beleza da bruxa Chelsea, do inferno ou do diabo, porque tem a ver com a sua beleza e a beleza desta senhora tem a ver com o aspecto moral. Na verdade, ambos tiveram o mesmo efeito sobre o poeta, porque ambos mudaram sua mente e o afastaram do nível ideal do amor; ela o fascinava, assim como Circe [ver].<br>· As figuras femininas do texto correspondem às figuras femininas clássicas: características físicas e psicológicas marcadas pelo equilíbrio e tranquilidade de caráter nobre e beleza natural.<br><br><br><br>O poema "Cara minha inimiga,em cuja mão"se referirá a Dinamene, o nome da mulher amada e perdida para sempre a quem Camos se refere em vários sonetos.<br>1 determinante pessoal ("meu", "meu", "meu"), pronome ("me", "me"), 2" pessoa: determinante ("seu", "seu"), pronome ("ti" , " teu", o sujeito vazio implícito e o verbo terminado em "serás" (a primeira estrofe do último terceto), o vocativo "Cara minha inimiga" significa tanto primeira quanto segunda pessoa.<br>&nbsp;O rosto do meu inimigo, em cujas mãos Ventura leva minha alegria<br>Nesses versos, o corpo principal do poema lamenta que seu amante não possa ser enterrado na terra, fato que o deixa muito triste,<br>A última frase deve ser usada de modo que "," "for", ... - porque há uma relação final entre as duas linhas. Por exemplo, "diferente", "especial", "raro", "extraordinário".<br>Embora o corpo da mulher amada esteja perdido para sempre nas águas em que foi sepultada, ela jamais será esquecida, pois viverá na alma do sujeito poético</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 01:45:57 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Fazollo de Castilho </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O poeta português, Luis de Camões, muito conhecido pela sua obra "Os Lusíadas", foi um grande percursor da escola literária do classicismo, o qual buscava sempre exaltar a pureza e a perfeição, além de focar muito no ser humano e nos seus aspectos emocionais.&nbsp;<br>Vale ressaltar que um dos mais famosos sonetos criados pelo português foi o soneto "Amor é fogo que arde sem se ver", o qual foi adaptado até mesmo para canções.&nbsp;<br>Ao analisar essa obra é perceptível que o autor desenvolve metáforas sobre o que seria o amor, um dos trechos que exemplifica isso o próprio título, que o inicia. Após esse primeiro verso é bastante encontrado o verbo "ser", visto que o objetivo é definir e conceituar o sentimento do amor.&nbsp;<br>Ademais, é necessário destacar o proposital uso exacerbado de paradoxos, ou seja, palavras em um mesmo período com sentidos opostos, como é em "é ferida que dói e não se sente/é um contentamento descontente", visando passar a ideia de que o amor é um sentimento contraditório, ou até mesmo que surge de maneira inocente e imperceptível e vai cada vez mais aumentando.&nbsp;<br>Além disso, segundo o site cultura genial, a métrica desse soneto obedece ao esquema de rimas ABBBA, ABBA, CDC e DCD e os seus versos são decassílabos, contendo dez sílabas poéticas em cada. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:32:00 UTC</pubDate>
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         <title>Marcellus Wilson Ferrari Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/valdirenepiva/Bookmarks/wish/2239683872</link>
         <description><![CDATA[<div>Soneto dedicado a sua amada, a chinesa chamada Dinamene. Camões, segundo a lenda, estava de viagem a Macau, na China, quando seu navio naufragou. Indeciso, sem saber se salvaria a noiva ou a obra épica “Os Lusíadas”, o jovem poeta optou pela narrativa clássica. Com remorso, escreveu este soneto com base antitética: ela, um anjo celestial; ele, um homem ímpio, vivendo encarnado, só. Outra vez vê-se a temática neoplatônica: o homem é impuro e a mulher perfeita. Por fim, ele pede que ela interceda junto a Deus, para que este o leve a vê-la, dada a extensão de seu amor.<br><br><br>Este soneto foi organizado em jogo labiríntico ou frenético de um diálogocom<br>perguntas e respostas. O resultado é um resumo da lírica camoniana, pois n<br>conversa estão elementos que aparecem constantemente na poesia desse autor<br>esperança x desespero, mudança, amor feroz (fero), lembrança, morte (acaba<br>a vida), submissão total ao amor (vida rendida).<br>O último verso fala em entrega a um só querer, a uma só vontade, a um só<br>desejo. Dessa forma, ele se liga ao primeiro, que fala de ter esperança, oja<br>de alimentar a expectativa de se realizar um desejo (mas que no íntimo oell<br>lírico já sente que se transformará em desespero, em frustração). Assim, o<br>poema se torna circular, o que o faz representar um moto contínuo, isto é,<br>movimento eterno do amar, decepcionar-se e sofrer. Esse ciclo vicioso acab<br>permitindo que se caracterize o amor como um beco sem saída.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 09:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Alícia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/valdirenepiva/Bookmarks/wish/2241810890</link>
         <description><![CDATA[<div>O soneto "Busque Amor novas artes, novo engenho" disserta sobre o&nbsp;amor.&nbsp;<br>Podemos identificar esse fato por conta das&nbsp;citações diretas&nbsp;que o autor realiza ao&nbsp;tema, como por exemplo no terceiro parágrafo. Também por conta do que ele fala acerca do assunto, como o fato de parecer&nbsp;arrogante&nbsp;para o eu lírico, mas que mesmo&nbsp;assim não tornou o eu lírico desesperançado, ele ainda possui&nbsp;esperanças&nbsp;mesmo que tenha passado por&nbsp;desilusões amorosas. O texto se trata de um&nbsp;soneto, que é uma&nbsp;composição poética&nbsp;sempre formada por&nbsp;quatorze versos, separados em&nbsp;quatro estrofes, onde duas estrofes têm&nbsp;quatro versos&nbsp;e as outras duas estrofes possuem&nbsp;três versos.&nbsp;<br><br>O "Vencido&nbsp;está de Amor meu pensamento" está assumindo que oferecerá tudo por isso. A causa que o guia é renovar esse amor, dentro da vida...<br>Como no verso 7, refere-se ao sentimento como "ferida", e que essa ferida é muito desejada e, de modo bem sutil, afirma querer renovar esse "perdimento", esse amor dolorido, no verso 8.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 11:50:07 UTC</pubDate>
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