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      <title>TEA/SD/AH by Hello Kids</title>
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      <description>Os desafios e encantos sobre o  Autismo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-27 22:23:42 UTC</pubDate>
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         <title>Sou professora há 20 anos e sempre trabalhei com a Língua Inglesa. Hoje atuo como professora Bilíngue na Educação Infantil por 10 anos. Amo lecionar e ver o encantamento das crianças com suas descobertas e aprendizados. A educação é uma linda missão e cada dia fica mais desafiadora. Como temos visto uma  relevante prevalência de crianças autistas achei de grande importância participar desse curso para assim poder entender e melhor auxiliar esse aluno.</title>
         <author>liliayes1607</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 23:02:26 UTC</pubDate>
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         <title> Professor de Harvard lista avanços no entendimento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) --e explica também onde a ciência ainda tem dificuldade em avançar... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2020/02/16/autismo-as-descobertas-recentes-que-ajudam-a-derrubar-mitos-sobre-o-transtorno.htm?</title>
         <author>liliayes1607</author>
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         <description><![CDATA[<div>O autismo não é um transtorno único, mas sim um espectro de transtornos que podem variar em intensidade e em características, a depender de cada indivíduo. Em geral, essas características se manifestam em dificuldades no convívio social, comportamento repetitivo e, em alguns casos, ansiedade e transtorno de deficit de atenção com hiperatividade (TDAH).... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2020/02/16/autismo-as-descobertas-recentes-que-ajudam-a-derrubar-mitos-sobre-o-transtorno.htm?</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 23:59:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>liliayes1607</author>
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         <description><![CDATA[<div>Autismo não é doença é apenas uma diferença. Sendo assim, é muito importante entendermos e oferecermos a essas crianças um olhar direcionado respeitando suas limitações e ao mesmo tempo estimulando-as para um melhor desenvolvimento socioeducativo.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 00:07:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>liliayes1607</author>
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         <pubDate>2023-06-28 00:19:21 UTC</pubDate>
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         <title>Todos nós somos diferentes e isso nos torna únicos e especiais.</title>
         <author>liliayes1607</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 03:00:17 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - LEGISLAÇÃO, CONTEXTUALIZAÇÃO E CONCEITO DAS AH/SD E DO TEA.</title>
         <author>liliayes1607</author>
         <link>https://padlet.com/liliayes1607/85ndvrfwpbsf97ud/wish/2634599597</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil possui uma legislação baseada em princípios inclusivos e enfatiza a necessidade de oferecer o suporte adequado a todos os estudantes que dele precisem para terem seu direito à educação de qualidade garantido. Assim, para que o estudante superdotado tenha esse direito, é preciso garantir a adoção de algumas medidas, tais como a identificação adequada, por meio de uma avaliação pedagógica e a oferta de aceleração de estudos e/ou enriquecimento curricular.<br><br>O fato é que o TEA é passível de diagnóstico em torno dos 18 meses de idade (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">Associação Americana de Psiquiatria, APA, 2002</a>), sendo que, não há cura conhecida, mas quanto antes houver o diagnóstico, melhor será o prognóstico, pois é fundamental iniciar as intervenções de modo precoce para favorecer ao máximo o desenvolvimento da criança. Com o diagnóstico precoce, pode haver redução de sinais e sintomas por meio da intervenção.<br><br></div><div>Desde cedo, as características da criança com TEA exercem impacto no cotidiano das famílias e nas relações entre seus membros (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">ZWAIGENBAUM et al, 2009</a>), sendo que algumas delas precisam ser olhadas com atenção, tais como:<br><br></div><ul><li>Recusa do bebê por interações e pelo toque.</li><li>Sem contato olho no olho.</li><li>Não responde ao chamado de voz.</li><li>Preferência por ficar sozinho a ser carregado no colo.</li><li>Choro excessivo.</li></ul><div>*Dicas de filmes:<br><strong>Mãos Talentosas</strong> - este filme, de 2009, conta a história real do Dr Benjamin Carson, um famoso neurocirurgião, que ganhou fama após uma bem sucedida cirurgia de separação de gêmeos siameses. O filme retrata sua infância pobre, cercada de preconceito e baixo desempenho escolar e o esforço de sua mãe para oferecer um ambiente estimulador auxiliando seus filhos a expandirem sua imaginação, cultura, inteligência e crença em si mesmos.<br><br></div><div><strong>O Jogo da Imitação</strong> – um filme de 2014, que narra a estória de Alan Turing, um matemático de 27 anos com características de TEA, que, apesar de brilhante e focado no trabalho, tem dificuldade em se relacionar com as pessoas à sua volta. Para liderar sua equipe, ele conta com o apoio de Joan Clarke. Ela auxilia na mediação dos conflitos e no manejo comportamental para que ele possa desenvolver seu grande projeto de construção de uma máquina que analise as possibilidades de codificação de Enigmas em apenas 18 horas, auxiliando os ingleses durante a Segunda Guerra Mundial.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 22:01:10 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 2 - CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS E INSTRUMENTOS DE RASTREIO.</title>
         <author>liliayes1607</author>
         <link>https://padlet.com/liliayes1607/85ndvrfwpbsf97ud/wish/2634610027</link>
         <description><![CDATA[<div>No Autismo não é diferente, há de se realizar uma boa “investigação” de sinais e sintomas, para que se possa fechar o Diagnóstico. Mas, nesse caso, há uma diferença importante. No TEA, não existem exames de laboratórios ou de imagens que nos digam se aquele indivíduo é ou não autista.<br><br><strong>DSM – 5 – Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais</strong><br>Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição ou DSM-5 é um manual diagnóstico e estatístico feito pela Associação Americana de Psiquiatria para definir como é feito o diagnóstico de transtornos mentais. Foi elaborado em 1952, embasado em pesquisas, esse manual é atualizado a cada 10 – 15 anos (DSM-5, 2014)</div><div><br></div><div>Além desse Manual, temos também a CID (Classificação Internacional de Doenças), que está em sua 10ª edição (a 11ª edição já foi apresentada para adoção dos Estados Membros em maio de 2019 e entrará em vigor em 1º de janeiro de 2022). Este importante manual/sistema de classificação não analisa apenas transtornos mentais, mas também o conjunto de todas as doenças, distúrbios e alterações existentes.<br>Assista ao vídeo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=edbuiRYq1DM">“Autismo - O que é a Sigla F84?”</a>, em que a Psicóloga Mayra Gaiato fala sobre a importância do Código Internacional de Doenças (CID-10) e a razão pela qual ele é utilizado, não só para o Diagnóstico do Autismo, mas também para garantir direitos legais à pessoa com autismo.</div><div>O Diagnóstico do TEA é clínico, ou seja, não há exames laboratoriais que detectem se há ou não o transtorno naquele indivíduo. Assim, para se chegar a uma conclusão, é preciso um olhar atento dos profissionais, informações valiosas fornecidas por familiares e dos educadores, além de instrumentos de avaliação e de rastreio.</div><div>Assim, por ser clínico, o diagnóstico deve ser pensado na perspectiva das diferentes habilidades de comunicação e interação da criança. Por vezes, vemos crianças não sendo diagnosticadas precocemente, pois o atraso na fala não é visto como fator de risco. Em outros casos, chega-se a supor que a criança tenha uma dificuldade auditiva e por isso, não atende ao chamado dos pais. Ainda, vemos crianças que são caracterizadas como de personalidade difícil e birrentas.</div><div>Conhecer as características do TEA, dirigir um olhar atento à criança, considerar os traços de autismo que possam estar presentes e, principalmente, a intensidade desses traços, pode ser determinante neste processo.</div><div>Mas você precisa ir além! E dar o próximo passo aqui é conhecer os instrumentos de rastreio que existem atualmente e que auxiliam na identificação de sinais e sintomas do TEA.</div><div>Agora, vamos conhecer alguns dos principais instrumentos que permitem identificar os sinais e sintomas do Autismo:</div><ul><li><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-81082008000400011">M-Chat (Modified Checklist for Autism in Toddlers):</a> é um instrumento de rastreamento precoce de autismo, que visa identificar indícios desse transtorno em crianças entre 18 e 24 meses. Deve ser aplicado aos pais ou cuidadores da criança.</li><li><strong>Protea R (Protocolo de Avaliação Comportamental para Crianças com Suspeita de Transtorno do Espectro Autista):</strong> um sistema de avaliação interdisciplinar, composto por 17 itens, que se destina a avaliar a qualidade e a frequência de comportamentos característicos do TEA (isto é, comprometimentos sociocomunicativos e presença de comportamentos repetitivos e estereotipados) em crianças pré escolares (em torno de 24 a 60 meses de idade) com suspeita do transtorno.</li><li><strong>VB-MAPP (Verbal Behavior Milestones Assessment and Placement Program)</strong> (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">SUNDBERG, 2007-2015; 2014</a>): é um instrumento de avaliação e acompanhamento do desenvolvimento de repertórios para crianças com autismo e outros distúrbios do desenvolvimento. Contém cinco componentes:<ul><li>avaliação dos marcos do desenvolvimento;</li><li>avaliação de barreiras;</li><li>avaliação de transições;</li><li>análise de tarefas e repertórios de suporte e adequação;</li><li>estabelecimento de objetivos de um programa de educação individualizada.</li></ul></li><li><strong>CARS (Childhood Autism Rating Scale)</strong> (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">SCHOPLER, 1980; 1986</a>)</li></ul><div>A partir dessa escala é possível distinguir entre o autismo e outros atrasos no desenvolvimento. A sua importância é baseada na capacidade de diferenciar o grau de comprometimento do autismo entre leve, moderado e severo. Sua aplicação é rápida e adequada a qualquer criança com mais de 2 anos de idade (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">SCHOPLER, REICHLER, RENNER, 1988</a>).<br><strong>Escala Bayley (ou Escala de Desenvolvimento Infantil de Bayley)</strong> (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">BAYLEY, 2018</a>): um instrumento administrado individualmente, que avalia o funcionamento do desenvolvimento de bebês e crianças pequenas, de 1 a 42 meses de idade. Consiste em identificar atrasos no desenvolvimento e auxiliar no planejamento de intervenções, por meio da avaliação de 5 domínios: cognitivo, linguístico, motor, socioemocional, comportamento adaptativo. Este teste não é de livre acesso, sendo necessário adquirir o material impresso para ser utilizado.<br><strong>IPO (Inventário Portage Operacionalizado)</strong> (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">WILLIAMS; AIELLO, 2001</a>): é composto por 580 comportamentos distribuídos em cinco áreas, separados por faixa etária de zero a seis anos e uma área específica para bebês de zero a quatro meses. No inventário são avaliadas as áreas de cognição, socialização, autocuidado, linguagem e desenvolvimento motor. Este instrumento de rastreio está disponível nos materiais complementares.<br><br></div><div>*Dicas de filme: Tudo que quero e Vida, animada.<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 22:40:05 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 3 - ESCOLARIZAÇÃO DE ESTUDANTES COM TEA.</title>
         <author>liliayes1607</author>
         <link>https://padlet.com/liliayes1607/85ndvrfwpbsf97ud/wish/2634617458</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O Espectro Autista pode ser variado, levando cada estudante com esta condição a um tipo de necessidade educacional específica.<br><br></div><div>Podemos ter estudantes com TEA de autofuncionamento, que demandarão poucas intervenções no campo do autismo, mas talvez necessitem de um enriquecimento curricular em sua área de maior habilidade ou, até mesmo, estudantes com TEA que necessitam de tanto suporte, que nem poderão se beneficiar do ensino em escolas regulares, sendo recomendado, para estes casos, escolas especializadas.<br><br></div><div>Todos os casos precisam ser avaliados com detalhe, a partir da construção de um Plano Individualizado de Ensino, que norteará as ações a serem desenvolvidas pela escola. Vale ressaltar que é muito importante que a família e os profissionais que atendem o estudante, fora do contexto da escola, se reúnam e discutam as melhores estratégias para garantir uma inclusão plena, com foco na participação e na aprendizagem, objetivo fundamental da escola, afinal, é preciso romper com a ideia equivocada de que as pessoas com autismo devem estar na escola apenas para se socializar.<br>A <strong>Constituição Federal</strong> de 1988 garante às pessoas com TEA os mesmos direitos de todos os cidadãos do país, incluindo a proteção às crianças e adolescentes prevista no Estatuto da criança e do Adolescente (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm">Lei 8.069/90</a>)e os idosos são protegidos pelo Estatuto do Idoso (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm">Lei 10.741/2003</a>)<br><br></div><div>Ainda pensando em leis mais gerais, podemos destacar a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm"><strong>Lei de Diretrizes e Bases da Educação </strong>(Lei 9394/1996)</a> , que estabelece, no inciso III, do artigo 4º como dever do estado uma educação escolar pública efetivada mediante a garantia de atendimento educacional especializado gratuito aos educandos público-alvo da educação especial, preferencialmente, na rede regular de ensino e, se necessário, com serviços de apoio especializado. Esta mesma lei, no artigo 58, indica que o atendimento educacional poderá ser realizado, também, em classes, escolas ou serviços especializados.<br><br></div><div>Em 2012, foi publicada a <strong>Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista</strong> (<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2012/lei-12764-27-dezembro-2012-774838-publicacaooriginal-138466-pl.html">Lei 12.764/2012</a>) , também denominada de Lei Berenice Piana (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm). Esta lei prevê, dentre outras medidas, o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e o acesso a diversos serviços, tais como os educacionais, sendo obedecidas às diretrizes nacionais vigentes.<br>Ainda em termos legais, é importante citar o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm">Estatuto da Pessoa com Deficiência (13.146/15)</a> , lembrando que, aos autistas, são assegurados todos os direitos legais previstos para as pessoas com deficiência.<br><br></div><div>Em termos educacionais, há amparo em diversas legislações, tais como a própria LDB citada anteriormente, o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7611.htm">Decreto 7611/2011</a> e a <a href="http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf">Resolução CNE/CEB 04/2009</a> .<br><br></div><div>Sendo assim, ao estudante com Transtorno do Espectro Autista, são assegurados o aprendizado ao longo da vida; a não exclusão do sistema educacional geral sob alegação de deficiência; garantia de ensino fundamental gratuito e compulsório, assegurados os recursos, os meios, a mediação da aprendizagem com as adaptações razoáveis de acordo com as necessidades individuais; oferta de apoio necessário, no âmbito do sistema educacional geral, com vistas a facilitar sua efetiva educação e a adoção de medidas de apoio individualizadas e efetivas, em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social, de acordo com a meta de inclusão plena e a oferta de educação especial, preferencialmente, na rede regular de ensino com o apoio do Atendimento Educacional Especializado, quando necessário.<br>Estudantes com Transtorno do Espectro Autista necessitam de uma organização escolar que permita:<br><br></div><ul><li>A previsibilidade em relação ao que vai acontecer durante o dia, sendo recomendada a elaboração de um painel com a rotina do estudante;</li><li>rotinas previsíveis e elaboradas a partir da construção de pequenos quadros ou listas de atividades a serem realizadas ao londo do dia;</li><li>informações concretas, com a utilização de palitos, lápis e outros materiais concretos para facilitar a compreensão de elementos mais abstratos;</li><li>repetições das atividades de diferentes modos para que o estudante possa compreender seus comandos;</li><li>atividades estruturadas com começo, meio e fim;</li><li>listas de verificação das atividades a serem realizadas ao longo do dia;</li><li>controle dos estímulos distratores, lembrando que, quanto mais organizada esteja a sala, melhor será para eles lidarem com o espaço escolar. Vale lembrar que o excesso de estímulos em sala de aula pode causar desconforto ao estudante;</li><li>definição de períodos de pausa entre as atividades. Essas pausas podem ser combinadas entre o professor e o aluno. Recomenda-se uma pausa de, pelo menos, cinco minutos entre uma atividade e outra. Neste momento, o estudante pode ficar na própria carteira ou dar uma volta no pátio, desde que haja uma monitoria de um profissional da escola;</li><li>destaques e contrastes em textos disponibilizados ao estudante. Grifar o texto com caneta amarela ou destacar as palavras principais pode beneficiar este estudante no sentido de compreender mais facilmente o conteúdo ensinado;</li><li>simplificação dos comandos e das explicações dos conteúdos, lembrando que todas as adaptações/mediações, realizadas no conteúdo escolar, precisam ser registradas no Plano de Ensino Individualizado.</li></ul><div>*Dica de série:<br><strong>Atypical</strong> - Esta série, que estreou em 2017, conta a história de Sam Gardner, de 18 anos, diagnosticado com Síndrome de Asperger. A trama explora a rotina do jovem no trabalho, na escola e em casa, com sua família. Suas relações mudam à medida que Sam busca sua independência. O caso de Sam é um dos possíveis perfis dentro do Autismo. É necessário lembrar que, assim como cada pessoa tem suas características, os indivíduos dentro do espectro autista apresentam suas próprias qualidades, habilidades e dificuldades.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 23:04:37 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 4 - MODELOS DE INTERVENÇÃO – TEACCH, ABA, PECS.</title>
         <author>liliayes1607</author>
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         <description><![CDATA[<div>Se você tem estudado sobre autismo, certamente já ouviu falar na “terapia ABA”, como é popularmente conhecida.<br>ABA é a sigla de Applied Behavior Analysis, podendo ser traduzida para Análise do Comportamento Aplicada. A Ciência da Análise do Comportamento Aplicada possui três vertentes (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">LACERDA, 2020</a>):<br><br></div><div>Behaviorismo Radical: a filosofia que fundamenta a ciência;</div><div>Análise Experimental do Comportamento: formulação dos conhecimentos sobre os processos básicos do comportamento;</div><div>Análise do Comportamento Aplicada: utilização de conceitos básicos dos “modelos experimentais” para melhorar a qualidade de vida humana.<br>Resumindo, quando falamos sobre terapias baseadas na análise do comportamento, estamos dizendo que toda a intervenção que será realizada com aquele indivíduo terá como base “analisar” seus comportamentos.<br><br></div><div>Para analisar esses comportamentos, é preciso olhar para o que acontece antes de um determinado comportamento e o que acontece imediatamente após esse comportamento (reação do ambiente, ou seja, pessoas que estão próximas ao sujeito naquele momento).<br>Outro aspecto muito importante que você precisa considerar quando está analisando esses comportamentos é em relação à intensidade com que eles ocorrem e se estão adequados ao ambiente.<br><br></div><div>Por exemplo, podemos ter uma criança em sala de aula que não consegue permanecer sentada e corre pela sala, dando pulos e gritando. Neste ambiente, o de sala de aula, tal comportamento é bastante inadequado, prejudicando não só o aprendizado da criança como de seus colegas. Mas, vamos imaginar que essa criança esteja em um parque ao ar livre; embora esse comportamento possa ser considerado uma “estereotipia” (movimentos repetitivos), neste ambiente em particular, provavelmente não causará tantos “prejuízos” quanto causaria no contexto anterior.<br>Você pode estar se perguntando por que discutir sobre intervenção baseada na análise do comportamento se a sua atuação é em sala de aula, não é mesmo?!<br><br></div><div>Contudo, acreditamos que, à medida que você vai lendo este texto e conhecendo um pouco mais sobre o tema, percebe que “intervir” nos comportamentos de uma pessoa com TEA, passa necessariamente pelo contexto escolar!<br><br></div><div>Então, você, Educador(a), já atua nesses comportamentos há anos, mas a diferença é que agora ganhará novas possibilidades de manejar cada um desses comportamentos e desenvolver as habilidades do seu estudante de maneira mais assertiva.<br>Agora, vamos falar dos “modelos de intervenção”, mas antes, precisamos destacar algumas <strong>características do autismo que precisam ser consideradas quando vamos construir nossas estratégias de ensino:<br>1ª. Incentivo ao uso de imagens<br>2ª. Criação de condições facilitadoras<br>3ª. Eliminação dos estímulos excessivos e concorrentes em sala de aula</strong></div><div><strong>4ª. Pessoas com alterações na linguagem estão socialmente em desvantagem<br>5ª. Mudança de concepção<br></strong>Por fim, mas não menos importante, é preciso ELIMINAR “mitos” e posturas congeladas em relação às técnicas de modificação de comportamento e a conduta frente ao estudante com TEA!<br><br></div><div><strong>Da Teoria para a Prática...</strong></div><ul><li>não formule frases muito complexas ou longas;</li><li>seja claro e objetivo;</li><li>evite falar em um tom mais alto;</li><li>não utilize metáforas ou ironias para se comunicar;</li><li>evite o uso de perguntas afirmativas;</li><li>posicione-se de frente ao dar uma ordem;</li><li>associe uma imagem à sua fala;</li><li>ofereça condições de escolha;</li><li>aguarde o tempo de resposta;</li><li>use palavras e expressões compatíveis com a idade cronológica;</li><li>quando você não entender, deixe isso claro!</li></ul><div><br></div><div><strong>Temple Grandin – </strong>Filme de 2010 que retrata um drama biográfico de Temple Grandin, diagnosticada com autismo aos 4 anos. O longa enfatiza as dificuldades cotidianas da autista em um período em que este espectro era pouco estudado. Ao observar o gado na fazenda de sua tia, Grandin idealiza e constrói um dispositivo chamado de máquina do abraço, para auxiliar pessoas como ela a lidar com dificuldades interpessoais, no desenvolvimento, na escola, com a família e em ambientes de trabalho. Sua resiliência e perseverança a fazem enfrentar o sexismo em sua área de atuação e superar obstáculos na conclusão de seu PhD em engenharia agropecuária. Temple revoluciona os métodos de manejo do gado e torna-se especialista no assunto. Atualmente, é professora na Universidade do Estado do Colorado (EUA) e autora de diversos livros em que explica as especificidades do autismo a partir de suas vivências pessoais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 23:40:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AULA 5 - AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA DE ESTUDANTES COM AH/SD</title>
         <author>liliayes1607</author>
         <link>https://padlet.com/liliayes1607/85ndvrfwpbsf97ud/wish/2635408868</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Você sabe como realizar a avaliação pedagógica para estudantes com altas habilidades/superdotação? <br></em>A primeira delas refere-se à<strong> AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA</strong>, realizada por um profissional psicólogo, preferencialmente, especializado na área. Esse profissional fará uma avaliação compreensiva, procurando analisar dados a partir da entrevista com a família, observação do estudante, aplicação de testes psicológicos, conversa com a escola e outros recursos que lhe forem pertinentes.<br><br>P<strong>roduções e notas</strong> do estudante, registradas no boletim escolar;</div><ol><li><strong>Observação dos educadores das demais disciplinas </strong>levantar as percepções dos educadores de outras disciplinas.</li><li><strong>Observações do comportamento do estudante no contexto escolar</strong>, em diversos espaços. Observar como o estudante faz uso da escola e se relaciona com colegas, educadores e demais pessoas.</li><li><strong>Indicação dos colegas</strong> de turma é uma alternativa a ser utilizada no processo de identificação do estudante com altas habilidades/superdotação.&nbsp;</li><li><strong>Autoindicação </strong>é uma estratégia também pouco utilizada, porém o seu uso tem sido especialmente encorajado no processo de identificação de estudantes com altas habilidades/superdotação do ensino médio, provenientes de área rural ou de nível socioeconômico desfavorecido (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">FREEMAN, GUENTHER, 2000</a>). Em um formulário de autoindicação, o estudante aponta as áreas em que ele julga que apresenta alta habilidade ou talento, descreve projetos e/ou atividades desenvolvidas por ele que ilustram seu desempenho superior na área, lista livros que ele leu relacionados a sua área de interesse, justifica seu interesse em participar de um programa especializado, descreve hábitos de leitura, áreas de interesse etc.</li><li><strong>Entrevista com a família</strong> constitui também uma excelente fonte de informações que não pode ser negligenciada no processo de identificação do estudante com altas habilidades/superdotação. Os pais podem ser solicitados a indicar atividades, na escola e fora do contexto escolar, que seu filho gosta de realizar, descrever características, áreas de interesse e de destaque do filho, relatar o processo de desenvolvimento de seu filho ao longo dos anos (por exemplo, quando aprendeu a andar, a falar, a ler, a escrever etc), comentar sobre relacionamento do filho com membros da família e colegas, descrever o desempenho escolar do filho e seu envolvimento com as tarefas escolares.&nbsp;</li><li><strong>Inventários e questionários específicos </strong>em que o educador é convidado a indicar dois estudantes de sua turma que possuam características representadas pelas questões nele formuladas e a Lista Base de Indicadores de Superdotação – <strong>Parâmetros para observação de estudantes em Sala de Aula</strong> (Forma Individual) criado pela Dra. Cristina Maria Carvalho Delou.</li></ol><div><br>*Dica de filme:<br><strong>Ballerina</strong> - Um filme de 2016, em que é possível ver a importância do potencial e de um ambiente que permita o desabrochar do talento. Além disso, é possível notar a importância do trabalho duro para o alcance dos objetivos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 21:47:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AULA 6 - ESCOLARIZAÇÃO DE ESTUDANTES COM AH/SD</title>
         <author>liliayes1607</author>
         <link>https://padlet.com/liliayes1607/85ndvrfwpbsf97ud/wish/2635412281</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Existem diversas formas de atendimento aos estudantes com altas habilidades/superdotação no contexto escolar, dentre as principais, podemos destacar o enriquecimento curricular e a aceleração dos estudos.<br></em>O enriquecimento curricular oportuniza a exposição do estudante a vários tópicos, áreas de interesse e campos de estudo para aplicação de conhecimentos e conteúdos avançados, treinamento de habilidades e no uso de metodologias para o crescimento nas áreas de interesse. (<a href="https://cursos.csf.rsb.org.br/inclusao-estudantes-transtorno/referencia.html">RENZULLI; REIS, 1997</a>).<br>Dentro da perspectiva inclusiva, o currículo escolar precisa ser flexível a ponto de atender à toda diversidade de estudantes existentes na classe, dessa forma, o educador pode modificar o currículo visando a:<br><br></div><ul><li>Ajustar os níveis de aprendizagem necessária para que todos os estudantes sejam desafiados.</li><li>Aumentar o número de experiências em profundidade de aprendizagem.</li><li>Introduzir vários tipos de enriquecimento em experiências curriculares regulares.</li></ul><div>Esse curso objetiva orientar, principalmente, o educador da classe comum para que ele possa aprender a elaborar uma proposta de enriquecimento curricular voltada ao atendimento de seus estudantes. <br>Todas as atividades realizadas precisam ser registradas e irão compor o <strong>Portfólio do Talento Total</strong>, que deve ser desenvolvido para identificar e maximizar o potencial de cada estudante. Trata-se de um processo sistemático por meio do qual inventários de interesse, estilo de aprendizagem e de expressão e produtos elaborados pelo estudante são coletados, ajudando, tanto estudante quanto educador, a tomar decisões a respeito de seu trabalho.<br>*Dica de filmes:<br><strong>Lances inocentes - </strong>Um filme de 1993, que mostra a habilidade extraordinária de um garoto pelo xadrez. Neste filme, podemos refletir sobre o desabrochar de um talento a partir das oportunidades criadas pela mãe do garoto.<br><br></div><div><strong>O menino que descobriu o vento - </strong>Neste filme, de 2019, é contada a história real de William Kamkwamba, um garoto de 13 anos que elabora uma maneira de criar energia eólica nas terras secas onde vive, a fim de possibilitar a irrigação e alimentar a população em situação de miséria. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 21:59:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AULA 7 - ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO INDIVIDUALIZADO</title>
         <author>liliayes1607</author>
         <link>https://padlet.com/liliayes1607/85ndvrfwpbsf97ud/wish/2635415567</link>
         <description><![CDATA[<div>A literatura na área da educação especial, em uma perspectiva inclusiva, aponta para a importância de se elaborar um Plano de Ensino Individualizado (PEI), que preveja as estratégias pedagógicas adequadas ao desenvolvimento das habilidades e das necessidades de cada estudante que faz parte do público-alvo da educação especial, tais como estudantes com TEA e AH/SD.<br>A elaboração do PEI deve ser permeada por um enfoque que priorize a qualidade do processo ensino-aprendizagem, com ações de discussão, reflexão e troca de informações, como forma de gerar uma comunicação ativa.</div><div>Assim, o PEI tem como pressuposto o acesso a participação integral do estudante, com promoção da aprendizagem, desenvolvimento, permanência e sucesso escolar. O que se destaca é que o trabalho a partir do PEI apresenta como foco uma abordagem integrada e dialógica, com garantia de interlocução entre todos os atores envolvidos no processo.</div><div>Sem a elaboração deste plano, fica muito difícil promover um atendimento educacional qualificado e que considere os princípios básicos da educação especial, que são promover autonomia, participação e aprendizado.</div><div>O PEI representa um instrumento de definição de metas (expectativas de aprendizagem) para atendimento integral aos estudantes, a partir do processo de Avaliação Pedagógica, que deve nortear a ação pedagógica e o trabalho a ser desenvolvido. Aponta as habilidades e os interesses dos estudantes, bem como suas necessidades, possíveis barreiras, prioridades e metas a serem atingidas. Define os apoios, recursos, mediações de aprendizagem e mediações assistivas necessárias em cada área.<br>O estudante deve ser considerado como o centro do processo na construção do PEI. Assim, é preciso que se criem oportunidades de participação para o estudante durante o processo da construção e elaboração do PEI.<br>A participação do estudante pode ser expressa de muitas formas, sendo a observação e a avaliação contínua, aspectos fundamentais para os profissionais da equipe escolar que farão a mediação para efetivar essa participação. O PEI está diretamente ligado ao Projeto de Vida do estudante.<br>A elaboração do PEI e a forma como ele vai se estabelecer precisa estar definido no Projeto Político Pedagógico da unidade escolar, assim como todo o processo de avaliação inicial e continuada, que fundamentarão sua construção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 22:12:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AULA 8: ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO</title>
         <author>liliayes1607</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Resolução <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=112035">CNE/CEB Nº 04/2009</a>, que normatiza as diretrizes operacionais do Atendimento Educacional Especializado (AEE), traz em seu artigo 5º que o <strong>AEE</strong> é realizado, prioritariamente, <strong>na sala de recursos multifuncionais da própria escola</strong> ou em outra <strong>escola de ensino regular</strong>, no <strong>turno inverso</strong> da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns, podendo ser realizado, também, em centro de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com a Secretaria de Educação ou órgão equivalente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios.<br>Esse espaço multifuncional deve conter equipamentos, mobiliários e materiais didáticos, visando ao desenvolvimento de habilidades gerais e/ou específicas, de caráter pedagógico complementar, para estudantes com deficiência ou TEA, e suplementar, para aqueles com AH/SD. Cada turma pode ser formada por até sete estudantes da mesma escola ou de unidades próximas, de sorte que o atendimento ofertado por um educador especializado pode ser individual ou em pequenos grupos – com, no mínimo, duas e, no máximo, três aulas diárias, não podendo ultrapassar 8 (oito) horas semanais.<br>No que se refere ao TEA, vale ressaltar que, mesmo que este estudante tenha um educador auxiliar na sala de aula comum, o AEE se faz necessário para trabalhar o desenvolvimento de habilidades e competências, que favorecerão a aprendizagem dos conteúdos escolares na sala comum. É muito importante que você compreenda que a finalidade da sala de recursos não é oferecer o reforço escolar, mas promover o desenvolvimento de habilidades, como atenção, memória, coordenação motora e outras que sejam necessárias para o estudante e definidas a partir da construção do PEI.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 22:21:43 UTC</pubDate>
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