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      <title>PISC -  mortalidade materna by Lucas Medeiros</title>
      <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 13:38:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-04-12 17:41:14 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Razão de mortalidade materna  nas diferentes regiões do Brasil. </title>
         <author>miguelmedeiros916</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/948471132</link>
         <description><![CDATA[<div>A razão de mortalidade materna é calculada como, o número de óbitos de mulheres em gestação, parto ou puerpério sobre o número de nascidos vivos, multiplicados por cem mil. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-21 18:48:47 UTC</pubDate>
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         <title>Dia 28 de Maio </title>
         <author>lucas19pgm</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/954174021</link>
         <description><![CDATA[<div>''A primeira data foi definida em 1984 na Holanda, no Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos, quando houve uma intensificação na discussão acerca da mortalidade materna. Tema que, mais tarde, deu origem a data nacional, durante o V Encontro Internacional Mulher e Saúde, realizado na Costa Rica. O objetivo é propor uma temática a cada ano para discussão e desenvolvimento de ações para prevenir mortes maternas evitáveis.''<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 22:03:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Causas da Mortalidade Materna</title>
         <author>fernandabarillo</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/954227064</link>
         <description><![CDATA[<div>As mulheres morrem como resultado de complicações que ocorrem durante ou depois da gestação e do parto. As principais causas de mortalidade materna, em todo mundo são: hemorragias graves (principalmente após o parto), doenças hipertensivas da gravidez (pré-eclâmpsia e eclâmpsia), infecções (normalmente depois do parto), complicações no parto, abortos inseguros, complicações anestésicas, infeções puerperais e parto distócico. As demais estão associadas a doenças como malária ou infecção pelo HIV durante a gravidez, embolias e condições pré-existentes. A maioria dessas complicações se desenvolve durante a gravidez e a maior parte delas pode ser evitada e tratada. Outros problemas de saúde podem acontecer antes da gestação, mas são agravados durante a mesma, especialmente se não forem tratados como parte do cuidado da mulher. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 22:32:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulheres mais afetadas pela mortalidade materna</title>
         <author>queziaoliveira1</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/954396774</link>
         <description><![CDATA[<div>Cerca de 830 mulheres morrem todos os dias por complicações relacionadas à gravidez ou ao parto em todo o mundo. A maioria dessas mortes ocorrem em ambientes sem recursos e sem médicos especializados, logo, as mulheres mais afetadas vivem em áreas rurais e comunidades mais pobres. Essas mulheres possuem baixa renda e baixa escolaridade, com índice de mulheres com menos de 11 anos de estudo, o que reflete uma grande desigualdade entre ricos e pobres no acesso à informação, educação e saúde. Juntamente com as questões socioeconômicas, emerge a questão racial,  em que a mortalidade materna de mulheres negras é de 2 a 4 vezes maior do que mulheres brancas, pelos mesmos motivos já citados. Mais da metade dessas mortes ocorrem na África Subsaariana e quase um terço no sul da Ásia, em ambientes precários e frágeis. Muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas se as mulheres tivessem acesso à maiores informações, recursos e médicos qualificados para acompanharem a gravidez e o nascimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 00:20:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é Mortalidade Materna?</title>
         <author>bellawildberger</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/954418716</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de mortalidade materna é onde ocorre a morte de uma mulher durante a sua gestação ou até mesmo 42 dias após o seu término de gestação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 00:31:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caracterização das unidades de saúde relacionada a Mortalidade Materna </title>
         <author>mateuslima4</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/956211582</link>
         <description><![CDATA[<div>Afim de combater a mortalidade materna, o SUS proporciona, por meio da Rede Cegonha, o planejamento reprodutivo e assistência à gestante durante o pré-natal, parto, nascimento e período puerpério, com atenção integral à saúde da criança</div><div>As unidades de saúdes relacionadas a Mortalidade Materna são todas aquelas envolvidas no processo da gravidez, desde a suspeita da gravidez até o puerpério. Entretanto, de acordo com as circunstâncias da gravidez, as unidades de saúde envolvidas no processo podem variar. Abaixo iremos caracterizar cada uma delas de acordo com o período da gestação. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 14:02:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Início da gravidez</title>
         <author>liviataves</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/956227527</link>
         <description><![CDATA[<div>O início da gravidez ocorre na Unidade Básica de Saúde (atenção primária): na UBS é onde ocorre, inicialmente, o diagnóstico da gravidez, que pode ser feito pelo médico ou pelo enfermeiro da unidade. Após confirmação da gravidez em consulta médica ou de enfermagem, dá-se o início do acompanhamento da gestante na atenção primária. Além disso, os agentes comunitários devem, ao entrar em contato com a gestante, na unidade de saúde ou na comunidade, buscar compreender os múltiplos significados da gestação para aquela mulher e sua família, além de realizar visitas domiciliares. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 14:06:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pré-natal</title>
         <author>liviataves</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/956259060</link>
         <description><![CDATA[<div>O pré natal pode ocorrer nas seguintes unidades de saúde: </div><div><strong>1-</strong> <strong>Unidade básica de Saúde (atenção primária):</strong> A gestante classificada como de baixo risco, realiza as consultas de pré-natal na própria unidade de saúde ou durante visitas domiciliares. De acordo com a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem - Decreto no 94.406/87 -, o pré-natal de baixo risco pode ser inteiramente acompanhado pela enfermeira. Nesse momento, a gestante deverá receber as orientações necessárias referentes ao acompanhamento pré-natal, como consultas médicas e de enfermagem, visitas domiciliares e reuniões educativas.</div><div> </div><div><strong>2- Hospital de atenção secundária</strong>: A gestante classificada como de alto risco é encaminhada para a atenção secundária, onde há assistência especializada com recursos tecnológicos para um rápido diagnóstico. Neste nível, a gestante deverá ter assegurada as consultas, com atenção especial ao seu quadro clínico.</div><div> </div><div><strong>3- Casas de Gestante, Bebê e Puérpera (atenção terciária):</strong> são unidades de cuidado peri-hospitalares que acolhem, orientam e acompanham: gestantes que demandam atenção diária em serviço de saúde de alta complexidade, e também, gestantes que pela natureza dos agravos apresentados e pela distância do local de residência, não possam retornar ao domicílio no momento de pré-natal.</div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 14:12:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tabela 1- Razão de mortalidade materna no Brasil de 2009 a 2018  </title>
         <author>miguelmedeiros916</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/956271697</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da análise dos dados, as duas regiões com maior razão foram a região Norte, com 93,6 em 2014, e a região Nordeste com 83,3 em 2010. <br>Além disso,  as regiões Sul e Sudeste demonstraram as menores taxas da razão de mortalidade materna, com 36,6 em 2013 e 46,6 em 2012, respectivamente. <br>Ademais, é possível analisar a variação entre os anos de 2009 e 2018, na qual, em primeiro lugar, esta a região Sul , que diminuiu em 23 mortes maternas para cada 100.000 nascidos vivos, e a região Nordeste em segundo, com um decréscimo de 15 óbitos maternos para cada 100.000 nascidos vivos.<br><br>Fonte: MS,2020. Boletim Epidemiológico N° 20.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 14:15:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parto  </title>
         <author>mateuslima4</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/956485573</link>
         <description><![CDATA[<div>O parto pode ocorrer nas seguintes unidades de saúde: </div><div>1- <strong>Centros de Parto Normal Intra e Peri-hospitalares (atenção secundária)</strong>: que são unidades de atenção ao parto e nascimento da maternidade/hospital, que realizam o atendimento humanizado e de qualidade, exclusivamente ao parto normal sem distócia, e privilegiam a privacidade, a dignidade e a autonomia da mulher ao parir em um ambiente mais acolhedor e confortável e contar com a presença de acompanhante de sua livre escolha. Essas unidades são geridas por enfermeiras (os) obstetras e devem estar sempre organizadas no sentido de promover a ampliação do acesso, do vínculo, da atenção humanizada ao parto e ao nascimento e da detecção precoce de problemas.</div><div><br></div><div>2- <strong>Centro de Parto de Alto Risco (atenção terciária)</strong>: são unidades de atenção ao parto e nascimento da maternidade/hospital que são referências em gestação, parto, nascimento e puerpério de alto risco. As unidades devem oferecer condições de permanência, alimentação e acompanhamento pela equipe de referência, com especial empenho pela manutenção da autonomia da mulher e a visita aberta, sendo fundamental manter o modo de cogestão para as decisões da casa e uma ambiência humanizada.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-24 15:01:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linha de cuidado materno infantil </title>
         <author>lucas19pgm</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/956663418</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é um QR code sobre uma linha de cuidados materno e infantil, ele retrata a importância da saúde desses indivíduos e sua melhor forma de preveni-la. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 15:38:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Puerpério </title>
         <author>laurinharabello2010</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/956840140</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O puerpério pode ocorrer nas seguintes unidades de saúde: </li></ul><div>1- <strong>Unidade básica de Saúde (atenção primária)</strong>: O acompanhamento pós parto quando a gestante não é de alto risco oorre na atenção primária, no pós-parto imediato e nas primeiras semanas após o parto é fundamental para a saúde materna e neonatal.Recomenda-se uma visita domiciliar na primeira semana após a alta do bebê. Esse acompanhamento deve ser incentivado desde o pré-natal, na maternidade e pelos agentes comunitários de saúde na visita domiciliar, uma vez que o risco da mortalidade materna é maior no pós parto. Os objetivos do acompanhamento pos parto são:</div><div> • Avaliar o estado de saúde da mulher e do recém-nascido; </div><div>• Orientar e apoiar a família para a amamentação; </div><div>• Orientar os cuidados básicos com o recém-nascido;</div><div> • Avaliar interação da mãe com o recém-nascido; </div><div>• Identificar situações de risco ou intercorrências e conduzi-las; </div><div>• Orientar o planejamento familiar</div><div>Além disso, consultas puerperiais deverão ser realizadas principalmente nos 42 dias pós parto.<br>2- <strong>Casas de Gestante, Bebê e Puérpera (nível terciário)</strong> : como já foi dito, são unidades de cuidado peri-hospitalares que acolhem, orientam e acompanham também: o puérperas e recém-nascidos de risco que demandam atenção diária em serviço de saúde de alta complexidade; o puérperas e recém nascidos que, pela natureza dos agravos apresentados e pela distância do local de residência, não possam retornar ao domicílio no momento de pré-alta; e  puérperas que necessitam de informação, orientação e treinamento em cuidados especiais com seu bebê.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 16:17:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceitos básicos de Mortalidade Materna </title>
         <author>bellawildberger</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/957609365</link>
         <description><![CDATA[<div>As mortes que são causadas no periodo de 42 dias após o termino da gestação, elas recebem dois códigos 097 e 096<br><br><strong>Existe varios tipos de mortes maternas</strong></div><ul><li><strong>Morte materna obstrétricae; se divide em duas partes.</strong></li><li><strong>Morte materna obstétrica direta: ocorre por complicações obstétricas devido a intervenção ou tratamento incorreto </strong></li><li><strong>Morte materna obstétrica indireta: é aquela resultante de doenças que existiam antes da gestação</strong></li><li><strong>Morte não obstétrica: é a resultante de causas como as externas não relacionadas à gravidez e seu manejo.</strong></li><li><strong> Mortalidade de Mulheres em Idade Fértil: corresponde aos óbitos de mulheres na faixa de 15 a 49 anos de idade.</strong></li><li><strong> Nativivo ou Nascido Vivo: Nascimento vivo e a expulsão ou extração completa do corpo da mãe, independentemente da duração da gravidez.</strong></li><li><strong>Obito Fetal: Obito fetal e a morte do produto da gestação antes da expulsão ou de sua extração completa do corpo materno, sem depender da duração da gravidez.</strong></li><li><strong>Abortamento: É a expulsão da criança sem vida, independente do tempo da gravidez.</strong></li></ul>]]></description>
         <pubDate>2020-11-24 19:28:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mortalidade materna X Covid-19</title>
         <author>fernandabarillo</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/957633410</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o  Instituto Santos Dumont, que mapeou os dados dos casos de mortalidade materna associados à Covid-19, apresentou um resultado distribuído entre 11 estados, sendo a maioria no Rio de Janeiro (20%) e São Paulo (20%). Dos 39 casos encontrados, 20 estão no Brasil, assim concentrando 51,28% das mortes de mulheres grávidas ou que tiveram bebês recentemente no mundo, associadas à suspeita ou confirmação de Covid-19, segundo a Organização Mundial da Saúde. Ainda é cedo para saber se o vírus tem efeito no feto. A transmissão pela placenta depende da quantidade do vírus na circulação materna. Até o momento, sabe-se que os dados indicam que os níveis de RNA viral no sangue materno são baixos e não há transmissão vertical, enquanto a transmissão perinatal existe, mas é rara. Depois da pesquisa conclui-se que entre 179 neonatos de mães com COVID-19, testados para SARS-CoV-2 ao nascimento, transmissão foi suspeita em 8 casos. Até o momento não há evidências de que o vírus seja transmitido através da amamentação, pois O coronavírus não foi detectado no leite materno de nenhuma mãe confirmada ou suspeita. Conclui-se que o quadro pode se agravar se a grávida possuir fatores de risco já conhecidos para casos graves de Covid-19, como diabetes, obesidade e hipertensão. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 19:35:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>queziaoliveira1</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/958252838</link>
         <description><![CDATA[<div>Nosso grupo chegou a conclusão que ainda há um alto índice de mortalidade materna por todo o mundo e que muitas mulheres morrem por complicações no parto, sendo as mais afetadas de regiões muito pobres e sem recursos, evidenciando a grande diferença de classes sociais.</div><div>Vimos também que o pré-natal pode ser acompanhado por 3 unidades de saúde com níveis diferentes dependendo da situação da gestante, e que muitas dessas mortes maternas poderiam ser evitadas se houvesse um acompanhamento médico especializado, por isso que a data de 28 de maio é super importante para discutir prevenções para mortalidade materna e possivelmente diminuir esse alto número de casos, com programas clínico-educacionais que não necessitam de grandes tecnologias, como: o planejamento familiar, a vinculação do pré-natal ao parto e educação sexual.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-25 00:38:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo:</title>
         <author>queziaoliveira1</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/962126730</link>
         <description><![CDATA[<div>Isabella Sodré, Laura Rabello, Lívia Taves, Lucas Medeiros, Mateus Lima, Maria Fernanda Barilo, Miguel Medeiros e Quezia de Oliveira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 02:02:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/962126730</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências </title>
         <author>laurinharabello2010</author>
         <link>https://padlet.com/lucas19pgm/82dig2bjnaychula/wish/963475288</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Rocha Silveira, Maria Antonieta. </div><h1>Mortalidade Materna na América Latina,2009. Disponível em: &lt; https://slideplayer.com.br/slide/5638876/&gt;. Acesso em: 20 de novembro de 2020.</h1><div><br>MO, Almeida e TM, Portugal. Gestantes e COVID-19: isolamento como fator de impacto físico e psíquico, 2020. Disponível em: &lt; https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1519-38292020000200599&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt &gt;. Acesso em: 20 de novembro de 2020.<br><br>Moura, Renata. Brasil tem mais mortes maternas associadas à Covid-19 do que 8 países juntos. Instituto Santos Dumont, 2020. Disponível em:&lt; http://www.institutosantosdumont.org.br/2020/05/28/brasil-tem-mais-mortes-maternas-associadas-a-covid-19-do-que-8-paises-juntos/#:~:text=Os%20dados%20sugerem%20que%20o,%2D19%2C%20por%20100.000%20habitantes &gt;. Acesso em: 19 de novembro de 2020. <br><br></div><div>Assistência Pré-natal: Manual técnico/equipe de</div><div>elaboração: Janine Schirmer et al. - 3ª edição-Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde -SPS/Ministério da Saúde, 2000. Disponível em: &lt;https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd04_11.pdf&gt;<br>Acesso em: 19 de novembro de 2020.<br><br>Série A. Normas e Manuais Técnicos</div><div>Série Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos – Caderno no 5, BRASÍLIA-DF, 2006. Disponível em: &lt;http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pre_natal_puerperio_3ed.pdf&gt;<br>Acesso em: 12 de novembro de 2020.<br><br>Distribuição na oficina sobre rede cegonha no seminário do conasems, Portal da saúde, 2011, disponível em: &lt;http://www.saude.pi.gov.br/ckeditor_assets/attachments/138/DOCUMENTOS_REDE_CEGONHA.pdf&gt; Acesso em: 20 de novembro de 2020.<br><br></div><h1>Mortalidade Materna no Brasil – Boletim Epidemiológico n.º 20/MS. Portal de Boas Práticas em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, 2020. Disponível em: &lt;https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/atencao-mulher/mortalidade-materna-no-brasil-boletim-epidemiologico-n-o-20-ms-maio-2020/&gt;. Acesso em: 23 de novembro de 2020. </h1><div><br>Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico N° 20. Volume 51. Maio/2020. Disponível em: &lt;https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/biblioteca/boletim-epidemiologico-no-20-maio-2020/&gt;. Acesso em : 23 de novembro de 2020.</div><div><br>Ferreira, Lola. Mães mortas: onde falha o sistema de saúde que negligencia a vida das mulheres negras. Gênero e número, 2018. Disponível em: &lt;http://www.generonumero.media/racismo-mortalidade-materna/&gt;. Acesso em: 22 de novembro de 2020.<br><br>Martins, Alaerte Leandro. Mortalidade materna de mulheres negras no Brasil. Scielo, 2006. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-311X2006001100022&amp;lang=pt&gt;. Acesso em: 22 de novembro de 2020.<br><br>Folha informativa - Mortalidade materna. Opas Brasil, 2018. Disponível em: &lt;https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5741:folha-informativa-mortalidade-materna&amp;Itemid=820&gt;. Acesso em: 22 de novembro de 2020.<br><br></div><div>DEFICIÊNCIA ANR E DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL. Manual Prático Para a Implementação da Rede Cegonha. Disponível em: &lt;http://anr-dpn.vjf.cnrs.fr/sites/default/files/rede-cegonha%20manuel%20copie.pdf&gt; Acesso em: 19 de novembro de 2020.<br><br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-26 13:29:10 UTC</pubDate>
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