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      <title>Principais concepções dos filósofos estudados em sala by MARIA TERESA NEVES BOTELHO DE ANDRADE</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-21 13:57:46 UTC</pubDate>
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         <title> Martin Heidegger</title>
         <author>78296</author>
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         <description><![CDATA[<div>• &nbsp; 1889-1976<br>• &nbsp; filósofo e professor alemão<br>•&nbsp; as suas reflexões ajudaram a fundar o existencialismo e mudar a perspectiva filosófica<br>•&nbsp; a principal pergunta da filosofia deve ser sobre o <em>Ser</em>. No passado, os filósofos não indagavam sobre o <em>ser </em>e sim sobre o <em>ente</em>, uma coisa; ou então, buscavam entender o ser humano a partir de relação com os objetos e com o meio que ele estava<br>•&nbsp; para o estudioso alemão o homem é um “Dasein”. O verbo, de origem alemã significa “sein” – ser e “da” – aí. Desta forma, o homem é um “ser aí” que é neste mundo</div><div>•&nbsp; o "Dasein" deve transformar sua existência em projeto que só terminará com a morte<br>•&nbsp; aqueles que não compreendem ou não aceitam o fim da vida viverão uma existência autêntica e são chamados por Heidegger de “Dasman”<br>•&nbsp; Heidegger propõe que aceitar nossa condição de seres finitos é primordial para levar uma existência autêntica<br>•&nbsp; frase: "<em>Morrer não é um acontecimento; é um fenômeno a ser compreendido existencialmente"<br></em>• &nbsp; principais obras:&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; - "Ser e Tempo"<br>&nbsp; &nbsp; - "Introdução a Metafísica"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 13:58:19 UTC</pubDate>
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         <title>Nietzsche</title>
         <author>78296</author>
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         <description><![CDATA[<div>• &nbsp; 1844-1900<br>• &nbsp; filólogo (estudioso de línguas clássicas, como o latim e o grego antigo), poeta e filósofo alemão contemporâneo<br>• &nbsp; cronologia da sua obra dividida pelos estudiosos em três grandes momentos: juventude, período intermediário e maturidade.<br>• &nbsp; juventude:&nbsp; filósofo ficou imerso no estudo das tragédias gregas, sua elaboração e sua constituição.&nbsp; Enxergou na cultura grega pré-socrática uma cultura autêntica, ainda não contaminada pela racionalização imposta por Sócrates e livre da moral judaico-cristã.<br>• &nbsp; período intermediário: <br>&nbsp; &nbsp; - influencia vinda da política bismarckista de&nbsp; unificação alemã<br>&nbsp; &nbsp; - somente a cultura garantiria o desenvolvimento humano, e não a força de um Estado e da guerra<br>&nbsp; &nbsp; - ideia de <strong>morte de Deus</strong><br>• &nbsp; maturidade: <br>&nbsp; &nbsp; - investigações acerca da moral<br>&nbsp; &nbsp; - O cristianismo apareceu como uma rebelião escrava da moral que resultou na inversão de valores morais<br>• &nbsp; frase: "<em>O cristianismo perverteu a Eros; este não morreu, mas degenerou-se, tornou-se vício.</em>"<br>• &nbsp; principais obras:&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; - "Nascimento da tragédia"<br>&nbsp; &nbsp; - "Humano, demasiado humano, A gaia ciência e Aurora"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 13:58:28 UTC</pubDate>
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         <title>Sartre</title>
         <author>78296</author>
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         <description><![CDATA[<div>• &nbsp; 1905-1980<br>• &nbsp; filósofo e crítico francês<br>• &nbsp; o ser humano existe como uma coisa e uma consciência (mente)<br>• &nbsp; pensamentos sobre a liberdade humana<br>• &nbsp; teoria sobre o existencialismo<br>• &nbsp; era marxista e comungava com as ideias socialistas aplicadas no campo prático<br>• &nbsp; pacifista e contra qualquer guerra armada<br>• &nbsp; contra a imposição direta de ditaduras opressoras<br>• &nbsp; frase: “<em>Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem</em>.”</div><div>• &nbsp; principais obras: <br>&nbsp; &nbsp; - “O Ser e o Nada: ensaio de ontologia fenomenológica”<br>&nbsp; &nbsp; - “<em>Náusea</em>”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 13:58:37 UTC</pubDate>
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         <title>Emmanuel Mounier </title>
         <author>78296</author>
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         <description><![CDATA[<div>• &nbsp; 1905-1950<br>• &nbsp; personalismo foi a alternativa entre o marxismo e o espiritualismo para enfrentar a crise e o individualismo.<br>•&nbsp; o personalismo surgiu como uma “atitude civilizadora”, apresentava métodos de ação para operar as transformações no mundo em um contexto político e social marcado pelo pessimismo<br>•&nbsp; o personalismo posiciona-se contra o capitalismo, considerando-o uma subversão da ordem econômica, mas também contra aquilo que se referem como “coletivismo marxista”, que seria a negação da “pessoa”<br>•&nbsp; o personalismo, para Mounier, deveria desenvolver-se a partir das seguintes “linhas de ação”:<br>&nbsp; &nbsp; - deveria ter independência em relação aos partidos políticos, mas sem assumir uma posição anárquica ou apolítica. Era preciso avaliar as perspectivas e, em caso de ações coletivas que permitissem ao indivíduo determinar sua própria ação, fazer parte do coletivo deveria ser preferível ao isolamento<br>&nbsp; &nbsp; -as atividades e os meios de realização deveriam ser delimitados de forma rigorosa. Apenas afirmar os valores não tem uma força absurda ou mágica<br>&nbsp; &nbsp; - coerente com a busca por uma perspectiva ampla, afirmada no tópico 1, em cada questão é preciso diferenciar os “dados vis” dos “dados nobres”<br>&nbsp; &nbsp; - deve-se buscar a liberdade, até mesmo a liberdade em relação aos nossos próprios pensamentos que se mostrem equivocados durante a investigação. Por isso, é preciso libertar-se de doutrinas que guiam a nossa visão, mesmo que isso signifique ter que assumir uma posição diferente da que se tinha assumido até então para permanecer fiel ao próprio espírito<br>&nbsp; &nbsp; -a revolução não leva automaticamente a uma solução da crise. O que solucionaria a crise seria uma completa revisão dos valores, modificação das estrutras da sociedade e renovação das classes dirigentes.<br>• entender o ser humano como “pessoa” é entender o “valor absoluto” do humano, ou seja, como finalidade da organização política<br>• frase:<em> "Todo o trabalho trabalha para fazer um homem ao mesmo tempo que uma coisa."</em><br>• principal obra:&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;- “O personalismo e a revolução do século XX”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 13:58:48 UTC</pubDate>
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         <title>Paul Ricoeur</title>
         <author>78296</author>
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         <description><![CDATA[<div>• 1913-2005<br>• foi um dos grandes filósofos e pensadores franceses do período da Segunda Guerra Mundial <br>• desenvolveu contribuições para a fenomenologia e a hermenêutica , em constante diálogo com as ciências humanas e sociais<br>• interessou-se no existencialismo cristão e na teologia protestante<br>• Seu trabalho está centrado nos conceitos de&nbsp; significado, subjetividade e na função heurística da ficção, especialmente da literatura e da história.<br>• o amor e a justiça parecem pertencer a duas lógicas antagônicas inconciliáveis<br>• a justiça pressupõe a lógica ou a economia da reciprocidade enquanto o amor pressupõe a lógica ou a economia da doação<br>• o paradoxo do amor e da justiça é conservado por Paul Ricoeur na forma de uma mediação poética, tal como essa pode ser encontrada na coexistência das duas lógicas nos textos religiosos sobre a regra de ouro<br>• frase: <em>"Não pode haver uma totalidade da comunicação. Com efeito, a comunicação seria a verdade se ela fosse total." </em><br>• principais obras:&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;- "Tempo e Narrativa"&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;- "O si-mesmo como um outro"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 13:58:56 UTC</pubDate>
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