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      <title>Aula de leitura 7º, 8º e 9º(s) by Prof. Fabi</title>
      <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz</link>
      <description>Leitura do livro escolhido por você</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-14 22:51:04 UTC</pubDate>
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         <title>Olá, conforme combinado, você irá ler um livro de sua escolha neste bimestre. Não esqueça de publicar, semanalmente, os resumos das páginas lidas do seu livro; lembrando que a leitura e as publicações aqui feitas valem nota bimestral. Boa leitura a todos!</title>
         <author>fabianamachado7</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/863747086</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 22:07:07 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Nicoli Siewerdt, 9A, 27-10, Livro: a cinco passos de você página 1 à 15</title>
         <author>siewerdtrafa</author>
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         <description><![CDATA[<div>o livro começa com a percepção de Stella, uma adolescente que sofre com o problema de fibrose cística. Ela, estava novamente no hospital para uma checagem de rotina. Como diz ela, 70% do tempo ela tem uma vida normal, vai a escola, sai com suas amigas Camila e Mya, entre outras coisas, mas nos outros 30% a fíbrose toma conta da vida dela e faz ela perder momentos importantes, como por exemplo a viagem de formatura da turma dela que é o motivo pelo qual Camilla e Mya vieram visitá-la. Elas começaram a conversar e a tentar convencer Stella a ir na viagem, porém, ela está literalmente entre a vida e a morte, então se ela for a essa viagem ela pode não voltar viva. Então acontece um momento que Stella não imaginou que iria ser tão difícil, a despedida. As meninas iriam para Cabo, enquanto Stella teria que ficar tomando antibióticos em um hospital. Como uma forma de se distrair, Stella grava vídeos para o youtube e sempre tem uma lista de coisas para fazer no dia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 12:43:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom dia,eu sou o Rodrigo Raduenz do 7A,hoje eu comecei a ler o livro Robinson Crusoé,eu li as páginas 1 até 14,essas páginas falam que Robinson Crusoé morava com seus pais e tinha uma vida muito boa,mas ele tinha um desejo,o de se aventurar em alto mar,seus pais sempre pediam para ele ficar morando com eles e ter uma vida tranquila,mas ele não escutava e quando um dia lhe surgiu uma oportunidade de embarcar em uma viagem ele logo aceitou. Quando o navio já estava em alto mar começou uma forte tempestade,Robinson Crusoé estava apavorado e então começou a rezar,pouco tempo depois a tempestade passou,mas poucos dias depois houve uma nova tempestade,mais forte do que a anterior,todos os marinheiros começaram a rezar,depois de um tempo um marinheiro disse para Robinson Crusoé ir tocar a bomba,pois estava entrando muita água no navio,logo depois uma embarcação enviou um escaler(embarcação pequena) ao navio em que Robinson Crusoé estava e todos conseguiram se salvar e chegar em terra firme. Depois disso Robinson Crusoé pensou em voltar para a casa dos pais,mas pensou que isso seria uma imensa vergonha. Foi então que Robinson Crusoé foi a Londres e de lá embarcou em um navio que iria para a África. No meio da viagem o navio foi atacado por piratas e os tripulantes,incluindo Robinson Crusoé foram vendidos como escravos. Dois anos depois Robinson Crusoé conseguiu fugir e ficou um tempo escondido,até que um dia encontrou homens que lhe deram um lugar em uma viagem para o Brasil,a viagem foi tranquila. No Brasil Robinson Crusoé foi adquirindo terras e aos poucos se tornando um grande fazendeiro,até que um dia o vizinho de Robinson Crusoé lhe fez uma proposta,ir para a Guiné de navio capturar escravos sem o governo saber,Robinson aceitou e lá foram eles,durante a viagem aconteceu uma tempestade,que tirou o navio do rumo,depois de alguns dias eles avistaram terra firme,mas antes que eles conseguissem chegar a terra o navio encalhou em um banco de areia,então eles lançaram um escaler ao mar,todos conseguiram se salvare então eles começaram a remar em direção a terra mas uma onda virou o barco,Robinson Crusoé conseguiu se agarrar em algo sólido e conseguiu avançar até terra,onde caiu e apagou.(27/10/2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 13:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>Percy Jackson e o ladrão de raios ⚡       (Erick 9°B)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A história começa com Percy Jackson, um jovem de 12 anos que estudava em um internato para crianças problemáticas em Nova Iorque, e foi aí que tudo começou a dar errado, quando eles foram para Metropolitan Museum of Art.<br>Apresenta-se então, Sr. Brunner, o professor de latim paraplégico que iria guiar a visita ao museu, ele era um sujeito simpático, deixava os alunos brincarem na aula e tinha uma incrível coleção de armaduras e armas romanas<br>Então, Percy conta todas as confusões que aconteciam quando ele ia a um passeio e a narrativa volta ao presente, falando sobre Nancy Bobofit, uma garota cleptomaníaca que adorava atormentar o protagonista e seu melhor amigo, Grover, um jovem magrelo, que quase os põem em encrenca.<br>Eles seguem pelo acervo, indo em direção a ala grego-romana e é apresentado a professora de iniciação à álgebra, senhorita Dodds, que odiava o protagonista. Quando a turma foi lanchar fora do museu, Nancy Bobofit acabou arranjando briga com Percy e ele acabou empurrando-a no chafariz, sra. Dodds o chama e leva-o para dentro do museu, onde algo muito estranho acontece.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-27 19:14:05 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de um Banana (28/10/2020)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá eu sou Rafael Messerschmidt.<br>o livro conta a vida de Greg Heffley, ele não acha a ideia do ensino fundamental boa, pois tem pessoas não muito grandes dividindo espaço com gorilas que tem que se barbear, e que os anos letivos deveriam ser por altura. No primeiro dia de aula de Greg ele escolheu bem o lugar antes de sentar para não fica perto de débeis. Ele quer ser popular na escola para poder ficar perto das garotas, mas antigamente era mais simples, ser o corredor mais rápido. No outro dia Greg confere se o Queijo ainda está na quadra. O queijo está lá na quadra há muito tempo, daí um garoto chamado Darren Walsh tocou no Queijo e começou o Toque do Queijo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 12:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>Olá, meu nome é Kauã Da Silva Siewedt, sou do 7 ano A. Nome do livro: O PEQUENO PRÍNCIPE, tem 152 PAG.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>          quando o pequeno príncipe tinha 6 anos, ele queria ser desenhador, só que ele fez um desenho de um elefante dentro de uma jiboia, então ele mostrou pra familia e perguntou se dava medo. A familia respondeu que um chapéu não , mas a familia falou isso porque ele não expressou nada sobre oque era o desenho, então ele desistiu de ser desenhador. Assim ele foi vivendo e já trabalhava como piloto de avião, até que depois de 6 anos atrás ele teve um pane no deserto do Saara, o avião tinha quebrado alguma coisa no motor, ele tinha água pra 8 dias e ele estava mil quilômetros de qualquer habitação humana. Na primeira noite ele dormiu na areia, e imagina a surpresa que ele recebeu ao amanhecer, ele escutou uma vozinha engraçada pedindo pra que ele desenhasse uma ovelha. A primeira ovelha parecia estar doente, e ele desenhou outra e não era uma ovelha era um carneiro porque tinha chifres, e ele desenhou mais uma e ela recusou também essa era muito velha. Então já sem paciência ele desenhou uma caixa e falou que a ovelha que ele queria estava lá dentro e foi assim que ele ficou conhecido como PEQUENO PRINCIPE !!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 13:21:56 UTC</pubDate>
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         <title>Natanael Sousa Alves 7°A  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Livro: O sangue do Olimpo <br>O sangue do Olimpo é uma continuação do livro A casa de Hades que é de uma série de livros sobre mitologia greco-romana, onde Jason, Piper e Annabeth estão tentando pegar o máximo de informações possíveis para que consigam deter Gaia ( a vilã e Deusa da Terra) e seus filhos (os gigantes) para que não destruam o Olimpo e a Terra então se infiltram numa casa cheia de fantasmas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 14:16:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aqui é a Ingrid do 7 ano B e eu Escolhi o livro Orgulho e Preconceito  e vou falar um pouco sobre ele .<br><br>O enredo de <em>Orgulho e preconceito</em> gira em torno da família Bennet, composta por marido, mulher e cinco filhas (Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia).</div><div>A história se passa em uma zona rural da Inglaterra durante o início do século XIX.</div><div>Elizabeth Bennet, a segunda filha mais velha, será a protagonista da trama. Uma jovem bela, orgulhosa, de personalidade forte e vanguardista para o seu tempo, Lizzie, como é chamada pelos íntimos, carrega dentro de si inquietações com as convenções sociais do seu tempo.</div><div>Sua mãe, ao assistir as opiniões e atitudes da filha, a considera um caso perdido em relação a possibilidade de conseguir um casamento.<br>E é isso !!!!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 17:19:02 UTC</pubDate>
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         <title>O PEQUENO PRÍNCIPE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Heloisa A. Ripp, sou do 7 ano A.  Nome do livro: O PEQUENO PRÍNCIPE, tem 71 PAG, (único PDF que achei com mais páginas). página 1 a 15; Começa a história, LÉON WERTH quando ele era pequeno, quando tinha 6 anos, li o livro Floresta Virgem, que representava uma jiboia que engolia uma fera. o livro dizia: "As jiboias engolem, sem mastigar, a presa inteira.  Logo peguei meu lápis e desenhei, mostrei meu desenho a pessoas adultas, ao qual perguntou meu desenho lhes fazia medo? Todos respondiam, Por que um chapéu faria medo?, e ninguém falava para ele que era uma jiboia que engolia uma fera, então desistiu de ser desenhista. até o dia, cerca de seis anos atrás, em que tive uma pane no deserto do Saara. Alguma coisa se quebrara no motor. Era, para mim, questão de vida ou de morte. Só dava para oito dias a água que eu tinha. despertar do dia, uma vozinha estranha me acordou. Dizia: - Por favor ... desenha-me um carneiro. Logo desenhei, Não! Esse já está muito doente. Desenha outro. Desenhei de novo. Bem vês que isto não é um carneiro. É um bode, desenhei de novo, Este aí é muito velho. Quero um carneiro que viva muito. Então comecei a perder a paciência, Esta é a caixa. O carneiro está dentro. - Era assim mesmo que eu queria!. um ditador turco obrigou o povo, sob pena de morte, a vestir-se à moda Europeia. O astrônomo repetiu sua demonstração em 1920, numa elegante casaca. Logo disse- eu não gosto que leiam meu livro, Faz já seis anos que meu amigo se foi com seu carneiro, é justamente porque não o quero esquecer. É triste esquecer um amigo. E logo disse- E eu corro o risco de ficar como as pessoas grandes, que só se interessam por números. Principezinho me interrogou, É verdade que os carneiros comem arbustos? Sim. É verdade, É fato. ( resumo do dia 27/10/2020);</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 22:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Spy Pups; A ilha do perigo          Gustavo Schroeder 9A p.1 À 10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/872620029</link>
         <description><![CDATA[<div>Um homem estava brincando com seu cachorro a meia noite na praia, ele jogava gravetos e o cão pegava. Na última jogada o cão parou e começou a latir diante o mar. Um gigante monstro com enormes destes subiu a superfície e depois desceu formando uma onda que derrubara os dois. No dia seguinte o homem foi a delegacia mas os policiais não queriam fazer nada e não estavam nem ai. Enquanto isso os reportes estavam na praia que foi toda suja de óleo por esse tal monstro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 10:31:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/872776846</link>
         <description><![CDATA[<div>Diego H. Ripp 8⁰ ano A, eu escoli o livro Pequeno Príncipe. <br>Um menino quando ele era menor ele viu num livro uma ilustração de uma jiboia comendo um rato, então ele decidiu fazer uma replica daquilo, pra ele estava perfeito, porém como toda via quando ele perguntava ao homens grandes (os adultos) eles respondia que o desenho dele era um chapéu.  Certo dia numas da aventuras do menino, o seu avião falhou e ele caiu no Deserto de Saara, ele dormiu e já de manhã um menino (o pequeno Príncipe) o acordou falando o seguinte: <br> - desenha-me um carneiro.<br> O menino então pegou um papel um lápis e foi desenhar o carneiro, após algumas tentativas falhadas ele desenhou uma caixa e falou o seguinte:<br> - o seu carneiro está aí dentro. <br> Opequeno Príncipe falou que era isso mesmo queele queria. Após uma série de conversas o menino descobriu que o pequeno Príncipe era de um outro planeta, o menino desconfiava que ele poderia ser do asteróide B612, que foi descoberto por um astrônomo Turco. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 12:08:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/874830719</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Eduarda Schneider 8º ano A, o livro que eu escolhi foi ✨Harry Potter e a pedra filosofal ✨ <br>O Sr. e a Sra. Dursley moravam na rua dos Alfeneiros, número 4, eles se orgulham em dizer que eram normais ao contrário da Irmã que virou uma Potter, os Dursley ( Petúnia, seu marido e o filho deles Duda) não se misturavam com os Potters (a irmã seu marido e o filho deles Harry Potter) eles tinham medo que descobrissem os seus segredos e que a sua irmã era uma Potter. Em uma manhã de terça-feira o Sr. Dursley cantarolava ao escolher a gravata mais sem graça de seu guarda-roupa, em seguida na esquina da rua que começou a ficar estranho, ele viu um gato lendo um mapa, o Sr. Dursley virou rapidamente a cabeça para dar uma segunda olhada, mas para não se atrasar entrou no carro e ignorou o gato. Assim q saiu da cidade viu que tinha muita gente vestindo capas largas, mas achou que era mais uma moda estranha, chagando no trabalho ele sempre sentava de costas para a janela em seu escritório, tinham várias corujas que voavam pela cidade mas Sr. Duraley acabou não vendo, chegando em casa viu os noticiários e viu sobre as corujas aí ele achou mais estranho ainda porque as corujas só vinham de noite quando ninguém conseguia ver. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 20:29:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tokyo Gohul, capítulo um</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<var>Tokyo Gohul, edição 1, escrito por Sui Ishida<br>Capítulo 1 – Tragédia 
<br>Caroline Rauber Cunha, 7° Ano A
<br>NOTA: Achei que desta vez eu iria resumir O Exorcista, mas o livro é muito longo e tem muitos capítulos (eu precisaria de pelo menos 3 meses para resumi-lo), então acabei escolhendo um mais curto: meu mangá de Tokyo Gohul. Ele tem 218 páginas e 9 capítulos, acabei escolhendo–o pois gosto muito da história e por ser o único mangá de capítulo 1 que eu tenho, então é mais fácil resumir a história. 
<br>            Tudo começou quando Ken Kaneki e seu amigo Hide estavam em uma cafeteria e ouviram notícias na TV de que mais uma pessoa foi morta por gohuls. Após isso os dois discutem se os gohuls são ou não reais e se estão infiltrados entre eles. Minutos depois a garota a pela qual Kaneki é apaixonado, Rize Kamishiro aparece na cafeteria e depois de vê-la Hide vai embora. Assim Ken recomeça a ler o livro que estava lendo antes, mas o deixa cair no chão, então ele esbarra com Kamishiro e ela o pega para ele. Os dois conversam sobre o livro pois gostam da mesma autora e acabaram marcando um encontro em uma biblioteca para falar de seus livros favoritos.
<br>            Posteriormente Kaneki se encontrou com Hide e contou sobre o encontro, recebendo encorajamento do amigo. Após isso, Ken foi para sua casa e lá começou a pensar qual roupa iria usar para encontrar-se com Kamishiro, quando o noticiário informou mais uma morte por gohuls.
<br>            No dia seguinte Ken e Rize se encontram na biblioteca e conversaram sobre livros, quando Kaneki percebeu que Kamishiro não comeu seu sanduíche, curioso, ele perguntou o porquê, mas ela apenas deu a desculpa de que estava fazendo uma dieta, mesmo não precisando. Kaneki não percebeu, mas o fato de Rize não querer comer o sanduíche foi um indicador de que ela era uma Gohul, já que esses seres detestam qualquer tipo de comida exceto carne humana e café, para eles qualquer tipo de alimento (exceto os citados) tem um gosto horrível.
<br>            Quando o encontro se encerrou eles saíram da biblioteca e foram caminhando até chegarem num ponto onde deveriam se separar pois suas casas estavam em lados opostos, mas Rize pediu a Kaneki que a acompanhasse até sua casa, mentindo que tinha medo de ser morta por um Gohul, já que estavam havendo ataques naquela área. Momentos depois ela o abraçou e disse que percebeu que Kaneki a estava observando, falando que também estava de olho nele, e mordeu seu pescoço. Logo após Kamishiro o perseguiu com garras que saiam de suas costas e Ken percebeu que esbarrar com Rize e o fato dela o convidar para um encontro era um plano para atraí-lo à um lugar onde ninguém pudesse ver e devorá-lo, pois Kamishiro era uma Gohul. 
<br>Enquanto Ken corria para se alvar, ela perfurou suas costelas com uma das garras gigantes, Kaneki se encostou numa parede, ainda vivo, e quando Rize ia matá-lo um monte de vigas de construção e restos de cimento caíram em cima dela, matando-a e por pouco não esmagaram Kaneki também. Pessoas nos arredores ouviram o estrondo e foram ver o que tinha acontecido, percebendo a situação chamaram os médicos. Ken desmaia e acorda no hospital, já na sala de cirurgia, onde perde a consciência novamente.
<br>            Para Kaneki sobreviver o médico responsável transplantou órgãos de Kamishiro em Ken, já que o sangue de ambos era compatível, Kaneki acordou no meio da operação e escutou as vozes dos médicos, sem saber do que se tratava. Depois os médicos anunciaram que a cirurgia foi um sucesso. Ken começou a pensar que se escrevessem uma obra onde ele fosse o protagonista, com certeza seria uma tragédia. Nesse momento seu olho esquerdo fica totalmente negro e com a íris vermelha, assim como os olhos dos gohuls, encerrando o capítulo.</var><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-31 15:05:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/880229597</link>
         <description><![CDATA[<div>VITÓRIA MORAES DE SOUZA<br>ALUNA DO 9 ANO A<br>LIVRO; A CURA QUÂNTICA<br>DEEPAK CHOPRA 59 EDIÇÃO<br>O LIVRO TEM 320 PÁGINAS<br><br><br>Eu comecei lendo a introdução pessoal do autor 7-18<br>Basicamente as primeiras páginas contam como Deepak teve sua inspiração e quem o contou o tão subestimado segredo da cura quântica, um indiano com o nome de Maharishi.<br>Deepak é um médico do oriente que procura sempre novos conhecimentos e técnicas para desenvolver e ajudar seus pacientes, a maioria deles em fase terminal (câncer). O livro é como um diário que conta por onde ele foi e sempre nos ensinando tudo que ele vai aprendendo ao longo dessa jornada em busca da CURA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-01 17:28:32 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Duarte Fagundes 9 Ano a</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>comecei a ler o livro: Voo Fantasma<br>Capitulo 1 <br>   Começa falando de um homem lutando pra recobrar seus sentidos, ele se esforçava para abrir seus cílios grudados de sangue que havia secado colando suas pálpebras.<br>   Ele recuperava vagarosamente sua visão e descrito que parecia haver cacos de vidro em seus olhos de tanto que estavam ardendo, e dito que a primeira coisa que ele toma ciência de ser concreta e uma barata, ele não lembrava de nada oque havia o ocorrido, ele se deu conta de estar deitado no chão, a barata veio em sua direção e subiu em sua cabeça ele sentia ela mastigando sua carne apodrecida, ele deu um grito mudo e se deu conta de dezenas de baratas fervilhando sobra seu corpo, como se estive morto a um tempo, uma náusea invadia sua cabeça e ele se perguntava por que não escutava o próprio grito.<br>   Ele tentava se mover fazendo grande esforço mas uma dor terrível era sentida por ele, ele tentava tirar uma barata de seu olvido com a pulsação de seu corpo quando gritou TIREM ISSO! TITREM ISSO DAQUIIIII!, logo lhe veio uma forte vontade de vomitar mas nada lhe restava no estomago além de uma crosta seca, a parede do estomago, ele estava desesperado tentando afastar as baratas mas estava incapacitado de se mover, então ele escuta uma voz humana muito mais aterrorizante que a horda de insetos o devorando, uma voz que se deliciava com o sofrimento que via o sofrer, essa voz fez o relembrar oque avia o ocorrido, assim que ele lembro desejou o inferno, ele lembrou de que foi acusado por um crime que não havia cometido, que havia sido condenado por um ditador maluco, então loco perdeu as forças de novo.<br>   Do nada e jogado um balde de urina em sua cabeça, isso o deu um susto o fazendo ficar mais ágil tentando retirar o liquido nojento de seu olhos e de sua face e espantando as baratas, logo sua mente pensa em varias maneiras de insulto, então começou os insultos mas logo parou, ele escuta uma voz familiar cantando o mantra de sua equipe, era seu grande amigo de equipe, seu amigo pega e diz vim tirar você daqui.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 13:19:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Natália S. Amaral 7° B <br>02/11/2020<br>A história tem um começo com um menino que vivia em um castelo como um rei. Sonhava em voar e inventar bicicletas com asas.quando cresceu  virou piloto de avião. <br>Em umas de suas viagens ele sofreu um acidente e caiu no deserto do Saara. E encontrou um menino de cabelos loiros no qual queria um carneiro que comesse umas sementes de baobá entes dessa planta cobrir todo o seu planeta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 15:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Henrique Issler, 7 Ano A.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>02/11/2020.<br>O Pequeno Príncipe.<br>Aos seis anos ele queria ser desenhista, ele se inspirou no livro Histórias Reais, que conta sobre floresta virgem. O primeiro desenho que ele fez foi de uma jiboia que engoliu sua presa por inteiro, após ter concluído seu desenho, saiu para perguntar o que entenderam desse desenho; Os adultos responderam que esse desenho não dava medo e parecia um chapéu. Inconformado com essas respostas, fez outro desenho de uma jiboia engolindo um elefante, mas sem incentivo de pessoas adultas desistiu de desenhar. Seguiu outra carreira, escolheu a profissão de piloto de avião. Ele vivia sozinho, cerca de seis anos atrás em uma de suas viagens, seu avião estragou bem no meio do deserto do Saara, cansado de tudo que aconteceu passou a noite dormindo em meio as areias do deserto. Ao amanhecer, um rapazinho o acordou e pediu para ele desenhar um carneiro para ele, primeiro ele falou que não sabia desenhar, mas novamente insistiu para desenhar um carneiro. Ele pegou seus primeiros desenhos que havia feito e começou a desenhar um carneiro, mas o menino falou que não queria uma jiboia e um elefante dentro dela, mas sim um carneiro; Algumas vezes pediu para desenhar certo o que tinha pedido a ele, cansado e sem paciência desenhou uma caixa e nessa caixa o carneiro estava preso. Com sorriso no rosto o rapazinho falou que era assim que ele queria seu desenho. Foi assim que ele travou conhecimento com o Pequeno Príncipe. Após algumas perguntas o homem demorou a entender de onde o pequeno príncipe veio; Ele quase tinha certeza que o pequeno príncipe veio de um pequeno planeta chamado de "Asteroide 325", esse asteroide foi visto apenas uma vez por um telescópio em 1909 por um astrônomo turco. Naquela época o turco fez um congresso para mostrar sua descoberta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 15:58:27 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur A.R.   (27/10/20) 7A                      Nas páginas (1 a 10)                                                A Tribo a Aldeia e o Sono            Numa clareira perdido no infinito mar de árvores, flores das mais variadas cores, sensações e cheiros. Neste local habitava uma tribo de índios guerreiros que viviam na mais solida e bendita paz. Suas manha refletiam o ouro e as pedras preciosas que brotavam da terra, suas tardes eram banhadas pela mais celestial sinfonia de suspiros, e as noites o passear da lua entre as estrelas e o coaxar dos sapos. Tudo neste local era repleto de um marasmo, uma lentidão que ate as breves cachoeiras caiam sem presa, naquela mesmice de respingos gelados. O Sol, imponente, com o calor não se intimidava nem mesmo diante das pancadas de chuva cotidianas. Houve um tempo em que Deus, ocupado com o outro lado do mar, não se via nem sabia, se esqueceu e por dois fins de tarde não choveu. Nesse meio tempo, os que não dormiram falaram que a noite veio, e em seguida foi se embora toda despretensiosa. A grande fogueira amanheceu ardendo forte e o galo cantando, e um Bacuri, que um dia sonhou partir, foi engolido por uma sucuri que descansava por ali. O chefe, cacique Rê, após o regresso do maior caçador dentre todos, Inhaim, temeu o fim dos tempos e por três dias não conseguia seu olhos pregar. Numa noite deitados na rede, espalmavam seus corpos contra os mosquitos que estavam sugando o sangue enquanto tentaram inutilmente dormir. Percebeu através de murmúrios entre o povo e viu que todos sofriam da mesma insônia que os perturbava e preocupou-se. As mães de peito forte entraram em sua oca, pedindo por socorro por seus pequenos de olhos amarelos e choro triste, o Pajé não dava mais conta de buscar raízes milagreiras para curar desarranjos que assolavam metade dos locais. Os bichos começaram a rodear a aldeia pois a comida ficara escassa no embrenhado matagal. De uma hora para outra, aparentemente a paz voltou à reinar por aquelas bandas, caiu um toró, os pequenos voltaram a comer, os animais partiram, tudo pareceu voltar como era antes. Mas nem tudo voltou a ser como era antes, pois o sono do povo não voltou de braços dados como os demais alívios. Acabaram se os gritos, danças infinitas, os olhos mantiam se abertos e irritantemente distraídos. Se as manhãs eram lerdas e as tardes arrastavam-se, as noites ficaram eternas. Foi convocada uma reunião com o conselho dos anciãos na Pedra Grande, todos os homens com seus olhos fundos e semblantes irrequietos argumentavam e sugeriam soluções. A confusão era grande, quando um índio sugeriu que fosse indicado o mais valente daqueles, para roubar, na calada da noite, o sono da tribo vizinha. Nem bem realizada a escolha, Carapaná mastigou algumas folhas, engoliu uns frutos de guaraná e partiu. Os homens da tribo depositavam todas as suas esperanças nele. Viram desaparecer, por entre as árvores a imagem daquele rapaz forte e de pele bronzeada. Todos se sentaram no chão, a esperar.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome do livro: Carapaná e o povo sem sono.<br> Autor: Fernando Henrique Becker Silva.                                                                            Total de paginas: 55 pgs.                                                                                                                                                                                                                                                                            <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 23:34:39 UTC</pubDate>
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         <title>Igor Leandro Reckelberg , 7 ano A.Diário de um banana, Volume 13.Batalha Naval</title>
         <author>igorreckelberg2008</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse livro vai falar sobre a dificuldade de Greg e de seu amigo Rowley no caminho para escola com toda aquela nevasca e o que eles são capazes de fazer para estarem sempre aquecidos.<br><br></div><div>Era uma segunda- feira do mês de janeiro e todos do bairro estavam curtindo o sol ,menos o Greg, segundo Greg ninguém se preocupa com o planeta porque está ficando cada vez mais quente ,e os culpados seriam os próprios humanos, como o nível do mar está subindo ele está tentando convencer os pais dele a comprar uma casa mais no alto .Ele está assustado e preocupado em fazer algo para ajudar o planeta, ele acredita que essa será a geração nova que irá ajudar o planeta, com tantas tecnologias avançadas, ele acha importante está por dentro das tecnologias .Seu irmão Rodrick acredita que futuramente terá membros robóticos. No dia seguinte seu amigo Rowley passou na sua casa para irem juntos para a escola, quando entrou na sala e viu o trabalho escolar de Rowley lembrou que tinha seu trabalho para terminar e que sua nota dependia desse trabalho, ficou desesperado porque tinha pouco tempo para terminar, ficou durante o recreio  fazendo o trabalho , mas precisava de roupa e comida para acompanhar o trabalho . A feira das nações iria ser na última aula , tinha a presença dos pais dos alunos seus pais não compareceram , ele ficou tenso pois não queria que ninguém perguntasse nada a ele .No dia seguinte  sua professora mandou bilhete para seus pais para ele refazer o trabalho . Sua mãe não deixou usar eletrônicos , somente nos finais de semanas.<br><br></div><div>Páginas lidas 1 ao 20.<br><br></div><div>Data: 02\11\2020.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 01:06:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vanessa Andréia Luedtke 7A<br>AS AVENTURAS DO CARA DE MACACO 1: O PERIGO VEM DO OUVIDO <br><br>Bom, nas primeiras 10 páginas que eu li, eles apresentam os dois personagens principais: Gene e Gerald. Eles são melhores amigos e tinham um programa de TV favorito: CIÊNCIA DA MELECA.<br>O programa mais nojento da TV estava prestes a começar. Era fato que Gerald e Gene adoravam tudo que era nojento e na excursão da escola, para uma fazenda, Gerald tentou observar um monte de esterco e acabou caindo nele. No programa de TV, o apresentador e seu periquito (os heróis dos meninos) vão fazer um comunicado muito especial! Eles iriam promover uma competição: a Melecona do Ano. Eles proporam que os telespectadores deviam fazer a meleca mais nojenta de todas! </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 11:29:05 UTC</pubDate>
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         <title>Spy Pups: a ilha do perigo        Gustavo Schroeder 9A p. 11 à 20</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>   Os cães espiões voltam de seu treinamento, Star se saiu bem ao contrario de Spud que não conseguiu correr o suficiente na prova. Spud fica decepcionado a Star triste pelo irmão mas feliz por ela ter ido bem. Eles voltam para casa e depois com sua mãe e seus donos vão até um laboratório de um cientista. O cientista fez uma nova invenção uma pílula para conseguir respirar debaixo da água. Então ele os apresenta a pílula fazendo uma demonstração na piscina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 11:52:45 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de um Banana (03/11/2020)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, eu Rafael Messerschmidt, continuando o livro, Greg diz que o único jeito de não pegar o Toque do Queijo é cruzando os dedos , mas não é fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora, por isso ele prendeu os dedos com fita adesiva. Um garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo, e no verão passado ele se mudou para a Califórnia e levou o toque do queijo junto com ele. Greg diz que está com dificuldade para se acostumar acordar cedo para ir a escola, pelo fato de o verão ter acabado. O verão para Greg  não começou bem, ele caiu em uma pegadinha que o seu irmão mais velho: Rodrick armou para ele, Rodrick disse que Greg tinha dormido o verão inteiro e que por sorte acordou bem a tempo do 1º dia de aula, Greg acreditou e se arrumou e foi tomar o café da manhã, mas o pai de Greg desceu as escadas e estava gritando com ele por comer Sucrilhos as 3:00 da manhã, Greg diz para seu pai que Rodrick pregou uma peça nele e era Rodrick quem deveria levar a bronca. Mas quando chegaram ao quarto de Rodrick ele disfarçou que estava dormindo e até hoje o pai de Greg pensa que ele tem um parafuso solto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 12:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>Luan 8 ano A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Livro: Zac Power <br>Casa do terror<br>Zac Power e seu irmão Leon estavão parado no meio do armazém de equipamentos da AIG, Leon estava daí admirando um alicate de fabricação exclusiva.<br>As vezes Zac não acreditava que Leon era seu irmão,e mais difícil que isso era acreditar que seu irmão era espião e trabalhava para uma organização de espiões supersecreta chamada Agencia de Investigação do Governo, ou AIG.<br>Aliás toda sua familia é espiã,inclusive ele mesmo.n<br>Normalmente ele não pasaria a tarde com seu irmão no armazém ainda mais para trocar lâmpadas mas se ele quisesse sair com seus amigos no dia seguinte teria que fazer aquilo. Antes de começar ele olhou seu spyPad (um mini computador portátil) para ver se nao tinha nenhuma missão mas não tinha nenhum sinal então ele pegou um dos jipes elétricos do armazém para chegar ate a estação de recarga para ver se nao estava sem bateria,quando ele saiu no meio do caminho ele escutou um estouro e toda a loja ficou escura ,e o jipe ficou desgovernado, derepente a luz volto e o caro parou,olhou seu spyPad novamente ele tinha recebido uma missão mas não era da AIG!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 14:05:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/886324282</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom dia,sou o Rodrigo Raduenz do 7A,hoje eu li as páginas 14 até 28 do livro Robinson Crusoé,essas páginas falam que quando Robinson Crusoé acordou estava em uma ilha e que ele percebeu que sua situação era terrível,pois ele olhouem volta e não viu seus companheiros de navio,depois de passar uma noite,Robinson Crusoé percebeu que o navio que ele estava havia encalhado perto da ilha,então ele foi nadando até o navio para coletar os recursos,como ele percebeu que haviam muitos recursos no navio,ele decidiu construir uma jangada para levar as coisas com mais facilidade para a ilha. Um dia Robinson Crusoé subiu até o alto de uma montanha para ver se conseguia avistar algum continente ou ilha,mas a tentativa não deu certo,pois tudo que ele via era só água do mar. Depois de algum tempo na ilha Robinson Crusoé começou a fazer uma casa para se proteger dos perigos da ilha. Como ele não queria gastar os recursos que havia coletado no navio ele caçava quase que diariamente. Para ele não se perder no tempo ele fez um calendário em que diariamente fazia um risco a faca. Um dia Robinson Crusoé estava trabalhando,quando percebeu que a terra começou a tremer,o mar começou a se agitar,o céu ia ficando cada vez mais escuro,ele ficou apavorado e começou a rezar,mas depois de um tempo começou um furacão,depois de três horas o furacão passou e o chão parou de tremer e então começou a chover. Então depois de um tempo Robinson Crusoé foi olhar os estragos que esses fenômenos causaram. Um dia ele sentiu muito cansaço,começou a ter muita febre e adoeceu,então ele começou a rezar e depois de um tempo ele ficou melhor. Depois disso ele decidiu explorar melhor a ilha,depois de andar por algum tempo ele encontrou Cana-de-açucar que era selvagem,ele também encontrou melões e uvas tudo isso já maduro,ele ficou muito alegre com a descoberta. (03/11/2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 14:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>Natanael Sousa Alves 7°A</title>
         <author>8259054440</author>
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         <description><![CDATA[<div>O sangue do Olimpo páginas 21 à 31: Jason disfarçado de Iro, consegue se  infiltrar na casa dos <em>gouhl </em>onde está buscando informações buscando informações para poder chegar em Atenas para poder deter Gaia, a mãe terra, mas quando estava tentando conseguir informações, ele foi descoberto e agora os <em>gouhls </em>estão tentando mata-lo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 14:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Caroline Rauber Cunha, resumo capítulo 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<var>Capítulo 2 – Metamorfose O capítulo se inicia com Kaneki escutando o médico responsável por sua cirugia  dando uma entrevista  numa rádio sobre transplante de rim feito em Ken e outras perguntas feitas a ele. Logo a cena corta para o médico perguntando para Ken como ele se sentia e se a comida do hospital era boa, o garoto afirma com relutância. Após isso Kaneki não consegue comer a comida do hospital por que para ele tinhaum  gosto horrível, quando a enfermeira que estava cuidando dele provou a comida e disse que não havia nada de errado com ela, Kaneki comeou a se preocupar. No dia seguinte Ken  recebeu alta e foi se encontrar numa lanchonete com Hide, durante o caminho ele refletiu sobre ele ter se alimentado basicamente de água nas semanas em ficou no hospital e que seu apetite só diminuiu. Quando se encontrou com Hide no restaurante acabou vomitando um hamburguer, o que só o preocupou ainda mais. No fim do dia ele está ouvindo um especialista em gohuls no rádio falando da forma como eles se alimentam e Kaneki percebeu que o transplante do rim  o modificou seu corpo. Depois, por sentir fome, ele tenta comer todo tipo de comida humana, sem nenhum sucesso. Quando saiu de casa no mesmo dia, Kaneki encontrou a atendente da cafeteria em que ele foi com Hide, Touka Kirishima,  quase sendo abusada por um bêbado, quando ele vê Ken, se aproxima dele e nesse momento Touka o mata cortando sua cabeça ao meio com a própria mão, assustando Kaneki. Touka se quixa de ter matado o velho, mesmo não estando com fome e acababa pegando só um braço com a reclamação de que “carne de tiozão não é das melhores”. Ela oferece   a carne para Kaneki, segurando a mão do velho e o capítulo acaba. </var>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 15:21:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O Pequeno Príncipe</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/888082420</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Heloísa A. Ripp, do 7 ano A, livro O pequeno Príncipe, da página 15 a 30, (obs: tinha colocado o número de páginas do livro inteiro errado, mas o total de páginas que eu encontrei em PDF, é 48 págs.); continua a história, com a flor e príncipe, ao qual a flor acabada de despertar, e logo o pequeno príncipe, lê da um elogio - como és bonita!, Logo respondeu nasci ao mesmo tempo em que o sol. Logo a flor pergunta, - Poderia cuidar de mim?, O príncipe meio confuso foi buscar um regador com água, para a flor. Logo o príncipe, regou-a pela última vez, colocou-a, sob a redoma, e percebeu que ela estava com vontade de chorar.             Veio a despedida. –Adeus, disse a flor; -Adeus, disse o pequeno príncipe; Logo ele se encontrava nos asteroides 325, 326, 327, 328, 329, 330.   Logo o pequeno príncipe, começou a procurar uma ocupação e se instruir. O primeiro era habitado por um rei, usando um vestido de púrpura e arminho, sentado num trono muito simples. O segundo planeta, quem o habitava era um vaidoso. O próximo por um bêbado, não durou muito tempo a conversa, mas colocou o príncipe, numa profunda melancolia, (é uma tristeza vaga, permanente e profunda, que leva o sujeito a sentir-se triste e a não desfrutar dos prazeres da vida.). O quarto era um homem de negócios, ao qual estava tão ocupado, que nem levantou se quer a cabeça ao príncipe. O quinto um homem muito curioso, ao qual era muito pequeno o planeta, que nem se quer cabia um lampião e um acendedor de lampião. O sexto planeta, era 10 vezes maior, e habitado por um velho, que escrevia livros enormes. E o sétimo planeta era a Terra, logo disse, a terra não é qualquer planeta. Contam-se lá, cento e onze reis, sete mil geógrafos, novecentos mil negociantes, sete milhões e meio de beberrões, trezentos e onze milhões de vaidosos; continuou falando da terra. (03/11/2020). ;-;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 22:49:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, aqui é o Henrique Estevam Schmitz do sétimo ano B. O livro que escolhi é:<br>O ÚLTIMO OLIMPIANO.<br>Tudo começou no fim de semana quando meu velho amigo Beckendorf pousou no capô do  carro do meu padrasto. Ele  me disse que eu iria salvar o mundo, um cruzeiro que o anoitecer iria parar no porto e dentro do Cruzeiro iria estar a princesa Andrômeda e Cronos meu antigo rival. Teria que novamente matar Cronos,os cães infernais e Telquines(Leões Marinhos, humanóides demoníacos) tudo de novo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 00:07:02 UTC</pubDate>
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         <title>Susana Nolli 8ºA - Livro: Diário de uma garota nada popular, histórias de uma vida nem um pouco fabulosa - pg. lidas 28</title>
         <author>susananollibianca10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nikki queria muito um iPhone novinho em folha para chegar arrasando na escola nova, porém sua mãe não queria dar, então ela foi lá e comprou um celular usado super barato pela internet mas não era o que ela queria e com toda certeza não era muito bonito. alguns dias depois a mãe de Nikki veio dar um presente a ela, Nikki ficou muito animada pois pensou que era o tão esperado iPhone mas infelizmente não era, era apenas um caderno totalmente em branco, era um diário, Nikki se recusou a escrever nele, porém não conseguiu aguentar.<br>   Mackenzie Hollister a garota mais popular da escola, por fora Nikki tinha raiva dela mas por fora ela queria ser igual e amiga de Mackenzie </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 01:49:24 UTC</pubDate>
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         <title>Diego H. Ripp 8⁰ ano A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> No terceiro dia o menino e o pequeno principezinho foram assistir o pôr do sol, no início o principezinho não sabia, do que se tratava, mas depois o menino explicou. <br> O menino então no quarto dia tava tentando arrumar seu avião, o pequeno Príncipe ficava fazendo inúmeras perguntas, como: <br> - O carneiros comen arbustos?<br> - Sim; responde o menino <br> - Eles comem baobás? Pergunta novamente o pequeno Príncipe<br> - Eles comem de tudo; responde o menino <br> O pequeno principe continuava com seus questionamentos, até que certa hora ele pergunta:<br> - Pra que server os espinhos das flores?<br>   o menino já irritado responde:<br> - que os espinhos não tem importancia. <br> Então o pequeno principe, por meio dessa resposta pensa que as flores são ingênuas fracas como seus espinhos. </div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-04 12:39:46 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Nicoli Siewerdt - 04/11 - 9A - livro: A cinco passos de você - p. 15 a 25</title>
         <author>siewerdtrafa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Continuando a leitura, Stella conta mais sobre o seu canal no youtube que é uma grande fonte de motivação. Ela recebe a visita do que julgo ser enfermeiras que lhe trouxeram a sua alimentação diária. Durante a gravação/ transmissão de um de seus vídeos Stella brinca, "meninas que quiserem ingerir 5.000 calorias por dia e continuarem prontas para o verão aceito trocas", com esse comentário, ela explica que os pacientes com fibrose cística fazem uma dieta liquida. Com essa visita de suas enfermeiras, Stella fica sabendo que seu amigo Poe também se encontra no hospital, Poe foi um dos primeiros amigos que Stella fez no hospital, ele também possue FC e com isso, eles precisam ficar a uma determinada distância pois, se houver um cruzamento das fibroses, ou seja se um contrair a do outro isso pode ser fatal e levar ambos a morte, por isso Stella opta por enviar-lhe uma mensagem. Ao final do 1 capítulo, a menina vai até a UTI neonatal, onde gosta de ficar observando os bebes recém nascidos e presencia uma cena bem estranha: um paciente, Will, estava deixando os seus amigos usarem seu quarto de "motel".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 15:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Lícia Paiva Alves </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>7° ano B<br>Nome do livro: A casa de praia <br>Páginas:7/16<br><br>Ela sempre tinha dificuldade para fazer as malas para ir à casa de praia . Quando ela era mais nova era fácil,pois eu mãe ainda estava viva e fazia para ela. E a maior dificuldade era pq ela tinha um namorado e  então  eles poderiam alguma hora saírem para algum lugar,já que não estavam namorando mais escondido .<br>Às seis e meia da manhã já estava acordada para ir a casa de praia do seu namorado e melhor amigo pois os dois são irmãos. Chegando lá fui para o quarto que eu sempre ficava.<br><br>Esse livro ele é a continuação da história de Elle e Noah que são do filme ✨a barraca do beijo✨ 😊❤️<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 17:40:40 UTC</pubDate>
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         <title>Olá meu nome é Gabrielly e sou aluna do 7º ano B</title>
         <author>gbrend635</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/891337909</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>Livro: A ÚNICA ESPERANÇA (Encontre o real sentido da vida) <br>Autor: Alejandro Bullón<br>O livro contas histórias de pessoas que conseguem achar a única esperança em meio de todas as circunstâncias.<br>Primeiro capítulo parte 1<br>No primeiro capítulo que eu li começa falando sobre um homem baixo e musculoso que escondia o rosto por trás de óculos grossos e um boné, mas ninguém suspeitava que aquele cidadão tinha um revólver calibre 38, ele não era velho nem novo tinha mais ou menos uns 50 anos, andava rápido e olhando pra frente para não perder de vista uma moça morena que andava rapidamente entre a multidão. <br>A mulher tinha 35 anos e estava sentindo que alguém estava atrás dela a seguindo, até que ela abaixou-se para fingir amarrar os cadarços tentando descobrir se tinha alguém seguindo ela. Seu nome era Lúcia e o homem musculoso é seu ex-marido seu nome é Evaldo. Lúcia estava para encontrar amante, ele era loiro e fumava e quando ela aproximou-se, correram de braços abertos. E Evaldo o marido ciumento estava passando mal, estava indeciso com ódio no coração e com o revolver na mão já sabemos o que acontece, o moço loiro leva 4 tiros e cai morto, Lúcia ficou agoniada com 2 tiros no peito. Evaldo tentou atirar a última bala na cabeça mas tinha mais nenhuma bala, então olho para o corpo de Lúcia e falou gritando: - Por que tinha que acabar desse jeito</mark></em><mark>?</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 18:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Olá meu nome é Gabrielly e sou aluna do 7º ano B</title>
         <author>gbrend635</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/891403053</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>Livro: A ÚNICA ESPERANÇA<br>Primeiro capítulo parte 2<br>Na fábrica onde Lúcia trabalhava uma colega chamada Roberta aproximou-se e perguntou se ela era feliz e falou um pouco sobre religião, as duas foram conversando e ambas ficaram amigas, Roberta ajudava Lúcia sempre que precisava, e mesmo com as dificuldades familiares (com os dois filhos e o pai preso) ela sempre confiava em Deus e lia a Bíblia com a ajuda da Roberta.<br>Um certo dia Lúcia perguntou aos filhos se gostariam de visitar o pai deles, aceitaram o convite. Chegando lá o ar estava tenebroso, e quando viram Evaldo correram para abraça-lo e choraram juntos, Evaldo pediu perdão e perguntou para Lúcia: Será que ainda tem esperança para a gente</mark></em><mark>?<br>E dois anos depois ele foi liberto e agora são uma família feliz e descobriram a única esperança!</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 19:02:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alysson Ricardo Baar 05/11/2020 Diário de um Banana casa dos Horrores Pág. 12 A 22  </title>
         <author>ricardobaar2007</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/893612694</link>
         <description><![CDATA[<div>Pouco antes do feriado de Ação De Graças, teve um concurso na escola para ver quem criava o melhor slang antibullying e o premio para o grupo vencedor era uma pizzada. todo mundo queria tau pizzada, as pessoas estavam dispostas a fazer de tudo pra saírem vencedoras. Dois grupos de meninas do meu ano criaram slangs muito parecidos e umas estavam acusando as outras de terem roubado sua ideia. Na verdade, nesse ano só tem um garoto mentido a valentão na escola e nome dele e Denis Root. e com tanto cartazes espalhados por ai, tenho certeza que ele já entendeu  o regado. no dia de ação de graças fizeram uma reunião pra falar sobre o bullying e todo mundo no auditório ficou olhando o tempo todo pro Dennis. Eu meio que senti pena dele e ate tentei fazer ele se sentir melhor. como muita gente era atacada na hora  do recreio, os professores instalaram um alarme antibullying. no pátio, assim as crianças só precisavam aperta o botão pra pedir a presença de um adulto. tem 8 pág. que contam as historias de apelidos que alguns alunos ganharam na escola, fala também sobre brigas es confusões , dos alunos e dos alunos, reclamações com o diretor. Fala sobre a compreensão de um pai com seu filho, ele entendeu por que também sofreu bullying na escola, quando era aluno e que eles foram tirar satisfação  com o menino agressor Mas, em minha defesa, digo que, quando você esta sendo perseguido por um garoto com um pedaço de pau, não da pra pensar enquanto anos ele tem.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 11:45:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Eduarda Schneider 8ºAno A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Harry Potter e a pedra filosofal <br>Quase dez anos haviam se passado desde o dia que os Dursley acordaram e encontraram o sobrinho na porta, a rua dos Alfaneiros não mudo praticamente nada. No entanto Harry Potter continuava lá, no momento dormindo no seu armário que era o seu único e minúsculo quarto, mas não por muito tempo dia Petúnia acordar Harry com a sua voz aguda que produziu o primeiro ruído do dia. Harry acordou e ouviu-a caminha até a cozinha em seguida escutou uma frigideira bater no fogão. Virou- se de costas e tentou se lembrar do sonho em que estava, tinha a sensação que viu esse sonho antes. A Sra. Dursley chamou novamente Harry e mandou ir de pressa para poder preparar os bacons. Nesse dia era aniversário de seu primo Duda, e como Harry não podia ficar sozinha em casa eles decidiram levar o Harry junto com Duda e seu amigo para o Zoológico, chagando nas partes das cobras Harry começou a conversar com a cobra e ele também começou a responder depois de um tempo a cobra consegui abrir e fugir, então virão q Harry foi a última pessoa a chegar “perto” da cobra e no carro brigaram muito com ele, por ter estragado o aniversário de Duda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 13:51:27 UTC</pubDate>
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         <title>A lenda dos guardiões:a captura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/895273429</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma família de corujas está prestes a presenciar o nascimento da nova integrante da família,Kludd o mais velho está aborrecido enquanto Soren o mais novo está ansioso.Até que uma pequena coruja que deram o nome de Eglantine depois que estava acomodada começou sua primeira cerimônia do inseto,ela comeu o grilo e todos foram dormir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 18:25:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Férias amor e chocolate quente... Patrícia Barbosa </title>
         <author>alanaleticia0208</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O Kairós Fun &amp; Learning Eco Resort é um dos acampamentos mais divertidos para passar as férias. Adolescentes de várias partes do Brasil se hospedam lá para aproveitar o parque aquático e as gincanas, praticar arvorismo e tirolesa, além de curtir festas inesquecíveis.<br></em><br></div><div><em>Fabi está ansiosa para realizar o sonho de conhecer o Kairós. Ela mal consegue acreditar que ganhou o sorteio para passar uma temporada no acampamento e quer curtir cada segundo.<br></em><br></div><div><em>Já Adolfo está achando um tremendo castigo ser obrigado a ficar em um lugar cheio de gente estranha. O que ele não imagina é que justamente lá vai se apaixonar pela primeira vez. Como será que ele vai lidar com esse sentimento que ganhou de presente no dia do seu aniversário?<br></em><br></div><div><em>Dizem que o Kairós é mágico. E a prova disso é que ele uniu dois universos: Fabi, de A consultora teen, e Adolfo, de Confusões de um garoto. Uma magia que tem chocolate quente como principal ingrediente…<br>Alana Leticia P. Lima <br><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-06 12:56:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Férias amor e chocolate quente. Capítulo 1 </title>
         <author>alanaleticia0208</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/897382113</link>
         <description><![CDATA[<div>O acampamento Kairós é o sonho de férias de <strong>Fabi</strong>. Há alguns anos ela separa fotos do lugar, já pegou panfletos e tudo mais, mas a situação econômica da sua casa depois que seu pai morreu não é nada boa, e esse acampamento é bem caro. A história não passaria disso se<strong> Fabi</strong> não tivesse ganhado um sorteio para ir para lá com tudo pago, bem no período do seu aniversário. Enquanto isso, <strong>Adolfo</strong> vai para o acampamento como uma espécie de castigo. Não importa quanto conforto e “diversão” tenha nesse lugar, quem é capaz de ficar seis dias sem celular? <br><br>Vemos o surgimento da amizade entre<strong> Fabi</strong> e as meninas do seu alojamento, além das discussões sobre padrões de beleza e insegurança que enchem a cabeça de jovens nessa época da vida.<strong> Adolfo</strong> também acaba se tornando um grande amigo para seus companheiros, e aprende, mais do que tudo, a reconhecer em si mesmo coisas que estavam erradas e que mudaram, e coisas que devem ser mudadas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-06 13:02:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Lícia Paiva Alves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/898950578</link>
         <description><![CDATA[<div>Páginas 18/28 <br>Nome do livro:A casa de praia<br>Continuação<br><br>Nem pergunte para o Matthew sobre oq ele acha o que eu coloquei naquelas malas este ano...Nunca que a gente ia conseguir trazer tudo aquilo em um só carro! <br>June em seguida disse algo que pegou ela desprevenida,porque foi algo que surgiu sem qualquer aviso .<br>-Você cresceu muito nesses últimos anos!<br>-Por quê vc acha isso? <br>-Você cresceu bastante de uns tempos para cá .Ah, mas eu escute o que eu estou falando! Fale para os rapazes que hoje vai ter bife no jantar .<br>-Pode deixar !<br>Elle não chegou a desfazer a sua mala e apenas colocou um biquíni e um short para ficar lá na casa de praia .<br>Logo depois que eles chegaram da praia Elle gritou :<br>-Eu sou a primeira a usar o chuveiro! <br>E saiu correndo para dentro da casa para tomar seu banho.quando estava passando pela cozinha ouvi a June rindo de nós lá na sala . depois de um tempo todos foram jantar.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-06 19:41:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/900120128</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo- Diário de um Banana<br><br></div><div>Página 01 a 20<br><br></div><div>Maicon Bugmann Júnior, 8B.<br><br></div><div>Gregory escreveu sobre várias coisas que poderia ser o fim do mundo como o aquecimento global, e o mundo ser dominado por máquinas.<br><br></div><div>Por causa do calor ele esqueceu um trabalho sobre países, e teve que improvisar desde o início porque ele deixou para última hora, o país que ele escolheu foi Malta, que ele nem sabia que era um país, mas no fim das contas ele conseguiu realizar o trabalho.<br><br></div><div>Os professores decidiram chamar crianças pequenas para perguntar sobre o trabalho, Gregory fingiu que falava apenas a língua de Malta, o que não deu muito certo pois os pais de uma das crianças enganadas eram de Malta e foram dedurar ele para a professora. Mas, uma briga entre os alunos acabou salvando-o, então a professora o mandou refazer o trabalho.<br><br></div><div>Infelizmente ele não podia pesquisar nada sobre Malta porque sua mãe o proibiu de usar tecnologia ou internet então ele acabou tendo que ler livros sobre este país.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-07 15:44:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/900486414</link>
         <description><![CDATA[<div>Vitória Moraes de Souza 9 ano A<br><br></div><div> A Cura quântica<br><br></div><div> O livro é dividido em duas partes sendo a primeira a filosofia oculta onde possui nove capítulos e a segunda parte corpo de bem-aventurança que possui mas Cinco partes e o li após o milagre primeiro Capítulo da primeira parte que é da página 21 a 33</div><div><br><br></div><div>No início temos a pergunta talvez sejamos todos membros de um só corpo que é basicamente relacionada a isso o capítulo.Deepak conta sobre as várias vezes que presenciou o privilégio das curas milagrosas a mais recente delas foi de uma mulher indiana chamada Chitra que tinha um pequeno caroço em seu seio esquerdo um tumor maligno que já atingiram os pulmões os médicos de Nova York receitaram ela doses altíssimas de radiação (quimioterapia)ela  procurou o doutor para um exame e ajuda-la logo de início o doutor receitou a cura que aprendeu a Ayunrveda uma prática da antiga medicina indígena essa medicina não é baseado em tecnologia em sim sabedoria do passado como ervas ,corpo e mente. E na clínica do Doutor, Chitra foi sujeitada  há uma mudança de alimentação,algumas ervas,uma rotina diária de exercícios de ioga, instruções de meditação entre outros o doutor precisava trazer a tranquilidade em seu dia a dia e assim construir uma base para cura da mulher, e também o requisito mais importante para a cura de qualquer desordem orgânica  um nível profundo e completo de relaxamento, o corpo sabe manter o equilíbrio e quando há algum mal nós precisamos que adquirir novamente o equilíbrio do organismo. <br><br></div><div>Depois de algum tempo o marido da mulher venha a ligar ao doutor,preocupado pois a mulher sofria de uma alta febre.Depois de alguns dias a febre se normalizou, um caso extremamente raro para um tratamento de uma infecção em um paciente terminal,todos os médicos ficarao confusos mas ao fazer o exame na Chitra eles perceberam que não havia mais nenhuma célula cancerígena e assim ela tinha sido curada com a junção da Medicina moderna e os procedimentos Ayurveda.</div><div><br><br></div><div>Deepak concluir então que a febre foi uma forma de queima do Câncer em extinção processo conhecido como necrose do tumor mas o mecanismo exato ligado a esse processo não tem explicação.</div><div><br><br></div><div>Para resumir esse capítulo foi basicamente para explicar como a cura quântica funciona e como se comporta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-07 21:15:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jean Henrique Issler / 7 Ano A; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/901926055</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Continuação do livro O Pequeno Príncipe;</em></strong><br><strong><em>08/11/2020.</em></strong><br><br><strong><em>Os primeiros dias foram de muita aprendizagem sobre planetas, a partida, a viagem; mas no terceiro dia conheci o drama dos baobás, o pequeno príncipe queria levar os carneiros para o seu planeta para eles comerem os baobás enquanto eram pequenos. Como em todo planeta existem sementes de ervas boas e também existem sementes de ervas daninhas e os baobás eram uma infestação no planeta do pequeno príncipe, se não eliminassem essas ervas poderia acabar com esse planeta. Era preciso arrancar todo dia os baobás, certo dia o pequeno príncipe pediu para ele fazer um belo desenho de seu planeta para que ficasse gravado na memória das crianças, com as instruções que o pequeno príncipe deu, ele começou a desenhar o seu planeta de origem. No quarto dia ele descobriu da vida melancólica, por algum tempo a sua única distração era ver a doçura do pôr do sol, ainda comentou que ele havia assistido o pôr do sol  quarenta e quatro vezes e quando estava triste gostava de ver o pôr do sol. No quinto dia o pequeno príncipe estava preocupado perguntou se o carneiro come arbustos, flores e também flores com espinhos. Ele respondeu que sim; Com raiva falou que as flores são frágeis e por isso elas se protegem com espinhos. Para o pequeno príncipe as flores são muito importantes, ele ainda falou que  a flor dele está em algum lugar, e se o carneiro comesse as flores, para ele é como se todas as estrelas se apagassem. Após dizer isso ele caiu no choro, naquele momento ele deixou suas ferramentas de lado, havia uma estrela, um planeta e o seu planeta que era a Terra e pegou o pequeno príncipe nos braços para consolar e o embalou, dizendo que a flor que ele ama tanto não ia mais correr perigo, porque ele ia desenhar uma focinheira para o carneiro e uma armadura para a flor. Não sabia o que mais dizer, sentia - se desajeitado e como é misterioso o país das lagrimas.</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 17:57:52 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Olá aqui é a Ingrid do 7 ano B .<br>Nome do livro : Orgulho e Preconceito.<br><br>    Hoje venho trazer pra você um pouco mas de informações sobre este livro! <br><br>Quem foi Jane Austen ?( Autora)</div><div><br>Jane Austen nasceu no dia 16 de dezembro 1775, em plena era georgeana, em Hampshire, Inglaterra, filha do casal de boa reputação Cassandra e George Austen. O pai, um intelectual, sempre estimulou o lado criativo dos filhos e fez de tudo para que frequentassem a sua farta biblioteca pessoal.</div><div>Encantada pelo mundo dos livros, já durante a adolescência Jane começou a escrever pequenos romances em cadernos de espiral. Outras paixões importantes na vida da autora foram a música (especialmente o piano) e a dança.</div><div>Em 1801, Jane mudou-se com a família para Bath. Quatro anos mais tarde o pai veio a falecer. Como consequência, a família passou a enfrentar dificuldades financeiras que obrigaram a sucessivas mudanças.</div><div>Aos 30 anos, Jane Austen começou a publicar anonimamente os seus escritos. A autora não recebeu propriamente reconhecimento em vida, tendo ganhado popularidade a partir de 1869.</div><div>Jane faleceu jovem, aos 41 anos, no dia 18 de julho de 1817, em Hampshire. <br>    Semana que vem trago mas informações! Tchau!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 16:21:35 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur A. R. 7A (03/11/20) (páginas 10 à 20) Carapaná e o povo sem sono começaram a passar por tempos difíceis como: dificuldades em encontrar comida e abrigo para descansar. Certa noite enquanto conversavam sobre as antigas civilizações decidiram fazer uma árvore geneológica de sua tribo, descobrindo que seus antepassados também passaram por dificuldades mas nunca desistiram. Os dias se passavam e Carapaná junto a sua tribo ainda continuaram sem sono. No dia seguinte Carapaná estava caminhando pela floresta e percebeu que estava ficando muito quente, foi aí que ele viu parte da floresta em chamas. Carapaná saiu correndo para avisar sua tribo que a floresta estava pegando fogo. A tribo estava muito triste pois o fogo destruiu grande parte das árvores e das flores, o que resultou em mais dificuldades para eles. Os dias e as noites se passavam, o silêncio constrangedor e a falta de assunto só eram interrompidos pelas músicas dos deuses cantadas pelo Pajé Jê. A tribo então decidiu fazer uma celebração de um antigo ritual, no qual eram oferecidos aos espíritos alimentos colhidos na floresta. Os mais jovens ficaram admirados ao ver que o Pajé Jê era um homem muito sábio, querido e respeitado pelo seu povo, pois ele curava picadas de cobra, doenças na tribo além de se comunicar com seus ancestrais. Nos dias seguintes a tribo foi ficando cada vez mais unida, as crianças brincavam, os mais velhos contavam histórias de seu povo, além de cantarem músicas oferecidas aos deuses. Carapaná junto com o Pajé conduziram seu povo com muito amor, e não demorou muito para que as coisas melhorassem. Mas o maior problema ainda era descobrir uma forma de viver sem dormir. Foi aí que a tribo começou a observar as estrelas dando nome a constelações, observavam passagens de cometas e começaram a prever eclipses. Assim nascia a astronomia na tribo além de inventarem a matemática. Isso os ajudou muito pois começaram a se organizar de uma forma que não havia mais falta de alimentos, porque ao mesmo tempo em que se divertiam estavam praticando os primeiros passos da ciência. </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 23:32:07 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Duarte Fagundes 9 ano a</title>
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         <description><![CDATA[<div>Capitulo 2 <br>Se afastando da prisão, recebe uma garrafa d'água de seu amigo que o indicou beber bastante para se hidratar pois eles teriam uma longa viagem pela frente,<br>todos ficaram e silencio.<br>Depois de semanas naquela prisão seu corpo queimava sua articulações doíam      parecia que havia passado uma vida enteia naquela prisão.<br>Sentia uma terrível dor a cada solavanco que passavam com o carro, estavam indo pela estrada costeira, uma estreita faixa de asfalto  que levava ate Malabo, maior cidade de Bioko. Havia poucas estradas asfaltadas na pequena ilha  africana. A maior riqueza pelo petróleo ia para um projeto de um palácio para o presidente, para seu iate ou para engordar ainda mais suas costas na Suíça.<br>Seu amigo então lhe deu um óculos falsificado, então ele deu um sorriso que lhe doeu a cara. Nas ultimas semanas que ele havia passado lá ele achou que jamais sairia de lá, ele mau podia acreditar que estava vivo e livre, ele não conseguia imaginar que trato seu amigo havia feito para que o deixassem sair.<br>Então ele foi perguntando para o amigo, ele respondeu que não foi nada fácil, ele explicou que estava sendo requisitado em Londres para uma missão os dois estavam. Ele foi explicando, que o major só iria receber a ultima parcela de seu pagamento ele e seu amigo estivessem dentro do voo para Londres. Era um truque que iria incriminar seu amigo de ter raptado ele  da prisão, então ele perguntou tem um plano b?, ele falo que havia ajudado uma pequena vila na alfabetização, então eles já haviam deixado canoas preparadas para eles fugirem.<br>Ele pergunta se tem um mapa e seu amigo aponta para uma bolsa, ele abre e pega o mapa, foi estudando o mapa e foi bolando um plano, eles iriam esperar ela noite ate que seu amigo já estivesse se recuperado pelo menos um pouco, eles iriam esperar o major ver se seu dinheiro já havia caído na conta dele, ele foi explicando oque tinha lhe acontecido e etc. <br>Aquela parada no hotel havia feito milagres cole ele, ele havia tomado uns 3 banhos no terceiro a agua já escoava pelo ralo quase limpa, tomou duas doses de sais de hidratação, aparou a barba mas não deu tempo de raspa-la. <br>Foram verificar se havia ossos quebrados, milagrosamente não parecei haver muitos, os 10 anos no exercito o aviam deixado bem, o deixando no auge de sua forma física, talvez isso havia o deixado sair praticamente ileso, alguns dedos das mãos e dos pês quebrados, nada que não pudesse sarar, trocando rapidamente de roupa voltaram para o jipe seguindo viagem. <br>Um carro chamava muita atenção naquela área então estava presunçosos, ate não ficar claro que estavam sendo seguidos relaxavam, O major estava confiante de que estariam esperando ele no local.<br><br>estou gostando de ler</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 23:35:09 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Dias 7 ano A</title>
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         <description><![CDATA[<div>livro <em>Agatha Christie o misterio dos sete relogios<br></em><br>Gerry Wade revelou-se um dorminhoco de primeira. Por isso, os<br>outros hóspedes da casa resolveram pregar-lhe uma peça.<br>Acertaram oito despertadores potentes para tocar, um após o<br>outro, a partir das 6h30. Mas, ao amanhecer, um dos relógios<br>tinha desaparecido. O tiro saíra pela culatra, com consequências<br>trágicas.<br>Sete esferas referentes a sete relógios constituem o cerne desta<br>misteriosa aventura, que envolve uma extravagante organização<br>secreta e põe em cena três deliciosos personagens de Agatha<br>Christie: o superintendente Battle, o simpático Lorde Caterham e<br>sua encantadora e corajosa filha Eileen. Juntos, eles terão que<br>enfrentar um dos mais hábeis e cruéis assassinos de que já se teve<br>notícia.<br>Um romance de muitas facetas: conspiração, assassinato, mistério,<br>intriga, segredo, aventura e suspense.<br><br>capitulo 1<br><br>1<br>SOBRE O HÁBITO DE LEVANTAR CEDO<br>Jimmy Thesiger, aquele rapaz tão simpático, desceu correndo a<br>vasta escadaria de Chimneys saltando os degraus de dois em dois. A<br>pressa era tanta que esbarrou em Tredwell, o pomposo mordomo, no<br>momento exato em que este atravessava o saguão com outro bule de<br>café quente. A maravilhosa presença de espírito e magistral agilidade de<br>Tredwell impediu que acontecesse um desastre.<br>— Desculpe — disse Jimmy. — Escute aqui, Tredwell, todo<br>mundo já desceu?<br>— Não senhor. Ainda falta Mr. Wade.<br>— Ótimo — retrucou Jimmy, entrando na sala de refeições.<br>A única pessoa presente era a dona da casa, cujo olhar de<br>censura causou em Jimmy a mesma sensação de mal-estar que sempre<br>sentia ao deparar com o olho de um bacalhau morto na laje de um<br>peixeiro. Mas, que diabo, a troco de que precisava encará-lo daquele<br>jeito? Afinal, ninguém espera que os hóspedes de uma casa de campo<br>desçam pontualmente às nove e meia da manhã. Verdade que eram<br>onze e quinze, o que talvez já fosse abusar um pouco, mas contudo...<br>— Desconfio que me atrasei, Lady Coote. Como disse?<br>— Ah, não faz mal — respondeu Lady Coote, melancólica.<br>Para dizer a verdade, aborrecia-se muitíssimo com os<br>retardatários. Durante os dez primeiros anos de vida conjugal, Sir<br>Oswald Coote (na época apenas Mr.) costumava, com o perdão da má<br>palavra, fazer o maior escarcéu se o café fosse servido meio minuto<br>depois das oito horas. Lady Coote tinha se habituado a encarar a falta<br>de pontualidade como um pecado mortal absolutamente sem remissão.<br>E não se perde um hábito assim, sem mais nem menos. Além disso, era<br>uma criatura austera que não entendia que proveito trariam para o<br>mundo esses jovens que não conseguem levantar cedo. Como Sir<br>Oswald gostava de repetir aos jornalistas e a quem quisesse ouvir: —<br>“Devo todo o meu sucesso ao hábito de levantar cedo e levar uma vida<br>frugal, de hábitos metódicos.”<br>Lady Coote era uma mulher grandalhona, com um tipo de beleza<br>meio trágica. Tinha olhos grandes, escuros, tristonhos, e voz grossa.<br>Um pintor à procura de modelo para “Raquel chorando os filhos” ficaria<br>encantado com Lady Coote. Seria também fácil imaginá-la num<br>dramalhão, perdida na neve, em fuga do marido vilão que a enganara<br>miseravelmente.<br>Embora desse impressão de ocultar alguma mágoa terrível, a<br>verdade é que Lady Coote jamais havia enfrentado problemas na vida, a<br>não ser a meteórica ascensão de Sir Oswald à prosperidade. Quando<br>moça, estava sempre alegre e contente, apaixonadíssima por Oswald<br>Coote, o ambicioso rapaz da casa que vendia bicicletas ao lado da loja<br>de ferragens do pai dela. Viveram muito felizes, primeiro em duas peças<br>alugadas, depois numa casinha minúscula, a seguir noutra maior, e<br>assim sucessivamente, sem nunca se afastarem da “fábrica”, até que Sir<br>Oswald atingiu tal proeminência que ele e a “fábrica” deixaram de ser<br>interdependentes e pôde então se dedicar ao prazer de alugar as mais<br>amplas e magníficas mansões disponíveis em toda a Inglaterra.<br>Chimneys era um lugar histórico e ao alugá-lo do Marquês de Caterham<br>pelo prazo de dois anos, Sir Oswald achou que tinha alcançado o ponto<br>culminante de sua ambição.<br>Já Lady Coote não demonstrava o mesmo grau de satisfação.<br>Sentia-se muito só. A principal distração do início de sua vida conjugal<br>consistia em conversar com a criada — e mesmo quando a criada se<br>multiplicou por três, a conversa com a criadagem continuou sendo o<br>principal passatempo diário de Lady Coote. Agora, com uma série de<br>arrumadeiras, aquele mordomo que mais parecia um arcebispo, uma<br>infinidade de lacaios de proporções imponentes, um bando de<br>atarefadas empregadas de copa e cozinha, uma assustadora e<br>“temperamental” mestre-cuca estrangeira, e uma governanta<br>simplesmente majestosa, que a cada passo fazia ao mesmo tempo<br>ranger o soalho e farfalhar o vestido, Lady Coote sentia-se como um<br>náufrago em ilha deserta.<br>Suspirou fundo e saiu discretamente pela porta do terraço, para<br>alívio de Jimmy Thesiger, que imediatamente aproveitou a oportunidade<br>para se servir de outra porção de rins com bacon.<br>Lady Coote permaneceu algum tempo parada tragicamente no<br>terraço até se animar a falar com MacDonald, o jardineiro-chefe, que<br>contemplava com olhar tirânico os domínios sob as suas ordens.<br>MacDonald era um verdadeiro caudilho e príncipe entre os jardineiroschefes.<br>Conhecia o seu lugar — que consistia em governar. E governava<br>— despoticamente.<br>Lady Coote aproximou-se, toda nervosa.<br>— Bom dia, MacDonald.<br>— Bom dia, milady.<br>Falava como os jardineiros-chefes devem falar — com voz<br>pesarosa, mas cheia de dignidade.<br>— Estive pensando... será que não daria para servir alguns<br>cachos dessa uva temporã como sobremesa para o jantar de logo mais?<br>— Ainda não estão bem maduras — replicou MacDonald.<br>A voz era amável, porém firme.<br>— Ah! — balbuciou Lady Coote. Armou-se de coragem.<br>— Ah! mas ontem eu entrei lá na última estufa e provei uma que<br>me pareceu muito boa.<br>MacDonald olhou para ela, que avermelhou. Teve que reconhecer<br>que havia tomado uma liberdade imperdoável. Era evidente que a<br>falecida Marquesa de Caterham jamais cometeria o erro de entrar numa<br>de suas próprias estufas para comer uvas.<br>— Se milady tivesse me pedido, eu mandaria apanhar um cacho<br>para a senhora — disse MacDonald severamente.<br>— Ah, obrigada — retrucou Lady Coote. — Sim, é o que farei da<br>próxima vez.<br>— Mas ainda não estão no ponto de serem apanhadas.<br>— De fato, tem toda a razão — murmurou Lady Coote. — Então é<br>melhor deixar.<br>MacDonald manteve um silêncio modelar. Lady Coote, mais uma<br>vez, armou-se de coragem.<br>— Eu queria lhe falar sobre aquele gramado lá nos fundos do<br>jardim de rosas. Achei que talvez pudesse ser usado como cancha de<br>boliche. Sir Oswald gosta muito de jogar boliche.<br>“E por que não?” — perguntou-se Lady Coote. Conhecia bastante<br>bem a história da Inglaterra. Sir Francis Drake e seus amigos nobres<br>não estavam jogando uma partida de boliche quando a Invencível<br>Armada surgiu à vista? Claro que era um esporte de cavalheiros, ao<br>qual MacDonald não poderia fazer objeções. Mas não contava com o<br>traço predominante de um bom jardineiro-chefe, que consiste em se<br>opor a toda e qualquer sugestão que lhe seja feita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:38:13 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Dias 7 ano A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>continuaçao capitulo  1<br><br>Não há dúvida que pode ser usado para esse fim — retrucou<br>MacDonald, num tom neutro.<br>A observação continha um sabor de censura, mas seu verdadeiro<br>intuito era arrastar Lady Coote à própria destruição.<br>— Se se fizesse uma limpeza e ... se cortasse a grama... e... toda<br>essa espécie de coisa — continuou, esperançosa.<br>— É — concordou MacDonald, devagar. — Pode-se fazer. Mas se<br>teria que tirar o William de perto da cerca lá de baixo.<br>— Ah! — exclamou Lady Coote, hesitante.<br>As palavras “cerca lá de baixo” não lhe diziam absolutamente<br>nada — a não ser a vaga lembrança de uma canção escocesa — mas era<br>evidente que para MacDonald constituíam uma objeção irremovível.<br>— O que seria uma pena — acrescentou MacDonald.<br>— Ah, lógico — disse Lady Coote. — Claro que seria.<br>Mas não entendeu por que concordara com tanto fervor.<br>MacDonald olhou bem para ela.<br>— Naturalmente, se milady faz questão...<br>Não terminou a frase. Mas a ameaça velada foi excessiva para<br>Lady Coote, que capitulou imediatamente.<br>— Oh, não — retrucou. — Compreendo o que você quer dizer,<br>MacDonald. N... não... é melhor que o William continue perto da cerca<br>lá de baixo.<br>— Também acho, milady.<br>— Sim — disse Lady Coote. — Sim. É claro.<br>— Logo vi que milady seria da mesma opinião — disse<br>MacDonald.<br>— Oh, sim, claro — repetiu Lady Coote. MacDonald tocou de leve<br>no chapéu e se afastou.<br>Lady Coote deu um suspiro de tristeza e ficou olhando para ele.<br>Jimmy Thesiger, repleto de rins com bacon, surgiu no terraço a seu<br>lado, suspirando de um modo bastante diverso.<br>— Que manhã bonita, hem? — comentou.<br>— É mesmo? — replicou Lady Coote, distraída. — Ah, é. Parece<br>que sim. Não tinha reparado.<br>— Onde anda o pessoal? Passeando de barco no lago?<br>— Acho que sim. Quer dizer, não me admiraria que andassem.<br>Lady Coote virou-se e tornou a entrar abruptamente na casa.<br>Tredwell estava examinando o bule do café.<br>— Ah, meu Deus — exclamou Lady Coote. — Será que Mr... Mr...<br>— Wade, milady?<br>— É, Mr. Wade. Ele ainda não desceu?<br>— Não senhora.<br>— Mas já é tão tarde.<br>— Pois é, milady.<br>— Ah, meu Deus. Será que ele vai descer, Tredwell?<br>— Ah, sem dúvida nenhuma, milady. Ontem eram onze e meia<br>quando Mr. Wade desceu, milady.<br>Lady Coote olhou o relógio. Já passavam vinte do meio-dia.<br>Sentiu-se tomada de compreensão.<br>— Deve ser muito duro para você, Tredwell. Ter que limpar tudo e<br>depois servir o almoço à uma hora.<br>— Já estou acostumado com o sistema desses rapazes, milady.<br>Embora digno, o tom de censura era inconfundível. Tal como um<br>príncipe da Igreja reprovaria um turco ou um infiel que, sem querer,<br>cometesse um erro com toda a boa-fé.<br>Lady Coote avermelhou pela segunda vez naquela manhã. Mas aí<br>ocorreu uma interrupção oportuna. A porta se abriu e um rapaz sisudo,<br>de óculos, meteu a cabeça dentro da sala.<br>— Ah, a senhora está aí, Lady Coote. Sir Oswald queria lhe falar.<br>— Ah, diga-lhe que já vou indo, Mr. Bateman.<br>E apressou-se a sair.<br>Rupert Bateman, que era o secretário particular de Sir Oswald,<br>tomou a direção oposta, passando pela porta do terraço, onde Jimmy<br>Thesiger ainda perambulava, sem pressa.<br>— Bom dia, Pongo — disse Jimmy. — No mínimo vou ter que ir lá<br>me fazer de simpático para aquelas chatas. Você também vem?<br>Bateman sacudiu a cabeça e atravessou logo o terraço, entrando<br>pela porta da biblioteca. Jimmy sorriu, satisfeito com a sua retirada.<br>Tinham sido colegas de aula, onde Bateman sempre fora um menino<br>sério de óculos, apelidado de Pongo sem nenhum motivo cabível.<br>Naquele tempo, refletiu Jimmy, Pongo já era exatamente a mesma<br>espécie de toupeira atual. As palavras “A vida é para valer, a vida é<br>séria”, pareciam ter sido escritas especialmente para ele.<br>Jimmy bocejou e foi caminhando lentamente até o lago. Lá<br>estavam três das moças — do tipo tão em voga hoje em dia, duas<br>morenas e uma loura, todas com o cabelo cortado bem curto.<br>A que mais ria chamava-se (parecia-lhe) Helen — e havia outra<br>chamada Nancy — sendo que a terceira, por algum motivo qualquer,<br>tinha o apelido de Soquete. Em companhia das três avistou dois amigos<br>seus, Bill Eversleigh e Ronny Devereux, que ocupavam cargos<br>puramente decorativos no Ministério de Relações Exteriores.<br>— Olá — disse Nancy (ou seria Helen?). — É o Jimmy. Onde está<br>como-é-mesmo-o-nome-dele?<br>— Não vá me dizer — interveio Bill Eversleigh, — que o Gerry<br>Wade ainda não se levantou? A gente precisa fazer alguma coisa para<br>acabar com essa mania.<br>— Se ele não tomar cuidado — disse Ronny Devereux, — um dia<br>ainda fica sem café... descobrindo que já está na hora do almoço ou do<br>chá quando chegar aqui embaixo.<br>— Que vergonha — disse a moça com apelido de Soquete. — Lady<br>Coote morre de preocupação. Cada dia que passa ela se parece mais<br>com uma galinha que quer botar ovo e não pode. É uma lástima.<br>— Vamos arrancá-lo da cama — sugeriu Bill. — Vem, Jimmy.<br>— Ah! Sejamos mais sutis do que isso — disse Soquete.<br>Gostava muito da palavra sutil, que usava a todo instante.<br>— Eu não sei ser sutil — retrucou Jimmy.<br>— Amanhã de manhã a gente se reúne para tratar do caso —<br>sugeriu Ronny, vagamente. — Sabem como é, para acordá-lo às sete.<br>Estremecendo os alicerces da casa. Tredwell perde as suíças postiças e<br>deixa cair o bule de chá. Lady Coote fica histérica e desmaia nos braços<br>do Bill... que é o atleta do grupo. Sir Oswald faz: “Ah!” e a cotação do<br>aço baixa um ponto e cinco oitavos. Pongo expressa emoção jogando os<br>óculos no chão e pisoteando em cima deles.<br>— Você não conhece o Gerry — disse Jimmy. — É possível que<br>um pouco de água fria fosse capaz de acordá-lo... bem aplicada, quero<br>dizer. Mas terminaria virando para o outro lado e ferrando no sono de<br>novo.<br>— Ah! Temos que pensar em algo mais sutil que água fria —<br>propôs Soquete.<br>— O quê, então? — perguntou Ronny, brusco.<br>Ninguém soube responder.<br>— Tem que se dar um jeito de pensar em alguma coisa — insistiu<br>Bill. — Quem é que tem um pouco de inteligência?<br>— O Pongo — lembrou Jimmy. — E aí vem ele, correndo afobado<br>como de costume. O Pongo sempre foi inteligente. Para a desgraça dele,<br>desde os tempos de garoto. Vamos ver o que ele diz.<br>Mr. Bateman ouviu pacientemente uma explicação meio<br>incoerente. Sua atitude era a de quem estava pronto a levantar vôo.<br>Surgiu com a solução sem perda de tempo.<br>— Sugiro um despertador — disse, rapidamente. — É o que<br>sempre uso para não dormir demais. Acho que o chá trazido de manhã<br>cedo sem fazer barulho é às vezes inútil para acordar alguém.<br>E afastou-se na disparada.<br>— Um despertador — Ronny sacudiu a cabeça. — Um<br>despertador. Vai ser preciso pelo menos uma dúzia para acordar o<br>Gerry Wade.<br>— Ué, e por que não? — Bill estava todo animado, falando sério.<br>— Já sei. Vamos todos a Market Basing e cada um compra um<br>despertador.<br>Houve risos e discussões. Bill e Ronny foram buscar os carros.<br>Mandaram Jimmy espiar na sala de refeições. Voltou logo.<br>— Ele está lá, sim. Recuperando o tempo perdido, devorando<br>torradas com geléia de laranja. Como faremos para impedir que venha<br>junto?<br>Ficou resolvido que precisavam abordar Lady Coote,<br>recomendando-lhe que o entretivesse. Jimmy, Nancy e Helen<br>encarregaram-se dessa missão. Lady Coote mostrou-se perplexa e<br>apreensiva.<br>— Uma brincadeira? Mas tomem cuidado, por favor, meus filhos.<br>Quero dizer, nada de quebrar móveis, estragar coisas ou usar água<br>demais. Semana que vem temos que entregar a casa, sabem? Não<br>gostaria que Lord Caterham pensasse ...<br>Bill, já de volta da garagem, interrompeu, tranqüilizando-a.<br>— Não há perigo, Lady Coote. Bundle Brent — a filha de Lord<br>Caterham — é grande amiga minha. E ela não hesita diante de nada —<br>absolutamente nada! Pode estar certa. E seja como for, não vai haver<br>nenhum prejuízo. A coisa será bem sossegada.<br>— Sutil — frisou Soquete.<br>Lady Coote afastou-se tristemente pelo terraço no momento exato<br>em que Gerald Wade saía da sala de refeições. Jimmy Thesiger era um<br>rapaz louro de ar angelical, e tudo o que se podia dizer de Gerald Wade<br>era que era ainda mais louro e mais angelical, e que a sua expressão<br>bronca, por efeito de contraste, tornava o rosto de Jimmy bastante<br>inteligente.<br>— Bom dia, Lady Coote — disse Gerald Wade. — Onde anda o<br>pessoal?<br>— Foram todos a Market Basing — respondeu Lady Coote.<br>— Para quê?<br>— Uma brincadeira qualquer — disse Lady Coote naquela voz<br>grossa e tristonha.<br>— É uma hora meio matinal para brincadeiras — observou Mr.<br>Wade.<br>— Nem tanto assim — frisou Lady Coote.<br>— Acho que me atrasei um pouco para o café — disse Mr. Wade,<br>com cativante franqueza. — Parece incrível, mas onde quer que me<br>hospede, sou sempre o último a descer.<br>— É incrível mesmo — concordou Lady Coote.<br>— Não sei o que é — disse Mr. Wade, pensativo. — Não consigo<br>descobrir o motivo.<br>— Por que não se levanta, simplesmente? — sugeriu Lady Coote.<br>— Ah! — exclamou Mr. Wade, surpreendido com a simplicidade<br>da solução.<br>— Sir Oswald vive repetindo que não há nada como o hábito da<br>pontualidade para ajudar um rapaz a vencer na vida — prosseguiu Lady<br>Coote, bem séria.<br>— Pois é, eu sei — retrucou Mr. Wade. — É o que tenho de fazer<br>quando estou na cidade. Quero dizer, tenho que chegar às onze horas<br>naquela amolação do Ministério de Relações Exteriores. Não vá pensar<br>que sou sempre molóide, Lady Coote. Puxa vida, que flores formidáveis<br>que a senhora tem naquela cerca lá embaixo. Não consigo me lembrar<br>do nome delas, mas lá em casa tem algumas — essas não-sei-o-quê cor<br>de malva. Minha irmã gosta imensamente de plantas.<br>Lady Coote, ralada pelas suas gafes, ficou logo interessada.<br>— Que tipo de jardineiros vocês têm?<br>— Ah, só temos um. Um velho meio idiota, a meu ver. Não sabe<br>grande coisa, mas faz o que a gente manda. O que já é um alívio, não é<br>mesmo?<br>Lady Coote concordou, com uma intensidade de emoção na voz<br>que lhe teria sido inestimável se fosse uma atriz dramática. Começaram<br>a discorrer sobre as maldades dos jardineiros.<br>Enquanto isso, a expedição ia correndo bem. A principal loja de<br>Market Basing tinha sido invadida e a súbita procura de despertadores<br>já estava deixando o proprietário intrigado.<br>— Só queria que a Bundle estivesse aqui — murmurou Bill. —<br>Você a conhece, não é, Jimmy? Ah, você ia gostar dela. É uma ótima<br>garota... cem por cento... e ainda por cima inteligente. Você não a<br>conhece, Ronny?<br>Ronny sacudiu a cabeça.<br>— Não conhece a Bundle? Você anda vegetando? Ela é<br>simplesmente o máximo.<br>— Seja um pouco mais sutil, Bill — disse Soquete. — Pare de<br>tagarelar sobre suas amigas para a gente continuar com o trabalho.<br>Mr. Murgatroyd, proprietário das Lojas Murgatroyd, irrompeu,<br>eloqüente:<br>— Se me permite um conselho, Miss, eu diria — não o de 7<br>shillings e 11 pence. É um bom relógio — repare que não o estou<br>depreciando, mas eu aconselharia decididamente este tipo aqui, que<br>custa 10 shillings e 6 pence. Sai mais caro, mas vale a pena. É uma<br>questão de qualidade, compreende? Não gostaria que depois dissesse ...<br>Todo mundo logo viu que era preciso fechar o bico de Mr.<br>Murgatroyd como se fosse uma torneira.<br>— Não queremos um relógio de boa qualidade — declarou Nancy.<br>— Basta que funcione uma vez, e chega — apoiou Helen.<br>— Não queremos um que seja sutil — reforçou Soquete. —<br>Queremos apenas que toque bem forte.<br>— Nós queremos... — começou Bill, mas não conseguiu ir adiante<br>porque Jimmy, que tinha o dom de examinar mecanismos, pôs<br>finalmente o relógio a funcionar. Durante cinco minutos, a loja ficou<br>insuportável com o barulho ensurdecedor de vários despertadores<br>tocando ao mesmo tempo.<br>Por fim decidiram-se por seis, excelentes.<br>— Sabem de uma coisa? — disse Ronny, tomado de generosidade.<br>— Vou levar um para o Pongo. A idéia foi dele e seria uma pena não<br>incluí-lo no plano. Ele precisa figurar entre os participantes.<br>— Isso mesmo — concordou Bill. — E vou comprar outro para<br>Lady Coote. Quanto mais, melhor. E ela já está preparando o terreno.<br>Provavelmente passando a conversa no nosso Gerry.<br>De fato. Naquele mesmo momento Lady Coote divertia-se<br>imensamente a contar uma história inacabável a respeito de MacDonald<br>e de um pêssego que tinha ganho um prêmio.<br>Os relógios foram embrulhados e pagos. Mr. Murgatroyd, atônito,<br>viu os carros se afastarem. Essa rapaziada grã-fina de hoje em dia é um<br>caso sério. Um caso sério, mesmo. E nada fácil de entender. Virou-se<br>com alívio, para atender a mulher do pastor, que procurava um novo<br>tipo de bule que não pingasse</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:50:37 UTC</pubDate>
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         <title>Natanael Sousa Alves 7°A</title>
         <author>8259054440</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas páginas do livre que li hoje, Jason, Piper e Annabeth começam a lutar contra os <em>ghouls </em>que descobriram que eles eram semideuses. Então Jason foi ferido mas ele fica bem depois de um tempo. Então quando estavam saindo do local, Jason sente uma sensação entranha e se lembra de uma lenda que tinha ouvido no Acampamento Júpiter e apenas fala: "Hera" e então, a Deusa aparece.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 14:33:40 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Schroeder 9A  Spy Pups: A ilha do perigo    p. 20 à 30</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>              Então o professor Córtex sai da piscina e dá uma pílula a cada um dos pequenos cachorros espiões. Depois de se secar ele mostra outra invenção, O mega imã. Ele faz uma demonstração de  seu invento e então leva as crianças para casa, no caminho ouvem que mais uma praia foi destruída pelo terror tóxico. Enquanto isso na delegacia desta cidade  jornalistas e outras pessoas pedem atitude da policia. Do meio da multidão surge um velho que fala que o terror tóxico pode ser também um génio, e os policiais dizem : "só se for um gênio do mal". Então Jimmy (o velho) vai para o carro e declara seu plano no livro, o qual é sujar todas as praias menos a sua para aumentar os preços e virar multibilionário. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 14:46:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi sou o Rodrigo Raduenz do 7A,hoje eu li as páginas 28 até 48 do livro Robinson Crusoé,essas páginas contam que Robinson Crusoé colheu um pouco de tudo que havia encontrado e levou para sua casa,na ilha em que ele estava havia duas estações,a estação de chuvas e a estação de secas,durante a estação chuvosa Robinson Crusoé sempre lia a Bíblia. Um dia Robinson Crusoé fez uma grande excursão pela sua ilha,no meio da excursão ele avistou terra muito ao longe e então ele pensou em um dia ir até lá,nessa mesma excursão ele pegou um papagaio para domesticar e ensinar a falar,demorou muito tempo mas um dia o papagaio começou a falar. Na volta para casa Robinson Crusoé pegou um cabrito para iniciar um rebanho. Robinson Crusoé fazia várias coisas,entre elas utensílios e tigelas de barro,para guardar seus alimentos. Um dia ele pensou o que teria naquela terra que ele viu muito ao longe,então ele começou a fazer um barco para ir até aquelas terras,mas o barco ficou tão pesado que ele não conseguiu levar até o mar,o que o deixou muito triste. Um tempo depois ele percebeu que suas roupas estavam estragadas,então ele fez roupas novas com a pele dos animais que ele caçava,ele também fez um guarda-chuva para se proteger das chuvas e do sol. Mas ele ainda tinha a ideia de ir para aquela terra muito ao longe,para isso ele construiu um barco menor e para leva-lo ao mar fez um canal,mas com esse barco ele só fez uma volta em sua ilha,depois ele amarrou o barco em um lugar escondido. Robinson Crusoé também tirava leite de suas cabras e fazia queijo e manteiga. Ele também agradecia a Deus por tudo que tinha. Um dia Robinson Crusoé estava passeando pela ilha quando viu pegadas e ficou com muito medo,ele também percebeu que as pegadas não eram dele então ele voltou para casa,ele pensou que as pegadas eram de canibais,então ele ficou com mais medo ainda. Em um de seus passeios ele encontrou esqueletos de humanos que estavam perto de fogueiras recentes,esse era o sinal que haviam pessoas na ilha,já se passaram dezoito anos que Robinson Crusoé se encontrava na ilha e nunca um pessoa havia aparecido por lá. Depois disso Robinson Crusoé começou a preparar uma emboscada,ele pegou algumas armas e subiu em uma árvore e ficou  vigiando durante muito tempo,mas nunca viu nada de diferente,então ele retomou sua rotina e voltou a vida normal,mas ele tinha medo de acender o fogão a lenha,pois esse liberava muita fumaça,então ele foi a uma caverna queimar lenha e assim obter carvão. (10/11/2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 15:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>Emilly A. Hackbarth   7° Ano B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá hoje estou começando a ler o livro "Não se apega não" então vamos começar..Deve ser engraçado de começar uma história pelo final,eu imagino. Quase todos os livros que já li até a data presente tem protagonistas que se apaixonam logo no início,lá pelo meio aparece algo que impede esse amor de acontecer e, no final...bem,felizes para sempre. Aqui vai ser um pouco diferente, me perdoe. Eu jamais gostei de seguir padrões. Sabe o meu namoro? Então,terminei. Minhas amigas acharam que eu era louca. Mas loucos são os que que mantém relacionamentos ruins por medo da solidão..Loucos são os que aguentam desaforo seguido de desaforo para não se verem sós,em suas próprias companhias.Eu não tenho medo de ficar sozinha,afinal,nasci assim...A qual é? Tá,talvez eu tenha lá um pouquinho de medo de ficar sozinha. Mas não posso aceitar a idéia da total dependência de um namorado;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 16:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de um Banana (10/11/2020)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As turmas foram postas em grupos de literatura, Greg diz que, os professores não dizem em qual grupo os alunos são colocados mas dá para saber, só pelas capas  dos livros. Greg fica decepcionado por ser colocado no grupo Avançado, pois significa que ele teria que fazer mais trabalho. Mas Greg está um pouco feliz por não ter caído no grupo Fácil, pois viu garotos desse grupo segurando o livro de cabeça para baixo. A primeira semana de aula para Greg acabou então ele dormiu até mais tarde, porque o único motivo para ele sair da cama é quando Greg não suporta mais o gosto da própria baba. O pai de Greg acorda todo dia as 6:00 da manhã e não deixa ele dormir de jeito nenhum, por isso Greg foi para a casa de Rowley, que é tecnicamente o seu melhor amigo, mas isso está sujeito a mudanças. Greg tem evitado Rowley desde o 1° Dia de Aula pois ele fez algo que deixou Greg muito chateado. Greg e Rowley estavam pegando os seus materiais e Rowley disse: Quer ir até a minha casa BRINCAAAR? Greg já falou para Rowley praticamente mais de um milhão de vezes que é "dar um tempo" e não "brincar". Mas Rowley esquece isso toda vez.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 17:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>𝐂𝐚𝐫𝐨𝐥𝐢𝐧𝐞 𝐑𝐚𝐮𝐛𝐞𝐫 𝐂𝐮𝐧𝐡𝐚 - 𝟕° 𝐀𝐧𝐨 𝐀</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/910476955</link>
         <description><![CDATA[<var>𝐂𝐚𝐩𝐢𝐭𝐮𝐥𝐨 𝟑  –  𝐏𝐞𝐬𝐚𝐝𝐞𝐥𝐨</var><div><br></div><ul><li>𝐓𝐨𝐮𝐤𝐚 𝐨𝐟𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞𝐮 𝐮𝐦 𝐩𝐞𝐝𝐚𝐜𝐨 𝐝𝐚 𝐜𝐚𝐫𝐧𝐞 𝐝𝐨 𝐯𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐊𝐚𝐧𝐞𝐤𝐢, 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐜𝐚𝐥𝐚𝐝𝐨, 𝐞𝐥𝐚 𝐨𝐥𝐡𝐨𝐮 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐨𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞𝐥𝐞 𝐞 𝐟𝐢𝐜𝐨𝐮 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐬𝐮𝐫𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚, 𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐚𝐜𝐡𝐚𝐯𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐦𝐨𝐫𝐫𝐢𝐝𝐨, 𝐣𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐫𝐚 𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐑𝐢𝐳𝐞. 𝐊𝐞𝐧 𝐬𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐮𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐞 𝐬𝐚𝐢𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐧𝐝𝐨, 𝐞𝐬𝐩𝐚𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐞𝐫 𝐮𝐦𝐚 𝐠𝐨𝐡𝐮𝐥 𝐢𝐧𝐟𝐢𝐥𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐭𝐚𝐨 𝐩𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐞𝐥𝐞 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨. 𝐉𝐚 𝐬𝐨𝐳𝐢𝐧𝐡𝐚, 𝐊𝐢𝐫𝐢𝐬𝐡𝐢𝐦𝐚 𝐣𝐨𝐠𝐨𝐮 𝐨 𝐛𝐫𝐚𝐜𝐨 𝐝𝐨 𝐯𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐧𝐨 𝐜𝐡𝐚𝐨 𝐞 𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐢𝐨𝐧𝐨𝐮: “𝐐𝐮𝐚𝐥 𝐞 𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦𝐚 𝐝𝐚𝐪𝐮𝐞𝐥𝐞 𝐜𝐚𝐫𝐚?”.</li><li>N𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐧𝐭𝐞, 𝐊𝐚𝐧𝐞𝐤𝐢 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐮 𝐮𝐦𝐚 𝐦𝐞𝐧𝐬𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐝𝐞 𝐇𝐢𝐝𝐞, 𝐩𝐞𝐫𝐠𝐮𝐧𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐬𝐞 𝐞𝐥𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐨 𝐜𝐚𝐝𝐞𝐫𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚 𝐨𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐬𝐬𝐚𝐨 𝐝𝐞 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐠𝐫𝐚𝐟𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐜𝐫𝐢𝐭𝐨𝐫𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐟𝐞𝐫𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐊𝐞𝐧, 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐥𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞𝐮 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐫𝐢𝐨𝐫. 𝐊𝐚𝐧𝐞𝐤𝐢 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐨𝐮 𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐚𝐭𝐞 𝐨 𝐥𝐮𝐠𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐩𝐚𝐢𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐨𝐮, 𝐨𝐯𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚 𝐬𝐞𝐬𝐬𝐚𝐨 𝐣𝐚 𝐡𝐚𝐯𝐢𝐚 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐝𝐨 𝐞 𝐞𝐥𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜𝐨𝐮 𝐚 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐫 𝐝𝐞 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐚 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐜𝐚𝐬𝐚. 𝐍𝐨 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨, 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜𝐨𝐮 𝐚 𝐨𝐥𝐡𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐬 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐜𝐞𝐛𝐞𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐨 𝐚𝐬 𝐯𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐜𝐚𝐫𝐧𝐞. 𝐄𝐥𝐞 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐮 𝐚𝐭𝐞 𝐮𝐦 𝐛𝐚𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐩𝐮𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐨𝐥𝐡𝐨𝐮 𝐧𝐨 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐯𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐨𝐥𝐡𝐨 𝐞𝐬𝐪𝐮𝐞𝐫𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐨 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐚𝐬𝐬𝐮𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐥𝐞 𝐝𝐞𝐮 𝐮𝐦 𝐬𝐨𝐜𝐨 𝐧𝐨 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐞 𝐜𝐨𝐫𝐭𝐨𝐮 𝐚 𝐦𝐚𝐨, 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐢𝐜𝐚𝐭𝐫𝐢𝐳𝐨𝐮 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐚𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐨𝐬.</li><li>𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐊𝐚𝐧𝐞𝐤𝐢 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐞𝐦 𝐜𝐚𝐬𝐚, 𝐫𝐞𝐟𝐥𝐞𝐭𝐢𝐮 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐬𝐮𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐜𝐚𝐨 𝐞𝐦 𝐠𝐨𝐡𝐮𝐥 𝐞 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐝𝐢𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐭𝐚𝐫 𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐫𝐚𝐢𝐳, 𝐩𝐞𝐫𝐟𝐮𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐫𝐢𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐥𝐚𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨, 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐨𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐬𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐮𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐬𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐥𝐚𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐧𝐞𝐥𝐞, 𝐞𝐧𝐭𝐚𝐨 𝐥𝐢𝐠𝐨𝐮 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐇𝐢𝐝𝐞, 𝐩𝐞𝐝𝐢𝐮 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐨 𝐜𝐚𝐝𝐞𝐫𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚 𝐨𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 𝐞 𝐩𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐮𝐦𝐚 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐟𝐚𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐳𝐢𝐧𝐡𝐚. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐥𝐚 𝐬𝐞 𝐜𝐡𝐨𝐜𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐞, 𝐞𝐧𝐭𝐨𝐫𝐭𝐨𝐮. 𝐊𝐞𝐧 𝐜𝐚𝐢𝐮 𝐞𝐦 𝐥𝐚𝐠𝐫𝐢𝐦𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐫 𝐧𝐚𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐞𝐢𝐭𝐨, 𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐮 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐬𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐜𝐚𝐫𝐧𝐞 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐨.</li><li>𝐃𝐞𝐬𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐥𝐞 𝐯𝐚𝐢 𝐚𝐭𝐞 𝐚 𝐜𝐚𝐟𝐞𝐭𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐓𝐨𝐮𝐤𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚 (𝐪𝐮𝐞 𝐣𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐟𝐞𝐜𝐡𝐚𝐝𝐚, 𝐊𝐢𝐫𝐢𝐬𝐡𝐢𝐦𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐬𝐚𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨) 𝐞 𝐥𝐡𝐞 𝐢𝐦𝐩𝐥𝐨𝐫𝐨𝐮 𝐩𝐨𝐫 𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚, 𝐚𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐮𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐮𝐦 𝐩𝐞𝐬𝐚𝐝𝐞𝐥𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐭𝐨𝐫𝐧𝐨𝐮 𝐦𝐞𝐢𝐨 𝐠𝐨𝐮𝐥. 𝐂𝐨𝐦 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐚 𝐫𝐚𝐢𝐯𝐚, 𝐞𝐥𝐚 𝐧𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐨 𝐩𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐊𝐞𝐧, 𝐩𝐞𝐫𝐠𝐮𝐧𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐬𝐞 𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐞𝐥𝐞 𝐞𝐫𝐚 𝐛𝐨𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐧𝐢𝐧𝐠𝐮𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐜𝐚𝐛𝐞𝐜𝐚, 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐥𝐞 𝐧𝐚𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚𝐯𝐚 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐦𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐠𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐞 𝐠𝐨𝐡𝐮𝐥𝐬 𝐞𝐧𝐥𝐨𝐮𝐪𝐮𝐞𝐜𝐢𝐝𝐨𝐬, 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐢𝐨𝐧𝐚𝐧𝐝𝐨: “𝐒𝐞 𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐦, 𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐝𝐢𝐳𝐞𝐫... 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐯𝐢𝐯𝐨 𝐮𝐦 𝐩𝐞𝐬𝐚𝐝𝐞𝐥𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐚𝐬𝐜𝐢...?”. 𝐀𝐬𝐬𝐢𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐥𝐚 𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐨𝐮 𝐝𝐞 𝐨 𝐱𝐢𝐧𝐠𝐚𝐫 𝐞 𝐝𝐢𝐳𝐞𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐊𝐚𝐧𝐞𝐤𝐢 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐢𝐧𝐠𝐮𝐞𝐦 𝐢𝐚 𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚-𝐥𝐨 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐞𝐥𝐞 𝐦𝐨𝐫𝐫𝐞𝐫 𝐬𝐨𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐨 𝐠𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐜𝐚𝐟𝐞 (𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞𝐦 𝐮𝐦 𝐠𝐨𝐡𝐮𝐥) 𝐚 𝐫𝐞𝐩𝐫𝐞𝐧𝐝𝐞𝐮 𝐜𝐚𝐥𝐦𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐝𝐨𝐮 𝐊𝐞𝐧 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐫.</li><li>𝐊𝐢𝐫𝐢𝐬𝐡𝐢𝐦𝐚 𝐬𝐞 𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐭𝐨𝐮, 𝐩𝐞𝐫𝐠𝐮𝐧𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐞𝐥𝐞 𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚𝐫 𝐊𝐚𝐧𝐞𝐤𝐢 – 𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐞𝐥𝐚 𝐨 𝐯𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐨 – 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐠𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐨𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐨𝐛𝐣𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐝𝐚 𝐀𝐧𝐭𝐞𝐢𝐤𝐮 (𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐜𝐚𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚 𝐠𝐨𝐡𝐮𝐥𝐬 𝐝𝐢𝐬𝐟𝐚𝐫𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐟𝐞𝐭𝐞𝐫𝐢𝐚) 𝐞𝐫𝐚 𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐠𝐨𝐡𝐮𝐥𝐬. 𝐀𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐫𝐚𝐢𝐯𝐚, 𝐓𝐨𝐮𝐤𝐚 𝐬𝐞 𝐚𝐪𝐮𝐢𝐞𝐭𝐨𝐮 𝐞 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐮 𝐨 𝐠𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐊𝐚𝐧𝐞𝐤𝐢, 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐬𝐮𝐫𝐩𝐫𝐞𝐞𝐧𝐝𝐞𝐮 𝐚𝐨 𝐬𝐚𝐛𝐞𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐡𝐚𝐯𝐢𝐚 𝐮𝐦 𝐚𝐧𝐝𝐚𝐫 𝐬𝐮𝐛𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐧𝐞𝐨 𝐧𝐚 𝐜𝐚𝐟𝐞𝐭𝐞𝐫𝐢𝐚, 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐞𝐥𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐮 𝐮𝐦 𝐩𝐞𝐪𝐮𝐞𝐧𝐨 𝐩𝐚𝐜𝐨𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐫𝐧𝐞 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐚, 𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐢𝐨𝐧𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐬𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐫.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 20:26:50 UTC</pubDate>
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         <title>Susana Nolli - Livro: Diário de uma garota nada popular, histórias de uma vida nem um pouco fabulosa - pg. lidas 11</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nikki fala que MacKenzie e suas amigas criticam muito todo mundo. Nikki acha que o principal motivo dela não ter amigos na escola nova é que ela não se veste bem e nem tem um celular legal. Nikki também reclama bastante de que sua mãe comprar as roupas dela numa loja que vende cortadores de grama.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:30:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Enquanto os olimpianos se ocupavam de conter a fúria do monstro  tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York. Após vir de um cruzeiro agora Percy Jackson e seu exército de heróis poderiam deter o senhor do tempo.<br>Meu nome é Henrique Estevam Schmitz.<br>Este foi o resumo da semana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 22:08:32 UTC</pubDate>
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         <title>Igor Leandro Reckelberg ,7 ano A.Diário de um Banana </title>
         <author>igorreckelberg2008</author>
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         <description><![CDATA[<div>Batalha Neval<br><br></div><div>No dia seguinte, Greg Heffey achou que a professora tinha esquecido , mas ele se enganou ela se lembrou , mandou bilhete para os seus pais para refazer o trabalho da feira das nações , sua mãe deixou ele de castigo , ele tinha que ficar sem eletrônicos e inclusive ficar sem assistir TV, e sua mãe queria que fizesse amigos no bairro além do Rowley. Mas Greg não consegue imaginar fazer amizades com eles , eu moro no meio da rua Surrey e a casa do meu amigo Rowley é quase na ladeira .Morar na ladeira não é nada fácil , fica longe da escola e no fim do dia não é nada legal ficar subindo o morro com sol quente . A pior parte de morar na ladeira é que não tem muita coisa para fazer , jogar bola nem pensar . Os moradores que mora em baixo pode fazer o que quiser , porque a rua é plana . Já eu demorei quatro anos para aprender a andar de bicicleta , o pessoal de baixo acha que a rua é toda deles , quando alguém da ladeira quer descer para brincar eles não deixam . Mas quando começar a nevar as coisas mudam , o pessoal de  baixo  sempre querem andar de trenó e vão querer subir para a nossa rua.<br><br></div><div>Páginas lidas 20 ao 35.<br><br></div><div>Data : 10\11\2020.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 22:19:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Após Percy  ver um caranguejo na borda da Costa do mar,enquanto lutava com tifão lembrou quando ia pescar com seu padrasto, ele explicou que existe uma fenda no meio dos caranguejos, só os maiores dos caranguejos tinham coisas preciosas nessa fenda. Percy enfiou uma espada na perna do tifão que tirou de dentro da fenda do caranguejo, cortou uma das pernas de tifão e correu junto com os outros semideuses.<br>Aqui é o Henrique Estevam Schmitz.<br>Feito mais um resumo semanal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 22:30:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá meu nome é : <strong>Ingrid Vitória .<br></strong>Eu sou do : <strong>7 ano B.</strong><br>Nome do livro: <strong>Orgulho e preconceito.<br></strong><br></div><blockquote><strong>                           </strong><strong><em>Vamos lá ! </em></strong></blockquote><div><br></div><div>     A vida pacata e simples da <em>Família Bennet</em> começa a mudar quando <strong>Mr. Bingley</strong>, acompanhado da irmã e melhor amigo, <strong>Mr. Darcy</strong>, decide passar uma temporada no campo em Meryton, em uma propriedade muito próxima a dos Bennet. <br>     Logo a presença de um dos cavalheiros mais jovem e rico da região é notada e a Senhora Bennet vê a oportunidade perfeita para aproximar <strong>Jane</strong>, sua filha mais velha, de Bingley, que logo se encanta pela jovem.<br>       Porém a boa receptividade não atinge também Mr. Darcy, que desconfia e dispensa todos os gracejos das pessoas do campo, por os considerar socialmente inferiores.</div><div>       Sua postura não passa despercebida por <strong>Elizabeth</strong>, a segunda filha mais velha da família. Com uma primeira impressão ácida, Mr. Darcy fere o orgulho de Lizzie quando admite acha-la apenas “tolerável”. Muito inteligente e perspicaz como ninguém, ela logo decide revidar na mesma moeda. Devido à proximidade de Bingley e Jane, indiferente, Lizzie passa a impressionar Darcy com sua espiritualidade e pelos diálogos encantadores que ela protagoniza sempre que tem a oportunidade.                É no protagonismo desse casal que acompanharemos as diversas dificuldades e barreiras que Lizzie e Darcy enfrentarão entre as idas e vindas que a vida lhes reservou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 10:49:55 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Nicoli Siewerdt | 11/11 | 9A | livro: a cinco passos de você | p. 25 à 35</title>
         <author>siewerdtrafa</author>
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         <description><![CDATA[<div>O segundo capítulo do livro traz a visão do Will, outro paciente com fibrose cística que esta no mesmo hospital que Stella. Will, é o garoto que Stella viu emprestando o quarto para os amigos. Ele avista Stella quando ela passa em frente ao seu quarto, foi paixão a primeira vista. Ela a segue, ela entra no elevador e ele sobe as escadas correndo (o que não é muito recomendado para uma pessoa que só tem 50% da capacidade pulmonar) tem uma crise de tosse mas consegue se recompor até Stella chegar. Ela desce do elevador e vai até a UTI neonatal, nesse momento Will fica confuso, pacientes com FC dificilmente conseguem ter filhos, e é muito deprimente ficar olhando algo que nunca acontecerá na sua vida. Então, ele resolve se aproximar. (com certa distância para não correr perigo, apesar de ele não ligar muito pra vida dele e preferir morrer do que viver em mil e um hospitais em busca de um tratamento para sua FC) ela, quando percebe que ele estava ali faz cara feia e ele começa a provocá-la. Nisso, aparece a enfermeira e manda ambos para o quarto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 12:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>Olá meu nome é Gabrielly Bernardo e eu sou do 7º ano B</title>
         <author>gbrend635</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Livro: A Única Esperança<br>Capítulo 2<br>Neste capítulo fala sobre dois amigos de infância que se reencontram, um se chama Pedro Paulo e o outro Jair, eles tem vidas muito diferentes, um vive a vida loucamente, e o outro está sempre buscando seguir a Cristo, e sempre fazendo o bem. E ao se reencontrarem discutem sobre a vida e de como saber viver. E quando chega ao fim do dia o homem que vivia loucamente aprendeu uma nova lição, ele levará a para a vida, e seguirá em frente buscando fazer o melhor.</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 20:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Leitura do Diego H. Ripp 8⁰ ano A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O principezinho viajou e chegou num planeta minúsculo ocupado por uma única pessoa, um Velho monarca, o Príncipe teve uma boa conversa com o monarca, o mesmo falou que comandava todos os planetas e todas as estrelas, o principezinho logo imaginou que ele poderia assistir 200 por-do-sol nun dia. <br> Já o segundo planeta era ocupado por um vaidoso, o vaidoso quando viu o proncipezinho, falou:<br> - olha um admirador veio me visitar-me. <br> O pequeno príncipe falou que o chapéu dele era endereçado, ele respondeu falando que era em forma de agradecimento. <br> Já o seguinte planeta era habitado por um bêbado houve uma pequena corversa entre o Príncipe e o bêbado e o principe, soube por meio da conversa que o bêbado bebe, pois por meio da bebida eleesquece que  tem vergonha de beber. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 13:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>O Pequeno Príncipe</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[Olá, meu nome é Heloísa A. Ripp, do 7 ano A, O Pequeno Príncipe, pág. 31 á 41, o principezinho, não sabia onde estava, então logo encontrou uma serpente, ao qual perguntou, –Em qual planeta me encontro? –Na Terra, na África, respondeu a serpente. –Ah! E não há ninguém na Terra?  -Aqui é um deserto, não há ninguém nos desertos, a Terra é grande disse a serpente. Os dois ficaram conversando. O Príncipe atravessou o deserto, ao qual encontrou uma flor. - Bom dia, disse o príncipe; - Bom dia disse a flor. – Onde estão os homens? – Vi-os há muitos anos. Em seguida, o pequeno príncipe, escalou uma montanha, ao qual disse- Bom dia, lá de cima da montanha, e tudo que dizia dava eco, o pequeno príncipe pensou, que planeta engraçado, em vários aspectos. O pequeno príncipe, andando muito achou um caminho que dava origem, aos homens. – Bom dia, disse o príncipe, era um jardim cheio de rosas, - Bom dia, disseram as rosas, logo eles ficaram conversando, mas começou a se-refletir. E foi logo que apareceu a raposa: - Bom dia, disse a raposa. – Bom dia, disse o príncipe, que ainda, não havia enxergado a raposa. Logo conversaram a um bom tempo. O principezinho continua adiante, e logo encontrou o guarda-chaves, - Que fazes aqui? – Eu divido as passagens em blocos de mil, disse o guarda-chaves, despacho trens que os carregam, ora para direita, ora para esquerda, Em um rápido iluminado, roncando como um trovão fez tremer a cabine, dos guarda-chaves, o principezinho, disse, - Eles estão com muita pressa. Passaram a conversar. Em seguida, encontrou um vendedor, ele vendia pílulas, aperfeiçoadas, que aplacavam a sede, tomava-se, uma pílula, por semana, e não era preciso beber, assim continuaram conversando. (12/11/2020)]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 13:56:33 UTC</pubDate>
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         <title>Emilly Alecssandra Hackbarth 7°Ano B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Livro:Não se apega não <br>Capítulo 2<br>Neste capítulo ela fala sobre o desapego..bom para ela se desapegar de certas pessoas faz mal,sufoca e sempre é um desafio. Porém ela fez a decisão certa aliás ele era um canalha e ela sabia disso..Ele sempre dizia que "gostava dela" e apesar das pessoas avisarem sobre inúmeras traições..Ele sempre contava mentiras com um sorriso no rosto e ela percebia que ele não valia nem um vestido novo que ela comprava para sair com ele...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 16:06:02 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Henrique Issler, 7 Ano A;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Livro O Pequeno Príncipe continuação.<br><br>13/11/2020;<br><br>Pág. 30 à 62.<br><br>    Após esse desabafo do pequeno príncipe, ele começou a se interessar mais por essa flor que existia no planeta do príncipe, lá as flores são simples e não ocupavam muito espaço, de manhãs elas apareciam e de noite desapareciam, mas uma semente que estava brotando era especial e que o pequeno príncipe acompanhava desde que era um brotinho. Certa manhã esse linda flor desabrochou, o príncipe ficou fascinado com sua beleza. Na manhã quando o pequeno príncipe partiu colocou o seu planeta em ordem, limpou os vulcões, arrancou os últimos baobas e regou a última vez a sua linda flor.Ele estava na região dos asteroides 325 à 330, o primeiro planeta que visitou era habitado por um rei, ele se assentava, estava vestido de púrpura e arminho e seu trono era muito simples, mas gostava de dar muitas ordens e todas deviam ser compridas. O segundo planeta que visitou era habitado por um vaidoso e ele usava um chapéu engraçado. O terceiro planeta que visitou era habitado por um beberrão, mas essa visita foi muito rápida, porque fez que o pequeno príncipe entrasse numa grande melancolia. O quarto planeta que visitou era habitado por um homem de muitos negócios, esse homem estava muito ocupado e nem teve tempo de levantar a cabeça para ver a chegada do pequeno príncipe.  O quinto planeta que visitou era muito curioso era muito pequeno, havia espaço suficiente somente para abrigar um lampião e um ascendedor de lampiões. O sexto planeta que havia visitado , era um planeta dez vezes maior e era habitado por um senhor idoso e ele escrevia enormes livros. O sétimo planeta foi o planeta Terra, a Terra não é um planeta qualquer, ele conta com 111 reis tanto claros e tanto os reis negros, 7 mil geógrafos, 90 mil homens de negócios, 7 milhões e meio de beberrões, 11 milhões de vaidosos e cerca de 2 bilhões de adultos. Na Terra antes de existir a eletricidade era manter lampiões. Na África encontrou uma serpente no qual contou que estava com problemas com uma flor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 22:41:36 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur A. R. (10/11/20)   7A           Nas páginas (20 a 30) Carapaná nasceu guerreiro e guerreia. Enfia - se  em teia para com a aranha duelar. Sucuri, onça, porco - do - mato...Carapaná faz gato e sapato para poder um provocar. Mas Carapaná é ladino, sabe que briga com alguém muito mais valente. Um tempo depois o sono definitivamente ainda não pretendia cumprimentá-lo, e naquele início de tarde quente, como um índio dispunha de todo o tempo do mundo, começou a observar os animais que perambulavam pelas árvores ribeirinhas. Seu pensamento então foi perseguir um passarinho que deixara o conforto de seu ninho, e de repente se viu distraído em plenas nuvens....Depois de um tempo Carapaná vai a caça de um lebre roendo um verde raminho, num caminho de índio no meio do mato fechado. Tinha também uma pequena possa d&#39; água porque chove muito em terras tropicais. A água parada da poça tremia, e a lebre se esconde do que se aproxima, um javali gigante. Logo ele pegou sua lança na mão para pegar o javali mas o javali já não estava mais ali. Quando Carapaná percebeu que estava perdido ficou triste e tombou ao chão, colocando as mãos na cabeça e começou a chorar. Como ele era valente e corajoso Carapaná seguiu caminhando pela floresta até encontrar sua tribo novamente. Dias depois Carapaná e sua tribo começavam a se preocupar porque a chuva estava muito forte e começando a inundar a floresta. Mas Carapaná era guerreiro, e salvou muitos animais da inundação o que fez ele se sentir feliz.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 14:27:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Natália S. Amaral 7° B <br>*Pequeno príncipe*  <br> <br>Então ele fez um desenho de um carneiro mais o pequeno menininho acho ele muito velho, e queria que ele fosse mais novo aí ele desenho outro carneiro mais o menininho falou que aquilo era uma cabra por conta dos chifres então ele desenhou uma caixa e disse ao  menininho, pronto o carneiro está dento da caixa então ele só viu o rostinho de felicidade do menino e escutou o falando era assim mesmo que eu queria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 16:22:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Natália S. Amaral 7° B <br>   Depois do pequeno menino fazer várias perguntas ele olhou para o lado e viu o avião e perguntou o que era aquilo então o moço disse que era seu meio de trasporte que ele voava bem alto. E ele exclamou como foi que caíste do céu? O moço disse que sim  modestamente o pequeno menino riu com uma leve risada que aquilo fez ele ficar meramente inrritado. Gosto que levem a sério as minhas desgraças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 16:23:08 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Duarte Fagundes 9 ano a</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Capitulo 3<br> prepararam uma canoa, com suprimentos. Então o chefe da aldeia agradece dizendo que as crianças e nem o povo se esqueceria da ajuda que ele via lhes dado, ele responde obrigado de volta, fala que também não iria se esquecer deles, O chefe da pequena vila lhes oferece ajuda para a navegação, ele negou e logo se despediram, indo em bora ele da uma olhada pra a pequena vila que estava deixando e quando já estavam bem longe o chefe sorriu.<br>   Tentavam ser furtivos o máximo possível para que ninguém conseguisse os ver para que não fossem sofrer represálias. Estavam falando da pequena vila e que seus habitantes eram mulçumanos e muitos gentis, eles estavam se aproximando da praia quando algo chegou correndo do lado deles, um garoto de 8 anos com a face aterrorizada, ele os falou que os homens do presidente Cambara, que estavam vindo para pega-lo, então ele falo para o garoto: Ninguém vai me pegar.<br> Ele manda o menino voltar para sua casa com seu pai, também mandou agradecer pelo alerta, o garoto se despediu e foi.<br> Se esconderam atrás de um arbusto, eles tinham mais duas horas ate o sol se por, eles tinham duas opções: Fugir agora a pleno luz do dia ou se esconderem e fugirem ao anoitecer, ele disse que como conhecia Chambara ele espalharia barcos envolta da ilha para procura-los, eles escolheram a segunda opção esperar anoitecer, eles precisavam de um esconderijo, eles foram para uma vegetação mais na ponta mais afastada da ilha.<br> O manguezal o locar mais perigoso em que qualquer pessoa san consciência  não iria então ele recebeu uma faca por precaução.<br> Ele estava pensando então os homens de Chambara estão vindo nos pegar, então Ralf pega e puxa uma identidade do bolso, ambos estavam armados com uma faca cada um, foram pelas palmeiras em direção ao pantanal, parecia impenetrável, eles foram se arrastando pelo chão por espaços apertadíssimos, a ultima coisa que Ralf tinha feito na praia foi pegar uma olha de palmeira e apagar seus rastros, os dois então afundaram na lama que era a base do pântano, a única coisa que estava para fora para da lama eram suas cabeças e a uma coisa visível eram seus olhos. Ralf pegou e cerou umas das raízes e entrou para a Jaeger, então ambos fizeram lanças, eles sabiam de um estilo de luta que aprenderam e Israel em seu batalhão um estilo de Kong Fu com brica de rua chamada Krav Maga , O objetivo dessa luta e por fim numa luta com o máximo de dano possível ao oponente uma luta de agilidade rapidez muito agressiva com qualquer objeto mais próximo de si. <br><br></div><div> Os homens de Chambara chegaram pouco antes do anoitecer havia 20 deles em um caminhão, estavam procurando por eles na esperança de encontrá-los em lugares óbvios, os homens do coronel atiravam nas canoas, Jaeger olhou quais canoas não estavam furadas, não demorou muito para os soldados encontrarem as canoas com as provisões para os fugitivos. Uma ordem foi dada aos soldados, uma criança avia sido derrubada aos pês do comandante, Jaeger havia reconhecido o homem, era o comandante que ia assistir as torturas feitas na prisão. O comandante começou a dar ponta pês nas costelas na forma humana deitada em seus pês. O pequeno MO, <strong>MO = (apelido da pequena criança de 8 anos)</strong> deixou sair um grito abafado, o som ecoou agonizante pela praia. <br><br></div><div>Jaeger serrou os dentes, o filho de chefe era como um filho para ele também, Um menino esperto, sempre com um sorriso brincalhão que fazia Jaeger rir, além disso o garoto era craque no futebol de aria, o passatempo preferido deles depois que as lições diárias acabavam.<br><br></div><div>Mas não foi só isso que havia criado um vinculo tão profundo entre eles. Em muitos aspectos o pequeno MO lembrava a Jaeger e seu próprio filho.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Estou gostando muito <br><br></div><div>       </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 20:48:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Igor Leandro Reckelberg                                                                      Sétimo ano A.                                                                                                    Diário de um Banana                                                                             Batalha Neval                </title>
         <author>igorreckelberg2008</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/929618490</link>
         <description><![CDATA[<div>Como tinha três grupos no bairro , a rua de cima ,a rua de baixo e a rus Surrey , as mães dos meninos nem desconfiam que existe está intriga entre os meninos nem fazem idéia do que está acontecendo, pois as mãe são todas amigas .<br><br></div><div>A família do Greg fez uma viagem em família no natal eles tinham um porco como animal de estimação e resolveram deixar ele em casa preso num canil e ficou sozinho , Greg foi contra está atitude mas não contrariou seus pais , quando chegaram da viagem encontraram o porco bem agitado , daí seu pai resolveu colocar ele na escola de adestramento no dia seguinte o gerente da escola  ligou informando que seu porco tinha fugido e assim foram espalhando cartazes pela cidade para encontrarem o porco e o Greg acredita que o porco deve estar hibernando em algum lugar.<br><br></div><div>Data : 16\11\2020.<br><br></div><div>Páginas lidas 35 ao 45.    <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 23:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Leitura do Diego H. Ripp 8⁰ ano A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No quarto planeta havia um homem sério, que fazia somente calculos matemáticos.<br> O homem sério falava:<br>  - quinhentos milhões.<br> O pequeno principe o perguntou:<br> - quinhentos milhões do que? <br> O homem nem se quer respondia, vendo que não teria paz o homem respondeu:<br> - milhões dessas coisinhas que vê as vezes no céu.<br> - estrelas. Responde o menino <br> - isso mesmo estrelas. Responde o homem<br> Após um pequeno diálogo, o menino descobre que o homem sério, era dono das estrelas e ele contava e recontava elas. <br><br>Já no quinto planeta havia um acendedor de lampião, esse homem falou que a cada um minuto o planeta estava de noite e de dia, por isso ele não tinha descanso, sempre tinha que trabalhar. <br><br>No sexto planeta havia um velho geógrafo, ele explicou seu trabalho ao menino e pediu para que o menino descrevese seu planeta:<br> - meu planeta tem 3 vulcões, 2 estão ativos e uma rosa. <br> - rosa não contam pois elas são efêmera, efêmera quer dizer "ameaçada da próxima desaparição". Disse o velho <br> E ainda o velho geógrafo recomendou o menino ir para o Planeta Terra.  <br><br>Já no planeta terra o menino, se encontra no deserto e conversa com uma cobra e uma flor, ele diz estar a procura dos homems, ele fala ainda que a Terra não é um planeta qualquer, lá contam-se cento e onze Reis, sete mil geógrafos, novecentos mil negociantes, sete milhões e meio de beberrões, trezentos milhões de vaidosos, isto é cerca de bilhões de pessoas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 10:49:39 UTC</pubDate>
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         <title>Vanessa Andréia Luedtke 7A</title>
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         <description><![CDATA[<div>AS AVENTURAS DO CARA DE MACACO 1:  O PERIGO VEM DO OUVIDO<br><br>Eles anunciam que o vencedor da Competição Melecona do Ano fará uma visita exclusiva pelos bastidores do estúdio do Ciência da Meleca!<br>Gerald e Gene ficam tão animados e acham que irão ganhar a competição. Enquanto isso, os Smugleys, vizinhos e arquirrivais de Gerald e Gene também estavam sentados em frente a TV assistindo ao Ciência da Meleca com suas ovelhinhas de estimação, Lamby e Wamby. Randy e Mandy Smugley eram os gêmeos que moravam ao lado. Eles gostavam de coisas bem limpinhas (Ao contrário de Gerald e Gene). Eles só estavam assistindo ao programa porque o programa de gatinhos adoráveis seria transmitido uma hora depois. Randy teve a brilhante ideia: -Tive uma ideia. Por que não entramos na competição?- disse Randy. Mandy concordou, pois isso iria deixar Gerald e Gene loucos.<br>Gerald perguntou a Gene como eles riam fazer pra ganhar, e Gene deu a ideia de ir a Espelunca deles. A Espelunca Nojenta era um banheiro desativado que ficava no fundo do quintal do Gerald, ao lado da casa do Gene. Mas enquanto eles estavam indo para sua Espelunca, eles tiveram uma grande surpresa... Os Smugleys também estavam preparando uma mistura.<br>-Uau! Agora temos mais um motivo para ganhar -disse Gene. Eles planejavam a sua Meleca Nojenta. Foram aos lugares mais nojentos, na casa de seu amigos doentes pedir: Cotonetes Usados ao seu amigo que estava com infecção no ouvido; um Lenço ao seu tio que estava gripado; e uma escova de cabelos a sua tia que trabalhava em um canil abandonado de cachorros que sofriam de <strong>Diarreia Crônica. </strong>A Meleca Especial ia se tornando cada vez mais nojenta com seus ingredientes ´´especiais``. Enquanto a mistura borbulhava, eles foram almoçar na casa de Gerald. Eles se perguntaram o que o doutor Spamflex (apresentador do programa) estaria fazendo agora. Eles acreditaram que ele estaria preparando programas de TV. Os dois concordaram. Mas o que eles não sabiam era que o dr. Dirk Spamflex guardava um segredo terrível!  Em um Porão sombrio e gelado que fica embaixo do estúdio o dr. Spamflex estava planejando algo, e isso não tinha nada a ver com programas de TV infantis.<br>Como passar dos anos, o dr. Spamflex acabou ficando cheio de fazer Ciência da Meleca de ser famoso por aparecer na televisão. Ele saiu de trás de uma cortina disse para Budgee, seu coapresentador:</div><div>-O dr. Spamflex apresentador de programas infantis não existe mais! Chegou a hora de você conhecer o novo e cruel eu. Diga ´´oi`` para o<strong> professor Maligno!!!</strong></div><div>-Como é...? – balbuciou Budgee</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 11:39:11 UTC</pubDate>
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         <title>Natanael Sousa Alves</title>
         <author>8259054440</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas páginas que li hoje, Reyna, Nico e treinador Hedge viajam com a Atena Partenos com objetivo de parar a batalha que irá acontecer entre o Acampamento Meio-Sangue e o Acampamento Júpiter, mas Nico não consegue usar seu poder por muito tempo e eles acabam quase caindo em um vulcão mas Reyna empresta seu poder à ele e conseguem sair de lá. Reyna consegue ver o que está acontecendo no Acampamento Júpiter. Ela vê que um antigo membro do Acampamento Júpiter volta depois de ser chamado por Octavian para fazer parte da legião romana novamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 11:40:08 UTC</pubDate>
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         <title>Percy Jackson e o ladrão de raios / Erick 9°B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela se transforma numa espécie de morcego, atacando o protagonista dizendo para ele confessar algo que o menino não compreende o que seria. Nisso, senhor Brunner aparece e joga uma caneta para o jovem, que ao pegar, se transforma numa espada e desfere um golpe no mostro, transformando a professora de iniciação à álgebra em pó.</div><div>Ao voltar para perto da turma, ninguém parece conhecer sra. Dodds, citando o nome de outra mulher, porém, Groover parece estar mentindo e Percy acha que ele está tirando sarro da cara dele. E o capítulo acaba com o professor de latim afirmando que não reconhece o nome e pergunta se Percy comeu algo de errado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 13:39:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom dia,sou o Rodrigo Raduenz do 7A,eu li as páginas 48 a 76,do livro Robinson Crusoé,essas páginas falam que Robinson Crusoé seguia sua vida,até que um dia ele viu luz na praia,então ele subiu em um rochedo e viu vários canibais comendo carne humana,mas depois que a maré abaixou eles foram embora. Em uma noite Robinson Crusoé escutou um tiro,então foi olhar o que era e viu que um navio estava na praia,então ele acendeu uma fogueira para nortear os marinheiros,então foram dados mais dois tiros para avisar que eles haviam entendido o sinal,mas depois de um tempo não foram dados tiros,então ele foi até o navio e viu que todos estavam mortos,ele coletou vários recursos e também achou um cão. Robinson Crusoé também sempre olhava o mar para ver se conseguia com seu barco sair da ilha. Um dia olhando o mar ele viu canoas que vinham para sua ilha,quando elas chegaram a ilha ele viu que eram canibais,os canibais jogaram um homem no chão e o devoraram,mas havia um outro homem,esse homem fugiu para a direção da casa de Robinson Crusoé e três canibais foram atrás dele,então Robinson Crusoé se mostrou amigável e lutou com os canibais,ele matou dois e então todos eles fugiram. Depois o homem enterrou os canibais e mostrou que queria ser escravo de Robinson Crusoé. Robinson Crusoé deu o nome de Sexta-feira para o homem e aos poucos foi lhe ensinando a falar. Sexta-feira também aprendeu várias coisas e logo começou a ajudar Robinson Crusoé. Um dia Robinson Crusoé fez várias perguntas para Sexta-feira,como o porque ele havia sido preso e Sexta-feira respondeu todas as perguntas. Robinson Crusoé mostrou o seu barco para Sexta-feira e perguntou como era o mar,então ele respondeu que era calmo. Só que esse barco já estava meio apodrecido,então os dois foram buscar madeira para construir o barco. Um tempo depois o barco estava pronto,só faltava colocar mastro,vela e ancora,depois de ter colocado esses itens os dois fizeram uma pequena viagem para testar o barco,estava tudo pronto para a viagem,mas Robinson Crusoé adiava a viagem porque sentia um carinho pela ilha em que já estava a 27 anos. Ele adiou tanto a viagem que começou a estação das chuvas então eles tinham que esperar até começar a estação das secas. Quando chegou essa estação Robinson Crusoé preparou a viagem. Um dia Sexta-feira foi a praia e viu vários canibais então ele avisou isso a Robinson Crusoé,então eles pegaram as armas e foram a um bosque combater os canibais,mataram muitos e os que ficaram vivos fugiram, deixando um prisioneiro jogado na praia,era um homem branco ele ficou muito agradecido por ter sido salvo,depois disso Robinson Crusoé perguntou qual era seu nome e ele respondeu Christianus,ele também disse que era espanhol e agradeceu novamente aos dois,depois disso Sexta-feira disse que junto com os canibais que fugiram estava outro prisioneiro,seu pai,então eles nadaram até os canibais que estavam fugindo e conseguiram libertar o pai de Sexta-feira,depois disso todos foram para casa contar suas histórias,então o espanhol contou que seu povo estava em uma ilha,então Robinson Crusoé perguntou se eles não gostariam de sair de lá e que se a resposta fosse sim ele iria tira-los de lá então o espanhol disse que sim e ficou muito animado. (17/11/2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 13:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de um Banana (17/11/2020)</title>
         <author>rafaschmidtmesser</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom dia, meu nome é Rafael Messerschmidt e continuando a leitura, Greg conhece Rowley a mais um menos um ano, quando ele se mudou para o bairro de Greg. A mãe de Rowley comprou um livro para ele fazer amigos novos e começou a fazer truques bestas com Greg. Greg ficou com pena do Rowley e virou amigo dele. Greg acha legal ter ele por perto pois pode fazer várias peças com ele, mas Greg não pode fazer isso com seu irmãozinho menor: Manny sem sair ileso. Os pais de Greg tratam ele como um príncipe e nada de errado acontece com ele. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 15:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Schroeder/9 A  Spy Pups: ilha do perigo p. 30 à 40</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>    Todos estão se preparando para um grande circuito onde deveria se terminar em meia hora para se tornar um cão espião. Então começaram a fazer o circuito, mas o tenente Black odiava cachorros e tentava derruba-los a todo tempo. No meio da corrida num túnel debaixo da água havia um homem preso era o tenente Black. Spud então pulou na água e viu que a mochila do homem estava presa a um prego. Como os dois estavam ficando sem oxigênio o cão pegou a pílula de ar e colocou na boca do tenente e nadou para se salvar. O homem conseguiu se salvar e disse que devia a vida ao cachorro. Como estava acabando o tempo Black colocou Spud na mochila e foi correndo a linha de chegada. Chegaram faltando 1 segundo. Então começou a premiação mas disseram que Spud trapaceou então pediram uma explicação e o cão começou a se explicar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 16:13:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vitória Moraes de Souza<br><br></div><div> livro <br><br></div><div>A Cura quântica</div><div><br><br></div><div>Deepak chopra</div><div><br><br></div><div>Primeira parte do livro A filosofia oculta segundo capítulo o corpo possui mente própria da página 21 a 33</div><div><br><br></div><div>É um capítulo bem interessante sobre a cura e a explicação de um milagre e cita outros casos não só de Chiquititas sendo eles todos impressionantes ele nos mostras também estatísticas conversa com outros médicos sobre o assunto. Estrutura e corpo mente corpo plenitude da vida o cérebro, que a matéria Seja superior a mente pode ser verdade que a célula nervosa cria o pensamento mas é igualmente verdadeiro que o pensamento cria células nervosas no caso dos novos dentritos é o hábito de pensar de Recordar e manter a atividade mental que cria um novo tecido, o livro nos conta também sobre uma prática de visualização para a eliminação de uma doença ou até mesmo câncer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 19:01:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Resumo de mais 10 páginas.<br> Percy vai até o monte otris era noite o pavilhão principal era rodeado de colunas gregas e estatuas de Titãs tudo gregom Um gigante estava de pé diante de um braseiro de bronze estudando as imagens nas chamas. Após Percy interromper o gigante e dizer que estava atrás de Cronos, o gigante disse que era aliado de Cronos e desapareceu em chamas. Percy sai correndo do pavilhão e encontrou seu meio-irmão tifão.<br>Meu nome é Henrique  Estevam Schmitz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 21:20:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ola meu nome é Kauã Da Silva Siewerdt, 7 ano A . </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>   PEQUENO PRINCIPE  !!!<br> PAG 20 A 30.<br> Fala que o piloto de avião demorou muito tempo pra descobrir de onde venho o príncipe, o pequeno príncipe não parava de fazer perguntas , teve uma hora que ele olhou pro avião e o piloto já logo faou que não ia desenhar , porque era muito difiçiu desenhar um avião kkkk. O piloto aprendeu uma coisa muito importante , que o príncipe era de um planeta maior que uma casa , e quando ele vejam algum planeta eles bota numeros que se chama asteroide , o piloto tinha quase certeza que o asteroide do príncipe era B 612, ou seja perto da terra porque o asteroide da terra é 325 , então o pilo fez a descoberto do asteroide do príncipe , primeiro traje era um palhaço e os adultos não acreditaram que o príncipe era do asteroide  o segundo teste parecia  um idoso não tava nem perto de um príncipe , e o terceiro só a cor que não combinava com o traje , então o piloto falou que ira errar muito porque ele não faz ideia de como é uma ovelha e cada dia o piloto conhecia mais sobre o pequeno príncipe e sobre o planeta dele </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 22:49:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Gabriel Jung 8 A <br>( Eu vou ler os livros inteiros antes de postar)<br>Fullmetal Alchemist<br><br>Conta a história de dois irmãos alquemistas que após perderem a mãe, realizarão a prática proibida da alquemia, criar vida, enquanto estavam tentando trazer a sua mãe devolta, mas o preço para trazer sua mãe de volta era o corpo do irmão mais novo e a perna do mais velho, o irmão mais velho  após perder o outro irmão fixou a alma do mais novo numa armadura o que custou ao mais velho o seu braço esquerdo, e agora eles estão em busca da pedra filosofal que os permitiriam recuperarem as partes que eles perderam ignorando a lei da troca equivalente</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 13:58:19 UTC</pubDate>
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         <title>Caroline Rauber Cunha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><var>Capítulo 4: Café</var></li><li><var>	Assim que Ken deixou a cafeteria, o gerente e Kirishima conversaram sobre o acidente de Kaneki e seu transplante de órgãos, assuntos dos quais ela não tinha conhecimento, assim como não fazia ideia de que Rize havia morrido, chegando a conclusão de que Kaneki era um humano com um órgão de gohul.</var></li><li><var>	Em sua casa, Ken estava tendo uma crise, dividido entre a difícil escolha de comer ou não a carne recebida. Desesperado, ele acabou arremessando o pacote na parede, tentando novamente ingerir comidas humanas. Após muitas tentativas falhas, ele fez um café, que para sua própria surpresa não tinha um gosto ruim como os outros alimentos, tentou também comer os grãos puros, concluindo: “Puro até dá pra comer... Mas preparado fica mais gostoso...”.</var></li><li><var>	No dia seguinte ele foi ao mercado comprar café, quando chegou, se abaixou para olhar os diferentes tipos na prateleira de baixo e esbarrou com um garoto de óculos que também estava escolhendo um café. Kaneki não fazia ideia de que logo iria encontra-lo novamente, numa situação bem pior...</var></li><li><var>Em seu caminho para casa, ele sentiu um cheiro agradável de comida, que ao seu ponto de vista lembrava a de sua mãe, quando chegou na fonte do aroma, encontrou um gohul devorando um cadáver, então caiu no chão em lágrimas por ter sido atraído pelo cheiro de um cadáver. O gohul que estava se a alimentando mandou Ken se retirar, e antes que pudesse terminar de falar sua cabeça foi chutada para fora do corpo por Nishiki, o gohul que Kaneki encontrou no mercado mais cedo. Ele ficou surpreso em saber que Ken também era um gohul e pelo fato dele ter só um olho de gohul, afirmando depois que aquele era “seu território”.</var></li><li><var>Fim do capítulo.</var></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 15:51:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Susana Nolli 8ºA - Livro: Diário de uma garota nada popular, histórias nem um pouco fabulosas - pg. lidas 12</title>
         <author>susananollibianca10</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/939508284</link>
         <description><![CDATA[<div>Os pais de Nikki espalharam muitos papeis com mensagens positivas, mas não ajudou muito ela... Nikki falou bastante sobre sua avó que é super dentro da moda e super moderna. Na sua escola aconteceria uma exposição de arte Nikki iria se escrever até que viu a MacKenzie então desistiu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 01:44:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/940891828</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá meu nome é Ingrid e eu sou do 7 ano B .<br>Livro: Orgulho e preconceito! <br> Esse livro fala também um pouco do preconceito que é um assunto que está sendo bem falado ultimamente.</div><div>O preconceito acontece Mas por cores de pele e isso é uma ação muito triste, creio eu que está que faz preconceito paga um preço grande .</div><div>Que nós cada dia venha reconhecer nossos erros e se corrigir e ser uma pessoa sincera.<br>E é isso que eu tenho pra falar hoje. Tchau!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 11:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Alysson Ricardo Baar diário de um banana  casa dos horrores </title>
         <author>ricardobaar2007</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/940951778</link>
         <description><![CDATA[<div>O Greg queria o playground de volta por quando professor estava explicando os alunos que estavam lá forra ficavam olhando por que eles não tinham nada pra fazer e isso atrapalha as explicações  na aquele mesmo ano o Greg tinham um professor  que subia na cadeira pra falar coisas importante. Mas um dia ele subi-o na cadeira mas a cadeira acabou quebrando, e o professor  quebro a clavícula e o professor acabo processando a escola. aprendi que nunca suba em moves. Hoje no recreio o amigo do Greg o Rowley levantou e saio dando pulinhos pelo parque alguns alunos começaram a aplaudir e gritar, devem ter achado que era um protesto contra a proibição de correr. e o Rowley fica saltitando por ai, e isso em irrita com isso ele diz que eu tenho inveja por que eu não sei saltitar , quase fui reprovado de ano por que não sabia saltitar no 2 ano        </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 12:18:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rafaela Nicoli Siewerdt | 19/11 | 9A | LIvro: A cinco passos de você | página 25 a 35</title>
         <author>siewerdtrafa</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/940972788</link>
         <description><![CDATA[<div>Stella acorda com o celular vibrando no chão, olha para o lado e vê que sua mesa de cabeceira estava lotada e entende o motivo de o celular estar no chão. Ela vê suas mensagens matinais e liga para o seu pai. Os pais de Stella haviam se separado a uns 6 meses atrás, porém, ainda se amavam. Após algum tempo, ela recebe uma mensagem de Poe, e os dois resolvem fazer uma ligação para tomar café da manhã juntos, porém, durante esse café, Poe engasga e todos ficam muito preocupados com ele, por ele ter FC que nesses casos pode chegar a matar. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 12:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Dias 7 ano A  livro:o mistério dos sete relógios de Agatha Christie</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>2<br>A PROPÓSITO DE DESPERTADORES<br>— E agora, onde vamos colocá-los?<br>O jantar havia terminado. Lady Coote fora, mais uma vez,<br>designada para uma missão. Sir Oswald, inesperadamente, surgira com<br>a solução, propondo uma partida de bridge — embora propondo não<br>fosse a palavra exata. Bastava que Sir Oswald, como convinha a um de<br>“Nossos Capitães da Indústria” (N.° 7, da I Série), manifestasse<br>simplesmente uma vontade para que todos que o rodeavam se<br>apressassem a satisfazer os desejos da ilustre figura.<br>Rupert Bateman e Sir Oswald ficaram de parceria contra Lady<br>Coote e Gerald Wade, o que era uma combinação muito feliz. Sir Oswald<br>jogava bridge como tudo mais, isto é, extremamente bem, e gostava de<br>ter um parceiro à altura. Bateman era um jogador de bridge tão<br>eficiente quanto bom secretário. Os dois concentraram-se<br>exclusivamente no jogo, limitando-se a dizer rapidamente: “Dois sem<br>trunfo”, “Dobro”, “Três de espadas”. Lady Coote e Gerald Wade<br>conversavam amavelmente, sendo que o rapaz nunca deixava de<br>comentar no final de cada mão: “Puxa, parceira, a senhora jogou essa<br>de uma maneira simplesmente espetacular”, em tons de franca<br>admiração, o que, para Lady Coote, constituía uma novidade<br>extremamente agradável. Também tinham cartas muito boas.<br>Os outros fingiam estar dançando com a música do rádio no<br>grande salão de baile, mas, na realidade, agrupavam-se em torno da<br>porta do quarto de Gerald Wade, enchendo o ar de risinhos abafados e<br>do forte tique-taque dos relógios.<br>— Embaixo da cama, enfileirados — sugeriu Jimmy em resposta à<br>pergunta de Bill.<br>— E como vamos marcá-los? Para que hora, digo? Todos juntos,<br>para que façam uma barulhada infernal, ou a intervalos?<br>A questão foi ardorosamente discutida. Alguns argumentavam<br>que para um dorminhoco contumaz como Gerry Wade seria necessário<br>que os oito relógios despertassem ao mesmo tempo. Outros inclinavamse<br>a favor de um esforço contínuo e permanente.<br>Estes últimos venceram, por fim, a batalha. Os relógios ficaram<br>marcados para despertar sucessivamente, começando às 6h30m da<br>manhã.<br>— E espero que isso lhe sirva de lição — comentou Bill,<br>virtuosamente.<br>— Apoiado — disse Soquete.<br>Já se preparavam para esconder os relógios quando houve um<br>súbito brado de alarme.<br>— Psiu — exclamou Jimmy. — Vem alguém aí subindo a escada.<br>Espalhou-se o pânico.<br>— Não foi nada — disse Jimmy. — É apenas o Pongo.<br>Aproveitando-se de ser o “morto”, Mr. Bateman dirigia-se a seu<br>quarto com a desculpa de buscar um lenço. Parou no caminho e logo<br>percebeu o que estava havendo. Então fez uma observação, simples e<br>prática.<br>— Ele vai ouvir o tique-taque quando deitar.<br>Os conspiradores se entreolharam.<br>— Que foi que eu disse? — comentou Jimmy com a voz cheia de<br>admiração. — O Pongo sempre foi um crânio!<br>O crânio seguiu adiante.<br>— É fato — reconheceu Ronny Devereux, inclinando a cabeça<br>para o lado. — Oito relógios tiquetaqueando simultaneamente fazem<br>mesmo um barulho infernal. Até o nosso Gerry, burro como é, não<br>deixaria de ouvir. Logo veria que aí tem coisa.<br>— Eu é que não sei — retrucou Jimmy Thesiger.<br>— Não sabe o quê?<br>— Se ele é tão burro como a gente pensa.<br>Ronny olhou bem para ele.<br>— Todos nós conhecemos o Gerry.<br>— Será? — disse Jimmy. — Às vezes acho que ... ora, que não é<br>possível que alguém seja tão burro quanto o nosso Gerry gosta de se<br>fazer.<br>Todos o encararam. Havia uma expressão de seriedade no rosto<br>de Ronny.<br>— Jimmy — disse, — você é um crânio.<br>— Um segundo Pongo — afirmou Bill, animador.<br>— Bem, foi uma idéia que me ocorreu, mais nada — retrucou<br>Jimmy, defendendo-se.<br>— Ah! vamos deixar de sutilezas — exclamou Soquete. — Que<br>faremos com estes relógios?<br>— Aí vem voltando o Pongo. Vamos lhe perguntar — sugeriu<br>Jimmy.<br>Pongo, incitado a pôr o grande crânio em funcionamento para<br>resolver a questão, deu o veredicto,<br>— Esperem que ele vá dormir. Depois entrem no quarto sem fazer<br>barulho e coloquem os relógios no chão.<br>— Nosso Pongo acertou de novo — disse Jimmy. — Quando eu<br>der o sinal, todo mundo pega os relógios e depois a gente desce para<br>que ninguém desconfie.<br>O bridge prosseguia — com uma pequena diferença. Sir Oswald<br>agora jogava de parceria com a esposa, apontando-lhe sistematicamente<br>os erros que cometia em cada mão. Lady Coote aceitava as repreensões<br>bem humorada e com absoluta falta de interesse. E repetia, a todo<br>instante:<br>— Já entendi, querido. Você fez bem em me dizer.<br>E continuava a cometer exatamente os mesmos erros.<br>De vez em quando, Gerald Wade comentava com Pongo:<br>— Boa jogada, parceiro. Muito boa, mesmo.<br>Bill Eversleigh fazia cálculos com Ronny Devereux.<br>— Digamos que ele vá se deitar lá pela meia-noite — que prazo<br>você acha que devíamos lhe dar — uma hora, mais ou menos?<br>Bocejou.<br>— Que engraçado — em geral eu durmo às três da madrugada,<br>mas hoje, só porque sei que temos que esperar um pouco, não sei o que<br>não daria para bancar o filhinho de mamãe e me meter logo na cama.<br>Todos concordaram que sentiam o mesmo.<br>— Minha querida Maria — Sir Oswald levantou a voz com certa<br>irritação. — Quantas vezes preciso lhe dizer para você não hesitar em<br>fazer finesse? Assim a mesa toda logo vê.<br>Lady Coote tinha a resposta na ponta da língua — pois se Sir<br>Oswald estava servindo de “morto”, não podia comentar o modo de jogar<br>a mão. Mas preferiu se calar. Sorriu cortesmente, debruçou os seios<br>opulentos sobre a mesa e olhou com firmeza para as cartas de Gerald<br>Wade, colocadas à sua direita.<br>Tranqüilizando-se ao ver a dama, jogou o valete, fez a vaza e em<br>seguida baixou as cartas.<br>— Quatro vazas e o rubber — anunciou. — Acho que tive muita<br>sorte fazendo quatro vazas aqui.<br>— Sorte — murmurou Gerald Wade, afastando a cadeira da mesa<br>e aproximando-se da lareira para se reunir aos demais. — Sorte, diz ela.<br>A gente tem de ficar de olho nessa mulher.<br>Lady Coote estava recolhendo notas e moedas.<br>— Sei que não jogo bem — declarou, em tom pesaroso que mal<br>dissimulava o prazer da vitória. — Mas sorte é o que não me falta.<br>— Você nunca vai aprender a jogar bridge, Maria— disse Sir<br>Oswald.<br>— Tem razão, meu bem — concordou Lady Coote. — Sei que não<br>vou. Você vive me repetindo isso. E eu me esforço tanto.<br>— Ela se esforça — comentou Gerald Wade sotto voce. — Quanto<br>a isso, não há dúvida. Seria capaz de espiar por cima do ombro da<br>gente, se não tivesse outra maneira de ver as cartas que se tem na mão.<br>— Eu sei que você se esforça — disse Sir Oswald. — Só que não<br>tem o menor sentido do jogo.<br>— Pois é, meu bem — retrucou Lady Coote. — Você não se cansa<br>de me repetir isso. E ficou me devendo mais dez shillings, Oswald.<br>— Fiquei? — Sir Oswald fez uma cara de surpresa.<br>— Ficou, sim. Mil e setecentos pontos... oito libras e dez shillings.<br>Você só me deu oito libras.<br>— Minha nossa! — exclamou Sir Oswald. — Me enganei.<br>Lady Coote sorriu-lhe, tristonha, e pegou mais uma nota de dez<br>shillings. Gostava muito do marido, mas não tinha a menor intenção de<br>se deixar lograr em dez shillings.<br>Sir Oswald afastou-se para uma mesa lateral e tornou-se<br>hospitaleiro, servindo uma rodada de uísque com soda. Já era meianoite<br>e meia quando todos se despediram.<br>Ronny Devereux, que ocupava o quarto vizinho ao de Gerald<br>Wade, ficou encarregado de dar o sinal. Faltavam quinze para as duas<br>quando deslizou pelo corredor, batendo de porta em porta. O grupo, de<br>pijamas e roupões, reuniu-se arrastando os pés, entre risos e cochichos<br>abafados.<br>— Faz uns vinte minutos que ele apagou a luz — avisou Ronny,<br>num sussurro rouco. — Pensei que nunca mais ia apagar. Há pouco<br>abri a porta e espiei lá dentro. Parece que ferrou no sono. Como é que<br>é?<br>Procedeu-se novamente à solene reunião dos relógios. Aí surgiu<br>outra dificuldade.<br>— Não podemos irromper todos juntos pelo quarto adentro. Faria<br>um barulhão dos diabos. Basta um entrar, e os outros lhe entregam os<br>relógios na porta.<br>Travou-se então uma feroz discussão para ver quem seria<br>escolhido.<br>Rejeitaram as três moças porque terminariam rindo; Bill<br>Eversleigh, por causa da altura, peso e passo pesado, além da inépcia<br>geral, alegação contra a qual protestou com veemência. Jimmy Thesiger<br>e Ronny Devereux foram considerados como possibilidades, mas no fim<br>uma maioria esmagadora optou a favor de Rupert Bateman.<br>— Pongo é o mais indicado — concordou Jimmy. — Afinal, ele<br>caminha feito gato... sempre caminhou. E depois, se Gerry acordar, o<br>Pongo saberá inventar uma desculpa esfarrapada para lhe dar. Sabem<br>como é que é, qualquer coisa plausível que o acalme e não desperte<br>suspeitas.<br>— Qualquer coisa sutil — sugeriu Soquete, pensativa.<br>— Exatamente — disse Jimmy.<br>Pongo se desincumbiu muito bem da missão. Abrindo a porta com<br>cautela, embrenhou-se pelo quarto escuro com os dois relógios maiores.<br>Ao cabo de alguns minutos, reapareceu no limiar, recebendo mais dois<br>e, depois de repetir duas vezes a mesma operação, finalmente saiu.<br>Todo mundo prendeu a respiração, escutando. Ainda se ouvia o<br>ressonar ritmado de Gerald Wade, mas abafado, amortecido e esmagado<br>pelo tique-taque triunfal, exaltado, dos oito despertadores de Mr.<br>Murgatroyd.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 17:32:48 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Lícia Paiva Alves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>7° ano B<br>Livro:A casa de praia<br>Páginas:29/49<br><br>Estavam falando da vez que Noah caiu de cara no castelo de areia de um menino de seis anos de idade e tentou ajudar o menino depois só que ele começou a chorar e chamou a sua mãe para contar oq o Noah tinha feito então Noah saiu correndo em direção ao Lee e a Elle .<br>Elle disse: Mais pelo menos vc tentou ajudar o garotinho<br>Noah olhou para ela se levantou,agarrando ela pela cintura e jogando ela para o ombro dele em direção a piscina. Logo Elle pensou que ele só estava brincando e não ia joga lá na piscina,logo  depois dela pensar nisso caiu na piscina e se molhou toda . Depois de Elle ir tomar banho e se trocar foi jantar com todos da casa .Dois dias depois todos acordaram para ir a praia e foram a água,jogaram alguns esportes e depois foram para casa e ficaram em volta da piscina conversando .Elle não sabia com Noah e Lee estavam acordados pois os dois de tardes dormiam demais e naquele dia eles não fizeram isso . <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 17:40:34 UTC</pubDate>
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         <title>Claudia Layse Tavares-7A-19/11. Livro: Anne de Green Gables.</title>
         <author>ClaudiaTavares01</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>         <strong><em>-RESUMO DO PRIMEIRO CAPÍTULO-<br><br></em></strong><strong>A Senhora Rachel Lynde é surpreendida:<br></strong><br></div><div> Avonlea era uma linda cidadezinha na Ilha do Príncipe Eduardo. Ao lado da estrada principal de Avonlea corria um calmo, lindo e prudente riacho, ele tinha que ser prudente é claro pois bem na sua frente, do outro lado da rua, havia uma casinha velha e simples mas muito organizada e bonita e nela morava uma senhora chamada Rachel Lynde, ela estava sempre sentada na varanda tricotando e nada, (nem mesmo o riacho) escapava de seu olhar observador. Certa tarde, a senhora Rachel viu Matthew Cuthbert, dono da fazenda Green Gables e irmão de Marilla Cuthbert indo para o centro da cidade, ele estava arrumado então não ia ao mercado mas não estava rápido suficiente com sua carroça para estar indo buscar um médico o que deixou a senhora Rachel Lynde muito confusa pois a essa hora da tarde Matthew deveria estar plantando sementes de nabo em sua fazenda, com a mente muito embaçada e confusa, Rachel resolveu ir até Green Gables falar com Marilla e perguntar o que estava acontecendo e onde Matthew Cuthbert estava indo. Green Gables era uma linda fazenda com uma casa grande porém modesta, e o quintal era imcomodamente limpo e de um verde lindo e vívido. Dentro a casa era ainda mais limpa que o quintal, de uma das duas janelas da cozinha de Green Gables, entrava muito Sol e iluminava a cozinha toda, da outra janela não entrava Sol pois estava coberta de trepadeiras, era alí, naquele canto pouco iluminado que Marilla Cuthbert ficava sentada, quando ela podia sentar pois estava sempre arrumando a casa. Rachel bateu na porta e foi recebida com um gentil sorriso de Marilla, a mente de Rachel Lynde ficou ainda mais confusa quando viu a mesa posta para jantar com três pratos ao invés de um mas com louças simples que não eram para visitas. Rachel perguntou e Marilla respondeu calmamente que Marilla e seu irmão Matthew iam adotar um garoto da Escócia para ajudar eles na fazenda e Matthew estava indo buscar a criança na estação de trem, quando Marilla parou de falar Rachel estava chocada demais para falar alguma coisa, quando recuperou-se tentou a todo custo convencer Marilla de que isso era uma decisão horrível mas quando um Cuthbert coloca uma ideia na cabeça não tira tão facilmente. <br><br><strong><em>Continua...</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 18:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Millbratz 9A  A CABANA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde que sua filha foi sequestrada, o <a href="https://www.resumoescolar.com.br/portugues/protagonista-e-antagonista/">protagonista</a> Mack, vivia mergulhado em uma profunda tristeza, menciona no filme como ” A Grande Tristeza”.<br><br></div><div>Cerca de três anos e meio depois, ele recebeu um bilhete misterioso, que supostamente havia sido <strong>escrito e enviado por Deus</strong>, onde ele o convidava para visitar essa cabana, onde enfim, ele poderia sanar suas dúvidas mais inquietantes.<br><br></div><div>O livro<strong> A Cabana</strong> conta a difícil história de Mackenzie Allen Phillips, que vivia amargurado depois do sequestro e da morte de sua filha mais nova, Missy, de apenas seis anos. Apesar de nunca ter sido um beato, Mack, depois que perdeu sua filha, teve sua relação com Deus deteriorada.<br><br></div><div>Mack nunca teve uma vida fácil durante sua infância. Isso porque seu pai era alcoólatra e frequentemente, acabava agredindo ele e sua mãe. Ao longo da história percebemos os traumas de infâncias de Mack e como isso reflete em sua vida adulta.<br><br></div><div><br></div><div>Tempos depois e após um longo período de dificuldades, Mack casou-se com Nan, com quem viria a ter três filhos.<br><br></div><div>A tortura começa quando Mackenzie resolve passear nas férias com Josh, Kate e Missy. Eles seguem até uma reserva, quando a canoa em que Josh e Kate estavam tomba e Josh fica preso dentro da canoa.<br><br></div><div>Mack tenta desesperadamente salvar os filhos, e acaba deixando Missy sozinha perto do trailer. Quando finalmente retorna, não encontra mais a garota e assim, começa a busca incansável pela menina. No entanto, a melhor pista que ele consegue é que uma criança, vestida de maneira semelhante à sua filha, foi levada por um homem desconhecido em um jipe verde para o meio das montanhas.<br><br></div><div><br></div><div>Na cena do crime, as autoridades encontram um broche com detalhes específicos, cujo FBI percebe tempos depois, ser a assinatura de um matador de meninas que estava na região. Nada se sabia sobre ele. Em uma cabana próxima, eles descobrem o vestido de Missy e uma mancha de sangue no chão.<br><br></div><div>Após alguns anos depois da morte de Missy, em uma manhã de inverno gelado, Mack recebe um bilhete misterioso que supostamente havia sido escrito por Deus, onde ele o convidava para voltar à cena de homicídio de sua filha, uma cabana bem no meio de montanhas.<br><br></div><div><br></div><div>Depois de finalmente chegar à cabana onde tudo aconteceu, Mack se encontra com a Santíssima Trindade, que foi personificada de uma maneira peculiar pelo autor da história, e começa então, uma aproximação com Deus.<br><br></div><div>Aos poucos, ele passa a aceitar o ocorrido e aprende a lidar com a tragédia, que abalou toda a sua família.<strong> Durante o tempo em que ficou na cabana, ele teve muitas conversas e debates sobre religião, fé, e em especial, sobre a perda de sua filha.<br></strong><br></div><div>Depois de aprender a perdoar, Deus o leva para um passeio, que seria o fim de toda a sua jornada. Ele mostra à Mack onde o corpo de sua filha estava escondido e, juntos, transportam-no de volta para a choupana. Ao chegarem lá, Jesus havia preparado um esquife de madeira, onde o corpo de Missy pudesse ser depositados, e ela, assim, descansaria em paz.<br><br></div><div><br></div><div>Quando ele chega à sua cidade, acaba sofrendo um acidente de carro e é obrigado a ficar internado em um hospital, em estado grave. Para surpresa de todos os leitores e inclusive do protagonista, <strong>ele nunca realmente chegou a voltar para a cabana onde o crime aconteceu</strong>.<br><br></div><div>Na verdade, durante seu trajeto um caminhão veio a colidir com o jipe que pegou emprestado de seu amigo e ele então passou três longos dias em coma.<br><br></div><div>Após sua recuperação, ele cria coragem e segue em direção a cabana, onde jurou estar nos últimos dias. Seu <strong>objetivo é verificar a veracidade de tudo o que havia ‘sonhado’ e assim, conseguir resgatar o corpo de sua jovem filha</strong>.<br><br></div><div>E para sua surpresa, encontra o corpo de Missy exatamente onde foi enterrada quando Mack estava com Deus. A polícia encontra no local do homicídio algumas pistas e finalmente consegue fazer a identificação do terrível matador de meninas e em seguida, efetuam a prisão dele.<br><br></div><div>No julgamento, o protagonista da história explicou de maneira surpreendente e <strong>comovente como encontrou o local em que sua filha estava.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 22:02:48 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Henrique Issler, 7 Ano A;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>20/11/2020;<br>Págs. 62 à 82;<br>Continuação do Livro O Pequeno Príncipe.<br><br>    Após ter encontrado a serpente, seguiu viagem atravessou o deserto e encontrou uma flor com apenas três pétalas, após ter conversado com aquela flor de três pétalas seguiu viagem; depois o pequeno príncipe fez uma escalada em uma alta montanha. Ele apenas conhecia as três montanhas que eram os vulcões que davam apenas até o seu joelho em sua terra de onde ele veio.Quando estava lá em cima avistou somente agulhas de pedras muito pontiagudas. Mas depois de caminhar muito nas areias, rochas e neve ele encontrou uma estrada, enquanto ele seguia viagem na estrada que ele encontrou, avistou um lindo jardim florido de rosas, mas ele viu que existia milhares de flores, mas todas eram iguais, com isso se deitou em meio a elas e começou a chorar. Durante seu choro apareceu uma raposa e os dois conversaram longamente e a raposa pediu ao pequeno príncipe para ser domesticado, seguiu viagem e encontrou o guarda-chaves, ele selecionava os viajantes por milhar, seguindo mais um pouco na estrada, o pequeno príncipe encontrou um comerciante que vendia pílulas que não aplacavam a sede. Enquanto o príncipe contava sua história do comerciante, seu amigo já estava a oito dias no deserto e ele bebia sua última gota de água. Depois de ter comentado sobre sua água ao pequeno príncipe, ele teve a ideia em irem procurar um poço para encontrar água. Após uma longa caminha em procura de água anoiteceu e as estrelas iluminavam a noite. O pequeno príncipe adormeceu e seu amigo tomou-o nos braços e seguiu viagem, já estava amanhecendo quando ele encontrou o poço,  desceram o balde e retiram água do poço, os dois estavam com muita sede, mas o primeiro que bebeu foi o pequeno príncipe. Enquanto estavam tomando a água o príncipe disse ao amigo que ele deveria cumprir sua promessa que havia feito, era desenhar uma focinheira para o seu carneiro, seu amigo fez várias perguntas ao príncipe , mas ele sempre ficava emburrado, nisso o príncipe contou que estava com medo, seu amigo precisa voltar a trabalhar na sua máquina e o pequeno príncipe ia o esperar ali no poço e pediu ao seu amigo para voltar no dia seguinte ao anoitecer. Com isso seu amigo não ficou tranquilo e lembrou da história que o príncipe havia contado da raposa em criar laços, no qual correu o risco em chorar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-20 22:55:42 UTC</pubDate>
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         <title>Maicon Bugmann Júnior, Continuação do livro Diário de um Banana, Batalha Neval.Página 20 a 40A mãe de Gregory proibiu que ele e seus irmãos usassem qualquer tipo de tecnologia.Porque eles estavam se comportando mal e ela jogou a culpa nos jogos, eles se comportaram mal para mostrar que a culpa não é da internet e ela falou que os jovens de hoje não sabem se socializar e ela treinou Gregory para conversar com outras pessoas e tentou fazer ele ter mais amigos mas ele não gosta de ninguém da vizinhança dele.Gregory descreveu detalhes sobre sua vizinhança que são irritantes e agem como tribais, sendo que um lado é ladeira e o outro é plano. Os vizinhos do lado plano não deixavam os da ladeira ir brincar porque eram egoístas e territoriais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/948621012</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-21 20:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur A. R. (17/11/2020)  7A       Nas páginas (30 a 40)  Um vulcão, uma bananeira carregada... Carapaná todo alegre, mete a mão na penca pendurada ali, para se fartar. Carapaná aranca duas ou três folhas, e se atira morro abaixo, usando uma para proteger os fundos e as outras o marujo usara talvez para navegar. Longe dali, já era noite e seu povo ainda sem sono... Agüimê e Atinhân, dois irmãos bastante adoentados e famintos, foram sorrateiros até a oca do ancião Akeka-pihã e fugiram levando três tigelas pequenas com comida para dentro do matagal. Com o passar do tempo dos anciões, insatisfeitos com os novos rumos que tomava a comunidade, decidiram criar regras para evitar novos atentados a propriedade dos índios do bem. Foram desenterradas as armas utilizadas há séculos pelos ancestrais daquela tribo e entregues aos empregados de Akeka-pihã, cujo opinião passava a ter mais valor que a do próprio Cacique Rê. O tempo se passava, Carapaná e seu povo ainda precisavam aprender a viver sob aquele sistema regido por regras no qual era preciso traçar de conduta a serem seguidos por todos os índios, sem distinção. Acontece que alguns índios da sua tribo começaram a comprar e comer escondido nas proibidas tigelas.                         </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/952472057</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 14:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>O Pequeno Príncipe</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/954131594</link>
         <description><![CDATA[<div>Heloísa A. Ripp, 7 ano A.  Págs. 41 á 48- fim (único PDF que achei da história). Começa quando o pequeno príncipe estava no 8 dia de pane, ao qual estava morrendo de sede e conseguiu consertar seu avião, logo ele  foi procurar um poço, a caminho ele estava conversando com a serpente, o pequeno príncipe achou um poço, mas tinha uma ruína de um velho muro de pedra, ao qual o principezinho se sentou e conversando com uma serpente relatando seu problema com a flor. Logo a história termina da seguinte forma:  o pequeno príncipe volta para o asteroide dele junto com o carneiro e o narrador fica olhando para as estrelas e lembra do pequeno príncipe. (23/11/2020)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 21:41:11 UTC</pubDate>
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         <title>Igor Leandro Reckelberg                                                                          7ano A                                                                                                        Diário de um Banana                                                                                                                                                                            Batalha Neval                                        </title>
         <author>igorreckelberg2008</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Continuando o resumo a mãe do Greg fez uma regra proibindo usar o cobertor pois os irmãos brigavam pelo mesmo cobertor .No dia seguinte o Rodrick queria usar o cobertor para tomar café da manhã ,então a mãe fez uma nova regra dizendo quem levasse o cobertor deveria devolver no outro dia as oito horas da manhã .No fim da primeira semana já tinha tanta regra que a mãe tinha que anotar tudo num manual  de uso do cobertor .Mas nem isso resolveu a mãe tirou o cobertor deles e disse que iria dar para outra pessoa que soubesse dividir ,estava muito frio no dia seguinte daí a mamãe falou para o Greg precisava de uma roupa térmica para ir a escola , Greg pensava que a única coisa que valia a pena no inverno era o chocolate quente que aquecia ele no caminho da escola .Greg queria que seus pais levassem ele de carro para a escola mas seus pais saíam meia hora antes , os professores não deixavam ninguém saísse para o lanche por causa do frio , mas para mim não foi nenhum problema , pois última vez que saímos num dia de frio o Albert Sand falou que nosso cuspe iria congelar antes de cair no chão .<br><br></div><div>Leitura da página 45 a 56.<br><br></div><div>Data 23\11\2020. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 23:55:39 UTC</pubDate>
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         <title>Natanael Sousa Alves 7°A</title>
         <author>8259054440</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas páginas que li hoje, Reyna continua a ver o que está acontecendo no Acampamento Júpiter, mas depois é acordada pelo Hedge avisando que turistas estão ali. Por sorte, a Névoa cobriu a Atena Partenos e os turistas não puderam vê-la. Depois disso, á noite, os fantasmas das pessoas que estavam em Pompéia apareceram e começaram a ataca-los. Então, Hedge é possuido por Gaia, a mãe terra.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 11:13:11 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de um Banana ( 24/11/2020 )</title>
         <author>rafaschmidtmesser</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, eu sou, Rafael Messerschmidt, continuando o livro, Greg diz ser muito bom em videogame, mas seu pai não entende as suas habilidades, e diz para ele fazer "algo ativo", e coloca Greg  para fora para ele fazer algum exercício,  mas ele vai para a casa de Rowley jogar um videogame, mas os pais de Rowley, só deixam ele jogar que não contém luta ou violência, por isso Greg só pode jogar Fórmula Um, mas é muito fácil ganhar de Rowley pois Greg diz que ele é um jogador sério, somente precisa colocar um nome besta no carro e ultrapassar o carro do Rowley e ele cai na risada, quando Greg está indo para casa ele corre duas vezes na calçada do seu vizinho para parecer que estava  cansado, o que fez seu pai acreditar, mas ele teve que ir tomar banho e o pai de Greg gostou da ideia de colocar Greg, para fora pois foi o que ele fez no outro dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 11:36:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom dia,sou o Rodrigo Raduenz do 7A,eu li as últimas 25 páginas do livro Robinson Crusoé,essas páginas contam que Robinson Crusoé disse que antes de buscar os amigos do espanhol eles tinham que esperar a época da colheita para ter alimento suficiente para a viagem. Depois da colheita o espanhol e o pai de Sexta-feira foram buscar os outros espanhóis e Sexta-feira e Robinson Crusoé ficaram na ilha. Um dia Sexta-feira viu um navio perto da ilha e disse a Robinson Crusoé,então os dois ficaram escondidos e viram que homens desembarcaram na ilha,eles também viram que haviam três homens amarrados,então enquanto os outros estavam distraídos Robinson Crusoé e Sexta-feira desamarraram os três homens,então os homens disseram que eram piloto,contramestre e capitão,depois disso todos eles lutaram contra os invasores,despois de lutar com alguns invasores eles foram para o rochedo para observar os invasores que restavam e então eles viram que mais invasores chegavam na ilha em um segundo escaler,então Sexta-feira e o contramestre foram chamar a atenção dos invasores com gritos,alguns foram na direção dos gritos e dois ficaram no escaler,desses um lutou e o outro se rendeu,então Robinson Crusoé disse para o que se rendeu negociar com os invasores e dizer que se eles não se rendessem todos iriam morrer e Robinson Crusoé disse para os invasores que eles tinham duas opções ser enforcados ou ficar na ilha,eles escolheram a segunda opção e Robinson Crusoé os ensinou como sobreviver ali. Depois de 28 anos,2 meses e 19 dias Robinson Crusoé finalmente consegiu sair da ilha levando seu fiel amigo Sexta-feira. FIM (24/11/2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 11:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Schroeder 9A  Spy Pups: a ilha do perigo p. 40 à 50</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/955825017</link>
         <description><![CDATA[<div>      Ao final nem Spud nem o tenente Black passaram na prova. O malvado vilão chega a sua praia e diz a si mesmo que ele não era malvado e sim uma mente brilhante, assim ficou a frente do espelho falando como se estivesse sendo entrevistado. Então toca o telefone e o vilão deixa um caminhão descer a sua caverna era um homem com perna mecânica, um tapa olho e dentes de ouro, era o sr. Big. Contando a história de Big. Ele tinha tentado envenenar a mãe de Star e Spud, então quando foi pular do avião com paraquedas pulou com uma mochila das crianças, caiu num lago perdeu a perna, um olho e alguns dentes. Nisso ele pegou o celular e ligou para Jimmy o vilão. Assim as duas mentes malignas se juntaram.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 11:54:45 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Dias 7 ano A O Mistério dos sete relógios</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Capitulo 3<br>UMA BRINCADEIRA MAL SUCEDIDA<br>— Meio-dia — disse Soquete, já desesperada.<br>A brincadeira — como tal — não tinha saído muito bem. Os<br>despertadores, em compensação, haviam cumprido sua função. Todos<br>tocaram — com um vigor e ímpeto que dificilmente poderiam ser<br>ultrapassados e que fizeram Ronny Devereux saltar da cama com a<br>idéia confusa de que soara o dia do Juízo Final. Com esse efeito no<br>quarto pegado, o que não teria sido de perto? Ronny saiu às pressas<br>para o corredor, colando o ouvido na fresta da porta.Esperava blasfêmias — confiante, com sábia antecipação. Mas<br>não escutou absolutamente nada. Quer dizer, nada do que esperava. O<br>tique-taque dos relógios, evidentemente, continuava — de maneira forte,<br>arrogante, exasperadora. E não demorou muito para que outro<br>despertasse, tocando de um jeito grosseiro, ensurdecedor, que teria<br>causado extrema irritação até a um surdo.<br>Não havia sombra de dúvida: os relógios tinham desempenhado<br>fielmente seu papel. Fizeram tudo e mais ainda do que Mr. Murgatroyd<br>afirmava que fariam. Mas, pelo jeito, encontraram um rival à altura em<br>Gerald Wade.<br>O grupo sentia-se propenso ao desânimo.<br>— Esse cara não é humano — resmungou Jimmy Thesiger.<br>— Vai ver, pensou que era o telefone ao longe, virou para outro<br>lado e tornou a pegar no sono — sugeriu Helen (ou seria Nancy?).<br>— Parece incrível — disse Rupert Bateman, bem sério. — Acho<br>que ele devia consultar um médico.<br>— Alguma deficiência dos tímpanos — sugeriu Bill, esperançoso.<br>— Olha, querem saber de uma coisa? — disse Soquete. — Para<br>mim ele está se divertindo à nossa custa. Claro que acordou com o<br>barulho. Mas vai simplesmente nos tapear fingindo que não ouviu nada.<br>Todos olharam para Soquete com respeito e admiração.<br>— É bem possível — disse Bill.Ele é sutil, isso é o que é — continuou Soquete. — Vocês vão<br>ver como vai se atrasar mais do que nunca para o café da manhã... só<br>para nos mostrar.<br>E como o relógio já marcava alguns minutos depois do meio-dia, a<br>opinião geral foi que a teoria de Soquete estava certa. Apenas Ronny<br>Devereux discordou.<br>— Vocês esquecem que eu estava do lado de fora da porta quando<br>o primeiro despertador tocou. Seja o que for que o nosso Gerry resolveu<br>fazer depois, deve ter levado um susto com o primeiro. Na certa faria<br>qualquer coisa para que parasse. Onde foi que você o colocou, Pongo?<br>— Na mesa de cabeceira, perto do ouvido dele — respondeu Mr.<br>Bateman.<br>— Boa idéia, Pongo - disse Ronny. — Agora me diga uma coisa. —<br>Virou-se para Bill. — Se um baita sino começasse a tocar a poucos<br>centímetros do seu ouvido às seis e meia da manhã, o que é que você<br>diria?<br>— Ah, meu Deus! — exclamou Bill. — Eu diria... — Não terminou<br>a frase.<br>— Evidente que você diria — disse Ronny. — Tal como eu. Como<br>todo mundo, aliás. Faria surgir o que se chama de instinto natural.<br>Acontece que ele não disse. Portanto eu afirmo que Pongo tem razão...como sempre... e que Gerry sofre de alguma deficiência qualquer dos<br>tímpanos.<br>— Já é meio-dia e vinte — lembrou uma das moças, tristemente.<br>— Puxa vida — comentou Jimmy, devagar, — isso também já é<br>passar da conta, não acham? Quero dizer, tudo tem seu limite. Essa<br>brincadeira já foi longe demais. Assim é abusar da paciência dos<br>Cootes.<br>Bill olhou bem para ele.<br>— Aonde você quer chegar?<br>— Bem — retrucou Jimmy. — De um jeito ou doutro... não parece<br>coisa do nosso Gerry.<br>Não lhe foi fácil expressar o que queria dizer. Não queria falar<br>demais, mas no entanto... Percebeu que Ronny estava olhando para ele.<br>Como se se tivesse dado conta de alguma coisa grave.<br>Foi nesse instante que Tredwell entrou na sala e olhou em torno,<br>hesitante.<br>— Julguei que Mr. Bateman estivesse aqui — explicou, à guisa de<br>desculpa.<br>— Ele acabou de sair pelo terraço — disse Ronny. — O que é que<br>você queria com ele?<br>Os olhos de Tredwell pousaram em Jimmy Thesiger e depois<br>voltaram a se fixar em Ronny Devereux. Como se tivessem sido<br>escolhidos, os dois rapazes saíram da sala com ele. Tredwell fechou<br>cuidadosamente a porta da sala de refeições atrás de si.<br>— Então — perguntou Ronny, — que foi que houve?<br>— Sabe, como Mr. Wade ainda não tinha descido, tomei a<br>liberdade de mandar Williams ir chamá-lo lá no quarto dele.<br>— E daí?<br>— O Williams acaba de descer correndo, muito agitado. —<br>Tredwell fez uma pausa — uma pausa de preparação. — Creio que o<br>pobre rapaz deve ter morrido enquanto dormia.<br>Jimmy e Ronny o encararam.<br>— Que tolice — exclamou Ronny, afinal. — Não é possível. O<br>Gerry... — Seu rosto de repente adquiriu uma expressão decidida. —<br>Eu... eu vou lá em cima ver. Aquele idiota do Williams talvez tenha se<br>enganado.<br>Tredwell estendeu a mão para impedi-lo. Com uma sensação<br>estranha, anormal, de indiferença, Jimmy compreendeu que o mordomojá estava senhor da situação.<br>— Não senhor. O Williams não se enganou. Já mandei chamar o<br>Dr. Cartwright e nesse meio tempo tomei a liberdade de trancar a porta<br>do quarto, antes de ir informar Sir Oswald do que aconteceu. Agora<br>preciso encontrar Mr. Bateman.<br>E afastou-se às pressas. Ronny ficou imóvel, como que fulminado<br>por um raio.<br>— O Gerry — murmurou baixinho.<br>Jimmy pegou o amigo pelo braço p o fez passar por uma porta<br>lateral que comunicava com um recanto isolado do terraço. Levou-o até<br>um banco.<br>— Acalme-se, meu velho — disse, carinhosamente. — Daqui a<br>pouco você estará respirando normalmente.<br>Mas olhava-o com certa curiosidade. Nunca lhe ocorrera que<br>Ronny fosse tão amigo de Gerry Wade.<br>— Coitado do Gerry — comentou, pensativo. — Se havia alguém<br>que parecia gozar de saúde, era ele.<br>Ronny concordou com a cabeça.<br>— Toda essa história de relógios parece agora tão desagradável —<br>prosseguiu Jimmy. — É esquisito, não é mesmo? Por que será que a<br>farsa tantas vezes se mistura com a tragédia?<br>Falava mais ou menos a esmo, para dar tempo de Ronny se<br>recobrar do choque. O outro se mexeu, inquieto.<br>— Gostaria de que o tal médico chegasse logo. Quero saber...<br>— O quê?<br>— Do que foi... que ele morreu.<br>Jimmy franziu os lábios.<br>— Do coração? — arriscou.<br>Ronny deu uma risadinha de troça.<br>— Puxa, Ronny — disse Jimmy.<br>— O que é que tem?<br>Jimmy encontrou dificuldade para continuar.<br>— Você não vai dizer... não está pensando... isto é, você nãometeu na cabeça que... que, ora, quero dizer, que ele levou uma<br>porretada na cabeça ou coisa semelhante? Para o Tredwell trancar a<br>porta e tudo mais.<br>Jimmy achou que suas palavras mereciam uma resposta, mas<br>Ronny limitou-se a olhar fixamente para a frente.<br>Jimmy sacudiu a cabeça e tornou a cair em silêncio. Não havia<br>nada que pudesse fazer, a não ser esperar. Portanto ficou esperando.<br>Foi Tredwell quem os arrancou daquele marasmo.<br>— Por favor, cavalheiros. O doutor quer lhes falar na biblioteca.<br>Ronny pôs-se logo de pé. Jimmy acompanhou-o.<br>O Dr. Cartwright era um rapaz magro e enérgico, de fisionomia<br>inteligente. Cumprimentou-os com leve aceno da cabeça. Pongo, sempre<br>de óculos e a expressão mais séria do que nunca, fez as apresentações.<br>— Soube que era grande amigo de Mr. Wade — disse o médico a<br>Ronny.<br>— O maior amigo dele.<br>— Hum. Bem, esse assunto parece bastante simples. Apesar de<br>triste. Ele dava impressão de gozar de saúde. Não sabe se costumava<br>tomar alguma coisa para dormir?<br>— Para dormir? — Ronny arregalou os olhos. — Ele sempre<br>dormiu como uma pedra.<br>— Nunca se queixou de insônia?<br>— Jamais.<br>— Bem, os fatos são bastante comuns. Mesmo assim, acho que<br>vamos ter que abrir um inquérito.Como foi que ele morreu?<br>— Há pouca margem a dúvidas. Eu diria que morreu de uma dose<br>excessiva de cloral. Estava à cabeceira dele. Com um frasco e um copo.<br>Essas coisas são muito tristes.<br>Foi Jimmy quem fez a pergunta que achou que estava na ponta<br>da língua do amigo, mas que no entanto o outro, por um motivo<br>qualquer, não conseguiu articular.<br>— Não há nada... suspeito nesse negócio?O médico virou-se bruscamente para ele.<br>— Por que diz isso? Existe algum motivo para desconfianças?<br>Jimmy olhou para Ronny. Se este sabia de alguma coisa, agora<br>era o momento de falar. Mas para seu assombro, Ronny sacudiu a<br>cabeça.<br>— Nenhuma espécie de motivo — afirmou nitidamente.<br>— Nem de suicídio?<br>— Claro que não.<br>Ronny foi enfático. O médico não parecia compartilhar dessa<br>certeza.<br>— Nenhum problema que o senhor soubesse? De dinheiro, por<br>exemplo? Ou alguma mulher?<br>Ronny tornou a sacudir a cabeça.<br>— Bom, e quanto aos parentes? Eles precisam ser avisados.<br>— Ele tem uma irmã... meia-irmã, aliás. Ela mora em Deane<br>Priory. A uns trinta quilômetros daqui. Quando o Gerry não estava em<br>Londres, ficava com ela.<br>— Hum — fez o médico. — Bem, precisamos avisá-la.<br>— Deixe por minha conta — disse Ronny. — É um dever<br>desagradável, mas alguém precisa cumpri-lo. — Olhou para Jimmy. —<br>Você a conhece, não?<br>— Ligeiramente. Dançamos juntos algumas vezes.<br>— Então iremos no seu carro. Você não se incomoda, não é? Não<br>posso enfrentar essa situação sozinho.<br>— Claro que não me incomodo — afirmou Jimmy, tranqüilizandoo.<br>— Já ia até me oferecer. Vou tratar de pôr aquela lata velha em<br>movimento.<br>Estava contente de ter alguma coisa para fazer. A conduta de<br>Ronny o intrigava. O que é que ele sabia ou suspeitava? E por que não<br>externava suas desconfianças, já que as tinha, ao médico?<br>Em poucos minutos os dois amigos chispavam no carro de<br>Jimmy, com alegre descaso por essas ninharias de limite de velocidade.<br>— Jimmy — disse Ronny, afinal, — creio que você é o melhoramigo que tenho... agora.<br>— Muito bem, e daí? — retrucou Jimmy, carrancudo.<br>— Tem uma coisa que eu gostaria de lhe contar. Que você precisa<br>saber.<br>— A respeito de Gerry Wade?<br>— É.<br>Jimmy esperou.<br>— E então? — perguntou, afinal.<br>— Não sei se devo falar — disse Ronny.<br>— Por quê?<br>— Porque fiz uma espécie de promessa.<br>— Ah! Bem, nesse caso, talvez fosse melhor não contar.<br>Houve uma pausa.<br>— E no entanto, eu gostaria... Sabe como é que é, Jimmy. Você é<br>mais inteligente do que eu.Não vejo vantagem — retrucou Jimmy, impiedoso.<br>— Não, não posso — disse Ronny, de repente.<br>— Está bem — disse Jimmy. — Como você quiser.<br>Depois de longo silêncio, Ronny perguntou:<br>— Como é que ela é?<br>— Quem?<br>— Essa moça. A irmã do Gerry.<br>Jimmy ficou alguns instantes calado, e depois, numa voz um<br>pouco diferente, respondeu:<br>— É ótima pessoa. Para falar a verdade... olha, é um colosso de<br>garota.<br>— O Gerry tinha muito carinho por ela, eu sei. Vivia falando nela.<br>— E ela também tinha muito carinho por ele. Vai... vai ser um<br>golpe muito duro para ela.<br>— Pois é. Que missão mais desagradável.<br>Guardaram silêncio até Deane Priory.Miss Loraine, a criada informou, estava no jardim. A não ser que<br>quisessem falar com Mrs. Coker...<br>Jimmy deixou bem claro que não queriam falar com Mrs. Coker.<br>— Quem é Mrs. Coker? — perguntou Ronny, enquanto se<br>dirigiam para o jardim bastante descuidado.<br>— Uma velhota que mora com Loraine.<br>Tinham tomado um caminho pavimentado. Ao fundo via-se uma<br>jovem com dois spaniels pretos. Baixa, muito loura, com um velho<br>vestido surrado de mescla. O oposto do tipo que Ronny esperava<br>encontrar. Não era, tampouco, do gênero que Jimmy gostava.<br>Segurando um dos cachorros pela coleira, veio ao encontro de<br>ambos.<br>— Bom dia — disse. — Não liguem para Elizabeth. Ela acaba de<br>dar cria e é muito desconfiada.<br>Tinha um jeito extremamente natural e, ao levantar o rosto<br>sorriu, acentuando o delicado tom de rosa silvestre das faces. Os olhos<br>eram de um azul profundo — como violetas.<br>De repente se arregalaram — seria de susto? Como se já tivesse<br>adivinhado.<br>Jimmy apressou-se a falar.<br>— Este é o Ronny Devereux, Miss Wade. Já deve ter ouvido o<br>Gerry falar nele.<br>— Claro que sim. — Virou-se com um sorriso lindo e cordial de<br>boas-vindas para Ronny. — Estiveram hospedados juntos em<br>Chimneys, não foi? Por que o Gerry não veio com vocês?<br>— Ele... não pôde — respondeu Ronny, parando logo.<br>Jimmy percebeu de novo o rápido olhar de medo que ela teve.<br>— Miss Wade — disse, — tenho... quer dizer, nós temos uma má<br>noticia para lhe dar.<br>No mesmo instante ela ficou de sobreaviso.<br>— Gerry?<br>— Sim... Gerry. Ele...<br>Ela bateu o pé, com súbita paixão.<br>— Ah! Me digam... me digam... — Virou-se repentinamente para<br>Ronny. — O senhor me diga.<br>Jimmy sentiu uma pontada de ciúmes e no mesmo instante<br>percebeu o que até agora hesitava em admitir. Que Helen, Nancy e<br>Soquete não passavam de meras “garotas” para ele e nada mais.<br>Nem escutou direito quando Ronny anunciou gravemente:<br>— Pois não, Miss Wade, vou lhe dizer. O Gerry morreu.<br>Ânimo era o que não lhe faltava. Abriu a boca e recuou, mas em<br>poucos segundos já estava pedindo detalhes, minúcias. Como?<br>Quando?<br>Ronny respondeu da maneira mais delicada que pôde.<br>— Remédio para dormir? O Gerry?<br>A incredulidade da voz era flagrante. Jimmy lançou-lhe um olhar.<br>Um olhar quase de advertência. De repente pareceu-lhe que Loraine,<br>com toda aquela inocência, talvez falasse demais.<br>Por sua vez, também explicou-lhe com a maior suavidade possível<br>a necessidade de um inquérito. Ela estremeceu. Recusou a proposta<br>que lhe fizeram de voltar em companhia de ambos para Chimneys,<br>dizendo que depois iria. Tinha um carro de dois lugares.<br>— Mas antes quero ficar.... um pouco sozinha — desculpou-se,<br>contristada.<br>— Compreendo — disse Ronny.<br>— Está muito bem — concordou Jimmy.<br>Olharam-na, sentindo-se desajeitados e inúteis.<br>— Muitíssimo obrigada por terem vindo me avisar.<br>Voltaram em silêncio no carro, meio constrangidos.<br>— Santo Deus! Como essa garota é forte — exclamou Ronny<br>afinal.<br>Jimmy apoiou.<br>— Gerry era meu amigo — continuou Ronny. — Acho que tenho o<br>dever de zelar por ela.<br>— Ah! Sem dúvida. Lógico.<br>Não disseram mais nada.<br>Ao chegarem a Chimneys, Lady Coote, em lágrimas, chamou<br>Jimmy à parte.Pobre rapaz — repetia sem parar. — Pobre rapaz.<br>Jimmy fez todos os comentários cabíveis que lhe ocorreram.<br>Lady Coote passou, então, a descrever, de maneira inacabável,<br>com riqueza de detalhes, a morte de vários amigos que lhe eram caros.<br>Jimmy ouviu cheio de compreensão e por fim conseguiu desvencilhar-se<br>sem grosseria.<br>Subiu a escada correndo. Ronny acabava de sair do quarto de<br>Gerald Wade. Mostrou-se surpreendido ao deparar com Jimmy.<br>— Fui dar uma olhada nele — disse. — Você vai entrar?<br>— Acho que não — respondeu Jimmy, que era um rapaz saudável<br>com uma aversão natural por qualquer coisa ligada à morte.<br>— Creio que todos os amigos dele deveriam vê-lo.<br>— Ah, é? — retrucou Jimmy, com a sensação de que Ronny<br>Devereux estava se comportando de uma forma estranhíssima em<br>relação a tudo aquilo.<br>— Sim. É um sinal de respeito.<br>Jimmy suspirou, mas terminou cedendo.<br>— Ah! muito bem — disse, e entrou, meio contrariado.<br>Havia flores brancas dispostas sobre a colcha e o quarto tinha<br>sido arrumado, com tudo em seu lugar.<br>Jimmy lançou um olhar rápido, nervoso, ao rosto pálido e hirto.<br>Seria possível que aquilo fosse o corado, o angelical Gerry Wade? Aquele<br>corpo imóvel, tranqüilo? Sentiu um calafrio.<br>Ao se virar para sair do quarto, passou os olhos de relance pela<br>lareira e parou, atônito. Os despertadores estavam enfileirados na mais<br>perfeita ordem.<br>Retirou-se abruptamente, encontrando Ronny à sua espera.<br>— Ele parece muito tranqüilo e tudo mais. Que azar danado que<br>teve — resmungou Jimmy.<br>E acrescentou:<br>— Escute aqui, Ronny. De quem foi a idéia de arrumar todos<br>aqueles relógios assim, um atrás do outro?<br>— Vou eu saber? Um dos empregados, calculo.Engraçado — disse Jimmy, — tem sete em vez de oito. Está<br>faltando um. Não reparou?<br>Ronny teve uma exclamação inaudível.<br>— Sete em vez de oito — repetiu Jimmy, franzindo a testa. — Por<br>que será?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 11:58:52 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>One punch man Gabriel Jung 8 a<br><br>One punch man conta a história de um herói chamado Saitama e ele consegue derrotar todos os seus oponentes com um só soco por isso ele tenta procurar oponente pra ele lutar sem derrotar o oponente com um só soco </div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-24 12:28:04 UTC</pubDate>
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         <title>O LIVRO E SOMBRA DA NOITE DE MARTIN DREWES </title>
         <author>ricardobaar2007</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/956052627</link>
         <description><![CDATA[<div>Martin Drewes nasceu na Alemanha em Lobmachtersen (hoje Salgitter )no dia 20 de outubro de 1918. Ali, fez todo o seu aprendizado primário. O curso superior foi em Wolfenbuttel, lá recebeu o seu diploma foi realizar o seu treinamento básico militar como cadete do 6 regimento de Blindados  em Neuruppin a parti de 1937. A escola de guerra, em Munique o formaria em segundo tenente Mas em 1 de setembro de 1939 Drewes e transferido pra Luftwaffe(Força Aérea alemã). conclui todas as etapas de treinamento em relativa calma,  a guerra havia começado , mas o governo alemão, confiante na sua Blitzkrieng, nao a via motivos  para pressa ... Os anos seguintes revelaram seu engano , pois uma verdadeira catástrofe se abateria  sobre a Alemanha e o mundo. Martin Drewes , então piloto de um caça , jamais imaginou que sobreviveria a tudo aquilo e teria seu lugar como um dos maiores ases da historia do século XX. Neste livro autobiografia o autor nos conta trechos de sua vida , cheia de supressas e dificuldades, mas de adaptação em uma terra e língua estrangeira . Firme e persistente , e sempre gentil ganha  a amizade de muitos  e a prosperidade  o alcançar. Ex inimigos brindam e comemoram a Liberdade e  a vida e reverencia os camaradas que jamais voltaram das missões na segunda guerra mundial. Martin Drewes ,e uma da aquelas pessoas raras extremamente  modesto e muito reservado mas de um humor contagiante . sua historia serve de referencias pra cada um de nós .             </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 13:23:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[
Jimmy lançou um olhar rápido, nervoso, ao rosto pálido e hirto.
Seria possível que aquilo fosse o corado, o angelical Gerry Wade? Aquele
corpo imóvel, tranqüilo? Sentiu um calafrio.
Ao se virar para sair do quarto, passou os olhos de relance pela
lareira e parou, atônito. Os despertadores estavam enfileirados na mais
perfeita ordem.
Retirou-se abruptamente, encontrando Ronny à sua espera.
— Ele parece muito tranqüilo e tudo mais. Que azar danado que
teve — resmungou Jimmy.
E acrescentou:
— Escute aqui, Ronny. De quem foi a idéia de arrumar todos
aqueles relógios assim, um atrás do outro?]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 13:39:32 UTC</pubDate>
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         <title>Claudia Layse Tavares-7A         Livro: Anne de Green Gables</title>
         <author>ClaudiaTavares01</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>             RESUMO DO SEGUNDO CAPÍTULO<br>      MATTHEW CUTHBERT É SURPREENDIDO<br><br></em></strong> Matthew Cuthbert estava indo até<strong><em> </em></strong>a estação de trem para buscar o garoto que ele e sua irmã iriam adotar. Matthew era um homem tímido, calmo e de aparência nada elegante, Matthew era tão tímido que temia sair de casa por ter que cumprimentar as moças que passavam por ele na rua, era quase uma lei cumprimentar toda e qualquer mulher que passasse na rua, seja ela conhecida ou não. Matthew chegou à estação, deixou seu cavalo no pátio e foi perguntar ao oficial da estação quando chegaria o último trem onde viria o menino acompanhado da Senhora Spencer. O oficial disse que o último trem havia saído fazia meia hora e a senhora Spencer deixou apenas uma garota com muita imaginação esperando do lado de fora, Matthew não entendeu porque havia uma garota esperando por ele mas foi obrigado a ir conversar com ela e perguntar o que aconteceu. Matthew se aproximou lentamente da garota e ela o olhava fixamente com uma expressão feliz, ele não estava olhando para ela mas se olhasse veria uma garotinha muito magra, um cabelo definitivamente ruivo e um rosto comprido cheio de sardas, olhos e boca grandes, ela usava um vestido amarelado, tanto curto quanto apertado, na cabeça um chapéu velho de marinheiro e nas mãos uma mala velha e suja feita de tapeçaria. Quando a garotinha viu que Matthew estava vindo em sua direção ela se levantou e estendeu a mão para ele e começou a falar que se ele não a buscasse ela subiria na cerejeira que tinha do outro lado do trilho e esperaria por ele até de manhã, Matthew Cuthbert não conseguiria dizer para aquela adorável garotinha que ela teria que voltar, mas de qualquer forma ele não poderia deixá-la na estação passando fome e frio. Ele pediu para que ela o acompanhasse até a carroça e lá foi ela, dizendo o quão amava andar de carroça e o quão sua imaginação a deixou "terrívelmente magra" por perder noites imaginando coisas sobre o orfanato. Chegando na carroça a menina parou de falar e não disse uma palavra, quando saíram do vilarejo ela quebrou um galho de ameixeira e falou sobre como elas parecem noivas deslumbrantes, a menininha não parou de falar um segundo se quer, falou sobre o sonho dela de ser uma noiva, o quão ela se achava feia, como as pessoas olharam para ela no trem e é claro que ela não poderia deixar de falar das flores da Ilha e de como ela usa sua imaginação para o bem. A menina não parou de fazer perguntas durante todos os 13 quilômetros até Green Gables, ela até perguntou a Matthew se ele desejava silêncio mas como toda pessoa tímida ele amava não ter que falar durante uma conversa. Ela não parou de falar até chegarem a avenida que era coberta por árvores brancas, a menina ficou tão maravilhada que quando conseguiu falar, mudou o nome da avenida para "Trilha Branca das Delícias", ela também mudou o nome do lago dos Barry para "Lago da Águas Cintilantes". Matthew estava contente de que não seria ele que daria a terrível notícia para aquela garota de que a casa e a família que ela tanto desejava, não seria dela. Chegando em Green Gables a menina estava evidentemente feliz mas Matthew sentia uma sensação incômoda e não sabia do que se tratava, ele a tirou da carroça e foram para dentro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 13:50:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Livro:kimetsu no yaba    VITOR VETRMAN 7ANO </title>
         <author>vitorpedroandrade1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tanjiro se prepara para uma longa viagem até a cidade, para levar carvão.<br>Tanjiro chega a cidade...<br>Figurante:Tanjiro me ajude essa velha achou o seu vaso quebrado e acha que foi eu,pode cheirar isso aqui... ele aproxima o vazo ao  naris da Tanjiro, pois umas das habilidades de Tanjiro é seu olfato. <br>Tanjiro:tem cheiro de gato<br>Figurante:eu falei que não foi eu   em seguida o figurante sai correndo <br>Outros Figurantes:Tanjiro quero um pouco de carvão <br>Outros :Eu também...   tanjiro era amados por todos na cidade <br>Depois de entregar todo carvão se arruma e vai para casa <br>Figurante:Tanjiro... você não  vai subir a montanha essa hora da noite vai<br>Tanjiro:não se preocupe sei me virar <br>Fihurante:não não insisto durma aqui tem demônios comedores da gente a essa hora da noite assolta <br>Outro dia <br> Tanjiro se aproxima  de sua casa e senti um cheiro muito forte de sangue...<br>Aonde encontra todos mortos <br>Tanjiro fica paralisado sem reação...<br>Mas Nezuko sua irmã do meio  ainda tem batimentos <br>Tanjiro sem pensar duas vezes bota sua irmã nas costas e i a leva para o médico... mais o frio co gelando seu pulmao diminui seu ritmo <br>Um homem misterioso aparece com uma katana/espada e tenta golpear <br>Nezuko<br>Mais Tanjiro a defende       É ai o homem e Tanjiro conversão por um tempo <br>E em fala que Nezuko  se tornou um demônio comedor de gente pois o sangue<br>Desse demônio escorreu pela ferida da Nezuko assim a tranformandoa <br>E fala que vai matala... Tanjiro chorando espantado ajoelha e implora para não metala. <br>O homem finca a ponta da espada no ombro de Nezuko <br>Tanjiro sai  correndo em direção a o homem <br>Tentando impedir mais ele é atacado primeiro e cai <br>Ai Nezuko o protege e o  homem  muda de opinião <br>E tenta ajudá-los </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 15:06:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Emilly Alecssandra Hackbarth 7° B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo 3:<br>É chega de enrolação. Hora de encarar a vida com a cabeça erguida e aceitar que agora estou...sozinha. Solteira. Mal-amada. Qual o problema de ficar sozinha, não é mesmo? Não ligo. Não ligo mesmo. Isso não me incomoda nem um pouco. Uma coisa que incomoda em mim é a tal indecisão.<br>Eu nunca sei se estou no caminho certo e, se estou, se quero seguir esse caminho, ou, se não estou, pra onde devo me direcionar e, caso descubra pra onde, se quero mesmo ir. Entende? Eu sei que não. É difícil entender. <br>Então, sempre que me vejo diante de uma situação ou diante de um provável "romance", acabo dizendo que ele é o "amor da minha vida". Porque vai que dizer atraí né?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 16:10:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>douglashenriqueroegelin</author>
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         <description><![CDATA[<div>Douglas henrique 8°B<br><br>Os casos que vêm à tona nos jornais são, via de regra, bastante áridos e vulgares.</div><div><br></div><div>- Certa seleção e discriminação devem ser usadas para produzir um efeito realístico - comentou Holmes.</div><div><br></div><div>- Isso falta no relatório policial, no qual se ressaltam mais, talvez, as platitudes do magistrado do que os detalhes, os quais, para um observador, contêm a essência vital de todo o caso.</div><div><br></div><div>- Posso bem entender que você ache isso- falei.</div><div><br></div><div>Mas vamos lá - eu peguei o jornal matutino do chão , vamos fazer um teste prático.</div><div><br></div><div>Aqui está a primeira manchete em que deitei os olhos.</div><div><br></div><div>"A crueldade de um marido com sua esposa."</div><div><br></div><div>mais tosco dos escritores não poderia inventar nada mais tosco.</div><div><br></div><div>Tome um pouco de rapé, doutor, e reconheça que marquei um ponto a meu favor usando seu exemplo.</div><div><br></div><div>Ah- ele disse.</div><div><br></div><div>- Dez ou doze, mas nenhum que apresente qualquer característica interessante.</div><div><br></div><div>É possível, no entanto, que De repente, num ímpeto, como o do nadador que salta da borda do lago, ela atravessou apressadamente a rua, e ouvimos o toque agudo da campainha.</div><div><br></div><div>Ainda assim, mesmo nisso podemos discriminar.</div><div><br></div><div>Enquanto ele talava, ouviram-se batidas na porta, e o pajem entrou para anunciar a Srta.</div><div><br></div><div>-Já ouviu falar de mim, Sr. Holmes- exclamou-, senão, como poderia saber disso?</div><div><br></div><div>Talvez eu tenha me treinado para ver o que os outros negligenciam.</div><div><br></div><div>- Eu o procurei, senhor, porque talou-me a seu respeito a Sra. Etherege, Cujo</div><div><br></div><div>Mary Sutherland.</div><div><br></div><div>- Seu pai?- disse Holmes, Seu padrasto, decerto, já que o sobrenome ė diferente.</div><div><br></div><div>-Sim, meu padrast0.</div><div><br></div><div>-Oh, sim, mamāe está viva e bem.</div><div><br></div><div>Não fiquei muito feliz, Sr. Holmes, quando ela se casou de novo tão pouco tempo depois da morte de papai, e com um homem quase quinze anos mais jovem do que ela.</div><div><br></div><div>- Sua pequena renda -perguntou- vem desse negócio?</div><div><br></div><div>- Oh, não, senhor.</div><div><br></div><div>Valem 2.500 libras, mas só posso sacar os juros.</div><div><br></div><div>Naturalmente, isso é temporário.</div><div>Ele se levantará da poltrona, e estava de pé, abrindo as venezianas, olhando a tediosa e neutra rua londrina.</div><div><br></div><div>Já vi esses sintomas antes disse Holmes, jogando o cigarro no fogo.</div><div><br></div><div>Ainda assim, mesmo nisso podemos discriminar.</div><div><br></div><div>Enquanto ele talava, ouviram-se batidas na porta, e o pajem entrou para anunciar a Srta.</div><div><br></div><div>-Já ouviu falar de mim, Sr. Holmes- exclamou-, senão, como poderia saber disso?</div><div><br></div><div>- Eu o procurei, senhor, porque talou-me a seu respeito a Sra. Etherege, Cujo</div><div><br></div><div>-Por que saiu tao apressadamente para vir me ver?-perguntou sherlock Holmes, com as pontas dos dedos unidas e os olhos no forro.</div><div><br></div><div>Mary Sutherland.</div><div><br></div><div>-Sim, meu padrast0.</div><div><br></div><div>-Oh, sim, mamāe está viva e bem.</div><div><br></div><div>Não fiquei muito feliz, Sr. Holmes, quando ela se casou de novo tão pouco tempo depois da morte de papai, e com um homem quase quinze anos mais jovem do que ela.</div><div><br></div><div>- Sua pequena renda -perguntou- vem desse negócio?</div><div><br></div><div>- Oh, não, senhor.</div><div><br></div><div>Valem 2.500 libras, mas só posso sacar os juros.</div><div><br></div><div>Naturalmente, isso é temporário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 19:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Schneider- 8º ano A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>✨Harry potter e a pedra filosofal✨<br>(Capítulo 4)  <br>Em um dia Harry potter recebeu algumas cartas de Hogwarts ... ficou todo animado mas não fazia ideia do que seria, antes dele ler as cartas seu tio ovo arrancou de sua mão assim que viu o nome da onde era, Harry tentou pegar as cartas de novo  , obviamente não deu certo e seu tio na lareira. Mas tarde Harry recebeu mais de 100 cartas do mesmo lugar e seu tio já não aguentava mais, então resolveu trancar tudo, e depois de um tempo sem receber nem uma carta Harry recebeu mais algumas cartas... seu tio ficou tão irritado que falou pra todos fazerem as malas, e pegaram a estrada, chegando em um lugar muito estranho tipo uma casa bem velha. No meio da madrugada algo invadiu o lugar onde eles estavam... e todos se assustaram, eram um homem gigante, que trouxe logo um bolo para Harry potter e ficou emocionado quando viu ele, ninguém sabia quem era<br>- Prazer Rúbeo Hagrid.<br>Junto com o bolo Hagrid trouxe uma carta e a lista de materiais de Hogwarts. Logo em seguida Hagrid descobriu que Harry não sabia nem 1% da história dele e de seus pais, com isso Hagrid ficou revoltado e contou tudo a Harry potter!. No outro dia Harry e Hagrid foram retirar todo o dinheiro de Harry para comprar as coisa. <br><br>Capítulo 5 <br>Harry encontrou um menino bem esnobe (não falou o nome) e esse menino contou um pouco (e assustou Harry sobre Hogwarts) falou sobre as casas Lufa-lufa e Sonserina, falou sobre o quadribol. Depois de ter comprado tudo Harry perguntou para Hagrid sobre essas coisas, Hagrid não falou nada e logo colocou Harry no trem para ir de volta para onde eles estavam ficando no momento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 20:01:27 UTC</pubDate>
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         <title>Kauane Fagundes          / 7 ano B                                        
 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Capítulo 1 do livro "A culpa é das estrelas"<br><br><br>  </strong>Hazel Grace Lancaster é uma menina de 16 anos com tireoide com metástase nos pulmões. A mãe dela achava que ela estava muito deprimida, pois nunca saia de casa, passava horas na cama e passava seu tempo pensando na morte. Então, a mãe de Hazel decidiu colocar a filha num Grupo de Apoio, que ela teria que ir uma vez por semana. O Grupo de Apoio era formado por vários adolescentes/ jovens com várias questões psicológicas desencadeadas pelos tumores. Hazel nunca estava muito a fim de ir ao Grupo de Apoio, mas ela diz que o que salvava ela era um amigo chamado Isaac, que tinha um câncer ocular. Certa vez, num encontro do grupo, apareceu um garoto que não parava de olhar para Hazel. Depois quando a reunião havia acabado Hazel conversou com ele e conhece-o, ele se chamava Augustus Waters. E ele pede a ela para ir assistir um filme na casa dele. Como a mãe de Hazel queria que ela fizesse amigos, ela a deixou ir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 20:25:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Matheus block 7 ano B<br><br>Diário de um banana- Batalha Neval <br>"Inverno não será fácil para Grag Heffley. Uma nevasca fechou a escola e ele pensou que poderia ficar em casa jogando videogame debaixo dos cobertores. Só que não! Sua mãe quer vê-lo fazendo atividades ao ar livre. Mas o clima lá fora não está nada amistoso. O bairro se transformou num verdadeiro campo de batalha. Grupos rivais disputam território, constróem fortalezas de delo e se envolve em épocas guerra de bola de neve. Greg e seu fiel escudeiro vão ter que lutar pela sobrevivência. Será que, quando a neve derreter, os dois surgirão como heróis? Ou não vão escapar dessa gelada?"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 20:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Duarte Fagundes 9 ano a</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/957975202</link>
         <description><![CDATA[<div>Capitulo 4<br>O comandante gritou que estava com o garoto para Jaeger, ele ergue o pequeno MO pelos cabelos, ele tem um minuto de vida gritou o comandante, se eles se entregassem iria ser o vim de todo o vilarejo, deles e do pequeno MO, Jaeger olho para eles na praia, Jaeger não conseguia olhar aquela cena mas ele não poderia perecer se não iriam todos morrer, eles escutam o som de uma arma sendo carregada, o comandante gritou, vocês tem mais 10 segundos, o menino grita implorando para parar, 7, 6, 5, Jaeger mergulhado em lembranças parecidas com que estavam ocorrendo no momento, 2, 1, acabou, o gatilho foi puxado, o comandante larga o corpo de MO já sem vida na areia da praia, se Raff não tivesse segurado Jaeger, Jaeger já não estaria mais vivo, o comande grita que iria continuar o joguinho deles, com mais crianças!, com mais provocações desafiando Jaeger, logo começaram a bolar um plano, foram se esgueirando pelo mato como animais silenciosos, ele emerge do pântano no mesmo que outro garoto azarado com os homens do comandante rindo com o espetáculo cruel que estava ocorrendo, ele usa essa oportunidade para poder se mover sem ser visto, ele partiu silenciosamente para cima do soldado que estava mais próximo do pântano, ele bloqueou qualquer possibilidade de mínimo barulho que a vitima pudesse fazer e o esfaqueou no pescoço sem que mas ninguém visse, ele com o fuzil do home já morto na mãos, foram saindo do local mas um soldado havia os visto e estava pronto para atirar e num momento instintivo Jaeger lançou uma faca em direção ao soldado, Jaeger destrancou o fuzil e mirou nos soldados e a balas começaram a rasgar a escuridão, Jaeger procurava pelo comandante quando vou um pequeno menino lutando para se soltar, o menino saiu correndo para atrás de umas palmeiras, então Jaeger começa uma nova saraiva de tiros, ele viu  comandante correr e os tiros rasgarem os seus calcanhares e subir ate seu tronco, os soldados tremeram a ver seu comandante caído agonizando, agora era a chance ele recarrega o fuzil, Raff da cobertura para Jaeger, um ajudava o outro liberando caminho, logo depois de espantar e exterminar uma parte dos soldados inimigos Jaeger e Raff pegaram a canoa do chef, Jaeger pega Mojo e o leva com ele ate o barco, ele falou que os homens de Chambara iria presumir que eles estavam indo pelo norte, para Camarões ou Nigéria, nunca iria passar pela cabeça deles que eles iriam para o lado oposto, então foram para uma are que já não era mas de domino de Chambara e lá estavam os homens que já haviam dado um golpe eles podiam tentar a sorte e então foram logo engolidos pela noite e pela luz da lua <br><br>Estou gostando</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 21:45:27 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo Dos Capítulos 6 e 7</title>
         <author>carolrc2008</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/958141519</link>
         <description><![CDATA[<var>Capítulo 5: Território<br>            Ken confrontou Nishiki e venceu com a ajuda de Touka, que fez um grande dano em Nishiki. Ao conversar com Kaneki, Kirishima descobriu que ele não havia comido a carne recebida do gerente do café, brava ela o forçou a comer um pedaço da carne do cadáver, que ele acabou cuspindo. Indignado, ele perguntou o motivo dela ter feito aquilo, com muita raiva, ele disse aos berros que não iria comer a carne de outro humano por ser humano também e que os gohuls eram aberrações. <br>Capítulo 6: Retorno<br>            Touka se enfureceu depois do que Kaneki disse e lhe deu um forte soco no maxilar, disse depois que se ele não podia ser nem gohul nem humano, não havia lugar para ele.<br>            Um bom tempo depois Ken ainda estava sentado no mesmo lugar onde havia caído após ser socado, se perdeu em pensamentos e se preocupou em ter que passar o resto da vida sem poder contar com ninguém por não ser gohul nem humano. De repente, ele recebe uma mensagem de Hide, dizendo que ele faz falta nas aulas de história oriental e perguntando se Kaneki não precisava de um caderno emprestado. Ao receber a mensagem, ele pensou: “É verdade... Eu tenho um lugar sim... Enquanto ele existir... Vai ficar tudo bem.”<br>            No dia seguinte, por não conseguir controlar seu olho de gohul, Ken foi para a faculdade com uma atadura em forma de tapa-olho, lá encontrou Hide, que ficou extremamente feliz em ver Kaneki novamente. Enquanto eles estavam conversando dois amigos de Hide (eles eram veteranos do comitê do festival da faculdade) que Kaneki não conhecia apareceram e também convidaram Ken para entrar no comitê, ele recusou por se sentir muito sob pressão (mesmo sendo uma coisa simples). Sem se importarem muito os veteranos pediram para Hide pegar uma DVD do último festival com Nishio (Nishiki, mas Ken ainda não sabia).<br>            Quando chegaram na sala, Ken quase morreu de susto ao ver Nishiki, que ficou muito bravo por eles terem entrado sem bater na porta, já que ele estava com uma garota. Ao entrar Hide se desculpou e Kaneki reparou no cheiro de café.<br>Fim do capítulo.</var><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 23:27:21 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Leitura do Diego H. Ripp 8⁰ ano A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de andar muito tempo o pequeno Príncipe achou um lutar cheio de rosas, ele então ficou chateado por saber que haviam milhões de rosas. Ele se deitou no campo e posse a chorar. Mais tarde ele falou com uma raposa a mesma queria cativar ele, depois de uma longa conversa ela explicou um pouco da sua vida que ela caçava galhina, e era caçada por caçadores. Quando o menino foi embora raposa chorou. <br> Após dialogar com ums homems o principezinho, falou que ele estaria com sede então começou a procura do poço d'agua, quando eles acharam o pequeno Príncipe tomou a água, e matou a sua sede. Perto do poço havia uma serpente, os dois dialogaram sobre a flor do principezinho, após isso ele relata houve um clarão amarelo perto d a minha perna, por um instante imóvel, tombou devagarzinho como uma árvore tomba.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 11:01:21 UTC</pubDate>
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         <title>Douglas Djorkaeff Silva Peixoto 7° ano A</title>
         <author>Hagoromo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Livro: One Piece. Capítulos 600 ao 700.<br><br>No capítulo 600 ao 648 é o final do arco da ilha dos homens peixes e sirenas Luffy  está tentando impedir o Noah (Um barco imenso que se alcançar a ilha vai estourar abolha de oxigênio que guarda ilha.) com o seu poderoso ataque "*gomu gomu no busoshoku haki elephant gatling." (*cor do armamento metralhadora elefante de borracha) enquanto luta contra Hordy Jones um homem peixe tubarão até que a Shirahoshi vai até lá e tenta impedir a luta deles e parar o Noah ao mesmo tempo só que sem querer ela utiliza seu poder até então desconhecido dela pois ela é a arma antiga Poseidon o que lhe da o poder e capacidade de falar e entender o que os reis dos mares dizem e também tem a capacidade de comanda-los então ela pede para eles pararem o Noah os reis dos mares levam a Noah enquanto isso Luffy tinha vencido a batalha contra Hordy Jones mas ficando exausto e acaba desmaiando. Quando eles voltam para ilha os mugiwaras já tinham vencido a tripulação do Jones e depois eles tem um grande banquete e uma festa como em todo final de arco. Na minha opinião o arco dos homens peixes é um arco apenas para mostrar as habilidades dos mugiwaras (chapéus de palhas) depois do time skip. No capítulo 649 é a transição de arco entre a ilha dos homens peixes e punk hazard eles não tinham que ir até a ilha de punk hazard mas eles receberam uma ligação de um baby den den mushi  pedindo ajuda da ilha em chamas a equipe de exploração foi Luffy, Zoro, Usoop e Robin enquanto exploram a ilha Usoop vê um pássaro grande que mais para frente é revelado para eles que na verdade era uma harpia chamada Monet depois de algumas páginas  eles encontram um dragão  que o Luffy e o Zoro o derrotam facilmente e depois  assam e o comem, Luffy encontra um corpo que só tem as pernas ele coloca essas pernas em sua parte traseira e se chama de centauro, após mais algum tempo de caminhada Luffy  chama as pernas de pernudo mais algum tempo eles encontram um lago e uma parte repleta de gelo e neve,  depois a tripulação do Luffy que ficou no navio é raptada  depois de algum tempo passa para a tripulação do vice almirante da marinha Smoker e a capitã do G-5 Tashigui  eles estão atrás da tripulação do Luffy o smoker fala o que aconteceu na ilha, ele revela que a ilha foi o palco da batalha entre Akainu e Aokiji para ver quem se tornaria presidente do govreno mundial. No capitulo 650 ao 700 a tripulação do Luffy acorda preso em uma sala junto com a cabeça de um samurai toda cortada ele está vivo por causa do poder da pessoa que fez isso o "cirurgião da morte" Trafalgar Law que nesses dois anos que se passaram ele se tornou um shichibukai (sete piratas autorizados pelo governo) mas na verdade ele só estava esperando o momento certo para fazer uma aliança com o Luffy. A tripulação do Luffy está saindo da cela levando a cabeça do samurai eles encontram crianças que estão lá a alguns anos  se curando de uma doença inexistente tudo isso era só para eles tomarem uma droga estimulante que fazia eles ficarem mais fortes só que encurtava drasticamente a vida das crianças a tripulação ajuda eles só que na saída eles encontram a marinha e eles voltam para dentro só que com o corpo tocado depois de algum tempo o Luffy e os outros se encontram com o resto da tripulação e a cabeça do samurai encontra as pernas que estavam com o Luffy depois ele revela o seu poder e dá agasalhos para todos, depois de algum tempo eles reparam que o samurai foi atrás do seu dorso que está preto do lago porém quando ele está chegando perto o dorso dele entra no lago e ele não é capaz de se mover (usuários de akuma no mi não são capazes de nadar e quando uma parte do corpo  desses usuários encosta na água eles perdem o movimento dessa parte do corpo) assim um dos mugiwaras tem que entrar no lago e recuperar o dorso antes que uma slime venenosa usuária de uma smile (smiles são akuma no mi criada artificialmente) assim eles tem que fugir antes que ele os acerte quando eles conseguem fugir o Caesar Crown que é o vilão do arco faz com que a slime comece uma droga que a fez explodir criando um gás venenoso que todas as pessoas que encostavam nesse gás  viravam estátuas e perdiam a vida depois de um tempo. Luffy estava indo atrás do Caesar quando encontra Monet que o joga no depósito de lixo lá ele encontra momonosuke  que é o filho do Samurai só que ele se transformou em um dragão graças a uma smile . Zoro estava lutando contra Monet quando Tashigui entra e ajuda o Zoro a derrotá-la só que ela fica tonta e desmaia e o Zoro tem que carrega-lá. Luffy derrota Caesar e o captura começando assim o plano de derrotar um yonkou (um dos quatro imperadores piratas do novo mundo) assim termina o arco de punk hazard e começa a transição para dressrosa. Na minha opinião o arco de punk hazard vai ser muito importante para o plano de derrotar um youkon.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 11:52:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Natália Schmitz 7°B <br>O pequeno príncipe<br> O menininho perguntou de que planeta tinha vindo o piloto não respondeu só interrogou bruscamente, e tu vens de outro planeta mais ele não respondeu. Então o piloto fez  muitas perguntas como da onde ele tinha vindo, onde era sua casa e etc então os dois ficaram em um mediato silêncio e respondeu depois,o bom da caixa que me deu pode servir de casa para o meu carneiro dormir a noite, o piloto disse que se ele fosse bonzinho daria uma coleira para amarra-lo o seu carneiro então o menino ficou com uma cara de assustado e disse que essa ideia era esquisita, o piloto disse que  ele poderia fugir, o menino deu uma baixa risada e disse mais pra onde ele iria? Então o piloto disse que não sabia mais que ele poderia fugir, então principezinho ficou com uma reação seria e falou: lá onde moro é muito pequeno e tão tem como ele escapar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 12:22:50 UTC</pubDate>
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         <title>Bom dia , sou o kaua da silva siewerdt , 7 ano A !!!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Pequeno Príncipe , pag 39 a 49. <br> No quinto dia , graças a ovelha , o piloto descobriu que no dia que o principezinho  viu o sol se por quarenta e quatro vezes , o principezinho estava triste! <br>  Depois o principezinho perguntou para o piloto, se uma ovelha  come arbustos, o piloto respondeu com preça , come tudo que ve pela frente. <br>O principezinho perguntou , se as ovelhas comem plantar que tem espinho , o piloto ja nervoso tentando afrouxar um parafuso do avião , então ele responde com rapidez novamente, R: Sim, come até plantas com espinhos. <br> La vem outra pergunta do principezinho , para que servem os espinhos ? o piloto respondeu : pra nada , pura maldade das plantas. Passou um tempo ele teve a coragem da fala pro piloto que ele não acredita nisso kkkk, o principezinho falou as flores são fracas , são ingênuas , ela se defendem , então o piloto nem respondeu nada , porque ele tva focado no parafuso, "se o parafuso não afrouxar vou fazer ele satar com um martelo" o piloto estava pensado nisso já , então o pequeno principezinho atrapalhou novamente a reflexões: perguntou o principezinho você acredita nas plantas... ?  o piloto respondeu claro que não, não creio em nada , "o piloto respondeu qualquer coisa" , estou ocupado com uma coisa seria , o principezinho falou , COISA SÉRIAS! , o pequeno principezinho falou você parece com os adultos falando , fala sem piedade , o piloto estava realmente irritado , ele sacudia a cabeça ao vento e seus olhos cor de ouro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 12:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>Boa tarde, sou a Analú dos Santos Vieira 8°ano B </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> O pequeno príncipe <br><br>veio de um planeta minúsculo chamado por ele de Asteroide 325.Ele cuidava de seu planeta para que nenhuma semente ruim nascesse em sua terra. Um belo dia ele se apaixona por uma rosa só que depois de pega mentindo ele passa a desconfiar dela.<br>Com isso ele acaba ficando muito solitário e por isso resolver sair do seu planeta e explorar o universo. Antes de partir ele se reconcilia com a rosa.</div><div><br></div><div>Em sua viagem o pequeno príncipe encontra: Um rei, um homem vaidoso, um homem bêbado, um homem de negócios, um acendedor de lampiões e um geografo. Todos viviam sozinhos em seus planetas e eram totalmente consumidos por suas profissões.<br><br></div><div>O comportamento desses homens gera estranha no pequeno príncipe. Ele não compreendia a necessidade que eles tinham de darem ordens ou de serem admirados. O pequeno príncipe não compreendia o porquê deles precisaram tanto de poder.<br><br></div><div>Claro que apesar de se espantar com algumas atitudes ele também teve alguns aprendizados. Com o geografo ele aprendeu que as flores não duravam para sempre e isso claro o fez sentir saudade da rosa deixada em seu planeta de origem.<br><br></div><div>O Geógrafo o aconselhou a visitar a Terra e foi chegando ao planeta que ele veio parar meio do deserto.<br><br></div><div>Uma cobra foi o primeiro contato que o Pequeno Príncipe teve na Terra. Ela disse que o seu veneno era tão poderoso que poderia leva de volta ao céu. No entanto ele prefere continuar sua exploração e tem contato com uma flor de três pétalas.<br><br></div><div>Ele também decide escalar uma montanha alta e lá acaba confundindo o eco da sua voz com uma conversa.<br><br></div><div>Depois ele se depara com um jardim de rosas e isso o deixa surpreso e ao mesmo tempo decepcionado, pois acreditava que a rosa do seu planeta era a única da espécie.<br><br></div><div>Uma raposa ensina lições importantes para o Príncipe. Por exemplo: “As coisas importantes na vida são visíveis somente para o coração”. Com isso ele acaba percebendo que apesar de existirem muitas rosas, o amor que ele sente por sua rosa o torna única e especial.<br><br></div><div>A Despedida</div><div>No oitavo dia em que o narrador estava no deserto à água havia acabado e por isso os dois foram em busca de mais. Eles encontram o poço e ele fica perto de aonde o pequeno príncipe chegou à Terra e era ali que ele voltaria para o seu antigo planeta através da picada da serpente.<br><br></div><div>O narrador ficou triste por ter se apegado ao garoto e não queria ver seu corpo ali no chão. O príncipe então falou que ele não deveria olhar para as simples aparências e que essa seria a única forma de ele viajar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 19:29:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Kauane Fagundes Schwanz /7 ano Brasil<br>Capítulo 2 do livro "A culpa é das estrelas"<br><br></strong>Hazel dizia que Augustus dirigia nada bem, e ele disse a ela que ele tinha sido reprovado três vezes nos testes de direção.<strong> </strong>Augustus perguntou a Hazel se ela ainda estudava, e ela disse que não, que ela já havia ganhado um certificado de conclusão de ensino médio da faculdade comunitária da cidade. Já ele estudava no segundo ano. Os dois chegaram à casa de Augustus, os pais deles o chamavam de Gus, e na casa Hazel observou várias frases sobre amor, família e amigos, colocadas em vários lugares da casa, que para os pais de Gus, eram frases encorajadoras. Gus mostrou o porão da casa dele para ela. E mostrou os artigos de basquete que ele tinha, ele também mostrou seus livros para ela e emprestou um a ela para ler. Os dois assistiram o filme V de Vingança, e depois Hazel dirigiu o carro de Gus até sua casa.Os dois se deram não . Hazel achou Gus um menino muito bonito e querido. Gus queria combinar de ver Hazel no próximo dia , mas ela disse que não queria. Ela iria ligar para ele, quando ela terminasse de ler o livro que Gus emprestou a ela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 19:31:37 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Nicoli Siewerdt | 9A | 26/11 | Livro: a cinco passos de você | p.40 a 50.</title>
         <author>siewerdtrafa</author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/963233675</link>
         <description><![CDATA[<div>Will conta sobre um dos vídeos de Stella no qual ela está em um bar com sua família. "ela está de um jeito diferente, parece mais feliz". O pai e Abby (irmã de Stella) estavam cantando e armaram para que Stella cantasse também. Ela tinha uma voz delicada e suave. Depois, conforme Will, ele continua assistindo diversos vídeos de Stella, e ficando cada vez mais apaixonado, porém estava muito cansado. Não havia dormido nada durante toda a noite. Então, é interrompido pela sua mãe e sua doutora, ambas falando do tratamento. Nesse momento, Will começa a viajar, estava nevando e ele expressa seu sentimento sobre a neve e o quanto ele gostaria de esquiar e não pode. Seus devaneios são interrompidos pela sua mãe que se despediu. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 11:31:57 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Henrique Issler, 7 Ano A;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>29/11/2020;<br>Continuação e fim do livro O Pequeno Príncipe...<br><br>     O Pequeno Príncipe tinha feito um pedido ao seu amigo, para ele voltar no dia seguinte e que ele iria o esperar no mesmo local. No dia seguinte ele voltou ao local marcado, de longe já avistou o príncipe sentado nas pedras do poço e com as pernas erguidas, enquanto se aproximava houvia vozes mas não via nada ao redor, de repente ele viu uma serpente amarela uma das mais venenosas, saiu correndo ao encontro e com o barulho que fez a serpente saiu escorregando na areia. Quando chegou no muro onde estava o príncipe, ele o ergueu nos braços o pequeno principezinho. Contou que conseguiu arrumar sua máquima e que ia embora  no mesmo dia para sua terra, o príncipe acrescentou que também iria voltar para sua terra também.O dois estavam melancólicos, seu amigo o apertou em seus braços o garotinho, mas parecia que ele estava escorregando para o fundo de um abismo do qual ele não conseguia fazer nada para o segurar. O príncipe falou que tinha o carneiro, a caixa e a focinheira que ele deu para ele. Durante suas conversas o príncipe deu sua risada e seu amigo disse a ele que ama e sentirá muita falta dessa risada que ele dá. Seu amigo disse que sempre serão amigos, que quando olhar para uma estrela sempre irão lembrar um do outro. A despedida dos dois amigos era muito difícil, estavam triste em se despedir.Quando voltou para casa seus camaradas estavam felizes que tinha voltado vivo, mas no fundo estava muito triste. Mas consolou-se ao saber que o pequeno príncipe também tinha voltado para seu planeta, de noites ele ama ouvir as estrelas que parecem como guizos tocando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-29 18:46:24 UTC</pubDate>
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         <title>Maicon Bugmann Júnior, Diário de um Banana.8B.Página 40 a 60.Gregory escreveu que quando era menor tentou hibernar no inverno, mas sua mãe disse que é impossível um ser humano conseguir fazer isso. Gregory recebeu um cobertor de sua avó, mas ele era obrigado a dividir o cobertor com seus irmãos que eram insuportáveis e sempre tentavam trapacear fazendo com que a vez do outro fosse mais curta e sempre reclamavam que queriam usar o cobertor até para tomar o café. Como estava muito frio a mãe de Gregory comprou roupas térmicas, mas Gregory não gostou delas pois ele acha que elas ficam ridículas nele. A mãe dele falou que ele tinha sorte de ter essas roupas pois seus ancestrais não as tinham, então ele se perguntou porque os ancestrais escolheram aquele lugar para construir uma cidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/971164562</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 13:46:13 UTC</pubDate>
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         <title>Página 60 a 80.Maicon Bugmann Júnior, 8B.Gregory conta como os alunos da sua escola não se importam com as regras para não espalhar doenças: se for espirar colocar a mão na frente, etc. Então ele pensou na ideia de usar uma bolha de proteção, mas como os alunos são mal educados a bolha duraria apenas um dia.Ele guarda pastilhas no seu armário que deixam ele com um bom hálito, mas infelizmente seus colegas também gostam e sempre pedem pra ele dar algumas, e no dia que ele não deu, os colegas arrombaram o armário e comeram todas as pastilhas. O caminho que Gregory sempre escolhia para ir pra casa estava mais frio do que o comum e ele entrou em uma pizzaria para se esquentar, mas, ele foi expulso de lá pois apenas clientes podiam ficar lá. Ele foi para uma biblioteca mas as bibliotecárias ofereceram livros e ele saiu para fora da biblioteca e foi bater na porta de uma casa, já que seu amigo estava apurado para ir ao banheiro, mas seu amigo não conseguiu falar o motivo por vergonha e foi para atrás de uma pedra e demorou uma eternidade. A mãe de Gregory pediu para ele se proteger mais do frio, mas graças aos seus colegas atirarem neve em qualquer um que passa ele não poderia usar luvas, então para ele sentir menos frio ele tentou engordar, mas ele não conseguia. No mesmo caminho de volta para sua casa ele decidiu invadir a casa de sua avó pois estava muito frio, então ele pegou a chave escondida no gnomo de jardim e invadiu a casa, ele comeu boa parte das comidas na geladeira e a vizinha intrometida foi ver pela janela o que estava acontecendo, porque a porta da geladeira estava aberta. Então ela saiu e eles foram ver tv, para não ser descoberto ele tampou a tv com um cobertor e fez uma tenda de coberta para a vizinha não ver que a casa foi invadida. Gregory demorou demais assistindo tv e quando foi ver estava de noite.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 14:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>Resumos de capítulos resumidamente resumidos</title>
         <author>carolrc2008</author>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo 7 – Traição, Capítulo 8 – Kagune &amp; Capítulo 9 – Incubação<br><br>Depois de procurar por um tempo, nenhum dos três conseguiu encontrar o CD. Logo Nishiki “se lembrou” de que o CD estava em sua casa e pediu para Hide ir junto. Com medo de que o amigo fosse devorado, Ken se ofereceu para ir junto.<br><br>            Antes de chegar na casa de Nishiki, eles pararam para comer taiyaki (é um bolo japonês em formato de peixe) e Kaneki ficou extremamente surpreso quando Nishiki conseguiu comer o taiyaki.<br><br>            Quando estavam caminhando Nishiki afirmou que sua casa estaria na próxima esquina, mas quando chegaram era um beco sem saída, onde o gohul atacou Hide, que desmaiou. Nishiki perguntou a Kaneki se ele pretendia devorar Hide, o outro negou veementemente, depois houve uma briga em que Ken usou suas garras de gohul pela primeira vez. Kirishima apareceu no meio da briga e Kaneki quase devorou Hide, lutando contra seus impulsos.<br><br>            No outro dia Ken acordou na cafeteria. O gerente o levou até Hide, ele estava dormindo. Kaneki ficou aliviado em saber que seu amigo estava bem. Ao acordar Ken também sentiu gosto de sangue, como se tivesse comido carne. O gerente explicou que lhe deram carne enquanto dormia para que não atacasse Hide. Kaneki começou a chorar e dizer que estava sozinho e que não havia lugar para ele neste mundo, o gerente o consolou, dizendo que ele era o único que tinha um lugar entre os dois mundos.<br><br>            Ken foi convidado a entrar na Anteiku, para aprender a viver como um gohul. Ele aceitou e a primeira coisa que o gerente prometeu lhe ensinar foi fazer um café delicioso.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 15:11:57 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur A. R. (24/11/2020)  7A       Nas páginas (40 a 55) Os dias foram se passando e Carapaná com sua tribo estavam felizes e com muita fartura de alimentos. Tribos vizinhas tiveram conhecimento de sua fartura e exigiam parte de tudo que era caçado, pescado, colhido e produzido pela tribo de Carapaná. Estava tudo pronto para o confronto final, bastava apenas uma razão, uma provocação ou uma palavra mal dita. Carapaná então resolveu fazer uma viagem pela mata à dentro para tentar descobrir uma solução no qual sua tribo pudesse dormir novamente. Ao retornar Carapaná esperou ser recebido como herói por portar a salvação de sua tribo, mas quando a flecha incandescente riscou os ares, todo o povo gritou num só grito de alívio, e Inhambé, seu primo, que competia com Carapaná desde a infância avistou o jovem cambaleante de sono, trazendo consigo a esperança de dias melhores. Carapaná adentrou na clareira e diante do olhar ansioso de todos desmaiou, e por quatro dias dormiu, enquanto todos os índios da tribo ficaram parados ao pé do pobre cansado. Inhambé se aproveitou da situação e colocou Carapaná como sendo um traidor. Inhambé exclamou: &quot; Como pode este covarde traidor roubar o sono para si mesmo, já que era esperado por todos!&quot; Então o conselho de anciões propôs a pena de morte a  aquele desgraçado, e o povo que não tem memória, aplaudiu quando Carapaná foi degolado. Quando alguns integrantes da tribo vizinha foram ver o ocorrido, encontraram o corpo do inocente Carapaná sendo consumido por formigas famintas e eles acreditam que desde então o mundo desconhece a fúria das formigas Carapanás, donas de picadas que trazem o sono fatal para os nativos daquela floresta. Assim termina a história do livro &quot;Carapaná e o povo sem sono&quot;.                                                 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabianamachado7/8154wmygy08speyz/wish/977900746</link>
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         <pubDate>2020-12-01 22:27:14 UTC</pubDate>
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         <title>Igor Leandro Reckelberg                                                                      Sétimo ano A.                                                                                            Diário de um Banana                                                                            Batalha Neval                       </title>
         <author>igorreckelberg2008</author>
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         <description><![CDATA[<div>Greg não gostava do recreio fora do pátio mas as professoras   faziam  isso para incentivar jogos de tabuleiro e quebra – cabeça , mas outro dia a professora queria fazer uma brincadeira nova a brincadeira da estátua ,porque não é interessante ficar dentro da sala pois no inverno a maioria estava doente e ninguém tinha cuidado na hora de espirrar , ou seja , ninguém lembrava de colocar a mão na hora de tossir e por conta de contágio da gripe. Na hora do almoço o amigo do Greg o Albert  Sandy  contou uma história de um rapaz que segurou um espirro e a cabeça dele tinha explodido , o Greg não acreditou nesta história pois o Albert sempre inventava história . Greg sempre tinha muito cuidado para não pegar doença ele tinha o maior cuidado pois percebia que as outras crianças não tinha boas maneiras e isso irritava ele essa falta de higiene.<br><br></div><div>Ele preferia ficar em casa durante o inverno da escola para não ficar resfriado.<br><br></div><div>Data 01\12\2020.<br><br></div><div>Página 56 a 67.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 23:12:09 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Duarte Fagundes 9 ano a</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Capitulo 5 <br>Eles chegam, e são recebidos por um homem forte com o rosto gordinho, vermelho e bravo.<br> Ele não estava ali para lutar, ele era o líder do golpe, ele tinha um exercito de homens muito mais jovem que iriam aguantar mais o tranco.<br> Jaeger se perguntava se eles ainda iriam querer tomar Bioko depois de varia falhas anos atrás.<br> O líder  bufa  diz que seu jeito de comanda era muito diferente e que esse era o golpe final, todos queriam derruba-lo.<br> Eles estavam bem armados, e os dois foram convidados para se juntarem a eles, eles negam, eles iriam em um C-130 na Nigéria. Ele disse que era o mínimo que ele podia fazer por eles terem trazido o Major Mojo que iria sofre.<br> Algo dizia que Jaeger podia confiar nele, ele perguntou oque ele podia fazer para eles antes deles irem em bora, ele pega um papel do bolso e fala pra entregar para o chefe do vilarejo, pois pela culpa deles o filho dele estava morto, o dinheiro não traria o filho dele de volta mas de certo modo os ajudaria, esse dinheiro era do Major Mojo.<br> Ele agradece mais uma ver por ter trazido a escoria que era o Major Mojo que para tentar obter informações teve que tirar a vida de uma pobre criança, ele agradece dizendo que a morte dele poderia dar vida a muitas outras pessoas, ele fala que quando Chambara estivesse fora de cena varia crianças poderia ter um futuro, ele pergunta novamente se pode fazer algo a mais e Jaeger fala que passou 3 anos lá, ele descobriu algumas coisas, que perto do final da 2 guerra mundial os Britânicos lançaram uma operação secreta pra espionar  navio inimigo. O Duchessa. Um cargueiro.<br> Ele pergunta o motivo ele da de ombros, fala também que ele estava sendo carregado e a sétima carga não foi posta no barco.<br> Havia rumores que a sétima pagina estava guardada no cofre do palácio do governo de Malabo, ele disse que tentou colocar a mão nesses papeis de todo o jeito ele pedido para que ele desse uma copia para ele, ele pede que o passase um E-mail e um telefone.<br> Eles se perguntavam do oque o navio podia estar carregado.<br>Estou gostando</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 00:30:39 UTC</pubDate>
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         <title>Página 80 a 100Maicon Bugmann Júnior, 8B.Diário de um banana-Batalha Neval.Gregory decidiu usar as secadoras de sua avó para deixar suas roupas quentes, mas ele não gostou de ficar só de cueca no porão porque estava frio, então ele decidiu procurar outras roupas para se esquentar enquanto suas roupas secavam. Ele achou a roupa do cachorro Chuchu da sua avó e usou, até serviu, mas ele sentiu muita coceira.De repente ele começa a ouvir passos descendo para o porão e ele achou que era um ladrão e a única coisa que ele achou que serviria de arma foi um desentupidor, mas o invasor era sua mãe que estava lavando roupa na casa da avó, já que sua maquina de lavar quebrou, ela achou que Gregory estava brincando de faz de conta e estava feliz por ele não usar a internet. Gregory falou que estava nevando faz alguns dias e que a neve aumentou cinco centímetros e sua escola é muito rígida sobre regras e não iria suspender as aulas por causa da neve, em dezembro três dias foram suspensos por causa de piolhos porque uma menina chamada Lily Bodner espalhou piolhos pela escola inteira. A escola de Gregory tenta prever os dias que terão muita neve e faz com que a programação de aulas dure metade do tempo e isso infelizmente serve para as punições também. Gregory escreveu sobre a patrulha da escola que foi trocada por garotas que abusavam de seu poder para fazer os meninos andarem na neve e estragarem seus tênis ou sapatos, então ele decidiu colaborar com a patrulha para não se dar mal.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 15:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de um Banana (08/12/2020)</title>
         <author>rafaschmidtmesser</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, eu sou Rafael Messerschmidt, continuando a leitura, Greg diz ter um garoto estranho chamado Fregley, que mora entre a casa dele e a de Rowley , por isso bem difícil evita-lo e que está cansado de ir jogar na casa de Rowley, mas iria de qualquer jeito lá pois Rodrick, o seu irmão mais velho estava ensaiando e a banda do Rodrick é horrível. O pai de Greg odiou a ideia de Rodrick começar a banda, mas a mãe de Greg foi totalmente a favor, por isso ela comprou a primeira bateria dele. Greg acha a sua mãe pensa que todos vão aprender a tocar algum instrumento e começar uma banda em família. Mas o pai dele, detesta heavy metal, que é o estilo de música que Rodrick toca, mas a sua mãe acha que toda música é igual. Rodrick comprou um novo CD e Greg queria ouvir, então ele falou para Rowley levar o CD player dele para a escola, mas ele estava sem bateria, daí  Greg inventou uma brincadeira de tentar tirar o fone de ouvido somente balançando a cabeça, mas a sra. Craig, e começou a falar como rock and roll era mau e ia estragar o nosso cérebro, e quando ela ia deixar Rowley e Greg saírem, Rowley começou a choramingar, dizendo como ele não queria que o rock and roll estragasse o cérebro dele, Greg diz se preocupar com Rowley.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 20:09:33 UTC</pubDate>
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