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      <title>Texto poético - 7.ºC by Joana Catarina Santos</title>
      <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z</link>
      <description>7.ºC</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-07 11:02:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-16 12:27:21 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Ex.: Poema &quot;O Sonho&quot;, de Sebastião da Gama</title>
         <author>joanacatarinasantos</author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2983251157</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema</strong>: a importância do sonho</p><p><br/></p><p><strong>Assunto</strong>: </p><p>Na primeira estrofe, o sujeito poético diz que devemos perseguir os nossos sonhos. Coloca duas questões que pretendem levar à reflexão. É dada uma resposta: mesmo que não haja "frutos" (resultados, a concretização dos sonhos), devemos continuar a sonhar.</p><p>Na segunda estrofe, o eu lírico destaca a importância da fé e da esperança, condições essenciais para atingirmos os nossos sonhos. Afirma ainda que devemos dar o nosso melhor tanto nas tarefas rotineiras, como naquilo em que nos aventuramos pela primeira vez.</p><p>Na terceira estrofe, surgem de novo as perguntas que nos fazem refletir e cuja resposta se encontra na última estrofe: o mais importante é tomar a iniciativa de agir, pois é isso que faz de nós o que somos.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e sua expressividade</strong>: </p><p>Metáfora (v.4) - "frutos" é metáfora para "resultados", ou seja, a concretização do sonho. </p><p>Anáfora (vv.6-7) - a repetição destaca a importância da fé e da esperança como essenciais e suficientes para alcançarmos os nossos sonhos.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal</strong>:</p><ul><li><p>14 versos</p></li><li><p>4 estrofes (1 quintilha, 1 sétima, 2 monósticos)</p></li><li><p>esquema rimático (1.ª estrofe): ababa</p></li><li><p>rima cruzada (1.ª estrofe)</p></li><li><p>sílabas métricas (1.º verso): "Pe/lo / So/nho é/ que / va/<s>mos</s>," - 6 sílabas métricas, hexassílabo.</p></li></ul><p><br/></p><p>Fonte: manual <em>Palavra-Chave</em>, Português, 7.ºAno.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:29:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Poema &quot;Lágrima de preta&quot; de António Gedeão</title>
         <author>a154602</author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986743233</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema</strong> - O Racismo/ A Igualdade</p><p><br></p><p><strong>Assunto</strong> - Na primeira estrofe, o sujeito poético diz que encontrou uma mulher de cor negra a chorar e que lhe pediu uma lágrima para a analizar.</p><p>Na segunda estrofe, diz que recolheu a lágrima num tubo de ensaio.</p><p>Na terceira estrofe, refere que a observou de vários âlgulos e parecia uma gota transparente.</p><p>Na quarta e quinta estrofe, diz que fez experiências á lágrima recolhida.</p><p>Na sexta estrofe, conclui que as lágrimas são iguais independentemente da cor de pele.</p><p><strong>Recursos expressivos e sua expressividade</strong> - <mark>Anáfora</mark>: "Nem&nbsp;sinais de negro,/&nbsp;nem&nbsp;vestígios de ódio" <mark>(vv.21-22) Este excerto reforça a ideia da Igualdade na composição da lágrima</mark></p><p><mark>Enumeração</mark>: "os ácidos, as bases, os sais" <mark>(vv. 13-14)</mark></p><p><mark>Reforça o material utilizado</mark></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Analise formal </strong>-</p><ul><li><p>24 Versos</p></li><li><p>6 estrofes (quadra)</p></li><li><p>Esquema Rimático (1ªestrofe) :abcb</p></li><li><p>Rima Cruzada (1ªestrofe)</p></li><li><p>Sílabas Métricas (1ºverso)-”En/con/trei /uma /<strong>pre</strong>/<s>ta</s>”- 6 sílabas métricas, hexassIíabo</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Fonte</strong> - Manual <em>Palavra-Chave</em>, Português, 7.ºAno. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 13:36:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot; Lágrima de preta&quot;</title>
         <author>Tomas_Cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986745129</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Tema -</strong> A Igualdade / Racismo.</p><p><br/></p></li><li><p><strong> Assunto -</strong> Havia um cientista<strong>  </strong>que estava a passear pela rua, e encontrou uma Mulher de pele escura / "Preta" a chorar.</p><p>O cientista pediu à mulher uma das suas lágrimas mas as analisar para descobrir se a diferença de pele mudava a lágrima.</p><p>O cientista, analisou a lágrima e concluiu que a lágrima era igual à lágrima do que uma pessoa de pele clara / branca.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Recursos Expressivos / expressividade -</strong> vv13-15 " Mandei vir os ácidos, as bases e os sais minerais, as drogas usadas" - enumeração: os matérias que foram utilizados na análise da lágrima. vv21-22 " nem sinais de negro, nem vestígios de ódio - anáfora: significa que a lágrima era normal.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Análise formal -</strong> </p></li><li><p>24 versos </p></li><li><p>6 estrofes ( quadras ) </p></li><li><p>esquema rimático - ( 1ª estrofe ) : abcb</p></li><li><p>rima cruzada ( 1ª estrofe )</p></li><li><p>silabas métricas - ( 1º verso ) : "En|con|trei|uma|pre|<s>ta</s> " - 5 sílabas métricas, redondilha menor / pentassílabo.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Fonte -</strong> Manual "Palavra Chave", Português, 7ºano</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Feito / Realizado por :</strong> David Oliveira / Nº3 / 7ºC; Ivo Rodrigues / Nº12 / 7ºC; Tomás Cardoso / Nº24 / 7ºC</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 13:37:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986745129</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Cântico Negro&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986746901</link>
         <description><![CDATA[<p>Tema: ser diferente e não seguir os outros, explorando o mundo à nossa maneira.</p><p><br/></p><p>Assunto: </p><p>Na primeira estrofe, o sujeito poético diz que não devemos seguir os outros mas sim tomar as nossas próprias decisões</p><p>Na segunda estrofe o sujeito poético compara a nossa falta de vontade com o próprio ato de nascer e reafirma a vontade</p><p><br/></p><p>Na terceira estrofe, o sujeito poético dá importância a tomar-nos as nossas próprias decisões. Irmos onde os nossos passos e o nosso nos leva. Fazer tudo o que for possível para defender a nossa opinião</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 13:39:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986746901</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Gaivota&quot;, de Alexandre O&#39; Neil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986747450</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema: </strong>Amor</p><p><strong>Assunto:</strong> Na primeira estrofe o sujeito poético está longe da pessoa que ama e que sente muitas saudades.</p><p>Na segunda estrofe o sujeito poético refere que se os dois apaixonados estivessem juntos o amor seria perfeito. Já na terceira e quarta estrofe o sujeito faz uma metáfora com um marinheiro nos altos mares a referir se ao seu amor que está longe, mas, se algum dia encontrarem se de volta uma chama pode acender se de novo nos seus corações.</p><p>O sujeito poético na quinta e na sexta estrofe, refere que no momento da sua morte, se visse o olhar da pessoa que ama, o seu coração pararia de bater mas morreria em paz/ feliz.</p><p><br></p><p><strong>Recursos expressivos e sua expressividade:</strong></p><p>Metáfora ( vv. 4-5) - O sujeito poético refere que com o olhar não consegue alcançar a pessoa que ama.</p><p>Eufemismo ( v. 23) - Dizer adeus à vida, é uma forma de dizer que vai morrer mas mais suave.</p><p><br></p><p>Análise formal:</p><ul><li><p>33 versos</p></li><li><p>6 estrofes ( 3 quintilhas e 3 sextilhas)</p></li><li><p>esquema rimático ( 1ª estrofe) : ababcb</p></li><li><p>rima cruzada ( 1ª estrofe)</p></li><li><p>sílabas métricas do 1º verso: "Se u | ma | gai | vo | ta |vi | <s>es</s> " - seis sílabas métricas, hexassílabo.</p></li></ul><p><br></p><p>Fonte: manual <em>Palavra-Chave</em>, Português, 7.ºAno.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 13:39:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986747450</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;As Palavras&quot; de Eugénio de Andrade</title>
         <author>AlunoFranciscoCardoso</author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986751696</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema</strong>: A importância das palavras.</p><p><br></p><p><strong>Assunto: </strong></p><p>Na primeira estrofe o sujeito poético diz que algumas palavras são valiosas como um cristal, outras como um punhal, ou seja, podem magoar, outras como um incêndio podem queimar sentimentos e outras orvalho apenas, ou seja são “suaves e amigas”.&nbsp; </p><p><br></p><p>Na 2º estrofe o sujeito poético diz que as palavras podem estar cheias de memórias, outras podem estar escondidas pois não queremos que saiam para fora, seja de amor ou de magoar alguém. </p><p><br></p><p>Na 3ª estrofe diz-se que as palavras mesmo inocentes podem ser boas ou más dependendo da maneira que são usadas, podendo trazer memórias boas ou más.</p><p><br></p><p>Na 4ª estrofe pergunta-se quem é que ouvia essas palavras cruéis e desfeitas que que foram destruídas.</p><p><br></p><p><strong>Recursos expressivos e a sua expressividade:</strong></p><p>Comparação (v. 1) - "São como um cristal" é comparação pois a expressão "como" é a estrutura principal de uma comparação; Isto diz-nos que como os cristais tem várias faces, as palavras tem vários sentidos.</p><p><br></p><p>Metáfora (vv. 3-6) - Estes versos dizem-nos que as palavras podem magoar, outras podem ser mais calmas e outras até "muito quentes".</p><p><br></p><p>Metáfora (2º estrofe) - Estas metáforas dizem-nos que as palavras podem estar cheias de memórias, outras podem estar escondidas pois não queremos que saiam para fora, seja de amor ou de magoar alguém.</p><p><br></p><p>Metáfora (9-10) - Esta metáfora diz-nos que as palavras podem trazer uma mensagem positiva como uma mensagem negativa.</p><p><br></p><p>Enumeração e adjetivação (11-12) -Esta enumeração diz-nos que que as palavras podem ser desamparadas, inocentes ou leves.</p><p><br></p><p>Anáfora (17-18) - O uso repetido da palavra "Quem" representa as pessoas que leem o poema.</p><p><br></p><p>Metáfora (19-20) - Esta metáfora diz-nos que se nós falarmos mal para alguém a sua "concha perfeita" vai partir-se em bocadinhos. </p><p><br></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><ul><li><p>20 versos&nbsp;</p></li><li><p>4 estrofes (2 sextilha, 2 quadra)</p></li><li><p>Esquema rimático (1º estrofe): abacbb</p></li><li><p>Rima cruzada, emparelhada e interpolada (1º estrofe)</p></li><li><p>sílabas métricas (1º verso): "São / co/mo um / cris/tal"- 5 sílabas métricas, Pentassílabo.</p></li></ul><p><br></p><p>Fonte: Classroom de Português da turma 7ºC</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 13:42:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Maria Lisboa&quot;, de David Mourão-Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986789707</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema:</strong> A figura feminina através da descrição da varina.</p><p><br/></p><p><strong>Assunto: </strong></p><p>Na 1ª estrofe o sujeito poético começa por descrever o movimento da sua varina e a sua sensualidade.</p><p>Na 2ª estrofe o sujeito poético continua a falar desta varina e da sua sensualidade na forma como anda, que parece um bailado ao vento.</p><p>Na 3ª estrofe o sujeito poético apresenta-nos o vestuário da varina desde o seu vestido ao cabelo, mas dá nos também um dado importante: a Maria Lisboa deve ser uma mulher de garra já que nas suas veias pulsa o latido do motor de uma traineira.</p><p>Na última estrofe o sujeito poético diz-nos o nome desta varina(Maria Lisboa) que segundo ele não vende só peixe, mas sim sonhos e maresia , deixando no ar a sua leveza e perfume tal como o seu pregão que de tão forte parece uma tempestade. Não é por acaso que só no final do poema,</p><p>nas duas últimas estrofes, o sujeito poético identifica esta figura feminina " Maria Lisboa ". Podemos perceber a simplicidade deste nome traduzido a beleza simples não só da figura feminina mas também da cidade de Lisboa.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e a sua expressividade:</strong></p><p>O poema é todo ele metafórico. Este recurso expressivo vai surgindo da seguinte forma: </p><p>1ª estrofe : " tem movimentos de gata"(v.2), metáfora que traduz o andar sensual da varina(que caminha com leveza e balouçando os quadris)</p><p>2ª estrofe: " gaivotas vêm pousar "(v.6): a gaivota remete para o sentido de liberdade e desta forma acentua-se a sensualidade da varina; " Quando o vento a leva ao baile"(v.7)</p><p>também nos traduz a ideia de liberdade.</p><p>3ª estrofe: " e nas veias o latido/do motor de uma traineira "(v.v.11-12) remete para a força desta mulher deve ser uma mulher de garra, trabalhadora e autónoma.</p><p>4ª estrofe: " Vende sonho e maresia/tempestades apregoa"(v.v.14-13) pode significar que ela é uma mulher sonhadora e com cheiro de mar por estar tão ligada a ele; através destas ideias apercebemo-nos que esta mulher, varina é uma mulher intensa, como se pode verificar pelo seu pregão.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><p><br/></p><p>-16 versos</p><p>-4 estrofes (4 quadras )</p><p>-esquema rimático ( 1ª estrofe ): abab</p><p>-Rima cruzada (1ª estrofe )</p><p>-sílabas métricas ( 1º verso ) : " É/ va/ri/na, u/sa /chi/ne/la"- 7 sílabas métricas, redondilha maior/ heptassílabo.</p><p><br/></p><p>Fonte: manual Palavra-Chave, Português, 7ºAno.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 14:11:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Impressão digital&quot;, de António Gedeão   </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2986795838</link>
         <description><![CDATA[<p>Tema: o respeito pela opinião dos outros</p><p><br/></p><p>Assunto:</p><p>Na primeira estrofe, o sujeito poético diz que enquanto uns veem obstáculos na vida, outros não veem nenhuns obstáculos.</p><p>Na duas estrofes seguintes, o eu lírico destaca de como as pessoas veem o mundo, cada um com a sua perspetiva da realidade.</p><p>Na quarta estrofe, o sujeito poético relata que não devemos seguir o caminho dos outros, porque cada um é capaz de construir o seu próprio caminho. Tal como "Onde Sancho vê moinhos</p><p>D.Quixote vê gigantes."</p><p>Finalmente, na última estrofe o eu lírico faz perguntas que nos fazem refletir que o que nós observamos é o que a nossa vida.</p><p><br/></p><p>Recursos expressivos e a sua expressividade:</p><p>Anáfora (vv.21-22)- a repetição destaca a importancia de seguirmos os nossos próprios pensamentos.</p><p><br/></p><p>Repetição (vv.3-5)- a repetição realça a importancia de como cada uma das pessoas vê o mundo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Análise formal:</p><ul><li><p>22 versos;</p></li><li><p>5 estrofes (4 quintilhas e 1 dístico);</p></li><li><p>esquema rimático (1ª estrofe) abaab;</p></li><li><p>rimas (1ª estrofe): cruzada e emparelhada;</p></li><li><p>sílaba métrica (1º verso): “Os/ meus/ o/lhos/ são uns/ o/<s>lhos</s>.”- 7 sílabas métricas, heptassílabo</p></li></ul><p><br><br>Fonte: manual <em>Palavra-Chave</em>, Português, 7.ºAno.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 14:16:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema “Maria Lisboa” de David Mourão Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/814p74r3weef639z/wish/2990793023</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema:</strong></p><p>A cidade de Lisboa / Descrição de figura feminina</p><p><br/></p><p><strong>Assunto:</strong></p><p>Na 1ª estrofe o sujeito poético diz que a cidade de Lisboa está ligada ao mar, mas também é muito movimentada e populosa e está relacionada com a história dos descobrimentos.</p><p>Na 2ª estrofe refere que as gaivotas da cidade iam pousar ao mar.</p><p>Na 3ª estrofe expressa novamente que Lisboa está associada ao mar.</p><p>Na 4ª estrofe menciona que a cidade pode ser muito bonita e muito perigosa ao mesmo tempo.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e sua expressividade:</strong></p><p>Comparação (v. 2) - "tem movimentos de gata", a movimentação da população de Lisboa é comparada com o movimento de uma gata.</p><p>Metáfora- V 9 “É de conchas o vestido”, destaca o mar e que o material de que é feito o vestido é bom.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><p>16 versos</p><p>4 estrofes (4 quadras)</p><p>esquema rimático (1ª estrofe): abab</p><p>rima cruzada (1ª estrofe)</p><p>sílabas métricas (1º verso): “É/ va/ri/na, u/sa/ chi/ne/<s>la</s>,” - 7 sílabas, heptassílabo</p><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong>manual Palavra Chave,</p><p>Português, 7.º ano</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 13:55:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Cântico Negro&quot;</title>
         <author>DinisBrito</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tema: ser diferente e não seguir os outros, explorando o mundo à nossa maneira.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Assunto: </strong></p><p><br/></p><p>Na primeira estrofe, o sujeito poético diz que não devemos seguir os outros mas sim tomar as nossas próprias decisões</p><p><br/></p><p>Na segunda estrofe o sujeito poético compara a nossa falta de vontade com o próprio ato de nascer e reafirma a vontade</p><p><br/></p><p>Na terceira estrofe, o sujeito poético dá importância a tomar-nos as nossas próprias decisões. Irmos onde os nossos passos e o nosso nos leva. Fazer tudo o que for possível para defender a nossa opinião</p><p><br/></p><p>Na quarta estrofe o sujeito poético, diz que só veio ao mundo para fazer duas coisa, que ainda ninguém fez o resto que faz não interessa para nada </p><p><br/></p><p>Na quinta estrofe, o sujeito poético afirma que todos iam pelo caminho mais fácil mas ao contrário dos outros ele vai pelo caminho mais difícil pois ama as adversidades</p><p><br/></p><p>Na sexta estrofe, o sujeito poético diz que os outros têm bens materiais como a luz da sua vida ele tem a sua loucura e ergue-a como se fosse a luz que ilumina a sua vida</p><p><br/></p><p>Na sétima estrofe o sujeito poético, diz que nasceu entre duas forças distintas essas guiam a sua vida.</p><p><br/></p><p>Na última estrofe o sujeito poético diz que não precisa de ninguém para viver, não sabe para onde vai mas sabe que não vai pelo caminho dos outros, vai  seguir o seu próprio rumo.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e a sua expressividade:</strong></p><p><br/></p><p> Comparação (verso 19 e 20) " Redemoinhar aos ventos, como farrapos, arrastar pés sangrentos" Reforça a ideia de cenas dolorosas. </p><p>Enumeração (verso 32) " Amo os abismos, as torrentes, os desertos" Destaca a ideia de que o sujeito poético adora obstáculos.</p><p>Personificação ( verso 23) " Só para desflorar florestas virgens" Destaca a ideia que essa floresta nunca tiveram contacto com o ser humano.</p><p><strong>Análise formal</strong></p><ul><li><p>52 versos</p></li><li><p>8 estrofes( 2 oitavas, 1 quintilha, 2 quadras, 2 sétimas, 1 nona)</p></li><li><p>esquema rimático (1ª estrofe): abcdeeed</p></li><li><p>rima interpolada e emparelhada( 1ª estrofe)</p></li><li><p>sílabas métricas (1ª verso): </p></li><li><p>"Vem / por/ a/ qui/ di/ zem/ me al/ guns/ com / o/ lhos/ dou/ ces"- 12 sílabas métricas ou duodecassílabo</p></li><li><p><strong>Fonte</strong>: manual <em>Palavra-Chave</em>, Português 7ºano.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 13:38:17 UTC</pubDate>
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