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      <title>Racismo e Economia  by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-27 16:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>RACISMO E DESIGUALDADE</title>
         <author>sarahkurimori111</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Ao falar em racismo e economia ,automaticamente falamos sobre desigualdade.Ao fazer uma analise ,na atual sociedade ,quando comparamos algumas pessoas que exercem a mesma função que os outros,recebem salários inferiores aos outros,em razão da raça,algumas pessoas sofrem discriminação pela sua cor.<br>       Como o negro possui um poder aquisitivo ínfero .Além disso ,a pobreza ,a falta de acesso e informações ajuda a reforçar os estereótipos raciais ,evidentemente, o negro não possuirá trabalhos intelectuais ,gerando ainda mais discriminação.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma pessoa racista é um individuo sem cultura, que se deixa ser influenciado por motivos fúteis ,no qual crê que a raça interfere na produtividade .</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O racismo é algo que prejudica notoriamente o capitalismo e aos trabalhadores negros visto que isso impedem a produção e o lucro&nbsp;</div><div>      É necessário que o mercado proporcione cursos que mostram que raça não define quem é melhor para trabalhar ,ou melhor, que a cor não define diferenças na produtividade .&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 16:46:21 UTC</pubDate>
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         <title>UMA VISÃO ESTRUTURAL DO RACISMO E DA ECONOMIA</title>
         <author>sarahkurimori111</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apesar da enorme repercussão alcançada pelas concepções individualistas do racismo, a teoria econômica ofereceu importantes contribuições que se ampararam em uma perspectiva estrutural, a qual obriga a economia a voltar-se novamente para a sua dimensão política.<br>       No plano dos direitos sociais, a discriminação opera tolhendo, aos grupos discriminados, o acesso à justiça e à proteção policial contra a violência, bem como criando barreiras ao acesso aos bens de uso coletivo nos planos educacional, ao sistema de saúde e à realização de investimentos públicos nas áreas mais frequentes de residência etc.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 16:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>RACISMO E SUBSUNÇÃO REAL DO TRABALHO AO CAPITAL</title>
         <author>sarahkurimori111</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>      Poder-se-ia dizer que o racismo normaliza a superexploração do trabalho,184 que consiste no pagamento de remuneração abaixo do valor necessário para a reposição da força de trabalho e maior exploração física do trabalhador, o que pode ser exemplificado com o trabalhador ou trabalhadora que não consegue com o salário sustentar a própria família ou o faz com muita dificuldade, e isso independentemente do número de horas que trabalhe,dos processos de acumulação primitiva de capital185 que liberam os elementos constitutivos da sociedade capitalista.186 Entretanto, há três indagações que nos colocam diante de um impasse em face desta boa explicação funcional do racismo: fato de que uma mesma formação social possa abrigar os mais diversos modos e níveis de exploração, podendo um trabalhador assalariado e com direitos sociais conviver com um trabalhador que produza em condições análogas à escravidão, inclusive na mesma cadeia produtiva.187 Propomos uma possível resposta a essas questões com base nos conceitos de subsunção formal do trabalho ao capital e subsunção real do trabalho ao capital.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 16:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>O RACISMO E SUA ESPECIFICIDADE SOBRE A HERANÇA DA ESCRAVIDÃO</title>
         <author>sarahkurimori111</author>
         <link>https://padlet.com/sarahkurimori111/80z9s4sd5zy7d008/wish/1771834669</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; De início é possível ressaltar que tanto trabalho assalariado quanto escravo fazem parte do mercado mundial. Logo podemos dizer que a escravidão pode dar ênfase quando formos discutir sobre o racismo, pois ambas não podem ser consideradas uniforme e entendida de maneira puramente conceitual ou lógica.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Mesmo sendo um grupo geograficamente amplo, os negros são considerados minoria no Brasil e em alguns países europeus, no Brasil a forma dita “racismo científico” foi modificada para “democracia racial” com o intuito de reorganizar a sociedade economicamente e estruturalmente. Essa nova demanda incluiu diversas pessoas pretas e pardas às classes operárias e populares urbanas, surgindo leis que defendiam seus direitos e alegando que preconceito racial fosse considerado crime. A cultura dos negros foi chamada de “afro”.<br>&nbsp; &nbsp;    Portanto, o racismo retira qualquer relevância do negro enquanto indivíduo, fazendo com que seja normal a aceitação da desigualdade na distribuição de salários para esse grupo, ressaltando que eles possuem mais força e devem trabalhar mais, porém recebendo pouco. Sendo estes fatores vistos no capitalismo.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 16:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>CRISE E RACISMO </title>
         <author>sarahkurimori111</author>
         <link>https://padlet.com/sarahkurimori111/80z9s4sd5zy7d008/wish/1771836918</link>
         <description><![CDATA[<div><br>São destacados como motivos determinantes da crise os erros e os excessos cometidos pelos agentes de mercado ou pelos governantes da vez. Desse modo, a avaliação da crise e suas graves consequências sociais – fome, desemprego, violência, encarceramento, mortes – convertem-se em libelos pela reforma dos sistemas jurídicos. O segundo fator é a especificidade que a crise assume no tocante aos grupos sociais que a sociologia denomina de minorias.<br>     &nbsp;A identificação de um grupo social minoritário deve levar em conta as peculiaridades de cada formação social, uma vez que a dinâmica do processo discriminatório vincula-se à lógica da economia e da política; a discriminação só se torna sistêmica se forem reproduzidas as condições sociopolíticas que naturalizem a desigualdade de tratamento oferecido a indivíduos pertencentes a grupos minoritários. Por isso, já dissemos que, em face da estrutura política e econômica da sociedade contemporânea, formas de discriminação como o racismo só se estabelecem se houver participação do Estado</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 16:51:39 UTC</pubDate>
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         <title>CLASSE OU RAÇA?</title>
         <author>sarahkurimori111</author>
         <link>https://padlet.com/sarahkurimori111/80z9s4sd5zy7d008/wish/1771840343</link>
         <description><![CDATA[<div>     É valido afirmar que classe e raça são fatores diretamente ligados, visto que, os negros lutam pelo seu espaço na sociedade a anos e mesmo assim não tem seus direitos respeitados. Pode-se dar exemplo as mulheres negras que trabalham de babá criando futuros grandes profissionais, e sofrem abusos físicos e psicológicos dentro das casas. Logo, é comum se deparar com pessoas de classe média ou alta marginalizarem este grupo, tirando sua essência e alegando que seus lugares não são juntos a eles, mas sim em periferias. Deste modo, os negros lutam pela sua cultura, moradia e seus direitos trabalhistas em um mundo repleto de racistas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 16:52:51 UTC</pubDate>
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