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      <title>Padlet-&gt;A ética deontológica de Kant by Joel Martinez (2023/EBSAS/10B)</title>
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      <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Criticas à ética de Kant</title>
         <author>22161_132</author>
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         <title>Dever</title>
         <author>22161_132</author>
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         <title>Teses</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>O que determina a moralidade de uma ação é a intenção do agente;</p></li><li><p>A única boa motivação é o cumprimento do dever.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Vontade boa</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>A única coisa boa em si mesma pois nunca pode ser usada para o mal; </p></li><li><p>inteiramente dirigida pela racionalidade/ imparcialidade;</p></li><li><p>torna-me digno da felicidade. </p></li></ol>]]></description>
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         <title>Uma pessoa tem uma vontade boa quando quer cumprir sempre o dever</title>
         <author>22161_132</author>
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         <title>Tipos de ações</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>As ações só têm valor moral se a única intenção for a de cumprir o dever.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Ações contra o dever</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>São ações erradas e que não devemos fazer (ou seja, são ações imorais), alguns exemplos seriam, matar, roubar e até mesmo agredir alguém. </p><p>Em suma, são ações moralmente incorretas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Ações conformes ao dever</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>São ações de acordo com o dever, mas que não têm valor moral (são ações com intenções egoístas ou com inclinação imediata), por exemplo, uma pessoa não matar alguém porque tem medo de ser presa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Ações por dever </title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>São ações que realizamos porque reconhecemos que são racionalmente corretas, ou seja, fazemos o dever pelo dever, o que queremos é apenas realizar o dever. São ações de valor moral. Um exemplo seria devolver algo a alguém de forma anônima, realizando o que achamos que é correto sem querer algo em troca como respeito ou admiração.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>A lei moral e o imperativo categórico</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>A lei moral é uma ordem que me diz como devo agir, independentemente de quaisquer condições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Imperativos</title>
         <author>22161_132</author>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Hipotético</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>O imperativo hipotético consiste em não se ter caráter moral, ou seja, quem lhe obedece não faz o que faz por dever, mas sim contra o dever ou conforme o dever (procurando sempre algo para si próprio). Um exemplo disto é uma pessoa não agredir alguém porque tem medo de ser apanhada e ir presa. Relacionando com a lei moral, o imperativo hipotético é imoral, independentemente de quaisquer que sejam as condições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Categórico</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>O imperativo categórico consiste na promoção da autonomia da vontade, ou seja, se a ação é representada como boa em si o imperativo é categórico. Um exemplo seria estudar para não sofrer a vergonha de tirar uma má nota ou estudar porque é moralmente correto (imperativo categórico). Relacionando-o com a lei moral é uma ordem que me diz que devo agir de forma moralmente correta, independentemente de quaisquer que sejam as condições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Heteronomia da vontade</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os imperativos hipotéticos manifestam a heteronomia da vontade e, por isso, as ações por eles determinadas não são morais.</p><p>Heteronomia significa obediência. Mesmo que sejam os nossos interesses e sentimentos, Kant diz que há heteronomia, pois são elementos que nos interessam e que nos favorecem. Por exemplo: se uma pessoa vir que alguém se esqueceu de alguma coisa cara num sítio e pode escolher entre ficar com esta ou ir dar à pessoa e decide ficar com esta pois pode vendê-la e ficar com dinheiro, mostra ter uma vontade heterónoma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Autonomia da vontade</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os imperativos categóricos manifestam a autonomia da vontade e, por isso, as ações por eles determinadas são morais.</p><p>Quando temos boa vontade (obedecemos ao imperativo categórico, por moral ou agimos por dever), apresentamos uma vontade autónoma, assim a autonomia da vontade consiste na vontade que obedece à razão, seguindo a ordem da mesma. Alguns exemplos seriam encontrar uma carteira perdida mas por termos a  ideia que aquilo não nos pertence, acabamos por a devolver ao dono ou quando encontramos um gato perdido fazemos o mesmo e tentamos contactar o dono.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>O critério ético da moralidade: como sei qual é o meu dever?</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma ação não se define moral ou imoral pelas consequências da ação, mas sim pelo princípio da vontade, ou seja, pela intenção que a pessoa tem ao agir. Um exemplo disto é alguém ao ajudar alguém acabar por fazer o contrário sem querer. Esta ação é moral, pois a intenção da pessoa era boa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>1.A ética de Kant é acusada de ser demasiado fria e racional, ao ignorar os sentimentos/emoções, que, muitas vezes, estão na base das nossas ações</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por exemplo, se uma pessoa ajuda outra e sente-se feliz por ter feito isto, segundo Kant, esta ação não tem legitimidade moral, porque não foi realizada por dever, mas por vontade própria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>2. A ética de Kant desvaloriza as consequências da ação</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por exemplo, se um amigo copia num teste em que ele tem de tirar mais de 15 e a professora acaba por desconfiar e pergunta-te se ele estava a copiar. Tu podes mentir e dizer que ele não estava a copiar (ficando com a confiança do teu amigo) ou dizer a verdade e perder a confiança do teu amigo.</p><p>Mas afinal o que seria mais importante: Dizer a verdade e fazer um ato moral ou mentir e preservar a tua amizade?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>3. A ética de Kant nem sempre permite resolver conflitos entre deveres morais, uma vez que é uma ética demasiado formal. </title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por exemplo, uma pessoa pede ajuda pedindo para ficar em casa desta porque o companheiro agride-a. Se o companheiro for à casa, a pessoa mente para proteger a vítima ou não mente? Nesta situação estão em causa dois deveres, fazer com que uma pessoa continue a sofrer e mentir a uma pessoa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 07:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>aumenta espaço</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Fórmula da humanidade (fim em si)</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>«<em>Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como um fim em si e nunca simplesmente como um meio.</em>»</p>]]></description>
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         <title>Fórmula da lei universal</title>
         <author>22161_132</author>
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         <description><![CDATA[<p>«<em>Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.</em>»</p>]]></description>
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