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      <title>Arte Contemporânea by Daniel A. Lima</title>
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      <description>Daniel Amorim Lima</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-13 12:27:22 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE CONTEMPORÂNEA</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Surgiu na década de 1960 com o movimento da Pop Arte. São obras feitas atualmente e que apresentam uma enorme variedade de técnicas, materiais, práticas e formas de manifestações.<br>Os balanços e estudos disponíveis sobre arte contemporânea tendem a fixar-se na década de 1960, sobretudo com o advento da arte pop e do minimalismo, um rompimento em relação à pauta moderna, o que é lido por alguns como o início do pós-modernismo.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-13 12:56:21 UTC</pubDate>
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         <title>CONCRETISMO NO BRASIL</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Influenciados pela vertente construtivista, um grupo de artistas brasileiros formou o movimento concreto, que propunha uma ruptura com elementos constituintes da obra (forma, linha e cor).<br>Posteriormente, o Concretismo se dividiu em dois grupos:<br>Grupo Ruptura-São Paulo<br>Grupo Frente-Rio de Janeiro.<br>A arte concreta deve ser compreendida como parte do movimento abstracionista moderno, com raízes em experiências como a do grupo <em>De Stijl</em> [O Estilo], criado em 1917, na Holanda por Piet Mondrian (1872-1944), Theo van Doesburg (1883-1931), Gerrit Thomas Rietveld (1888-1964), entre outros. A abstração geométrica testada pelo grupo holandês ecoa, com novos matizes, no manifesto <em>Arte Concreta</em>, redigido por Van Doesburg, em 1930, em oposição a outras tendências abstratas, por exemplo, as professadas pelo grupo Cercle et Carré, fundado em 1929 pelo crítico Michel Seuphor (1901-1999) e o pintor Joaquín Torres-García (1874-1949), em Paris. O termo arte concreta é retomado por outros artistas, como Wassily Kandinsky (1866-1944) por exemplo, popularizando-se com Max Bill (1908-1994), ex-aluno da Bauhaus.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-18 14:28:32 UTC</pubDate>
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         <title>HÉRCULES BARSOTTI</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hércules Rubens Barsotti (São Paulo SP 1914 - idem 2010). Pintor, desenhista, programador visual, gravador. Inicia formação artística em 1926, sob orientação do pintor Enrico Vio (1874-1960), com quem estuda desenho e composição. Em 1937, forma-se em química industrial pelo Instituto Mackenzie. Começa a pintar em 1940 e, na década seguinte, realiza as primeiras pinturas concretas, além de trabalhar como desenhista têxtil e projetar figurino para o teatro. Em 1954, com Willys de Castro (1926-1988), funda o Estúdio de Projetos Gráficos, elabora ilustrações para várias revistas e desenvolve estampas de tecidos produzidos em sua tecelagem. <br><br>Preto/Preto (1962):<br>Nessa obra o  artista usa dois tons de preto para fazer quadrados na obra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 17:06:52 UTC</pubDate>
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         <title>WALDEMAR CORDEIRO</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Waldemar Cordeiro. (Roma, Itália 1925 - São Paulo, São Paulo, 1973). Artista plástico, designer, ilustrador, paisagista, urbanista, jornalista e crítico de arte. Nascido em Roma e filho de uma italiana e um brasileiro, é contudo registrado na Embaixada do Brasil, tendo portanto nacionalidade brasileira. Estuda no Liceu Tasso e na Accademia di Belle Arti. No início da década de 1940, durante o regime fascista, convive com membros do Partido Comunista italiano.<br><br>Estudo (1952):<br>Nessa obra o artista usa várias linhas  e círculos com as cores vermelho e preto, como se ele estivesse fazendo um estudo de anatomia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 17:26:06 UTC</pubDate>
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         <title>IVAN SERPA</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ivan Ferreira Serpa (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1923 - idem, 1973). Pintor, gravador, desenhista, professor. Estuda pintura, gravura e desenho com Axl Leskoschek (1889-1975), entre 1946 e 1948, no Rio de Janeiro. Em 1949, ministra suas primeiras aulas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), onde, a partir de 1952, exerce sistemática atividade didática, em especial no ensino infantil. No ano de 1954, publica o livro <em>Crescimento e Criação</em>, com texto de Mário Pedrosa (1900-1981), sobre sua experiência no ensino de arte para crianças. Nesse mesmo ano, ao lado de Ferreira Gullar (1930-2016) e Mário Pedrosa, cria o Grupo Frente, integrado por artistas como Lygia Clark (1920-1988), Hélio Oiticica (1937-1980) e Lygia Pape (1927-2004).<br><br>Pintura Número 178 (1957):<br>Nessa obra o artista faz algumas linhas até certo ponto e depois começa a mudar as cores, formando uma imagem no meio da obra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 17:41:01 UTC</pubDate>
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         <title>CILDO MEIRELES</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cildo Campos Meirelles (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1948). Artista multimídia. Inicia seus estudos em arte em 1963, na Fundação Cultural do Distrito Federal, em Brasília, orientado pelo ceramista e pintor peruano Barrenechea (1921). Começa a realizar desenhos inspirados em máscaras e esculturas africanas. Em 1967, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde estuda por dois meses na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Nesse período, cria a série <em>Espaços Virtuais: Cantos, com 44 projetos</em>, em que explora questões de espaço, desenvolvidas ainda nos trabalhos <em>Volumes Virtuais e Ocupações</em> (ambos de 1968-1969). É um dos fundadores da Unidade Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), em 1969, na qual leciona até 1970. <br><br>Árvore de Dinheiro (1969):<br>Nessa obra o artista prende várias cédulas de dinheiro com elásticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 17:47:12 UTC</pubDate>
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         <title>TUNGA</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão (Palmares, Pernambuco, 1952 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016). Escultor, desenhista e artista performático. Torna os objetos utilizados em suas obras elementos de performance, criando analogias entre corpo e escultura. Muda-se<br> para o Rio de Janeiro e, na década de 1970, inicia sua obra, que se aproxima da produção de artistas de diferentes vertentes da arte contemporânea brasileira, como Cildo Meireles (1948), Waltercio Caldas (1946) e José Resende (1945). A relação entre representação, linguagem e realidade, tema-chave para essa geração de artistas, está presente em muitos dos trabalhos do escultor. <br><br></div><h1>Lizart 5 (1989):</h1><div>Nessa obra o artista usa vários tipos de metais (cobre, aço e ferro) e usando imãs para grudar e formar isso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 17:53:28 UTC</pubDate>
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         <title>ERNESTO NETO</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ernesto Saboia de Albuquerque Neto (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1964). Artista multimídia. Na década de 1980, estuda escultura com Jaime Sampaio e com João Carlos Goldberg na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage). Realiza ainda cursos de intervenção urbana e escultura com Cleber Machado e com Roberto Moriconi, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Sua produção situa-se entre a escultura e a instalação. No início da carreira, sua trajetória é marcada pelas obras dos artistas José Resende (1945) e Tunga (1952), na exploração da articulação formal e simbólica entre matérias diversas.</div><div><br></div><h1>Colônia [Aglomeração de "Pesos" e "Passos"] (1989):</h1><div>Nessa obra o artista coloca esferas de chumbo dentro de meias de seda e coloca próximas uma das outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 18:01:16 UTC</pubDate>
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         <title>RIVANE NEUENSCHWANDER</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rivane Neuenschwander Maciel Guimarães (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1967). Artista visual. Em suas obras, apresenta percepções sobre o cotidiano, usando materiais comuns, como plástico, casca, migalha, cabelo e poeira. Vê a parceria como estratégia para sua poética e dialoga com diversas áreas do conhecimento. Tem ampla pesquisa sobre o medo, em seus aspectos psíquicos e sociais, e questiona os códigos de comunicação, como a linguagem e o alfabeto.<br><br></div><h1>Sem Título (1996):</h1><div>Nessa obra o artista usa várias flores de tecido e prende no arame, parecendo flores de verdade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 18:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>TROPICÁLIA</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi um movimento cultural brasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas da vanguatda e da cultura pop nacional e estrangeira (como o Rick 'n rolle o Concretismo), misturando manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais. Tinha objetivos comportamentais, que encontraram eco em boa parte da sociedade, sob a ditadura militar, no final da década de 1960. O movimento manifestou-se principalmente na músicas (cujos maiores representantes foram Torquato Neto, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gilberto_Gil"> </a>Gil, Os Mutantes e Tom Zé); manifestações artísticas diversas, como as artes plásticas (destaque para a figura de Hélio<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lio_Oiticica"> </a>Oiticica), o cinema (o movimento sofreu influências e influenciou o Cinema novo de Gláuber Rocha) e o teatro brasileiro (sobretudo nas peças anárquicas de José Celso Martinez Corrêa). Um dos maiores exemplos do movimento tropicalista foi uma das canções de Caetano Veloso, denominada exatamente de "Tropicália". </div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-25 14:21:31 UTC</pubDate>
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         <title>HÉLIO OITICICA</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Artista performático, pintor e escultor. Sua obra caracteriza-se por um forte experimentalismo e pela inventividade na busca constante por fundir arte e vida. Seus experimentos, que pressupõem uma ativa participação do público, são, em grande parte, acompanhados de elaborações teóricas, com a presença de textos, comentários e poemas.<br>Parangolé.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 16:49:09 UTC</pubDate>
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         <title>TROPICÁLIA. HÉLIO OITICICA (1967)</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra pode ser descrita como um ambiente labiríntico composto de dois <em>Penetráveis, PN2</em> (1966) - <em>Pureza É um Mito</em>, e <em>PN3</em> (1966-1967) - <em>Imagético</em>, associados a plantas, areia, araras, poemas-objetos, capas de <em>Parangolé</em> e um aparelho de televisão. Como descreve o artista: "o ambiente criado era obviamente tropical, como num fundo de chácara e, o mais importante, havia a sensação de que se estaria de novo pisando na terra. Esta sensação sentira eu anteriormente ao caminhar pelos morros, pela favela, e mesmo o percurso de entrar, sair, dobrar pelas 'quebradas' de tropicália, lembra muito as caminhadas pelo morro".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 16:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>CINEMA NOVO</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Movimento de renovação da linguagem cinematográfica brasileira, que ocorre nos anos 1960 e início dos 1970, marcado pelo realismo e pela crítica às injustiças sociais ao retratar o sofrimento de brasileiros que tentam sobreviver num país desigual. Seus filmes se caracterizam pela concepção de cinema autoral e pelo baixo orçamento de produção. Os diretores que compõem o movimento buscam imprimir uma linguagem própria e marcar diferença em relação ao cinema feito até então no Brasil.</div><div>Uma espécie de marco inaugural é <em>Cinco Vezes Favela</em> (1962), dirigido por um grupo que conta com diretores de cinema como Joaquim Pedro de Andrade (1932-1988), Cacá Diegues (1940) e Leon Hirszman (1937-1987). Na sequência, são realizados filmes como <em>Os Cafajestes</em> (1962), de Ruy Guerra (1931), <em>Vidas Secas</em> (1963), de Nelson Pereira dos Santos (1928-2018), e <em>Deus e o Diabo na Terra do Sol</em> (1964), de Glauber Rocha (1939-1981), entre outros.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-26 17:09:37 UTC</pubDate>
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         <title>ADRIANA VAREJÃO</title>
         <author>DanielAmorimLima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Passa parte da infância em Brasília. Ingressa no curso de engenharia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) em 1981, mas o abandona no ano seguinte. A partir de 1983, estuda nos cursos livres da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, e aluga ateliê no bairro do Horto com outros estudantes. Viaja para Nova York, em 1985, e tem contato com a pintura do alemão Anselm Kiefer e do americano Philip Guston. Em 1986, recebe  o Prêmio Aquisição do 9º Salão Nacional de Artes Plásticas.<br><br>A obra de Adriana Varejão toma impulso com a pintura figurativa e gestual dos anos 1980, na qual lhe interessa a permanência das marcas do processo. A pintura constitui o campo maior de sua produção, incorporando elementos de outras linguagens, como a escultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 17:23:01 UTC</pubDate>
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