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      <title>Escola Estadual Arlindo Gomes - Conflitos Mundiais  by Marcelo Gomes</title>
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      <description>3º anos Geografia - Professores André Souza e PCPI Marcelo Gomes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-25 14:23:42 UTC</pubDate>
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         <title>Período </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O período do apartheid na África do Sul foi marcado por uma política de discriminação racial que segregava a população negra do país e negava-lhes direitos básicos. O Partido Nacional, que governou o país, defendia essas leis para manter o poder e privilégio dos brancos. A resistência cresceu ao longo dos anos, liderada pelo Congresso Nacional Africano e outras organizações. O apartheid iniciou-se em 1948 e chegou ao fim em 1994, após anos de luta e pressão internacional.<br><br>Anderson Leonardo- 3°ano B</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 16:24:32 UTC</pubDate>
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         <title>Catalunha </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Movimentos separatistas na Catalunha<br>Os sentimentos separatistas na Catalunha acertamos em função dos problemas econômicos enfrentados pela Espanha.<br><br>Bandeiras da Catalunha s&amp;atarde;o erguidas durante uma manifesta&amp;cordel;&amp;atitude;o separatista em Barcelona &amp;super;<br>Bandeiras da Catalunha são erguidas durante uma manifestação separatista em Barcelona ¹<br>A Espanha, assim como inúmeros outros Estados atualmente constituídos, é um território multinacional, ou seja, é formada por várias nações ou por diversos grupos étnicos regionais com identidade nacional diferenciada àquela do país ao qual pertencem. Nesse sentido, esse território é um dos principais locais do mundo em que há movimentos separatistas, com um forte clamor pela independência local em busca da constituição de um novo país.<br><br>Esse é o caso dos catalães, que, assim como outros grupos étnicos espanhóis (tais como os Bascos e os Navarros, outros povos da Espanha), possuem um forte sentimento separatista, que é alimentado pelo nacionalismo arraigado que esse grupo regional possui.<br><br>Catalunha<br><br>Os catalães, além de uma identidade própria, possuem o seu idioma específico: o Catalão, uma língua evoluída a partir do latim e que possui poucas semelhanças com o espanhol. Além disso, eles agregam-se na região da Catalunha, uma espécie de província autônoma da Espanha localizada ao sul da França e que possui até mesmo um parlamento próprio.<br><br><br><br>Mapa da localização da região da Catalunha na Espanha<br><br>Os registros mais antigos sobre a presença desse povo na região são do século XII. Durante muitos anos, a Catalunha também integrou o reino de Aragão, em conjunção com o domínio de Barcelona, mas foi com a Guerra de Sucessão Espanhola (1702-1714) que o seu território passou a se tornar, de fato, parte do Estado Espanhol.<br><br><br>Após esse período, a Catalunha começou a se diferenciar economicamente do restante do território espanhol – assim como aconteceu com os Bascos –, tornando-se um dos primeiros locais da Europa a seguir o processo inglês de industrialização. Foi, assim, a região pioneira na Primeira e na Segunda Revoluções Industriais, urbanizando-se de forma intensa e constituindo cidades verdadeiramente desenvolvidas, com destaque para a capital Barcelona.<br><br>Economia:<br>Atualmente, a região da Catalunha possui uma economia comparável à de Portugal, abrigando muitas grandes empresas e sendo um dos principais centros comerciais e turísticos da Espanha. Essa conjuntura, somada ao fato de a Espanha ter sido uma das principais afetadas pela crise recente da União Europeia, vem contribuindo ainda mais para o acirramento das relações entre o governo local e a administração nacional.<br><br>O ex-presidente da Catalunha, Artur Mas (2010-2016), chegou a afirmar que a região é a que mais contribui positivamente para o PIB da Espanha e, ao mesmo tempo, é a que menos recebe investimentos e infraestruturas do governo federal.<br><br>Cultura:<br>Em termos culturais, os catalães são muito diferentes do restante do país. O governo da Catalunha, inclusive, faz questão de manter essas diferenças, haja vista que o idioma oficial adotado é o catalão, que é ensinado nas escolas como a única língua nacional, tendo o espanhol apenas como um dialeto estrangeiro. Em 2010, um referendo na Catalunha estipulou a proibição sobre as Touradas, uma tradição espanhola não comungada pela população catalã.<br><br>Apesar de todas essas rusgas e diferenças, além das constantes pressões pela independência, é importante considerar que não há nenhum tipo de conflito armado nessa questão. Trata-se de um movimento político pacífico, em que eventuais ações de violência são repudiadas pela população.<br><br>Independência da Catalunha<br>Por outro lado, os protestos e manifestações são comuns. Em 2012, mais de um milhão de pessoas foram às ruas pedindo a independência da Catalunha, o que pode ser considerado muito em função de a região contar com sete milhões de habitantes. Nos anos seguintes, as manifestações continuaram e o sentimento de independência propagou-se pela Catalunha. Esse sentimento refletiu-se nas urnas e, em 2015, os catalães elegeram um governo pró-independência.<br><br><br><br>1 milhão e 600 mil catalães formaram um cordão humano de 400 km, em setembro de 2011 ²<br><br>Em 2017, o então presidente da região, Carles Puigdemont, anunciou um referendo sobre a independência da Catalunha, o que é considerado ilegal pelo governo da Espanha. Em meio às manifestações a favor do referendo, o governo espanhol prendeu líderes separatistas, como Josep Maria Jové, considerado braço direito do então vice-presidente da Catalunha e líder do partido Esquerda Republicana da Catalunha, Oriol Junqueras.<br><br>As semanas que antecederam o referendo foram de tensão na região e, até um dia antes da votação, pairavam dúvidas se ela realmente aconteceria. O referendo foi realizado sob forte repressão da polícia espanhola, que fechou locais de votação e agrediu eleitores catalães - vídeos foram publicados na internet com as agressões.<br><br>Entre as 5,3 milhões de pessoas aptas a votar na região, apenas 2,26 milhões compareceram às urnas. O "sim" venceu com 90% dos votos (2,02 milhões), mas o resultado foi bastante contestado. Uma pesquisa encomendada pelo próprio governo catalão antes das eleições mostrou que 49% dos catalães eram contra a separação. Muitos não votaram por não reconhecer o referendo e pelo tumulto nos locais de votação.<br><br>O governo da Espanha não reconheceu a referendo, destituiu o presidente Carles Puigdemont e pediu sua prisão e de vários outros líderes separatistas, como Oriol Junqueras. Puigdemont não aceitou ser preso e exilou-se na Bélgica.<br><br>Protestos recentes<br>Em 2019, o Tribunal Supremo da Espanha condenou nove líderes separatistas, entre eles Oriel Junqueras, com penas de 9 a 13 anos de prisão. As condenações promoveram uma nova onda de protestos na Catalunha, com bloqueio de estradas, ferrovias e serviços de transporte. Até o principal aeroporto de Barcelona foi tomado pelos manifestantes.<br><br>De toda forma, a existência de movimentos separatistas na Espanha e também em outros lugares do mundo chama a atenção para a inconsistência da ideia de unicidade do Estado moderno, em que o estabelecimento de suas fronteiras obedece mais a relações históricas de poder do que propriamente ao sentimento de pertencimento de suas populações.&nbsp;<br>Mas isso não acontece só com as pessoas afeta o esporte, por exemplo futebol quando temos o clássico(el clássico) entre Real Madrid e Barcelona os torcedores catalães em protesto contra o Real por serem a favor da coroa e o Barça contra a coroa eles levantam as mãos com a bandeira da Catalunha, como é engraçado isso, as questões política não afetam só o país ou as pessoas em si mas acabam afetando o esporte também, o futebol não deveria ser afetado diretamente assim deveria ser um esporte livre de corrupção, lavagem de dinheiro, questão política e geopolítica, ficar fora desses tipo de coisas que mancham esse esporte bonito chamado futebol.<br><br>Luiz Calid, Guilherme de Souza, Karoline e Gabrieli- 3°C<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-02 18:20:38 UTC</pubDate>
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         <title>PERÍODO DA GUERRA FRIA</title>
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         <description><![CDATA[<div>Guerra Fria foi um período de tensão geopolítica entre a União Soviética e os Estados Unidos e seus respectivos aliados, o Bloco Oriental e o Bloco Ocidental, após a Segunda Guerra Mundial. Considera-se geralmente que o período abrange a Doutrina Truman de 1947 até a dissolução da União Soviética em 1991. O termo "fria" é usado porque não houve combates em larga escala diretamente entre as duas superpotências, mas cada uma delas apoiou grandes conflitos regionais conhecidos como guerras por procuração. O conflito foi baseado em torno da luta ideológica e geopolítica pela influência global das duas potências, após sua aliança temporária e vitória contra a Alemanha nazista em 1945.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 16:52:32 UTC</pubDate>
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         <title>Motivo </title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O objetivo do Partido Nacional ( foi o partido do governo da África do Sul de 1948 a 1994, e promoveu políticas de apartheid e a promoção da cultura africânder) era garantir que os brancos se tornassem maioria na população sul-africana, incitando todos os dez bantustões (são as <strong>áreas negras declaradas "independentes", que o governo sul-africano criou nos últimos 20 anos para sustentar o apartheid, política de segregação racial)</strong> a proclamar "independência". O contato inter-racial nos esportes era desaprovado, mas não havia legislação segregando os esportes.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; É comum considerar que o <em>apartheid</em> tem, como centro de suas crenças, que: (I) outras raças diferentes da branca são inferiores; (II) que um tratamento inferior a raças "inferiores" é apropriado; (III) e que tal tratamento deveria ser reforçado pela lei.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Uma explicação usada pelos apologistas como desculpa para a violência dos brancos sul-africanos é que, uma vez implantado o <em>apartheid</em>, e com os negros não mais sendo cidadãos da África do Sul mas cidadãos das "pátrias" nominalmente independentes (<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bantust%C3%A3o">bantustões</a>) e trabalhando na África do Sul como portadores de licença temporária de trabalho, os brancos sul-africanos não mais se consideravam responsáveis pelo bem-estar dos negros.<br><br>Lorhan Silva Queiroz-3°b</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 20:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>Rússia e Ucrânia </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Guerra entre a Rússia e a Ucrânia é um conflito que acontece no Leste do continente europeu. Após um longo período marcado pelo acirramento das tensões entre ambos, as tropas russas invadiram o país vizinho em 24 de fevereiro de 2022, promovendo ataques a cidades situadas próximo da capital da Ucrânia, Kyiv, e outros pontos estratégicos do território ucraniano. O contra-ataque realizado pela Ucrânia em meados de 2022 fez com que a Rússia recuasse em alguns pontos, mas o país ainda mantém domínio sobre grandes áreas no leste e ao sul da Ucrânia.</div><div>Pouco mais de um ano após o início da guerra, os ataques continuam. O saldo até então é de dezenas de milhares de mortos e feridos, além de 8 milhões de refugiados ucranianos, que buscam proteção em outros países europeus. As consequências da guerra são, também, econômicas e políticas. Em um contexto global, o conflito interfere na geopolítica, nos acordos diplomáticos e no comércio internacional.</div><div><br></div><div>Resumo sobre a Guerra entre Rússia e Ucrânia:</div><ul><li>A guerra entre Rússia e Ucrânia começou em 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas russas invadiram o território ucraniano.</li><li>No período histórico recente, as tensões entre os países escalaram a partir de 2014, com a anexação da Crimeia ao território da Rússia e a ação de grupos separatistas na região de Donbass, no leste da Ucrânia.</li><li>A possível entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) é apontada como um dos principais motivos para a guerra, mas não é o único.&nbsp;</li><li>A justificativa de desmilitarização da Ucrânia, por parte do presidente russo, é também outra causa do conflito.</li><li>Os conflitos acontecem no território ucraniano, invadido por centenas de milhares de soldados russos no início de 2022.&nbsp;</li><li>Cidades próximas a Kyiv foram atacadas antes da capital. A Rússia promoveu ofensivas também no leste da Ucrânia e no sul, regiões estratégicas para o país.</li><li>Depois de um ano de conflito, estão sendo registrados novos ataques com mísseis em diversas cidades da Ucrânia, inclusive na capital.&nbsp;</li><li>Milhares de pessoas, entre civis e militares, morreram em função da guerra.</li><li>Mais de 8 milhões de ucranianos buscaram refúgio em outras nações da Europa, enquanto aproximadamente 6 milhões procuram por lugares para se abrigar dentro da Ucrânia</li></ul><blockquote>Alunos: Marya Paula Medeiros, Gabrielle Miuki e Gabriela Otilia</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 14:25:18 UTC</pubDate>
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         <title>Período da Irlanda do Norte </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1968–1998, Irlanda do Norte&nbsp;Violência ocasionalmente estendida para a República da&nbsp;Irlanda, Inglaterra, e a Europa continental.<br>&nbsp;<br>Danielly Cristina 3°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 17:32:49 UTC</pubDate>
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         <title>América narcotráfico </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A América do Sul enfrenta muitos problemas de ordem social e econômica, como as crises sucessivas, a falta de trabalho e oportunidades, as desigualdades sociais e diversos outros problemas que são comuns em todos os países que integram essa parte da América.<br><br>No mundo. O tráfico internacional de drogas, em alta escala, começou a expandir-se a partir da década de 1970, tendo tido o seu ápice na década de 1980. Esse desenvolvimento está estreitamente ligado à crise econômica mundial.<br>Nos anos 70, a queda dos preços internacionais dos bens agrícolas tropicais estimulou a substituição dos cultivos tradicionais pela implantação de coca e maconha. O Peru, a Bolívia, a Colômbia e o México tornaram-se grandes produtores de entorpecentes.<br><br>O narcotráfico apesar de ser uma atividade ilegal, portanto criminosa, se constitui em grupos organizados conhecidos como máfia, dessa forma as principais tem origem em países como Japão, China, Estados Unidos, Itália e Rússia<br><br><mark>Quais são as rotas do narcotráfico?</mark><br>De acordo com autoridades da Polícia Federal,a principal rota do tráfico da cocaína que passa pelo Brasil começa na Bolívia. Ela então cruza o Paraguai e entra no Brasil pela fronteira terrestre.<br><br>O tráfico de drogas não gera só lucro, a conseqüência de seu funcionamento abala todos os mecanismos inerentes à norma e à segurança. Isso ocorre porque o crime organizado estimula a corrupção nos órgãos públicos para garantir os interesses do tráfico.<br>Os conflitos armados articulados à atividade do narcotráfico na América do Sul apresentam diferentes padrões espaciais<br><br><mark>Qual o maior tráfico do mundo?</mark><br>O tráfico internacional de animais silvestres <br><br><mark>Onde começou o narcotráfico?<br></mark>Japão, China, Estados Unidos, Itália e Rússia.<br><br><mark>Qual é o crime mais lucrativo do mundo?<br></mark>Narcotráfico está em primeiro lugar<br><br><mark>Qual país tem maior narcotráfico?<br></mark>Colômbia, localizada na América do Sul<br><br><br><br><em>Milleny, Aline, Ana Carolina, Murilo, Danielly e Natália 3°C</em><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 18:56:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 19:02:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 19:03:01 UTC</pubDate>
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         <title>Título: Conflito da Rússia com a Ucrânia: A Relação dos EUA e a União Soviética</title>
         <author>otunivi3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Introdução:<br>O conflito entre a Rússia e a Ucrânia é um tema de grande relevância geopolítica e histórica. Essa disputa territorial e política tem raízes profundas na história e na relação entre esses dois países. Além disso, a influência dos Estados Unidos e da União Soviética no contexto do conflito é de extrema importância para compreender o seu desenvolvimento. Neste trabalho, vamos explorar o período, os motivos dos conflitos, o contexto histórico e apresentar duas imagens que ilustram essa situação complexa.<br><br>Período:<br>O conflito entre a Rússia e a Ucrânia teve início em 2014, quando a Rússia anexou a península da Crimeia, anteriormente parte da Ucrânia. Esse evento marcou o começo de uma série de confrontos violentos entre as duas nações e resultou em uma escalada do conflito que ainda persiste atualmente.<br><br>Motivos do Conflito:<br>Existem diversos motivos que contribuíram para o conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Entre eles, destacam-se:<br><br>Questões étnicas e culturais: A Ucrânia tem uma população significativa de origem russa, especialmente nas regiões orientais e na Crimeia. Essas populações têm laços históricos e culturais com a Rússia, o que gera tensões e reivindicações territoriais.<br><br>Disputas geopolíticas: A Rússia vê a Ucrânia como parte de sua esfera de influência e considera a aproximação da Ucrânia com o Ocidente, especialmente com a União Europeia e a OTAN, como uma ameaça à sua segurança e interesses estratégicos.<br><br>Recursos naturais: A Crimeia, em particular, possui uma importância estratégica devido aos seus recursos naturais, como o gás natural e as reservas de petróleo no Mar Negro. O controle desses recursos desempenha um papel crucial na motivação russa para anexar a região.<br><br>Contexto:<br>A relação dos Estados Unidos e da União Soviética é fundamental para entender o conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Durante a Guerra Fria, a União Soviética exercia influência sobre a Ucrânia como parte de sua esfera de influência comunista. Com o fim da União Soviética em 1991, a Ucrânia declarou independência e começou a se aproximar do Ocidente, despertando preocupações na Rússia.<br><br>Os Estados Unidos, por sua vez, têm apoiado a Ucrânia em sua busca por independência e integração com a Europa. Isso inclui assistência financeira, apoio político e pressão diplomática sobre a Rússia para buscar uma solução pacífica para&nbsp;o&nbsp;conflito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 19:57:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa guerra era considerada fria pelo fato de não possuir confronto direto entre soldados no campo de batalha.&nbsp;<br>&nbsp;Disputavam com avanços tecnológicos entre a corrida espacial e as ameaças com desenvolvimentos de bombas nucleares cada vez mais potentes e destrutivas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 22:02:41 UTC</pubDate>
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         <title>GUERRA DAS COREIAS </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><mark>CONFLITO:</mark></strong> A guerra das Coreias refere-se ao conflito armado ocorrido entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. O conflito começou em 25 de junho de 1950, quando a Coreia do Norte, apoiada pela União Soviética e pela China, invadiu a Coreia do Sul. A guerra durou cerca de três anos e terminou em 27 de julho de 1953, com a assinatura de um armistício que estabeleceu uma trégua, mas não um tratado de paz definitivo.<br><br>A guerra teve suas raízes na divisão da Península Coreana após a Segunda Guerra Mundial. Após a rendição do Japão em 1945, a Coreia, que havia sido uma colônia japonesa, foi dividida temporariamente ao longo do paralelo 38, com a União Soviética ocupando o norte e os Estados Unidos ocupando o sul. Essa divisão foi projetada para ser temporária, mas as tensões políticas entre as duas Coreias acabaram levando ao conflito armado.<br><br>Durante a guerra, ambos os lados receberam apoio significativo de poderes estrangeiros. A Coreia do Norte recebeu apoio militar e material da União Soviética e da China, enquanto a Coreia do Sul foi apoiada pelos Estados Unidos e por outras nações ocidentais. O conflito foi marcado por intensos combates terrestres, aéreos e navais, e ambos os lados sofreram pesadas baixas. Apesar do armistício de 1953, a guerra nunca foi oficialmente encerrada com um tratado de paz. As duas Coreias permanecem tecnicamente em estado de guerra, com a Zona Desmilitarizada Coreana (DMZ) separando os dois países. Desde então, houve várias escaladas de tensão entre as duas nações, mas uma nova guerra em grande escala ainda não ocorreu.<br><br><strong><mark>PERÍODO:</mark></strong><strong> </strong>A "Guerra das Coreias" refere-se principalmente ao conflito armado ocorrido na Península da Coreia entre 1950 e 1953. No entanto, é importante mencionar que a divisão da Coreia em duas partes, a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, ocorreu após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando o Japão, que ocupava a península, foi derrotado.<br><br>Em 25 de junho de 1950, as forças norte-coreanas invadiram o sul, dando início à Guerra da Coreia. A Coreia do Norte esperava reunificar a península sob o regime comunista, enquanto a Coreia do Sul procurava defender sua independência e sistema democrático. A invasão norte-coreana foi rapidamente apoiada pela União Soviética e pela China, enquanto os Estados Unidos lideraram uma coalizão de nações que apoiavam a Coreia do Sul.<br><br><br><br>Em novembro de 1950, as forças chinesas entraram na guerra em apoio à Coreia do Norte, alterando a dinâmica do conflito. A guerra entrou em um impasse, com batalhas ocorrendo principalmente na linha de cessar-fogo estabelecida ao longo do paralelo 38.<br><br>As negociações de paz começaram em 1951, mas foram marcadas por dificuldades e impasses. A guerra finalmente chegou ao fim em 27 de julho de 1953, com a assinatura de um armistício que estabeleceu uma zona desmilitarizada ao longo do paralelo 38 e encerrou as hostilidades. No entanto, um tratado de paz formal nunca foi assinado, e tecnicamente as duas Coreias permanecem em guerra até os dias de hoje.<br><br>É importante ressaltar que, embora a guerra tenha terminado, as tensões e disputas entre as Coreias do Norte e do Sul continuaram nas décadas seguintes. A divisão entre os dois países permanece até hoje, com a Coreia do Norte adotando um regime comunista autoritário e a Coreia do Sul se tornando uma democracia liberal.<br><br><strong><mark>MOTIVO: </mark></strong>A Guerra das Coreias teve como principal motivo a disputa ideológica e geopolítica entre o comunismo e o capitalismo durante a Guerra Fria. Aqui estão os principais fatores que contribuíram para o início do conflito:<br><br><strong>Divisão da Coreia:</strong> Após a Segunda Guerra Mundial, a península da Coreia foi dividida em duas zonas de ocupação, com os soviéticos controlando o norte e os americanos controlando o sul. Essa divisão foi planejada como uma medida temporária, mas com o tempo, os dois lados desenvolveram governos e ideologias políticas distintas.<br><br><strong>Tensões ideológicas:</strong> A divisão da Coreia refletiu a divisão global entre o bloco comunista liderado pela União Soviética e o bloco capitalista liderado pelos Estados Unidos. A Coreia do Norte adotou um sistema comunista, com apoio da União Soviética e da China, enquanto a Coreia do Sul adotou uma política capitalista pró-Ocidente.<br><br><strong>Busca pela reunificação:</strong> Tanto o líder norte-coreano Kim Il-sung quanto o líder sul-coreano Syngman Rhee buscavam a reunificação da Coreia sob seu próprio governo. Ambos os lados acreditavam que sua ideologia e sistema político eram superiores e procuravam unificar toda a península sob seu controle.<br><br><strong>Provocações e incidentes fronteiriços:</strong> Ao longo dos anos, ocorreram uma série de confrontos e provocações ao longo da fronteira entre as duas Coreias. Incidentes como ataques e incursões transfronteiriças aumentaram as tensões e a hostilidade entre os dois lados.<br><br><strong>Invasão norte-coreana:</strong> Em 25 de junho de 1950, as forças norte-coreanas invadiram a Coreia do Sul, alegando provocação sul-coreana. Essa invasão foi o evento que desencadeou a Guerra das Coreias, com a Coreia do Sul procurando se defender e solicitar assistência internacional.<br><br>Esses fatores combinados resultaram no início do conflito armado entre as duas Coreias. A Guerra das Coreias foi um exemplo significativo da rivalidade entre os blocos comunista e capitalista durante a Guerra Fria e suas consequências ainda são sentidas até hoje, com a divisão persistente entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul.<br><br><strong><mark>CONTEXTO: </mark></strong>Para entender o contexto da Guerra das Coreias, é importante considerar alguns eventos-chave que ocorreram antes do conflito:<br><br><strong>Ocupação japonesa:</strong> A península da Coreia foi ocupada pelo Japão de 1910 a 1945. Durante esse período, os japoneses impuseram sua autoridade e suprimiram a identidade coreana, promovendo a assimilação forçada da cultura e da língua japonesa.<br><br><strong>Fim da Segunda Guerra Mundial:</strong> Em 1945, após a rendição do Japão no final da Segunda Guerra Mundial, a península da Coreia foi libertada e dividida temporariamente ao longo do paralelo 38. A União Soviética ocupou a região ao norte desse paralelo, enquanto os Estados Unidos ocuparam a região ao sul.<br><br><strong>Surgimento de governos distintos:</strong> Sob as influências soviética e americana, dois governos provisórios foram estabelecidos: a República Popular Democrática da Coreia, no norte, liderada por Kim Il-sung, e a República da Coreia, no sul, liderada por Syngman Rhee. Esses governos tinham diferentes ideologias políticas e buscavam a reunificação da Coreia sob sua própria autoridade.<br><br><strong>Tensões e confrontos prévios:</strong> Desde a divisão, houve tensões e confrontos entre as duas Coreias. Ambos os lados buscavam expandir sua influência e ganhar apoio internacional. Houve incursões, provocações e conflitos fronteiriços ao longo dos anos.<br><br><strong>Clima da Guerra Fria:</strong> A Guerra das Coreias ocorreu em meio à intensa rivalidade entre os Estados Unidos e a União Soviética durante a Guerra Fria. A polarização ideológica e a competição global entre os dois blocos influenciaram as dinâmicas e as ações na península coreana.<br><br>Com base nesse contexto, a Guerra das Coreias começou em 25 de junho de 1950, quando as forças norte-coreanas invadiram a Coreia do Sul. O conflito envolveu uma coalizão liderada pelos Estados Unidos, apoiando a Coreia do Sul, e a intervenção da China e da União Soviética em apoio à Coreia do Norte. O conflito durou até 27 de julho de 1953, quando um armistício foi assinado, estabelecendo uma trégua e uma zona desmilitarizada ao longo do paralelo 38.<br><br>É importante ressaltar que, apesar do armistício, um tratado de paz formal nunca foi assinado e as relações entre as duas Coreias continuam tensas até hoje.&nbsp;<br><br>Grupo:&nbsp;<br>- Julia Rodrigues<br>- Guilherme Mattos<br>- Guilherme Pepicon<br>- João Rodrigues<br>Turma: 3°B - Matutino </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 23:15:10 UTC</pubDate>
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         <title>Motivo do conflito </title>
         <author>kamilylorena44</author>
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         <description><![CDATA[<div>O principal motivo de tanta briga eram as questões religiosas. A República, de maioria católica, e o Norte, de maioria protestante, não se “bicavam” e se tornaram grandes opositores.<br>A rivalidade fez com que a República se tornasse cada vez mais independente, enquanto a Irlanda do Norte permanecia sob o domínio britânico.<br><br><strong>Contexto: </strong>O conflito na Irlanda do Norte foi uma luta entre a população protestante, que desejava manter os laços com a Grã-Bretanha, e a população católica, que era a favor da independência ou da integração da província com a República da Irlanda – país predominantemente católico.<br><br><br>Alunos: Kamilly Lorena, Victor, Natiely, Danielly<br>Turma: 3°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 23:44:13 UTC</pubDate>
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         <title>Apartheid  - Nívia Maria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;- <strong><em><mark>Duas imagens:</mark></em></strong> O apartheid, sistema contra o qual lutou o incansável <a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/12/26/nobel-da-paz-desmond-tutu-morre-aos-90-anos.ghtml"><strong>arcebispo Desmond Tutu, que morreu neste domingo</strong></a>, aos <strong>90 anos</strong>, foi um regime político de segregação racial que durou quase meio século e terminou em 1991.</div><div>Ignorando a maioria negra, a África do Sul contemporânea nasceu "entre brancos" em 1910, resultado da união dos colonos britânicos e dos <strong>"afrikaners",</strong> ou bôeres, de origem holandesa.</div><div>O apartheid, ou "<strong>desenvolvimento separado das raças</strong>" em afrikaner, sistematizou, a partir de 1948, a segregação praticada desde o século XVII pelos primeiros colonos holandeses.</div><div>Instaurado pelo Partido Nacional (PN), que dominou a vida política do país de 1948 a 1994, este sistema se apoiava em três pilares: a lei sobre a classificação da população; a lei da habitação separada; e a lei sobre a terra. <br>- <strong><em><del>OBS:</del></em></strong> <strong>Os habitantes eram classificados, desde seu nascimento, em quatro categorias: brancos, negros, mestiços e indianos. <br></strong><strong><mark>"Na vida cotidiana, havia placas para reservar ônibus, restaurantes, bilheterias e até praias para a população branca. Os casamentos mistos e as relações sexuais inter-raciais eram proibidas. Os negros tinham acesso a educação e a saúde de pior qualidade." <br><br></mark></strong><strong><em>Nelson Mandela - Segunda imagem&nbsp;<br></em></strong><br></div><div><em>Nelson Mandela transformou-se no principal nome da luta pela igualdade racial na África do Sul e um dos grandes nomes da luta por direitos sociais no mundo.<br><br>"Nelson Rolihlahla Mandela foi o principal líder político da história da África do Sul e um dos grandes nomes mundiais da luta contra a opressão racial. Também conhecido como Madiba, ele lutou durante grande parte de sua vida contra o regime racista e segregacionista do apartheid na África do Sul. Em decorrência dessa luta, foi preso e mantido em cárcere por 27 anos.<br><br>Nascido em uma família da aristocracia nativa da África do Sul, em 1918, Mandela teve uma formação intelectual influenciada tanto pela herança cultural europeia quanto pela africana. A partir da década de 1940, passou a atuar no Congresso Nacional Africano (CNA), partido político sul-africano que lutava pelos direitos dos negros no país e contra a política segregacionista do apartheid."<br><br></em><strong><em><mark>A luta contra o apartheid </mark></em></strong><em><br><br>O apartheid foi a</em><strong><em> consolidação institucional</em></strong><em>, através da legislação, de uma prática de</em><strong><em> separação entre brancos de origem europeia e negros do continente africano </em></strong><em>que vinha ocorrendo desde o processo de colonização da região, principalmente por parte dos colonizadores protestantes de </em><strong><em>origem holandesa</em></strong><em>, os </em><strong><em>bôeres</em></strong><em> ou </em><strong><em>africânderes</em></strong><em>. <br>objetivo era realizar uma segregação total entre brancos e negros, impedindo os últimos de frequentarem os mesmos espaços públicos que os brancos, negando a eles o acesso à maior parte das terras cultiváveis do país e às riquezas naturais. <br>Mandela atuou inicialmente na juventude do CNA e durante parte de sua militância política defendeu uma resistência pacífica e a desobediência civil contra o regime do apartheid, como burlar as leis que separavam negros e brancos em espaços públicos. <br>Entretanto, o recrudescimento da repressão contra os negros, suas várias prisões, seu banimento do </em><strong><em>CNA</em></strong><em> em 1961 e o massacre de Shaperville, em 1960, quando cerca de 69 pessoas morreram ao se manifestarem contra a obrigatoriedade de portar cartões de identificação que limitavam seu deslocamento, fizeram com que Mandela e seus companheiros mudassem de tática de luta política.<br><br>- </em><strong><em><mark>Fontes: </mark></em></strong><em>https://brasilescola.uol.com.br/biografia/nelson-mandela.htm<br>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/12/26/entenda-o-que-foi-o-regime-racista-do-apartheid-e-como-ele-foi-derrubado.ghtml<br><br></em><strong><em><mark>Grupo: </mark></em></strong><em><br>- Anderson leonardo <br>- Lorhan <br>- Alysson <br>- Walter F. Lucas <br>- Nívia Maria Kimura I. Cabral <br></em><strong><em><mark>Série: </mark></em></strong><em>3 Ano B <br></em><br><br></div><div><strong><mark><br></mark></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 00:21:16 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Apartheid é resultado do <strong>passado de exploração e escravização dos negros sul-africanos por colonizadores europeus</strong>. Os holandeses (chamados de bôeres) se estabeleceram na região no século XVII, e nos séculos XVIII e XIX a região foi intensamente disputada por holandeses e britânicos. Até uma guerra entre as duas nações foi travada na região, a<strong> </strong>Guerra dos Bôeres.<br><br></div><div>No começo do século XX, a região passou a ser controlada pelos britânicos, e se estabeleceu a <strong>União Sul-Africana</strong>, que unificou colonos holandeses (chamados agora de africânderes) e britânicos sob a ideia de controlar o país e estabelecer uma legislação que mantivesse a exploração e o controle sobre a parcela dos negros que habitavam o país.<br><br></div><div><strong>Entre as décadas de 1910 e 1940, uma série de leis discriminatórias foi aprovada</strong> no país, limitando os direitos da população negra e prejudicando sua qualidade de vida. As leis segregacionistas que já existiam no país desde o período da colonização ganharam força, e na década de 1940 o regime de segregação se estabeleceu.<br><br>A população negra da África do Sul não assistiu passivamente à implantação de medidas segregacionistas, e <strong>a resistência contra o Apartheid foi grande em todo o país</strong>. Um dos grupos que encabeçou essa resistência foi o Congresso Nacional Africano, que na década de 1950 adotou a estratégia da desobediência civil e dos protestos pacíficos.<br><br></div><div>O massacre de Sharpeville, quando 69 negros foram assassinados pela polícia sul-africana, motivou o CNA a mudar sua estratégia e aderir à luta armada contra o regime do Apartheid. Um dos membros e líderes do CNA era o advogado Nelson Mandela.<strong> Nelson Mandela foi um símbolo da resistência sul-africana contra o Apartheid</strong>.<br><br></div><div>Ele foi preso em 1962 e mantido no cárcere até 1990, quando foi libertado. A libertação de Mandela foi parte da transição que a África do Sul encarou durante o governo do <strong>presidente Frederik Willem de Klerk</strong>. Esse presidente decidiu colocar fim ao Apartheid e realizou uma <strong>transição pacífica entre os anos de 1990 e 1993</strong>.<br><br></div><div>Nelson Mandela foi parte importante dessa transição, e nesse período a legislação segregacionista foi sendo extinta. <strong>Em 1992, a população branca da África do Sul decidiu colocar fim à segregação racial no país </strong>por meio de um referendo, e em 1994 a primeira eleição presidencial em que todas as raças votaram aconteceu. <strong>Mandela foi eleito presidente, consolidando o fim do Apartheid</strong>.<br><br>Site (Fonte de pesquisa): https://www.preparaenem.com/historia/apartheid.htm <br>Walter Fernando e Jhonathan - 3ºB</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 00:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra Rússia e Ucrânia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A guerra entre a Ucrânia e a Rússia teve início em 2014, após a anexação da Crimeia pela Rússia e o conflito no leste da Ucrânia. Esta situação foi desencadeada por uma série de fatores complexos, incluindo questões políticas, étnicas, econômicas e geopolíticas.<br><br>Motivos:<br>1. Anexação da Crimeia: A Rússia anexou a Crimeia em março de 2014, alegando proteger os interesses dos cidadãos de etnia russa que viviam na região e as bases militares russas lá presentes.<br>2. A questão étnica: A Ucrânia é um país dividido étnica e linguisticamente. Há uma população significativa de falantes de russo na Ucrânia, especialmente nas regiões orientais e no sul, que se sentiram marginalizados após a Revolução Laranja de 2004 e a ascensão de um governo pró-ocidental.<br>3. Divergências geopolíticas: A Ucrânia buscou uma maior integração com a União Europeia, o que desagradou a Rússia, que via isso como uma ameaça à sua influência na região.<br><br>Resultados:<br>1. Conflito no leste da Ucrânia: Após a anexação da Crimeia, insurgentes pró-russos declararam a independência de duas regiões no leste da Ucrânia, Donetsk e Lugansk. Isso levou a uma guerra civil, com forças ucranianas e separatistas apoiados pela Rússia entrando em conflito.<br>2. Sanções e isolamento internacional: A Rússia enfrentou uma série de sanções econômicas e políticas por parte de países ocidentais em resposta à anexação da Crimeia e ao apoio aos separatistas no leste da Ucrânia.<br>3. Reconhecimento internacional limitado: A Rússia foi reconhecida apenas por um número limitado de países como legítima na anexação da Crimeia e no apoio aos separatistas no leste da Ucrânia.<br><br>Consequências:<br>1. Perda territorial: A Ucrânia perdeu o controle da Crimeia e de partes das regiões de Donetsk e Lugansk para os separatistas apoiados pela Rússia.<br>2. Crise humanitária: O conflito resultou em um grande número de deslocados internos e refugiados, bem como em violações graves dos direitos humanos e um impacto significativo na infraestrutura e economia da região.<br>3. Tensões geopolíticas: A guerra exacerbou as tensões entre a Rússia e países ocidentais, como os Estados Unidos e a União Europeia. A OTAN reforçou sua presença militar no leste europeu em resposta à agressão russa, aumentando as preocupações com a segurança regional.<br><br>É importante destacar que a situação na Ucrânia e na Rússia é dinâmica, e os eventos podem ter evoluído desde o meu conhecimento mais recente em setembro de 2021. É recomendado buscar fontes atualizadas para obter informações precisas sobre o assunto.<br><br><br>Alunos:&nbsp;<br>Anne cavalheiro braga&nbsp;<br>Nicolas André&nbsp;<br>3anoB</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 00:43:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>CAXEMIRA<br>Resumo:<br>O conflito na Caxemira ocorre em virtude da população de origem islâmica buscar a integração com o Paquistão, à revelia do governo da Índia. A Caxemira representa um dos mais importantes conflitos da atualidade que envolve diferenças étnicas e disputas pela divisão de fronteiras nacionais.<br>O território é disputado desde 1947. Na década de 60, o Paquistão cedeu algumas partes da região à China aumentando a tensão entre os países. Além disso, o problema é agravado porque as duas nações possuem armas nucleares.<br><br>Períodos ocorrido:<br><br>1947 (Primeira Guerra da Caxemira), 1965 (Segunda Guerra da Caxemira) e o 1999 (Conflito de Kargil).<br><br>Motivo do conflito:<br><br>ocorre devido a busca da população de origem islâmica pela integração com o Paquistão, em insubmissão ao governo da Índia, que controla politicamente a maior parte da região.<br><br>Contexto<br><br>Caxemira ocorre devido a busca da população de origem islâmica pela integração com o Paquistão, em insubmissão ao governo da Índia, que controla politicamente a maior parte da região.<br><br>Alunos: Otávio Bonfim, Helena Candido, Pedro Magalhães, Eduardo scardin. (3°C)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 02:16:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 02:21:14 UTC</pubDate>
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         <title>GUERRA DAS MALVINAS. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1982, ocorreu um conflito entre a Grã-Bretanha e a Argentina que entrou para a história como&nbsp;Guerra das Malvinas. A disputa em questão era a posse do arquipélago das Malvinas, situado a 464 quilômetros da costa da Argentina.&nbsp;<br><br>O conflito teve início em 2 de abril de 1982 e perdurou até 14 de julho do mesmo ano. No fim, os ingleses saíram vitoriosos, mantendo a posse desse território.&nbsp;<br><br>O que motivou a Guerra das Malvinas?&nbsp;<br><br>O arquipélago das Malvinas estava sob posse da Grã-Bretanha desde 1833. Em 1982, o ex-ditador argentino Leopoldo Galtieri (1926-2003) ordenou que o conflito fosse iniciado com o objetivo de tomar posse desse território.&nbsp;<br><br>O conflito foi justificado por Galtieri como uma forma de unificar as ilhas ao território da Argentina. O ex-ditador acreditava que era essencial que o território do país fosse indivisível. O fato desse arquipélago estar sob posse de uma nação estrangeira representava uma séria ameaça à soberania argentina.&nbsp;&nbsp;<br><br>O Brasil na Guerra das Malvinas&nbsp;<br><br>A Argentina nomeou o Brasil como o seu representante na Grã-Bretanha. Essa ação poderia ser entendida como apoio moral. Desde 1833, o Brasil reconhecia a posse da ilha pela Argentina.<br><br>No entanto, a Grã-Bretanha era um parceiro comercial relevante. Uma situação bastante delicada, afinal, assumir um lado significaria se comprometer com um dos importantes aliados.&nbsp;<br><br>Como a Guerra das Malvinas acabou?&nbsp;<br><br>Foram realizadas diversas negociações de paz na ONU. Para se ter uma ideia, até mesmo o papa João Paulo II participou pedindo a paz quando visitou os dois países envolvidos. No entanto, não houve acordo.<br><br>A guerra terminou no dia 14 de junho de 1982, com o Reino Unido recuperando o território do arquipélago. Não houve nenhum novo conflito após essa conclusão da Guerra das Malvinas.&nbsp;&nbsp;<br><br>&nbsp;Consequências da Guerra das Malvinas&nbsp;<br><br>Foram longos 75 dias de guerra nos quais 649 soldados argentinos e 255 britânicos perderam suas vidas. Houve ainda a perda de três civis. Outra importante consequência da Guerra das Malvinas foi a derrubada da Junta Militar que governava o país após o insucesso na recuperação do arquipélago. A Argentina restaurou, dessa forma, a democracia.&nbsp;<br>Se na Argentina a perda da guerra derrubou o governo, a vitória dos ingleses serviu de base para uma poderosa campanha eleitoral que levou Margaret Thatcher a vencer as eleições de 1983.&nbsp;<br><br></div><div>Nomes: Ana Clara  Ruiz, Gabrielle Castro, Laisa, Ryan e Vicente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 03:04:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Conflito:</strong>Primeira Crise do Estreito de Taiwan&nbsp;(também chamada de&nbsp;Crise de 1954-1955 do Estreito de Taiwan, ou de&nbsp;Crise do Estreito de Taiwan de 1955) foi um&nbsp;conflito armado&nbsp;de curta duração que ocorreu entre os governos da&nbsp;República Popular da China&nbsp;(China comunista) e a&nbsp;República da China&nbsp;(Taiwan). A China continental tomou as&nbsp;Ilhas Yijiangshan, forçando Taiwan a abandonar as&nbsp;Ilhas Tachen. As Marinhas dos&nbsp;Estados Unidos&nbsp;e de Taiwan uniram forças para evacuar o pessoal militar e civil da República da China das Ilhas Tachen para Taiwan. Embora as Ilhas Tachen mudassem de mãos durante a crise, os noticiários estadunidenses centraram-se quase exclusivamente nas Ilhas&nbsp;Quemoy&nbsp;e&nbsp;Matsu, os quais tornaram-se palcos de frequentes duelos de artilharia.<br><strong>Motivo:</strong>Trata-se de violação da soberania e da integridade territorial chinesa, intromissão, intervenção externa em questões domésticas chinesas e uma flagrante infração ao direito internacional e às relações internacionais", comenta Cambuhy ao Brasil de Fato.<br><strong>Período: </strong>O domínio chinês sobre Taiwan começou em fins do século 17, na dinastia Qing, e durou até 1895, quando Taiwan foi anexada pelo Japão após a derrota dos chineses na Primeira Guerra Sino-Japonesa.<br><strong>Contexto: </strong>A primeira crise do Estreito de Taiwan ocorreu no final da década de 1950, durante a Guerra Fria, e foi um episódio de tensão geopolítica entre a República Popular da China (RPC) e a República da China (Taiwan) com envolvimento dos Estados Unidos.&nbsp;<br><br>Após a ascensão do Partido Comunista ao poder na China continental em 1949, o governo nacionalista chinês, liderado por Chiang Kai-shek, se refugiou em Taiwan e estabeleceu a República da China como um Estado separado da RPC. No entanto, a RPC reivindicava Taiwan como parte do seu território e buscava reunificar a China sob o seu governo comunista.<br><br>A crise se intensificou em 1954, quando a RPC começou a bombardear as ilhas de Quemoy e Matsu, que estavam sob controle da República da China. Os Estados Unidos, preocupados com a expansão comunista na Ásia e comprometidos com a segurança de Taiwan, apoiaram militarmente a República da China e ameaçaram intervir caso a RPC tentasse uma invasão em larga escala.<br><br>A tensão se arrastou ao longo dos anos, com episódios de confrontos militares e ameaças mútuas, até que em 1958, com a mediação da ONU e outros países, um acordo de cessar-fogo foi alcançado entre a RPC e a República da China. Embora a crise tenha sido temporariamente aliviada, o Estreito de Taiwan continuou a ser uma área de disputa política e militar nas décadas seguintes, até os dias de hoje, com ambos os lados mantendo reivindicações territoriais e divergências sobre a soberania de Taiwan.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 11:52:53 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos: Eloísa Naiara<br>Wanessa Alves<br>Pedro Paulo<br>Sabrina Alvarenga <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 11:53:24 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Período</strong>: Aconteceu em 1990 e 1994.<br><br><strong>Motivo</strong>: Foi motivada pela disputa étnica entre hutus e tutsis, a Guerra Civil em Ruanda. <br><br><strong>Contexto: </strong>A Guerra de Ruanda aconteceu quando tropas de oposição formadas por tutsis e hutus moderados iniciaram ataques, a partir de campos de refugiados em Uganda, contra as tropas governamentais do presidente Juvénal Habyarimana, no poder desde 1973. O conflito em Ruanda teve desdobramentos graves, como o genocídio que, em cerca de 100 dias, foi responsável pela morte de 800 mil tutsis. Este conflito se intensificou a partir de abril de 1994, quando os presidentes de Ruanda e Burundi, de etnia hutu, foram mortos em um atentado que derrubou o avião onde viajavam juntos. Foi o estopim pata o genocídio com mais de 1 milhão de mortos e mais de 2 milhões de refugiados.&nbsp;<br><br>-Sofia Machado&nbsp;<br>- Aline Francielly&nbsp;<br>- Yasmin Calinin&nbsp;<br>3º A</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 17:18:28 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 17:19:28 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As causas da Guerra Fria foram as disputas e os conflitos pós-Segunda Guerra Mundial, principalmente a divisão do mundo entre duas potências que despontaram: URSS, socialista, e EUA, capitalista.<br>Uma das suas principais características foi a polarização.<br>O Brasil na Guerra Fria ficou no bloco capitalista, embora João Goulart, presidente da época, tenha adotado medidas que nos aproximavam da URSS, o que deu bases para o golpe militar.<br>O fim da Guerra Fria se deu com a decadência e, consequentemente, o fim da URSS e da divisão do mundo entre capitalistas e comunistas.<br>As consequências da Guerra Fria foram: criação de novos países na Ásia e no Leste Europeu, criação da Otan e estabelecimento do capitalismo como única ordem mundial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 18:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos </title>
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         <description><![CDATA[<div>Ryan Karlos<br>Pedro Henrique<br>José Alessandro<br>Nicolas </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 18:40:11 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Guerra do Iraque, também referida como Ocupação do Iraque ou Segunda Guerra do Golfo, ou Terceira Guerra do Golfo ou ainda como Operação Liberdade do Iraque (em inglês: Operation Iraqi Freedom), foi um conflito que começou no dia 20 de Março de 2003 com a invasão do Iraque, por uma coalizão militar multinacional liderada pelos Estados Unidos. Esta fase do conflito foi encerrada no dia 18 de dezembro de 2011 com a retirada das tropas americanas do território iraquiano após oito anos de ocupação.O conflito aconteceu no contexto da Guerra ao Terror, lançada pelo presidente americano George W. Bush após os atentados de 11 de setembro de 2001.<br><br>aluna Julia Bergmann 3°b<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 22:51:27 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>aluna&nbsp;julia bergmann 3°b</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 22:55:36 UTC</pubDate>
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         <title>GUERRA DE BIAFRA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Período:<br><br></strong>A Guerra de Biafra, também conhecida como Guerra Civil da Nigéria, ocorreu de 6 de julho de 1967 a 15 de janeiro de 1970.<br><br>&nbsp;Foi travada entre o governo nigeriano e o estado secessionista de Biafra, no sudeste da Nigéria, que havia declarado sua independência da Nigéria em Maio de 1967. <br><br>A guerra foi desencadeada por tensões étnicas e diferenças políticas entre o governo e os líderes biafrenses, e resultou em uma crise humanitária e política, com estimativas de até 3 milhões de pessoas mortas. <br><br>Biafra acabou sendo reintegrado à Nigéria e a guerra terminou com um acordo de cessar-fogo em janeiro de 1970.<br><br><strong>Motivos dos conflitos:<br></strong><br>A Guerra de Biafra foi motivada principalmente por tensões políticas e étnicas entre o governo da Nigéria e o estado secessionista de Biafra, que era predominantemente habitado pelo grupo étnico Igbo. Alguns dos principais fatores que levaram ao conflito incluem:<br><br>&nbsp;1. Repressão política: O povo Igbo sentiu-se marginalizado e discriminado na Nigéria pós-independência. O governo nigeriano, que era dominado por grupos étnicos nas partes norte e oeste do país, era visto como reprimindo o povo igbo e negando-lhes direitos e oportunidades iguais. <br><br>2. Razões econômicas: A região de Biafra, rica em petróleo, contribuiu significativamente para a produção de petróleo da Nigéria, mas os benefícios econômicos não foram distribuídos uniformemente. Muitos biafrenses sentiram que sua região estava sendo explorada por seus recursos naturais sem benefícios suficientes.<br><br>&nbsp;3. Tensões étnico-religiosas: a Nigéria é composta por muitos grupos étnicos e religiosos, e o governo lutou para administrar os conflitos entre eles. Em particular, havia tensões entre o norte predominantemente muçulmano e o sul predominantemente cristão, que incluía o Biafra dominado pelos igbos.<br><br>&nbsp;4. Busca pela autodeterminação: muitos igbos acreditavam que sua região estaria melhor como um estado independente, livre do que eles consideravam discriminação e marginalização sob o governo nigeriano.<br><br>&nbsp;Esses fatores, entre outros, contribuíram<strong> </strong>para a eclosão da Guerra do Biafra.<br><br><strong>Contexto:<br><br></strong>A Guerra do Biafra ocorreu no contexto da história pós-independência da Nigéria e suas lutas para estabelecer uma nação estável e unida. Aqui estão alguns dos principais eventos e desenvolvimentos que levaram ao conflito: <br><br>1. A Nigéria conquistou a independência da Grã-Bretanha em 1960, com um sistema de governo federal que reconhecia três regiões principais: a Região Norte, a Região Leste e a Região Oeste. <br><br>2. As tensões surgiram na década de 1960 entre o governo federal predominantemente dominado pelo Norte e os líderes políticos da Região Leste, particularmente os do grupo étnico Igbo. <br><br>3. Em 1966, um grupo de oficiais do exército do norte da Nigéria realizou um golpe, matando vários oficiais de alto escalão, incluindo o primeiro-ministro do norte da Nigéria e o primeiro-ministro da região oeste. Isso levou a distúrbios significativos e violência de retaliação em várias partes do país, incluindo um massacre de pessoas Igbo no Norte. <br><br>4. Em maio de 1967, os líderes da Região Leste declararam a secessão de Biafra, que foi reconhecida por vários estados africanos e outros. No entanto, as autoridades nigerianas rejeitaram a secessão e lançaram uma invasão de Biafra, iniciando a Guerra de Biafra.<br><br>&nbsp;5. A guerra foi marcada por crises humanitárias e políticas significativas, incluindo fome generalizada, doenças e deslocamento de civis. O conflito terminou com a rendição das forças biafrenses em 1970 e a reintegração da região na Nigéria. <br><br>A Guerra do Biafra marcou uma virada significativa na história nigeriana, demonstrando os desafios de manter a unidade e abordar as queixas sociais e políticas dentro de uma sociedade diversa e dividida.<br><br><strong>Alunos:<br></strong><br>Alex Nascimento&nbsp;<br>Márcia Sara<br>Felipe&nbsp;<br>João Gabriel&nbsp;<br>Fernando&nbsp;<br><br>3°B<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 23:27:06 UTC</pubDate>
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