<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Filosofia by Rafa</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-03 21:41:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-10-13 08:15:33 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/203484694</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/235535929/1c0c04ab5f8c1837ce3561c7b37e458b/Platao.docx" />
         <pubDate>2017-11-03 21:58:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/203484694</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aristóteles </title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/214824269</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/235535929/6565743afc227369013198b043d016bb/Ficha_de_leitura_Aristoteles.docx" />
         <pubDate>2017-12-10 17:22:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/214824269</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A origem do filosofar                 -A filosofia ocidental nasceu na Grécia perto do seculo VI a.C. Filosofia tem como significado amor à sabedoria, pode-se dividir a palavra em 2 partes, (philos- “amor”, “amizade”- e sophia “ sabedoria”)</title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/214825980</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-10 17:34:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/214825980</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O objeto da filosofia                   -A filosofia é diferente das outras disciplinas, uma vez que o seu objetivo corresponde a estudar o real como um todo, procurando a compreensão total da realidade</title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/214830697</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-10 18:07:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/214830697</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O método da filosofia-O método da filosofia é diferente do das ciências da natureza, enquanto este baseia se na verificação experimental o método da filosofia baseia se no exercício reflexivo, na investigação conceptual. Algumas questões tais como: “Qual o sentido da vida?”, e “o que é o bem?” não podem ser resolvidas experimentalmente, isto é que não podem ser respondias através de laboratórios de modo a obter respostas a estas perguntasA filosofia parte de experiencias e não é experiencias, isto é que não e uma disciplina empírica, mas sim conceptual e a priori. Lida com problemas que não são empíricos e a validade das suas teorias é independente da experiencia.Embora as respostas, teses ou teorias não possam ser comprovadas por experiencias, isto não significa que os factos não sejam uteis para reforçar os argumentos que as suportam.</title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/215249158</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-11 23:13:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/215249158</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As teorias da filosofia-As teorias ou teses filosóficas são respostas dadas aos problemas filosóficos a partir do método da argumentação racional. Perante algum problema filosófica deve usar se um conjunto de argumentos para defender a sua tese. Alguns filósofos argumentam a favor do relativismo moral, corrente filosófica que procura que não existem valores morais objetivos que diferenciam o que esta certo e errado.</title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/215249225</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-11 23:13:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/215249225</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/224906293</link>
         <description><![CDATA[<div>A ação humana é um dos temas abordados pela filosofia, que envolve a intervenção de várias disciplinas filosóficas e não filosóficas.<br><br></div><div>&nbsp;A primeira vista o conceito de ação não tem nada de problemático, uma vez que todos pensamos saber o que é uma ação do quotidiano, porém o tema não é tao pacifico como o que pensamos ser. Apesar de no nosso dia-a-dia não nos questionarmos sobre algumas simples ações do quotidiano, há algumas que podem ser à partida complexas<br><br></div><div>Um acontecimento pode ser definido como algo que ocorreu num certo tempo e lugar, que é suscetível de afetar o sujeito, mas que não depende da sua vontade, alguns dos exemplos são os sismos, vulcões e terramotos, partindo que estes não acontecem devido a ações do homem.<br><br></div><div>Se o ser humano não é a causa dos tais acontecimentos, isto é, não os origina ou interfere neles. Nestes casos o ser humano não é o agente, não é o ator mas sim o recetor, o qual sofre a ação.<br><br></div><div>A ação humana é apenas considerada ação humana quando fazemos deu m modo voluntario e consciente, ou seja, quando fazemos algo de propósito intencionalmente, de forma racional e responsável.<br><br></div><div>As ações intencionais são originadas por motivos, desejos, crenças, interesses ou aspirações, isto é, as ações são realizadas por alguém que as quer realizar e que esta é a melhor forma de atingir algum objetivo. Também pode ser distinguida entre ação básica e ação não básica, é realizada diretamente e intencionalmente, ou para ser realizada é necessário haver uma ação básica como base, respetivamente.&nbsp;<br><br></div><div>Há muitas situações do quotidiano que nos obrigam a ponderar, a refletir antes de reagir ou avaliar as vantagens e desvantagens de uma determinada opção.&nbsp;<br><br></div><div>A deliberação é o processo de flexão que antecede a decisão. Depois da deliberação segue-se a decisão que consiste na escolha de alternativas possíveis em função de determinadas razoes e motivações. A decisão é o momento da escolha e da resolução&nbsp;<br><br></div><div>A ação humana pode ser divida em vários ramos, antes, durante, depois das açoes do dia-a-dia&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-01-26 00:19:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/224906293</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelpedrojulio</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/267437775</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Alan Touraine a noção da mulher como sujeito ainda é mais importante do que a transformação das nossas ideias sobre elas, esta completamente convencido que toda a&nbsp; teoria sociológica que toda a teoria sociológica tem de ser reconstruída de modo a poder corresponder ao pensamento pós-feminista.<br><br></div><div>&nbsp;Após a pergunta “Qual o sentido que dá a esse termo, “sexo”? No sentido de “sexualidade” ou em lugar do termo “gênero”?<br><br></div><div>Alan Touraine respondeu: Que era ambivalente como todos os cidadãos, como geralmente as femininistas são em relação ao conceito de género. O género foi criado pelas categorias domintastes, que definem a mulher como um ser que não tem poder. A nossa cultura cirou um polo de inferioridade e depois inventou a mulher como figura central se usar-mos este conceito de género como protesto pode vir a ser muito positivo “Eu sou mulher, minhas palavras não são minhas, são do meu amo”. Porém se ao mesmo tempo quisermos entender os movimentos de libertação e ação autonoma das mulheres, precisamos de ir além do conceito de género. E por isso que alan touraine diz “sujeito”, de um lado e “sexo”, de outro; ao acossiar “sexo” a “sujeito”, torna-se “sexualidade”. Judith Butler questiona o conceito de género constantemente porque as mulheres precisam de ir além de género.<br><br></div><div>Judith Butler acha ridículo haver tantas autoras rejeitarem o dualismo homem-mulher ou até homossexual-heterossexual. Alan Touraine também acha que fundamentalmente elas tem razão; é necessário ir além desses dualismos em si só são formas de hierarquização e inferiozação. Touraine admira os sociólogos Norte-Americanos por já o fazerem á muito tempo, reconhecem a importância da transexualidade, pois destrói a hegemonia das relações heterossexuais. Mas na França, os transexuais são rejeitados. Tornam-se prostitutas porque todos os cidadãos rejeitam-os. Mas nos EUA são mais visíveis na cidade de San Francisco, o <em>City Council </em>dá dinheiro para assistência á saúde mentar dos transexuais.<br><br></div><div>&nbsp;Na palavra e no conceito de libido, há algo que é biológico, que em grande medida não estaria determinado pela sociedade. Isto ajuda ainda do que os livros dizem sobre como as raparigas são socializadas para serem mães, que podem ser uteis, mas tendem a repetir-se<em>. Há um livro excelente: The Reproduction of Mothering, de Nancy Chodorow [</em>1978], professora de Sociologia em Berkeley. Depois ela dedicou-se à Psicanálise e escreveu outros livros, incluindo um, The Power of Feelings [1999], que desenvolve uma abordagem bem mais complexa.<br><br></div><div>&nbsp;Alan ao usar o termo “sexualidade”, refere-se a uma forma de o sujeito construir-se: essa abordagem opõe-se ao conceito de género. Tem interesse na diferença que se faz entre gays e lésbicas, porque todos os bons livros são lésbicos, não gays. Ainda acha mais interessante a bissexualidade, que diria que é o tipo de comportamento mais reprimido precisamente porque elimina os dualismos de género e decompõe as categorias. O lesbianismo é uma posição privilegiada para compreender a mulher. É preciso isolar “sexo” o mais que se puder das iniqüidades socialmente definidas e evitar a armadilha de dizer: “Agora as mulheres vão criar uma sociedade feminina, que substituirá a sociedade masculina<br><br></div><div>O racismo é uma doença social da modernidade, como refere Alain Touraine, não aceita facilmente a diferença e transforma-a em desigualdade. Três princípios fundamentam o racismo: "naturalização" dum grupo social, representação como inferior; domínio duma herança cultural; apelo a medidas de proteção de descriminação ou segregação.<br>&nbsp;Nas comunicações deste Colóquio cruzou-se a análise privilegiada de dois racismos, um que "naturaliza" o estrangeiro, o colonizado como inferior, com a consciência de ser por ele ameaçado; o outro, contemporâneo, que critica a pretensa superioridade da cultura ocidental; um racismo da diferença, a rejeição das outras culturas em nome da salvaguarda da pureza e especificidade de cada cultura. Estes dois racismos estão associados a dois princípios de exclusão: a desigualdade biológica e a diferença cultural.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-06-16 10:06:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelpedrojulio/80c7x5tqclmi/wish/267437775</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
