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      <title>Meu padlet fabuloso by FERNANDO MAURO DE MORAES MEDEIROS</title>
      <link>https://padlet.com/fernandommmedeiros/808tzbh40utgex5c</link>
      <description>Criado com um golpe de sorte</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-26 12:48:55 UTC</pubDate>
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         <title>Campinarama (floresta e arbonizada </title>
         <author>fernandommmedeiros</author>
         <link>https://padlet.com/fernandommmedeiros/808tzbh40utgex5c/wish/1698390508</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As características fito-fisionômicas das formações vegetais sobre areia branca<br>variam entre uma vegetação gramíneo-lenhosa rala e aberta, quase arbustiva, com alta<br>penetração de luz, chamada "Campina" nos Estados do Pará e do Amazonas (Anderson,<br>1981), e "Bana" na Venezuela (Jordan, 1985), até estágios arborescentes com dossel<br>apresentando poucas árvores emergentes, subosque com uma densidade alta de árvores<br>finas e pequenas, chamados de "Campinarana" ou "Caatinga amazônica", no Rio Negro<br>(Anderson, 1981), e "Varillal" no Peru (Gentry, 1977; Ruokolainen &amp; Tuomisto, 1993).<br>Formações vegetais sobre areia branca também são encontradas na Colômbia<br>(Duivenvoorden, 1996), Venezuela, Suriname, e Guiana (Anderson,1981; IBGE, 1992).<br>No Peru são descritas pelo menos três comunidades de Varillais: o “varillal seco”,<br>localizado nas colinas e pequenos declives com boa drenagem; o “varillal úmido”, restrito às<br>depressões tabulares e solos com drenagem deficiente, e coberto por uma rede de raízes; e<br>o “olho” do varillal, também localizado nas depressões, mas na parte mais central onde a<br>drenagem é quase nula, e o estrato arbóreo é quase ausente (Ruokolainen &amp; Tuomisto,<br>1993).<br>No Brasil, esse complexo formado por manchas de vegetação lenhosa oligotrófica,<br>localizado em áreas alagadas ou sobre acúmulo de areia, é denominado pelo IBGE (1992)<br>de Campinarana (ou Campina), e é dividido em três subgrupos: campinarana densa ou<br>florestada, campinarana arbórea aberta ou arborizada, e gramíneo-lenhosa.<br>Na Amazônia brasileira, a região do alto Rio Negro é conhecida pela ampla<br>distribuição desse tipo de vegetação, porém no sudoeste da Amazônia, mais<br>especificamente na fronteira do Acre com o Amazonas, as Campinaranas foram<br>“descobertas” apenas entre as décadas de 70 e 80.</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 12:59:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>característica    </title>
         <author>fernandommmedeiros</author>
         <link>https://padlet.com/fernandommmedeiros/808tzbh40utgex5c/wish/1698406243</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O termo Campinarana é geralmente aplicado a um tipo de vegetação que se<br>desenvolve sobre solos arenosos extremamente pobres (oligotróficos), na maioria dos casos<br>hidromórficos, e ricos em ácido húrico</li></ul><div><br></div><ul><li>Esses habitats apresentam uma vegetação com subosque de porte baixo e<br>irregularmente aberto, densidade alta de árvores pequenas e finas, escassez de árvores<br>emergentes, lianas e epífitas, abundância de elementos com esclerofilia pronunciada, folhas<br>esclerófilas perenes e pequenas, com aparência xeromófica, e valores baixos de<br>diversidade (Anderson, 1981; Medina et al., 1990; Richards, 1996). Em contraste com a<br>maioria das florestas Amazônicas, além da pobreza de espécies vegetais, essa vegetação<br>exibe uma tendência pronunciada de dominância por uma ou poucas espécie.</li></ul><div><br></div><ul><li>Outra característica distintiva é a presença de uma rede espessa, compacta e flexível<br>de raízes finas sobre o solo, que em alguns casos pode apresentar até um metro de<br>espessura.</li></ul><div><br></div><ul><li>Esse acúmulo pouco usual de matéria orgânica em um solo tropical úmido, pode<br>ocorrer em decorrência, i) da acidez do solo promovida por ácidos húmicos, ii) do acúmulo<br>de compostos tóxicos e qualidade nutricional baixa da serapilheira, iii) da taxa baixa de<br>decomposição, e iv) da remoção de nutrientes protéicos por complexos fenólicos originados<br>nos compostos secundários produzidos pelas plantas, especialmente fenóis e taninos,</li><li>Esta vegetação típica das bacias do Rio Negro, Orinoco e Branco ultrapassa as fronteiras brasileiras, atingindo a Venezuela e Colômbia, porém em áreas bem menores do que a ocupada no Brasil, onde ocupa áreas tabulares arenosas, bastante lixiviadas pelas chuvas durante os últimos 10.000 anos. Além das áreas tabulares, encontram-se em grandes depressões fechadas, suficientemente encharcadas no período chuvoso e com influência dos grandes rios que cortam a região, em todas as direções.</li></ul><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 13:08:39 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Campinarana florestada</title>
         <author>fernandommmedeiros</author>
         <link>https://padlet.com/fernandommmedeiros/808tzbh40utgex5c/wish/1698436787</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Campinarana Florestada: É um sub grupo de formação que ocorre nos pediplanos tabulares, dominados por nanofanerófitos finos e deciduais na época chuvosa, semelhantes a uma “floresta ripária”. A bacia do alto Rio Negro foi o centro de dispersão deste domínio florístico e os ambientes situados ao longo dos rios de água preta, que, segundo Sioli (1962), revelam a presença de ácidos húmicos e material turfoso inerte em suspensão, são os locais onde estes ecotipos melhor se adaptam.<br><strong>Campinarana Arborizada:</strong> Este grupo de formação é dominado por plantas raquíticas, mas das mesmas espécies que ocorrem nos interflúvios tabulares da região, sendo anãs em face dos terrenos capeados por Podzol Hidromórfico das depressões fechadas.<br><strong>Campinarana Gramíneo-lenhosa: </strong>Este subgrupo de formação surge nas planícies encharcadas próximas aos rios e lagos da região. Estas planícies são capeadas por um tapete de geófitos e hemicriptófitos das famílias Poaceae (gramíneas) e Cyperaceae, ambas de dispersão pantropical.</li></ul><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campinarana" />
         <pubDate>2021-08-26 13:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>Localização </title>
         <author>rafabawer</author>
         <link>https://padlet.com/fernandommmedeiros/808tzbh40utgex5c/wish/1698473303</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A campinara florestada é distribuída do Rio Negro além do norte-noroeste do Brasil até a região de Vaupes e Caguetá na Colômbia, do sul da Venezuela, e no sudoeste da Amazônia.&nbsp;<br>No território brasileiro, sua maior concentração está na região centro-sul do estado de Roraima, e especialmente no noroeste da Amazonas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 13:42:18 UTC</pubDate>
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         <title>Participantes </title>
         <author>rafabawer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fernando Mauro&nbsp;<br>Rafaela Pereira&nbsp;<br>Nathalia Macedo </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 14:03:01 UTC</pubDate>
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