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      <title>E-learning - Educação física by Diogo Castro</title>
      <link>https://padlet.com/diogocortezcastro/7zzc2fogzgc14ogc</link>
      <description>Por Diogo Castro, nº 10, 10º1 - prof.Emanuel Gonçalves</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-04-15 19:55:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-13 21:01:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação do aluno</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou o Diogo Cortez de Castro aluno nº 10 do 10º1, turma de Ciências e Tecnologias.<br>Sou aluno do prof. Emanuel, na Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 21:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo do trabalho</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este trabalho tem como objetivo dar continuidade às aprendizagens da disciplina de Ed. Física, de forma a manter uma cultura desportiva atualizada e, consequentemente, aprofundar os conhecimentos teóricos das modalidades escolhidas, que serão referidas no tópico <strong><em>Apresentação do trabalho</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 21:14:20 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Basquetebol</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
         <link>https://padlet.com/diogocortezcastro/7zzc2fogzgc14ogc/wish/509449392</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DRMBX4sA-3Q">https://www.youtube.com/watch?v=DRMBX4sA-3Q</a><br><br><strong>História</strong><br><br></div><div>As características do basquetebol da atualidade são bastante similares as do jogo inventado pelos Incas no séc. VII a.C. A antologia mais notável é que o “cesto”, na altura constituído por um anel de pedra de diâmetro variável, podendo medir até um metro, estava preso perpendicularmente à parede, a cerca de 3 ou 4 metros de altura.  Neste tempo o jogo podia ser jogado com qualquer parte do corpo, exceto com as mãos ou com os pés. Este era chamado então “pok-ta-pok”.<br><br></div><div>O basquetebol surgiu no ano de 1891, nos Estados Unidos da América, mais concretamente em Springfield, por intermédio de James Naismith (Fig.1), professor de Educação Física.<br><br>Os cinco princípios que implantaram um primeiro regulamento de jogo que, de alguma forma permitiu a criação de condições para o desenvolvimento da modalidade, foram os seguintes:<br><br></div><ol><li>A bola só podia ser jogada com as mãos;</li><li>Os jogadores podiam apoderar-se da bola em qualquer momento;</li><li>Não era permitido correr com a bola nas mãos;</li><li>As equipas jogariam juntas no espaço do jogo, mas o contacto com os jogadores era proíbido;</li><li>O alvo deveria de estar na horizontal sobre um plano elevado.</li></ol><div>A evolução das regras fez-se em função dos progressos técnicos dos próprios jogadores, dos treinadores, da melhoria do material e também através de uma melhoria da forma de transmitir o espétaculo. No entanto, esta evolução preservou e respeitou os 5 princípios fundamentais estabelecidos por James A. Naismith.<br><br></div><div>O primeiro jogo de basquete foi realizado no dia 20 de janeiro de 1892 na cidade em que surgiu. Nesse mesmo jogo, Franck Maham propôs ao Professor James Naismith, o nome de “basketball”, pelo facto de ser jogado com cestos (baskets) e bola (ball), tendo obtido a sua concordância. Neste mesmo ano foram publicadas as treze primeiras regras do jogo. Foi somente no começo do século XX que o basquetebol começou a espalhar-se pelos quatro cantos do mundo.<br><br></div><div>A introdução do basquetebol em Portugal deu-se em 1913, pelo professor de Educação Física suíço Rodolfo Horney. A primeira prova inter-regional realizou-se em 1922, entre Lisboa, Porto e Coimbra, sendo esta última a vencedora. Cinco anos mais tarde, a 17 de Agosto de 1927 foi fundada a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), na cidade do Porto.  Já o primeiro Campeonato Português de Basquetebol foi disputado em 1932/1933, saindo vencedor o Sport Clube Conimbricense.<br><br></div><div>A 18 de Junho de 1932 é fundada a F.I.B.A. (Federação Internacional de Basquetebol Amador), sendo Portugal um dos oito países fundadores. Em 1935 organizou-se em Genebra os primeiros campeonatos da Europa de basquetebol.<br><br></div><div>O basquetebol surgiu nos jogos olímpicos modernos (Fig.2) em Berlim a 1936 para o sexo masculino e nos jogos olimpicos de verão de 1976  foi a estreia para o sexo feminino.<br><br><br><strong><em>O que é o Basquetebol?</em></strong><br><br></div><div>O basquetebol é um jogo desportivo coletivo praticado por duas equipas cujo objetivo é introduzir a bola no cesto da equipa adversária marcando assim pontos e, simultaneamente, evitar que esta seja introduzida no próprio cesto, respeitando as regras do jogo. A equipa que obtiver mais pontos no fim do jogo, vence. Em caso de empate, exceto em situações especiais, há que realizar um ou vários prolongamentos de cinco minutos para se encontrar o vencedor.<br><br><br><strong><em>Campo</em></strong><br><br></div><div>O terreno do jogo (Fig.6) é um rêtangulo de 28m x 15m, delimitado por duas linhas laterais e duas linhas de fundo. Junto de cada linha de fundo está colocada uma tabela, na qual se encontra o cesto. Este está a uma altura de 3,05m do solo<br><strong><em><br><br>A Bola</em></strong><br><br></div><div>É esférica, de cabedal, borracha ou material sintético (Fig.7). O peso situa-se entre 567g e 650g e o perímetro deve estar compreendido entre os 75 cm e 78 cm, ou seja, bola de tamanho n.º7.<br><br>Em função das idades, a bola pode ser de diferentes tamanhos. Terá de ser cheia com uma pressão de ar tal que, quando deixada cair no chão de uma altura de 1.80 m, medida da parte inferior, ressalte a uma altura que, medida da parte superior da bola, não seja menor que 1,20m nem mais que 1,40m.<br><br></div><div><br>Linhas de jogo<br><br></div><div>Todas as linhas têm 5cm de largura e devem ser de cor clara e diferente da cor do solo e, das restantes linhas existentes.<br><br></div><div><strong>Linhas limite</strong>:  São aquelas que delimitam o terreno de jogo e estão traçadas no seu interior. São duas linhas laterais e duas linhas de fundo.<br><br></div><div><strong>Linha Central e Círculo Central</strong>: O eixo da linha central divide o terreno de jogo em dois campos iguais, esta estende-se 15 cm para além das linhas laterais.<br><br></div><div><strong>Linhas de lançamento Livre e Áreas Restritivas</strong>:<br><br></div><ul><li>Área de lançamento de 3 pontos</li><li>Área dos bancos das equipas</li></ul><div><br><strong><em>Regras do Jogo</em></strong><br><br></div><div><br>Número de jogadores<br><br></div><div>Cada equipa é constituída por 5 jogadores titulares e 5 jogadores suplentes (fig.9). Cada jogador, conforme a zona do campo e as funções que ocupa, tem uma designação:<br><br></div><ul><li>Base;</li><li>Extremo alto;</li><li>Poste.</li></ul><div><br><br></div><div><br><br>Duração do jogo<br><br></div><div>Uma partida de basquetebol tem a duração de 40 minutos divididos por 4 períodos de 10 minutos. O cronómetro só avança quando a bola se encontra em jogo, isto é, sempre que o árbitro interrompe o jogo, o tempo é parado de imediato. Entre o 1.º e o 2.º período e entre o 3.º e 4.º período existe uma paragem de 2 minutos. Ao meio do jogo, ou seja, do 2.º para o 3.º período existe um intervalo de 15 minutos.<br><br><br>Início do jogo<br><br></div><div>O jogo inicia-se com um lançamento de bola ao ar, realizado pelo árbitro, no círculo central, entre dois jogadores adversários que, saltando, tentam tocar a bola para os companheiros de equipa.<br><br></div><ul><li>A bola só pode ser tocada depois de atingir o ponto mais alto;</li><li>Nenhum dos saltadores pode agarrar na bola;</li><li>Os restantes jogadores têm de estar fora do círculo central.</li></ul><div><br>Pontuação<br><br></div><div>Os pontos são obtidos através de lançamentos de campo e de lances livres. Os lançamentos de campo (Fig.12) são os que se efetuam no decorrer normal do jogo e em qualquer parte do campo, enquanto que os lances livres são executados na lina de lance livre, com o jogo parado.<br><br></div><div>A bola tem de entrar no cesto pela sua parte superior, passando através da rede.<br><br></div><ul><li>Lançamento convertido de qualquer local atrás da linha de 6,25 m – 3 pontos;</li><li>Lançamento convertido de qualquer local à frente da linha de 6,25 m – 2 pontos;</li><li>Lance livre convertido – 1 ponto.</li></ul><div><br>Como se pode jogar a bola<br><br></div><ul><li>A bola é jogada exclusivamente com as mãos, podendo ser passada ou driblada em qualquer direção, exceto do meio campo ofensivo para o meio campo defensivo;</li><li>Não é permitido socar a bola;</li><li>Com a bola segura nas mãos, apenas é permitido realizar dois apoios;</li><li>Na ação de drible não é permitido:<ul><li>Bater a bola com as duas mãos simultaneamente;</li><li>Driblar, controlar a bola com as duas mãos e voltar a driblar;</li><li>Acompanhar a bola com a mão, no momento do drible (transporte).</li></ul></li></ul><div><br>Bola fora<br><br></div><div>As linhas que delimitam o campo não fazem parte deste. A bola está fora quando:<br><br></div><ul><li>Toca as linhas laterais, finais ou o solo para além delas;</li><li>Um jogador de posse de bola pisa as linhas limite de campo.</li></ul><div><br>Faltas<br><br></div><div>Existem 3 tipos de faltas que podem ser cometidas pelos jogadores: as faltas pessoais, antidesportivas e técnicas.<br><br></div><div>As faltas pessoais podem acontecer em 3 casos:<br><br></div><ul><li>Quando um jogador agarra, empurra ou impede os movimentos de um adversário que tem a bola, o árbitro, neste caso, determina que a posse de bola deve ser atribuída à outra equipa e a falta é registada no boletim de jogo;</li><li>Quando um jogador comete uma falta contra um adversário que não está em ato de lançamento, o jogo recomeça com a reposição da bola em campo na zona mais próxima daquela onde a falta ocorreu;</li><li>Quando a falta é cometida contra um jogador que está a efetuar um lançamento, se este for revertido, os pontos devem ser contados e a equipa tem direito a efetuar um lançamento livre; se o lançamento não foi convertido, o jogador tem direito a dois ou três lançamentos livres, dependendo do local onde se encontrava quando sofreu a falta.</li></ul><div>As faltas antidesportivas são infrações pessoais que o árbitro determina serem propositadas e que são punidas com os lançamentos livres correspondentes, após os quais a posse de bola deve ser dada à equipa do jogador que sofreu a falta.<br><br></div><div>As faltas técnicas dizem respeito a atitudes e comportamentos demonstrados pelos jogadores com linguagem ou gestos ofensivos ou desrespeito pela equipa de arbitragem; estas faltas são punidas com dois lançamentos livres executados por jogadores indicados pelo capitão da equipa.<br><br></div><div>Quando um jogador acumula cinco faltas deve abandonar o jogo, sendo substituído por outro membro da equipa.<br><br></div><div>Deve-se ter em atenção que o jogador contra quem a falta foi cometida é sempre quem irá efetuar os lançamentos livres de penalização. Se, durante um dos lançamentos, um jogador da outra equipa entrar na zona de restrição (também chamada de garrafão e que delimita a área de aproximação ao cesto) antes de o lançamento ser efetuado, este terá de ser repetido se não tiver sido convertido.<br><br></div><div><br>Regras de tempo<br><br></div><div>Regra dos 3 segundos<br><br></div><div>Nenhum jogador pode permanecer mais do que 3 segundos dentro da área restritiva do adversário, enquanto a sua equipa está com a posse de bola;<br><br></div><div>Regra dos 5 segundos<br><br></div><div>O atacante não pode permanecer mais de 5 segundos com a bola na mão sem a driblar, senão perde a bola para a equipa adversária.<br><br></div><div>Regra dos 8 segundos<br>Quando uma equipa ganha a posse da bola na zona de defesa dispõe de 8 segundos para levar a bola da sua zona defensiva para a zona de ataque.<br><br></div><div>Regra dos 24 segundos<br><br></div><div>Quando uma equipa tem a posse da bola, dispõe de 24 segundos para lançar a bola ao cesto do adversário.<br><br></div><div>Descontos de tempo<br><br></div><div>Durante o jogo, cada treinador tem direito a solicitar um desconto de tempo, de um minuto, em cada período com exceção do último período em que tem direito a dois.<br><br></div><div><br>Regras do lance livre<br><br></div><div>O jogador que sofreu a falta é quem executa o lance livre.<br><br></div><ul><li>O  jogador que vai marcar o  lance  livre deve colocar-se atrás da  linha de lance livre, dentro do semicírculo respetivo.</li><li>Dispõe  de 5  segundos  para  efetuar o  lançamento,  a partir  do momento em que a bola lhe é entregue pelo árbitro.</li><li>O executante não pode entrar na área restritiva nem tocar a linha de lance livre, enquanto a bola não tocar o aro ou entrar no cesto.</li><li>Na sua execução, os vários  jogadores, ocupam os respetivos  espaços ao longo da  linha de marcação, não podem deixar os seus  lugares até que a bola saia das mãos do executante do lance livre (fig.14).</li><li>Os jogadores que não estão colocados nos espaços de ressalto devem estar atrás da  linha de  lance  livre  e  fora da  linha  de 3 pontos,  até que  a bola toque o aro ou termine o lance livre.</li><li>Não devem tocar a bola, na sua trajetória para o cesto, até que esta toque no aro ou que seja evidente que não o tocará.</li><li>Nenhum  jogador  pode  entrar  na  área  restritiva  antes  de  a  bola  ter saído das mãos do lançador.</li></ul><div><br><br>Substituições<br><br></div><div>Qualquer jogador pode ser substituído ou substituir um companheiro de equipa, em qualquer período do jogo. No entanto, a substituição só poderá realizar-se quando o jogo estiver interrompido (bola morta) e com conhecimento dos árbitros.<br><br></div><div><br>Juízes<br><br></div><div>A equipa de arbitragem é constituída por dois árbitros. Existem ainda três oficiais de mesa: um marcador que regista os pontos obtidos pelas equipas e as faltas, um cronometrista que controla o tempo de jogo e os descontos de tempo, e um operador de 24 segundos.<br><br></div><div><br>Reposição da bola na linha lateral ou final<br><br></div><div>O jogador não pode pisar as linhas durante a reposição da bola. Ao repor a bola pela linha final ou lateral, após violação ou falta, não pode deslocar-se ao longo desta e dispõem de 5 segundos para efectuar a reposição. Na reposição pela linha final, após cesto convertido, o jogador pode movimentar-se sem restrições.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 21:16:38 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Voleibol</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
         <link>https://padlet.com/diogocortezcastro/7zzc2fogzgc14ogc/wish/509456841</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=PeQCcwmxApo">https://www.youtube.com/watch?v=PeQCcwmxApo</a><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=PdxxdbjQO_o">https://www.youtube.com/watch?v=PdxxdbjQO_o</a><br><br></div><h1><strong><em>A história do voleibol</em></strong></h1><div>O voleibol é um desporto que nasceu nos Estados Unidos e foi criado por<strong> </strong>William George Morgan , que nessa altura trabalhava como professor de Educação Física .</div><div>O objetivo do professor era, criar um desporto onde não houvesse tanto contato físico, como aqueles que eram praticadas, nesse tempo.</div><div>Assim que foi criado, o desporto que recebeu o nome de "mintonette, mas logo depois, foi chamado de "volley ball".</div><div>Apesar de sido criado nos Estados Unidos, somente a partir do momento em que foi levado para o Canadá, mais ou menos cinco anos depois, é que ele alcançou proporções mundiais.</div><div>Já na década de 40 o desporto estava presente em boa parte do globo, e deu-se a criação da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). O órgão tem sede em Paris, na França, e até hoje está no posto de principal responsável por realizar as competições mundiais da modalidade.<br><br><br></div><div><strong>JOGO</strong></div><div><br></div><div>  O Voleibol é um jogo entre duas equipas com seis jogadores cada, cuja finalidade é colocar a bola no chão do campo adversário através de "toques".     Os jogadores começam o jogo em posições fixas, três juntos à rede, chamados de atacantes, e três mais atrás mais próximos da linha final, chamados de defensores. Uma equipa não pode dar mais de três "toques" na bola até ela ser batida sobre a rede para o campo do adversário.     Um jogador não pode agarrar a bola, mesmo que brevemente, nem mesmo dar dois toques seguidos. A bola pode ser tocada por qualquer parte do corpo, mesmo os pés.     Constituem infrações, ganhando pontos a equipa adversária, se um jogador tocar na rede ou enviar a bola para fora do campo de jogo.     Normalmente uma jogada típica é decomposta em três fases: serviço/recepção, passe/ataque, bloco/defesa. <strong>SERVIR</strong>     À ação de colocar a bola em jogo chama-se serviço. Cada vez que uma equipa ganha o serviço todos os seis jogadores rodam uma posição no sentido dos ponteiros do relógio, colocando-se na nova posição. Serve então o jogador que está atrás no lado direito (zona 1). O serviço pode ser efectuado batendo a bola "por baixo" ou "por cima", com a mão aberta, punho cerrado ou braço, diretamente para o campo do adversário. O jogador pode servir de qualquer posição desde que esteja atrás da linha final e no enfiamento do campo.     A equipa continua a servir enquanto estiver a ganhar pontos.     Se os jogadores não respeitarem a sua posição no momento do serviço, a equipa incorre numa penalização, ganhando o adversário um ponto. Depois do batimento da bola no serviço, os jogadores podem deslocar-se e ocupar qualquer posição no seu próprio campo.<br><strong>PONTUAÇÃO</strong>     No novo sistema a equipa que ganha a jogada soma um ponto. A equipa que alcançar primeiro 25 pontos, com uma margem mínima de dois pontos da outra, vence o set. Aquela que alcançar primeiro três set's ganhos, vence o jogo. Na eventualidade de se jogar uma quinta partida esta é jogada até aos 15 pontos tendo também de haver uma diferença mínima de dois pontos.     É considerado ponto sempre que uma equipa conseguir colocar a bola no campo do adversário. Sempre que a bola tocar fora do campo de jogo, ganha um ponto a equipa adversária à equipa que tocou na bola em último lugar.<br><strong>LIBERO</strong>     Este jogador equipa com uma camisola de côr diferente para ser mais facilmente distinguido. Não necessita de autorização para entrar e apenas pode fazê-lo para a área defensiva. Não pode servir, atacar ou rodar para a zona de ataque. É normalmente um especialista na defesa.<br><strong>SUBSTITUIÇÕES</strong>     Durante uma partida só são permitidas seis substituições. Os jogadores só poderão entrar uma vez durante uma partida substituindo um jogador inicial e só podendo ser substituídos pelo mesmo.     Apenas o libero não está sujeito a estas restrições.<br> </div><div><strong><br><br></strong><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><h1><strong><em>Objetivo do jogo</em></strong></h1><div>O objectivo do jogo é enviar a bola para o campo adversário fazendo com que esta toque no chão do mesmo , e impedir que toque no chão da tua propria equipa.<br><br></div><h1><strong><em>Posições e regras gerais</em></strong></h1><div><br><br><br><br></div><div><br>O Voleibol é um desporto colectivo jogado por duas equipas, normalmente de seis jogadores, num campo de jogo dividido ao meio por uma rede.  </div><div>Cada equipa pode fazer t<strong>rês toques n</strong>a bola cada vez que a recebe do adversário (para além do toque do bloco). A bola é posta em jogo com o <strong><em>serviço</em></strong>: o jogador que serve bate a bola de forma a enviá-la por cima da rede para o campo contrário. A jogada desenvolve-se até que a bola toque no chão, seja enviada para fora ou uma das equipas não a consiga devolver correctamente. <strong><em>Em cada jogada é ganho um ponto </em></strong>. <strong><em>Quando a equipa que recebe ganha a jogada, ganha um ponto e o direito de servir e os seus jogadores fazem uma rotação, e rodam uma posição no sentido dos ponteiros do relógio como mostras a figura acima.</em></strong></div><h1>Regras básicas </h1><ol><li>Passe</li><li>Manchete</li><li>Remate</li><li>Bloco </li><li>Serviço</li></ol><div><br><br></div><div><br><strong>História do Voleibol de praia<br></strong><br></div><div>A prática do voleibol nas praias portuguesas tem a sua origem nos anos cinquenta, quando, em algumas das praias mais frequentadas, como, Espinho, Matosinhos, Póvoa de Varzim, Figueira da Foz, Vila Praia de Âncora, Costa da Caparica, Carcavelos, Paços de Arcos e Praia das Maçãs, os banhistas começaram a sua prática. A primeira referência oficial ao Voleibol de Praia encontra-mo-la na ata da reunião da Direcção da Federação Portuguesa de Voleibol de 14 de Junho de 1967 quando é tomado conhecimento do ofício enviado por "Public Parks and Recreation Administration" de Porto Rico, comunicando a realização do 1º Torneio Mundial de Praias em equipas de 2 jogadores. Em 12 de Julho desse ano, a F.P.V. decide organizar um "Torneio de Praias" podendo cada praia participar com mais de uma equipa. Desta decisão foi dado conhecimento a todas as Associações. Em 23 de Agosto desse ano a Direcção da F.P.V. decide relativamente ao 1º Torneio:<br> “Organizar uma fase regional constituída por dois grupos:<br> - Grupo Norte: para as equipas da Póvoa de Varzim e Vila Praia de Âncora;<br> - Grupo Sul: com as equipas da Praia das Maçãs, Ericeira, Costa da Caparica e Barreiro; Decide ainda que a Final se realizaria na Figueira da Foz em 23 de Setembro e atribui um subsídio de mil escudos a cada uma das equipas finalistas". Durante a década de 70 a prática do Voleibol de Praia atravessa uma fase de ofuscamento à qual não serão alheios os acontecimentos sócio-políticos que o país viveu. Nos anos 80 surge de novo a sua prática através dos Torneios da Costa da Caparica organizados pelo seu Clube de Campismo a partir de 1986 que eram utilizados pelos jogadores de voleibol para a sua grande festa anual. Diversas organizações se restabelecem a nível nacional da F.P.V., a versão 4x4 a predominar sobre o 6x6.</div><div>Em 1991 é reorganizada a 1ª prova de duplas no Torneio Internacional DaCasca realizado em Espinho provocando uma onda de entusiasmo pela modalidade que culmina com a realização do 1º Campeonato Nacional de Voleibol de Praia em duplas masculinas, em Carcavelos, no ano de 1993, tendo sido vencedora a dupla Miguel Maia e João Brenha que repetiriam esta vitória até hoje. No ano seguinte, 1994, teve início o Campeonato Nacional Feminino tendo sido vencedora a dupla Maria José Shuller e Cristina Pereira. A 1ª participação internacional foi protagonizada pela dupla Nelson Puga e João Neves, que representaram Portugal em 1992 no Torneio Internacional de Luanda, em Angola, alcançando o 4º lugar.  Em 1993, Miguel Maia e João Brenha participam no 1º Campeonato da Europa realizado em Almeria, Espanha, tendo obtido o 5º lugar na classificação final. Também neste ano ocorre a 1ª participação feminina ao nível internacional, nos Jogos Mundiais realizados em Haia, Holanda, através da dupla Maria José Schuller e Cristina Pereira que obtém o 7ºlugar. Em 1994, Maia e Brenha vencem a etapa de Espinho do Campeonato Europeu e estreiam-se no Circuito Mundial de Voleibol de Praia realizado no Japão. Na prova realizada no Rio de Janeiro - Série Mundial - em 1995, a dupla classificar-se-ia em 7º lugar abrindo-lhes as perspectivas para a sua qualificação para os Jogos Olímpicos de Atlanta, 1996, onde obtiveram com indiscutível mérito o 4º lugar olímpico, imediatamente a seguir a duas duplas americanas e outra canadiana, colocando definitivamente o Voleibol de Praia num lugar de destaque no panorama desportivo português e internacional.~</div><div> </div><div> </div><div> </div><div> <br><br></div><div><strong>1996<br></strong><br></div><div>- O ano de <strong>1996</strong> foi, indubitavelmente, orientado para o objectivo de dimensão ímpar, a participação histórica de Miguel Maia e João Brenha nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em estreia da variante de Voleibol de Praia na mais importante competição desportiva do planeta.<br><br></div><div>- A dupla feminina, Maria José Schuller/Cristina Pereira participaram no <strong>Campeonato da Europa</strong> obtendo uma excelente participação, onde alcançaram com sucesso o 7º lugar, assim como a dupla masculina João Silva / Jorge Alves no <strong>Campeonato da Europa de Juniores (Jurmala/96),</strong> consagrando-se, sensacionalmente, vice-campeões Europeus de Voleibol de praia, demonstrando todo o seu potencial.<br><br></div><div>- Mais uma vez, em Espinho, foi realizado uma das principais competições mundiais de Voleibol de praia com a disputa do Grand Slam masculino e World Series feminino, voltando a constituir assinalável êxito desportivo e mediático onde ambas as duplas, Miguel Maia / João Brenha e Maria José Schuller/Cristina Pereira, se classificaram na 13ª posição.<br><br></div><div>- Em termos Nacionais foi organizado o <strong>Campeonato Nacional masculino</strong> e<strong> feminino em Carcavelos, </strong>bem como a novidade da etapa de Ponte de Lima, a contar para o Campeonato masculino, caracterizada por um espectáculo nocturno nas margens do rio Lima.<br><br></div><div><strong>1997<br></strong><br></div><div> - O ano de 1997 marcou uma nova página no desenvolvimento do Voleibol de praia no nosso país, ao modificar a estrutura do Campeonato Nacional através da realização do <strong>primeiro Circuito Nacional de Voleibol de praia,</strong> com a organização de vários Opens, disputando-se não apenas em praias do litoral, mas em especial nas regiões do interior, tais como em Lamego, Bragança, Ponte de Lima e Porto, como em praias fluviais e outras estruturas montadas para o efeito, sendo disso exemplo os campos de areia instalados em piscinas, num esforço conjunto da FPV e as Associações Regionais, enquadrando o trabalho desenvolvido a nível local pelos clubes e autarquias.<br><br></div><div>- Também neste ano se repetiram bons resultados de atletas portugueses nas competições internacionais, assim como Portugal continuou a assistir a algumas das principais competições mundiais, como o <strong>Grand Slam masculino e o World Series feminino, realizadas em Espinho</strong>. A prova portuguesa, que atribuiu um prize money de 300 mil dólares, foi um sucesso organizativo da FPV, correspondendo à confiança em si depositada pela Federação Internacional. De referir a prestigiante presença do Dr. Ruben Acosta, Presidente da FIVB, na etapa feminina de Espinho, que não poupou elogios à organização portuguesa, um novo sucesso desportivo mediático.<br><br></div><div>- A dupla nacional Miguel Maia/João Brenha, continua a ser uma das imagens de marca da modalidade, terminando o ano na 12ª posição do ranking mundial da FIVB, com o melhor resultado a ser obtido no Open de Marselha, ao chegarem ao 4º lugar.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>1998<br></strong><br></div><div> - A dupla Miguel Maia / João Brenha teve uma época plena de sucesso, sendo de salientar o 1º lugar obtido no Open de Ostend, na Bélgica, que conjuntamente com outras classificações de relevo contribuíram para a ascensão ao 8º lugar do ranking mundial.<br><br></div><div>- Também Maria José Schuller e Cristina Pereira, com uma participação assídua no Circuito Mundial, obtiveram resultados satisfatórios que igualmente as colocam numa posição que permite perspectivar a sua presença nas Olimpíadas de Sidney.<br><br></div><div>- Em Espinho, realizou-se mais uma vez as <strong>etapas do Circuito Mundial masculino e feminino</strong>, desta vez a cargo exclusivo da FPV, que constitui mais um enorme sucesso, sendo as provas unanimemente reconhecidas como as melhores alguma vez realizadas no nosso país, mais uma vez, das melhores do mundo.<br><br></div><div>- O <strong>2º Campeonato Nacional de Voleibol de praia de Clubes</strong> contou com a adesão de novas equipas, não só da A1, mas também de divisões inferiores, obrigando a uma fase de qualificação sendo vencedor desta segunda edição o SC Espinho.<br><br></div><div>- A evolução do Circuito Nacional de Voleibol de praia foi acompanhada por um aumento da qualidade, dadas as melhorias introduzidas nas etapas realizadas no ano anterior, bem como pelo esforço das novas etapas de Sintra e Penacova.<br><br></div><div><strong>1999<br></strong><br></div><div>- O ano de 1999 ficou marcado por alguns factos significativos, como o início do Apuramento Olímpico para Sidney e a ascensão definitiva de novas duplas ao topo nacional.<br><br></div><div>- <strong>Espinho</strong> voltou a receber os melhores atletas do mundo durante a realização, das <strong>Etapas masculina e feminina do Circuito Mundial de Voleibol de Praia</strong>. O estádio montado na praia da Baia mostrou-se repleto de um público caloroso e entusiasta, um espectáculo que foi difundido, pela TV, para todo o mundo.<br><br></div><div>- No Circuito Mundial deve-se destacar, uma vez mais, o excelente desempenho da dupla <strong>Miguel Maia/ João Brenha </strong>de regresso ao “Top Ten” mundial, graças às excelentes prestações nas várias Etapas, nomeadamente a vitória no Open de Moscovo. Sidney está efectivamente cada vez mais perto, garantindo grande tranquilidade para as Etapas do ano 2000.<br><br></div><div>- <strong>Maria José Schuller e Cristina Pereira</strong> estiveram em bom plano,  alcançando a sua melhor classificação de sempre no Circuito Mundial, com o 7º lugar alcançado em Toronto, que contribuiu para que atingissem uma posição no ranking mundial favorável ao apuramento para Sidney. A sua participação no Campeonato Europeu foi um sucesso, onde o alcançado 4º lugar no ranking europeu é prova disso.<br><br></div><div>- A FPV, considerando o Circuito Europeu, uma oportunidade privilegiada para as duplas adquirirem uma maior experiência internacional, proporcionou a presença de duplas em ascensão como José Teixeira / José Pedrosa em Torneios “Challenger” bem como à dupla feminina Filipa Duarte / Daniela Sol, ainda a darem os primeiros passos.<br><br></div><div>- Em termos nacionais realizou-se o Campeonato Nacional de Voleibol de Praia com a realização, no sector masculino, das etapas da Figueira da Foz, Matosinhos, Espinho, Portimão - Praia da Rocha, Sesimbra e Carcavelos e no sector feminino as etapas de Matosinhos, Espinho e Carcavelos.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>2000<br></strong><br></div><div>Miguel Maia e João Brenha voltaram a surpreender todos os amantes de voleibol e os portugueses em geral ao terminarem os Jogos  Olímpicos de Sidney 2000 num magnífico 4º lugar, ficando arredados das medalhas de forma inglória. Apesar disso, tal como em Atlanta há quatro anos atrás, ultrapassaram grandes nomes do voleibol mundial. <br> <br>Também Maria José Schuller e Cristina Pereira culminaram uma época brilhante ao terminarem estas olimpíadas num magnifico 9º lugar.<br><br></div><div>A Federação Portuguesa de Voleibol apostou na renovação das duplas participantes no Circuito Mundial, com a participação dos jovens José Pedrosa e José Teixeira, com resultados muito promissores, dado que em quase todas as provas em que participaram conseguiram atingir o Quadro Principal, tendo mesmo atingido o 13º lugar em Macau, onde foram 13º, o que os levou a ficarem entre os 50 primeiros do Ranking Mundial. <br><br></div><div>A cidade de Espinho, recebeu uma vez mais uma etapa do Circuito Mundial, Masculino e Feminino. A Praia da Baía foi assim palco de uma semana com espectáculos de altíssimo nível, que voltaram a revestir-se de grande interesse competitivo e mediático, com o estádio sempre repleto (sobretudo nas finais) de um público caloroso e entusiasta, que vibrou com o bom desempenho das várias duplas nacionais e internacionais, num bonito espectáculo difundido pela TV para todo o mundo. <br><br></div><div>O Circuito Nacional de 2000 foi um sucesso já que marcou uma nova etapa no Voleibol de Praia agora com uma organização mais cuidada, e sobretudo com uma imagem mais renovada. Com 8 etapas masculinas e 3 femininas teve uma melhor cobertura televisiva e dos restantes media. <br><br></div><div>Ainda de realçar o numero de árbitros e dirigentes nacionais nomeados para as mais importantes provas internacionais de Voleibol de Praia da CEV e da FIVB, destacando-se Henrique Gomes, Supervisor na Final do Europeu e José Casanova que, entre outras provas, esteve presente nos Jogos Olímpicos de Sidney, numa demonstração do reconhecimento internacional pelo trabalho que tem vindo a realizar. <br><br></div><div> </div><div><strong>2000</strong></div><div>O grande destaque deste ano vai para a dupla José Pedrosa e José Teixeira, que se sagraram Campeões Europeus Sub-23 de Voleibol de Praia, num Campeonato organizado pela Federação Portuguesa de Voleibol, nas praias de Esposende. Numa prova que teve grandes duplas a competir, o que elevou ainda mais a vitória de Pedrosa/Teixeira, destaque ainda para o excelente 5º lugar ocupado por Roberto Reis e Pedro Rosas depois de terem surpreendido no Open de Portugal em Espinho ao quase alcançarem a qualificação para o Quadro Principal.<br><br></div><div>Miguel Maia / João Brenha e Maria José Schuller / Cristina Pereira, tiveram um bom desempenho no Circuito Mundial, onde apesar das mudanças de regras e de várias lesões, conseguiram duas nonas posições, no Campeonato do Mundo (masculinos) e no Open de Espinho (feminino). O ranking final de 18º (masculinos) e 27º (femininos) é muito bom se contarmos com todas as dificuldades por que passaram. No Circuito Europeu, apenas se disputou uma prova senior, a Fase Final do Campeonato Europeu. Os resultados finais das três equipas portuguesas foi muito bom já que Maia / Brenha, alcançaram o quinto lugar, Schuller / Pereira a 7ª posição e a dupla José Teixeira / Pedro Rosas a conquistarem o 17º lugar.<br><br></div><div>O Campeonato Nacional de Voleibol de Praia de 2001, deu um passo importante na sua estabilização e institucionalização. Este Circuito, que se disputou ao longo de três meses, obrigou a um esforço muito grande de todo o pessoal envolvido, no entanto resultou num grande evento, elogiado pela maior parte dos participantes, reconhecendo a evolução que o mesmo tem sofrido, graças ao empenhamento posto na sua organização. <br><br></div><div>O Campeonato Nacional de Voleibol de Praia de Juniores Sub-18, que se disputou nas praias de Sesimbra foi outro grande sucesso. Sete Associações Regionais participaram (um numero recorde) e houve um grande equilíbrio entre as várias duplas participantes das várias Associações do País. O objectivo traçado foi o de fazer atenuar as assimetrias regionais em termos de desenvolvimento desportivo e prestação desportiva, motivado por desiguais oportunidades de competir, óbice de um maior desenvolvimento do nível de jogo. <br><br></div><div>         Miguel Maia e João Brenha continuaram a sua participação no Circuito Mundial, conseguindo três nonos lugares e acabando o ano no 24º lugar no Ranking Mundial. Isso não impediu de continuarem a lutar por um lugar nos Jogos Olímpicos de 2004 em Atenas. <br><br></div><div>O Circuito Mundial de Voleibol de Praia passou pela 7ª vez consecutiva em Espinho, desta vez apenas com a prova masculina. Por cá passaram os melhores valores do Voleibol de Praia, repetindo o êxito mediático alcançado em anos anteriores, com transmissões televisivas continuas durante todo o fim-de-semana em que a prova decorreu. <br><br></div><div>O Circuito Nacional de Voleibol de Praia de 2002, continuou a sua implementação e afirmação, como um dos mais importantes eventos desportivos da época sazonal, desenvolvendo-se ao longo de quase três meses, por todo o litoral costeiro, e mesmo em alguns pontos do interior do País. O apoio dos seus patrocinadores, bem como a transmissão televisiva, das finais de algumas etapas, e da final nacional, constituem o justo prémio para todos quantos se têm empenhado na sua organização e desenvolvimento. <br><br></div><div><strong>2003<br></strong><br></div><div>A melhor dupla portuguesa de Voleibol de Praia, Miguel Maia e João Brenha, certamente que não vai esquecer este ano pois conseguiram dois resultados notáveis no Circuito Mundial de Voleibol de Praia:<br> - Um quarto lugar no Campeonato do Mundo realizado na praia de Copacabana no Rio de Janeiro, Brasil. Todavia, a dupla Portuguesa poderia ter ido mais longe, não fosse uma lesão que atingiu Miguel Maia.<br> - Um quinto lugar alcançado no Grand Slam de Marselha <br><br></div><div>Estas excelentes prestações desta dupla constituiu um volte face da época menos boa que estavam a ter no Circuito Mundial e relançou-os para o grande objectivo que era a qualificação para os Jogos Olímpicos de Atenas 2004.<br><br></div><div>A Cidade de Espinho, tornou a ser um ponto de encontro do Voleibol de Praia a nível internacional, já que aí decorreu mais uma etapa do Circuito Mundial. Este evento foi um sucesso pois além de as bancadas do estádio na Praia da Baía estarem quase sempre cheias, houve transmissões televisivas dos encontros com as várias duplas nacionais e a Final, para Portugal e o resto do Mundo.<br><br></div><div>A nível nacional, o Circuito Nacional de Voleibol de Praia foi um grande sucesso, pois percorreu o País de Norte a Sul, nas várias praias e mesmo no interior. As transmissões televisivas de algumas finais das etapas nacionais, bem como a Fase Final, foram um prémio merecido para os seus patrocinadores e para todos os que se tenham empenhado no seu desenvolvimento e organização.<br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>                                                                                           2004</strong></div><div>Em 2004 a sorte não nos sorriu em Voleibol de Praia. Depois de ter assegurado a qualificação para os Jogos Olímpicos de Atenas, a lesão de João Brenha, numa perna, ocorrida semanas antes dos Jogos Olímpicos (no Open de Portugal em Espinho), não permitiu que a dupla olímpica nacional desenvolvesse um trabalho de acordo com aquele a que estava habituada e chegasse a Atenas nas melhores condições físicas e sobretudo competitivas. Se houvesse tempo para o desenvolvimento de uma preparação sobretudo mais cuidada e planeada, como de resto estava previsto, todos os portugueses estavam convictos que esta dupla conseguia mais do que um honroso e excelente 9º lugar. Por isso, não se pode deixar de felicitar o Miguel Maia e João Brenha, tal como o seu Treinador, Prof. Francisco Fidalgo, pelo empenho e espírito de sacrifício demonstrado, quer na preparação quer na participação dos Jogos Olímpicos de Atenas. <br><br></div><div>Mais uma vez, em 2004, realizou-se em Portugal, numa Praia da Baía repleta de espectadores em Espinho, de 2 a 6 de Junho, o Open de Portugal organizado pela FIVB, onde ficou patente a boa organização e o espírito empreendedor da Federação Portuguesa de Voleibol. As bancadas estiveram de uma forma geral bastante cheias, apesar da lesão de João Brenha, que afastou a dupla portuguesa deste Open. Todavia, mais equipas nacionais participaram neste evento com prestações bastante aceitáveis. Esta prova teve uma cobertura televisiva de cerca de 35 horas. Highlights foram transmitido para 119 países, levando as imagens de Espinho e de Portugal aos 4 cantos do Mundo. Ao nível Europeu, o canal televisivo - Eurosport transmitiu um resumo do Open de Portugal com destaque para as Finais. <br><br></div><div>O verão desportivo tornou a contar com o Circuito Nacional de Voleibol de Praia que teve neste ano um número recorde de etapas masculinas (12) e Femininas (6), abrangendo todo o País de Norte a Sul e do Litoral ao Interior, com várias Finais em directo na TV. Foi um evento muito disputado, cheio de magníficos e grandes espectáculos nas areias portuguesas , para grande satisfação dos inúmeros espectadores que assistiram a um Circuito Nacional bastante intenso e de grande equilíbrio, com duplas consagradas e outras mais recentes a lutarem pelos títulos nacionais. Também o Campeonato Nacional de Juniores, outra vez disputado no magnifico Parque de Jogos do Atlântico da Madalena, em Vila Nova de Gaia, foi um espectáculo muito emotivo e bem disputado. <br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2005</strong></div><div>No Circuito Mundial de Voleibol de Praia, as prestações das duas duplas nacionais foram de certo modo bastante honrosas devido a várias dificuldades que as equipas tiveram. Mesmo assim, no que diz respeito a Miguel Maia / João Brenha, continuam com legitimas aspirações a participar pela 4ª vez consecutiva nuns Jogos Olímpicos desta vez em Pequim 2008. Assim, a dupla olímpica nacional, consegui um sétimo lugar no Open de Atenas e dois 13º lugares em Montreal (Canadá) e no Open de Espinho em Portugal. José Teixeira e Pedro Rosas, obtiveram um 13º lugar em S. Petersburgo (Rússia) e três 17º lugares em Espinho (Portugal), Klagenfurt (Áustria) e Atenas (Grécia). No fundo, estes resultados acabaram por ser bastante bons, já que este foi o primeiro ano em que esta dupla jogou junta. <br><br></div><div>2005 foi o ano em que a Federação Portuguesa de Voleibol tornou a apostar no Open de Portugal (em Espinho), integrado no Switch FIVB Volleyball World Tour, em duplas masculinas e femininas, que de novo trouxeram uma renovada animação à Praia da Baía em Espinho, com um novo estádio quase sempre cheio. Isto veio publicitar o nome de Portugal para todo o Mundo já que a televisão esteve presente, transmitindo vários jogos, como os das duplas nacionais, meias-finais e finais. Além de Maia / Brenha, que conseguiram o 13º lugar e de Pedrosa / Rosas, alcançaram o 17º lugar, há ainda a destacar a excelente prestação de outra dupla nacional, Roberto Reis e Nelson Brízida, que atingiram o 17º lugar final. <br><br></div><div>Segundo a conhecida, IEC in Sports, contratada pela FIVB, para a difusão das notícias e do audio-visual do Voleibol a nível mundial, o Open de Portugal, em Espinho, foi visto por mais de 9 milhões de pessoas. Á sua frente ficara apenas os Opens de França (Paris), 9,5 milhões de audiência e da Noruega (Stavenger) com 12 milhões de espectadores. Na globalidade o Open de Portugal, foi transmitido para 86 países, num universo de 130 milhões de pessoas. Assim este também é um momento de promoção mundial para Portugal. <br><br></div><div>O Circuito Nacional de Voleibol de Praia, com 10 etapas masculinas e 4 femininas, disputadas por todo o País, com finais em directo para todo o país na Televisão, voltou a marcar o verão desportivo, com imagens magnificas e grandes espectáculos nas areias de Portugal, para satisfação dos inúmeros espectadores que assistiram a um circuito intenso e de grande equilíbrio, com duplas consagradas e outras a darem os primeiros passos na alta competição a lutarem pelos títulos nacionais. O Campeonato Nacional de Juniores masculino e feminino, que desta vez foi disputado em Viana do Castelo, foi competitivo e muito bem disputado.<br><br></div><div>Na ilha de Porto Santo, organizado pela Associação de Voleibol da Madeira, de 08 a 10 de Setembro, realizou-se uma prova do Circuito Mundial – Challenger, de Seniores Masculinos.<br> <br> Inserir no Circuito Nacional de Voleibol de Praia – antes do Campeonato Nacional de Juniores... A dupla Pedrosa / Rosas foi considerada a Campeã Nacional deste ano. <br> <br> Ainda neste ano surgiu a criação com sentido inovador dos Centros de Formação e Treino de atletas de Voleibol de Praia.<br> Estes centros foram coordenados pelo professor Francisco Fidalgo e sua equipa técnica, e desde Abril a Setembro, envolveram mais de 100 atletas com menos de 17 anos, de norte a sul do país.<br> <br> O seu culminar foi a participação com a selecção de sub-17 nos IV Jogos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em Luanda, de 12 a 18 de Agosto de 2005. A delegação portuguesa foi constituída por:<br> Dirigente: Henrique Gomes; Árbitro: Manuel Andrade; Treinadora: Ana Rita Gomes; Atletas: Sara Martins, Catarina Gouveia e ariana Silva (suplente); Ricardo Oliveira, Rui Moreira e Vasco Sousa (suplente).<br> <br> Na classificação final, em Masculinos, o Brasil ficou em primeiro e Portugal em segundo. No Feminino, o Brasil foi de novo primeiro, Angola segundo e Portugal terceiro.<br> <br> De referir a presença de José Casanova, como Coordenador da Arbitragem do Circuito Mundial de Voleibol de Praia da FIVB (World Tour of Beach Volley, o mesmo sucedendo a Avelino Azevedo em algumas provas do mesmo circuito).<br> Em relação à participação de árbitros em provas internacionais de CEV e da FIVB, de referir a presença de Manuel Andrade, que por limite de idade se despediu da arbitragem, como anteriormente tinha sucedido a Luís Bettencourt, bem como dos árbitros Vaz de Castro, Cesário Rama e António Moreira.<br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2006</strong></div><div>Neste ano, Portugal organizou de novo os Open do Circuito Mundial de Voleibol de Praia da FIVB – Swatch FIVB Volleyball Worlf Tour.<br> <br> O Opens Wolkswagen de Portugal, em Masculinos, realizou-se em Espinho de 14 a 18 de Junho. No pódio em 1.º a dupla alemã Brink / Dieckmann, no que foi uma certa surpresa, seguida em 2.º de Ricardo / Emanuel do Brasil, e em 3.º Cunha / Franco do mesmo país.<br> As duplas portuguesas Maia / Brenha e Pedrosa / Rosas ficaram respectivamente em 17.º e 13.º .<br> No fim de semana do evento, em que se realizaram os quartos, meias-finais e finais o público lotou o estádio de voleibol com mais de quatro mil pessoas a assistirem.<br> A televisão também esteve presente, com a Sport TV que transmitiu em directo as finais, além de ter passado um resumo alargado da prova para a Eurosport e várias outras cadeias internacionais que acompanham o Circuito Mundial da FIVB.<br> <br> Em Femininos, o Open de Portugal de Porto Santo, com o apoio da Associação de Voleibol da Madeira, realizou-se na famosa praia da ilha, de 13 a 17 de Setembro. Em primeiro no pódio a dupla do Brasil Larissa / Juliana, seguidas em 2.º pelas co-nacionais Renata / Talita e pelas Chinesas Wang / Tian Jia.<br> As duplas portuguesas ficaram em 25.º lugar: Juliana Antunes /Sandra Castro, Ana Rita / Neusa Reis e Maria Fátima Vitor / Suzana Galina.<br> <br> As duas duplas masculinas continuaram a participar no Circutio Mundial, tendo Maia / Brenha no seu horizonte a classificação para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Esta dupla obteve um 9.º lugar no Open de Itália, um 13.º no Open da Croácia, e outras classificações nos Opens de Gstaad, Stavanger, Victoria e Acapulco. José Pedrosa / Pedro Rosas tiveram a melhor classificação no Open de Acapulco (9.º) e no Chalenger de Cagliari (13.º), além de participações no Open de Roseto, de Gstaad, de Stavanger, de Montreal, no Grand Slam de Paris, no Open da Polóniae e de Klagenfurt.<br> <br> As duplas femininas de Juliana Antunes / Sandra Castro e Ana Rita / Neusa Reis, participaram em Gexto, no Open de Espanha, classificando-se respectivamente em 1.º e 5.º lugares.<br> <br> No Campeonato do Mundo de Sub-21 de Voleibol de Praia Masculino, realizado em Myslowice na Polónia, participou a selecção nacional de voleibol de praia, constituid pela dupla Migeul Coelho / Filipe Catarino que se classificou em 9.º lugar. Foram vencedores a dupla do Brasil Bruno / Pedro.<br> A dupla Rui Moreira / Ricardo Oliveira, representou Portugal no Campeonato do Mundo de Sub-18, realizado em Bratislava, na Eslováquia, de 27 a 30 de Julho, obtendo o 9.º lugar na classificação. Os Polacos Kadiola / Szalankiewicz, foram os vencedores.<br> <br> O Circuito Nacional Lumitek de Voleibol de Praia, começou em Junho com 10 etapas Masculinas e 6 femininas, e teve as suas finais em Esposende, de 24 a 27 de Agosto. Na final masculina os vencedores foram: em 1.º Miguel Maia / João Brenha, em 2.º Pedro Rosas / José Pedrosa e em 3.º José Teixeira / Pedro Azenha. Na final feminina as vencedoras foram: Rosa Costa / Ana Freches (1.º), Sandra Castro / Juliana Antunes (2.º) e Margarida Serra / Teresa Serra (3.º).<br> As finais do Circuito Nacional foram transmitidas na sua maior parte pela Sport TV, contando com boas assistências e um público entusiasta.<br> <br> As finais do Campeonato Nacional de Juniores Masculinos e Femininos, realizaram-se na Madalena de 01 a 03 de Setembro. No feminino foram vencedoras as duplas: Ana Lima / Ana Roque (1.º), Daniela Loureiro / Janete Zenha (2.º) e Catarina Gouveia / Tânia Oliveira (3.º). Os vencedores no masculino foram: Luís Godinho / João Franco (1.º), Ricardo Oliveira / Rui Moreira (2.º) e Tiago Violas / Henrique Eichmann.<br> <br> Os 1ºs Jogos da Lusofonia, realizaram-se em Macau (China) de 7 a 15 de Outubro. Em masculinos, Portugal obteve a medalha de prata e bronze. A classificação foi a seguinte: 1. Giuliano Costa/João Maciel (BRA); 2.º Pedro Rosas/José Pedrosa (POR); 3.º Miguel Maia/Rogério Lopes. Em feminino a final foi Brasileira e a medalha de bronze de Portugal. A classificação: 1.º Camilla Saldanha/Liliana Maestrini (BRA); 2.º Ana Richa/Elize Maia (BRA); 3.º Sandra Castro/Juliana Antunes (POR); 4.º Rosa Costa/Ana Freches (POR).<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2007</strong></div><div>Realizaram-se em Espinho, de 14 a 17 de Junho, os Opens de Portugal de Voleibol de Praia, Masculinos e Femininos, integrados no Circuito Mundial da FIVB. Um momento especial, pois assinalou a última vez que o Circuito Mundial passou por Portugal. No seu historial foram 12 anos consecutivos com a presença da elite do Voleibol de Praia Mundial, em Portugal, sendo à data um dos Opens mais antigos do Circuito Mundial.<br> <br> No Open Masculino, o pódio foi todo ocupado pelo Brasil, com as duplas Emanuel / Ricardo (1.º), Franco / Cunha (2.º) e Fábio Luiz / Márcio Araújo (3.º). Em Femininos, o Brasil também esteve em destaque no pódio, com a presença de Larissa / Juliana (1.º), as alemãs Goller / Ludwing (2.º) e as também brasileiras Renata / Talita (3.º).<br> <br> As duplas nacionais masculinas obtiveram o 13.º lugar com Maia / Brenha, e o 25.º com Pedrosa / Rosas e Teixeira / Azenha. As femininas classificaram-se na 25ª posição, com as duplas Sandra Castro / Ana Paulo, Juliana Antunes / Francisca Esteves e Ana Rita /Neusa Reis.<br> <br> A presença do público foi uma constante, tendo lotado o estádio, a partir dos quartos de finais até às finais. A televisão também marcou presença, através da SportTv que transmitiu em directo, as meias finais e finais, além da transmissão em diferido, no Eurosport, num programa dedicado aos Opens do Circuito Mundial de Voleibol de Praia. <br> <br> O Circuito Nacional Lumitek de Voleibol de Praia, teve 10 etapas masculinas e 5 femininas, disputadas do Minho ao Algarve, e normalmente com as suas meias-finais e finais transmitidas pela SportTv. De referir o nível crescente do jogo que mais uma vez levou a que o estádio das diversas etapas se enchesse de adeptos da modalidade. Destaque na competição masculina para s duplas Rosas / Pedrosa, Maia/Brenha, Silva/Silva, Reis/Fontes e Brízida/Dantas juntamente com a dupla de origem brasileira.<br> As finais do Campeonato Nacional realizaram-se em Esposende de 17 a 19 de Agosto, tendo sido o espelho de toda uma época onde imperou o equilíbrio entre as principais duplas, um estádio cheio de público e a transmissão pela televisão. No sector masculino Pedro Rosas/José Pedrosa sagraram-se campeões nacionais, seguidas de Pedro Brazão/Dagoberto Junior e Januário Silva/ Fabrício Silva. No feminino na final Sandra Castro/Ana Paulo alcançaram pela primeira vez o título nacional, seguidas de Juliana Antunes/Francisca Esteves e Daniela Loureiro / Andreia Anselmo.<br> <br> De realçar a participação de várias duplas portuguesas, quer masculinas quer femininas em provas da FIVB (open’s, grand slam’s, satellite e challenger’s). No masculino Rosas/Pedrosa (com 13 participações – um 13.º lugar), Maia / Brenha (com 10 participações – dois 9.ºs lugares). No feminino Antunes/Esteves (com 3 participações FIVB – dois 9.ºs lugares), Costa/Paulo (2 participações FIVB – um 9.º lugar), Gomes/Reis (2 participações – um 25.º lugar) e Gomes/Macedo (1 participação – um 9.º lugar).<br> <br> No âmbito do trabalho do Centro de Treino de Alto Rendimento do Voleibol de Praia, e no apoio aos novos talentos desportivas da modalidade, Portugal participou nos seguintes eventos:<br> <br> - Campeonato da Europa de Sub-20 Femininos, na Holanda de 20 de Agosto a 2 de Setembro, com a dupla: Tânia Oliveira / Filipa Marques;<br> - 2007 Swatch Campeonato do Mundo de Sub-19 Masculinos, Polónia de 12 a 15 de Julho, com a duplaRui Moreira/Ricardo Oliveira;<br> - Campeonato da Europa de Sub-23 Masculinos, no Chipre de 16 a 19 de Agosto, com adupla: Filipe Catarino / Miguel Coelho.<br> <br> Em Arcozelo, de 1 a 2 de Setembro, realizou-se a final do Campeonato Nacional de Juniores Masculinos e Femininos de Voleibol de Praia, as classificações foram as seguintes:<br> <br> - Masculinos: 1.º Rui Moreira / Ricardo Oliveira; 2.º Luís Melo / Rui Alvar; 3.º Luís Puga /Pedro Miranda;<br> - Femininos: 1.º Filipa Teixeira / Joana Rodrigues; Daniela Ramos / Susana Fernandes; 3.º Débora Sousa/ Rosa Couto.<br><br></div><div> | <strong>2008</strong></div><div>No corrente ano o trabalho do Centro de Treino e Alto Rendimento no Voleibol de Praia, coordenado pelo professor Francisco Fidalgo, bem como toda a sua equipa técnica, no apoio aos jovens talentos desportivos da modalidade, foi bastante importante. Assim a realização de vários torneios durante o Verão, nomeadamente, um de Sub17, cinco de Sub-19 e dois de Sub-23, nos dois géneros, onde se mostrou todo o trabalho desenvolvido com os/as jovens jogadores /as.<br> <br> Neste sentido a realização em Portugal, em Espinho, de 25 a 27 de Julho, do Campeonato da Europa de Sub-23 masculinos e femininos de Voleibol, de Praia, da CEV insere-se na estratégia de apoio aos nosso talentos em formação.<br> A final masculina foi disputada entre as duplas da Polónia e Itália, logo seguidas por duas duplas alemãs. A classificação final ficou assim ordenada: 1.º Fijalek / Prudel; 2.º Ingrosso M./ Ingrosso P. e em 3.º Fuchs/Haczamarek. Ns duplas portuguesas participantes, Rui Moreira / João Simões ficaram em 13.º e Filipe Catarino/Miguel Coelho em 19.º.<br> No feminino a final foi disputada entre as duplas Russas, Checas e Polacas, tendo a classificação sido a seguinte: 1.º Bratkova/Ukolova (Rus); 2.º Kolocova/Slukova (CZE) e 3.º Urban/Wiatr (POL). As duplas portuguesas Fabiana silva /Filipa Teixeira e Sofia Lima/Catarina Martins ficam em 19.º<br> A fase final teve honras de transmissão televisiva pela SportTv, além de um público que encheu o estádio e vibrou com o espectáculo proporcionado.<br> <br> Na participação internacional, 2008 era o ano dos Jogos Olímpicos de Pequim, no qual a dupla Maia/Brenha teria ainda a possibilidade de se qualificar, e de se tornar uma das poucas que teria participado em 4 Jogos Olímpicos consecutivos desde Atlanta em 1996. No entanto, uma grave lesão sofrida por João Brenha, num pé, e sua recuperação, dificultou bastante a obtenção desse grande objectivo, o qual infelizmente não se concretizou.<br> <br> No entanto, as duplas nacionais estiveram em grande actividade a nível internacional, nomeadamente as masculinas: Rosas / Pedrosa (com 12 participações FIVB - 5.º lugar), Maia/Brenha (6 participações FIVB – dois 13.º lugares) e Pedrosa/Brízida. As duplas femininas Antunes / Esteves, Monteiro /Lacerda, Gomes /Reis e Gomes/Carvalho, também tiveram participações esporádicas em provas da FIVB.<br> <br> O Circuito Nacional de Voleibol de Praia, com 10 etapas masculinas e 7 femininas disputadas por todo o País, animou o verão desportivo, com as finais a serem transmitidas pela SportTv.<br> Destaque, na competição masculina para as duplas Rosas/Pedrosa, Maia/Brenha, Reis/Silva, Catarino/ Coelho, Paço/Barros, Pedrosa/Brízida, Simões/Moreira e Paço/Silva que repartiram os lugares cimeiros ao longo de todo o Campeonato. De realçar a lesão do atleta Pedro Roas que o impediu de disputar em parceria com José Pedrosa as últimas 4 etapas, afastando assim a dupla da final.<br> No que se refere ao feminino o destaque vai para as duplas Antunes /Estves, Castro/ Paulo, Costa/Freches e Loureiro/Rodrigues que ao longo do campeonato repartiram os lugares do pódio.<br> As finais do Campeonato Nacional de Voleibol de Praia Masculino e Feminino, disputaram-se no Porto (Edifício Transparente) de 22 a 24 de Agosto. A classificação masculina foi a seguinte: 1.º Miguel Maia/João Brenha; 2.º Roberto Reis/Fabrício Silva; 3.º José Pedrosa/Nelson Brízida. No feminino os resultados foram os seguintes: 1.º Juliana Antunes/Francisca Esteves; 2.º Sandra Castro/Ana Paulo e 3.º Rosa Costa/Ana Freches.<br><br></div><div><strong>2009<br></strong><br></div><div>Portugal organizou neste ano, o Campeonato da Europa de Sub-18 de Voleibol de Praia de Masculinos e Femininos, atribuído pela CEV, na consequência de outras organizações similares, realizadas com bastante sucesso pela F.P.V. <br> Este realizou-se em Espinho, na Praia da Baía, de 23 a 26 de Julho, com a participação de bastante público. Assim, os melhores e mais jovens talentos do Voleibol de Praia Europeu, estiveram em acção, representando os seus Países.<br> Na competição masculina, as finais viram subir ao pódio as duplas Polacas, Croatas e Estonianas, assim ordenadas: 1.º Losiak / Kantor (POL); Niksa/Mate (CRO) e Keel/Liivrand (EST). As duplas portuguesas Hugo Lima/Carlos Fernandes e Miguel Rodrigues/Diogo Alves classificaram-se em 19.º . No feminino estiveram em evidência as duplas Alemãs, Russas e Checa, cuja classificação foi a seguinte: 1.º Aulenbrock/Behen (GER); 2.º Dostolova/Kotvona (CZE) e 3.º Ushkova/Sukhareva (RUS). O destaque nacional foi para a dupla Joana Neto/Mariana Alexandre que alcançaram o 13.º lugar que premeia uma dupla jovem e com potencialidades futuras. De seguida a dupla Judite Marques / Ana Magalhães em 17.º .<br> <br> O Circuito Nacional, com 6 etapas masculinas e 5 femininas, realizou-se em alguns locais pioneiros, sempre com grande atração de público e com bons espectáculos desportivos. A televisão esteve presente, transmitindo as finais em directo, como já é usual.<br> Destaque nos masculinos para as duplas Gaspar/Pedrosa, Reis/Silva, Simões/Moreira, Sousa/Rosas, Barros/Sequeira, Peixoto/Brízida, Grizonic/Freitas, Paço/Silva e Coelho/Catarino que disputaram os lugares cimeiros ao longo do Campeonato.<br> Na fase final do Campeonato Nacional, realizada no Porto (Praia do Molhe), de 21 a 23 de Agosto, imperou o equilíbrio, mas a vitória sorriu à dupla Hugo Gaspar / José Pedrosa que na final defrontou e venceu Nelson Brízida/Miguel Coelho, na terceira posição ficaram Roberto Reis/Fabrício Silva.<br> No sector feminino, destacaram-se durante o circuito as duplas Antunes/Esteves, Costa/ Freches, Castro/Costa, Vasconcelos/Lima e Lacerda/Monteiro que disputaram o pódio nas várias etapas. Na fase final, do Campeonato Nacional, realizada em conjunto com o sector masculino, a classificação ficou assim ordenada: 1.º Rosa Costa / Ana Freches; 2.º Juliana Antunes /Francisca Esteves e Tânia Oliveira/ Joana Resende.<br> <br> Realizaram-se em Lisboa, de 11 a 19 de Julho, os 2ºs Jogos da Lusofonia, no sector masculino, Portugal foi o vencedor, através da dupla José Pedrosa / Hugo Gaspar e em 4.º Miguel Maia / João Brenha. A classificação foi a seguinte: 1.º José Pedrosa/Hugo Gaspar (POR); 2.º Thiago Barbosa/Jan Ferreira (BRA); 3.º Rogério Ferreira/Bernardo Romano (BRA); 4.º Miguel Maia/João Brenha (POR). No sector feminino Portugal disputou e perdeu a final com o Brasil. A classificação foi a seguinte: 1.º Lilianae Maestrini/Luana Madeira (BRA); 2.º Rosa Costa / Ana Freches (POR); 3.º Fabiane Boogaredi/Taiana Souza (BRA); 4.º Juliana Antunes/Francisca Esteves (POR).<br> <br> Na participação internacional à que destacar a participação das duplas masculinas no circuito Mundial: Gaspar/Pedrosa (com 4 participações FIVB) e Maia/Rosas (com 9 participações FIVB – 5.º lugar em Kristiansand).<br> No sector feminino participaram as duplas: Lacerda/Monteiro (com 4 participações FIVB) e Gomes/Carvalho (com 2 participações FIVB).<br> <br> O Centro de Treino de Alto Rendimento de Voleibol de Praia, continuou a sua acção como modelo operacional de formação, detecção de talentos e competições para jovens. Aqui treinaram diariamente 3 escalões etários masculinos e 3 femininos, possibilitando a observação e formação de novos atletas e aprofundamento do processo de treino para aqueles que revelaram maior potencial e ou constituem grupos seleccionados para competições específicas. A organização periódica de competições, para além da motivação intrínseca que proporciona aos jovens atletas, permite avaliar o processo, captar novos atletas, e seleccionar representantes para competições internacionais. Destes torneios resultam rankings de pontos, por idade/sexo, que premeiam a regularidade da participação e prestação dos atletas. Assim foram realizados cinco torneios de Sub-16, cinco de Sub-18 e quatro de Sub-20, nos dois géneros.<br> No âmbito do apoio aos jovens talentos, Portugal participou no Campeonato da Europa de Sub-20 de Voleibol de Praia, realizado em Kos, na Grécia de 26 a 29 de Agosto, com a dupla: Luís Puga / Pedro Miranda (19.º). Além do Campeonato Europeu da Juventude em Voleibol de Praia, realizado em Alanya, na Turquia de 18 a 23 de Agosto, com a dupla: José Monteiro/Filipe Pinto (25.º).<br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2010</strong></div><div>O Campeonato do Mundo de Sub-19, de Voleibol de Praia, Masculinos e Femininos da FIVB, decorreu no Porto (Edifício Transparente), de 28 de Julho a 1 de Agosto. A sua organização foi um grande espectáculo desportivo e mediático, fazendo acorrer a Portugal os melhores atletas deste escalão, de todo o Mundo e os olhares dos média nacionais e internacionais. Pelo numero de Países participantes foi o mais frequentado de sempre. <br> <br> As meias-finais e finais, tiveram honras de transmissão televisiva (SportTV), tendo os adeptos comparecido em grande número, atendendo à excelente qualidade de jogo da grande maioria das duplas participantes. Na competição masculina destaque para a final Polónia – Rússia, com a vitória da primeira tendo a classificação sido ordenada do seguinte modo: 1.º Kantor / Losiak (POL); 2.º Kucherenko / Anufriev (RUS) e em 3.º Schümann / Stork (GER). As duplas portuguesas Fernando Silva /Sebastião Alves, João Lemos / Simão Teixeira e Hugo Lima/ Óscar Barbosa viriam a conquistar os 17.º e 19.º lugares respectivamente.<br> Na competição feminina, destaque para a vitória da equipa dos Estados Unidos da América, sobre a Rússia na final. O pódio foi ocupado pelas seguintes duplas: 1.º Ross / Croson (USA); 2.º Ushkova /Karapishenko (RUS) e 3.º Clancy / Hynes (AUS). As duplas portuguesas Judite Marques /Ana Magalhães, Mariana Alexandre / Joana Neto e Maria Hurst / Maria Caseira conquistaram o 19.º lugar.<br> <br> O Campeonato da Europa de Sub-18, de Voleibol de Praia, Masculinos e Femininos da CEV, realizou-se no Porto (Edifício Transparente), de 4 a 8 de Agosto e foi, a nível competitivo a grande surpresa do ano, com a brilhante conquista por parte da dupla portuguesa Joana/Mariana do 2.º lugar no pódio feminino. A outra dupla portuguesa Eduarda Duarte/Ana Rita terminou a sua participação em 19.º. A classificação final ficou assim ordenada: 1.º Sorokina/Dabizha (RUS); 2.º Joana Neto / Mariana Alexandre (POR); 3.º Behlen / Krebs (GER). No sector masculina a competição foi bastante renhida com uma final Polónia/Rússia, tendo acabado com a seguinte classificação: 1.º Kirienko/Andianov (RUS); 2.º Pelka/Kosiak (POL); 3.º Korovka/Zhirkov (RUS). As duplas portuguesas ficaram em 13.º Miguel Rodrigues/Gonçalo Matos e 19.º João Lemos/Bruno Monteiro.<br> De destacar a presença de uma elevada assistência nas bancadas, que chegou mesmo a lotar a capacidade das bancadas nas finais realizadas. O evento teve também honras de transmissão televisiva das meias-finais e finais.<br> <br> Este ano foi também introduzido pela FIVB, uma qualificação continental para o Torneio de Voleibol de Praia dos Jogos Olímpicos - CEV Beach Volleyball Continental Cup e a FIVB Beach Volleyball World Cup. Estas provas decorrerão durante três anos, de 2010 a 2012, e serão uma rota adicional através da qual cada Federação Nacional poderá qualificar as suas equipas de Voleibol de Praia para os Jogos Olímpicos de 2012.<br> Este ambicioso projecto procura ser uma catalizador no desenvolvimento do Voleibol de Praia a nível global, e constitui uma parte de um conjunto de iniciativas da FIVB para dar às Confederações e Federações Nacionais uma maior oportunidade para se envolverem mais no desenvolvimento do Voleibol de Praia e do Voleibol em geral.<br> Portugal participou na fase sub zonal de qualificação da Continental Cup, de masculinos e femininos, em Ljubljana, na Eslovénia, de 4 a 8 de Setembro, juntamente com a s equipas da Noruega, da Alemanha e da Eslovénia. As duplas Rui Moreira/Ricardo Alvar e José Pedrosa/João Simões (3.ºs), qualificaram-se para a fase zonal a realizar em 2011. As duplas femininas Juliana Antunes/Ana Freches e Joana Resende/Tânia Oliveira, as quais ficaram em 4.º, não se qualificando para a fase seguinte.<br> <br> Portugal participou também no Campeonato da Europa de Sub-23, de Voleibol de Praia realizado em Kos (Grécia), em Masculinos, de 25 a 28 de Agosto, com a dupla Rui Moreira/Ricardo Alvar que se classificaram em 9.ºs.<br> <br> Em Maputo (Moçambique), disputaram-se os VII Jogos da CPLP, de 29 de Julho a 7 de Agosto, na qual Portugal participou e venceu em Voleibol de Praia, com as duplas masculina Diogo Maia/Luís Gomes e feminina Inês Pereira/Vanessa Paquete, sendo treinador e dirigente, respectivamente Sérgio Soares e Carlos Prata.<br> <br> De realçar a participação de várias duplas portuguesas, quer masculinas quer femininas em provas FIVB (open’s, challenger’s e Grand Slam’s) e provas CEV. A destacar: Gaspar/Pedros com 8 participações FIVB, Maia/Rosas com 9 participações FIVB, bem como Sousa/Hall e Simões/Brizida com uma participação. No feminino, a referir a dupla Antunes/Freches com 4 participações FIVB.<br> <br> O Circuito Nacional de Voleibol de Praia contou com 4 etapas masculinas e 3 femininas, tendo as meias-finais e finais sido transmitidas em directo na televisão.<br> Destaque na competição masculina para a dupla Roberto Reis/Fabrício Silva que se sagrou na final pela primeira vez Campeã Nacional. No sector feminino destaque para a dupla Juliana Antunes / Ana Freches que dominaram o Campeonato Nacional.<br> Na final realizada em Macedo de Cavaleiros (Azibo) de 13 a 15 de Agosto, a classificação foi a seguinte:<br> Masculinos – 1.º Roberto Reis/Fabrício Silva; 2.º José Pedrosa/Hugo Gaspar; 3.º Rui Moreira/Fabrício Barros;<br> Femininos – 1.º Juliana Antunes/Ana Freches; 2.º Rosa Couto/Tânia Oliveira; 3.º Rosa Costa/Joana Vasconcelos.<br> <br> O Centro de Treino de Alto Rendimento no Voleibol de Praia, continuou o seu trabalho de apoio e desenvolvimento da modalidade e dos seus jovens talentos, organizando no Canidelo, Espinho e Porto, um conjunto de 23 torneios dirigidos a aos vários escalões de Sub-15, Sub-17 e Sub-19, em masculinos e femininos.<br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2011</strong></div><div>Portugal organizou o Campeonato da Europa de Sub-23, de Voleibol de Praia, Masculinos e Femininos da CEV, que realizou-se no Porto (Edifício Transparente), de 4 a 7 de Agosto e foi, a nível competitivo bastante equilibrado, com a participação de excelentes duplas.<br> No fim de semana, das meias-finais e finais, o público lotou o estádio apoiando os seus favoritos. A televisão transmitiu em directo as meias-finais e finais.<br> No sector masculino a final disputou-se entre a Polónia e Alemanha, tendo a classificação final sido a seguinte: 1.º Flüggen/ Köhler (GER(; 2.ºKadziola/Szalankiewicz (POL); 3.º Kostyukhin/Bykanov (RUS). Asduplas portuguesas ficaram em 9.º Rui Moreira/Ricardo Alvar e 13.º Luís Puga/Fernando Silva. No sector feminino a dupla holandesa foi a vencedora, na final com a Polónia, com alguma surpresa. A classificação ficou assim ordenada: 1.º Braakmann/Stiekma (HOL); 2. º Kolosinska/Brzostek (POL); 3.º Laboureur/Walkenhorst (GER). As duplas portuguesas Tânia Oliveira / Joana Resende e Marta Hurst / Rosa Couto ficaram em 17.º e 19.º respectivamente.<br> <br> Em Umag, na Croácia, realizou-se de 22 a 26 de Junho, o Youth World Championship (Sub 18), em que participou a dupla portuguesa Marina Alexandre/Joana Neto que se classificou em 19.º.<br> <br> No Campeonato da Europa de Sub-18, realizado em Vilnius, na Lituânia, de 11 a 14 de Agosto, participou a dupla Diogo Ferreira/José Soares que se classificou me 19.º. <br> <br> Na fase zonal da Continental Cup, realizada em Copenhaga, Dinamarca, de 9 a 11 de Setembro, participaram as equipas da Holanda, Dinamarca, Itália, Turquia e Roménia. Portugal classificou-se em 5.º lugar, qualificando-se para as semifinais a realizar em 2012. As duplas portuguesas foram: José Pedrosa/Rui Moreira e Filipe Pinto/Luís Puga.<br> <br> A dupla Miguel Maia/Pedro Rosas, teve 4 participações em provas da FIVB (Grand Slam’s Gstaad, Moscow, Stare Jablonki e Klagenfurt); no feminino Juliana Antunes/Ana Freches participaram no Open de The Hague, na Holanda.<br> <br> O Circuito Nacional de Voleibol de Praia teve 5 etapas masculinas e 4 femininas, tendo as meias-finais e finais sido transmitidas em directo na televisão.<br> Na competição masculina a dupla Roberto Reis/Fabrício Silva foi dominante e sagrou-se na final Campeã Nacional pela segunda vez. No sector feminino destaque para a dupla Juliana Antunes / Ana Freches que dominaram durante o Campeonato Nacional.<br> <br> Na final realizada em Macedo de Cavaleiros (Azibo) de 12 a 14 de Agosto, a classificação foi a seguinte:<br> Masculinos – 1.º Roberto Reis/Fabrício Silva; 2.º Januário Silva/Fabrício Barros; 3.º Nelson Brízida/ José Pedrosa;<br> Femininos – 1.º Juliana Antunes/Ana Freches; 2.º Joana Resende/Tânia Oliveira; 3.º Raquel Lacerda/Joana Vasconcelos.<br> <br> O Centro de Treino de Alto Rendimento do Voleibol de Praia, continuou a sua actividade de apoio e desenvolvimento dos jovens talentos do Voleibol de Praia. Centrado sobretudo em Canidelo, aqui se realizaram os treinos diários, bem como a maior parte dos torneios de competição dos diversos escalões masculinos e femininos.<br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2012</strong></div><div>Roberto Reis/Fabrício Silva e Raquel Lacerda/Joana Vasconcelos sagraram-se campeões nacionais de Voleibol de Praia ao vencerem as respectivas finais nos <strong>Campeonatos Nacionais de Duplas</strong>, disputados, pela terceira vez consecutiva, na Praia da Ribeira, no Azibo, em Macedo de Cavaleiros, no mês de Agosto.<br> <br> Roberto e Kibinho revalidaram o título alcançado no ano anterior ao derrotarem, por 2-0 (21-18 e 21-19), Fabrício Barros/Januário Silva, dupla que ostentava já o título de vice-campeã nacional. Em terceiro lugar ficou a dupla José Pedrosa/João Simões, que superou Pedro Rosas/Rui Moreira por 2-1 (21-13, 22-24 e 15-13).<br> <br> Em femininos, e após terem eliminado, nas meias-finais, as campeãs de 2011, Juliana Antunes e Ana Freches, Raquel Lacerda e Joana Vasconcelos derrotaram, na final, as vice-campeãs do ano transacto, Joana Resende/Tânia Oliveira, por 2-0: 21-18 e 21-19, e sagraram-se pela primeira vez campeãs nacionais.<br> <br> Tendo igualmente por pano de fundo a deslumbrante paisagem do Azibo, as duplas Rita Novo/Catarina Alves e Tomás Rocha/Bernardo Silva, em Sub-17, e Daniela Silva/Ana Gomes e Pedro Ribeiro/Jorge Graça, em Sub-19, sagraram-se campeãs nacionais de Voleibol de Praia nas respectivas categorias Sub. <br> <br> A AA Espinho sagrou-se campeã nacional de clubes de Voleibol de Praia ao vencer o GC Vilacondense por 2-0, na Final, disputada em Vila Nova de Milfontes, distrito de Beja. Em terceiro lugar ficou o CV Oeiras, que derrotou (2-1) o Famalicense AC, enquanto o SC Caldas se posicionou no 5.º lugar<br> <br> No panorama internacional, a Selecção Nacional – formada por José Pedrosa/João Simões e Pedro Rosas/Rui Moreira – viu esfumar-se o sonho de estar presente nos Jogos Olímpicos de Londres ao perder, no total de quatro jogos (1-3), com a forte representação russa, na Meia-Final da <strong>Taça Continental</strong>, que decorreu em Maio na cidade suíça de Zug.<br> <br> Dois meses volvidos, Pedro Rosas e Rui Moreira classificaram-se em 7.º lugar no Satélite da CEV disputado em Umag, na Croácia.<br> <br> Por sua vez, as Selecções Nacionais que participaram nos VIII Jogos da CPLP, na Foz do Lizandro, na região de Mafra, alcançaram as medalhas de ouro (Diogo Maia/António Nazário) e de prata (Inês Pereira/Valéria Rodrigues), após disputarem as finais com as suas congéneres brasileiras. <br> <br> Igualmente em Julho, a dupla lusitana Luís Puga/Ricardo Alvar Silva posicionou-se no 19.º lugar da classificação geral do Campeonato da Europa de Sub-23, organizado pela Holanda em Assen.<br> Em Agosto, Diogo Maia e José Soares classificaram-se em 19.º lugar no Europeu de Sub-20, que decorreu na cidade austríaca de Hartberg, e Roberto Reis e Fabrício Silva subiram ao pódio no torneio satélite de Vaduz, no Liechtenstein.<br> <br> Em Setembro, Joana Resende e Tânia Oliveira, vice-campeãs nacionais, e Januário Silva/Sebastião Alves classificaram-se em 9.º lugar no 6.º Campeonato do Mundo Universitário de Voleibol de Praia, disputado na cidade brasileira de Maceió.<br>  <br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2013</strong></div><div>O Verão voltou a ser palco de competições nacionais e internacionais de Voleibol de Praia.<br> Januário Alvar/Fabrício Barros e Juliana Antunes Rosas/Ana Freches sagraram-se campeões nacionais, após vencerem as finais dos Campeonatos Nacionais de Duplas, disputadas, pela quarta vez consecutiva, na Albufeira do Azibo, em Macedo de Cavaleiros. <br> <br> Vice-campeões em 2011 e 2012, Alvar/Barros alcançaram o ouro ao derrotarem, na Final, Pedro Rosas/João Simões por 2-0 (21-17 e 32-30). Em femininos, Joana Vasconcelos e Raquel Lacerda defenderam (0-2: 19-21 e 20-22) o ceptro conquistado no ano transacto, mas não conseguiram impedir que Juliana Antunes Rosas e Ana Freches juntassem o título de campeãs nacionais de 2013 aos já alcançados em 2011, 2010, 2009 [Freches], 2008 [Juliana] e 2006 [Freches].<br> <br> Nos mais jovens, a 7.ª e última etapa dos Campeonatos Nacionais de Subs também se realizou no Azibo. As duplas Matilde Saraiva/Catarina Anjos e Francisco Pombeiro/José Jardim (Sub-18) e Margarida Reis/Maria Tinoco e Luís Gomes/David Marques (Sub-20) alcançaram os títulos de campeãs nacionais na categoria de Subs devido à melhor classificação obtida no cômputo das etapas realizadas em 2013.<br> <br> Por seu turno, as equipas do Esmoriz GC e do GDC Gueifães passaram a ostentar o título de campeãs nacionais de clubes, ao vencerem, respectivamente, as finais de masculinos e de femininos dos II Campeonatos Nacionais de Clubes disputadas em Matosinhos (Etapa Vagas Bar), no mês de Junho. O Esmoriz GC derrotou, na final, o GC Vilacondense por 2-0 (21-18 e 21-13). O GDC Gueifães superou (2-0: 21-14 e 23-21) a equipa de femininos do Leixões SC.<br> <br> A nível internacional, Juliana Antunes Rosas e Tânia Oliveira venceram o Campeonato Europeu Universitário de Voleibol de Praia, que se realizou nas praias adjacentes ao Edifício Transparente, na cidade do Porto. Januário Alvar e Fabrício Barros, 5.ºs classificados, formaram a melhor dupla portuguesa de masculinos.<br> <br> A dupla brasileira Eduarda Lisboa/Tainá Bigi e os alemães Moritz Reichert e Clemens Wickle sagraram-se campeões mundiais de Sub-19 ao vencerem as finais de femininos e de masculinos do Campeonato do Mundo da categoria, disputado na praia do Edifício Transparente, no Porto.<br> As duplas portuguesas Tomás Silva/Diogo Maia e Bernardo Martins/Francisco Pombeiro classificaram-se no 9.º lugar final. Vanessa Paquete/Gabriela Coelho, Inês Pereira/Maria Tinoco e Jorge Graça/Artur Resende ocuparam o 17.º lugar.<br> <br> Na cidade austríaca de Baden, as duplas portuguesas Dinis Leão/Artur Resende e Francisca Silva/Valéria Rodrigues classificaram-se no terceiro lugar na Poule D da Taça Continental da Juventude, fase de qualificação para os Jogos Olímpicos da Juventude 2014, que reuniu alguns dos mais promissores atletas de Voleibol de Praia.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> | <strong>2014</strong></div><div>Rosa Couto / Marta Hurst e Roberto Reis / Fabrício Kibinho Silva sagraram-se campeões nacionais, respectivamente em femininos e masculinos, após vencerem, as finais dos Campeonatos Nacionais de Duplas - Voleibol de Praia, disputadas, pela quinta vez consecutiva, na Praia da Ribeira, na Albufeira do Azibo, em Macedo de Cavaleiros, uma das 7 maravilhas de Portugal.<br> <br> Juliana Antunes Rosas e Ana Freches defenderam bem (1-2: 21-16, 17-21 e 13-15) o ceptro conquistado no ano transacto, mas não conseguiram impedir o primeiro título de Rosa Couto / Marta Hurst, dupla 5.ª classificada no 7.º Campeonato do Mundo Universitário 2014, em Voleibol de Praia, disputado em Julho, no Porto e em Matosinhos.<br> Fabiola Gomes e Tânia Oliveira subiram ao último degrau do pódio após Daniela Loureiro e Brígida Ferreira terem desistido, devido a lesão, no jogo de atribuição dos 3.º e 4.º lugares.<br> <br> Campeões em 2010, 2011 e 2012, Roberto e Kibinho recuperaram o ouro ao superarem, na Final, João Simões / Rui Moreira por 2-1 (21-16, 16-21 e 15-10).<br> No jogo de atribuição dos 3.º e 4.º lugares, Januário Silva e Sebastião Leão superiorizaram-se (2-1: 18-21, 21-17 e 15-10) a Ricardo Alvar / Bruno Sousa. <br> <br> As Finais dos Campeonatos de Gira-Praia, realizadas em Macedo de Cavaleiros, culminaram em cheio a época de estreia deste novo projecto da FPV que visa o desenvolvimento do Voleibol de Praia, disputado por centenas de jovens. Venceram os respectivos escalões: João Manuel Alves / Ricardo Cardoso (Sub-18 masculinos), Sara Lourenço / Rafaela Costa (Sub-18 femininos), José Jardim / Francisco Pombeiro (Sub-20 masculinos) e Margarida Vasques / Gabriela Coelho (Sub-20 femininos). Na categoria de Sub-16, os primeiros do Ranking foram António Moreira e João Pedro Matos (masculinos) e Ana Rita Baptista e Mariana Costa (femininos).<br> <br> A <strong>nível internacional</strong>, os representantes lusitanos participaram em importantes competições, por ordem cronológica:<br> <br> <strong>6 a 8 de Junho</strong> – Fase Europeia de Qualificação para o I Campeonato do Mundo de Sub-17, em Voleibol de Praia, em Matosinhos. As duplas João Jardim / João Almeida e João Alves / Simão Pedrosa (masculinos) e Beatriz Lacerda / Margarida Vasques (femininos) conseguiram o apuramento directo para a fase final do Mundial. <br> <br><a href="http://www.cev.lu/BeachVolley-Area/BeachVolley_2BOX.aspx?ID=704&amp;mID=674&amp;sID=&amp;pID=0&amp;chID=0"><strong>28 e 29 de Junho – Taça Continental</strong></a> – Seniores, em Voleibol de Praia, em Matosinhos. As selecções de Portugal apuraram-se directamente para a 3.ª Ronda: em femininos, Juliana Rosas / Ana Freches e Raquel Lacerda / Tânia Oliveira; em masculinos Rui Moreira / João Simões e Roberto Reis / Fabrício Silva.<br> Esta edição da Taça Continental é disputada por 194 países e prolonga-se por três anos – de 2014 a 2016 –, funcionando como uma fase paralela de qualificação olímpica para o Rio 2016, abrindo novas esperanças de participação no maior espectáculo do mundo a países que de outra forma não teriam grandes hipóteses, principalmente as que não possuem duplas do topo do ranking internacional.<br> <br> <strong>25 a 27 de Julho</strong> – Mundial Universitário, em Voleibol de Praia, no Porto / Matosinhos [colaboração com as entidades académicas organizadoras]. A dupla Rosa Couto / Marta Hurst terminou a competição na 5.ª posição.<br> <br> <strong>29 de Julho a 3 de Agosto – Campeonato do Mundo de Sub-19</strong>, em Voleibol de Praia. As duplas brasileiras Eduarda Lisboa / Andressa Ramalho e George Wanderley / Arthur sagraram-se campeãs mundiais ao vencerem, respectivamente, as finais de femininos e de masculinos disputadas nas praias do Edifício Transparente (Porto / Matosinhos).<br> Quanto às duplas portuguesas, apenas Artur Resende e Dinis Alves ultrapassaram a última ronda da fase de grupos, tendo conseguido atingir o 17.º lugar. O 5.º lugar na fase de grupos valeu a Bernardo Silva e Bernardo Leite o 25.º lugar final, a mesma posição ocupada por Francisco Pombeiro / José Jardim, Gabriela Coelho / Mariana Maia e Ana Martins / Margarida Vasques. Matilde Saraiva / Catarina Anjos, Tomás Rocha / Bruno Santiago e Bárbara Freitas / Francisca Silva, que disputaram a Fase de Qualificação, classificaram-se, respectivamente, em 37.º, 39.º e 47.º lugar.<br> <br> <strong>22 a 24 de Agosto – I Torneio de Sub-21 da WEVZA</strong>em Voleibol de Praia, organizado pela Federação Portuguesa de Voleibol, sob a égide da WEVZA, em Macedo de Cavaleiros.<br> Portugal conquistou duas medalhas de prata com Diogo Maia / Tomás Silva e Vanessa Paquete / Daniela Silva. O primeiro título de campeões do torneio pertenceu às duplas Aida Etxebarria / Nerea Izagirre, de Espanha, e Jasper Bouter / Jannes Van der Ham, da Holanda.<br> <br> Os atletas portugueses participaram ainda nas seguintes competições internacionais:<br> <br> <strong>1 de Junho – Taça Continental</strong> – Jovens (CEV Youth Beach Volleyball Continental Cup), em Voleibol de Praia, em Baden (Áustria). Artur Resende / Dinis Alves e Francisca Silva / Valéria Rodrigues foram as duplas que representaram Portugal. <br> <br> <strong>11 a 13 de Julho – </strong><a href="http://wevza.com/results"><strong>I Torneio de Sub-19 da WEVZA</strong></a>, em Voleibol de Praia, em Haia, na Holanda. A Selecção Nacional de Sub-19 foi formada por Gabriela Coelho / Ana Martins e Bárbara Freitas / Matilde Saraiva (femininos) e Artur Resende / Bernardo Leite e Dinis Alves / Bernardo Silva (masculinos).<br> <br> <strong>16 a 20 de Julho – I Campeonato do Mundo de Sub-17</strong>, em Voleibol de Praia, no México. As duplas portuguesas Beatriz Lacerda / Margarida Vasquez, João Alves / Simão Pedrosa e João Jardim / João Almeida classificaram-se todas no 17.º lugar, tendo somado 112 pontos no Ranking da FIVB.<br> <br> <br> <strong>23 de Julho a 2 de Agosto</strong> – As duplas portuguesas de Sub-17 Ricardo Cardoso / Tomás Sousa e Beatriz Pinheiro / Inês Castro conquistaram a medalha de prata nos torneios de Voleibol de Praia dos <a href="http://angolajogoscplp2014.com/">IX Jogos Desportivos CPLP</a> – Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa, que decorreram em Angola. Portugal organizou por duas vezes os Jogos CPLP: a primeira edição, realizada em 1992, teve por cenário Lisboa, enquanto a 8.ª edição foi acolhida por Mafra em 2012.<br> <br> <strong>21 a 24 de Agosto</strong> – Gabriela Coelho e Margarida Vasques somaram 32 pontos no Raking da CEV, fruto do 17.º lugar alcançado no Campeonato da Europa de Sub-18, disputado em Kristiansand, na Noruega.<br> <br> <strong>4 a 7 de Setembro – Europeu de Sub-20</strong>, em Voleibol de Praia, em Cesenatico (Itália). Orientados por Ricardo Rocha, a dupla Diogo Maia / Tomás Silva somou 48 pontos no Ranking da CEV ao rubricar o 8.º lugar no Campeonato da Europa de Sub-20, em Voleibol de Praia, disputado em Cesenatico (Itália).<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 21:22:47 UTC</pubDate>
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         <title>Benefícios da Educação Fìsica a nível psicológico</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong><br>1. MELHORA A AUTOESTIMA<br></strong><br></div><div>O mais óbvio dos benefícios - afinal, a imagem que temos de nós próprios é muito importante para que haja estabilidade emocional e uma autoestima equilibrada, e uma das maneiras de termos (ou de, pelo menos, tentarmos ter) um corpo "ideal" para os nossos padrões é o exercício físico.<br><strong><br>2.REDUZ O STRESS<br></strong><br></div><div>Durante a prática de exercício físico, a nossa atenção (ou a maioria dela) é desviada para o controlo dos movimentos, fazendo com que, no nosso cérebro, o que nos causa ansiedade seja colocado em 2º plano, acabando muitas vezes por, caso fosse algo momentâneo, desaparecer. <br><strong><br>3. Protege o sistema cognitivo<br></strong><br></div><div>A prática de exercício físico aumenta a nossa frequência cardíaca, fazendo com que o sangue seja bombeado mais vezes por minutos (considerando a unidade BPM) e, consequentemente, haja a mais rápida e eficaz oxigenação de todas as partes do corpo.<br>Sem exceção, há o cérebro.<br>Quando há o estímulo de oxigenação do cérebro, as nossas neurotransmissões são favorecidas, estimulando-se, por exemplo, a memória<br><strong><br>4. REFORÇA O SISTEMA IMUNITÁRIO<br></strong><br></div><div>Sim, por estranho que possa parecer, os défices no sistema imunitário podem ser explicados por problemas psicológicos.<br>Doenças como constipações, dores de cabeça e até problemas intestinais podem ser causados por outras doenças como depressões, por exemplo.<br><br>A prática desportiva promove a produção das chamadas <em>"hormonas da felicidade" </em>(serotonina, endorfina e dopamina), que reforçam o sistema imunitário, evitando algumas doenças como as referidas.<br><strong><br>5. BOA DISPOSIÇÃO<br></strong><br></div><div>Tal como anteriormente referido, há o estímulo na produção das <em>"hormonas da felicidade"</em>, responsáveis, em grande parte, pelos nossos sentimentos e emoções (e também pelo controlo destes).<br><br>Estas hormonas são responsáveis por garantir a nossa boa disposição e o nosso bem-estar geral, diminuindo, por vezes, o cansaço e a falta de motivação relativas às nossas tarefas rotineiras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 21:29:46 UTC</pubDate>
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         <title>Benefícios da educação física a nível físico</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>1. POSTURA<br></strong><br></div><div>Praticar desporto favorece o desenvolvimento muscular, o que leva a correções posturais que podem ser determinantes para um futuro sem dorsalgia (dores nas costas).<br><strong><br>2. PREVINE DOENÇAS ÓSSEAS<br></strong><br></div><div>Doenças ósseas como a osteoporose (causada pela diminuição da densidade óssea, normalmente com o passar da idade e mais comum em mulheres) podem ser inibidas ou previnidas com a prática de exercício físico.<br><strong><br>3. DORES MUSCULARES<br></strong><br></div><div>O desporto pode ajudar a combater dores musculares, como a nível lombar ou nos joelhos, por exemplo, uma vez que durante o desporto temos a contração e a extensão (geralmente) coordenadas dos músculos, aliviando dores musculares deste modo.<br>Deste facto, deriva a teoria de que fazer um treino "elimina" as dores do treino anterior.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-15 21:35:36 UTC</pubDate>
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         <title>Dança Merengue</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <title>Moutain Climber</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <title>Explicação  audio do exercicio moutain climber</title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <title></title>
         <author>diogocortezcastro</author>
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         <title>Dança Portugues_ Corridinho</title>
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         <author>diogocortezcastro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dança  afrobeat</div>]]></description>
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         <author>diogocortezcastro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gesto técnico voleibol: passe por cima</div>]]></description>
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