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      <title>Diário Módulo III by Queila Hosana</title>
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      <description>Teoria da Tradução</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-17 22:18:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-10-17 22:23:58 UTC</pubDate>
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         <title>A difícil tarefa do tradutor</title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A questão fundamental tratada é a respeito das formas de se dizer o que está sendo tratado em determinado texto conservando sua origem dizendo quase o mesmo que ali foi expresso considerando que não há a mesma forma de entendimento para todos e seja necessário fazer uma adequação linguística ou de contexto a partir de um processo negociativo entre o texto e o tradutor. A base de questionamento tradutório se fundamenta a partir da concepção de uma tradução única onde o leitor espera receber uma transcrição do texto de determinado autor para entendê-lo como tradução e não uma releitura adequada de forma contextual e linguística da mesma! Porém a releitura vem como uma forma de acesso à outros grupos de pessoas que não conhecem sua base conservada de leitura / não tenham conhecimento linguístico para compreender de fato às obras, ou os dois, e necessite desse novo original para receber esse texto que anteriormente não tinha acesso. <br>A língua de chegada da tradução também se importa em compreender e desenvolver a mesma linha reprodutora da narrativa tanto em expressividade linguística da nacionalidade demarcada quanto os traços culturais da mesma.<br>O grande prestígio literário é propiciado sobretudo pela "beleza linguística", o marco da ludicidade e da estética, porém, a tradução também ocupa o local de reprodução do real em suas reconstruções pela abrangência de linguagem utilizada que vai além da base culta gramatical para uma linguagem que gere comunicação unindo forma e conteúdo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:24:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-10-17 22:28:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pensar a multiplicidade dos saberes geridos a partir do silêncio de muitos também se põe a pensar o local de fala que cada indivíduo possui na sociedade pensando e repensando o saber a partir do ouvir. Ouvir o que todo mundo fala, cala, diz em entrelinhas, metáforas, meias palavras, de todo o outro pra ocultar o que falta ou calando denunciando o silenciamento pouco visto.<br>A dada perspectiva aqui posta fala sobre o silenciamento de mulheres que perderam seus locais de fala pela perspectiva social que estão inseridas, é quase como admitir um lugar que cala, e neste lugar que cala encontrar alguém que as analisa justamente pelo silêncio, silêncio esse que tem por base o sofrimento e a desigualdade. O feminismo plural nasce da necessidade coletiva, de mulheres, de ascensão coletiva para chegar em espaços na sociedade que não estariam em outras circunstâncias devido ào local social que estão inseridas. A pluralidade de um feminismo que se inicia singular, das pequenas causas, das falar não ouvidas mas transmitidas através de um outro que se põe num local mais audível por não ser agora uma questão de gênero mas étnica. A pluralidade do feminismo aqui exposta, se baseia no conhecer e ser afetivamente solidário ao ouvir e através do ouvir pluralisar o que é singular. Uma dimensão coletiva!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:34:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:43:44 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o tradutor..</title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Mito =<br>    Faz uma cópia do texto mudando apenas a língua de origem<br><br>Verdade = <br>     Não vê o ponto de vista de sua cultura<br>     Não submerge em nenhuma cultura e mantém a originalidade do texto</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:46:45 UTC</pubDate>
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         <title>Traduzir </title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Ato de resposta, responsabilidade, arbitragem honesta e negociação entre culturas para chegar a um acordo;<br><br>• É uma experiência de leitura que concede uma visão do discurso em forma, conteúdo e material para gerar uma unidade;<br><br>• Se fundamenta na ideia de transcriar; <br><br>• É uma atividade específica de leitura-escrita que mobiliza todo o contexto pessoal, social, histórico, cognitivo, intelectual, etc num vórtice de responsabilidade pública e prazer privado;<br><br>• É também escrever, e escrever numa posição carregada de coerções discursivas, sociais, históricas que os autores não conhecem - ainda que conheçam, de sua posição, outras tantas;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tradutor</title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Estabelece pontos de destaque para pontes entre culturas e arquiteta modos de estruturar o mundo por meio da linguagem viva, que se dirige a alguém;<br><br>• Marca suas atividades como um ato dilematico para evitar a imposição de uma cultura e manter o estilo e ênfase do conjunto;<br><br>•  tradutor é um profissional cujo ofício envolve respeitar a situação enunciativa original e a situação enunciativa algo e perceber suas convergências e divergências, um profissional que, sem alterar o sentido original tem a função de criar sentidos "assemelhados"; <br><br>• É um generalista, um pesquisador de tudo, um eterno curioso por força de sua atividade, um profissional da intertextualidade, um especialista na identificação dos diálogos que os autores estão travando o tempo inteiro, muitíssimas vezes sem o saber, e que ele tem por obrigação manter,  claro que dentro do humanamente possível; <br><br>• Nada é absoluto, mas a tudo ele tem, num ou noutro momento, de se curvar; nada para ele pode ser desprezível, mas é preciso recusar certas "soluções"  para afirmas outras e com elas se comprometer, para o bem e para o mal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:49:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 23:00:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[Pensar a tradução sempre foi uma conceituação automática de cópia de determinada coisa. A exemplificação de uma obra, seria apenas uma transcrição da obra original em outra dada língua. Porém analisar a fundo a funcionalidade do traduzir dentro de suas implicações, obrigações leitoras e tradutoras refaz toda conceituação antes dada ao analisar individualmente as obras literárias lidas, filmes / séries assistidos e músicas ouvidas e pensar quão contextualizado à o contexto social daquele indivíduo, mudanças de frases padrões e como em dublagens há a impressão de que há encurtamento de frases e falas que não são exatamente iguais. Refletir sobre, traz a análise de que a tradução em si de fato não 3 feita enquanto cópia, é incapaz de gerar uma boa produção apenas enquanto cópia mas tem sua funcionalidade adaptável enquanto produtora de uma releitura do objeto analisado; totalmente envolto no contexto linguístico. ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 23:05:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Analisar então a tradução dentro desse contexto abrangente de movimento linguístico também requer analisar as questões que envolvem a linguistica afinal a tradução assim passa a ter uma atuação dentro do contexto do que é pessoal, social, histórico, cognitivo e intelectual que se responsabiliza numa atuação pública e de prazer privado. Uma função de mobilidade textual e individual<br>A tradução enquanto adaptação funciona num processo de reescrita, uma outra construção de uma mesma obra onde se destaca determinado ponto com o qual o autor viu maior necessidade em demarcar dentro dessa perspectiva, uma obra (livro, filme, série) nunca se mantém a mesma por haver diferentes tradutores enfocando diferentes pontos em sua tradução. <br>A tradução tem por base sua funcionalidade através do processo linguístico e cultural numa vertente conjunta de tradução através da letra (palavra) e do espírito literário (sentido). A seleção de uma delas é de ordem de uso do autor, sem uma definição específica de qual possui mais veracidade por, dentro da literatura, o conceito linguístico e cultural estar conjunto; assim, não há um sentido estabelecido, determinado tradutor utilizou determinada vertente nessa obra, porém a cabe ambas as formas. <br>Dentro do paradigma da equivalência não se diz a mesma coisa, mas se traduz analogicamente para se chegar ao mais próximo possível analisando quais seriam as formas de equivalência cabíveis ao texto dentro do sistema linguístico nos valores fonéticos e fonológicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 23:08:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma grande questão apresentada também é até que ponto o individuo não falante de determinada língua pode escrever nela sem fazer uma tradução aonde está posta a separação da tradução e escrita do falante não nativo. A escrita ela está diretamente ligada ao criativo, à uma produção individual onde o produtor vai performando sua obra na dada língua, uma espécie de apropriação que compõe o que é o fazer, o escrever. É traduzir a si mesmo em outra língua. Assim, se escreve, se traduz, se performa!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 23:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>A tradução de poesia</title>
         <author>queilahosanaa</author>
         <link>https://padlet.com/queilahosanaa/7znvz4r6t5dvtnj7/wish/882742804</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensar as várias questões postas sobre a tradução de poesia sempre foi pensar "o que o texto quer dizer?". Creio que todo aluno da educação básica ouve rotineiramente essa pergunta ao ler uma poesia sendo obrigado a construir uma concepção única de saber e do real. "Traduz pra mim o que o texto diz" e, consequentemente para outras línguas. Uma cópia linguística com um sentido tabelado. Porém, a tradução não é feita exclusivamente de uma forma, e nem é uma transcrição, se sendo, como seria mantido a base de sentido (trocadilhos, metáforas, ditados) cultural e linguística de cada produção?! É recriações, imitação, paráfraseamento, transpoetização. Não há uma qualidade julgavel, mas um gosto expresso que qualifica a obra que é também considerado no momento de tradução para levar em consideração o que permanecerá relevânte na obra. <br>Avaliar a tradução do que é poético, em grande número, se descreve apenas como uma reprodução falha da mesma e sem o seu espírito poético antes demarcado na obra original, por não possuir as mesmas características, ou sonoridades proporcionadas pela obra original que também possui uma base de demarcação linguística e cultural que é recriada na língua tradutoria porém o valor atribuído não é o mesmo pelo falho conceito geral de que "a tradução tem que ser uma xerox fiel da obra original". Essa problematização é bem vista analisando as traduções para o cinema brasileiro que, apesar de ser o melhor do mundo, é muito crtiticado dentro da escolha do campo linguístico. A tradução também compete pensar o aspecto fonológico, semântico e métrico. Contudo, mais uma vez se questina, qual o movimentoo de fidelidade deve ser expresso? Fidelidade ao autor, à linguística ou ao marco cultural? <br>Em toda a relevância dessa discussão, é importante considerar que a função do tradutor se desdobra em identificar as características poéticamente relevantes do texto poético e reproduzir as que lhe parecerem mais importantes considerando a relação entre os elementos formais do texto e o significado para que seja feita um recriação baseada na interpretação do tradutor sob a obra original. <br>A crença popular de que o marco poético se fundamenta a partir dos efeitos sonoros demarcados através da rítmica e métrica se desfazem quando não há uma coerência semântica também expressa. Assim, traduzir a poesia ao pé da letra não consiste numa tradução poética, mas numa xerox linguística que, em sua maioria, não conserva os elementos anteriores citados, comprovando assim que a produção da tradução ela é uma obra de recriar. E dentro dessa recriação, a visão do belo poético adquirida pelo tradutor definirá se ela será marcada pelo que é rítmico ou semântico; ou até mesmo uma tentativa de permanência do significado e dos elementos formais do texto. Essa construção define o marco tradutorio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 15:42:22 UTC</pubDate>
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         <title>Traduzindo literatura da diáspora africana</title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A literatura da diáspora tem início nas pequenas inserções do negro na literatura. Não enquanto protagonista ou um personagem de significância, mas uma representação dele no local social posto. O homem sem cultura ou conhecimento de qualquer ordem, bem demarcado pela uso incorreto da língua pelo não uso gramatical coerente. Rememorando a história, o período colonial e de sequestro do negro, se compreende a ausência desse conhecimento linguístico, afinal não era uma cultura que os pertencia, logo, nada fazia parte dos seus hábitos. E a limitação da língua em si, que é propulsora de conhecimento e ampliamento de relações, funcionou como deminador e demonstrativo de poder, afinal, além do roubo da sua identidade e humanidade pela local de objetificação que foram postos também os tirou o poder de argumentação e questionamento pela ausência dessa linguagem que não os pertencia e as penalidades postas sob a permanência do uso das suas. </div><div>A representação do negro através da sua fala não padrão e ridicularizada é uma reafirmação dos fatos acima citados e um não posicionamento político frente à situação. A visão do negro enquanto ignorante e sua retratação de "não-humano" era um modo de omitir o contexto em que estavam inseridos e pensar a ação da tradução dentro do espaço cultural de diversidade e o alcance das então minorias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 15:44:30 UTC</pubDate>
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         <title>A tradução e acessibilidade</title>
         <author>queilahosanaa</author>
         <link>https://padlet.com/queilahosanaa/7znvz4r6t5dvtnj7/wish/883228463</link>
         <description><![CDATA[<div>A acessibilidade se desdobra numa coletividade de interpretação. Interpretações coletivas empenhadas em diversos tipos de comunicação individualizadas de modo que se consiga uma ampliação coletiva tornando acessivel para grupos antes não englobados. Comunicação para além das dificuldades pensando as dificuldades num propulsor que transforma os aspectos da questão e gera novas visões pra uma mesma coisa e que transcende o ato da fala não invisibililando os diversos outros modos comunicativos sejam eles expressões corpóreas, gestualidades, figurações ... <br>A movimentação do processo comunicativo permeia problematizar o ambiente de adequação física precário e da construção comunicativa adequada que não compreenda apenas o campo da fala oral pensando as formas de recepção e interlocução comunicativa de forma dialógica. <br>Ferramentas de acessibilidade funcionam como interlocução e mediador de informação onde permite que a comunicação, antes inacessível a determinado público, se faça. Produzir engajagem, envolvimento, abir a fala e deixar comum o inacessível dentro de uma adequação que se propõe a pensar o lugar do ouvinte, de quem fala, da origem da obra traduzida / interpretada, e por qual tipo de interpretação discutindo a proposição dessa fidelidade através das interlinguas que fazem o ligamento entre o que é língua e gestualidades para gerar comunicação. A atribuição de sentido dentro da linguagem necessita uma movimentação de sentido de mediação de signos que produzem um discurso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 17:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>Base de Escrita - Emily Dickinson</title>
         <author>queilahosanaa</author>
         <link>https://padlet.com/queilahosanaa/7znvz4r6t5dvtnj7/wish/883243386</link>
         <description><![CDATA[<div>• Combinação da modernidade com versos tradicionais <br>• Pontuação considerada extravagante<br>• Irregularidade da métrica<br>• Ausência de rimas perfeitas <br>• Descarte do pêntametro - versos de 5 pés<br>• Movimento do "real ao imaginário" <br><br>• Analisar uso de: <br>Metáfora<br>Relações semânticas<br>Antinomia <br>Interpretação metapoética - habilidade, imaginativo, desenvolvimento, aplicação, <br><br>• Jogo com palavras<br>•  Alterações <br>•  Tripé: formal-semântico-emocional<br>•  Síntese e essencialidade</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 17:30:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-11-02 17:41:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-11-02 18:01:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-11-02 18:23:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-11-02 18:35:37 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios ao traduzir</title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-11-02 18:57:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <pubDate>2020-11-02 19:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Negritude e Tradução no Brasil</title>
         <author>queilahosanaa</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>O ser negro foi a tomada de consciência coletiva no que tange à valorização e identificação de um grupo denominado pelo branco colonizador ocidental simplesmente como negro. Já a negritude foi a resposta negra à agressão racial branca que culminou na construção de estratégias, práticas, movimentos e políticas antirraciais concretas. </blockquote><div><br>Na leitura desse texto, dentro dos argumentos postos é interessante repensar o conceito de negritude e os povos africanos não atrelando sua imagem ào que é negro, como comumente se é dito, mas ao período colonial vivenciado como um período de negritude que abarcou os povos africanos. Numa leitura rápida, ainda se analisa "qual o ponto nesse argumento?" Simples, a usualidade do conceituação de negro foi um termo de utilização para diminuir povos africanos de tal modo que não eram mais reconhecidos pela diversidade que os construía, as regiões que habitavam, mas apenas por um termo pejorativo atrelado à cor de sua pele. Porém a negritude ela não se refere aos povos africanos subjugados no colonialismo, mas à uma era de negritude social imposta por uma ideologia de supremacia branca do mundo ocidental que conduzia a um lugar de inferioridade os povos que tivesse aquele fenótipo e com eles tudo o que se relacionasse onde se criou até um dialeto popularizado para esse intuito.<br>O movimento negro vem com esse papel de ressignificação da terminologia e da identidade que gera autoestima e reconhecimento. Utilizar termos que antigamente eram, e que ainda são presentes na linguagem pela expansão popular, de forma ressignificação dá espaço e voz pra quem não tinha nem origem, só cor. Entender esse processo de ressignificação do movimento negro é entender também até onde vai a contaminação da mentalidade hereditária colonial e que esse mudança começa em saber que não há povo negro, há povoS PRETOS de origens diversas, com uma maior concentração no CONTINENTE africano. É uma luta por um resgate coletivo de identidade a partir de um pensamento positivista da negritude.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 20:36:03 UTC</pubDate>
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