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      <title>Contos dos Irmãos Grimm by Andreia Correia</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-01-14 23:01:56 UTC</pubDate>
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         <title>Capuchinho Vermelho</title>
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         <description><![CDATA[<p>Era uma vez uma menina amada por todos que a vissem, principalmente por sua avó, e não havia nada que ela não desse à criança.</p><p><br/></p><p>Num dia sua avó lhe deu um chapéu vermelho, que lhe ficava tão bem que nunca mais o deixou; desde então foi chamada de capuchinho vermelho.</p><p><br/></p><p>No dia&nbsp;seguinte, a&nbsp;mãe deu-lhe uns bolinhos para ir dar à sua avó.</p><p>O Capuchinho Vermelho foi andado e, no meio da floresta, viu um lobo mau.</p><p><br/></p><p>Lá tinha várias flores e então o lobo mau disse à Capuchinho Vermelho para ir apanhar flores para a sua avó.</p><p><br/></p><p>O Capuchinho Vermelho, então, acabou de apanhar as flores e foi a correr até à casa da sua avó.</p><p>Quando chegou à casa da avó estranhou porque a porta da avó estava sempre encostada e naquele momento a porta estava aberta.</p><p><br/></p><p>Ela ficou surpresa ao encontrar a porta da cabana aberta, e quando ela entrou no quarto, teve um pressentimento tão estranho, que disse para si mesma, "Oh céus! Como me sinto inquieta hoje e em outras ocasiões eu gostava tanto de ficar com minha avó. Ela chamou:</p><p>—<em>Bom dia</em>, mas não recebeu nenhuma resposta. Então ela aproximou-se da cama e puxou as cortinas. Lá estava a sua avó com a sua touca esticada até ao rosto e parecendo muito estranha.</p><p>—&nbsp;<em>Oh! avó</em>, ela disse,&nbsp;<em>que grandes orelhas você tem!</em></p><p>—&nbsp;<em>Para melhor ouvir você, minha criança</em>, foi a resposta.</p><p>—&nbsp;<em>Mas, avó, que olhos grandes você tem!</em>&nbsp;ela disse.</p><p>—&nbsp;<em>Para ver você melhor, minha filhinha.</em></p><p>—&nbsp;<em>Mas, avozinha, que mãos grandes você tem!</em></p><p>—&nbsp;<em>Para melhor abraçar você.</em></p><p>—&nbsp;<em>Oh! Mas, avozinha, que terrível bocarra você tem!</em></p><p>—&nbsp;<em>Para comer melhor você!</em></p><p>E mal o lobo disse isto, com um pulo estava fora da cama e engoliu a Chapeuzinho Vermelho.</p><p><br/></p><p>Ao fim de um bocado, começou a dormir.</p><p>Estava ali um caçador que ouviu o lobo a ressonar e entrou.</p><p>Quando entrou viu que a barriga do lobo estava muita grande, foi buscar um par de tesouras e cortou a barriga do lobo e a Capuchinho Vermelho e a sua avó&nbsp;saíram&nbsp;de dentro da barriga do lobo.</p><p>O Capuchinho Vermelho foi buscar pedras para meter na barriga do lobo. </p><p>Quando chegou com as pedras deu ao caçador e ele meteu-as dentro da barriga do lobo.</p><p>E, no fim, fizeram todos um lanche de felicidade.</p><p><br/></p><p>Feito por Natacha:)</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 19:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>O ganso de ouro</title>
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         <description><![CDATA[<p>Houve, uma vez, um homem que tinha três filhos. O mais moço dos três era por todos desprezado, ridicularizado e maltratado; todos o chamavam pelo nome de Zé Palerma.</p><p>Um belo dia, o filho mais velho resolveu cortar lenha na floresta; antes de partir, a mãe deu-lhe uma excelente fritada de ovos e uma garrafa de vinho para que não ficasse com fome e com sede,</p><p>Muito satisfeito, o moço entrou pela floresta a dentro e topou com um anãozinho que, apôs cumprimentá-lo, lhe disse:</p><p>- Queres dar-me um pedacinho da tua fritada e um golinho do teu vinho? Estou com tanta fome e tanta sede!</p><p>Mas o filho espertalhão respondeu:</p><p>- Se dou a ti a fritada e o vinho, nada sobra para mim; sai do meu caminho!</p><p>Largou aí o anãozinho e foi-se sem mais aquela. Mais adiante um pouco, começou a cortar um galho, mas não tardou nada que, errando o golpe, feriu-se com o machado num braço, tendo de voltar para casa a fim de tratar o ferimento. Aquilo não passava de uma peça que lhe pregara o anãozinho!</p><p>Em seguida, o segundo filho quis ir à floresta; a ele também a mãe deu uma bela fritada de ovos e uma garrafa de bom vinho. Penetrando na floresta, encontrou o tal anãozinho, que lhe pediu um pedaço de fritada e um gole de vinho. Mas este filho também disse com o seu natural bom senso:</p><p>- O que der a ti, fará falta a mim; dá o fora, sai da minha frente.</p><p>Largou lá o anãozinho e foi para diante. Mas o castigo não se fez esperar: assim que deu alguns golpes numa árvore, feriu a perna com o machado e teve de ser transportado para casa.</p><p>Então o menor dos três pediu que o deixassem ir:</p><p>- Meu pai, deixa-me por esta vez ir à floresta cortar lenha!</p><p>- Teus irmãos já se feriram, - respondeu-lhe o pai; - agora queres ir tu, que não sabes fazer coisa alguma.Mas Zé Palerma tanto insistiu que o pai acabou por dizer:</p><p>- Pois bem, vai! Assim aprenderás à tua própria custa.</p><p>A mãe deu-lhe uma broa assada nas brasas e uma garrafa de cerveja azeda. Penetrando na floresta, ele também encontrou o anãozinho, que o cumprimentou e pediu:</p><p>- Dá-me um pedaço da tua broa e um gole da tua cerveja; tenho tanta fome e tanta sede!</p><p>Zé Palerma respondeu:</p><p>- Eu tenho apenas uma broa assada nas brasas e cerveja azeda; se isto te agrada, senta-te aqui e come comigo.</p><p>Sentaram-se os dois no chão. Quando Zé Palerma tirou da sacola a broa, esta se havia transformado em bolo delicioso e a cerveja em vinho finíssimo. Comeram e beberam alegremente; depois o anãozinho disse:</p><p>- Como tens um coração excelente e repartes de boa vontade o que possues, quero, por minha parte, que sejas feliz. Lá adiante, há uma velha árvore; derruba-a e encontrarás algo nas suas raízes.</p><p>Assim dizendo, despediu-se e foi embora.</p><p>Zé Palerma abateu a árvore; quando ela tombou ao chão, ele encontrou entre as raízes um ganso com penas de ouro puro. Pegou-o e levou-o consigo, indo pernoitar numa hospedaria não muito longe dali.</p><p>O hospedeiro tinha três filhas, as quais, vendo aquele ganso, sentiram curiosidade de saber que pássaro estranho era aquele, e ficaram loucas de vontade de possuir uma de suas penas. A mais velha pensou: "Hei de descobrir um jeito para arrancar-lhe a pena."</p><p>Assim que Zé Palerma se ausentou, a moça pegou o ganso pela asa, mas seus dedos ficaram presos ao ganso. Depois veio a segunda filha, que não pensava senão na pena de ouro; porém, mal tocou na irmã, ficou também presa. Por fim chegou a terceira, com idêntica intenção. As outras duas logo lhe gritaram:</p><p>- Não te aproximes, pelo amor de Deus!</p><p>Mas ela, que não sabia o que se passava, pensou: "Ora, se elas meteram-se nisso, por que não posso fazer o mesmo!" Aproximou-se correndo e, mal tocou na irmã, também ela ficou presa. Assim tiveram de passar a noite grudadas ao ganso.</p><p>Na manhã seguinte, Zé Palerma pegou o ganso debaixo do braço e foi andando, sem se incomodar com as três moças, que tinham de segui-lo de um lado para outro, conforme lhe dava na telha. Chegando no meio do campo, encontraram o padre que, vendo aquela estranha procissão, disse:</p><p>- Oh, desavergonhadas! Onde já se viu uma sem-vergonhice igual? Correr pelo campo atrás desse rapazote! Achais decente isso?</p><p>Assim falando, agarrou a mão da mais moça, a fim de puxá-la para o lado; mas, apenas esbarrou nela, ficou também preso e obrigado a correr junto. Nisso passou o sacristão e viu o Padre segurando a moça e correndo com elas. Espantado com aquilo, gritou:</p><p>- Alô, Senhor Padre, aonde ides com tanta pressa? Não vos esqueçais que temos hoje mais um batizado a fazer!</p><p>Correu para ele, tentando segurá-lo pela manga da batina, mas também ficou grudado.</p><p>Iam todos os cinco assim, correndo como bobos um atrás do outro, quando surgiram dois camponeses com as enxadas no ombro; o Padre apelou para eles, pedindo- lhes que os libertassem daquilo, a ele e ao sacristão, mas assim que os camponeses pegaram no sacristão, também ficaram grudados sem poder soltar-se. Agora eram sete a correr atrás de Zé Palerma.</p><p>Pouco depois, Zé Palerma chegou a uma cidade onde havia um rei que governava e a cuja filha ninguém jamais conseguira fazer rir. O rei, portanto, havia decretado que só a daria em casamento a quem conseguisse esse prodígio.</p><p>Zé Palerma, ao saber disso, foi-se apresentar, levando consigo o ganso e toda a comitiva; quando a princesa viu os sete grudados um no outro, correndo como bobos atrás do ganso, rompeu numa gargalhada sem fim.</p><p>Então Zé Palerma pediu-a em casamento, mas o rei não gostou daquele tipo de genro; opôs-lhe um mundo de dificuldades, dizendo que teria antes de trazer-lhe um homem capaz de ingerir todo o vinho contido na adega cheia de barris.</p><p>Zé Palerma lembrou-se logo do anãozinho o qual, certamente, viria em seu auxílio. Foi à floresta, no lugar onde derrubara a árvore e viu lá um homem sentado, com uma expressão desconsolada. Zé Palerma perguntou-lhe o que o afligia tanto e o homem respondeu:</p><p>- Tenho uma sede imensa e não posso dessedentar- me; não suporto água pura e já bebi um barril cheio de vinho; mas que é uma gota para um ferro em brasa?</p><p>- Eu te ajudarei a matar a sede, - disse Zé Palerma; - vem comigo, terás com que matar a tua sede.</p><p>Levou-o à adega do rei e o homem atirou-se avidamente aos barris e bebeu, bebeu tanto que chegaram a doer-Ihe as costas, e, antes que findasse o dia, tinha liquidado todo o vinho da adega.</p><p>Zé Palerma voltou ao rei, reclamando a noiva; mas o rei encolerizou-se ao pensar que esse tonto levaria a filha para com ela se casar, e então impôs novas condições. Antes de receber a princesa, teria de trazer-lhe um homem capaz de comer uma montanha de pão.</p><p>Zé Palerma não hesitou; dirigiu-se logo à floresta e, no mesmo lugar, encontrou um homem que estava a apertar a cinta com uma correia e, de mau humor, ia resmungando:</p><p>- Comi uma fornada inteira de pão, mas que adianta isso com a fome que me devora? Meu estômago continua vazio e não tenho outro remédio senão apertar cada vez mais a cinta até morrer.</p><p>Muito contente com isso, Zé Palerma disse-lhe.</p><p>- Anda, vem comigo, terás com que saciar tua fome.</p><p>Levou-o à corte do rei; este havia mandado buscar</p><p>todo o trigo que existia no reino para fazer uma montanha de pão; mas o homem da floresta, colocando-se diante da imensa montanha, pôs-se a comer, a comer, a comer, e, antes de findar o dia, nada mais restava, nem mesmo uma migalha daquele pão todo.</p><p>Zé Palerma pediu pela terceira vez a mão da princesa, mas o rei encontrou outra escapatória. Ordenou que lhe trouxesse um navio que tanto andasse no mar como em terra.</p><p>- Se me apareceres num tal veleiro, - disse o rei; - terás imediatamente a mão de minha filha.</p><p>Zé Palerma saiu a correr rumo à floresta e encontrou o velho anãozinho com quem repartira a broa e o vinho; este disse-lhe:</p><p>- Comi e bebi por ti, agora te darei também o navio. Faço isto porque foste bondoso e compassivo para comigo.</p><p>Então, deu-lhe o navio que tanto andava por mar como por terra e, quando o rei o viu, foi obrigado a conceder-lhe a mão da filha.</p><p>Pouco depois realizou-se o casamento; e, mais tarde, tendo morrido o rei, Zé Palerma herdou o trono e reinou longos anos junto com a esposa, muito felizes e contentes.</p><p>Feito por : Ester Isabel</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-24 19:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>o sapateiro e os duentes</title>
         <author>a7216_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Autores: Os irmãos grimm</p><p><br/></p><p><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Era uma vez um sapateiro que trabalhava muito e era muito honesto. Mas nem assim ele conseguia ganhar o suficiente para viver. Até que, finalmente, tudo o que ele tinha no mundo se foi, exceto&nbsp;a quantidade de couro exata para fazer um par de sapatos. Ele cortou-os e deixou preparados para montar no dia seguinte, e deixou preparados para montar no dia seguinte, pretendendo acordar de manhã bem cedo para trabalhar. Apesar de todas as dificuldades, tinha a consciência limpa e o coração leve, por isso foi tranquilamente para a cama deixando os seus problemas aos cuidados dos céus, e adormeceu. De manhã cedo, depois de dizer suas orações, preparava-se para fazer o seu trabalho, quando, para seu grande espanto, ali estavam os sapatos, já prontos, sobre a mesa. O bom homem não sabia o que dizer ou pensar deste estranho acontecimento. Examinou o acabamento: não havia sequer um ponto falso no serviço todo e era tão bem-feito e preciso que parecia uma perfeita obra de arte.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Naquele mesmo dia apareceu um cliente e os sapatos agradaram-lhe tanto, que teria pago um preço muito acima do&nbsp; normal por eles; e o pobre sapateiro, com o dinheiro, comprou couro suficiente para fazer mais dois pares. Naquela noite, cortou o couro e não foi para a cama tarde porque pretendia acordar e começar cedo o trabalho, pois, quando acordou pela manhã, o trabalho já estava acabado. Vieram então compradores que pagaram generosamente por seus produtos, de modo que ele pôde comprar couro suficiente para mais quatro pares. Ele novamente cortou o couro à noite, e encontrou o serviço acabado pela manhã, como antes; e assim foi durante algum tempo: o que era deixado preparado à noite estava sempre pronto ao nascer do dia, e o bom homem prosperou novamente.</p><p><br/></p><p>O final da história é emocionante, pois o sapateiro descobre que os seus ajudantes eram os duendes.</p><p><br/></p><p>Feito por miriam </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 16:59:32 UTC</pubDate>
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         <title>Músicos bremer</title>
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         <description><![CDATA[<p><em>Os músicos de Bremen</em>, dos Irmãos Grimm, traduzido do original alemão por Fernando Klabin, conta a história de quatro animais: um burro, um cão, um gato e um galo, que, por estarem velhos e inúteis, são maltratados por seus donos. Juntos, descobrem uma forma de ser feliz.&nbsp;Colocar a criança em contato com o patrimônio literário universal, elemento indispensável na sua formação, é também função da escola.</p><p><em>Ao perceber que maus ventos sopravam para o seu lado, o jumento fugiu e tomou caminho de Bremen, onde sonha ser músico. Depois de percorrer um bocado de estrada, deu de cara com um cão de caça bem no meio do caminho que estava estirado, ofegante. Ah, disse o cachorro, já estou tão velho e enfraquecido que não consigo mais acompanhar as caçadas. Por causa disso, meu amo quis me bater.</em></p><p><br/></p><p><em>Realizado: WILLIAM TEIXEIRA</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 17:04:31 UTC</pubDate>
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         <title>Branca de neve </title>
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         <description><![CDATA[<p>Uma rainha má e bela resolve, por inveja e vaidade, mandar matar sua enteada, Branca de Neve, a mais linda de todas. Mas o carrasco que deveria assassiná-la a deixa partir e, durante sua fuga pela floresta, a garota encontra a cabana dos sete anões, que trabalham em uma mina e passam a protegê-la. Algum tempo depois, quando descobre que Branca de Neve continua viva, a Bruxa Má disfarça-se e vai atrás da moça com uma maçã envenenada, que faz com que Branca de Neve caia em um sono profundo veio o princepe encantado com um cavalo e deu um beijo nela e ela acordou foram para o castelo e se casaram . e viveram feliz para sempre </p><p><br/></p><p>a minha historia e muito feliz e encantada .</p><p><br/></p><p>feito por carolina pilar</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 17:15:28 UTC</pubDate>
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         <title>Os seis cisnes </title>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Um rei perdeu-se enquanto caçava na floresta, aceita a ajuda de uma bruxa para sair dela. Mas houve uma condição: em troca tem que se casar com a sua filha. Para proteger os seus seis filhos e a sua filha da sogra, ele leva-os a um castelo na mata, desenrola um fio para encontrar o caminho que os levou até lá. Quando a rainha descobre, ela costura camisas mágicas e, uma vez usadas pelos irmãos, transforma-os em cisnes. Para resgatá-los, a irmã não tem permissão para falar ou rir durante seis anos e tem que costurar seis camisas de flores de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.frwiki.wiki/wiki/Aster_(genre)">aster</a> .</p><p>Os irmãos todos os dias colhem as flores para a irmã costurar as camisas .</p><p>Os irmãos pensaram que a irmã tinha sido raptada, porque não estava lá, no sitio do costume.</p><p>Então os irmãos decidem ir enfrentar a bruxa.</p><p>No final eles derrotam a bruxa e a maldição é quebrada.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Realizado por: Ana Dores</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 17:22:02 UTC</pubDate>
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         <title>O pequeno polegar</title>
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         <description><![CDATA[<p>Uma pobre família de lenhadores tinha sete filhos,e o caçula era tão pequenino que o chamavam Pequeno Polegar.Mas, apesar do tamanho , era um menino esperto e inteligente. Como a Europa passava por um período de muita fome, o pai decidiu abandonar os filhos na floresta.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>       Feito por: Carolina Peres</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 13:20:05 UTC</pubDate>
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         <title>O pássaro de ouro</title>
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         <description><![CDATA[<p>Um rei tem uma árvore em seu jardim que produz maçãs de ouro. Um dia, ele percebe que um está faltando e decide enviar o mais velho de seus três filhos para ficar de guarda durante a noite perto da árvore. À <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.frwiki.wiki/wiki/Minuit">meia</a> - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.frwiki.wiki/wiki/Minuit">noite</a> o filho adormece e no dia seguinte uma maçã volta a faltar. O rei encarrega o segundo de seus filhos de vigiar. Ele também adormeceu à meia-noite e no dia seguinte outra maçã estava faltando. O rei confia a mesma missão ao irmão mais novo e, enquanto observa, este vê ao luar um pássaro com a plumagem brilhante como o ouro que vem roubar um dos frutos. O jovem atira uma flecha no pássaro, mas só consegue derrubar uma de suas penas. Mais tarde, ele conta ao pai o que aconteceu e mostra-lhe a caneta. O rei reúne seus conselheiros, que lhe dizem que a pena deve valer mais do que todo o seu reino, e o rei, portanto, deseja que o pássaro seja capturado.</p><p>O filho mais velho sai em busca do pássaro e cruza o caminho com uma raposa. Ele está prestes a matá-lo, mas o animal implora que o poupe; em troca, ele lhe dará bons conselhos. Diz-lhe que, no caminho, o jovem encontrará duas hospedarias, uma animada e alegre e outra de aspecto mais austero, e é nesta última que deverá entrar. Sem ouvir mais, o jovem atira, mas a raposa consegue escapar. O filho mais velho do rei segue seu caminho e chega em frente a duas hospedarias, uma alegre e outra sinistra. Zombando do conselho da raposa, ele entra no primeiro O mesmo episódio acontece novamente com o segundo filho. Como os irmãos não voltam, o mais jovem insiste em que seja confiada ao pai a mesma missão. Ele conhece a raposa, que fala com ele da mesma forma. Ao contrário de seus irmãos, o terceiro filho não atira no animal. Este, então, o convida a subir em seu rabo e, em menos de dois, eles chegam à aldeia. O jovem segue o conselho e entra na pousada de aparência miserável, onde passa a noite.</p><p>No dia seguinte, em um campo, o menino encontra a raposa, que lhe diz para ir a um castelo cheio de soldados, mas que todos estarão dormindo. O jovem deve ir para uma sala onde verá um pássaro dourado em uma gaiola de madeira. Ao lado dela também há uma gaiola dourada, mas a raposa insiste que o pássaro não deve ser colocado nela. A raposa leva o jovem ao castelo carregando-o no rabo. No castelo, o filho do rei encontra o pássaro dourado na gaiola de madeira e as três maçãs roubadas. Ele também vê a gaiola dourada e, apesar do aviso da raposa, coloca o pássaro nela, que grita e acorda todos os soldados. O jovem é preso e depois julgado: a menos que encontre um cavalo dourado mais rápido que o vento, morrerá. A raposa, então, reaparece e manda o jovem ir ao estábulo de um castelo onde verá seus cavalariços dormindo. Uma sela ruim e uma sela dourada estão ao lado do cavalo: você tem que colocar a primeira e principalmente não a segunda. Eles chegam ao castelo. O jovem encontra o cavalo no estábulo, mas mesmo assim coloca a sela dourada em suas costas. O cavalo relincha, os cavalariços acordam e o jovem encontra-se na prisão. A morte será poupada dele e ele poderá ficar com o cavalo se conseguir trazer a bela princesa de volta do castelo dourado. A providencial raposa reaparece e, mais uma vez, vem em auxílio do jovem. Este último deve surpreender a filha do rei quando ela for ao banho e dar-lhe um beijo; ela deve então ser levada imediatamente, sem deixá-la dizer adeus aos pais. Tudo corre conforme o planejado, exceto que, no último momento, o jovem cede aos apelos da moça. Quando ela se aproxima da cama do rei, o rei acorda, e o jovem, mais uma vez, é lançado na prisão. Se ele quer salvar sua vida, e também poder levar a princesa com ele, ele deve, após oito dias, ter movido uma montanha que está em frente às janelas do rei e que estraga sua visão. No sétimo dia, o trabalho mal avançou, e a raposa volta e se oferece para terminar o trabalho. No oitavo dia, a montanha desapareceu. O jovem pode levar a filha do rei.</p><p>A fiel raposa aconselha o jovem a levar a princesa ao rei que o conduziu ao castelo dourado. Ele será celebrado e receberá o cavalo dourado, mas deve imediatamente montar no cavalo e partir depois de ter agarrado a jovem. Tudo está indo bem. Graças à raposa, o jovem também consegue agarrar o pássaro dourado. Quando o filho do rei está prestes a voltar para seu pai com seus tesouros, a raposa lhe pede uma recompensa: ele quer que o jovem o leve para a floresta e, lá, o mate e depois corte sua cabeça. E pernas . A raposa ainda o aconselha, antes de fugir, a não comprar caça da forca e a não se sentar à beira de um poço. O jovem chega acompanhado da bela princesa na aldeia onde seus dois irmãos haviam se hospedado.</p><p>Lá, ele fica sabendo que dois homens serão enforcados. Vendo que se trata de seus irmãos, ele paga para obter sua libertação. Acompanhado por estes, chega a uma floresta, onde decidem descansar. Há um poço ali, à beira do qual o jovem se senta sem pensar. Seus dois irmãos, então, correm para empurrá-lo, e ele cai no fundo do poço. Os dois patifes pegam o cavalo, o pássaro e a princesa, e vão ao encontro do pai. No entanto, o cavalo não come, o pássaro não canta e a princesa não consegue evitar o choro. Felizmente, o jovem está ileso no fundo do poço. Como é impossível para ele subir à superfície sozinho, a raposa se junta a ele e, embora decepcionado por seu aviso não ter sido atendido, o animal o ajuda mais uma vez a sair dessa confusão. Ele também o avisa que os dois irmãos maliciosos colocaram guardas na floresta e que, se o virem, irão matá-lo. O jovem então troca suas roupas pelas de um pobre coitado que encontrou à beira da estrada e, assim disfarçado, volta para o pai. Sentindo sua presença, o pássaro começa a cantar, o cavalo a comer, e a princesa, sem entender por que, para de chorar e sente como se seu verdadeiro noivo tivesse chegado. Ela conta ao rei o que aconteceu e, quando o jovem vestido de trapos aparece, ela imediatamente o reconhece e o beija. Em seguida, pegamos os dois bandidos e os executamos. O rei torna o único filho restante seu herdeiro, e este se casa com a princesa.</p><p>Mais tarde, enquanto o filho do rei voltou para a floresta, a raposa aparece para ele pela última vez. Ele pede a ela para entregá-lo. Para agradá-lo, o príncipe mata o animal e depois corta sua cabeça e pernas. Então, a raposa se transforma em homem: na verdade é o irmão da princesa, que havia sido submetido a um destino ruim, do qual agora, finalmente, foi libertado.</p><p><br/></p><p>Feito: Clara Centeio</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 13:22:17 UTC</pubDate>
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         <title>Bela adormecida </title>
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         <description><![CDATA[<p>Amaldiçoada desde a infância, a princesa é uma jovem doce e inocente que vive protegida pelos pais, que tentam evitar seu destino trágico. No entanto, quando ela faz 16 anos, a profecia se cumpre e todos entram num sono imperturbável. No final, ela é acordada por um príncipe com o qual se casa e tudo volta ao normal.</p><p><br/></p><p>Feito por Vítor </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 16:35:04 UTC</pubDate>
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         <title>Rapunzel</title>
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         <description><![CDATA[<p>Rapunzel era uma linda moça, que morava em uma imensa torre prisioneira do mundo, por uma bruxa malvada. O cabelo da menina Rapunzel, nunca é cortado e é conservado como uma gigantesca trança, um dia um príncipe passando pelo local avistou Rapunzel, Pouco depois, ele foi até à torre e chamou Rapunzel, pedindo que ela jogasse as suas tranças. A moça concordou e contou a sua história trágica ao Príncipe. Muito apaixonados, eles prometeram fugir dali e casar em seguida. O jovem voltou para visitá-la várias vezes, levando pedaços de seda para que Rapunzel criasse uma corda.</p><p>A bruxa, que era esperta, percebeu o romance dos dois e planejou a sua vingança. Ela cortou os cabelos de Rapunzel e colocou as suas tranças para fora da janela, montando uma armadilha. Naquela noite, o Príncipe subiu e tomou um susto quando viu o rosto da velha feiticeira que lhe deu um empurrão.</p><p>O apaixonado caiu lá do alto, em cima de um arbusto cheio de espinhos. Embora tenha sobrevivido, os seus olhos ficaram machucados e ele perdeu a visão. A bruxa anunciou que levaria Rapunzel para longe e que o casal nunca mais se encontraria. Contudo, o Príncipe nunca desistiu de procurar a sua amada e caminhou sem destino, por muito tempo, em busca do seu paradeiro.</p><p>Anos mais tarde, ele passou por uma casa onde reconheceu o canto de Rapunzel. Foi então que os dois se reencontraram e, percebendo que ele ficou cego, a mulher começou a chorar. Quando as suas lágrimas tocaram no rosto dele, a força do seu amor curou os olhos do Príncipe, que voltou a enxergar na mesma hora.</p><p>Finalmente unidos, Rapunzel e o Príncipe casaram e se mudaram para um castelo, onde viveram felizes para sempre.</p><p><br/></p><p>Feito por: Esther Araújo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 22:04:41 UTC</pubDate>
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         <title>O piolho e a pulga</title>
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         <description><![CDATA[<p>  Esta história fala-nos de um piolho e uma pulga que moravam juntos e decidiram fazer cerveja numa casca de ovo. O pequeno piolho acabou por cair dentro da casca e queimou-se. A pulga desesperada começou a chorar sem parar e foi em direção à porta, e esta perguntou-lhe:</p><p>- Porque choras pequena pulga?</p><p>- Porque o piolho queimou-se! - disse a pulga.</p><p>Então a porta começou a ranger de dor.</p><p>  A partir deste momento, todos os personagens que aparecem, continuam a ter atitudes na base do desespero: a vassoura varre, o carrinho de mão corre, o monte de cinzas queima, a árvore sacode-se e a menina parte o jarro de água.</p><p>  Por fim, o rio que estava ali perto, perguntou à menina porque é que ela tinha partido o seu jarro, e ela disse-lhe:</p><p>-Porque o piolho queimou-se, a pulga está a chorar, a porta está a ranger, a vassoura está a varrer, o carrinho de mão está a correr, o monte de cinzas está a queimar e a árvore está a sacudir-se! Não tenho eu motivos para partir o meu jarro?!</p><p>Então o rio começou a correr muito rápido e com muita força! Desta forma, todos se afogaram na água: a menina, a árvore, o monte de cinzas, o carrinho de mão, a vassoura, a porta, a pulga e o piolho.</p><p><br/></p><p>  A moral desta história é que devemos sempre manter a calma quando uma coisa má acontece à nossa volta. Dessa maneira podemos ajudar quem está numa situação difícil com calma e tranquilidade.</p><p><br/></p><p>                                Feito por Luana Amaral</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-28 13:52:04 UTC</pubDate>
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         <title>Os doze irmãos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Houve, uma vez, um rei e uma rainha, cuja vida decorria em perfeita harmonia. Tinham doze filhos, todos rapazes. Certo dia, o rei disse à rainha:<br>- Logo mais, quando tiveres o décimo terceiro filho, se for uma menina, os doze rapazes deverão morrer, a fim de que a menina tenha riqueza bem grande e o reino não seja repartido.<br>Mandou preparar doze ataúdes embutidos de maravalhas e em cada um o respectivo travesseirinho fúnebre; mandou guardá-los num quarto trancado, cuja chave entregou à rainha, ordenando-lhe que guardasse absoluto segredo.<br>A pobre mãe passava os dias imersa na maior tristeza; o filho menor, que estava sempre a seu lado, e que ela apelidara com o nome bíblico de Benjamim, perguntou-lhe:<br>- Querida mamãe, por quê andas tão triste?<br>- Não posso contar porque, meu amor! - respondeu a rainha.<br>Mas o menino não lhe deu sossego enquanto ela não contou; levou-o ao quarto, abriu a porta, e mostrou-lhe os doze ataúdes embutidos de maravalhas.<br>- Meu querido Benjamim, - disse ela, estes ataúdes foram encomendados por teu pai; são para ti e para teus irmãos, porque, se eu tiver uma filha, vós todos devereis perecer e ser sepultados aqui.<br>Isto dizendo, chorava amargamente. O filho, porém, consolou-a:<br>- Não chores, mamãe, nós todos cuidaremos de fugir; iremos embora daqui.<br>Ela, então, aconselhou-o:<br>- Vai com teus onze irmãos para a floresta, e um fique sempre de guarda em cima da árvore mais alta que encontrardes, observando a torre do castelo. Se nascer um menino, hastearei uma bandeira branca, em sinal de que podereis voltar, mas se nascer uma menina, hastearei uma bandeira vermelha, para fugirdes o mais depressa possível para bem longe. Que o bom Deus vos proteja. Levantar-me-ei todas as noites para rezar por vós, para que no inverno tenhais um bom fogo para aquecer-vos e no verão não definheis ao calor tórrido.<br>Após terem recebido sua bênção, os filhos encaminharam-se rumo à floresta. Cada um, por sou turno, montava guarda sentado num galho do mais alto carvalho o daí observava a torre do castelo. No décimo primeiro dia chegou o turno de Benjamim; ele, então, viu exposta uma bandeira vermelha, cor de sangue, a anunciar-lhes que todos deveriam morrer. Quando os irmãos receberam a notícia, ficaram exasperados e disseram:<br>- Por causa de uma mulher estamos condenados a morrer! Juremos todos vingança; juremos que, onde encontrar-mos uma menina, faremos correr seu sangue!<br>Internaram-se, depois, na floresta; justamente na parte mais densa, onde era mais escura, toparam com uma casa minúscula, que estava vazia. Então combinaram:<br>- Residiremos aqui, e tu, Benjamim, que és o menor e o mais débil, não sairás. Ficarás cuidando dos afazeres, enquanto nós providenciaremos o necessário para comer.<br>Saíam todos, percorrendo a floresta, caçando lebres, veadinhos, pássaros e pombinhos; enfim, toda espécie de animais bons para comer; ao voltar entregavam-nos ao irmão Benjamim, que devia prepará-los, e com isso matavam a fome. Viveram juntos nessa casinha durante dez anos, que não lhes pareceram longos.<br>Entretanto, a menina que nascera da rainha também havia crescido; era dotada de excelente coração, de rosto muito bonito e tinha uma estreia de ouro a brilhar-lhe na testa.<br>Certo dia, quando procediam à uma lavagem geral da roupa, viu doze camisas de homens e perguntou à mãe?<br>- De quem são estas doze camisas? Não são muito pequenas para o papai?<br>Então a mãe, com o coração cortado de angústia, disse-lhe:<br>Querida filhinha, são de teus doze irmãos.<br>- Onde estão os meus doze irmãos? - perguntou ainda a menina. - Nunca ouvi falar neles!<br>- Só Deus sabe por onde andam, - respondeu a mãe: - foram-se, por esse mundo afora.<br>Tomando a menina pela mão, conduziu-a ao quarto trancado, abriu a porta e mostrou-lhe os ataúdes embutidos de maravalhas e com os respectivos travesseirinhos fúnebres.<br>- Estes ataúdes, - explicou-lhe, - eram destinados aos teus irmãos; mas eles fugiram, às escondidas, antes que tu nascesses.<br>Contou-lhe, assim, tudo o que havia sucedido. A menina, então, disse:<br>- Querida mamãe, não chores mais; irei procurar meus irmãos.<br>Pegando as doze camisas, pôs-se a caminho e não tardou a embrenhar-se na grande floresta. Andou o dia inteiro e, ao anoitecer, chegou à casinha encantada. Entrou e aí encontrou um rapazinho, que lhe perguntou:<br>- De onde vens, e para onde vais?<br>O rapazinho ficou admiradíssimo ao ver uma menina tão bela, trajando vestimentas reais, e tendo, além disso, uma estreia de ouro na testa. Ela, gentilmente, respondeu:<br>- Sou uma princesa e ando à procura de meus doze irmãos; irei até onde chega o azul do céu, contanto que os encontre.<br>Assim dizendo, mostrou-lhe as doze camisas. Então Benjamim reconheceu que ela era sua irmã.<br><br></p><p>feito por Danilson Semedo<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-01 17:04:13 UTC</pubDate>
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         <title>O Pequeno Alfaiate Valente</title>
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         <description><![CDATA[<p>Um dia um pequeno alfaiate estava a pôr doce no pão, e logo em seguida viu varias moscas pousadas no pão. Irritado com a situação deu com um pano em cima das moscas e matou sete de uma vez. Contente com o seu feito bordou um cinto onde dizia “Mato sete de uma vez”.</p><p>Como se sentiu muito heroico decidiu aventurar-se pelo mundo. Levou consigo um pedaço de queijo e um pássaro que tinha salvado. No seu caminho o alfaiate conhece um gigante que ao ver o seu cinto pensa que o alfaiate matou sete homens de uma vez. O gigante parte uma pedra com as mãos e atira outra ao ar até deixar de se ver e desafia o alfaiate a fazer o mesmo. O alfaiate espremeu o queijo, fingindo não só partir uma pedra como tirar água da mesma, e lançou o pássaro ao ar deixando o gigante espantado, porque achou que o Alfaiate tinha tanta força uma vez que a pedra nunca mais voltou.</p><p>Mais tarde entrou ao serviço de um rei que tendo ouvido que um homem conseguira superar um gigante prometeu-lhe a mão da sua filha em casamento e metade do seu reino se conseguisse matar dois gigantes que atormentavam o reino. O alfaiate encontrou os gigantes a dormir atirou pedras contra um dos gigantes que pensou que era o outro acabando os dois por lutar entre si e matar-se um ao outro. O rei não ficou satisfeito e deu outra missão ao Alfaiate que era apanhar um unicórnio, o alfaiate assim o fez utilizando a sua esperteza, conseguiu enganar o unicórnio que ficou com o chifre preso numa árvore, acabando por ser apanhado. Ainda assim o rei não estava satisfeito e deu mais uma missão ao alfaiate que era apanhar um javali selvagem. O alfaiate monta uma armadilha e apanha o javali. Desta vez o rei não teve outro remédio se não deixar o alfaiate casar com a sua filha.</p><p>Assim o pequeno alfaiate apenas com a sua esperteza, e alguma valentia, acabou por conseguir ser rei.</p><p><br/></p><p>Catarina Aires</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-15 21:09:23 UTC</pubDate>
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