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      <title>E.M.P.A.T.H.Y. by Fernando Cesar Balbino</title>
      <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy</link>
      <description>Como aplicar elementos desse método para a melhoria da comunicação e da relação professor-estudante?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-11 13:23:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1675501505</link>
         <description><![CDATA[<div>A <a href="https://youtu.be/ZTmrtM7yydg">Dra. Helen Riess se refere à saudação <strong><mark>sawubona</mark></strong></a>, de uma tribo da África do Sul, e que significa <strong><mark>eu vejo você</mark></strong>.<br>Ela também afirma que:</div><ul><li>precisamos ver uns aos outros para despertar e pôr em movimento o potencial do outro;</li><li>a maioria das pessoas precisa ver seus atributos refletidos nos olhos dos outros a fim de vê-los em si mesmos.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 14:04:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1675521937</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Momento pipoca &amp; guaraná</strong><br><br>No filme Avatar (2009), do diretor James Cameron, a expressão <strong><mark>I see you</mark></strong> também é usada pelos Na’vi, povo nativo de Pandora.<br><br>Você pode conferir isso na cena aí em cima, em que a conexão e o acolhimento superam aparências e diferenças, além de poder renovar o "sopro de vida" de uma pessoa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 14:17:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hear</title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1676807762</link>
         <description><![CDATA[<div>E.M.P.A.T.<strong><mark>H</mark></strong>.Y.<br><br>A <strong>escuta ativa</strong> significa ouvir a pessoa como um todo, além das palavras verbalizadas - é sobre <em>ouvir os batimentos do coração</em>.<br><br><em>Dar voz</em> aos estudantes - para falarem sobre suas dificuldades, suas preferências pessoais, seus hobbies, do que não gostam de fazer, do que lhes incomodam - pode ser um passo significativo na melhoria da comunicação empática.<br><br>Diante do atribulado dia a dia da rotina escolar, o professor pode deixar passar despercebidas as oportunidades de espaços para que o estudante se expresse sobre assuntos além dos conteúdos de ensino.<br><br>Considerando-se que a timidez ou outros fatores podem impedir que um estudante se comunique oralmente, é importante que o professor se utilize de instrumentos diversificados para essa <strong>escuta ativa</strong>. Por exemplo, pequenos questionários escritos podem ser sugeridos para que o estudante possa se expressar sobre seus sentimentos e emoções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 13:29:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Muscles of facial expression</title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1676971606</link>
         <description><![CDATA[<div>E.<strong><mark>M</mark></strong>.P.A.T.H.Y.<br><br>O sorriso é terapêutico e faz bem para quem o oferece e para quem o recebe.<br><br><a href="https://veja.abril.com.br/saude/sorrir-faz-tao-bem-para-o-corpo-quanto-praticar-exercicios-fisicos/">Os efeitos do sorriso podem ser equivalentes aos efeitos de uma atividade física</a> - é, portanto, um gesto simples da musculatura facial para beneficiar a própria saúde física e emocional.<br><br>Um sorriso estampado no rosto pode favorecer a "atmosfera" empática dentro de um ambiente, como a sala de aula, de modo a aliviar tensões e promover a leveza e a abertura para se estabelecer a conexão comunicacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 15:19:09 UTC</pubDate>
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         <title>Eye contact</title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1677007062</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>E</mark></strong>.M.P.A.T.H.Y.<br><br>A <a href="https://youtu.be/ZTmrtM7yydg">Dra. Helen Riess afirma que o contato visual</a>:</div><ul><li>é a 1ª indicação de que fomos notados por alguém;</li><li>nos remonta ao início do vínculo materno-infantil (quer coisa melhor que colinho de mãe?!)</li></ul><div><br>No uso excessivo de tecnologias de comunicação, o contato visual é frequentemente prejudicado durante oportunidades presenciais de diálogos pelas distrações causadas pelos smartphones - isso pode, inclusive, causar fadiga emocional em quem está falando por causa das interrupções sucessivas que "quebram" a sequência de pensamentos que se deseja comunicar verbalmente.<br><br>Assim, o contato visual do professor com o estudante pode <em>materializar</em> o interesse pelo que se está comunicando - seja para expressar atenção quando o estudante deseja expor uma dúvida ou dificuldade, seja para motivar a participação, em especial quando ele rompe as próprias barreiras e encoraja-se para expor sua compreensão sobre um conteúdo ou opinar sobre um tema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 15:43:49 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre a empatia no ensino remoto e na EaD</title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1677112819</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como pôr a empatia em ação no ensino remoto ou na Educação a Distância (EaD)?</strong><br><br>Dos elementos do método E.M.P.A.T.H.Y., o contato visual (<strong>E</strong>ye contact) se perde com as câmeras fechadas ao longo de uma aula online e o tom de voz (<strong>T</strong>one of voice) do estudante não é ouvido pela substituição do microfone pela digitação de breves e truncadas mensagens de texto.<br><br>Do ponto de vista do professor, podemos considerar o uso de alguns recursos como atenuadores da ausência física:<br><br></div><ul><li>em textos elaborados pelo professor, o contato visual (<strong>E</strong>ye contact) pode ser "emulado" pelo uso do pronome <strong>você</strong> seguido por verbos conjugados na 2ª pessoa do singular, como forma de favorecer a conexão na comunicação;</li><li>as expressões faciais (<strong>M</strong>uscles of facial expression) podem ser comunicadas textualmente, ainda que de maneira limitada, pela utilização de <strong>emojis</strong>;</li><li>o afeto (<strong>A</strong>ffect) pode ser transmitido através de perguntas e saudações - <em>Como você está?</em>, <em>Eu lhe desejo uma harmoniosa semana</em> - que antecedem ou perpassam a apresentação de conteúdos;</li></ul><div><br>Claro que essas são apenas algumas poucas reflexões que certamente podem ser enriquecidas pelas suas experiências. Por isso, deixamos aqui o convite: vamos dialogar sob a tutoria da empatia? ;-)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 17:08:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1677124065</link>
         <description><![CDATA[<div>Somos seres humanos e, por isso mesmo, propensos a "altos" e "baixos" em nosso dia a dia.<br><br>Nem sempre estaremos em condições de distribuir sorrisos e oferecer acolhimento.<br><br>Mas toda vez que for possível, aproveitar uma oportunidade para o <strong>exercício da empatia</strong> há de ser um caminho para <strong>nossa melhor versão</strong> e para relacionamentos e <a href="https://youtu.be/9dsUVU7ERK4">dias melhores</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 17:17:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tone of voice</title>
         <author>fernandocesarbalbino</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1684269701</link>
         <description><![CDATA[<div>E.M.P.A.<strong><mark>T</mark></strong>.H.Y.<br><br>Sobre o tom de voz, vale a pena compartilhar um conto que diz muito a esse respeito:<br><br><a href="http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3363&amp;stat=0">Corações distantes</a><br><br>Assim, conforme ilustra o conto, o tom de voz suave aproxima, ao passo que um tom estridente tende a ser um obstáculo na comunicação e afastar as pessoas.<br><br>No artigo <a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1701200812.htm">Quem fala mais alto mais alto</a>, a psicóloga Rosely Sayão comenta sobre a poluição sonora dos centros urbanos e a interferência desse problema no próprio ambiente escolar.<br><br>Além disso (ou também por isso), é comum entrarmos em uma escola e ouvirmos a algazarra proveniente das salas de aula - e o professor gritando mais alto na tentativa de ser ouvido.<br><br>No mesmo artigo já citado, Rosely Sayão alerta para a necessidade de se ensinar as crianças a se comunicarem em um tom suave - uma estratégia para que as habilidades de comunicação sejam educadas e desenvolvidas desde cedo.<br><br>Compreendemos que esse é um desafio para o professor nas salas de aulas, especialmente na Educação Básica. Mesmo assim, na medida do possível, o tom de voz suave, sereno, atencioso, é um exercício e uma prática necessários e valiosos para sensibilizar o próprio estudante, pelo exemplo, para que ele próprio se esforce para a adequação do seu modo de falar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 15:08:27 UTC</pubDate>
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         <title>A empatia presente no cinema</title>
         <author>vinieduardo_ortfernan</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1686439637</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Data de lançamento: </strong>24 de abril de 2011<br><strong>Diretor: </strong>Jeff Bleckner<br><strong>Produção:</strong> Andrew Gottilieb, Gerald R. Molen<br><br><strong>Além da sala de aula</strong> é um filme norte-americano, baseado em fatos reais: conta a história de uma professora (Stacey Bess) que desde pequena queria lecionar. Ela consegue seu primeiro emprego em um novo programa de ensino para crianças sem teto, nos Estados Unidos, na cidade de Salt Lake em 1987. Ao chegar ao abrigo ela se sente completamente desanimada, devido ao clima hostil, e vários outros problemas, como a diferença de idade entre as crianças, a má alimentação e a falta de carteiras e livros, além dos roubos dos poucos recursos que o abrigo tinha. No começo ela queria desistir, mas ao conhecer melhor as crianças ela decide continuar, ela vai em busca de recursos para a escola, sem sucesso ela mesma compra alguns materiais para deixar a sala mais agradável para ensinar as crianças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 17:27:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Affection</title>
         <author>vinieduardo_ortfernan</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1686607496</link>
         <description><![CDATA[<div>E.M.P.<strong><mark>A</mark></strong>.T.H.Y.<br><br>Segundo o pensador Jean Piaget, o <strong>desenvolvimento intelectual </strong>se divide em dois componentes: o cognitivo e o <strong>afetivo</strong>, que caminham juntos. Para ele, toda ação e pensamento são ações cognitivas, representadas pelas estruturas mentais, e <strong>afetivas</strong>, representadas por uma estrutura energética, que é a <strong>afetividade</strong>.<br>“Quando a <strong>relação afetiva</strong> entre o professor e sua turma é positiva, as crianças desenvolvem melhor sua memória, autoestima, vontade e pensamento”, afirma Tágides Renata Mello, coordenadora da Educação Infantil da Escola Educare e professora do Centro Universitário de São Roque. “Esses aspectos influenciam o desenvolvimento cognitivo, pois é preciso ter vontade, estar confortável e feliz no ambiente escolar para de fato querer estudar. Não há aprendizado sem <strong>afetividade</strong>”. <br><br><sup>Fonte: </sup><a href="https://novaescola.org.br/conteudo/17883/afetividade-na-educacao-infantil-a-importancia-do-afeto-para-o-processo-de-aprendizagem"><sup>Nova Escola</sup></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 19:22:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Posture</title>
         <author>vinieduardo_ortfernan</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1686849106</link>
         <description><![CDATA[<div>E.M.<strong><mark>P</mark></strong>.A.T.H.Y.<br><br>A <strong>postura</strong> ideal de um professor<br><br>Ao se conscientizar de sua importância como líder de uma equipe chamada "sala de aula", o professor deverá exercer sua autoridade de forma natural e realizar o gerenciamento da turma de forma democrática e afetiva.<br>Um professor-líder que sabe motivar, que gera empatia e admiração da turma e que tem o domínio do processo de ensino-aprendizagem, certamente terá mais sucesso durante suas aulas e conseguirá ensinar mais e melhor.<br>A seguir, veja as principais atitudes que um professor deve ter para ser considerado um líder efetivo:<br><br><strong>1 – Dê o exemplo</strong> – Seja o que você quer ver no outro. Se vista adequadamente, tenha um vocabulário apropriado, mantenha uma boa aparência, participe de corpo e alma dos eventos da escola e cumpra os horários.<br><br><strong>2 – Postura</strong> – Movimento corporal contínuo – O corpo diz muito sobre você mesmo e os outros. Gestos, postura e posição são sinais da tentativa do seu corpo trazer à tona os seus sentimentos. <br><br><strong>3 – Construção empática</strong> – Breves conversas no início da aula, quando estiver passeando pela sala de aula, demonstrando o interesse real no aluno podem ser uma grande fonte de energia para fazer com que ele siga em frente e que alguém sempre vai estar presente para escutá-lo. <br><br><strong>4 – Personalização</strong> – A personalização tem uma força muito grande na formação do vínculo afetivo. Quando chamamos um aluno pelo nome resgatamos em sua memória hereditária a sensação de segurança e o convidamos para fazer parte de nosso grupo.<br><br><strong>5 – Troque a crítica pelo reforço positivo</strong> – As pessoas preferem ser inspiradas a serem criticadas. Valorize tudo aquilo que você quer que seus alunos repitam.<br><br><strong>6 – Lidere com entusiasmo</strong> – A sala de aula é um palco e o professor é um dos atores. Portanto, quando for aparecer em cena, demonstre entusiasmo. O entusiasmo é contagiante e todos adoram estar perto desse professor.<br><br><strong>7 – Estimule confiança até nas pequenas coisas</strong> – Somos motivados pelas pessoas em quem confiamos. A confiança é conquistada não apenas por meio dos grandes feitos, mas por meio das pequenas coisas que fazem parte do nosso cotidiano e muitas vezes nem percebemos.<br><br><strong>8 – Critique de forma direta</strong> – Evite dar feedback avaliativo com respostas subjetivas ou não muito claras para o aluno.&nbsp; Permita que o aluno compreenda o seu erro de forma simples e direta. Seja objetivo para manter a relação de confiança.<br><br><strong>9 – Esteja aberto à opinião</strong> – Se os professores forem exemplos de sensibilidade e receptividade e solicitarem feedback de si mesmos, aumentam a chance de encontrar aceitação por parte dos demais colaboradores. <br><br><strong>10 – Saiba escutar</strong> – De todas as habilidades associadas à boa comunicabilidade, a mais importante é a escuta. A escuta reflexiva baseia-se na empatia. Pense no ponto de vista do interlocutor – não se precipite diante de descrições imprecisas dos fatos; atente para os sentimentos ocultos no subtexto antes de apressar-se em corrigir ou tecer uma opinião.<br><br><sup>Fonte: </sup><a href="https://direcionalescolas.com.br/lideranca-em-sala-de-aula/"><sup>Liderança em sala de aula</sup></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 23:30:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Your response</title>
         <author>vinieduardo_ortfernan</author>
         <link>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1687350695</link>
         <description><![CDATA[<div>E.M.P.A.T.H.<strong><mark>Y</mark></strong>.<br><br>O objetivo da <strong>resposta do professor </strong>ao aluno no processo de aprendizagem, mais conhecido como <strong>feedback,</strong> é colaborar para a melhora de desempenho do estudante. Ela deve proporcionar ao aluno dicas e orientações para que ele se sinta capaz de aperfeiçoar alguma característica sua. Seguem algumas dicas para um bom <strong>feedback</strong>:<br><br><strong>1. Ser educativo</strong><br>Fornecer um feedback significa dar aos alunos uma explicação sobre o que estão fazendo corretamente e onde estão errando. No entanto, o foco deve se basear no que está certo. É mais produtivo para a aprendizagem de um aluno quando é apresentada a explicação junto a um exemplo, indicando onde ele foi preciso e o que faltou. Existe um conceito para orientar esse momento, o “sanduíche de feedback”: elogio, correção, elogio.<br><br><strong>2. Feedback imediato<br></strong>Quando o feedback é dado imediatamente após à demonstração de aprendizagem, o aluno responde positivamente e se lembra da experiência de forma confiante. Caso contrário, o aluno não consegue ligar a resposta do professor ao que foi anteriormente apresentado e avaliado.<br><br><strong>3. Exercite a empatia com todos os alunos individualmente<br></strong>É vital que cada aluno seja considerado individualmente. É importante ter cuidado para não desencorajar a aprendizagem e criar danos à autoestima. Um equilíbrio entre não querer ferir os sentimentos do aluno e fornecer incentivo adequado é essencial.<br><br><strong>4. Faça as quatro perguntas</strong><br>Um feedback de qualidade considera essas quatro questões:</div><ul><li>O que o aluno pode fazer?</li><li>O que não pode fazer?</li><li>Como é seu trabalho em relação aos outros da turma?</li><li>Como ele pode melhorar?</li></ul><div><br><strong>5. Acompanhamento<br></strong>Acompanhamentos regulares com os estudantes permitem que eles próprios entendam sua evolução.<br><br><strong>6. Um encontro particular</strong><br>Uma reunião somente entre professor e aluno é um dos meios mais eficazes de fornecer <strong>feedback</strong>. Ele estará ansioso pela atenção, além de ganhar um momento para fazer perguntas. Esses encontros devem ser otimistas, incentivando o aluno a olhar para frente. A reunião não precisa durar mais do que 10 minutos, sequer necessita ser presencial: uma videoconferência também funciona nesse momento.<br><br><strong>7. Prática de elogios sinceros</strong><br>Um feedback efetivo, mesmo quando for para elogiar, é objetivo, prático e com base numa avaliação que o aluno pode perceber. Os mesmos elogios constantes e a longo prazo podem perder o sentido para os alunos e levá-los ao desânimo, principalmente se perceberem que eles merecem os elogios, mas que não são elogiados verdadeiramente.<br><br><sub>Fonte: </sub><a href="https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/7-dicas-para-fazer-um-feedback-eficaz-aos-alunos/"><sub>Desafios da Educação</sub></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 04:15:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandocesarbalbino/cae_usp_empathy/wish/1687350695</guid>
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