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      <title>Educação Especial - Caso 2 by </title>
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      <description>Criado em 14.04.22</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-18 18:50:20 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Especial</title>
         <author>mariaangelicaeducacao</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Caso 2</strong></div><div>No início do ano letivo uma escola de ensino fundamental recebeu uma família que queria matricular seu filho João, de 8 anos, diagnosticado com TEA, comprovado via laudo médico. Logo de início a mãe apresentou um atestado médico solicitando um professor especialista para acompanhar o filho em sala de aula. A família deixou claro estar cientes dos direitos de seu filho estabelecidos em lei. Diante do caso apresentado como o diretor(a) pode acolher esta família e responder a essa solicitação?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 18:51:10 UTC</pubDate>
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         <author>mariaangelicaeducacao</author>
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         <pubDate>2022-04-18 18:55:48 UTC</pubDate>
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         <author>mariaangelicaeducacao</author>
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         <pubDate>2022-04-18 20:09:28 UTC</pubDate>
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         <title>Respaldo legal para atendimento ao TEA </title>
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         <description><![CDATA[<div>Parágrafo único. Em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular, nos termos do inciso IV do art. 2º , terá direito a acompanhante especializado.<br>Quem avalia essa necessidade é a equipe pedagógica da escola, não o médico ou a família.<br>O profissional de apoio não está especificado na lei qual seria seu perfil.<br>O professor especialista será oferecido no papel do professor de Educação Especial. Que atende esse aluno na sala de recursos. E esse professor de AEE dá suporte ao professor da sala, ao profissional de apoio e ainda tem contato com a família.&nbsp;<br>É preciso que exista uma fala clara de levar informação à família e até mesmo ao professor. E que todos os atores que cercam a criança trabalhem em conjunto em prol dessa criança.<br>Concluindo, primeiramente deve-se priorizar o acolhimento dessa criança e da família. Depois mostrar para a família esse respaldo legal que o munícipio tem e a flexibilidade de acompanhar esses casos pontualmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 13:07:56 UTC</pubDate>
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