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      <title> Um Mundo Pandêmico by Bruno Dominguez da Silva</title>
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      <description>Segundo ano</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-06 11:18:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Literatura.</title>
         <author>stefannysousa453</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio</strong>: Adventista da Liberdade.<br><strong>Data</strong>: 10/09/2021.<br><strong>Estudantes</strong>: Stefanny Victória Sousa(2º ano C), Robert Souza(2º ano C), Pedro Miranda (2º ano B) e Liz Paula (2º ano C).<br><strong>Professor</strong>: Bruno Dominguez.<br><strong>Atribuições:</strong><br>Fotojornalismo: Pedro Miranda;<br>Canção: Pedro, Stefanny e Robert.<br>Crônica: Robert e Pedro.<br><br><br><strong>Tema</strong>: mundo pandêmico.<br><strong>Tópico</strong>: sedentarismo.<br> <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; <strong>Crônica</strong>:<br>Eu tenho um par de sapatos velhos. Comprados há quinze anos, nunca senti falta durante as caminhadas de manhã. Depositei cuidado e vigor juvenil todos os dias, o suor manchado nas roupas brancas era minha testemunha. Na baixa dos sapateiros, ninguém desconhecia meu rosto, correndo e pulando, de canto a canto. <br>Meu suspiro cansado ao encarar sua solidão no canto da casa, abandonado perto da lixeira, me fez questionar: quando começou? Quando me senti tão cansado sem sequer sair de casa? Quando comecei a deixar de lado meu companheiro de viagem? Quem devo culpar? Quem devo acusar?<br>Foram aqueles dias, ora pois, culpe aqueles malditos dias de pânico no mundo. Desconheci o prazer de trabalhar e confiei no alívio ardil da tecnologia digital. Encontrei tempo para interagir com meu velho camarada, mas escapou de mim quando vi os novos episódios de uma nova série na Netflix.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Canção</strong>: (🎼)<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá.<br>Só quem consegue sentir essa magia<br>Transforma qualquer lugar em alegria<br>E quando você pula, pula até suar<br>E não se cansa<br>É pura adrenalina no ar.<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá.<br><strong>Compositores</strong>: Sergio Feio / Durval De Xororo / Tiaozinho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 14:52:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Literatura.</title>
         <author>stefannysousa453</author>
         <link>https://padlet.com/bdominguezdasilva/7vd81s6w31n9taq0/wish/1736843780</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio</strong>: Adventista da Liberdade.<br><strong>Data</strong>: 10/09/2021.<br><strong>Estudantes</strong>: Stefanny Victória Sousa(2º ano C), Robert Souza(2º ano C), Pedro Miranda (2º ano B) e Liz Paula (2º ano C).<br><strong>Professor</strong>: Bruno Dominguez.<br><strong>Atribuições:</strong><br>Fotojornalismo: Pedro Miranda;<br>Canção: Pedro, Stefanny e Robert.<br>Crônica: Robert e Pedro.<br><br><br><strong>Tema</strong>: mundo pandêmico.<br><strong>Tópico</strong>: sedentarismo.<br> <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; <strong>Crônica</strong>:<br>Eu tenho um par de sapatos velhos. Comprados há quinze anos, nunca senti falta durante as caminhadas de manhã. Depositei cuidado e vigor juvenil todos os dias, o suor manchado nas roupas brancas era minha testemunha. Na baixa dos sapateiros, ninguém desconhecia meu rosto, correndo e pulando, de canto a canto. <br>Meu suspiro cansado ao encarar sua solidão no canto da casa, abandonado perto da lixeira, me fez questionar: quando começou? Quando me senti tão cansado sem sequer sair de casa? Quando comecei a deixar de lado meu companheiro de viagem? Quem devo culpar? Quem devo acusar?<br>Foram aqueles dias, ora pois, culpe aqueles malditos dias de pânico no mundo. Desconheci o prazer de trabalhar e confiei no alívio ardil da tecnologia digital. Encontrei tempo para interagir com meu velho camarada, mas escapou de mim quando vi os novos episódios de uma nova série na Netflix.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Canção</strong>: (🎼)<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá.<br>Só quem consegue sentir essa magia<br>Transforma qualquer lugar em alegria<br>E quando você pula, pula até suar<br>E não se cansa<br>É pura adrenalina no ar.<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá<br>Vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá.<br><strong>Compositores</strong>: Sergio Feio / Durval De Xororo / Tiaozinho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 17:14:07 UTC</pubDate>
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         <title>UM MUNDO PANDÊMICO</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio: </strong>Adventista da Liberdade</div><div><strong>Data: </strong>16/09/2021</div><div><strong>Estudantes</strong>: Bruna Victória(2°ano A) e Luís Valdo (2°ano B)</div><div><strong>Professor</strong>: Bruno</div><div><br></div><div><strong><em>TÓPICO: </em></strong>A Vida Por Trás das Máscaras<br><br><strong><em>CRÔNICA</em></strong>:</div><div><strong><em>PENSAMENTOS POR TRÁS DAS MÁSCARAS</em></strong></div><div>Mais uma vez levanto-me, já com a máscara no rosto, algo tão comum que nem notei que estava ali o tempo todo. Mal tomei café e já pensava em ser produtiva o máximo possível, afinal estamos todos em casa, temos que dar o nosso melhor o tempo todo, isso é a prova desse "novo normal", desse novo ser humano super produtivo que devemos ser. Ao sair de casa mais pessoas iguais, com os rostos&nbsp; tapados, todos indo a locais diferentes, mas com a mesma finalidade: Sobreviver. Foi o que essa coisa trouxe, e fez questão de reafirmar para nunca esquecermos que a vida é uma constante luta pela sobrevivência.</div><div>Mas será que estou apta a sobreviver?</div><div>Vou conseguir passar por isso? Não sei.</div><div>Ao chegar no meu trabalho percebo que as pessoas estão cada vez mais irritadas, e eu não fiz nada para elas, mas insistem em descontar em mim algumas de suas mágoas ou dores, mas não ligo para seus problemas, afinal não são meus, já tenho coisas demais para pensar.</div><div>Meio dia, a hora do almoço, percebi alguns colegas que tratam com negligência a situação em que nos encontramos, por isso não saímos da estaca zero, culpa de pessoas como eles.</div><div>Finalmente em casa, depois de mais um dia vivendo, chegou hora de tentar não pensar, de dormir. E mais uma vez levanto-me.</div><div><strong><em>-Luís Valdo</em></strong></div><div><br><br><strong><em>POEMA:</em></strong></div><div><strong><em>PRESENTE INCONSTANTE E A LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA</em></strong></div><div>Um dia como qualquer outro</div><div>Aparentemente sem nada especial</div><div>Até o surgimento de algo invisível</div><div>Afetar as vidas de forma global</div><div><br></div><div>Independente de classe ou raça</div><div>Todos enfrentando a mesma situação</div><div>A brusca mudança de uma rotina</div><div>E passando por adaptação</div><div><br></div><div>Abraços trocados por distância</div><div>Socialização por isolamento</div><div>Sorrisos tapados por máscaras</div><div>E cada vez mais inconstantes momentos</div><div><br></div><div>Por trás de rostos cobertos</div><div>Pessoas tristes e desoladas</div><div>Tentando sobreviver um dia após o outro</div><div>Com sentimento de liberdade violada</div><div><br></div><div>Um presente com esperança do futuro</div><div>Um futuro com lembranças do passado</div><div>Tentativas de fuga da realidade</div><div>Na busca de algo inesperado&nbsp;</div><div><br></div><div>Esse tão sonhado amanhã</div><div>Está cada vez mais perto&nbsp;</div><div>A liberdade que vos foi tomada</div><div>Está chegando em um fim incerto.</div><div><strong><em>-Bruna Victória</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 21:10:34 UTC</pubDate>
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         <title>UM MUNDO PANDÊMICO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio: </strong>Adventista da Liberdade<br><strong>Data: </strong>16/09/2021<br><strong>Estudantes: </strong>Thiago Alves (2°ano A), Luís Henrique (2°ano A), Marcos André (2°ano A), Luan Victor (2°ano A)<br><strong>Professor: </strong>Bruno<br><br><strong>TÓPICO: SUICÍDIO <br><br>CRÔNICA (JORNALÍSTICA): </strong><br><strong>AUMENTO DE CASOS DE SUICÍDIO </strong><br>Como se não bastassem as mortes e o colapso na economia, a pandemia também provoca reflexos na saúde mental das pessoas. Casos de depressão, transtorno de ansiedade e até suicídio aumentaram bastante devido a nova variante do coronavírus, que praticamente confinou o mundo inteiro dentro de suas casas.<br>&nbsp;Nessas últimas décadas segundo a organização mundial da saúde, (OMS) o número de pessoas com depressão teve um aumento significativo. cerca de 5% da população global (aproximadamente 300 milhões de pessoas) convive com tal infortúnio. Infelizmente, o Brasil está em uma posição de destaque nesse contexto histórico, Estimando-se está em primeiro lugar nos casos de depressão de toda a americana latina Impactando mais de 12 milhões de pessoas. (...)<br>Portando, devemos ter mais tempo pra nós mesmos as vezes pensamos muito nos outros e esquecemos da nossa própria saúde mental, também é sempre bom praticar uma atividade física, sair com amigos , e indispensavelmente consultar um profissional da saúde,pois em meio de todos amigos e pessoas que vão estar dispostas a te ajudar,o profissional vai ser a pessoa certa pra isso.&nbsp; contudo devemos estar a todo momento ligados e antenados a nós mesmos,e as pessoas que vivem ao nosso redor.<strong><br>-</strong><strong><em>Autoria Própria</em></strong><strong><br><br></strong><strong><em>POEMA</em></strong><strong>: <br></strong><strong><em>Pra quê se esconder depressão, se vc insiste em ficar</em></strong><br>Não é que surgiu agora <br>Já existe a muito tempo<br>Mas realmente todo esse aumento<br>Preocupa mais do que outrora<br><br>E sobre esse assunto<br>São muitos casos <br>Nenhum deles isolados <br>Tem uma pandemia como plano de fundo<br><br>Nesse tempo tão hostil <br>Basta um pensamento, um gatilho<br>O menor dos empecilhos<br>E la se foi a vida de mais um civil <br><br>Um tempo tão complicado<br>Requer solidariedade<br>Um ato de bondade<br>Com amor e empatia doados<br><br>Se colocar no lugar do outro<br>Entender que está doendo <br>E não precisa ser setembro<br>Pra tentar acalmar um choro<br>E tentar viver esse momento<br><br>E aqui estamos então <br>Esse tempo vai cessar <br>Mas quando esse poema acabar<br>Qual será sua reação?<br><br>Ainda existirão sequelas e lutas<br>E outros problemas surgirão <br>Mas o que você vai fazer então <br>Com aqueles que precisam de ajuda?<br><strong><em>-Autoria Própria</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 00:24:56 UTC</pubDate>
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         <title>Um Mundo Pandêmico</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Colégio Adventista da Liberdade</em></strong></div><div><strong><em>Data:</em></strong> 17/09/2021</div><div><strong><em>Estudantes:</em></strong> Justtino Rocha, Yasmin Evangelista e Yasmin Gabrielle<br><strong><em>Série:</em></strong> 2°A</div><div><strong><em>Professor:</em></strong> Bruno Dominguez&nbsp;</div><div><br><strong><em>Tópico: Depressão<br><br>crônica:<br></em></strong>Passam-se um ano e hoje me pego pensando, não era de apenas 15 dias que todos estavam falando? <br>Testei positivo para a profunda solidão, que estou atravessando sem aglomeração. Vejo todos ao meu redor sendo criativos, fazendo coisas novas e eu parada em uma linha tênue de procrastinação, enquanto uns aproveitam a quarentena para se descobrir, percebo que cada dia que passa eu me esqueço de quem eu sou. Meu suspiro cansado me faz questionar: Quando vou voltar a viver? Quanto eu vou me tornar aquela pessoa novamente? Como eu me tornei uma pessoa tão desconhecida ate para mim mesma? Me sinto inútil, com esse mundo pandêmico, meus pais ficaram desempregados e eu sou incapaz de ajudá-los, cada dia que passa tento sobreviver ao meu maior vilão que são meus pensamentos.<br>Como forma de me distrair desse inimigo ligo a televisão, pessoas comemorando a independência do Brasil e depois esses próprios vão dizer que a OMS está falhando ou será que até hoje pensam que 589 mil mortes foram engano?<br><strong><em>- Autoria Própria<br><br>CANÇÃO:</em></strong><br><br><strong><em>Adorável (part. Khalid)</em></strong></div><div><strong><em>Billie Eilish&nbsp;</em></strong></div><div><br></div><div>Pensei ter encontrado um caminho</div><div>Pensei ter encontrado uma saída (encontrado)</div><div>Mas você nunca vai embora (nunca vai embora)</div><div>Então eu acho que tenho que ficar agora</div><div><br>Oh, espero que algum dia eu consiga sair daqui</div><div>Mesmo que demore a noite toda ou cem anos</div><div>Preciso de um lugar para me esconder, mas não consigo encontrar nenhum por perto</div><div>Quero me sentir vivo, lá fora não consigo enfrentar meu medo</div><div><br></div><div>Não é adorável, completamente sozinha?</div><div>Coração feito de vidro, minha mente de pedra</div><div>Rasgue-me em pedaços, da pele ao osso</div><div>Olá, bem-vindo ao lar</div><div><br></div><div>Indo embora da cidade</div><div>Procurando um lugar melhor (procurando um lugar melhor)</div><div>Algo está em minha mente (mente)</div><div>Sempre no meu espaço vazio</div><div><br></div><div>Mas eu sei que algum dia eu vou conseguir sair daqui</div><div>Mesmo que demore a noite toda ou cem anos</div><div>Preciso de um lugar para me esconder, mas não consigo encontrar nenhum por perto</div><div>Quero me sentir vivo, lá fora não consigo enfrentar meu medo<br><br></div><div>Não é adorável, completamente sozinha?</div><div>Coração feito de vidro, minha mente de pedra</div><div>Rasgue-me em pedaços, da pele ao osso</div><div>Olá, bem-vindo ao lar</div><div>Olá, bem-vindo ao lar</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 18:33:52 UTC</pubDate>
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         <title>CARÊNCIA- TRABALHO DE LITERATURA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio adventista da Liberdade<br>Data: 17/09/2021<br>Alunos: Clara Nascimento→ 2°C, Giovanna Santos Reis→ 2°C, Hallana Gabrielle→ 2°C, Pedro Henrique Félix→ 2°C , Lucas Emanuel→ 2°C&nbsp; e Stephany Amorim→ 2°C<br>Ano: todos da equipe pertence ao 2°C</strong> <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong><em><mark>Carência</mark></em></strong><br><br><strong>Crônica</strong>: <em>Menino do óculos azuis<br></em><br>&nbsp; &nbsp;O seu modo de falar me interessava, não somente a sua feição me proporcionava borboletas na barriga. A sua partida foi como arrancar uma flor de seu vaso anterior e pôr em um solo fértil. Com o tempo o que mais me marcou, foi o seu jeito de ser...<br>&nbsp; Sinto falta de você menino dos óculos azuis. <br><br><br><strong>Paródia</strong> →<strong>música</strong>: <em>João de Barro</em><br><strong>Cantor</strong>: <em>Renato Viana</em><br><br>O meu desafio é andar sozinha<br>Esperar no tempo os nossos destinos<br>Não olhar pra trás, esperar na paz<br>O que me traz<br>A ausência do seu olhar<br>Traz nas asas um novo dia<br>Me ensina a caminhar<br>Mesmo eu sendo menina, aprendi<br>Oh, meu Deus, me traz de volta esse menino<br>Porque tudo que eu tenho é o seu amor<br>Joaninha-de-barro, eu te entendo agora<br>Por favor, me ensine como guardar meu amor<br><br>O meu desafio é andar sozinho<br>Esperar no tempo os nossos destinos<br>Não olhar pra trás, esperar na paz<br>O que me traz<br>A ausência do seu olhar<br>Traz nas asas um novo dia<br>Me ensina a caminhar<br>Mesmo eu sendo menino, aprendi<br>Oh, meu Deus, me traz de volta essa menina<br>Porque tudo que eu tenho é o seu amor<br>João de Barro, eu te entendo agora<br>Por favor, me ensine como guardar meu amor<br>Oh, meu Deus, me traz de volta essa menina<br>Porque tudo que eu tenho é o seu amor<br>João de Barro, eu te entendo agora<br>Por favor, me ensine como guardar meu amor<br>Oh, meu Deus, me traz de volta essa menina<br>Porque tudo que eu tenho é o seu amor<br>João de Barro, eu te entendo agora<br>Por favor, me ensine como guardar meu amor<br>Meu amor...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 19:25:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Amizade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Colégio Adventista da Liberdade</em></strong></div><div><strong><em>Data:</em></strong> 17/09/2021</div><div><strong><em>Estudantes:</em></strong> Andriele (2C), Marco Antônio (2C), Leonardo (2B), Maiane (2A).</div><div><strong><em>Professor:</em></strong> Bruno Dominguez&nbsp;</div><div><br><strong><em>Tópico: </em></strong><strong>Amizade</strong><strong><em><br><br>Crônica:</em></strong></div><blockquote><em>O que faço da minha vida? Duvido de tudo e de todos, agora que fico sozinha com minha mente não sei mais ao certo quem eu sou, quem eu me tornei. Disseram que era para haver distanciamento por causa da doença, sinto que levei a sério demais, hoje são poucos os amigos que eu mantenho um simples diálogo, são poucos os amigos que me conhecem, felizmente apesar de tudo conheci amigos que estão comigo para tudo, não no sentido literal claro, o mundo ainda não voltou aos eixos, mas eles estão sendo meu suporte e minhas estruturas para prosseguir.</em></blockquote><div><br><strong>Canção (Shawn Mendes - Never be alone) [Adaptada] :</strong></div><blockquote>Eu prometo que um dia estarei ao seu lado</blockquote><div><br></div><blockquote>Te protegerei, te manterei viva</blockquote><div><br></div><blockquote>Mas agora, está tudo muito louco</blockquote><div><br></div><blockquote>E eu não sei como parar ou ir mais devagar</blockquote><div><br></div><blockquote>Ei</blockquote><div><br></div><blockquote>Eu sei que há algumas coisas sobre as quais precisamos falar</blockquote><div><br></div><blockquote>E eu não posso ficar</blockquote><div><br></div><blockquote>Apenas me deixe te abraçar um pouquinho mais</blockquote><div><br></div><blockquote>Aqui está! pegue uma fração do meu coração</blockquote><div><br></div><blockquote>E o torne todo seu </blockquote><div><br></div><blockquote>Assim, quando estivermos separados</blockquote><div><br></div><blockquote>Você jamais estará só</blockquote><div><br></div><blockquote>Jamais estará só (2x)</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 20:59:25 UTC</pubDate>
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         <title>Solidão - Trabalho de Literatura e Redação:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio:</strong> Adventista da Liberdade<br><strong>Data:</strong> 17 / 09 / 2021<br><strong>Professor:</strong> Bruno Dominguez<br><strong>Estudantes:</strong> Beatriz Paulafoés Barbosa (2º Ano – C), Cauã de Oliveira Mota de Souza (2º Ano – C ), Davi da Silva Jesus (2º Ano – C) e Karoline Rodrigues de Freitas (2º Ano – C).<br><br><br>Tema: Mundo Pandêmico <br>Tópico: Solidão <br><br> <strong><em>Crônica:</em></strong></div><div><br></div><div>&nbsp;Duas horas da manhã e as minhas lágrimas mais uma vez marcaram presença, na minha mente um vazio e vários pensamentos, tudo ou nada, um turbilhão de sentimentos. Às vezes eu paro pra refletir será que eu sou o meu próprio veneno? Quanto mais eu penso, mais vai diminuindo a minha vontade de ir vivendo.<br><br></div><div>&nbsp;Já na minha barriga a fome, não é só de comida que meu corpo precisa, ele tem fome de amor, sede de carência e desejo de companhia. Jogado ao chão meu fone de ouvidos, pode parecer meio estranho, mas ele é o único que está sempre comigo... Em meio ao tanto caos, me vi sem amigos.<br><br></div><div>&nbsp;Olhando o telefone, me lembrei dos momentos antigos, em que eu me via feliz... Agora me sinto como um lixo, não é exagero me comparar com aquele fone de ouvido, só que diferente dele, estou jogada ao abismo, quanto mais eu grito, sinto que mais fraca eu fico.<br><br></div><div>Autoria própria.<br><br><br><strong><em>Canção:</em></strong><br><br>Colina Violeta<br>Foi um longo e escuro dezembro<br>Dos telhados, eu me lembro<br>Tinha neve, neve branca<br><br>Claramente, eu me lembro<br>Das janelas, eles estavam assistindo<br>Enquanto nós congelávamos lá embaixo<br><br>Quando o futuro é arquitetado<br>Por um carnaval de idiotas em amostra<br>Seria melhor você ficar quieto<br><br>Se você me ama<br>Não vai me deixar saber?<br><br>Foi um longo e escuro dezembro<br>Quando os bancos tornaram-se catedrais<br>E uma raposa tornou-se Deus<br><br>Padres agarraram-se às bíblias<br>Ocas para acomodar seus rifles<br>E a cruz foi segurada no alto<br><br>Enterre-me em uma armadura<br>Quando meu corpo cair no chão<br>Minha coragem são postes que não congelaram<br><br>E se você me ama<br>Não vai me deixar saber?<br><br>Eu não quero ser um soldado<br>Com um capitão de um navio náufrago<br>E com a neve muito distante<br><br>Então, se você me ama<br>Porque me deixaria ir?<br><br>Eu levei meu amor para a colina violeta<br>Lá nós nos sentamos na neve<br>O tempo todo, ela permaneceu em silêncio<br>Disse, se você me ama não vai me deixar saber?<br>Se você me ama não vai me deixar saber?<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 23:06:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um Mundo Pandêmico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio: Adventista da Liberdade&nbsp;<br>Data: 17/09/2021<br>Professor: Bruno Dominguez<br>Estudantes: Samuel Pereira (2º ano C), Brenda Sousa (2º ano C), Talita Mariane (2º ano C)<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Tema: Mundo Pandêmico<br>Tópico: Relacionamento<br><br></strong><br></div><div><strong>Crônica:</strong></div><div>Meu amor, essa crise afastara nosso relacionamento. Tirou alegria, tirou palavras, roubou meu coração, que você havia roubado, mas deixe-me te compensar, antes de meu amor por ti morrer completamente, permita-me fazer algo bom para você.&nbsp;<br><br></div><div>Quero lhe comprar um presente, mas meu dinheiro acabou, dei grande parte a minha família e uma pequena parte que sobrou se tornou comida para este mês.<br><br></div><div>Meu pai colecionava armas, mas antes de morrer vendeu todas e torrou o dinheiro com besteira. Mas se eu tivesse uma arma agora, venderia, quebraria nossas correntes que nos prendem em nossos lares e fugiríamos, para um lugar bem distante, uma casa, um lugar, para nosso amor continuar a fluir sem o medo causado pelo invisível.<br><br><br></div><div><strong>Canção:</strong></div><div><strong>The Drums – Money<br></strong><br></div><div><strong>Letra em Inglês<br></strong><br></div><div><em>Before I die</em></div><div><em>I'd like to do something nice</em></div><div><em>Take my hand and I'll take you for a ride</em></div><div><em>You hit me yesterday</em></div><div><em>Because I made you cry</em></div><div><em>So before we die, I'd like to do something nice</em></div><div><em>I want to buy you something (But I don't have any money)</em></div><div><em>(No, I don't have any money)</em></div><div><em>I want to buy you something (But I don't have any money)</em></div><div><em>(No, I don't have any money)</em></div><div><em>And if I had a car</em></div><div><em>I would trade in my car</em></div><div><em>If I had a gun, I would trade in my gun</em></div><div><em>Honey we ran from the country</em></div><div><em>When we rushed to the city</em></div><div><em>And now there's nothing to be done, there's nothing to be done</em></div><div><em>There's nothing to be done, there's nothing to be done</em></div><div><em>I want to buy you something (But I don't have any money) </em><em><sup>X5</sup></em></div><div><em>(No, I don't have any money) </em><em><sup>X5</sup></em></div><div><sup>&nbsp;<br></sup><br></div><div><strong>Letra em Português<br></strong><br></div><div><em>Antes de eu morrer</em></div><div><em>Eu gostaria de fazer algo legal</em></div><div><em>Pega na minha mão e te levo para dar uma volta</em></div><div><em>Voce me bateu ontem</em></div><div><em>Porque eu te fiz chorar</em></div><div><em>Então, antes de morrermos, eu gostaria de fazer algo legal</em></div><div><em>Eu quero comprar algo para você (mas eu não tenho nenhum dinheiro)</em></div><div><em>(Não, não tenho dinheiro)</em></div><div><em>Eu quero comprar algo para você (mas eu não tenho nenhum dinheiro)</em></div><div><em>(Não, não tenho dinheiro)</em></div><div><em>E se eu tivesse um carro</em></div><div><em>Eu trocaria no meu carro</em></div><div><em>Se eu tivesse uma arma, trocaria minha arma</em></div><div><em>Querida, nós fugimos do campo</em></div><div><em>Quando corremos para a cidade</em></div><div><em>E agora não há nada a ser feito, não há nada a ser feito</em></div><div><em>Não há nada a ser feito, não há nada a ser feito</em></div><div><em>Eu quero comprar algo para você (mas eu não tenho nenhum dinheiro) </em><em><sup>X5</sup></em></div><div><em>(Não, não tenho dinheiro) </em><em><sup>X5</sup></em></div><div><sup>&nbsp;<br></sup><br></div><div><strong>Compositores: Jonathan Pierce / Jacob Graham / Connor Hanwick</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 00:58:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fiuzabeatrizribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/bdominguezdasilva/7vd81s6w31n9taq0/wish/1754760993</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Colégio: Adventista da Liberdade<br>Professor: Bruno Dominguez <br>Alunas: Beatriz Fiuza, Evany, Andrea, Emilly, Maria Clara Brito, Eduarda, Fernanda. <br>Turma: 2A</em></strong><br><br><br>Crônica:&nbsp;<br><br>Mais um dia cansativo, assim como os outros, sinto-me solitário. Acordei com o intuito de passar o dia com a cara no celular, passando meu dedo para cima e para baixo. Tenho receio de sair de casa, não tenho irmãos e meu pai morreu como consequência do vírus.&nbsp;<br><br>Levantei, peguei o aparelho, as notificações estavam cheias, pessoas me xingando por ter um posicionamento adequado, elogios pelas minhas edições em vídeo, vi o que me mandavam no aplicativo de mensagens, a maioria eram do grupo da sala, resolvi ignorar. O sistema a distância é horrível, não consigo aprender nada, tenho ansiedade e TDH.&nbsp;<br><br>Fiz mais edições, assisti alguns episódios de anime, vi vídeos na internet, chorei um pouco, coloquei ração para meu gato e finalmente resolvi sair do quarto. Minha mãe que estava na sala vendo televisão, olhou para mim e sorriu.&nbsp;<br><br>— Bom dia, querido. — Sentei ao seu lado. — Quais são as atividades de hoje?&nbsp;<br><br>Não vou para as aulas virtuais a muito tempo, mas não consegui contar para ela.&nbsp;<br><br>— Teve história e português.&nbsp;<br><br>— Que bom, querido. — Ela pega algo em seu bolso e me entrega. É um papel de presente. — Não é muita coisa, mas é o que eu posso dar por agora.&nbsp;<br><br>Não sei porque ela falou isso, não tenho motivos para ganhar presente. Eu abri, era um coelho de pelúcia azul, minha cor favorita. Simplesmente lindo.&nbsp;<br><br>O dia passou tedioso como sempre, estava jogando online, quando recebi uma ligação. Quem poderia me ligar? Atendi, porém não pude acreditar. Eram meus amigos, ou pelo menos, os que restaram deles.&nbsp;<br><br>— Feliz aniversário! — Meu aniversário? Eu esqueci.&nbsp;<br><br>— Como você está? — Perguntas e mais perguntas. Eles se preocupam comigo? Eu pensei que eu estava sozinho, mas acho que isso é bom. Acho que isso é motivo para rir.&nbsp;<br><br><br><br>Música: "Life Goes On" – BTS (https://youtu.be/-5q5mZbe3V8)&nbsp;<br><br><br>eoneu nal sesangi meomchwosseo<br>amureon yegodo hana eopsi<br>bomeun gidarimeul mollaseo<br>nunchi eopsi wabeoryeosseo<br>baljagugi jiwojin geori<br>yeogi neomeojyeoissneun na<br>honja gane sigani<br>mianhae maldo eopsi, yeah<br><br>oneuldo biga naeril geot gata<br>heumppeok jeojeobeoryeossne<br>ajikdo meomchujil anha<br>jeo meokgureumboda ppalli dallyeoga<br>geureom doel jul arassneunde<br>na gyeou saraminga bwa<br>mopsi apeune<br>sesangiran nomi jun gamgi<br>deokbune nulleoboneun meonji ssahin doegamgi<br>neomeojin chae cheonghaneun eosbakjaui chum<br>gyeouri omyeon naeswija<br>deo tteugeoun sum<br><br>kkeuti boiji anha<br>chulguga issgin halkka<br>bari ttejijil anha, anha, oh<br>jamsi du nuneul gama<br>yeogi nae soneul jaba<br>jeo miraero daranaja<br><br>Like an echo in the forest<br>haruga doraogessji<br>amu ildo eopsdan deusi<br>Yeah, life goes on<br>Like an arrow in the blue sky<br>tto haru deo naragaji<br>On my pillow, on my table<br>Yeah, life goes on<br>Like this again<br><br>i eumageul billyeo neoege na jeonhalge<br>saramdeureun malhae sesangi da byeonhaessdae<br>Hmm, hmm, hmm dahaenghido uri saineun<br>ajik yeotae an byeonhaessne<br><br>neul hadeon sijakgwa kkeut ‘annyeong’iran mallo<br>oneulgwa naeireul tto hamkke ieobojago<br>Ooh, meomchwoissjiman eodume sumji ma<br>bicceun tto tteooreunikkan<br><br>kkeuti boiji anha<br>chulguga issgin halkka<br>bari ttejijil anha, anha, oh<br>jamsi du nuneul gama<br>yeogi nae soneul jaba<br>jeo miraero daranaja<br><br>Like an echo in the forest<br>haruga doraogessji<br>amu ildo eopsdan deusi<br>Yeah, life goes on<br>Like an arrow in the blue sky<br>tto haru deo naragaji<br>On my pillow, on my table<br>Yeah, life goes on<br>Like this again<br><br>I remember, ooh, yeah, yeah, yeah, yeah<br>I remember, ooh, ooh<br>I remember, hmm, yeah, yeah, yeah, yeah<br>I remember, ooh, ooh<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 17:11:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruno Dominguez da Silva - Haicai...</title>
         <author>bdominguezdasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na janela os vãos<br>Acolhem a brisa gélida<br>Sereno em mim</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 09:27:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sequelados </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Estudantes:&nbsp;<br>Júlia Ellen&nbsp;<br>Rafaelle Almeida&nbsp;<br>Ana Bianca&nbsp;<br>(2 ano B)<br><br>&nbsp;<br>Mais uma manhã fatídica de quarentena, desejar minha antiga rotina tornou-se um processo diário, assim como usar máscara e passar álcool em gel. Ela nem era tão fascinante assim, mas diante das circunstâncias hodiernas é tudo que eu queria agora. As pessoas eram mais gentis e calorosas. Hoje, máscaras cobrem nossos rostos inibindo a chance de um singelo sorriso. O distanciamento social certamente nos fez mais distantes das pessoas, não só fisicamente, diante de tantas mortes no cotidiano, a esperança do antigo normal encontra-se distante. Números que crescem exacerbadamente, são vidas sendo ceifadas dia pós dia, como trivialidade, a falta de empatia é uma sequela da pandemia de coronavírus. Capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa como em um simples gesto de se levantar para uma mulher grávida no metrô tornou-se difícil. Todos estão exaustos do confinamento; incansáveis são os poetas que mesmo diante de tantas mazelas fazem poesia e, aquele poeta no metrô que indignou-se com tal situação pedindo para que levantassem, levantei-me e ofereci o assento. O poeta começou a recitar uma poesia sobre egoísmo, nessa pandemia que nos primeiros meses as pessoas estocavam papel higiênico, máscaras descartáveis e álcool em gel sem pensar no próximo, individualistas em um momento que necessitava de apoio coletivo. Usar máscara é um ato básico de me proteger e proteger o próximo. Minha estação chegou, sigo meu caminho pensando naquele breve acontecimento.<br><br>MÚSICA:<br><br>Me conta da tua janela</strong></div><div>Canção de Anavitória</div><div><br></div><div>Passa aqui depois das seis?<br>Sei lá, 'to com saudade de te encontrar<br>É que aqui em Sampa 'tá quieto demais<br>E as minhas paredes parecem fronteiras</div><div>Se não der, tenta ligar<br>A gente resume a distância<br>Me conta da tua janela<br>Me diz que o mundo não vai acabar<br>Me conta da tua janela<br>E me diz que o mundo não vai acabar</div><div>Daqui, eu vi o tempo parar<br>Pra gente se lembrar da força que é alguém do lado<br>Pra gente entender que nós e o chão somos a mesma coisa<br>E os dias são contados pra gente viver</div><div>Se o tumulto perdurar<br>Acalme esse teu peito aflito<br>Te fiz essa canção, amigo<br>Contigo é que eu quero cantar<br>Eu fiz essa canção, amigo<br>Pro mundo inteiro se curar</div><div>Daqui, eu vi o tempo parar<br>Pra gente se lembrar da força que é alguém do lado<br>Pra gente entender que nós e o chão somos a mesma coisa<br>E os dias são contados pra gente viver</div><div>Passa aqui depois das seis?<br>Sei lá, 'to com saudade de te encontrar<br>Me conta da tua janela<br>Me diz que o mundo não vai acabar<br>Eu fiz essa canção, amigo<br>Pro mundo inteiro se curar</div><div><br>Fonte: <a href="https://www.lyricfind.com/">LyricFind</a></div><div><strong>Compositores: Ana Clara Caetano Costa / Vitória Falcão</strong></div><div><strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 17:06:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bdominguezdasilva/7vd81s6w31n9taq0/wish/1795205028</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Crônica</strong> 2A°<br><br>Equipe: Gustavo Maia, Maria Paula, Maria Clara Nopes<br><br>23 de julho de 2021, completamos 500 dias de pandemia e confesso que não aguento mais, pois sempre tenho a mesma rotina. Eu acordo na hora do almoço, tomo café, fico a tarde inteira fazendo absolutamente nada e vou dormir de madrugada planejando um dia produtivo que eu sei que não vai acontecer. Hoje sinto que será diferente, olho para o relógio ao lado da minha cama e marca 6:30h, sinto que nada pode me deixar para baixo. Levantei da cama e fui tomar um banho gelado pra despertar ainda mais e me dar energia. Moro com minha mãe Dona Ângela, minha irmã Catarina e meu gatinho Nico. A propósito, eu sou o Matheus. Depois do café, eu fui estudar um pouco e após isso resolvi assistir Netflix, quando paro pra perceber já era 17:30h. Então decidi fazer uma corrida em uma praça aqui próxima a minha casa, coloquei minha máscara, calcei meu tênis e parti. Chegando lá, logo noto que tinha uma grande movimentação de pessoas e percebo que estava ocorrendo uma festa clandestina onde havia uma enorme caixa de som, música muito alta, pessoas bebendo, dançando e muitos ostentando armas, o que infelizmente é uma realidade que ocorre constantemente na área onde eu moro, pois a criminalidade é enorme. <br>Logo acordei do transe em que eu estava e comecei a dar meia volta, mas ouço o som de sirene e percebo que a polícia estava chegando, então vi pessoas correndo desesperadamente e percebi que estava em meio ao caos, minha única alternativa era correr também e foi exatamente isso que eu fiz. A polícia chega com uma abordagem agressiva começando uma troca de tiros com os traficantes. Vi algumas pessoas inocentes que estavam passando por ali ou as que estavam na festa e não tinham envolvimento, tentando se proteger por não ter conseguido ir embora a tempo, mas logo me disperso ao sentir uma forte dor na região do abdômen, quando olho percebo que fui atingido por tiros e desabo no chão, percebo tudo ficando escuro e vejo muitas pessoas em cima de mim com expressões assustadas, ouço gritos mas parecia que estavam longe, também vejo desconhecidos me balançando e fazendo perguntas porém não pude escutar o que falavam, pois logo apago.<br>Acordei desnorteado e percebo que ainda era dia 23 de julho de 2021, olho no relógio e vejo que marca 06:30 da manhã, coloco minhas duas mãos no rosto e olho ao redor, logo percebo que estou no meu quarto e tudo isso não passou de um longo sonho bizarro.<br><br><br><em>Música traduzida: Vienna - Billy Joel</em><br>https://youtu.be/2UbzfkI4bUs<br><br>Vá devagar, sua criança louca<br>Você é tão ambiciosa para uma jovem<br>Mas se você é tão esperta, me diga por que ainda tem tanto medo?<br>Onde está o incêndio? Pra quê a pressa?<br>É melhor você se acalmar antes que você perca tudo<br>Você tem tanto o que fazer e tão poucas horas em um dia<br><br></div><div>Você sabe que quando a verdade é dita<br>Você pode conseguir o que quer ou pode apenas envelhecer<br>Você vai desistir antes mesmo de chegar na metade do caminho<br>Quando você vai perceber? Viena espera por você<br><br></div><div>Vá devagar, você está indo bem<br>Você não pode ser tudo o que quer ser antes do seu tempo<br>Embora seja tão romântico no limite hoje à noite, hoje à noite<br>Uma pena, mas é a vida que você tem<br>Você está tão à frente de si mesma que esqueceu o que precisa<br>Embora você possa ver quando você está errada<br>Sabe, você nem sempre vê quando você está certa, você está certa<br><br></div><div>Você tem sua paixão, você tem o seu orgulho<br>Mas você não sabe que apenas tolos ficam satisfeitos?<br>Sonhe, mas não pense que todos eles se realizarão<br>Quando você vai perceber? Viena espera por você<br><br></div><div>Devagar, sua criança louca<br>Tire o telefone do gancho e desapareça por um tempo<br>Tudo bem, você pode se permitir perder um dia ou dois<br>Quando você vai perceber? Viena espera por você<br><br></div><div>Você sabe que quando a verdade é dita<br>Você pode conseguir o que quer ou pode apenas envelhecer<br>Você vai desistir antes mesmo de chegar na metade do caminho<br>Por que você não percebe? Viena espera por você<br>Quando você vai perceber? Viena espera por você<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 03:20:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Crônica 2 ano A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Colégio :Adventista da Liberdade&nbsp;<br>Data : 06/10/2021<br>Estudante: Lorena Pinheiro (2 ano A)&nbsp;<br>Professor: Bruno Dominguez<br><br><br>Crônica:&nbsp;<br><br>Mais um ano se completa a pandemia, onde somos obrigados a conviver com um vírus ridicularizado. Vivemos passando álcool sobre as mãos com medo de se infectar, máscara viro rotina no dia a dia,pessoas morrem a cada manhã,e o nosso presidente nem se importando com a nossas vidas. Homens,mulheres e crianças tendo que viver nessa situação onde nem eles mesmo respeitam.&nbsp;<br><br>Festas e ruas lotadas,até o próprio brasileiro é burro. Como é que vai melhorar essa situação,se nem o ser humano quer evitar esse turbilhão. Vagas limitas nas emergências,fora a educação onde não estivemos por conta dessa corrupção.&nbsp;<br><br>Temos que esconder nossos rostos,ficar marcados de sofrimento. E olha que a coisa mais linda era nosso sorriso a vista,acordamos com medo de notícias piores,talvez seja o fim do mundo. Esse vírus veio para colocar pobre,rico,branco e preto nosso mesmo patamar. Para todos entenderem que somos iguais. Na vida vamos para o mesmo lugar de baixo da terra. Então para quer ter desavenças sobre um grande covid, se somos apenas uma nação.&nbsp;<br><br>Poema:&nbsp;<br><br>Máscara caiem,rosto de sofrimento<br>Vai embora covid,e leva esse tormento&nbsp;<br>Álcool em gel o tempo todo,tenho até que esconder meu rosto?&nbsp;<br><br>Pessoas morrem o tempo todo, cadê nosso presidente que nem liga para os outros<br>Emergência com vagas limitas,<br>Estamos vivendo uma vida banal?&nbsp;<br><br>Educação não tivemos,culpa do brasileiro&nbsp;<br>Que nem respeita o virus e a situação tá que estamos vivendo.&nbsp;<br><br>O brasileiro não tem noção do estrago que está fazendo e nem o bolsonaro com ideias absurdas de que devemos voltar ao normal.&nbsp;<br><br>O brasileiro já foi bom,prefiro viver na esperança de dias melhores.<br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 12:57:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dias difíceis </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong>Colégio Adventista da Liberdade <br>Professor: Bruno<br>Estudantes:<br>Beatriz Santana Gois <br>Elaine Evelyn Santos Alves<br>Felipe Santos Pacheco Araújo<br>(2 ano B)</strong><br><br><br><strong>Crônica:</strong><br>573 dias de pandemia, 1 ano, 6 meses e 25 dias, as aulas presenciais foram suspensas e é louco pensar que a 1 ano a gente nem imaginava o que ia acontecer, fomos para a última aula presencial, sem saber que seria a última, aglomeramos sem saber que seria a última grande aglomeração, adiamos viagens, festas, casamentos, aniversários e formaturas, perdemos o ânimo com o colégio e do trabalho, surtando com o ensino a distância e cogitando desistir, é muito angustiante esperar um retorno sem data marcada, é cansativo realiza compromisso e é frustrante sentir que a nossa vida acadêmica não é a mesma, acordamos pela manhã, e os jornais dizem que hoje o mundo vai acabar por arrogância humana, isso reforça algo que eu nunca ouvir em nenhuma sala de aula, a vida é totalmente imprevisível, e a única certeza que temos e que um dia ela acaba.<br><br><strong>Musica: </strong><br>Deixa eu te espiar<br>Finge que não vê<br>O que temos são janelas<br><br>
</div><div>Deixa eu te espiar<br>Finge que não vê<br>O que temos são janelas<br><br>
</div><div>Em tempos de quarentena<br>Nas sacadas, nos sobrados<br>Nós estamos amontoados e sós<br><br>
</div><div>Em tempos de quarentena<br>Nas sacadas, nos sobrados<br>Nós estamos amontoados e sós<br><br>
</div><div>O que temos são janelas<br>O que temos são janelas<br><br>
</div><div>Deixa eu te espiar<br>Finge que não vê<br>O que temos são janelas<br><br>
</div><div>Em tempos de quarentena<br>Nas sacadas, nos sobrados<br>Nós estamos amontoados e sós<br><br>
</div><div>O que temos são janelas<br>O que temos são panelas<br><br>
</div><div>O que temos são janelas<br>O que temos são janelas<br><br><strong>cantora</strong>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CjrU7mjxdP4">Adriana Calcanhotto <br><strong>Musica</strong>: O Que Temos</a><br><strong>https://www.youtube.com/watch?v=CjrU7mjxdP4</strong>
</div><div>
<br><br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 15:15:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>
<br><br><strong>Colégio adventista da liberdade<br>Aluna: Michele Pereira 2A<br>Professor: Bruno Dominguez<br><br><br>Tópico: Ansiedade<br>&nbsp;<br>O que me tornei?<br>Com o passar do tempo comecei a desconfiar de tudo e de todos,hoje estou em guerra contra minha mente e o meu corpo, não sei mais quem sou,quem me tornei.<br>No início nos alertaram sobre as medidas de distanciamento por conta da doença, e vejo que levei isso muito a sério,hoje são poucas pessoas que confio.<br><br>Estou em luta constante com minha mente...medos e traumas passados que me atormentam diariamente,a dificuldade em aceitar ou tentar mudar o que me tornei.<br>Crises diárias, sentimento de solidão e falta de confiança tomam conta de mim cada vez mais e mais, noites perdidas e a falta de apetite que me trazem preocupação.<br>São poucos que me conhecem, são poucos que ainda mantenho diálogo, apesar de todos os momentos difíceis tenho pessoas que posso contar,que me ajudam mesmo quando perco a esperança e a força de vontade para continuar,as vezes me pego pensando nos momentos felizes que tive...e percebo que agora não me reconheço.<br><br>Duas, três, quatro da manhã na minha mente um turbilhão de pensamentos que não me deixam dormir, o travesseiro encharcado de lágrimas, encolhida entre os lençóis e no peito um imenso vazio.<br>Angústia e solidão...dois sentimentos que me fazem desabar em prantos,o vírus ainda a solta, vacina já liberada mas não nos garante totalmente a cura.<br>São esses os gatilhos que aceleram o meu coração e deixa minha mente em confusão, pergunto-me...&nbsp;como me tornei uma pessoa tão desconhecida até para mim msm? <br>Todos os dias passo tentando enfrentar meu maior filão... eu mesma.<br><br>Canção: Lovely<br>&nbsp;Billie Eilish e Khalid<br><br>Thought I found a way<br>Thought I found a way out (found)<br>But you never go away (never go away)<br>So I guess I gotta stay now<br><br>Oh, I hope some day I'll make it out of here<br>Even if it takes all night or a hundred years<br>Need a place to hide, but I can't find one near<br>Wanna feel alive, outside I can't fight my fear<br><br>Isn't it lovely, all alone<br>Heart made of glass, my mind of stone<br>Tear me to pieces, skin to bone<br>Hello, welcome home<br><br>Walkin' out of town<br>Lookin' for a better place (lookin' for a better place)<br>Something's on my mind (mind)<br>Always in my head space<br><br>But I know some day I'll make it out of here<br>Even if it takes all night or a hundred years<br>Need a place to hide, but I can't find one near<br>Wanna feel alive, outside I can't fight my fear<br><br>Isn't it lovely, all alone<br>Heart made of glass, my mind of stone<br>Tear me to pieces, skin to bone<br>Hello, welcome home<br><br>Whoa, yeah<br>Yeah, ah<br>Whoa, whoa<br>Hello, welcome home<br><br>Canção em português<br><br>Pensei ter encontrado um caminho<br>Pensei ter encontrado uma saída (encontrado).<br>Mas você nunca vai embora (nunca vai embora).<br>Então eu acho que tenho que ficar agora.<br><br>Oh, espero que algum dia eu consiga sair daqui.<br>Mesmo que demore a noite toda ou cem anos<br>Preciso de um lugar para me esconder, mas não consigo encontrar nenhum por perto<br>Quero me sentir vivo, lá fora não consigo enfrentar meu medo.<br><br>Não é adorável, completamente sozinha?<br>Coração feito de vidro, minha mente de pedra.<br>Rasgue-me em pedaços, da pele ao osso<br>Olá, bem-vindo ao lar.<br><br>Indo embora da cidade<br>Procurando um lugar melhor (procurando um lugar melhor).<br>Algo está em minha mente (mente)<br>Sempre no meu espaço vazio.<br><br>Mas eu sei que algum dia eu vou conseguir sair daqui.<br>Mesmo que demore a noite toda ou cem anos<br>Preciso de um lugar para me esconder, mas não consigo encontrar nenhum por perto<br>Quero me sentir vivo, lá fora não consigo enfrentar meu medo.<br><br>Não é adorável, completamente sozinha?<br>Coração feito de vidro, minha mente de pedra.<br>Rasgue-me em pedaços, da pele ao osso<br>Olá, bem-vindo ao lar.<br><br>Olá, bem-vindo ao lar.<br><br>https://youtu.be/qfi-nUjJdkw<br></strong><br><br><br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 01:28:30 UTC</pubDate>
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         <title>SOLIDÃO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Colégio Adventista Da Liberdade&nbsp;<br>Aluno : Pedro Henrique Sousa Lima Santos 2C<br>Professor : Bruno Dominguez&nbsp;<br><br>Tópico - Solidão<br><br>Me sentindo sempre sozinho&nbsp;<br>Sem ninguém para poder conversar&nbsp;<br>As coisas estão mais difíceis&nbsp;<br>Eu só consigo chorar&nbsp;<br><br>Solidão<br>Uma palavra que vai sempre me representar&nbsp;<br>Sou chorão?&nbsp;<br>Acho que não&nbsp;<br>Mas sei que sozinho vou sempre ficar&nbsp;<br><br>Essa é a sensação de um pivete isolado&nbsp;<br>Eu só queria alguém que tivesse do meu lado&nbsp;<br>Essa pandemia me trouxe muitos problemas<br>Ansiedade depressão e outras doenças<br><br>Mais eu sou gigante e nada vai me abalar&nbsp;<br>Eu to com Deus ele vai me abençoar&nbsp;<br>Por isso eu agradeço com as maos pro ar<br>Obrigado meu senhor pela ajuda<br><br>Eu não quero ser melhor ninguém<br>Só quero ser compreendido<br>Determinado e focado&nbsp;<br>Esses são meus apelidos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 02:13:08 UTC</pubDate>
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