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      <title>Linha do Tempo da Equação de 2ºgrau by Diogo dos Santos Pastor</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-16 17:53:53 UTC</pubDate>
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         <title>Uma Breve História da Equação de 2º grau </title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/7ux1ren8kmk8117i/wish/2387063569</link>
         <description><![CDATA[<div>Problemas que recaem numa equação do 2º grau já apareciam, há mais de quatro mil<br>anos em textos escritos em placas de argila na Mesopotâmia, e em papiros no Egito.<br>O objetivo principal deste trabalho é acompanhar o desenvolvimento dessa importante<br>ferramenta matemática através dos diversos métodos de soluções, desde as receitas em<br>prosa, que ensinavam como proceder para determinar as raízes, em exemplos concretos<br>com coeficientes numéricos, até a famosa fórmula geral de resolução. Fórmula essa, que<br>adquiriu o aspecto que tem hoje, somente quando se generalizou o uso de letras para<br>representar os coeficientes de uma equação, a partir dos trabalhos de François Viète<br>(1540-1603) e de René Descartes (1596-1650).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:01:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/7ux1ren8kmk8117i/wish/2387066722</link>
         <description><![CDATA[<div>Desse modo, o propósito é reconstituir pontos importantes do assunto desde os mesopotâmios e egípcios até os dias atuais. Para isso há que se destacar o procedimento de Euclides (300 a.C.) em "Os Elementos" que dedicou algumas proposições sobre construções de aplicações de áreas e sobre o segmento áureo, que se comportam como casos típicos de equações do 2º grau. A seguir tem-se a grande contribuição de hindus e árabes, que introduziram, por meio de receitas e de forma geométrica, o importante método de completar quadrados, fundamental para se chegar à fórmula clássica. Finalmente tem-se as resoluções de Viète e de Descartes que podem ser chamadas, respectivamente, de algébrica e de analítica. Nesses dois casos, especificamente, como se faz atualmente, já se usou letras para representar os coeficientes das equações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>Egito</title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/7ux1ren8kmk8117i/wish/2387070416</link>
         <description><![CDATA[<div>São conhecidos poucos registros do tratamento da equação do 2° grau pelos egípcios, mas<br>os historiadores suspeitam que eles dominavam alguma técnica de resolução dessas equações.<br>Um exemplo encontra-se no Papiro de Berlim e remonta aproximadamente ao ano 1950 a.C.<br>Também foi encontrada no Papiro de Kahun uma resolução da equação, hoje escrita como<br>x² +y²= k, k um número positivo, pelo método da falsa posição, desenvolvido pelos egípcios<br>para resolver equações do 1° grau.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Mesopotâmia</title>
         <author>diogo_pastor</author>
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         <description><![CDATA[<div>O primeiro registro conhecido da resolução de problemas envolvendo a equação do 2°<br>grau data de 1700 a.C. aproximadamente, feito numa tábua de argila através de palavras.<br>A solução era apresentada como uma "receita matemática" e fornecia somente uma raiz<br>positiva. Os mesopotâmios enunciavam a equação e sua resolução em palavras, mais ou<br>menos do seguinte modo:<br>Exemplo: Qual é o lado de um quadrado em que a área menos o lado dá 870?<br>(O que hoje se escreve: x² − x = 870). E a "receita" era:<br>Tome a metade de 1 (coeficiente de x) e multiplique por ela mesma, (0, 5 × 0, 5 = 0, 25).<br>Some o resultado a 870 (termo independente). Obtém-se um quadrado (870, 25 = (29, 5)²)<br>cujo lado somado à metade de 1 vai dar (30), o lado do quadrado procurado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia Antiga</title>
         <author>diogo_pastor</author>
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         <description><![CDATA[<div>Acredita-se que a dificuldade no tratamento com os<br>números, racionais e irracionais, e a falta de praticidade do sistema de numeração grego, que era literal,<br>além do gosto natural pela geometria, levou essa civilização (500 a 200 a.C.) a desenvolver um tratamento<br>geométrico de muitos problemas matemáticos, dentre<br>os quais, a solução de equações do 2° grau.<br>Em "Os Elementos" de Euclides particularmente<br>encontra-se algumas proposições desse tipo de equação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:12:29 UTC</pubDate>
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         <title>Índia</title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/7ux1ren8kmk8117i/wish/2387083786</link>
         <description><![CDATA[<div>A matemática hindu produziu até o renascimento grandes personagens, dentre os quais<br>destacam-se Aryabhata (séc. VI d.C.), Brahamagupta (séc. VII d.C.), Sridhara (séc. XI<br>d.C.) e Bhaskara (1114-1185), que muito contribuíram para a resolução da equação do 2º<br>grau ao resolver problemas. Segundo o próprio Bhaskara a regra que usava e que originou<br>a fórmula atual era devido a Sridhara e que curiosamente é chamada, somente no Brasil, de<br>Fórmula de Bhaskara.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Árabia</title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/7ux1ren8kmk8117i/wish/2387088175</link>
         <description><![CDATA[<div>Se, por um lado, como diz a tradição, os árabes foram responsáveis pelo desaparecimento<br>do saber ocidental, por outro contribuíram para sua preservação. Segundo consta, o extermínio se deu quando, em 641 d.C., o califa Omar mandou que fosse destruída a Biblioteca<br>de Alexandria. E a preservação foi obra de três califas, considerados os grandes patronos da<br>cultura abássida: al-Mansur, Harum al-Rachid e al-Mamum, que durante seus reinados foram<br>responsáveis pela tradução, do grego para o árabe, dos mais importantes escritos científicos<br>conhecidos, entre eles, O Almagesto de Ptolomeu e Os Elementos de Euclides.<br>Al-Mamum fundou em Bagdá, no século IX, um centro científico similar à Biblioteca de<br>Alexandria, denominado Casa da sabedoria (Bait al-hikma), para onde convergiram muitos matemáticos, dentre os quais Mohamed ibn-Musa al-Khowarizmi, que, além de outras obras,<br>escreveu, em 825, Hisab al-jabr wa'lmuqabalah (ciência da restauração e da redução ou ciência das equações), obra de grande potencial didático. Nessa obra, al-Khowarizmi apresenta<br>a equação do 2° grau, bem como sua resolução, de forma retórica, além de uma comprovação<br>geométrica denominada método de completar quadrados, método geométrico distinto do utilizado pelos gregos. Em muitos casos apresentava, tal como seus predecessores somente uma<br>raiz (positiva).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:17:31 UTC</pubDate>
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         <title>China</title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/7ux1ren8kmk8117i/wish/2387099977</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1303, o grande matemático chinês, Chu Shih-chieh, apresentou na obra Ssu-yüan<br>yá-chien (Precioso espelho dos quatro elementos) uma técnica especial para a resolução da<br>equação do 2° grau, baseada em aproximações sucessivas, de grande precisão, denominada<br>método fan-fan, que foi apresentado de forma retórica e encontrava uma única raiz (positiva).<br>Em 1819, o matemático inglês William George Horner reivindicou a descoberta do método<br>fan-fan, rebatizando-o de método de Horner.<br>O método fan-fan usado para encontrar, por exemplo, a solução da equação hoje escrita<br>como x² + 252x − 5292 = 0, consistia no seguinte: partia-se de uma solução aproximada, no<br>caso, x = 19 (a raiz positiva dessa equação está entre 19 e 20), e usava-se a transformação<br>y = x − 19, para obter a equação y² + 290y = 143 em y, cuja solução está entre 0 e 1.<br>Identificando y²<br>com y, obtinha-se uma solução aproximada para essa equação: y =143/291, e assim o valor inicial de x era corrigido para: x = 19 + 143/291<br>= 19, 49. A idéia era repetir o<br>processo a partir desse novo resultado até chegar a um número que não mais se modificasse.<br>No caso, fazendo z = x − 19, 49, obtinha-se a equação em z, z<br>2 + 290, 98z = 0, 66 e, daí:<br>z = 0, 66/291, 98 = 0, 0022, o que já confirmava as 2 casas decimais do valor encontrado no passo<br>anterior (com efeito, os primeiros dígitos dessa raiz são 19, 49226).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 18:25:23 UTC</pubDate>
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         <title>Europa Ocidental</title>
         <author>diogo_pastor</author>
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         <description><![CDATA[<div>Embora ainda não se usasse o formalismo atual, o processo para resolver problemas envolvendo as atuais equações do 2° grau resumia-se na receita usada por Bhaskara. Do século XV ao XVII, muitos foram os matemáticos que desenvolveram formas distintas de representar a resolução da equação do 2° grau.&nbsp;<br>&nbsp;Como por exemplo François Viète (1540-1603) propôs uma mudança de variáveis, que transformava a equação inicial em uma equação incompleta. René Descartes (1596-1650), além de possuir uma notação que diferia da atual somente pelo símbolo de igualdade, desenvolveu um método geométrico para obtenção da raiz positiva.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-17 00:40:16 UTC</pubDate>
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