<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Partilha dos grupos - Oficina de pesquisa qualitativa by Centro de Formação da Ação Educativa</title>
      <link>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn</link>
      <description>Sistematização das apresentações e do debate.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-06 19:05:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-08 20:45:57 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4ac.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>CentrodeFormacaoAE</author>
         <link>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624247872</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Grupo C - Vanessa, Cinthia, Paulinho e Magi.</p></li><li><p>Inventário participativo dos cursinhos populares; grupos de diálogo do Afluentes; Unidade de Formação, pesquisa sobre as atividades de educação popular; Interseccionalidades no Maranhão.</p></li><li><p>Pesquisas estão indo no sentido de olhar o território: quem são os sujeitos, como eles se articulam, se articular com esses sujeitos para fazer junto; ver os sujeitos do território como produtores da pesquisa - isso se relaciona com educação popular.</p></li><li><p>Modo de fazer a pesquisa: de forma respeitosa, não tecer uma narrativa sobre, fazer uma narrativa com, em conjunto. Eles e elas vão estabelecer a narrativa.</p></li><li><p>Qual é a devolutiva? O que fazemos com o material coletado? Devolvemos como publicação? É um dos jeitos. Como isso incide na vida das pessoas. Há uma angústia, uma preocupação com esse nosso comprometimento. </p></li><li><p>Cuidado de ter com os territórios - entender as dinâmicas dos territórios, muitas vezes não estamos inseridos nesses territórios.</p></li><li><p>Os tempos de projeto não são os tempos de maturação para as coisas serem apropriadas. Os tempos são distintos. Como pensar isso?</p></li><li><p>Pensar nossos acúmulos sobre como chegamos nos territórios. Educação tem um acúmulo grande nisso, de como estabelecer essa articulação com os territórios. Chegar "no sapatinho", pra produzir conhecimento junto. Troca e acúmulo entre as áreas.</p></li><li><p>Não depende só das nossas metodologias, depende das características dos territórios e das parcerias.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-08 20:19:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624247872</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>CentrodeFormacaoAE</author>
         <link>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624253851</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Grupo D - Well, Luana, Samuel, Raquel.</p></li><li><p>Não só nos projetos trabalhamos com dados. Nos setores e outras áreas também (Centro de Eventos, RH etc.)</p></li><li><p>Como olhamos para nossos dados da casa, dados internos que se relacionam com os projetos, para além do que realizamos nos projetos em si.</p></li><li><p>Reflexão sobre como dialogamos com educação popular como um todo - momento de escuta, participação, incidência. A pergunta é: essa reflexão se isso tem perpassado em todas as nossas práticas? Pensamos na educação popular cotidianamente, na elaboração do nosso trabalho?</p></li><li><p>O lugar do território. Como que conseguimos preservar esse caminho de diálogo, estar no território ao longo dos anos? Escolas que estivemos em São Paulo (ex: entrada a partir das metodologias participativas) não necessariamente são os mesmos que estamos chegando hoje. Mudança de contexto. Como garantimos a continuidade da pesquisa, a partir da manutenção do vínculo?</p></li><li><p>Outra pergunta: o quanto conseguimos transferir esse lugar de pesquisadoras jovens nos territórios, apropriar para além do olhar acadêmico (ex: projeto dos cursinhos populares). Cada pessoa envolvida se apropriar desse lugar de produtor/a de conhecimento. Apropriação da metodologia, do modo, mesmo que não esteja nos lugares formais da pesquisa (ex: pós-graduação).</p></li><li><p>Para além dos projetos em si, para onde institucionalmente precisamos olhar? Para que essa pesquisa está sendo construída? De modo ampliado.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-08 20:26:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624253851</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>CentrodeFormacaoAE</author>
         <link>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624264010</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Grupo A - Fabrícia, Helô, Cintia Oliveira, Daiane e Denise.</p></li><li><p>Algumas perguntas: o que a instituição entende - o que é projeto? O que é pesquisa?</p></li><li><p>As pesquisas qualitativas vão se desdobrando a partir das nossas conversas e dos caminhos dos projetos. As pesquisas conversam com os objetivos específicos de cada projeto.</p></li><li><p>Os projetos produzem conhecimentos populares - que se desdobram na pesquisa como uma linha de atuação da Ação Educativa. A pesquisa como desdobramento dos projetos. Isso possibilita adentrar os territórios.</p></li><li><p>Nosso lugar - Ação Educativa pensando a partir do eixo Sudeste. Quando entramos em outros territórios, também nos reinventamos, o território apresenta outras possibilidades pra gente. Os projetos não estão fechados, amarrados, eles vão se revelando.</p></li><li><p>Nossa observação como instrumento central para a pesquisa - diário de campo, registrar, revisitar o que a gente escreveu, compartilhar entre nós. Ajudar a tecer esse compartilhamento. Observação como algo central desse processo.</p></li><li><p>Prever dentro dos projetos o espaço da escuta. A gente prevê a atividade, mas não planeja essa escuta intencional, o diagnóstico. Espaço qualificado metodológico para isso.</p></li><li><p>Uma das questões que nos fizemos foi: o que nos dá unidade? A produção de conhecimento que sai dos projetos pode ser uma unidade da nossa atuação.</p></li><li><p>Relação com o financiador - colocamos o produto. Mas quando falamos de educação popular, não lidamos dessa forma. Como equilibramos isso, é uma produção de conhecimento popular. Não padronizar as nossas produções - trazer essas falas dos sujeitos (não refinar, não traduzir). Trazer essa presença, esse corpo, essa voz (lideranças, griôs, marisqueiras etc.)</p></li><li><p>Os produtos finais não precisam ter só um formato - pensar em publicizações diferentes, a partir das demandas locais.</p></li><li><p>Discussão sob a questão do rigor metodológico - negociação com as metodologias.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-08 20:37:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624264010</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>CentrodeFormacaoAE</author>
         <link>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624270425</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Grupo B - Babi, Carol, Paola e Wal.</p></li><li><p>Falamos sobre as pesquisas que estamos diretamente ligados ou que acompanhamos ao longo do tempo.</p></li><li><p>Não fazemos pesquisa com um fim em si mesmo - mas como parte do nossos processos. Transformação da realidade.</p></li><li><p>Hibridismo de metodologias.</p></li><li><p>Não somos observadores neutros. Que chegamos de fora e de cima. Como a pesquisa tem um efeito em nossos mesmos.</p></li><li><p>Necessidade de considerar os acúmulos históricos - é comum ter algum tipo de levantamento para orientar nossa percepção. A gente entende que a realidade é passível de transformação.</p></li><li><p>A pesquisa que é feita de forma externa (tradicional) tem esse efeito de gerar distorção. </p></li><li><p>Talvez a gente se coloque pouco nas nossas pesquisas, enquanto sujeitos. Ainda temos um vínculo forte com os modelos mais acadêmicos de pesquisa.</p></li><li><p>Cuidado de pensar os nossos pressupostos. Não assumir que nossos sujeitos sabem ou não sabem, não assumir que eles não se importam. Estar sempre atentos/as ao elitismo, porque isso afasta do campo da educação popular.</p></li><li><p>Os nossos projetos de monitoramento e avaliação também é produção de conhecimento, como pensamos nossas avaliações etc.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-08 20:45:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/CentrodeFormacaoAE/7ue7z1bco39p50dn/wish/3624270425</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
