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      <title>Há Beleza na Rotina by JULIANY GALINDO</title>
      <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn</link>
      <description>Museu e Curadoria</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-01 00:18:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506467410</link>
         <description><![CDATA[<p>Entre quintais cheios de roupa no varal, paredes descascadas e cadeiras na calçada, pulsa uma estética que não se aprende em museu. Nossa exposição convida o público a redescobrir o poético no que é aparentemente banal: por meio de obras de artistas brasileiros que exploram o cotidiano em suas múltiplas camadas — íntimas, urbanas, afetivas ou políticas — a mostra revela que a repetição diária não é ausência de sentido, mas campo fértil de criação.</p><p>Aqui, o gesto simples é ressignificado: a fila do ônibus, dormir ou descascar um ovo. Entre desenhos que revelam confissões silenciosas, fotografias que capturaminstantes, instalações feitas de objetos ordinários e pinturas que contam pequenas histórias, os trabalhos expostos desafiam a pressa e celebram o tempo que passa devagar.</p><p>Ao transformar a rotina em linguagem visual, celebramos a beleza que nasce da casa vivida, do bairro que respira, do cotidiano que insiste em ser arte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:24:08 UTC</pubDate>
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         <title>Ninho</title>
         <author>carlosgalon1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mariana Riera (Porto Alegre/RS, 1982) </p><p><br/></p><p>O trabalho de Mariana Riera parte, muitas vezes, da pintura e do desenho figurativos para explorar temas ligados à intimidade, à maternidade e ao cotidiano. Algumas de suas obras tomam como ponto de partida imagens de seus filhos, amigos e familiares, capturados em cenas domésticas e em poses não convencionais — como deitados no chão ou em momentos de descanso —, subvertendo os formatos clássicos do retrato e abrindo espaço para reflexões sobre a própria materialidade e processos da linguagem pictórica.</p><p><br/></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.instagram.com/marianariera82/"><sup>www.instagram.com/marianariera82/</sup></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.premiopipa.com/mariana-riera/"><sup>https://www.premiopipa.com/mariana-riera/</sup></a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Memória do território</title>
         <author>julianygalindo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Acervo da Laje (Espaço de Memória artística, cultural e de Pesquisa sobre o subúrbio ferroviário de Salvador)</p><p><br></p><p>Coleção de peças coletadas por José Eduardo e Vilma Santos durante os anos de 2013 e 2020<em>. </em>Mais que simples sinalizações, as placas reunidas contam histórias de um território em movimento, feitas de diferentes materiais, exibem funções diversas foram coletadas nos bairros ou doadas por moradores atentos ao cotidiano. Juntas,<strong> formam uma paisagem gráfica e afetiva</strong>, onde cada mensagem revela um traço da vida suburbana: o deslocamento, o trabalho, o cuidado com o espaço comum. São fragmentos de linguagem urbana que, ao se agruparem, ganham nova força estética e simbólica — <strong>a arte viva do lugar</strong>.</p><p><br></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acervodalaje.com.br/colecao-memoria-do-territorio"><sup>Coleção Memória do Território | Acervodalaje</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>O museu do pobre é a parede de casa</title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506474122</link>
         <description><![CDATA[<p>Bea Machado (Rio de Janeiro, RJ, 1992) </p><p><br>Da série de pinturas chamada “Altares, festas e fé” na qual a artista pesquisa a íntima relação entre o sagrado e profano e a partir daí fabulo espaços que caminham entre altares e prateleiras de bar, cultos religiosos e rodas de samba.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://beamachado.com"><sup>beamachado.com</sup></a><sup>&nbsp;</sup></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://instagram.com/beamachado"><sup>instagram.com/beamachado</sup></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.premiopipa.com/bea-machado/"><sup>https://www.premiopipa.com/bea-machado/</sup></a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:28:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sem título </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506474474</link>
         <description><![CDATA[<p>Zazo ( Maceió, 1990?) </p><p><br/></p><p>Zazo é jornalista e documentarista. Em um de seus trabalhos fotográficos, ele documenta o cotidiano do bairro da Levada, em Maceió, durante os dias de chuva, registrando a rotina das pessoas em meio às ruas alagadas.</p><p><br/></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/p/CufpisgLYyL/?img_index=6"><sup>https://www.instagram.com/p/CufpisgLYyL/?img_index=6</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:29:09 UTC</pubDate>
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         <title>BRASÍLIA TEIMOSA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506478129</link>
         <description><![CDATA[<p>BÁRBARA WAGNER ( Brasília, 1980)</p><p><br/></p><p>Sua prática fotográfica é centrada no “corpo popular”  e nas expressões culturais de grupos sociais muitas vezes marginalizados  e nas estratégias que esses corpos desenvolvem para ganhar visibilidade e subverter normas entre os campos da cultura pop e da tradição. Em Brasília Teimosa, a artista documenta o cotidiano e registra hábitos, corpos, expressões culturais e códigos de beleza e consumo e pertencimento das pessoas na praia da zona sul de Recife. As fotos tem cores saturadas, poses perfomáticas que se aproxima da fotografia publicitária. </p><p><br/></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cargocollective.com/barbarawagner/Brasilia-Teimosa-Stubborn-Brasilia"><sup>https://cargocollective.com/barbarawagner/Brasilia-Teimosa-Stubborn-Brasilia</sup></a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:31:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Futebol Moleque</title>
         <author>carlosgalon1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Samuel Macedo (Crato/CE, 1984) </p><p><br/></p><p>Fotógrafo e viajante, Samuel é um cearense do mundo,observando os muitos personagens que povoam seu território e andando nas margens que aprendeu a flagrar o etnográfico e o poético, percebendo em traços e gestos narrativas das gentes do Brasil a fora.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.samuelmacedo.com"><sup>www.samuelmacedo.com</sup></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.premiopipa.com/samuel-macedo/"><sup>https://www.premiopipa.com/samuel-macedo/</sup></a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:32:26 UTC</pubDate>
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         <title>A verdade é mais bonita do que o que qualquer um prefira acreditar</title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506486522</link>
         <description><![CDATA[<p>Elvira Freitas Lira (Arcoverde, PE, 1999) </p><p><br/></p><p>Pintora autoditada desde criança, Elvira trabalha com colagens, pinturas, escritos e poesias com um forte viés biográfico. Sua produção atravessa questões do feminino, trazendo uma abordagem que vai do íntimo ao coletivo, do individual ao universal.</p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://instagram.com/elvirafreitaslira/"><sup>instagram.com/elvirafreitaslira/</sup></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.premiopipa.com/elvira-freitas-lira/"><sup>https://www.premiopipa.com/elvira-freitas-lira/</sup></a></p><p><br></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mitsy Queiroz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506492405</link>
         <description><![CDATA[<p>Mitsy Queiroz ( Recife, 1988) </p><p><br></p><p>É um artista visual travestigênere, pernambucano morador do Pina seu trabalho tem um abordagem experimental e sensível que tem como conceito Poéticas do fracasso, onde falhas, desvios são explorados no processo criativo. E tem uma narrativa que dialoga tempo, corpo e dissidência de gênero.&nbsp; Em eu e você há uma reflexão sobre o corpo que rompe com a ordem, cria o desvio, abre&nbsp; espaço para outras narrativas possíveis e o imprevisto. Ovo que quebra, outro que resiste representa e trata sobre fragilidade, força, afeto e enfrentamentos.</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://extrato.art/mitsy-queiroz"><sup>https://extrato.art/mitsy-queiroz</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:41:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mensagem</title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506495565</link>
         <description><![CDATA[<p>Eduardo Montelli (Porto Alegre/RS, 1989)</p><p><br></p><p>A prática do artista transita entre performance, vídeo, fotografia e arquivamento. Seus trabalhos expõem diversas inquietações acerca da influência de documentações, narrativas e outras formas de “inscrição de si” no modo como vivemos e somos reconhecidos socialmente. A partir de um processo de improvisação e experimentação cotidiana nos espaços que habita, especialmente as casas em que vive, produz imagens que entrecruzam ficção e realidade, materialidade e virtualidade, revelando uma identidade em constante construção e desconstrução.&nbsp;</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.cargocollective.com/eduardomontelli"><sup>www.cargocollective.com/eduardomontelli</sup></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.premiopipa.com/eduardo-montelli/"><sup>https://www.premiopipa.com/eduardo-montelli/</sup></a></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:43:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Acervo da Laje </title>
         <author>julianygalindo</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506500241</link>
         <description><![CDATA[<p>Mika Esse (Salvador/BA, 2021)</p><p><br/></p><p>As peças gráficas criadas por Mika Esse para divulgar os eventos do acervo vão além da função informativa — são expressões pulsantes do cotidiano suburbano. Com cores, traços e <strong>símbolos que dialogam com a estética das ruas</strong>, elas traduzem vivências locais e reverberam a força criativa da comunidade. Cada cartaz, lambe-lambe ou arte digital não só anuncia um acontecimento, mas também abre espaço para a circulação de outros artistas, ampliando redes, afetos e olhares sobre o território. </p><p><br/></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acervodalaje.com.br/colecao-mika-esse"><sup>Coleção Mika Esse | Acervodalaje</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:46:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506514583</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Estes artistas nos lembram que o extraordinário não está longe</strong> — está onde menos se espera, mas sempre se repete na casa, na rua, no corpo, no agora, ou seja, não está longe: ele habita o agora, escondido nos pequenos rituais de existir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 00:58:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506518740</link>
         <description><![CDATA[<p>A vida no subúrbio é atravessada por desafios, mas também por um profundo senso de comunidade, de afeto e de resistência.<strong> Há potência estética no modo como se compartilham os espaços</strong> que pulsa com a verdade de quem vive.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 01:01:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506521839</link>
         <description><![CDATA[<p>Em casa acontecem momentos, tão comuns, que revelam uma estética da intimidade —<strong> onde o lar não é cenário, mas criação contínua</strong>. Na repetição desses gestos diários, reencontramos sentido, afeto e força. Porque no fundo, viver também é compor. E cada dia vivido, um ato de arte invisível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 01:03:27 UTC</pubDate>
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         <title>Negreiro</title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506596269</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana Elisa Improta (1997, Salvador/Bahia)</p><p><br></p><p>Em suas obras a artista traz pinturas em pastel oleoso retratam cenas cotidianas e reflexões sobre a situação de coletivos (modais de transporte). Sabe da importância de se retratar e expressar presença negra em processos de elaborações estéticas, sobretudo nas periferias da cidade de Salvador, a despeito dos padrões estabelecidos pelos grupos que se acham detentores das regras de como a Arte deve ser feita e vista.</p><p><br></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acervodalaje.com.br/colecao-ana-elisa-improta"><sup>https://www.acervodalaje.com.br/colecao-ana-elisa-improta</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 01:48:07 UTC</pubDate>
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         <title>Curadoria coletiva</title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506603342</link>
         <description><![CDATA[<p>Carlos Eduardo Galon da Silva </p><p>Juliany Galindo</p><p>Sandra Amalia Santos Januario </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 01:53:34 UTC</pubDate>
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         <title>PROJETO CURATORIAL</title>
         <author>carlosgalon1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Universidade Federal Rural de Pernambuco- UFRPE</strong></p><p><strong>Licenciatura em Artes Visuais com ênfase em digitais</strong></p><p><strong>Disciplina</strong>: Museu e Curadoria</p><p>&nbsp;Profª Drª Gleyce Kelly Heitor&nbsp; e Tutor José Joaquim De Araújo Filho</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 02:02:49 UTC</pubDate>
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         <title>VERIFICAÇÃO APRENDIZAGEM</title>
         <author>carlosgalon1</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3506622569</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>PARTE 1 – PESQUISA AMPLA</strong></p><p><br/></p><p>1) A pesquisa será realizada pelos grupos previamente organizados;</p><p>2) Os temas escolhidos por vocês, estão listados abaixo, com dicas de</p><p>artistas listadas pela professora;</p><p>3) A pesquisa consiste na elaboração de um projeto curatorial para uma</p><p>exposição de artes visuais, coletiva e temática.</p><p>a) Pesquisar no mínimo 10 artistas, no máximo 12 artistas, que poderiam</p><p>estar na exposição, a partir do tema eleito. Lembrando que vamos</p><p>trabalhar, neste projeto, apenas com artes visuais (pinturas, esculturas,</p><p>vídeos, instalações, grafite, fotografias, etc.);</p><p>b) Escrever um resumo de até 300 palavras falando da relação de cada</p><p>artista sobre o tema;</p><p>c) Ilustrar o resumo com imagens das obras que vocês encontraram, que</p><p>indicam a relação do artista com o tema; Obras que vocês gostariam que</p><p>estivessem na exposição, pois dialogam com o tema.</p><p><br/></p><p><strong>PARTE 2 – FAZENDO ESCOLHAS</strong></p><p>1) Dos artistas pesquisados, vocês irão precisar eleger apenas 6 que irã o fazer parte da sua exposição;</p><p>2) A partir da escola dos artistas e das obras, os artistas deverão ser organizados em três subtemas/núcleos para sua exposição;</p><p>3) Justifiquei a presença de cada artista e obra nos subtemas/núcleos, com um texto de até 300 palavras por núcleo.</p><p><br/></p><p><strong>PARTE 3 - APRESENTAÇÃO DO TRABALHO</strong></p><p>1) O trabalho deve ser entregue escrito e apresentado oralmente, na data combinada;</p><p>2) Pode ser organizado em PPT, Canvas, Prezi. Pode ser criado um site ou página de Instagram, desde que caiba todos os textos, núcleos e passo a passo descrito acima. A parte escrita deverá ser postada em PDF, no AVA.</p><p>3) Não esqueça de incluir na apresentação: nome da disciplina, nome da professora, nome da dupla, as referências utilizadas na pesquisa.</p><p>4) Cada grupo terá 10 minutos para apresentação oral do trabalho.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 02:05:25 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>ESSE, Mika. <strong><em>Acervo da Laje</em></strong>. Colagem digital, 2021. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acervodalaje.com.br/colecao-mika-esse?lightbox=dataItem-knjs181f">https://www.acervodalaje.com.br/colecao-mika-esse?lightbox=dataItem-knjs181f</a></p><p>&nbsp;</p><p>QUEIROZ, Mitsy. <strong><em>Eu e você</em></strong>. Fotografia performance, 2017-2019. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://extrato.art/mitsy-queiroz/eu-e-voce">https://extrato.art/mitsy-queiroz/eu-e-voce</a></p><p>&nbsp;</p><p>IMPROTA, Ana Elisa. <strong><em>Negreiro</em></strong>. Pastel oleoso sobre tela, 70x50 cm, 2018. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://static.wixstatic.com/media/d78ebf_8078d9aa7359479bb31d82bc2b2f99b9~mv2.png/v1/fill/w_334,h_417,al_c,q_85,enc_auto/d78ebf_8078d9aa7359479bb31d82bc2b2f99b9~mv2.png">https://static.wixstatic.com/media/d78ebf_8078d9aa7359479bb31d82bc2b2f99b9~mv2.png/v1/fill/w_334,h_417,al_c,q_85,enc_auto/d78ebf_8078d9aa7359479bb31d82bc2b2f99b9~mv2.png</a></p><p>&nbsp;</p><p>LIRA, Elvira Freitas. <strong><em>A verdade é mais bonita do que o que qualquer um prefira acreditar</em></strong>. Técnica mista sobre tela, 40 x 50 cm, 2023. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2024/03/imagemelvira14-Elvira-Freitas.jpg">https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2024/03/imagemelvira14-Elvira-Freitas.jpg</a></p><p>&nbsp;</p><p>MACEDO, Samuel. <strong><em>Futebol Moleque</em></strong>, fotografia, série “Futebol de rua”, fotografia, medidas variáveis, 2015. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2024/03/3-Co%CC%81pia-de-11498028275_7cb234273b_o-Samuel-Macedo.jpg">https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2024/03/3-Co%CC%81pia-de-11498028275_7cb234273b_o-Samuel-Macedo.jpg</a></p><p>&nbsp;</p><p>MACHADO, Bea. <strong><em>O museu do pobre é a parede de casa</em>.</strong> Série “Altares, festas e fé”, óleo e acrílica sobre tela, 130 x 100cm, 2024.</p><p>&nbsp;</p><p>MONTELLI, Eduardo. <strong><em>Mensagem</em></strong>. Fotografia, 2015. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/04/Mensagem_-Fotografia-sem-data.jpg">https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2020/04/Mensagem_-Fotografia-sem-data.jpg</a></p><p>&nbsp;</p><p>RIERA, Mariana. <strong><em>Ninho</em></strong>. Pastel, lápis grafite e de cor, guache e acrílica sobre papel, 230 × 150 cm, 2020. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/04/3-Mariana-Riera.jpg">https://d2yzvs8qffn37r.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/04/3-Mariana-Riera.jpg</a></p><p>&nbsp;</p><p>SANTOS, Vilma; José Eduardo. <strong><em>Memória do Território</em></strong>. Objetos, 2020. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acervodalaje.com.br/colecao-memoria-do-territorio">https://www.acervodalaje.com.br/colecao-memoria-do-territorio</a></p><p>&nbsp;</p><p>WAGNER, Bárbara. <strong><em>Brasília Teimosa</em></strong>. Série de 22 fotografias / Impressão fotográfica sob plexiglass 20 x 30 cm Recife, Brasil, 2005-2007. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cargocollective.com/barbarawagner/Brasilia-Teimosa-Stubborn-Brasilia">https://cargocollective.com/barbarawagner/Brasilia-Teimosa-Stubborn-Brasilia</a></p><p>&nbsp;</p><p>ZAZO. <strong><em>Sem título</em></strong>. Fotografia, dimensões 1080 x 1350 pixels, 2023. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/p/CufpisgLYyL/?img_index=6">https://www.instagram.com/p/CufpisgLYyL/?img_index=6</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 22:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>RESUMO</title>
         <author>julianygalindo</author>
         <link>https://padlet.com/julianygalindo/7tm7woxuplbuacdn/wish/3507720705</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Seleção e Pesquisa dos artistas e obras</strong></p><p><br/></p><p>Inicialmente, nossa temática foi Museu comunitário como foco no presente por ser uma tema rica, porém muito ampla passamos a discutir e reformular essa temática  a partir dos projetos indicados pelos professores da disciplina de Museu e Curadoria, o Acervo da Laje (BA) e o Museu dos Menos (RJ) discutimos. </p><p><br/></p><p>Procuramos afunilar o tema pelo que havia em comum e por uma linha relacionada que podemos selecionar os artistas. Definimos, então, o cotidiano  como ponto central, e passamos a pesquisar por artistas nesse contexto: Artistas periféricos e não periféricos que retratam a vida diária, trazem elementos da rotina ou aquilo que é comum nos lares, na vida. </p><p><br/></p><p>Além disso, também priorizamos a diversidade de técnicas de representação, mas escolhas dos artistas, incluindo ilustração, fotografia objetos, como placas. Assim escolhes 10 artistas e uma: Mariana Rivera (Porto Alegre/RS, 1982), "<strong>Ninho</strong>" (2020), uma obra em pastel, lápis grafite e de cor, guache e acrílica sobre papel, medindo;  Bea Machado (Rio de Janeiro/RJ, 1992), “<strong>O museu do pobre é a parede de casa</strong>" (2024), da série "Altares, festas e fé", em óleo e acrílica sobre tela; Elvira Freitas Lira (Arcoverde/PE, 1999), “A verdade é mais bonita do que o que qualquer um prefira acreditar" (2023), técnica mista sobre tela; Mika Esse (Salvador/BA, 2021), colagem digital do Acervo da Laje (2021); Bárbara Wagner (Brasília/DF, 1980), fotografias da série "<strong>Brasília Teimosa</strong>” (2005-2007), que inclui impressões fotográficas sob plexiglass em diferentes dimensões; Zazo (Maceió/AL, 1990?),  <strong>fotografia sem título</strong> (2023); Samuel Macedo (Crato/CE, 1984), fotografia Futebol Moleque" (2015), da série "Futebol de rua", fotografia; Ana Elisa Improta (Salvador/BA, 1997), "Negreiro" (2018), pintura em pastel oleoso sobre tela; Mitsy Queiroz ( Recife,PE 1988),<strong> Eu e Você</strong>, foto perfomace; Projeto Acervo da Laje, "<strong>Memória do Território</strong>" (2020) que são placas reunidas do Acervo da Laje, por José Eduardo  e Vilma Santos;  E Eduardo Montelli  Porto Alegre/RS (1989), obra “Mensagem”, fotografia.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Divisão dos Núcleos Temáticos </strong></p><p>Para compor o projeto curatorial da exposição de artes visuais com temática definida, após a pesquisa dos artistas organizamos os artistas em três subtemas ou núcleos, que formam a exposição intitulada “Há Beleza na Rotina”: Núcleo Casa, aborda a intimidade do cotidiano doméstico; Núcleo Subúrbio, como experiêncial social carregada de resistência, beleza das dinâmicas comunitárias;  E o Núcleo (Extra)Ordinário, representa a reinvenção do banal, da performatividade cotidiana, o que repetido, falho, improvisado. Separamos todos os artistas pesquisados nos núcleos, mas definimos que os dois primeiros artistas de cada núcleo como os artistas principais, totalizando os seis artistas. No Núcleo Casa, foram selecionadas as obras "Ninho, de Mariana Riera,  que parte do ambiente familiar e da rotina íntima, e "O museu do pobre é a parede de casa", de Bea Machado pela força simbólica do espaço doméstico como um lugar sagrado e artístico. O Núcleo Subúrbio é composto por "Brasília Teimosa", de Bárbara Wagner, pela expressividade do corpo popular e os códigos de beleza das pessoas periférica e a crítica que a série carrega a publicidade desses corpos, e a obras sem título, de Zazo porque dialoga com a ideia de beleza do cotidiano, mas pela em contextos de adversidade e resiliência dos moradores frente à precariedade da vida urbana periferica. Já no Núcleo (Extra)Ordinário, integram a seleção a obra “Eu e você”, de Mistsy Queiroz, por explorar a dissidência de corpo, tempo e identidade e rompimentos de narrativas e do não convencional e várias camadas que a obra proporciona dentro do contexto existir e resistir no cotidiano, e as Placas, peças coletadas por José Eduardo e Vilma Santos, do Projeto Acervo da Laje, pela sinalização que vira vestígio, memoria da vida comum que transforma o utilitário em obra de arte. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-02 00:32:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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