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      <title>Educação e ações afirmativas: uma política necessária by Ricardo Liberal</title>
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      <description>Avaliação, em formato Padlet, solicitada pela professora Lícia Maria Souza dos Santos, da disciplina EDU 308 – Sociologia da Educação.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 00:21:30 UTC</pubDate>
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         <title>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS)</title>
         <author>ricardoliberal</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>EDU308 – Sociologia da Educação<br>Letras – Língua Portuguesa – 2021.2</strong><br><strong>Docente:</strong> Lícia Maria Souza dos Santos<br><strong>Discentes:</strong> Bianca Matos, Bruna Letícia, Débora Machado, Pâmela Porto, Ricardo Liberal e Tásila Possidônio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 00:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade negra, educação e silenciamento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>“<strong>A educação para o negro representa um ato de resistência</strong>, já que o direito a Educação se constitui como uma negação histórica que com outros recortes ainda perdura. Compreendemos que nesse processo há uma marca histórica [...], o que justifica a invisibilidade do negro nas contribuições expressas para construção da sociedade brasileira.” (DAMASCENA, MIRANDA, SILVA, 2018)</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 01:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>Cotas raciais não são um favor.</title>
         <author>ricardoliberal</author>
         <link>https://padlet.com/ricardoliberal/7tfxj8keexqa4rb8/wish/1916824226</link>
         <description><![CDATA[<div>Este vídeo, produzido pelo “<strong>Canal Preto</strong>”, é uma pequena amostra (em matéria de duração, é claro) que reafirma as cotas raciais como uma forma de <strong>“reparação histórica”</strong> (apesar de ser impossível reparar 400 anos de violência ininterrupta) pela escravidão e desigualdade sofrida pelos negros após a abolição da escravatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 01:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Cota não é esmola!</title>
         <author>ricardoliberal</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa é uma canção de Bia Ferreira, cantora e compositora marcada pela potência da sua voz e o conteúdo de suas letras, que são realmente um soco no nosso estômago.&nbsp;<strong>O tema da reparação à herança secular no Brasil por meio de iniciativas públicas foi abordado de uma forma muito contundente.</strong><br><br>O mais curioso desse vídeo é que ela está cantando essa aula de consciência social para uma platéia de brancos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 01:45:05 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>ricardoliberal</author>
         <link>https://padlet.com/ricardoliberal/7tfxj8keexqa4rb8/wish/1916912505</link>
         <description><![CDATA[<div>COSTA, Gilberto. <strong>Cresce total de negros em universidades, mas acesso é desigual.</strong> Agência Brasil, 2020. Disponível em: https://is.gd/4NVAfo. Acesso em: 27 de nov. de 2021.<br><br>DAMASCENA, Q. S.; MIRANDA, E. O.; SILVA, M. C. P. <strong>Identidade Negra, Educação e Silenciamento:</strong> o olhar pedagógico para a aplicação da lei 10.639/03. Rio de Janeiro: Revista Teias, 2018. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistateias/article/view/29461. Acesso em: 28 de nov. de 2021.<br><br>FERRAZ, Ricardo. <strong>Sobre a Lei de Cotas e Acessibilidade. </strong>2014. Disponível em: https://www.researchgate.net/figure/Figura-1-Charges-do-cartunista-Ricardo-Ferraz-Figure-1-Charges-of-cartunist-Ricardo_fig1_336249320. Acesso em: 05 de dez. de 2018.<br><br>FERREIRA, Bia (Sofar Latin America). <strong>Cota Não é Esmola | Solar Curitiba.</strong> Youtube, 29 de jan. de 2018. Disponível em: https://youtu.be/QcQIaoHajoM. Acesso em: 25 de nov. de 2021.<br><br>FILHO, Manuel Alves. <strong>A meritocracia é um mito que alimenta as desigualdades.</strong> Campinas: Jornal da Unicamp, 2017. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/06/07/meritocracia-e-um-mito-que-alimenta-desigualdades-diz-sidney-chalhoub. Acesso em: 06 de dez. de 2021.<br><br>LUZ, Narcimária Correia do Patrocínio. É preciso africanizar a universidade. In: <strong>Educação, região e territórios:</strong> formas de inclusão e exclusão. Jaci Maria Ferrraz de Menezes, Elizabeth Conceição Santana; Maria do Sacramento Aquino (Orgs). Salvador: EDUFBA, 2013, p. 173-185.<br><br>PEREIRA, Fábio Ricardo. <strong>Ações afirmativas no Brasil como garantia ao princípio constitucional da igualdade. </strong>Âmbito Jurídico, 2014. Dísponivel em: https://ambitojuridico.com.br/cadernos/direito-constitucional/acoes-afirmativas-no-brasil-como-garantia-ao-principio-constitucional-da-igualdade/. Acesso em: 05 de dez. de 2021.<br><br>PIOVESAN, Flávia. <strong>Ações afirmativas no Brasil.</strong> Revista Estudos Feministas, 2008. <br><br>PRETO, Canal. <strong>COTAS raciais NÃO SÃO um favor! | Canal Preto.</strong> Youtube, 27 de nov. de 2018. Disponível em: https://youtu.be/qvjyu4AeA0I. Acesso em: 26 de nov. de 2021.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 02:22:10 UTC</pubDate>
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         <title>É preciso africanizar a universidade!</title>
         <author>ricardoliberal</author>
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         <description><![CDATA[<div>Texto que foi utilizado no momento do seminário. Em <strong><em>“É preciso africanizar a universidade”,</em></strong> Narcimária Correia do Patrocínio Luz nos expõe à questões fundamentais para a nossa discussão, evidenciando algumas estratégias ideológicas que são tomadas nesse intuito de manter a reprodução social de superioridade dos grupos dominantes, além de apresentar a <strong>Universidade como a "casa grande"</strong>, espaço que está sob o comando dos “colonizadores”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 12:45:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>“O desafio agora é garantir a permanência dos alunos”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“As cotas [...] são apenas o começo, pois serão necessários investimentos em políticas de permanência.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 16:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Cotas raciais: a favor ou contra?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Argumentos a favor:</strong></div><ul><li>Sociedade brasileira é historicamente racista e desigual;</li><li>As oportunidades para negros e brancos são claramente desiguais no país;</li><li>O dever do Estado em democratizar o acesso à universidade e incluir a população negra nesse processo.</li></ul><div><strong>Argumentos de quem é contra:</strong></div><ul><li>O famoso argumento de uma suposta <strong>“Meritocracia”</strong>;</li><li>Interpretações ao pé da letra da Constituição: “<em>A Constituição de 1988 estabelece a igualdade entre todos os brasileiros</em>”;</li><li>Menor grau de cobrança (em relação à pontuação) para ingresso nas universidades.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-06 02:25:29 UTC</pubDate>
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         <title>“Equidade”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sendo ele um termo diferente de igualdade: compreendemos que as pessoas, elas são diversas; elas são diferentes e algumas, hoje, têm sistemas de privilégios enquanto outras desfrutam da ausência de igualdade de oportunidades, tendo em vista um histórico que lhe antecedeu.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-06 02:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>UERJ e a Política de Cotas</title>
         <author>bdamascenodias32</author>
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         <description><![CDATA[<div>No ano de 2000,&nbsp;<strong>A UERJ foi a</strong> <strong>primeira universidade pública brasileira a utilizar um critério de cotas</strong> <strong>em seu vestibular,</strong> que não só considerava os critérios raciais, mas também, o econômico dos estudantes. Inicialmente a lei proposta pelo governador Anthony Garotinho (PSB), tinha reserva de 50% das vagas para&nbsp; estudantes de escolas públicas. Em seguida, criou-se uma reserva de 40% para negros e pardos, incluindo as cotas raciais nas parcelas destinadas às cotas sociais. <br><strong>Estima-se que metade dos alunos que prestaram esse vestibular entraram na universidade pelos critérios de cotas.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 02:02:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para refletir!</title>
         <author>ricardoliberal</author>
         <link>https://padlet.com/ricardoliberal/7tfxj8keexqa4rb8/wish/1933317088</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nos perguntamos:</strong> como o aluno com necessidades especiais permanecerá na Universidade, se não há acessibilidade? Como os pobres seguirão estudando, se antes precisam de condições para sobreviver?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 12:04:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ricardoliberal</author>
         <link>https://padlet.com/ricardoliberal/7tfxj8keexqa4rb8/wish/1933387767</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>“A universidade é a <strong>‘casa grande’</strong>, espaço territorial eivado dos valores de prolongação neocolonial, onde a intelligentsia assume o papel de chefarias [...] procurando assegurar as estratégias que consolidem a ‘casa grande’, tentando manter a geração de africano-brasileiros no confinamento da <strong>senzala</strong>. [...] Nosso desafio nesse cenário perverso é fundar outro território para além da ‘senzala’, o <strong>‘kilombo’</strong>.” (LUZ, 2013, p. 181)</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 12:46:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que são Ações Afirmativas?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em relação às ações afirmativas, o ex-ministro Joaquim Barbosa, de forma BRILHANTE, desenvolve o conceito a seguir: <em>“As ações afirmativas se definem como políticas públicas (e privadas) voltadas à concretização do princípio constitucional da igualdade material e à neutralização dos efeitos da discriminação racial, de gênero, de idade, de origem nacional e de compleição física. [...] a igualdade deixa de ser simplesmente um princípio jurídico a ser respeitado por todos, e passa a ser um objetivo constitucional a ser alcançado pelo Estado e pela sociedade.” </em>(GOMES; SILVA, 2003, p. 90)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 19:06:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ricardoliberal/7tfxj8keexqa4rb8/wish/1936746401</link>
         <description><![CDATA[<div>Através da imagem podemos refletir sobre o mito da meritocracia. O sujeito acima, claramente contra ações afirmativas, acredita que todos têm as mesmas oportunidades, excluindo o contexto social que atravessa o ambiente escolar.&nbsp;<br>Por meio das discussões fomentadas durante as aulas, pela perspectiva de Pierre Bourdieu, entendemos como a educação pode reafirmar desigualdades e legitimar privilégios.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:14:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/06/07/meritocracia-e-um-mito-que-alimenta-desigualdades-diz-sidney-chalhoub" />
         <pubDate>2021-12-08 20:17:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mude a minha ideia!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse vídeo, Marcelo Madureira, ex Casseta &amp; Planeta, recebeu algumas pessoas que pensam diferente dele para conversar sobre a sua fala <strong>“</strong><strong><em>A política de cotas atrapalha o Brasil</em></strong><strong>”</strong> e tentar mudar a sua ideia.<br><br>O vídeo está recheado de bons debates e informações, rico em todos os pontos, e, nos debates prevalece o respeito. Marcelo, apesar do pensamento que pouco considera o histórico desigual do Brasil e outras realidades sociais que não sejam a sua, <strong>buscou ouvir e entender o outro lado da história.</strong> Ao fim, ele afirma estar reflexivo sobre as suas convicções.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Constitucionais desde 2012!</title>
         <author>ricardoliberal</author>
         <link>https://padlet.com/ricardoliberal/7tfxj8keexqa4rb8/wish/1937250903</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 2012, o Supremo Tribunal Federal decidiu por unanimidade que as ações afirmativas são constitucionais e de extrema importância nessa busca pela correção de desigualdades. É verdade que o Estado brasileiro tem avançado nessa pauta, no entanto, ainda há muita coisa a ser feita.<br><br>As cotas surgem, exatamente, como essa ferramenta que busca equilibrar as oportunidades para a população que possui pouca condição econômica, essa que está diariamente à frente de um abismo social que a impede de ascender. Dessa forma, as políticas de ações afirmativas surgem como uma medida nessa estrutura que favorece um grupo social, econômico e racial em detrimento de outros, esses que são os criminalizados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 02:36:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Problematização</title>
         <author>ricardoliberal</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa charge escancara que vivemos em um contexto de exclusão estrutural, de negros e pobres, dos benefícios e espaços de socialização produzidos por nossa sociedade. Ao mesmo tempo, é produzida uma teia de privilégios aos brancos, que torna essa relação branco-negro completamente desigual e desequilibrada em diversas questões, a exemplo da situação socioeconômica a que se vive.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 16:39:15 UTC</pubDate>
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         <title>Declaração pessoal sobre o tema</title>
         <author>ricardoliberal</author>
         <link>https://padlet.com/ricardoliberal/7tfxj8keexqa4rb8/wish/1938775567</link>
         <description><![CDATA[<div>É fundamental que eu (Ricardo Liberal), assim como outras pessoas brancas, reconheçamos que há <strong>um sistema de privilégios invisíveis </strong>destinado a nós brancos, que nos põe em vantagens por toda nossa vida, em todas as situações, e elimina qualquer possibilidade de pensarmos que estamos em uma sociedade guiada apenas por méritos pessoais. A meritocracia não existe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 17:25:53 UTC</pubDate>
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