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      <title>Contos tradionais de Portugal - Pesquisa do 5.ºD by Fátima Pinho</title>
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      <description>Publica neste espaço o conto tradicional português que encontraste e que queres partilhar com a turma.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-13 15:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>A velha e os lobos.</title>
         <author>fatimapinhoescola</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este é o meu contributo - um conto tradicional português de Adolfo Coelho. Bom trabalho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 16:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>Duarte Cunha 5ºD</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-16 21:04:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Duarte Moreira n.6<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 12:51:50 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Rodrigues, n.º 15</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Conto Tradicional Português: “Os três conselhos”<br></strong><br></div><div>Um pobre rapaz tinha casado, e para arranjar a sua vida, logo ao fim do primeiro ano teve de ir servir uns patrões muito longe. Ele era assim bom homem, e pediu ao amo que lhe fosse guardando na mão o dinheiro das soldadas. Ao fim de uns quatro anos já tinha um par de moedas, que lhe chegava para comprar um eidico, e quis voltar para casa. O patrão disse-lhe:</div><div>– Qual queres, três bons conselhos que te hão de servir para toda a vida, ou o teu dinheiro?</div><div>– Ele, o dinheiro é sangue, como diz o outro.</div><div>– Mas podem roubar-to pelo caminho e matarem-te.</div><div>– Pois então venham de lá os conselhos.</div><div>Disse-lhe o patrão:</div><div>– O primeiro conselho que te dou é que nunca te metas por atalho, podendo andar pela estrada real.</div><div>– Cá me fica para meu governo.</div><div>– O segundo, é que nunca pernoites em casa de homem velho casado com mulher nova. Agora o terceiro vem a ser: nunca te decidas pelas primeiras aparências.</div><div>O rapaz guardou na memória os três conselhos, que representavam todas as suas soldadas; e quando se ia embora, a dona da casa deu-lhe um bolo para o caminho, se tivesse fome; mas que era melhor comê-lo em casa com a mulher, quando lá chegasse.</div><div>Partiu o homenzinho do senhor, e encontrou-se na estrada com uns almocreves que levavam uns machos com fazendas; foram-se acompanhando e contando a sua vida, e chegando lá a um ponto da estrada, disse um almocreve que cortava ali por uns atalhos, porque poupava meia hora de caminho. O rapaz foi batendo pela estrada real, e quando ia chegando a um povoado, viu vir o almocreve todo esbaforido sem os machos; tinham-no roubado e espancado na quelha. Disse o moço:</div><div>– Já me valeu o primeiro conselho.</div><div>Seguiu o seu caminho, e chegou já de noite a uma venda, onde foi beber uma pinga, e onde tencionava pernoitar; mas quando viu o taverneiro já homem entrado, e a mulher ainda frescalhuda, pagou e foi andando sempre. Quando chegou à vila, ia lá um reboliço; era que a Justiça andava em busca de um assassino que tinha fugido com a mulher do taverneiro que fora morto naquela noite. Disse o rapaz lá consigo:</div><div>– Bem empregado dinheiro o que me levou o patrão por este conselho.</div><div>E picou o passo, para ainda naquele dia chegar a casa. E lá chegou; quando se ia aproximando da porta, viu dentro de casa um homem, sentado ao lume com a sua mulher! A sua primeira ideia foi ir matar logo ali a ambos. Lembrou-se do conselho, e curtiu consigo a sua dor, e entrou muito fresco pela porta dentro. A mulher veio abraçá-lo, e disse:</div><div>– Aqui está meu irmão, que chegou hoje mesmo do Brasil. Que dia! E tu também ao fim de quatro anos!</div><div>Abraçaram-se todos muito contentes, e quando foi a ceia para a mesa, o marido vai a partir o bolo, e aparece-lhe dentro todo o dinheiro das suas soldadas. E por isso diz o outro: “Ainda há quem faça bem.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 14:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>Francisco Pereira 5ºD nº8</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O que Deus faz é pelo melhor<br><br></div><div>Havia um médico, homem bom e sem malícia, na corte de um poderoso rei. Visitando Sua Alteza, ainda que o achasse afligido com qualquer trabalho ou dor, não mostrava entristecer-se. Aplicava os remédios que entendia lhe eram necessários, e consolava o rei, dizendo que não se agastasse e sofresse seu trabalho com paciência, porque tudo o que Deus faz é pelo melhor.<br>Aconteceu de morrer o príncipe herdeiro do reino, pelo que o rei ficou muito triste. Querendo o médico visitá-lo e consolá-lo, como todos faziam, o fez com as palavras de seu costume, dizendo-lhe:<br>— Senhor, não vos agasteis tanto, a ponto de prejudicar a vossa pessoa. Tudo que Deus faz é pelo melhor.<br>O rei não teve paciência ao ouvir este dito em tal ocasião, e pensou:<br>— O que poderia ser pior para o príncipe meu filho, do que morrer? Vou me vingar deste médico insolente. Vejamos se lhe será melhor a morte que lhe mandarei dar do que deixá-lo viver.<br>Chamou dois homens, e ordenou:<br>— Ide atrás do médico que acabou de sair, e dizei-lhe que quereis dar um recado meu. Quando estiverdes diante dele, matai-o, por ordem minha.<br>Os homens foram à casa do médico, e achando a porta da escada fechada, gritaram que traziam um recado do rei. Alvoroçado com isto, o médico colocou o sobretudo e desceu para abrir a porta. Mas, com a pressa de descer, o sobretudo agarrou no corrimão da escada, ele caiu e quebrou a perna. Ouvindo seus gritos de dor, os servidores da casa vieram e o tiraram dali, levando-o para a cama. A dona da casa explicou aos emissários do rei o que acontecera, e eles voltaram para explicar tudo ao rei.<br>O médico permaneceu mais de seis meses na cama. Quando sarou, levantou-se e foi mancando à presença do rei. Vendo-lhe o defeito, o rei quis consolá-lo, mas o médico se adiantou e disse:<br>— Não me aborreço com isso, porque o que Deus faz é pelo melhor.<br>Ouvindo isso, o rei concluiu que ele aplicava essa norma sábia também a si próprio, e o teve dali por diante por bom homem. Perdeu o rancor que contra ele tinha, e viu também que na verdade foi melhor ele ter quebrado a perna, pois do contrário teria morrido.</div><div><br><br>WEBGRAFIA: <a href="https://mais-estudante.webnode.pt/news/conto%20tradicional%20portugu%c3%aas/?utm_source=copy&amp;utm_medium=paste&amp;utm_campaign=copypaste&amp;utm_content=https%3A%2F%2Fmais-estudante.webnode.pt%2Fnews%2Fconto%2520tradicional%2520portugu%25c3%25aas%2F">https://mais-estudante.webnode.pt/news/conto%20tradicional%20portugu%c3%aas/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 21:12:55 UTC</pubDate>
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         <title>Simão Mota , 5º D , nº 21  </title>
         <author>928123</author>
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         <description><![CDATA[<div>A menina dos fósforos&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 06:50:44 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Portilho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A História do Grão de milho<br><br>Era uma vez um casal que não tinha filhos. A mulher tanto pediu a Nossa Senhora que lhe desse um filho, ainda que fosse do tamanho de um greiro de milho, que ao fim de nove meses ela pariu um filho, mas tão pequeno, tão pequeno, que era mesmo do tamanho de um greiro de milho. Foi-se passando tempo e o pequeno não crescia nada, de sorte que ficou sempre do mesmo tamanho.<br><br>O pai era lavrador e, quando andava a trabalhar no campo, era o Grão-de-Milho que lhe ia levar o jantar numa cesta; mas, como era tão pequeno, ninguém o via o que fazia correr aquela cesta pela rua abaixo. O pai recomendava-lhe que não se chegasse para o pé dos bois, mas uma vez que ele tinha ido levar o jantar ao pai, a brincar trepou para cima de uma folha de milho e um dos bois, pensando que era um greiro de milho, lambeu-o com a língua. O pai quando quis voltar para casa, por mais que o procurasse não deu com ele, mas tanto chamou que por fim ouviu responder que o boi o tinha comido e estava dentro da tripa. O pai ficou muito aflito e matou logo ali o boi e começou a procurá-lo nas tripas, mas por mais que procurasse não o encontrou, até que deixou ficar tripas e tudo. De noite um lobo, atraído pelo cheiro da carne, veio e comeu as tripas do boi, e deitou a fugir.<br>O lobo teve umas grandes dores de barriga e o Grão-de-Milho começou a gritar-lhe: “C… aí, c… aí!” Mas o lobo, ouvindo isto teve tanto medo que mais fugia e não podia obrar. O Grão-de-Milho continuava a gritar: “C… aí, c… aí!”, até que o lobo tão atrapalhado se viu que fez as suas necessidades.<br><br>O Grão-de-Milho logo que saiu para fora, lavou-se muito bem lavado numa pocinha que ali estava e foi por ali fora. No meio caminho encontrou uns almocreves que levavam os machos carregados de dinheiro e disse-lhes.<br><br>De repente, saltam uns ladrões, matam os almocreves e levam os machos com o dinheiro para uma casa que havia nuns pinheirais. O Grão-de-Milho, como ia medito nuns alforges, foi também sem ser pescado. Os ladrões despejaram o dinheiro em cima de uma grande mesa e começaram a contá-lo. O Grão-de-Milho pôs-se debaixo da mesa e começou a gritar:<br><br>“- Quem dá dé-reis, quem dá dé-reis!”<br><br>Os ladrões, assim que ouviram isto, tiveram tanto medo que deitaram a fugir. Então o Grão-de-Milho ensacou o dinheiro, pô-lo em cima dos machos e foi para casa.<br><br>Quando lá chegou, era ainda de noite e bateu à porta. O pai perguntou:<br><br>“Quem está aí?”- E ele respondeu:<br><br>“- Sou eu, meu pai; abra depressa.”<br><br>O pai veio logo abrir a porta e o Grão-de-Milho contou-lhe então tudo, entregou-lhe os machos e o dinheiro e o lavrador, que era pobre, ficou muito rico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 22:54:27 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Teixeira  n. 16</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 17:21:08 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo Coelho 5.ºD  n.º20</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Era uma vez um príncipe que queria casar com uma princesa — mas tinha de ser uma princesa verdadeira. Por isso, foi viajar pelo mundo fora para encontrar uma, mas havia sempre qualquer coisa que não estava certa. Viu muitas princesas, mas nunca tinha a certeza de serem genuínas havia sempre qualquer coisa, isto ou aquilo, que não parecia estar como devia ser. Por fim, regressou a casa, muito abatido, porque queria uma princesa verdadeira.<br><br></div><div><br>Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em torrentes — era apavorante. No meio disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.<br><br></div><div><br>Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus!, o estado em que ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa e saía pelas biqueiras e pela parte de trás dos sapatos. No entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.<br><br></div><div><br>— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois empilhou mais vinte colchões e vinte cobertores por cima. A princesa iria dormir nessa cama.<br><br></div><div><br>De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.<br><br></div><div><br>— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que me encheu de nódoas negras. Foi horrível.<br><br></div><div><br>Então ficaram com a certeza de terem encontrado uma princesa verdadeira, pois ela tinha sentido a ervilha através de vinte edredões e vinte colchões. Só uma princesa verdadeira podia ser tão sensível.<br><br></div><div><br>Então o príncipe casou com ela; não precisava de procurar mais. A ervilha foi para o museu; podem ir lá vê-la, se é que ninguém a tirou.<br><br></div><div><br>Aqui têm uma bela história!<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 13:02:10 UTC</pubDate>
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         <title>O macaco de rabo cortado</title>
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         <description><![CDATA[<div>Camila 5ºD nº5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 19:14:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Estou a ler o conto Gostava de ser diferente</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-14 17:15:53 UTC</pubDate>
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