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      <title>PESQUISA SOBRE POEMAS 2°A by Priscila De Campos Chemello</title>
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      <description>MELHORES POEMAS BRASILEIROS 2°A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-29 11:21:46 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-03 12:25:26 UTC</lastBuildDate>
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         <title>NESTE TRABALHO VAMOS CONHECER OS MELHORES POEMAS BRASILEIROS. ESTA FOI MINHA ESCOLHA .</title>
         <author>priscilachemello</author>
         <link>https://padlet.com/priscilachemello/7ss24og8evn66lxy/wish/3192366740</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O poema <em>Vou-me embora pra Pasárgada</em>, de Manuel Bandeira, foi publicado no livro <em>Libertinagem</em> (1930) e é considerado uma obra modernista.</p><p>Os versos giram em torno de um sujeito que pretende encontrar um refúgio em Pasárgada, uma espécie de paraíso perdido, para escapar da sua realidade.</p><p>A cidade de Pasárgada de fato existiu, tendo sido a capital do Primeiro Império Persa. Quando tinha 16 anos, Bandeira ouviu pela primeira vez um relato sobre a cidade e imaginou que ela poderia ser a representação de um lugar maravilhoso. O poeta guardou a imagem durante anos na sua memória até criar o famoso poema onde faz referência a ela.</p><p>Poema <em>Vou-me embora pra Pasárgada</em> na íntegra</p><blockquote><p>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Lá sou amigo do rei<br>Lá tenho a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br>Vou-me embora pra Pasárgada</p><p>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Aqui eu não sou feliz<br>Lá a existência é uma aventura<br>De tal modo inconsequente<br>Que Joana a Louca de Espanha<br>Rainha e falsa demente<br>Vem a ser contraparente<br>Da nora que nunca tive</p><p>E como farei ginástica<br>Andarei de bicicleta<br>Montarei em burro brabo<br>Subirei no pau-de-sebo<br>Tomarei banhos de mar!<br>E quando estiver cansado<br>Deito na beira do rio<br>Mando chamar a mãe - d’água.<br>Pra me contar as histórias<br>Que no tempo de eu menino<br>Rosa vinha me contar</p><p>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Em Pasárgada tem tudo<br>É outra civilização<br>Tem um processo seguro<br>De impedir a concepção<br>Tem telefone automático<br>Tem alcalóide à vontade<br>Tem prostitutas bonitas<br>Para a gente namorar</p><p>E quando eu estiver mais triste<br>Mas triste de não ter jeito<br>Quando de noite me der<br>Vontade de me matar<br>- Lá sou amigo do rei -<br>Terei a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br>Vou-me embora pra Pasárgada.</p></blockquote><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 11:45:21 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Leminski </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>AMOR</p><p><br/></p><p>Amor, então também, acaba? Não, que eu saiba.</p><p>O que eu sei é que se transforma numa matéria-prima que a vida se encarrega de transformar em raiva. Ou em rima.</p><p><br/></p><p>Paulo Leminski <strong>é um poeta da Geração Mimeógrafo</strong>, associada a uma poesia marginal, já que seus autores não buscavam o aval de editoras. Esse escritor curitibano sofreu influências do Modernismo, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/concretismo.htm">do Concretismo</a> e da cultura oriental.</p><p><br/></p><p>Nascimento: 24 de agosto de 1944, Curitiba, Paraná</p><p>Falecimento: 7 de junho de 1989, Curitiba, Paraná</p><p>Filhos: Estrela Ruiz Leminski, Áurea Leminski, Miguel Leminski</p><p>Formação: Colégio Estadual do Paraná, Colégio Estadual Presidente Caetano Munhoz Rocha</p><p>Cônjuge: Alice Ruiz (de 1968 a 1988), Neiva Maria de Sousa (de 1961 a 1968)</p><p>Pais: Áurea Pereira Mendes, Paulo Leminski.</p><p><br/></p><p>Nomes: Gabrielle Vitoria Nogueira, Thaiane Vitoria </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 12:01:36 UTC</pubDate>
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         <title>OS MELHORES POEMAS BRASILEIROS</title>
         <author>lourijolathiago91</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cora Coralina</p><p><br/></p><p>"Não te deixes destruir…<br>Ajuntando novas pedras<br>e construindo novos poemas.<br>Recria tua vida, sempre, sempre.<br>Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.<br>Faz de tua vida mesquinha<br>um poema.<br>E viverás no coração dos jovens<br>e na memória das gerações que hão de vir.<br>Esta fonte é para uso de todos os sedentos.<br>Toma a tua parte.<br>Vem a estas páginas<br>e não entraves seu uso<br>aos que têm sede."</p><p><br/></p><p>“Remove pedras e planta roseiras e faz doces.”. Este poderoso e delicado verso encontrado em<em> Aninha e Suas Pedras </em>revela uma grande parte da história da poetisa brasileira Cora Coralina.</p><p><br/></p><p>Thiago </p><p> 29/10/2024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 12:02:59 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius de Moraes </title>
         <author>joaovitortoshimitucurvelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>De tudo, ao meu amor serei atento</p><p>Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto</p><p>Que mesmo em face do maior encanto</p><p>Dele se encante mais meu pensamento</p><p>Quero vivê-lo em cada vão momento</p><p>E em seu louvor hei de espalhar meu canto</p><p>E rir meu riso e derramar meu pranto</p><p>Ao seu pesar ou seu contentamento</p><p>E assim, quando mais tarde me procure</p><p>Quem sabe a morte, angústia de quem vive</p><p>Quem sabe a solidão, fim de quem ama</p><p>Eu possa me dizer do amor (que tive)</p><p>Que não seja imortal, posto que é chama</p><p>Mas que seja infinito enquanto dure.</p><p><br/></p><p>João Toshi, Eduardo, Gabriela e Caique 2A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 12:10:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>00001089989982sp</author>
         <link>https://padlet.com/priscilachemello/7ss24og8evn66lxy/wish/3192401789</link>
         <description><![CDATA[<p>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 12:11:27 UTC</pubDate>
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         <title>OS MELHORES POEMAS BRASILEIROS</title>
         <author>esthermcosta05</author>
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         <description><![CDATA[<p>feito por: Esther e Ligia</p><p>Nascido em Lisboa, Fernando Pessoa perdeu seu pai aos cinco anos e teve de se mudar para Durban, na África do Sul, com sua mâe e seu padrasto. Com dezesste anos retornou para Lisboa e estudou literatura e filosofia, escrevendo o poema:</p><p><br/></p><p>AMAR COMO O AMOR AMA</p><p><br/></p><p>"Não sei razão pra amar-te mais que amar-te. </p><p>Que queres que te diga mais que te amo, </p><p>Se o que quero dizer-te é que te amo? </p><p><br/></p><p>Quando te falo, dói-me que respondas </p><p>Ao que te digo e não ao meu amor. </p><p><br/></p><p>Ah! não perguntes nada; antes me fala </p><p>De tal maneira, que, se eu fora surda, </p><p>Te ouvisse todo com o coração. </p><p><br/></p><p>Se te vejo não sei quem sou: eu amo.</p><p>Se me faltas [...] ... </p><p>Mas tu fazes, amor, por me faltares </p><p>Mesmo estando comigo, pois perguntas - </p><p>Quando é amar que deves. </p><p>Se não amas, Mostra-te indiferente, ou não me queiras, Mas tu és como nunca ninguém foi, </p><p>Pois procuras o amor pra não amar, </p><p>E, se me buscas, é como se eu só fosse Alguém pra te falar de quem tu amas.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 12:13:34 UTC</pubDate>
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         <title>Os ombros suportam o mundo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.<br>Tempo de absoluta depuração.<br>Tempo em que não se diz mais: meu amor.<br>Porque o amor resultou inútil.<br>E os olhos não choram.<br>E as mãos tecem apenas o rude trabalho.<br>E o coração está seco.<br>Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.<br>Ficaste sozinho, a luz apagou-se,<br>mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.<br>És todo certeza, já não sabes sofrer.<br>E nada esperas de teus amigos.<br>Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?<br>Teus ombros suportam o mundo<br>e ele não pesa mais que a mão de uma criança.<br>As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios<br>provam apenas que a vida prossegue<br>e nem todos se libertaram ainda.<br>Alguns, achando bárbaro o espetáculo<br>prefeririam (os delicados) morrer.<br>Chegou um tempo em que não adianta morrer.<br>Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.<br>A vida apenas, sem mistificação.</p><p><br/></p><p>Rafael, Hilari, Lavinia, Dhafne 2°A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 11:23:02 UTC</pubDate>
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         <title>Cecília Meireles</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/priscilachemello/7ss24og8evn66lxy/wish/3244502177</link>
         <description><![CDATA[<p><br><br>Tenho fases, como a lua.<br>Fases de andar escondida,<br>fases de vir para a rua...<br>Perdição da minha vida!<br>Perdição da vida minha!<br>Tenho fases de ser tua,<br>tenho outras de ser sozinha.<br><br>Fases que vão e vêm,<br>no secreto calendário<br>que um astrólogo arbitrário<br>inventou para meu uso.<br><br>E roda a melancolia<br>seu interminável fuso!<br><br>Não me encontro com ninguém<br>(tenho fases como a lua...)<br>No dia de alguém ser meu<br>não é dia de eu ser sua...<br>E, quando chega esse dia,<br>o outro desapareceu...</p><p><br></p><p>Cecília Meireles</p><p><br></p><p>Henry e Renan</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 12:01:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ferreira Gullar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Que importa um nome a esta hora do anoitecer em São Luís<br>do Maranhão à mesa do jantar sob uma luz de febre entre irmãos<br>e pais dentro de um enigma?<br>mas que importa um nome<br>debaixo deste teto de telhas encardidas vigas à mostra entre<br>cadeiras e mesa entre uma cristaleira e um armário diante de<br>garfos e facas e pratos de louças que se quebraram já</p><p>um prato de louça ordinária não dura tanto<br>e as facas se perdem e os garfos<br>se perdem pela vida caem pelas falhas do assoalho e vão conviver com ratos<br>e baratas ou enferrujam no quintal esquecidos entre os pés de erva-cidreira</p><p><br/></p><p>Samyra da Silva Germano, Nicole Barbosa, Eduarda Ricardo </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 12:06:34 UTC</pubDate>
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         <title>Casamento, de Adélia Prado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Há mulheres que dizem:</p><p>Meu marido, se quiser pescar, pesque,</p><p>mas que limpe os peixes.</p><p>Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,</p><p>ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.</p><p>É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,</p><p>de vez em quando os cotovelos se esbarram,</p><p>ele fala coisas como “este foi difícil”</p><p>“prateou no ar dando rabanadas”</p><p>e faz o gesto com a mão.</p><p><br/></p><p>O silêncio de quando nos vimos a primeira vez</p><p>atravessa a cozinha como um rio profundo.</p><p>Por fim, os peixes na travessa,</p><p>vamos dormir.</p><p>Coisas prateadas espocam:</p><p>somos noivo e noiva.</p><p><br/></p><ul><li><p>Heloísa vitória, Rickelmy Wesley 2°A</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 12:25:25 UTC</pubDate>
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