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      <title>&quot;Quem conta um conto&quot; by Mariana Saraiva 12°lh2</title>
      <link>https://padlet.com/mariana_a_f_saraiva/7sgpar95h7lz</link>
      <description>A realizar os trabalhos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-03-21 11:17:45 UTC</pubDate>
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         <title>O Casamento- &quot;Farsa de Inês Pereira&quot; e &quot;Sempre é uma companhia&quot; </title>
         <author>mariana_a_f_saraiva</author>
         <link>https://padlet.com/mariana_a_f_saraiva/7sgpar95h7lz/wish/468855251</link>
         <description><![CDATA[<div>Considera-se o casamento um contrato, mas esquecemos nos que é algo que tem de ser levado com grande honestidade e sinceridade. A união de duas pessoas com deveres uma para com a outra, respeito, entreajuda e amor podemos dizer que o casamento é a formação de uma equipa.</div><div>Como já estudei em muitas obras o casamento de formas distintas, hoje vou apresentar a relação de casamento entre o conto “Sempre é uma companhia" com a “Farsa de Inês Pereira”. </div><div>Na obra a “Farsa de Inês Pereira”, Inês uma jovem muito bonita e solteira está cansada de passar maior parte do tempo a lidar com as tarefas da casa. O seu maior desejo é casar porque considera o casamento a sua salvação da vida que leva. Idealiza o seu noivo como um cavalheiro e um jovem muito educado. Até que um dia aparece um Jovem chamado de Brás de Mata que ilude a pobre rapariga. Ele é um homem bastante autoritário, quer que a sua mulher siga as suas regras. Mas é claro que antes do casamento ele não mostra esse seu lado, mostra se como alguém muito educado e que deixará a sua mulher fazer o que mais lhe fará feliz. E consegue iludir a jovem e casam-se. A jovem só depois de estar casada é que entendeu que se estava a passar e viu como é realmente o seu marido e já nada poderia ser feito. </div><div>Na obra “Sempre é uma companhia”, António Barrasquinho ou mais conhecido de Batola é casado com a sua Mulher já algum tempo, vivem no campo, onde só existe silêncio que se transforma em solidão. Batola é um homem alcoólico, preguiçoso e agressivo. A sua mulher é trabalhadora e é quem gere toda a casa. Já casados e sem qualquer desimpedimento, a mulher de Batola sofre, por parte do mesmo, violência e vive-se em casa um clima muito agressivo e caótico.</div><div>A ligação que tenho destas duas obras relativamente ao Casamento é que as mulheres sofrem nas mãos dos maridos, estes sem respeitarem a mulher, como é referido no “contrato” de casamento.  Os homens das obras pouco querem entender o que é o verdadeiro casamento apenas se acostumam à ideia de abusar e serem agressivo para as mulheres com que se casaram impondo-lhes ordens. Ambas as mulheres acabam por trabalhar muito e gerir a casa.<br>Concluído, o casamento é muitas vezes assim não apenas retratado em obras, mas na vida real. Maioritariamente os homens, não tendo preconceito, não entendem o casamento. As mulheres num valor mais reduzido não entendem igualmente o significado. É desvalorizado. <br>Mas também existe de forma reduzida quem lhe dê grande valor, e, por isso é que é tão importante relembrar a sua Simbologia para a sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-21 12:00:26 UTC</pubDate>
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         <title>A LIBERDADE</title>
         <author>mariana_a_f_saraiva</author>
         <link>https://padlet.com/mariana_a_f_saraiva/7sgpar95h7lz/wish/471450795</link>
         <description><![CDATA[<div>A liberdade já desde alguns anos é um Direito que exigiu de muita luta e dedicação. As pessoas não tinham poder nenhum relativamente ao que falavam, usavam e até com quem poderiam comunicar ou não. Foram momentos de muita dor para o povo português que lutou e nunca desistiu.<br> A capacidade sermos livres e independentes. A palavra livre é muito mais daquilo que fazemos. Para podermos conter esse direito temos de saber utilizá-lo com respeito e compaixão ao próximo, pois o que é a minha liberdade pode não ser a do outro. <br>Manoel De Oliveira um cineasta português, falecido em 2015, dizia que a Liberdade não era um Direito. Um dos seus textos que pode justificar é este quando foi entrevistado:<strong> "Hoje a liberdade é tida como um direito absoluto. Mas não há liberdade absoluta. A liberdade não é sequer um direito. A liberdade é um dever, um dever fortíssimo. A liberdade é o respeito pelo próximo. O Espinoza dizia: nós supomo-nos livres porque ignoramos as forças que impedem os nossos actos. De maneira que há forças que nos são estranhas, não somos nós. Eu sinto-me um joguete, uma marioneta. Sou conduzido por forças que ignoro. Eu sinto isso, eu pressinto isso." </strong><br><strong><em>Manoel de Oliveira, in 'Notícias Magazine (DN) / 20040509'<br></em></strong><em><mark><sub>https://www.citador.pt/textos/a-liberdade-e-um-dever-manoel-de-oliveira</sub></mark></em></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-23 18:06:53 UTC</pubDate>
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         <title>O ÓDIO E PRECONCEITO</title>
         <author>mariana_a_f_saraiva</author>
         <link>https://padlet.com/mariana_a_f_saraiva/7sgpar95h7lz/wish/479802646</link>
         <description><![CDATA[<div>    O ódio é um sentimento muito intenso e pode ser encarado de várias formas. Está ligado ao nosso quotidiano. Nós, seres humanos temos sempre que odiar ou ter preconceito sobre qualquer coisa mesmo mínima que seja. Pode existir um ódio que é justificado e um outro ódio que não entendemos muito bem a razão de o termos por algo ou alguém. <br>  Simplesmente há pessoas que se sentem confortáveis com ódio e que libertam toda aquela sensação e transmitem sem qualquer pudor sobre ela. E há quem tente esconder para não ter qualquer tipo de problema visto que poderá tornar-se num clima de conflito, essa demonstração.<br>Como exemplo de conflito, na obra "Amor de perdição", Simão e Teresa dois jovens apaixonados não se podem casar, pois as suas famílias opõe-se com grande ódio uma pela outra e torna o ambiente muito instável. A única forma destes jovens comunicarem e demonstrarem afeto era feito através de cartas. Mas o que os levava a escreverem mais cartas e a interagirem muito mais era o ódio que unia as famílias porque o ódio pode tornar-se muito mais poderoso nas pessoas.  <br>   Esta obra, apesar de ser uma história, acontece muitas vezes no quotidiano e não temos qualquer problema em originar conflitos causados pelo ódio que é sentido. <br>    O preconceito não fica atrás do ódio é também utilizado no quotidiano. Uma opinião pouco agradável pode transformar completamente a vida de alguém. Este preconceito é constantemente demonstrado as pessoas não têm qualquer problema em usá-lo, independentemente, da forma como afeta a quem nos dirigimos.  Encaro-o como negativo, mas até podia ser positivo, se o utilizássemos de forma menos agressiva. Todos nós temos preconceito, por vezes as pessoas usam-no para magoar, julgar, pois sentem-se superiores e atingem os mais fracos para se sentirem com algo poder ou auto-estima. E também o usamos sem maldade um pequeno preconceito em que nós nem o aceitamos como uma opinião desagradável. Mas é! <br>Estes dois sentimentos são bastante existentes em qualquer sociedade, numas é mais visível noutras nem por isso, mas o sentimento existe sempre, porque nós seres humanos usamos o que é desagradável para nos sentirmos poderosos e impenetráveis e não vemos o mal que fazemos ao que nos rodeia. "Basta que um homem odeie outro para que o ódio ganhe a pouco e pouco a humanidade inteira." esta citação é de um filósofo, escritor e crítico francês chamado Sean-Paul Sartre. Era considerado o representante do existencialismo. Acreditava que os intelectuais deveriam manter um papel ativo nas sociedades. Bibliografia: <a href="https://www.citador.pt/frases/citacoes/t/odio"><mark>https://www.citador.pt/frases/citacoes/t/odio</mark></a><br>Wikipédia</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-28 17:18:31 UTC</pubDate>
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         <title>Comentários</title>
         <author>mariacoelho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fizeste reflexões interessantes e pertinentes acerca dos temas que escolheste mas sugiro-te que revejas a pontuação, a acentuação e a articulação. L~e em voz alta, utiliza o corretor. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-10 22:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>Humor</title>
         <author>mariana_a_f_saraiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>O humor é um estado de espírito que todos nós deveríamos ter em certos momentos da nossa vida. Este estado permite com a vida tenha alguma boa disposição desde que este humor seja usado de forma pertinente sem ofender terceiros. É importante que tenhamos consciência de que existe e que muita gente sabe lidar muito bem com a situação. E outras nem por isso e deve ser respeitada a decisão de utilização do humor na vida das pessoas. <br>Nas cantigas de escárnio e maldizer que estudei, existe muito o humor e é em ambas transmitido de forma clara para que todos entendam o que é dito. Nestas cantigas, temos muito bem simplificado, os dois tipos de pessoas que têm humor. Nas cantigas de escárnio, existe a ironia e é transmitida forma indirecta, há alguma subtileza na crítica que é feita. Nas cantigas de maldizer, existe uma ironia muito forte e agressiva sem pudor em mostrar o que realmente deve ser dito com humor. Através das cantigas distintas, sendo idênticas ao mesmo tempo, conseguimos perceber as duas versões de humor que há nas pessoas. A pessoa com humor que tenta mostrar sem magoar e por isso tem cuidado nas palavras que utiliza e depois a pessoa com humor que não tem medo de utilizar a ironia para mostrar que não concorda com o que vê ou sente e pode tornar-se ofensivo da forma que transmite. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 16:32:06 UTC</pubDate>
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