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      <title>Vênus Negra  by vitor capellari</title>
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      <description>E a hiper sexualização da mulher negra </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-19 03:57:14 UTC</pubDate>
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         <title>~Vênus e sua origem</title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/657908652</link>
         <description><![CDATA[<div>Para dissertarmos sobre quem foi a Vênus Negra, é de extrema importância estarmos falando primeiramente sobre Vênus, mais conhecida como Afrodite, Deusa da beleza e do amor segundo a mitologia grega.<br><br>Abordar a relação subjetiva indireta entre essas duas personagens é de suma importância para que possamos entender tanto a história de Saartje Baartman ( a Vênus Negra ) como o impacto que a hiper sexualização feminina causa na sociedade como um todo.<br><br>Dando início, são registradas nas escrituras duas versões sobre a origem de Vênus. Na primeira, ela seria filha do deus dos céus Júpiter e da deusa das ninfas Dione. Na segunda, ela teria nascido de forma totalmente repentina e incomum. Após Cronos cortar os órgãos de Urano e atirá-los ao mar, desses órgãos iniciou-se a formação de uma espuma branca que, misturada ao mar, possibilitou uma fecundação que deu origem a Afrodite, 'desabrochando-se' de dentro de uma concha. Logo, nessa versão mitológica, Vênus seria filha de Urano.<br><br>Vênus era a mais absoluta e perfeita representação da beleza feminina. Seu corpo era magro, simétrica mente e harmoniosamente perfeito. A pele clara e isenta de pelos ou machas também era outra notável e valorizada característica da personagem.<br><br>Enfim, Vênus era uma idealização erótica e estética de como seria a "mulher perfeita". Ela representava o padrão de beleza ideal para os gregos na antiguidade; e por sua tamanha popularidade e adoração, acabou sendo inspirada e representada em diversas obras artísticas e ainda permaneceu culturalmente para muitos como a "mulher ideal" — principalmente no período do renascentismo europeu.<br><br>Uma das mais famosas obras relacionadas foi o quadro "O nascimento de Vênus", pintado por Sandro Botticelli cerca de quinhentos e trinta e quatro anos atrás na Itália.<br>[ Para ler mais sobre: <a href="https://bit.ly/2WNTKj1">https://bit.ly/2WNTKj1</a> ]<br><br>Por fim, Vênus foi uma das primeiras e mais influentes idealizações da sexualização feminina na Europa — que em consequência de seu sucesso acabou se estendendo para o mundo inteiro apesar de gerar uma influência consideravelmente menor em comparação ao continente europeu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-19 22:52:19 UTC</pubDate>
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         <title>~Vênus Negra e sua origem</title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/657910317</link>
         <description><![CDATA[<div>Falando agora sobre Saartje Baartman, a Vênus Norie ( Negra ) ou Vênus Hotentote pelos franceses: ela que acabou recebendo este nome por fazer parte de uma tribo em peculiar que possuía características físicas um pouco diferentes das demais tribos africanas; onde as mulheres eram mais baixas ( não indo muito além dos 1,63 ) e possuíam nádegas maiores que, culturalmente, era considerada a mais atraente aquela que tivesse a maior nádega, característica que Saartije se destacava; por isso sendo denominada como "a Vênus Negra".<br><br>Agora contando sua história: ela foi uma sul africana que pesquisadores acreditam ter nascido próximo a Província Oriental do Cabo em aproximadamente 1789 no século XVIII.<br><br>Seus pais morreram de forma não justificada ainda na infância. Segundo as escrituras,  acredita-se que Saartije perdeu sua mãe quando tinha por volta de seus dois anos de idade e seu pai quando tinha dez; e por isso, acabou sendo criada por sua tribo nativa, os khoisans, desde muito cedo.<br><br>Na transição para a vida adulta, Saartije passou a "trabalhar" como empregada doméstica na Cidade do Cabo após um colonizador holandês assassinar seu companheiro com quem havia tido um filho que também foi morto.<br><br>Em outubro de 1810, apesar de ser analfabeta, ela supostamente havia assinado um contrato com o cirurgião inglês William Dunlop e seu colono Hendrik Cesars, dono da casa em que trabalhava; onde Denlop através de distorções havia lhe prometido viajar para a Inglaterra a "trabalho remunerado" envolvendo apresentações e espetáculos artísticos.<br><br>Já em terreno europeu, mais especificamente em um estabelecimento chamado Piccadilly Circus em Londres, ela havia sido forçada a diversas apresentações — ou melhor, exposições — completamente grotescas e desumanas; além de ser tratada como um verdadeiro animal ao ser enjaulada, ter sua dignidade negligenciada e até mesmo sua saúde comprometida pelos maus tratos que sofria.<br><br>A principal e constante humilhação pela qual Saartije sofria consistia em ser exposta semi nua afim de mostrar suas nedegas que dispunham de uma condição genética chamada de esteatopigia, que causa no indivíduo um grande acúmulo de gordura na região tornando-a assim consideravelmente e, as vezes, 'anormalmente' grande.<br>[ Para ler mais sobre: <a href="https://bit.ly/3eRXwOO">https://bit.ly/3eRXwOO</a> ]<br><br>Ela também era obrigada a expressar seus dons artísticos por exemplo cantando, dançando e tocando diversos instrumentos musicais que acabavam encantando o público. Por essas e principalmente por sua aparência "exótica" para muitos daqueles europeus que nunca se quer tinham visto um único negro em suas vidas, Saartije foi durante um bom tempo considerada um 'sucesso 'sendo apresenta como uma "aberração humana" no circo de horrores em que "trabalhava".<br><br>Apesar do notável sucesso, conforme o tempo foi passando, o público passou a não se impressionar tanto com Saartije que já não era mais o centro das atenções; e que, por isso, acabou saindo de Londres em uma turnê para Grã-Bretanha e Irlanda.<br><br>Em 1814, ela foi para Paris junto de seu "empresário" Cesars, e neste momento, ela havia recuperado boa parte de sua visibilidade que agora passou a ser 'administrada' por um exibidor de animais que tinha o nome artístico de Reaux; já que Cesars, seu empresário, havia decidido voltar para a África e vender Saartije para algum interessado.<br><br>E após essa negociação, a vida de Saartije piorou drasticamente já que agora, além de ter que se comportar de forma mais 'promíscua' estando completamente nua, era obrigada a estar em embriagada em todas as suas exposições e também permitir-se ser 'tocada' por homens pervertidos que estivessem dispostos a pagar mais caro.<br><br>Apesar de não ser possível confirmar, pesquisadores e historiadores acreditam que Saartije também tenha sido prostituída por Reaux.<br><br>Ela viveu sobre essas condições terríveis e degradantes até supostamente ter aceito ser  parte de uma pesquisa feita por um grupo de cientistas, artistas e anatomistas que estavam aprofundando seus conhecimentos em uma "ciência da raça", que se teve início em 1814 e se estendeu até 1870, resumindo-se basicamente em uma  — pseudociência que degradava e justificava a "inferioridade" dos negros por terem sua aparência mais próxima a dos primatas. Foram registrados pelo menos sete comparações diferentes argumentando sobre essa bosta.<br>[ Me revolta ler sobre isso, desculpe pelo termo. Mas se quiser ler mais sobre: <a href="https://bit.ly/2ZPF4lA">https://bit.ly/2ZPF4lA </a>]<br><br>Sendo usada para diversas pesquisas e fins desumanos, ativistas da época horrorizados pelas condições e pela forma que Saartije era tratada, processaram os cientistas que tristemente não sofreram consequências devido ao depoimento que a própria Saartije fez a favor deles.<br><br>Apesar de não ser possível confirmar, muitos especulam que Saartije depôs a favor por ter sido pressionada pelos mesmos; temendo as possíveis ameaças que sofreu.<br><br>Com vinte e seis anos Saartije veio a falecer  de forma não muito esclarecida em 29 de dezembro de 1815. Acredita-se que ela possa ter morrido por uma pneumonia, sífilis ou alcoolismo.<br><br>E mesmo depois de morta, europeus removeram seu cérebro, esqueleto e órgãos sexuais e continuaram os exibido em um museu de Paris até 1974. Seus restos mortais só retornaram à África em 2002 após a França concordar com um pedido feito por Nelson Mandela; finalmente enterrando-a em sua terra natal.<br><br>Enfim, Saartije Baartman é considerada um fortíssimo exemplo da exploração, deploração e escravização que os negros sofriam. Sua história reproduz muito bem a crueldade do período e de como precisamos fazer todos os esforços possíveis para que ideologias doentias e irracionais como o racismo não se agravem novamente em nossa sociedade e na humanidade como um todo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-19 22:57:20 UTC</pubDate>
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         <title>Esteriótipo da Mulher Negra - Poema   </title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/657940742</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Elas são as mais quentes", "a gostosa que vamos pegar”, “elas gostam de uma loucura";</div><div>Frases que até hoje pessoas usam se referindo a mulheres com pele escura.</div><div>Sim, a mulher negra hoje é vista como irresistível, mas isso só se aplica no mercado pornográfico.</div><div>Em consideração ao mercado político e cientifico, a mulher negra sofre grande racismo. <br><br></div><div>Isso é real, ela pode ser muito inteligente, gentil e ter o melhor currículo,</div><div>mas se tiver o cabelo crespo, grande, eles optam pela mulher branca, de cabelo liso, </div><div>pois ela se enquadra melhor no padrão, consequentemente aumentando a opressão.  </div><div>Mas sempre foi assim, nos séculos passados elas não eram vistas como mulheres</div><div>e na Vênus Negra vemos um médico anatomista e cientistas, de cérebro fraco,</div><div>analisando os povos africanos e os denominando como macacos.</div><div>Hoje conseguimos entender, o porquê antigamente elas carregavam tanto ódio.</div><div> </div><div>E após algumas décadas de estereótipos, hoje em dia os homens só veem as mulheres negras a partir de seus conceitos e desejos eróticos.<br><br>(Uma notícia que mostra alguns estereótipos sofrido pela mulher negra na mídia)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 00:06:46 UTC</pubDate>
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         <title>Magliani - A Solidão do Corpo.</title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/658037116</link>
         <description><![CDATA[<div>A pintura é da artista gaúcha Maria Lídia Maglini (1946-2012), primeira mulher negra a se formar no Instituto de Artes da UFRGS, no ano de 1966. Além desta técnica, a artista transitou pelo desenho, gravura, cenografia, realizou ilustrações para jornais de Porto Alegre e criou capas de livros e cartazes.<br><br>Desde o período escravista, a mulher negra foi silenciada pela opressão do racismo, da pobreza e pelo machismo, sofrendo, portanto, tripla opressão. Conscientes disso estas intelectuais romperam com os silêncios impostos à mulher negra por vozes que até então operavam unilateralmente os discursos acerca da diversidade e do sexismo. Vozes originadas na sociedade escravocrata, mas que tiveram eco nos pós abolição, inclusive, no seio do movimento feminista tradicional, perpetuando no tempo e no espaço discursos que colocam a mulher negra num lugar de subalternidade, de erotização e de sexualidade exacerbada.<br><br>Os três corpos negros sobre as areias brancas parecem remeter ao imaginário social forjado pelo mito da hiper sexualidade feminina negra. É preciso pontuar que a arte para Magliani não era uma plataforma para a militância, ela não fazia parte de nenhum movimento ideológico específico, mas dizia que seu trabalho era um espelho de si, de todas as ideias que a formaram ao logo de sua vida, incluindo as questões feministas, da negritude e da ecologia. Podemos então pensar seu trabalho como um espelho refletindo em plasticidade os silenciamentos e a solidão impostos ao seu corpo negro de mulher. Nessa tomada de posição, a artista se coloca como um sujeito político que a partir de seus questionamentos pessoais abre diálogos sobre o imaginário social em torno do feminino negro. É como se suas mulheres desprovidas de cabeça ou suas gordas pretendessem romper com o solitário mutismo de séculos de opressão à feminilidade negra.<br><br>Ao operar tais discussões a artista assume um lugar de fala na representação da negritude, isto é, um indivíduo negro, enquanto artista visual, lançando um olhar sobre si mesmo, sobre o universo sociocultural afro-brasileiro e sua relação com o conjunto da sociedade. Até a primeira metade do século XX, a figura do negro foi, predominantemente, representada na história da arte brasileira pelo olhar do outro, do artista branco, e fica, portanto, a mercê dos conceitos e preconceitos deste olhar, salvo por algumas exceções como Wilson Tibério e Heitor dos Prazeres.<br><br>A representação do negro a partir de um olhar próprio tomou corpo num modernismo tardio com artistas como Rubem Valentim (1922-1991), Abdias do Nascimento (1914-2011), Mestre Didi 91917-2013) e Emanuel Araújo (1940) retratando a cultura afro-brasileira com destaque para a religiosidade de matriz africana.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 02:21:17 UTC</pubDate>
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         <title>Vênus - Vênus Negra</title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/658087758</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma obra produzida por um dos integrantes do grupo, Ricardo Fernandes <br>da Silva, que representa uma diferença cultural, entre a Vênus, uma mulher branca e europeia, e a Vênus Negra, uma mulher negra, e africana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 03:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>Vênus Negra - Filme</title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/660751943</link>
         <description><![CDATA[<div>Baseado em uma história real do século 19, o filme Vênus Negra conta a história de Saartjie, uma mulher nascida na África do Sul que mudou de continente com seu “mestre” Caezar, onde foi explorada, e humilhada de diversas formas.</div><ul><li>Data de lançamento: 17 de junho de 2011 (Brasil)</li><li>Direção: Abdellatif Kechiche</li><li>Indicações: César de Melhor Atriz Revelação, MAIS</li><li>Produção: Marin Karmitz, Charles Gillibert, Nathanaël Karmitz</li><li>Roteiro: Abdellatif Kechiche, Ghalya Lacroix</li></ul><div><br></div><div>Sob a temática do preconceito e racismo, Vênus Negra integrou a programação do Festival de Veneza e do Festival Varilux de Cinema Francês (Brasil).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 04:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast - Hiper sexualização nos dias atuais </title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/660755017</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos nossos integrantes, Ricardo Fernandes da Silva, irá falar por meio de um podcast sobre a hiper sexualização da Mulher Negra nos dias atuais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 04:52:28 UTC</pubDate>
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         <title>Melanie Martinez - Mrs. Potato Head ( Extra ) </title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/660762159</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste Padlet será feito uma análise sobre uma música da artista, Melanie Martinez, que achamos importante destacar no trabalho, Mrs. Potato Head.<br>( Tradução da musica: <a href="https://bit.ly/32Ngeoe">https://bit.ly/32Ngeoe</a> )<br><br>— Clipe <br><br>O clipe começa com a artista Melanie Martinez assistindo um comercial de pílulas de dieta e perucas para supostamente deixa-las mais bonitas, Melanie começa a comparar a sua aparência com a das mulheres presentes no comercial, Então ela decide fazer o mesmo que as mulheres e também se maquia, coloca uma peruca e toma as pílulas de emagrecimento. <br><br> A música começa junto a segunda parte do clipe, assistido por Melanie, na TV, que mostra outra personagem que se envolve com um homem denominado Mrs. Potato Head (Senhores cabeças de batatas), formavam um casal aparentemente feliz, como todos os outros. <br><br>Mr. Potato Head, então lhe-da de presente uma cirurgia plástica, as intenções dele estavam óbvias: mudar quem ela era para deixá-la mais "atraente", Mas, apesar de ficar um pouco em dúvida ela aceita.<br><br>No dia da cirurgia ela aparenta estar desconfortável, mas era o que ele queria, que ela fosse mais “atraente” então ela faz a cirurgia da mesma forma, desconfortável, no dia seguinte após a cirurgia ele corta o cabelo dela enquanto ela dormia, para que ela queira usar a peruca e ficar "mais bonita". <br><br>Logo após eles removem os curativos de seu rosto, para ver o resultado da cirurgia, ele se vê decepcionado com a aparência dela, e logo após ela ficar “feia” para ele, não demora muito para ela ver ele atrás de outra, levando flores.</div><div><br></div><div>— Alguns trechos importantes da música <br><br>Ao decorrer da música ela fala sobre as exigências da sociedade e como uma mulher tem que sempre ser “atraente” e “bonita“, <br><br></div><div>“No one will love you if you're unattractive”<br>("Ninguém vai te amar se você não for atraente")<br><br>E crítica o mundo das cirurgias plásticas<br><br>"If you want a little more confidence<br>Potatoes turn to french fries, yeah, it's common sense<br>All you need's a couple more condiments<br>And a hundred thousand dollars for some compliments"<br>(Se você quer um pouco mais de confiança<br>Batatas viram batatas fritas, sim, isso é senso comum<br>Tudo o que você precisa é de mais alguns condimentos<br>E cem mil dólares para conseguir alguns elogios)</div><div><br>Ela também questiona o quão importante é a aparência em relacionamentos </div><div><br>"Does a new face come with a warranty?"<br>( Um novo rosto vem com garantia?)<br><br>"Will a pretty face make it better?"<br>( Um rosto bonito vai tornar as coisas melhores? )</div><div><br>Mrs. Potato Head" é uma análise crítica sobre o mundo das cirurgias plásticas e a busca pela beleza e perfeição, representados pelo brinquedo Cabeça de Batata (aquele onde podíamos montar o rosto dele inteiro, apresentado em Toy Story). <br><br>"If you weren't born with it<br>You can buy a couple ornaments"<br>(Se você não nasceu com o que quis<br>Você pode comprar alguns pares de enfeites)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 05:00:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia </title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/660789491</link>
         <description><![CDATA[<div>Rastros de resistência - Ale Santos, Capítulo 12</div><h1>O Nascimento da Vênus<em> -</em> <a href="https://bit.ly/2WNTKj1">https://bit.ly/2WNTKj1</a> </h1><h1>Vênus ( Mitologia ) - <a href="https://bit.ly/2WLdWCa">https://bit.ly/2WLdWCa</a></h1><div>Afrodite - <a href="https://bit.ly/2WJbUCA">https://bit.ly/2WJbUCA</a></div><h1>Vênus Negra - <a href="https://bzfd.it/3eToi9a">https://bzfd.it/3eToi9a</a></h1><h1>Vênus Negra | Crítica - <a href="https://bit.ly/2OUbnt3">https://bit.ly/2OUbnt3</a></h1><div>Vênus Noire - <a href="https://bit.ly/30B5xlW">https://bit.ly/30B5xlW</a></div><h1>Sarah Baartman - <a href="https://bbc.in/3fRmyPa">https://bbc.in/3fRmyPa</a></h1><div>A solidão tem cor - <a href="https://bit.ly/3eTl0Dd">https://bit.ly/3eTl0Dd</a><br>Consciência Negra - <a href="https://bit.ly/2WO9K4H">https://bit.ly/2WO9K4H</a></div><div>Esteatopigia -  <a href="https://bit.ly/3eRXwOO">https://bit.ly/3eRXwOO</a></div><h1>O lado sujo da Ciência - <a href="https://bit.ly/2ZPF4lA">https://bit.ly/2ZPF4lA </a></h1><h1>Silêncios rompidos -<a href="https://bit.ly/39j9XBQ"> https://bit.ly/39j9XBQ</a></h1><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 05:40:04 UTC</pubDate>
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         <title>Colaborações </title>
         <author>vitorcapellari</author>
         <link>https://padlet.com/vitorcapellari/7sc82pltl5bszuhm/wish/660801353</link>
         <description><![CDATA[<div>Colaboração dos integrantes do grupo:<br><br>Ricardo - Produção dos textos sobre a origem de Vênus e Vênus Negra, podcast sobre a hiper sexualização da mulher negra nos dias atuais, revisão da gramática do poema, desenho das Vênus.<br><br>Vitor - Desing completo do trabalho, revisão da gramática do poema, pesquisa sobre a obra de Maria Lídia Maglini, analise da música Mrs Potato Head, pesquisa sobra o filme Vênus Negra, organização e revisão completa do trabalho e auxílio nas pesquisas.<br><br>Fábio - Produção do poema e auxílio nas pesquisas.<br><br>João - Auxílio nas pesquisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 06:01:09 UTC</pubDate>
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