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      <title>Lusíadas, viagem literária by BE AE2 Beja</title>
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      <description>10º ano</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-26 10:34:48 UTC</pubDate>
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         <title>O autor, Luís Vaz de Camões</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Camões viveu no século XVI.<br>Terá nascido em 1524 ou 1525, provavelmente em Lisboa.<br>Fez os seus estudos em Coimbra, voltando a Lisboa, onde terá frequentado a corte e escrito uma vasta obra poética.<br>Em 1552, embarcou para Índia, regressando a Lisboa em 1569, depois de ter viajado por vários locais do Oriente.<br>Em 1572, publicou a primeira edição de “Os Lusíadas”, tendo-lhe sido atribuída uma tença anual de 15000 réis.<br>Morreu a 10 de junho de 1580.<br>“Aqui jaz Luís de Camões príncipe dos poetas do seu tempo. Viveu pobre e miseravelmente, e assim morreu.”<br>Se tiveres curiosidade em saber um pouco mais sobre este grande poeta, assiste ao <a href="https://ensina.rtp.pt/artigo/luis-vaz-de-camoes/">documentário</a>.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 11:33:30 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sabia que?<br><br>Ao longo dos séculos, a vida de Camões foi a inspiração para várias manifestações artísticas, nomeadamente:<br><br><a href="http://bloguedebd.blogspot.com/2014/06/literatura-e-bd-4-camoes-e-os-lusiadas.html">Banda Desenhada</a><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=EwT4Cy8U0Uk&amp;feature=youtu.be">Literatura</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 11:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Jardim da Praça do Império, em Belém, é um ponto turístico de Lisboa. Situa-se numa das zonas nobres de Lisboa.<br><br>É nessa zona que encontramos o Mosteiro dos Jerónimos, o Planetário,o Museu da Marinha, o Centro Cultural de Belém e o Padrão dos Descobrimentos.        <br><br>Mas, nem sempre foi assim. No século XVI, esta zona era a chamada “Praia do Restelo”, por o rio chegar até aqui, bem à beira do Mosteiro dos Jerónimos. Era uma praia abrigada de ventos fortes e com boas condições de navegabilidade. E foi dessa praia que as naus de Vasco da Gama partiram.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 11:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>Praia das lágrimas</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>84_«E já no porto da ínclita Ulisseia,<br>Cum alvoroço nobre e cum desejo<br>(Onde o licor mistura e branca areia<br>Co salgado Neptuno o doce Tejo)<br>As naus prestes estão; e não refreia<br>Temor nenhum o juvenil despejo,<br>Porque a gente marítima e a de Marte<br>Estão pera seguir-me a toda a parte.<br> <br>85_«Pelas praias vestidos os soldados<br>De várias cores vêm e várias artes,<br>E não menos de esforço aparelhados<br>Pera buscar do mundo novas partes.<br>Canto IV, est. 84-85 (com supressões)<br> <br>No dia 8 de julho de 1497, Vasco da Gama iniciou a viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia. Era um sábado e muita gente veio assistir a esse acontecimento na praia de Belém.<br>O próprio rei D. Manuel veio assistir à partida, ciente de que Vasco da Gama partia como embaixador de Portugal, levando consigo cartas régias para o samorim de Calecute, onde o rei propunha uma aliança política e comercial.<br>Nesta expedição, participaram cerca de 170 homens.<br> <br>Camões apresenta os sentimentos de quem fica, tal como retrata Rui Veloso na sua Praia das Lágrimas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 11:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>Os Lusíadas, Canto I, est. 1-18</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir deste momento, vamos ler Os Lusíadas e analisar mais detalhadamente diferentes cantos.<br>Não se esqueça do que já aprendeu: a narração inicia-se "in medias res", pelo que a sucessão dos acontecimentos da viagem não corresponde à sequência da obra.<br> <br>“As armas e os barões assinalados,<br>Que da ocidental praia Lusitana,<br> Por mares nunca de antes navegados,<br>Passaram ainda além da Taprobana,<br>(…)<br>E também as memórias gloriosas<br>Daqueles Reis, que foram dilatando<br>A Fé, o Império, e as terras viciosas<br>De África e de Ásia andaram devastando;<br>E aqueles, que por obras valerosas<br>Se vão da lei da morte libertando;<br>Cantando espalharei por toda parte”<br> <br>Canto I, est. 1-2 (com supressões)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 12:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>As viagens eram muito longas e cheias de perigos.<br>A vida a bordo não era fácil e muitos dos que partiam não voltavam.<br> <br>Se quer saber mais sobre o modo de funcionamento da Carreira da Índia, que teve início com a chegada de Vasco da Gama à Índia, lê o <a href="http://cvc.instituto-camoes.pt/navegaport/d03.html">documento.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 12:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>Questionário </title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Terminado o estudo da visão global da obra, responda ao questionário: <a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=BxShMFaydUGdaD5GhoW0i1xr-28eqUFEty51D0HjuBBURTU0NDRNQ0MxRjg4NEFUSkFZMFlRS1BPNi4u">aqui.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 12:22:44 UTC</pubDate>
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         <title>A viagem</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>A viagem de descoberta do caminho marítimo para a Índia foi extremamente importante para a consolidação da presença marítima e o domínio das rotas comerciais pelos portugueses.<br>Foi idealizada pelo rei D. João II, mas só se concretizou durante o reinado de D. Manuel I, que atribuiu o cargo de capitão-mor da armada a Vasco da Gama.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 12:25:12 UTC</pubDate>
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         <title>O roteiro da viagem de Vasco da Gama</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 45 folhas descrevem-se a viagem, os reinos, as gentes, os costumes, as línguas e as religiões. É o Roteiro da Viagem de Vasco da Gama, cuja cópia mais antiga mereceu por parte da Unesco o registo na “Memória do Mundo”.<br><br></div><div><br>O documento está na Biblioteca Municipal do Porto e é uma cópia feita a partir do original da viagem de Vasco da Gama na descoberta do caminho marítimo para a Índia, que teve lugar entre 1497 e 1499.</div><div><br>O texto é atribuído a Álvaro Velho, que seguiu na frota de Vasco da Gama, e chegou à Biblioteca Municipal do Porto em 1834, na sequência da lei de extinção das ordens religiosas e da secularização dos seus bens.</div><div><br>Desde 18 de Junho de 2013 que integra o registo “Memória do Mundo” da Unesco, um reconhecimento da sua importância, razão da existência deste programa internacional.</div><ul><li><strong>Temas: </strong><a href="https://ensina.rtp.pt/temas-artigo/historia/">História</a>, <a href="https://ensina.rtp.pt/temas-artigo/descobrimentos/">Descobrimentos</a>, <a href="https://ensina.rtp.pt/temas-artigo/portugues/">Português</a>, <a href="https://ensina.rtp.pt/temas-artigo/literatura/">Literatura</a></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 12:39:44 UTC</pubDate>
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         <title>Mitificação do herói</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Camões não escolheu um herói individual que motivasse o título da sua obra, mas procurou que a sua epopeia enunciasse a história de todo o povo da "geração de luso". A intenção em exaltar os portugueses levou Camões a torná-los verdadeiros heróis que se foram construindo, ao longo da obra, e que mereceram a mitificação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 12:51:55 UTC</pubDate>
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         <title>Cabo Verde</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Prossegue a viagem ainda junto à costa...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 12:55:38 UTC</pubDate>
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         <title>São Tomé e Príncipe</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Prossegue a viagem, sempre com costa próxima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:02:27 UTC</pubDate>
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         <title>Adamastor</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>41<br>E disse: - «Ó gente ousada, mais que quantas<br>No mundo cometeram grandes cousas,<br>Tu, que por guerras cruas, tais e tantas,<br>E por trabalhos vãos nunca repousas,<br>Pois os vedados términos quebrantas<br>E navegar meus longos mares ousas,<br>Que eu tanto tempo há já que guardo e tenho,<br>Nunca arados d'estranho ou próprio lenho;<br> <br>42<br>Pois vens ver os segredos escondidos<br>Da natureza e do húmido elemento,<br>A nenhum grande humano concedidos<br>De nobre ou de imortal merecimento,<br>Ouve os danos de mi que apercebidos<br>Estão a teu sobejo atrevimento,<br>Por todo o largo mar e pola terra<br>Que inda hás-de sojugar com dura guerra.<br> <br>Canto V, est. 41-42</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>Simbologia</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este é um episódio simbólico<br>O Adamastor é uma figura mitológica criada por Camões para significar os perigos, as tempestades, os naufrágios e “perdições de toda a sorte” que os portugueses têm de enfrentar e transpor nas suas viagens marítimas.<br>Ele simboliza a força dos elementos naturais dominados pelos portugueses. <br>Serve para, mais uma vez, enaltecer os portugueses, que se atreveram a navegar para o desconhecido e a enfrentar os perigos do mar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:33:43 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel de Sousa Sepúlveda</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na primeira parte do episódio, o Adamastor assume uma postura ameaçadora e apresenta a sua vingança sob a forma dos naufrágios que ali vai provocar aos portugueses.<br>Desses naufrágios, o descrito  com maior pormenor é o de Manuel de Sousa Sepúlveda. <br><br>Para saber mais sobre esse <a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/letras/ensaio34.htm">naufrágio.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>O mostrengo</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Outro poeta criou também uma personagem assustadora para simbolizar os perigos do mar e a coragem dos portugueses em os enfrentar.<br>Fernando Pessoa, na sua obra "Mensagem", apresenta-nos a personagem o Mostrengo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:46:12 UTC</pubDate>
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         <title>Consílio dos Deuses</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>19<br>Já no largo Oceano navegavam,<br>As inquietas ondas apartando;<br>Os ventos brandamente respiravam,<br>Das naus as velas côncavas inchando;<br>Da branca escuma os mares se mostravam<br>Cobertos, onde as proas vão cortando<br>As marítimas águas consagradas,<br>Que do gado de Próteu são cortadas,<br> <br>20<br>Quando os Deuses no Olimpo luminoso,<br>Onde o governo está da humana gente,<br>Se ajuntam em consílio glorioso,<br>Sobre as cousas futuras do Oriente.<br>Pisando o cristalino Céu fermoso,<br>Vêm pela Via Láctea juntamente,<br>Convocados, da parte de Tonante,<br>Pelo neto gentil do velho Atlante.<br>Canto I, est. 19-20</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:48:23 UTC</pubDate>
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         <title>Os deuses</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os gregos da Antiguidade Clássica acreditavam em vários deuses, que imaginavam à sua imagem mas com poderes superiores e uma vida eterna.<br>Os deuses olímpicos moravam num imenso palácio construído no topo do monte Olimpo, uma montanha que ultrapassaria o céu. Alimentavam-se de ambrósia e bebiam néctar.<br>Quando os romanos invadiram a Grécia, apropriaram-se dessa mitologia, mas atribuíram novos nomes aos <a href="http://mitologiagrecoromanapt12.blogspot.com/p/genealogia-dos-deuses-gregos-e-romanos.html">deuses gregos</a>. <br>São estes <a href="http://mitologiagrecoromanapt12.blogspot.com/p/genealogia-dos-deuses-gregos-e-romanos.html">deuses romanos</a> que Camões nos apresenta ao longo d' "Os Lusíadas".<br>Vénus assume o papel de coadjuvante dos portugueses e Baco de oponente. Para saber mais sobre este assunto, siga aqui.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chegada da armada às costas de Moçambique</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>54<br>«Esta Ilha pequena, que habitamos,<br>É em toda esta terra certa escala<br>De todos os que as ondas navegamos,<br>De Quíloa, de Mombaça e de Sofala;<br>E, por ser necessária, procuramos,<br>Como próprios da terra, de habitá-la;<br>E por que tudo enfim vos notifique,<br>Chama-se a pequena Ilha – Moçambique.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:31:39 UTC</pubDate>
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         <title>Quelimane, Moçambique</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Prossegue a viagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:34:35 UTC</pubDate>
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         <title>Canto I, est. 104-105</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>A armada chega a Quíloa e Baco planeia mais uma armadilha. Seguem para Mombaça e o plano da viagem é interrompido pelo Poeta que faz uma reflexão.<br><br>Leia a análise deste Canto I, est. 105-106 na apresentação acima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:36:58 UTC</pubDate>
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         <title>Canto V, Chegada a Melinde e Reflexões do Poeta</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>97<br>Não menos guarnecido, o Lusitano,<br>Nos seus batéis, da frota se partia,<br>A receber no mar o Melindano,<br>Com lustrosa e honrada companhia.<br>Vestido o Gama vem ao modo Hispano,<br>Mas Francesa era a roupa que vestia,<br>De cetim da Adriática Veneza,<br>Carmesi, cor que a gente tanto preza;<br>Vasco da Gama esforça-se por mostrar que a sua viagem à Índia (“que o Céu e a Terra espanta.”) merece mais glória e louvor do que as célebres navegações de Ulisses e Eneias, embora estes tenham sido imortalizados porque Virgílio foi valorizado por um “Herói” (v. 21), Otávio César Augusto. Camões canta os feitos dos portugueses, tal como Virgílio, e não há um herói que reconheça o seu valor. Quem imortaliza Vasco da Gama e os seus feitos é o Poeta. Assim surge a reflexão sobre o valor das artes e das letras.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:44:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tempestade e chegada a Calecute</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>70<br>Mas neste passo, assi prontos estando,<br> Eis o mestre, que olhando os ares anda,<br>O apito toca: acordam, despertando,<br>Os marinheiros dũa e doutra banda,<br>E, porque o vento vinha refrescando,<br>Os traquetes das gáveas tomar manda.<br>– «Alerta (disse) estai, que o vento crece<br>Daquela nuvem negra que aparece!»<br> <br>71<br>Não eram os traquetes bem tomados,<br>Quando dá a grande e súbita procela.<br>(…)<br> <br>92<br>Já a manhã clara dava nos outeiros<br>Por onde o Ganges murmurando soa,<br>Quando da celsa gávea os marinheiros<br>Enxergaram terra alta, pela proa.<br>Já fora de tormenta e dos primeiros<br>Mares, o temor vão do peito voa.<br>Disse alegre o piloto Melindano:<br>– «Terra é de Calecu, se não me engano.<br> <br>93<br>«Esta é, por certo, a terra que buscais<br>Da verdadeira Índia, que aparece;<br>E se do mundo mais não desejais,<br>Vosso trabalho longo aqui fenece.»<br> Canto VI, est. 70-71 e 92-93 (com supressões)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>Calecute, Canto VII, est.78-87</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assim que aporta em Calecute, Vasco da Gama envia um mensageiro ao soberano indiano. No meio deste novo povo, com quem não consegue falar, o marinheiro encontra Monçaide, um mouro hispânico falante de castelhano, que o acolhe e lhe serve de tradutor. Monçaide acompanha-o até à frota e explica aos portugueses um pouco da geografia, história, política, religiões e costumes da índia.<br><br>O capitão e Monçaide desembarcam e encontram-se com o Catual, um ministro que os acompanha até ao Samorim (estrofes 43 a 65). A descrição do que os portugueses vêem é um exemplo da sociologia da descoberta e da interpretação de uma cultura absolutamente nova. É proposto um tratado comercial e, enquanto o soberano indiano pondera, a embaixada volta à nau capitânia. Aqui encontra-se um painel representando a história de Portugal.<br><br>Mas antes da explicação deste, sentindo-lhe faltar a inspiração, Camões conta um pouco da sua biografia e lança-se num lamento indignado pelo modo como a sua pátria o tem tratado, a quem só pretende cantar a glória portuguesa (estrofes 78 a 87).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:50:01 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VIII, est. 96-99</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>96<br>Nas naus estar se deixa, vagaroso,<br>Até ver o que o tempo lhe descobre;<br>Que não se fia já do cobiçoso<br>Regedor, corrompido e pouco nobre.<br>Veja agora o juízo curioso<br>Quanto no rico, assi como no pobre,<br>Pode o vil interesse e sede imiga<br>Do dinheiro, que a tudo nos obriga.<br><br>As traições sofridas por Gama em Calecute, nomeadamente o seu sequestro, ultrapassadas pela entrega de bens materiais, motiva nova reflexão do poeta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:51:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ilha dos Amores</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vendo agora a frota em segurança no seu regresso a Portugal, Vénus pede a ajuda do seu filho Cupido para juntar os amores e ferir as nereidas com as flechas do amor. Com as ninfas e Tétis sob esta influência, coloca uma ilha mística na rota de regresso dos portugueses.<br><br>88<br>Assi a fermosa e a forte companhia<br>O dia quási todo estão passando<br>Nũa alma, doce, incógnita alegria,<br>Os trabalhos tão longos compensando.<br>Porque dos feitos grandes, da ousadia<br>Forte e famosa, o mundo está guardando<br>O prémio lá no fim, bem merecido,<br>Com fama grande e nome alto e subido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:54:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Máquina do Mundo</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>75<br><br>Despois que a corporal necessidade<br>Se satisfez do mantimento nobre,<br>E na harmonia e doce suavidade<br>Viram os altos feitos que descobre,<br>Tétis, de graça ornada e gravidade,<br>Pera que com mais alta glória dobre<br>As festas deste alegre e claro dia,<br>Pera o felice Gama assi dizia:<br><br>Canto X<br><br>Acabado o banquete, Tétis convida o Gama para o espectáculo da Máquina do Mundo, o espectáculo único das esferas celestes de Ptolomeu (estrofes 77 a 144). Aqui vemos que ao talento e aos conhecimentos de Camões sobre geografia, história e mitologia, religião, guerra, comportamento humano e navegação, se junta o da astronomia (do século XVI, naturalmente).<br>Nas palavras de António José Saraiva, "é um dos supremos sucessos de Camões", "as esferas são transparentes, luminosas, vêem-se todas ao mesmo tempo com igual nitidez; movem-se, e o movimento é perceptível, embora a superfície visível seja sempre igual. Conseguir traduzir isto por meio da "pintura que fala" é atingir um dos cumes da literatura universal."</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 15:58:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chegada a Lisboa</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
         <link>https://padlet.com/poemartelusiadas102020/7rrzaum7ymyoh5m6/wish/595125519</link>
         <description><![CDATA[<div>Canto X<br>143<br>«Podeis-vos embarcar, que tendes vento<br>E mar tranquilo, pera a pátria amada.»<br>Assi lhe disse; e logo movimento<br>Fazem da Ilha alegre e namorada.<br>Levam refresco e nobre mantimento;<br>Levam a companhia desejada<br>Das Ninfas, que hão-de ter eternamente,<br>Por mais tempo que o Sol o mundo aquente.<br><br>144<br><br>Assi foram cortando o mar sereno,<br>Com vento sempre manso e nunca irado,<br>Até que houveram vista do terreno<br>Em que naceram, sempre desejado.<br>Entraram pela foz do Tejo ameno,<br>E à sua pátria e Rei temido e amado<br>O prémio e glória dão por que mandou,<br>E com títulos novos se ilustrou.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 16:01:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Epílogo e Reflexão Canto X, est. 145-156</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
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         <description><![CDATA[<div>145<br>Nô mais, Musa, nô mais, que a Lira tenho<br>Destemperada e a voz enrouquecida,<br>E não do canto, mas de ver que venho<br>Cantar a gente surda e endurecida.<br>O favor com que mais se acende o engenho<br>Não no dá a pátria, não, que está metida<br>No gosto da cobiça e na rudeza<br>Dũa austera, apagada e vil tristeza.<br><br><br>A epopeia termina com um epílogo (estrofes 145 a 156), em que o poeta lamenta mais uma vez as injustiças que o Reino lhe terá cometido. Reforça a dedicatória da obra ao jovem rei D. Sebastião e aproveita, como homem experiente da vida e dos conhecimentos, para lhe dar alguns conselhos: que se aconselhe com os melhores, governe com justiça, premeie apenas e sempre quem merece, lute com bravura e inteligência para expandir Portugal e a fé cristã. Deste modo, tal como Aquiles foi cantado por Homero, Camões cantará o seu rei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 16:04:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Os Lusíadas, Visão Global da Obra</title>
         <author>poemartelusiadas102020</author>
         <link>https://padlet.com/poemartelusiadas102020/7rrzaum7ymyoh5m6/wish/600784436</link>
         <description><![CDATA[<div>A epopeia "Os Lusíadas" tem como tema o passado épico nacional, inspirado na tradição nacional.</div><div>Nela narram-se os feitos grandiosos do povo português, desde a fundação da nacionalidade até ao século XVI, data em que Camões escreve a obra.</div><div>Para uma<a href="https://earth.googleusercontent.com/balloon_sandbox#07F34792C91349A5416F;balloonFlyto"> </a><a href="https://padlet.com/poemartelusiadas102020/avf573825dnrvihx">visão global</a><a href="https://earth.googleusercontent.com/balloon_sandbox#07F34792C91349A5416F;balloonFlyto"> </a>da obra.</div><div>Para finalizar, vê os documentários:</div><div><a href="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-ilha-dos-amores/"><em>Os Lusíadas</em>, de Luís de Camões&nbsp;</a></div><div><a href="https://ensina.rtp.pt/artigo/os-lusiadas-um-poema-epico-e-critico/"><em>Os Lusíadas</em>: um poema épico e crítico</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-29 09:08:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ilha dos Amores, Canto IX, est. 92-95</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemartelusiadas102020/7rrzaum7ymyoh5m6/wish/2472285052</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-02-07 18:40:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Melinde, Reflexões do Poeta, Canto V, est.92- 94</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemartelusiadas102020/7rrzaum7ymyoh5m6/wish/2475751278</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-02-09 23:49:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Melinde, Canto V, est. 99-100</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemartelusiadas102020/7rrzaum7ymyoh5m6/wish/2475752952</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-02-09 23:51:53 UTC</pubDate>
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