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      <title>Sexualidade e Gênero by Lucas Costa</title>
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      <description>Gabriela Silva Dias, Lucas Marques da Costa, Natalie da Silva Nunes e Tiago Luan Glaser</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-05 15:51:12 UTC</pubDate>
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         <title>Sexualidade e Gênero - Etnocentrismo</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[<p>Através do estudo da antropologia, compreendemos como uma perspectiva etnocêntrica pode influenciar a construção de conceitos e normas em relação ao outro, moldando comportamentos e ideias que, por meio do etnocentrismo, podem estabelecer padrões que resultam na opressão e negação de formas de vida diversas. Especificamente no que diz respeito ao gênero e à sexualidade, quando são estabelecidos padrões normativos, isso frequentemente leva à estigmatização de identidades consideradas "não normativas". Essa estigmatização tende a marginalizar essas identidades não conformes, muitas vezes gerando preconceitos e discriminação que prejudicam a vida em sociedade dessas pessoas. Logo,normas de gênero podem surgir desta problemática. Tais normas são frequentemente impostas pelas culturas dominantes sobre aquelas consideradas diferentes. Isso pode ter um impacto significativo nos padrões de comportamento e até mesmo nas vestimentas. Por exemplo, algumas comunidades indígenas brasileiras, que tradicionalmente não utilizavam vestimentas, foram compelidas a adotar roupas após a evangelização pelos jesuítas e católicos, embora os indígenas não associassem a nudez à sexualidade. Esse processo resultou na repressão e dominação de sua cultura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-07 01:59:56 UTC</pubDate>
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         <title>Representação da sexualidade na arte Grega</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 20:20:50 UTC</pubDate>
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         <title>Sexualidade e Gênero - Corporeidade</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[<p>Percebendo nossas práticas corpóreas durante o tempo, é possível identificar não apenas a forma que nosso corpo vai sendo moldado por traços culturais, mas também relacionados a gênero e sexualidade. Os padrões de beleza são um ângulo de visão privilegiado para observarmos a diversidade e as mudanças culturais relacionadas ao corpo. Entretanto, tais padrões são, também, utilizados como régua de medida para mensurar e atribuir estereótipos corporais para indivíduos de determinados grupos, gêneros e sexualidades.&nbsp; Vemos, como traço quase inato entre indivíduos no cotidiano, a denominação e mensuração de trejeitos e biotipos "aceitáveis" para determinados grupos, e a consequentemente intolerância quando tais requisições não são atendidas. Há uma série de estereótipos para que uma mulher seja considerada atraente, por exemplo. Assim como há uma imagem esperada de como uma pessoa gay deve se portar, e qualquer coisa fora desse padrão pré montado fará com que o indivíduo tenha sua sexualidade questionada. Observamos isso de forma mais explícita ainda direcionada a indivíduos transgêneros, que devem atender não apenas a um padrão corporal, mas agir de acordo com seu "gênero escolhido" e ter, também, sua sexualidade questionada e usada como motivo para desacreditar seu gênero, em uma forma violenta de desacreditar e invisibilidade a existência desses indivíduos. O uso do aspecto físico de uma pessoa ou grupo sempre foi utilizado como delimitador de normas, ditando o que é passível ou não, definindo o que pode ser considerado aceitável e o que cairá na invisibilidade do preconceito decorrente.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 20:23:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 20:33:04 UTC</pubDate>
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         <title>Sexualidade e Gênero - Exercício da Relativização</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[<p>No artigo "O Sexo dos Anjos" podemos ver alguns relatos sobre crianças intersexo e como os profissionais de saúde envolvidos nos casos optam pela escolha de "reparação" ou de "reconstrução" de sexo. É interessante perceber como cultura e natureza se mesclam, à medida em que crianças inseridas em determinado contexto são - de certo modo - submetidas a uma transformação que tem efeitos duradouros e que, de acordo com os próprios profissionais, pode "dar certo ou não". O que se tem como métrica para tal "sucesso" é uma série de itens relativos à uma expectativa de performance de gênero, o que nos leva a questionar sobre quão natural é o tal sexo biológico. A relativização se torna necessária portanto, à medida em que se faz necessário questionar acerca das lentes utilizadas para fazer tais escolhas - uma vez que o sexo "natural" e o papel de gênero, ao menos no contexto do artigo, estão intrinsecamente ligados. As discussões sobre esse tema são vastas e, ainda mais se tratando de crianças e adolescentes, se torna necessário refletir sobre as consequências e os pesos que esses papéis de gênero têm no desenvolvimento da noção de si. Com o artigo é possível também perceber algumas coisas que podem nos levar a perceber o quanto, em uma cultura ocidental, a dicotomia se faz presente e invisibiliza o que foge do padrão "XY" - não só no sentido biológico como também nas expectativas de como gênero "feminino" e gênero "masculino" devem se parecer e se comportar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 20:42:00 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres Muçulmanas</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmarqueskk/7ra0pgsbiz1b32oa/wish/2782204779</link>
         <description><![CDATA[<p>No ocidente, uma das formas de preconceito é afirmar que mulheres muçulmanas vestem a burka como forma de opressão. Porém, ignora-se que é uma escolha religiosa e cultural destas mulheres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 20:48:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sexualidade e Gênero - Cultura, Dinâmicas e Temporalidades</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmarqueskk/7ra0pgsbiz1b32oa/wish/2782527540</link>
         <description><![CDATA[<p>Torna-se complexo analisar as temporalidades e dinâmicas da Sexualidade e Gênero, pois, ao mesmo tempo que ideais conservadores propõem uma volta ao passado como sinônimo de "tempos melhores", podemos observar que muitas culturas e sociedades, historicamente, já possuíam dinâmicas que contrapõem alguns preconceitos sociais datados. Por exemplo, na sociedade ocidental e cristã, ainda prevalece a ideia de que as mulheres são responsáveis pelos afazeres da casa e os homens são responsáveis por gerir a sociedade, ou seja, o patriarcado. No entanto, em algumas sociedades africanas, por muitos anos, foi o sistema matriarcal que fez parte dessas sociedades. Devemos pensar nas culturas, dinâmicas e temporalidades não como eventos que acontecem de forma separada e naturalmente; elas podem ser facilmente manipuladas pelo sistema vigente e suprimidas por culturas dominantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:03:53 UTC</pubDate>
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         <title>Sexualidade e Gênero - Cultura e Visão de Mundo</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como vimos no módulo, a cultura atua como uma lente que molda nossa perspectiva do mundo, ou seja, ela determina como interpretamos os eventos do mundo. No contexto da sexualidade e gênero, podemos refletir sobre como os preconceitos relacionados ao gênero e à orientação sexual funcionam como lentes que influenciam a forma como vemos e interpretamos o mundo. Essas lentes nem sempre são adotadas por escolha própria; muitas vezes são impostas pela sociedade. Além disso, essas lentes não são utilizadas apenas por aqueles que perpetuam os preconceitos, mas também aqueles que são alvo desses preconceitos, adicionando camadas à sua cultura que moldam sua perspectiva do mundo, muitas vezes por meio de experiências traumáticas, violência, medo, entre outros.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:06:28 UTC</pubDate>
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         <title>Sexualidade e Gênero - Cultura e Lógicas Simbólicas</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmarqueskk/7ra0pgsbiz1b32oa/wish/2782534068</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Sabendo que somente quando percebemos, teorizamos&nbsp; e damos nomes para alguns fenômenos é que eles passam a serem vistos como existentes pela sociedade, assim como a sexualidade e o gênero, que vem sendo cada vez mais abordada em novas pesquisas e artigos, no artigo “O sexo dos Anjos” percebemos que é levantada a ideia de que o sexo está ligado diretamente com o gênero, onde os valores de quem observa é o que é levado em conta, mesmo sabendo que gênero é construído socialmente, ainda se tem o debate sexista e preconceituoso em&nbsp; que o órgão sexual define quais serão os teus papeis na sociedade, de mulher como “cuidadora” e de homem como “provedor” ou até de que peças de roupas devem ser usadas por cada gênero, deixando de lado totalmente corpos intersexo e trans, onde a genitália não tem nada a ver com seus papeis na sociedade.</p><p>Esse assunto é melhor observado no caso do Hariel (no artigo “O Sexo dos Anjos) onde mesmo com todo o “jeitão” do menino citado pela sua mãe, a equipe medica ainda buscava orientações genéticas que falaria se era um menino ou uma menina, visto que a equipe ainda um falus (um órgão sexual não definido 100%)</p><p>Mais uma simbologia bastante usada como régua para definir o que é masculino ou feminino é a vestimenta, que se formos olhar para a história do mundo vamos perceber uma hipocrisia gigantesca, visto que os primeiros saltos altos (objetos ditos como femininos na sociedade moderna) foram desenvolvidos no século XVII pelo rei da França Luís XV, por ter uma altura abaixo da média masculina, assim como as cores rosa e azul que desde sempre tiveram seu peso sobre gênero, mas que na sua origem o azul era uma cor feminina visto que transmitia delicadeza e o rosa por sua vez uma cor masculina já que se aparenta com o vermelho e a cor de sangue, foi ao longo de muitos acontecimentos históricos que esses objetos simbólicos foram invertendo seus valores, o que mais uma vez reforça que o que delimita que algo é masculino, feminino ou neutro é o tempo e as sociedades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:08:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sexualidade e Gênero - Cultura e Diferenciação</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmarqueskk/7ra0pgsbiz1b32oa/wish/2782538396</link>
         <description><![CDATA[<p>Na perspectiva antropológica, as disparidades nas participações sociais e contribuições de homens e mulheres não são resultado de diferenças biológicas, mas sim de convenções culturais que impuseram a separação de atribuições com base no gênero. Essas convenções podem ser observadas em diversos aspectos da sociedade. No contexto familiar, as mulheres são frequentemente designadas como cuidadoras, papel que se estende para o ambiente de trabalho e para a vida em sociedade. Enquanto isso, os homens são vistos como provedores, sendo esperados que sejam rígidos e responsáveis pela transmissão de valores, uma dinâmica que também se reflete na vida em sociedade, com uma maior presença masculina na política e em cargos de liderança. É importante ressaltar que essas crenças são construídas socialmente e não têm base na natureza humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:10:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmarqueskk/7ra0pgsbiz1b32oa/wish/2782539959</link>
         <description><![CDATA[<p>Barão d’Holbach pelas mãos do pintor Louis Carmontelle. Já́ no século 18 o rosa era uma cor máscula</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:11:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dados de Ministério indicam aumento de 5,5% de mulheres na construção civil</p><p>Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2022/02/08/dados-de-ministerio-indicam-aumento-de-55-de-mulheres-na-construcao-civil.ghtml">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2022/02/08/dados-de-ministerio-indicam-aumento-de-55-de-mulheres-na-construcao-civil.ghtml</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:13:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmarqueskk/7ra0pgsbiz1b32oa/wish/2782545428</link>
         <description><![CDATA[<p>Dados de Ministério indicam aumento de 5,5% de mulheres na construção civil</p><p>Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2022/02/08/dados-de-ministerio-indicam-aumento-de-55-de-mulheres-na-construcao-civil.ghtml">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2022/02/08/dados-de-ministerio-indicam-aumento-de-55-de-mulheres-na-construcao-civil.ghtml</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:14:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Os homens são proibidos em Tumai, no Quênia central. Desde 2001, este vilarejo oferece refúgio para mulheres da tribo Samburu que foram vítimas de violência doméstica" <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.unesco.org/courier/2020-1/mulheres-poderosas">https://pt.unesco.org/courier/2020-1/mulheres-poderosas</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:16:44 UTC</pubDate>
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         <title>Poema “Literatura do corpo”, de Ika Eloah que usa o dialeto &quot;pajubá&quot;, código linguístico LGBT Brasileiro</title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[<p>Picumã,<br>cílios de garota,<br>prótese, eu quero prótese,<br>neca,<br>Pirelli,<br>edi,<br>e unha de boneca.<br>Corpo de pajubá,<br>travestilidade comunica,<br>travestidade comunista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 02:22:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasmarqueskk</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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