<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Questões by Aparecida Santana de Souza Chiari</title>
      <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2</link>
      <description>Publique suas três questões que inquietam a pesquisa pós-qualitativa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-02 18:16:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-03 14:45:17 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://media1.giphy.com/media/RY108jnMUQ6PPrjn1S/giphy.gif?cid=cabc99184mk4ckls1k21pjnk2iihxt9tz9ssq8hsszwj6s44&amp;ep=v1_gifs_search&amp;rid=giphy.gif&amp;ct=g</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>aparecidachiari</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3393347459</link>
         <description><![CDATA[<p>Balde de cortes</p>]]></description>
         <enclosure url="https://wakelet.com/i/invite?code=2zv70hzb" />
         <pubDate>2025-04-02 21:59:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3393347459</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394374767</link>
         <description><![CDATA[<p>Que pesquisa acadêmica acontece quando o entendimento foge?</p><p>Pesquisa acadêmica: a que será que se destina?</p><p>Uma pesquisa acadêmica em terras Pindorama?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 11:58:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394374767</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tatianealves8</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394375584</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. </strong>Se o conhecimento não é algo a ser descoberto, mas sim algo que emerge de encontros e relações, como podemos abandonar a própria ideia de “pesquisa” enquanto um ato de busca e apropriação? E se, em vez de buscar compreender o mundo, nós nos deixássemos afetar por ele sem a necessidade de domesticação? Como podemos pensar caminhos que não sejam estratégias de captura, mas sim formas de deixar o mundo agir sobre nós, sem impor sentido, direção ou finalidade?</p><p><br></p><p><strong>2.</strong> Se a linguagem não é um meio transparente de representação, mas sim um agenciamento que produz mundos, o que significa pesquisar sem depender da palavra como estrutura organizadora do pensamento? Mas e se abandonássemos essa âncora? Como pensar uma pesquisa que não busque expressar, explicar ou nomear, mas sim fazer sentir, vibrar e desestabilizar? Que outras formas de pensamento poderiam emergir quando nos desapegamos da palavra e nos abrimos para registros não discursivos, como o silêncio, o ruído, a intensidade dos corpos ou a força dos gestos?</p><p><br><strong>3. </strong>Se o pensamento não pertence ao humano, mas se dá no entre — nas relações entre corpos, máquinas, atmosferas, elementos — , como podemos abandonar a centralidade da subjetividade e da autoria na produção do conhecimento?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 11:58:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394375584</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394377902</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Como pensar uma escrita de pesquisa que não traduza, represente ou explique, mas que devore, fabrique e crie realidades, à maneira antropofágica?</p><p>2. Se a linguagem é um obstáculo para o encontro com o real, como podemos pesquisar para além (ou aquém) da linguagem, explorando sensações, afetos e ruídos?</p><p>3. O que acontece com o "objeto" de pesquisa quando o método deixa de ser uma forma de controle e passa a ser um modo de se deixar afetar pelo encontro?</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:01:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394377902</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394379408</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Como a pesquisa pós-qualitativa nos faz pensar o conhecimento de um jeito diferente, sem focar apenas nas pessoas, mas também nas relações e nos contextos?</p></li><li><p>De que forma essa abordagem questiona a ideia de que a pesquisa precisa ser "neutra" ou "objetiva" e propõe outras formas de entender o que é verdadeiro?</p></li><li><p>Quais desafios e mudanças essa maneira de pesquisar pode trazer para o ensino de matemática, especialmente em relação a quem decide o que é conhecimento válido?</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:02:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394379408</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380135</link>
         <description><![CDATA[<p>O uso da metáfora e uma qualidade da pesquisa pós qualitativa. Se Pôde fazer ppq sim metáfora?</p><p><br/></p><p>Quais são os limites da pesquisa pós qualitativa? </p><p><br/></p><p>No filme, uma pregunta ineludible e a diferença entre ideia y metáfora. Cómo podemos nos aproximar uma resposta a isso.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:03:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380135</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380538</link>
         <description><![CDATA[<p>Representar ou não representar? Eis uma questão.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://s2.glbimg.com/OfPoq2QUoEAD_lB7dJlcPcmctgM=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/01/21/rene690.jpg" />
         <pubDate>2025-04-03 12:03:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380538</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380618</link>
         <description><![CDATA[<p>- Se até a pesquisa qualitativa enfrenta dificuldades para garantir a validade e a confiabilidade de seus resultados, como ter essa garantia na pesquisa pós-qualitativa?</p><p>- A pergunta de pesquisa e o modo surgem no decorrer da pesquisa, mas e se não surgirem?</p><p>- Nesse caso, haveria espaço para "recalcular a rota" e retornar para a pesquisa qualitativa?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:03:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380618</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>camilahardt</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380635</link>
         <description><![CDATA[<p>1) É a linguagem um recurso para encontrar novos caminhos?</p><p>2) Por que a coerência discursiva é o caminho mais utilizado nas pesquisas acadêmicas? Essa coerência nos ajuda a estarmos alinhados às urgências da vida?</p><p>3) Como, através da linguagem, encontrar o que está para além dela?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:04:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394380635</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394381167</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>A pesquisa pós-qualitativa não seria a nova linguagem que “padroniza” as futuras investigações?</p></li><li><p>Até que ponto conseguimos dizer a pesquisa pós-qualitativa não é um novo domínio de pensamentos, não pensados?</p></li><li><p>Dizer “não me importo/não quero…/não sou…” é querer/é ser/é se importar. Ou seja, a pesquisa pós-qualitativa tem se preocupado, indiretamente, em formar rupturas?</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:04:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394381167</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394382189</link>
         <description><![CDATA[<p>1 - O que é experimentação em pesquisa pós-qualitativa?</p><p><br/></p><p>2 - Como fazer pesquisas tipicamente brasileiras?</p><p><br/></p><p>3 - Quais desafios temos para a produção de nossa pesquisa, dos nos nosso textos, em narrativas não linerares?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:05:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394382189</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>edynhov</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394383527</link>
         <description><![CDATA[<p>1) Como legitimar uma pesquisa que não segue um modelo tradicional de rigor acadêmico?</p><p>2) Se o pesquisador é parte do processo, como evitar hierarquias e colonizações epistemológicas?</p><p>3) Como construir um conhecimento híbrido sem impor uma hierarquia entre os saberes?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:06:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394383527</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ortolanibedoia</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394383551</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>No filme é dito que <em>"o cão é o único ser na terra que o ama mais do que a si mesmo"</em>. Com isso será que a pesquisa Pós-Qualitativa tem algum amor? Ela ama a si mesma? a quem ou o que a pesquisa Pós-Qualitativa tem amado? </p></li><li><p>Se na terra de vocações acadêmicas só há fardas, a pesquisa Pós-Qualitativa tem tido usado que tipo de <em>"look"</em>? </p></li><li><p>Que direitos temos na pesquisa Pós-Qualitativa? </p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:06:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394383551</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luziasouza6</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394383755</link>
         <description><![CDATA[<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que pesquisa se produz ao se perseguir outros fios que não os humanos?</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que se produz a partir do reconhecimento de que as urgências/angústias humanas não são universais?</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que pesquisa se produz quando se toma a terra como entidade viva, o mundo como floresta, e não como recurso?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:06:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394383755</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luchoedo1</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394384237</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>¿Como se transforma a noção de objeto de pesquisa? na pesquisa pós qualitativa. </p></li><li><p>Que maneira a prática de "ver com olhos livres" nos desafia abandonar os paradigmas estabelecidos? </p></li><li><p>Como repensar a relação pesquisador-comunidade ou teoria-prática? </p><p><br/></p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:07:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394384237</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394387129</link>
         <description><![CDATA[<p>De que maneira as incertezas e as ambiguidades podem ser mobilizadas no processo da pesquisa pós-qualitativa, especialmente no que se refere à coleta e à análise de dados?</p><p>De que modo a pesquisa pós-qualitativa pode ser mobilizada para a inclusão e pluralidade de maneira efetiva, sem reduzir a complexidade das experiências humanas??</p><p><br/></p><p>Como mobilizar uma pesquisa pós-qualitativa que se distancie das lógicas do mercado e da produtividade acadêmica?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:09:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394387129</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394388182</link>
         <description><![CDATA[<p>1-Quais desafios tem para questão indígena a Pós Qualitativa?</p><p>2-Como trabalhar a temática indígena e como fazer na Pós Qualitativa?</p><p>3-Os conhecimentos indígenas esta concentrado na oralidade,  como fazer para isso ser aceito na Pós Qualitativa?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:10:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394388182</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394388732</link>
         <description><![CDATA[<p>Como produzir métodos que não visem à representação na pesquisa, mas que sejam comprometidos com critérios de valor e de sentido?</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3638033467/40d66f69c65e41f3c62f03849cd762cc/pobre.jpeg" />
         <pubDate>2025-04-03 12:11:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394388732</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394390467</link>
         <description><![CDATA[<p>1) Somos todos antropófagos (digerir o outro) ao importar uma imposição ética e estética que vem de fora? “Só interessa o que não é meu”?</p><p><br/></p><p>2) “Como” produzir novos modos de pesquisa?</p><p><br/></p><p>3) Ser original, com base no que é nosso, é a melhor forma de evitar copiar os modelos acadêmicos de fora?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:12:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394390467</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394393219</link>
         <description><![CDATA[<p>1- Como lidar com a multiplicidade de narrativas?</p><p>2- Como equilibrar (se é que é possível) a subjetividade?</p><p>3- Qual o papel do pesquisador no meio da subjetividade, da pós qualitativa?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:14:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394393219</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394393932</link>
         <description><![CDATA[<p>Se a pesquisa pós qualitativa não segue métodos pré determinados, como podemos pensar uma antropofagia metodológica que ressignifique diferentes formas de pesquisa?</p><p><br/></p><p>Como fazer pesquisa com a ideia de uma escrita Pau-Brasil?</p><p><br/></p><p>O Manifesto Antropófago comenta, dentre outras questões, sobre a valorização do presente. Como isso pode transformar nossa compreensão sobre o tempo na pesquisa? Quando acontece a pesquisa? Ela tem um fim?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:15:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394393932</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394395129</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Nossa memória é seletiva, nos podemos ter relatos comuns sob as mesmas experiências mas as pessoas registram experiências distintas. Como a pesquisa pós qualitativa pode atravessar cada uma dessas vivências, tornando a pesquisa significativa?</p></li><li><p> O que trás envolvido a antropofagia cultural?</p></li><li><p>Como a poesia Pau Brasil redefine a noção de cultura no Brasil?</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:16:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394395129</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394398116</link>
         <description><![CDATA[<p>Como podemos nos tornar exportadores da cultura e não só consumidor de modelos estrangeiros?</p><p><br/></p><p>Pensando na ideia de antropofagia colocada pelo Manifesto Antropófago, ele começa com “só a antropofagia nos une” , me fez pensar em como podemos “devorar” o que é estrangeiro e a partir disso criar algo?</p><p><br/></p><p>O filme me fez pensar nas discussões da aula passada, nessa obsessão que temos em “arrumar o mundo”. Em alguns momentos do filme o ser humano não é o centro, e nesse movimento podemos pensar em: O que podemos produzir pensando no ser humano fora do centro ?</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:18:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394398116</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fbernardino2</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394400270</link>
         <description><![CDATA[<p>1) Como fazer uma investigação pós-qualitativa em um molde que te coloca em uma estrutura desde o processo seletivo? Nos textos dizem que o pensamento não precisa de um método, porém...</p><p><br/></p><p>2) Ao pensar no texto enviado essa semana, sobre o Manifesto Antropófago, ao que entendi, esse manifesto valoriza o corpo e o desejo (Antropófago no Google deu uma ideia de canibalismo...) como incorporar essa questões na pesquisa pós-qualitativas?</p><p><br/></p><p>3) Se iniciarmos uma pesquisa nos moldes tradicionais (estruturais), e, em decorrer da pesquisa, mudar o objetivo e partir para uma <em>Pesquisa Com</em>, seria uma pesquisa pós-qualitativa?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:19:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394400270</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>edynhov</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394400842</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3638072649/1eb5332be1a318f8b8e1bbc97f6ed83e/images.jpg" />
         <pubDate>2025-04-03 12:20:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394400842</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fbernardino2</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394401077</link>
         <description><![CDATA[<p>Perguntas da Célia (Rio Claro)</p><p><br/></p><p>1) Como a pesquisa pós-qualitativa pode incorporar a ancestralidade e as epistemologias afrocentradas sem cair em um novo tipo de colonialidade do saber?</p><p><br/></p><p>2) Se a pós-qualitativa desafia categorias fixas e narrativas estabilizadas, como lidar com a necessidade de produzir conhecimento situado sem recorrer a metodologias que reiteram hierarquias epistemológicas?</p><p><br/></p><p>3) De que forma a experimentação na pesquisa pós-qualitativa pode criar novos modos de existência e liberdade no território, considerando a densidade tecnológica ancestral como um elemento&nbsp;metodológico?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:20:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394401077</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fbernardino2</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394420773</link>
         <description><![CDATA[<p>Sobre o 2 momento...</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2558065905/cf8921f7bb9247882308183aff69c157/image.png" />
         <pubDate>2025-04-03 12:36:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394420773</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tatianealves8</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394422243</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo G1: Tatiane, Thays, Jaquelino e Isnany</p><p>Contra todos os importadores de consciência enlatada.</p><p>Quem diz o que é possível...</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2669820634/9f540c02c10b90c12c78383a1491a877/incertezas.png" />
         <pubDate>2025-04-03 12:37:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394422243</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394427608</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo: Giovane Iop, Elisangela, Tatiane Medina Larroza, Ruben</p><p>1) Sabendo que a pesquisa pós-qualitativa não existe um método a priori, como definimos um ponto de partida em uma investigação? Por exemplo, se eu desejo compreender o papel do professor como mediador, da onde eu parto se eu não tenho um método a priori?</p><p>2) De que maneira a pesquisa pós-qualitativa vem desafiando o paradigma da pesquisa tradicional qualitativa e quantitativa?</p><p>3) O uso da metáfora é uma qualidade da pesquisa pós-qualitativa. Podemos fazer uma pesquisa pós-qualitativa sem o uso da metáfora? Quais são os limites da pesquisa pós-qualitativa?</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 12:41:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394427608</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394444403</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 26 de abril, a realidade da guerra se impôs de forma trágica como tema central, quando a pequena cidade de Guernica, no País Basco, foi bombardeada pela Luftwaffe alemã, por ordem de Adolf Hitler, aliado dos fascistas liderados por Franco. O filme é atravessado por conflitos, guerras, violência explícita e a ideia humana de querer acabar com o outro e com o outro. Acho que esse pode ser um ponto de convergência entre o que é apresentado nos textos e no filme.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3638238509/717bc71d35d0ab77132636a7b1afca72/WhatsApp_Image_2025_04_03_at_08_21_36.jpeg" />
         <pubDate>2025-04-03 12:54:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394444403</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ortolanibedoia</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394459792</link>
         <description><![CDATA[<p>Aumente o volume ao assistir. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1462812784/435f488663c42715810e5c59d086fecf/Aqueles_que_na_o_te_m_imaginac_a_o__buscam_refu_gio_na_realidade.mp4" />
         <pubDate>2025-04-03 13:03:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394459792</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>edynhov</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394463873</link>
         <description><![CDATA[<p>Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou<br>Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor<br>Lhe tenho amor, lhe tenho horror<br>Lhe faço amor, eu sou um ator</p><p>É chato chegar a um objetivo num instante<br>Eu quero viver nessa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo [...]</p><p>[...] Lhe tenho amor, lhe tenho horror<br>Lhe faço amor, eu sou um ator</p><p>Eu vou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo [...]</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3638072649/d5b62290515d37801a63642a33240201/c4ce0057_e551_495b_80f3_b72069455fec.jpg" />
         <pubDate>2025-04-03 13:05:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394463873</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394467559</link>
         <description><![CDATA[<p>Aumente o volume</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3638058423/4e60548937da9166aafbb7801c62f540/trim_75799565_9C3F_4C14_A825_0CD94FBD8DA5.MOV" />
         <pubDate>2025-04-03 13:08:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394467559</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luziasouza6</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394471612</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3638081641/c77bdaefaf64aad4ddb5b7fc08595a78/Cante_para_mim.png" />
         <pubDate>2025-04-03 13:11:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394471612</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394474675</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme e o texto, nos traz o conceito da ontologia, essa relação entre o humano e não humano (natureza, cão, a cidade, água no rio), como estamos sendo atravessados pela temporalidade. Lemos o mundo com os dados da nossa mente, ou seja,  nossa memória é seletiva, então como algo se torna significativo? Assim como o filme nós temos relatos comuns  sob a mesma experiência (filme), mas cada uma de nós registramos experiências distintas, cada uma é atravessada pelas próprias vivências. </p><p>A arte surrealista, Persistência da memória de Salvador Dali, se encontra com nossas leituras e discussões quando pensamos em como o passado ainda está presente em nós, em nossos atos e decisões, e como a temporalidade define os nossos modos de produzir, ser e pensar.</p><p><br/></p><p>Reproduzimos o que conhecemos, o que nos foi apresentado. Essa persistência da memória nos molda e nos faz sermos submersos pela antropofagia a partir da ideia de "Só interessa o que não é meu”</p><p><br/></p><p>Estamos produzindo pesquisas autênticas que realmente definam o Brasil ou ainda estamos submersos na antropofagia?</p><p><br/></p><p>Grupo 3: Ana Carolina, Antonia Thalia, Sara Paez</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3638065897/c88ef67abf8d83e836bc0ace34165f39/WhatsApp_Image_2025_04_03_at_08_44_31.jpeg" />
         <pubDate>2025-04-03 13:13:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394474675</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>camilahardt</author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394488382</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/vil8cWpGsIc?si=5YSy3W1Ul43D7Rz-">https://youtu.be/vil8cWpGsIc?si=5YSy3W1Ul43D7Rz-</a> </p><p>Grupo 7</p><p>Pensar a antropofagia: Quem pode ser comido?</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 13:21:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394488382</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394573072</link>
         <description><![CDATA[<p>Clarice talvez dissesse: “não vou me justificar, sou um instante que passa”. G7</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-03 14:14:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aparecidachiari/7r7d5yeebt11spc2/wish/3394573072</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
