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      <title>Transformações dos meios rural e urbano e os impactos na vida cotidiana   by Contini</title>
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      <description>Atividade Digital História, Geografia, Ciências, Inglês</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-20 17:43:14 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico da urbanização na cidade de São Paulo</title>
         <author>milkkic3</author>
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         <description><![CDATA[<div>É importante saber que, desde o fim do período colonial até o final o século XIX, o índice de urbanização pouco se alterou no Brasil. Entre os anos de 1890 e 1920, seu crescimento foi de aproximadamente 3% e, somente no período entre 1920 e 1940, o Brasil viu sua taxa de urbanização triplicar, chegando a 31,24%. A implantação de indústrias, as mudanças na forma de vida e de consumo, a possibilidade de mobilidade social atraía mais e mais pessoas para as cidades. Cresciam as camadas populares.&nbsp;<br><br>O crescimento da cidade de São Paulo ocorreu devido as consequências da expansão cafeeira e pela substituição de mão de obra escrava pela assalariada. ... Além disso, muitas pessoas saíram de suas cidades natais pela falta de emprego, com destino a São Paulo. Em todos os casos, a migração foi crucial para a urbanização.<br><br>São Paulo é a cidade com maior concentração urbana do Brasil. O processo de industrialização, propiciado pela Revolução Industrial iniciada na Europa, foi o fator propulsor da urbanização no Brasil, que teve seu início no século XX.<br><br>Em 1901, no estado de São Paulo existiam cerca de 50.000 operários. Muitas indústrias, empresas e companhias ferroviárias seguiam o modelo inglês de criação de “cidades operárias” próximas ao trabalho. Eram habitações salubres e baratas. No Rio de Janeiro, moradores do subúrbio perfaziam 18% da população.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 21:59:02 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências atuais físicas e ambientais (impacto ambientais e alterações no clima) do processo de urbanização;  </title>
         <author>milkkic3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os problemas ambientais urbanos são fenômenos que impactam diretamente no meio ambiente das cidades. Em muitas situações, esses fenômenos possuem causas naturais, mas que são potencializadas pela ação do homem, assim como pela acentuada transformação da natureza. Os elementos motivadores desses problemas ambientais nas cidades estão centrados em questões relacionadas à intensa modificação do espaço natural pelas atividades produtivas.<br>Os principais problemas ambientais urbanos são: poluição, ilhas de calor, inversão térmica, chuva ácida, enchentes e deslizamentos de terra.<br>No Brasil esses problemas estão intimamente ligados à expansão desordenada dos centros urbanos. Os problemas ambientais urbanos geram consequências econômicas e ambientais, como o impacto na disponibilidade e na qualidade dos recursos ambientais e o volume de vidas perdidas em razão de grandes desastres naturais<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:35:12 UTC</pubDate>
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         <title>Os povos originários da região metropolitana de São Paulo</title>
         <author>milkkic3</author>
         <link>https://padlet.com/milkkic3/7q1dtvzucnx1x7ab/wish/1780934109</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população indígena no estado de São Paulo era composta por 41.794 pessoas. Desse total, 4.960 indivíduos (Sesai, 2015) vivem em terras indígenas distribuídas pelo litoral sul e norte, Vale do Ribeira, região metropolitana de São Paulo e pelo oeste do Estado.<br><br>Essa população que habita terras indígenas pertence a diferentes povos, predominando a presença dos Guarani Mbyá e Tupi, Kaingang, Krenak e Terena.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:35:33 UTC</pubDate>
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         <title>Motivos da expulsão dos povos originários</title>
         <author>milkkic3</author>
         <link>https://padlet.com/milkkic3/7q1dtvzucnx1x7ab/wish/1780949323</link>
         <description><![CDATA[<div>A população indígena no Brasil representa um grande contingente de povos indígenas que, ao longo dos anos, sofreu um considerável decréscimo, seja por extermínio, seja por doenças trazidas pelos colonizadores. Esses povos já habitavam o território brasileiro muito antes da chegada dos portugueses e estão distribuídos nas cinco regiões do país. Muitos povos já entraram em contato com os costumes não indígenas, contudo, alguns grupos ainda vivem isolados.<br>A Constituição Federal do Brasil de 1824 não contemplava a existência dos povos indígenas, considerando, assim, que a sociedade brasileira era homogênea. Já a Constituição Federal de 1988 passou a considerar a pluralidade étnica como direito, evidenciando a questão da proteção às comunidades indígenas e estabelecendo prazo para que suas terras fossem demarcadas.<br><br>Em 1910, foi criado o Serviço de Proteção ao Índio, sendo, portanto, o órgão federal responsável pela política indigenista. Já em 1967, foi criado a Fundação Nacional do Índio (Funai), cuja função está relacionada à delimitação, à demarcação, à regularização e ao registro das terras indígenas. É também de responsabilidade do órgão coordenar e implementar as políticas de proteção aos povos indígenas.<br><br>A população indígena no país sofreu um enorme decréscimo, entre o século XVI e o século XX, passando de milhões para a casa dos milhares. Extermínios, epidemias e também escravidão foram os principais motivos dessa redução. Foi após a década de 80 que esse cenário mudou e a população indígena voltou a aumentar. De acordo com o Instituto Socioambiental, os povos indígenas têm crescido em média 3,5% ao ano.<br><br>Então, a partir disso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística passou a incluir os povos indígenas no censo demográfico. Segundo a Funai, a população indígena cresceu cerca de 150% na década de 90 devido ao aumento de pessoas autodeclaradas indígenas. O censo demográfico levou em consideração o pertencimento étnico, as línguas faladas e a localização geográfica, considerando também a população indígena residente fora das terras indígenas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:45:01 UTC</pubDate>
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         <title>A importância dos povos originários para a preservação do meio ambiente.</title>
         <author>milkkic3</author>
         <link>https://padlet.com/milkkic3/7q1dtvzucnx1x7ab/wish/1780954761</link>
         <description><![CDATA[<div>Os povos indígenas ajudam a ampliar a diversidade da fauna e da flora local porque têm formas únicas de viver e ocupar um lugar.<br>Muitas plantas, por exemplo, surgiram como produto de técnicas indígenas de manejo da floresta, como a castanheira, a pupunha, o cacau, o babaçu, a mandioca e a araucária. No caso da castanha-do-pará e da araucária, estas árvores teriam sido distribuídas por uma grande área pelos povos indígenas antes da ocupação europeia no continente.<br>O manejo destes povos sobre a biodiversidade teve um papel fundamental na formação de diferentes paisagens no Brasil, seja na Amazônia, no Cerrado, no Pampa, na Mata Atlântica, na Caatinga, ou no Pantanal. Os povos indígenas sempre usaram os recursos naturais sem colocar em risco os ecossistemas. Estes povos desenvolveram formas de manejo adequadas e que têm se mostrado muito importantes para a conservação da biodiversidade no Brasil. Esse manejo incluiu a transformação do solo pobre da Amazônia em um tipo muito fértil, a Terra Preta de Índio. Estima-se que pelo menos 12% da superfície total do solo amazônico teve suas características transformadas pelo homem neste processo.<br>E não é só para a conservação das florestas que os povos indígenas e seus territórios são importantes. Em um momento em que cientistas chamam a atenção para o declínio da biodiversidade e da diversidade de plantas cultivadas, a agrobiodiversidade tem os povos indígenas como guardiões fiéis. O Alto Rio Negro é um grande centro&nbsp; de diversidade de plantas cultivadas, sendo que o sistema agrícola dos índios dessa região foi reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil.<br><br>A lista dos produtos dessa agrobiodiversidade é bastante extensa, muitas plantas presentes hoje em nossas mesas nos foram apresentadas pelos sistemas agrícolas dos povos indígenas. Açaí, amendoim, diversas espécies de batata e de pimentas, assim como, uma grande quantidade de sementes de milho e feijão, para citar algumas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:48:10 UTC</pubDate>
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         <title>clima antes da urbanização e atualmente - climate before urbanization and currently</title>
         <author>milkkic3</author>
         <link>https://padlet.com/milkkic3/7q1dtvzucnx1x7ab/wish/1780960124</link>
         <description><![CDATA[<div>Português<br>Nos últimos tempos, os registos meteorológicos multiplicaram-se, reportando um elevado aumento médio da temperatura das grandes cidades de todo o mundo. Mas ao contrário do que muitos poderiam imaginar, a causa principal deste fenómeno não se apresenta em grande escala, ou seja, não se trata de qualquer acontecimento climático global, como o efeito estufa e outros elementos, mas sim de aspectos do clima urbano.<br><br>Muitas cidades apresentam uma dinâmica climática aparentemente diferenciada em relação ao seu ambiente circundante, caracterizando um tipo de microclima. Isto ocorre devido à intervenção humana sobre o ambiente durante o processo de construção e transformação do espaço geográfico característico das áreas urbanas, responsável pelas diferenças climáticas destes locais.<br><br>Em geral, as cidades são construídas a partir da sobreposição de um ambiente natural pré-existente, através da remoção da cobertura vegetal para instalar bairros, ruas e casas. Com o tempo, as intervenções aumentam e alguns elementos geram fortes impactos, tais como a construção de grandes edifícios (verticalização urbana), pavimentação asfáltica, e a remoção de árvores remanescentes, entre outros. A estas intervenções juntam-se as acções quotidianas, especialmente a emissão de resíduos tóxicos para a atmosfera.<br><br>O principal efeito destas acções é a formação de ilhas de calor. Com a presença de um grande número de edifícios em áreas urbanas, o calor tem dificuldade em dispersar-se, e o alcance da circulação do vento é reduzido. Além disso, a ausência de árvores contribui para aumentar ainda mais as temperaturas nestas áreas, o que se soma à presença de asfalto e ao espelhamento de automóveis e edifícios, o que intensifica ainda mais a acção dos raios solares e o aquecimento do solo.<br><br>Em alguns casos, as áreas centrais das grandes cidades têm temperaturas vários graus centígrados mais elevadas do que em pontos mais distantes, tornando a sensação do ambiente quase insuportável.<br><br>English<br>In recent times, meteorological records have multiplied, reporting a high average increase in the temperature of large cities around the world. But contrary to what many might imagine, the main cause of this phenomenon does not present itself on a large scale, that is, it is not a matter of any global climate event, such as the greenhouse effect and other elements, but rather of aspects of the urban climate.<br><br>Many cities present an apparently differentiated climatic dynamic in relation to their surrounding environment, characterizing a type of microclimate. This occurs due to human intervention on the environment during the process of construction and transformation of the geographic space characteristic of urban areas, which is responsible for the climatic differences of these locations.<br><br>In general, cities are built from the superposition of a pre-existing natural environment through the removal of vegetation cover to install neighborhoods, streets, and houses. Over time, interventions increase and some elements generate strong impacts, such as the construction of large buildings (urban verticalization), asphalt paving, and the removal of remaining trees, among others. Added to these interventions are the everyday actions, especially the emission of toxic residues into the atmosphere.<br><br>The main effect of these actions is the formation of heat islands. With the presence of a large number of buildings in urban areas, the heat finds it difficult to disperse, and the reach of wind circulation is reduced. In addition, the absence of trees contributes to further increase the temperatures in these areas, which is added to the presence of asphalt and the mirroring of cars and buildings, which further intensify the action of the sun's rays and the heating of the soil.<br><br>In some cases, central areas of large cities have temperatures several degrees centigrade higher than in more distant points, making the feeling of the environment almost unbearable.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:51:18 UTC</pubDate>
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