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      <title>Trabalho de Física by </title>
      <link>https://padlet.com/joslainecarol/7pwny9y9socw</link>
      <description>A formação dos raios </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-04-05 19:40:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joslainecarol</author>
         <link>https://padlet.com/joslainecarol/7pwny9y9socw/wish/349071382</link>
         <description><![CDATA[<div>Mato Grosso do Sul é o Estado que registra o maior índice de incidência de raios do Brasil se for considerada a relação entre o número de raios e a área dos Estados brasileiros. No país, a média de incidência é 50 milhões de raios por ano, segundo estudo do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).</div><div>Na região sudoeste do Mato Grosso do Sul, conhecida como polígono de tornados, a incidência de descargas elétricas corresponde em média a 16 raios por quilômetro quadrado. Em outras áreas, a ocorrência do fenômeno varia de oito a 12 raios por quilômetro quadrado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-05 19:43:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joslainecarol</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com essa alta incidência, tanto na região mais crítica quanto nas outras, segundo estudo da Embrapa Pantanal (Corumbá - MS) os efeitos das descargas elétricas no estado são mais amplos e podem colocar a população em situações de maior vulnerabilidade.</div><div>Para evitar riscos às pessoas, a empresa concessionária de energia elétrica, Enersul, prepara anualmente o Plano Verão - por ser a época do ano em que aumenta os índices de descargas elétricas - para mitigar os impactos das tempestades de forma que não se interrompa o fornecimento de energia.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-05 19:48:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joslainecarol</author>
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         <description><![CDATA[<div>Campo Grande(MS) - Segundo as estatísticas de dados do site Raios Online do Grupo STORM-T/IAG da Universidade de São Paulo, foram detectadas cerca de 3.770.576 descargas atmosféricas (raios) no Estado de Mato Grosso do Sul no período de janeiro a dezembro de 2016.<br><br></div><div>Abaixo segue a distribuição da quantidade de descargas atmosféricas (raios) detectadas e acumuladas mensalmente. Observa-se que durante o ano de 2016 a incidência de raios foram maiores durante os primeiros meses e final do ano com pico no mês de março de cerca de 810.579 raios.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-05 19:50:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joslainecarol</author>
         <link>https://padlet.com/joslainecarol/7pwny9y9socw/wish/349073612</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-05 19:53:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joslainecarol</author>
         <link>https://padlet.com/joslainecarol/7pwny9y9socw/wish/349073883</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse comportamento é decorrente a estação do ano (verão), pois durante esse período há grande disponibilidade de umidade na atmosfera e altas temperaturas que favorecem a formação de nuvens do tipo cumulonimbus - que são nuvens de tempestade e tempo severo. Durante o período de inverno a quantidade de raios diminui devido a um sistema de alta pressão que abrange grande parte do país nessa época do ano, inibindo a formação de nuvens, e consequentemente o número de raios caem consideravelmente.<br><br></div><div>Em particular, no mês de agosto de 2016 os números foram  altos se comparados aos outros meses que compões o período de seca (junho, julho, agosto e setembro). Os valores altos de quantidade de raios ocorreram devido à entrada de frentes frias no final daquele mês em Mato Grosso do Sul que possibilitou o aumento das chuvas com formação de nuvens carregadas eletricamente.<br><br></div><div>Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) o verão é uma estação marcada pela ocorrência de chuvas em forma de pancadas, temporais com possibilidade de granizo, ventos fortes e elevação das temperaturas.<br><br></div><div>O verão iniciou com a atuação de formação de sistemas de baixa pressão atmosférica, que geralmente estão associados à ocorrência de chuvas regulares e intensas que poderão estar acompanhadas de raios.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-05 19:54:25 UTC</pubDate>
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         <title>A formação de raios</title>
         <author>joslainecarol</author>
         <link>https://padlet.com/joslainecarol/7pwny9y9socw/wish/349075005</link>
         <description><![CDATA[<div>co entre a nuvem e o solo. Só quando as duas correntes se encontram é que tudo se ilumina e o raio pode ser observado</div><div>O fenômeno é causado por uma descarga elétrica entre duas nuvens (o que é mais comum) ou entre uma nuvem e o solo. Começa a se <strong>formar</strong> um campo elétrico, como se a nuvem fosse uma grande pilha. Essa dupla polaridade da nuvem é reforçada ainda por dois fenômenos físicos externos a ela. Acima, na região da ionosfera, os <strong>raios</strong> solares interagem com moléculas de ar, formando mais íons negativos. Essas nuvens são normalmente do tipo cúmulo-nimbo – verticalmente mais extensas, com a face inferior lisa. Elas se formam a cerca de 2 quilômetros de altura do solo e se estendem por até 18 quilômetros acima. O choque entre as partículas de gelo dentro da nuvem causa uma separação de cargas elétricas positivas e negativas. Quando a diferença de cargas é muito grande, uma carga elétrica, geralmente negativa, chamada condutor, fraca e invisível, deixa a nuvem e ziguezagueia para baixo, entre 30 e 50 metros de altitude. Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas do solo mais próximas do raio condutor, chamadas de conectantes, saltam até encontrá-lo, fechando assim o circuito elétri</div><div>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-05 19:59:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joslainecarol</author>
         <link>https://padlet.com/joslainecarol/7pwny9y9socw/wish/349081109</link>
         <description><![CDATA[O fenômeno é causado por uma descarga elétrica entre duas nuvens (o que é mais comum) ou entre uma nuvem e o solo. Começa a se formar um campo elétrico, como se a nuvem fosse uma grande pilha. Essa dupla polaridade da nuvem é reforçada ainda por dois fenômenos físicos externos a ela. Acima, na região da ionosfera, os raios solares interagem com moléculas de ar, formando mais íons negativos. Essas nuvens são normalmente do tipo cúmulo-nimbo – verticalmente mais extensas, com a face inferior lisa. Elas se formam a cerca de 2 quilômetros de altura do solo e se estendem por até 18 quilômetros acima. O choque entre as partículas de gelo dentro da nuvem causa uma separação de cargas elétricas positivas e negativas. Quando a diferença de cargas é muito grande, uma carga elétrica, geralmente negativa, chamada condutor, fraca e invisível, deixa a nuvem e ziguezagueia para baixo, entre 30 e 50 metros de altitude. Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas do solo mais próximas do raio condutor, chamadas de conectantes, saltam até encontrá-lo, fechando assim o circuito elétri]]></description>
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         <pubDate>2019-04-05 20:28:32 UTC</pubDate>
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