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      <title>Meu padlet fofo by Debora</title>
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      <pubDate>2024-04-30 22:16:02 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta Imune</title>
         <author>mad2023sbc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 22:17:16 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta Imune Inata </title>
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         <description><![CDATA[<p>Aline Couto Maia; Bárbara De Oliveira Silva: Luciana Marcondis da Silva; Marina Vaz Barros; Gabriel Alves dos Santos; Gustavo Caparrozi; Lislei Aparecida Lima; Isabela de Souza Ortega; Beatriz Aurelio do Carmo;</p><p><br/></p><p>Os patógenos, conhecidos como microrganismos, podem causar doenças quando invadem o nosso organismo.</p><p>O sistema imunológico é responsável por todos os processos de defesa contra esses patógenos. A&nbsp;imunidade inata ou natural&nbsp;é nossa primeira linha de defesa contra&nbsp;microrganismos&nbsp;invasores. Ela ataca todos esses microrganismos de forma inespecífica. Fazem parte da imunidade inata a pele, que é a barreira física contra a penetração de microrganismos, assim como o pH ácido do suco gástrico. Mesmo se, com essas barreiras, o patógeno adentrar no corpo humano, possuímos os mecanismos internos, que incluem as&nbsp;células fagocitárias, responsáveis por ingerir e destruir esses microrganismos. As principais células fagocitárias são os neutrófilos, monócitos e os macrófagos. Além dessas células, os&nbsp;linfócitos NK&nbsp;(sigla em inglês que significa “células matadoras naturais”) e as células dendríticas participam da imunidade inata. Como parte da imunidade inata existem também os interferons, que são polipeptídeos produzidos pelas células que estão infectadas por vírus. Eles atuam como mensageiros e protegem as células vizinhas contra a infecção viral, inibindo a capacidade de replicação do vírus nas células infectadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 22:24:36 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta Imune Adaptativa </title>
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         <description><![CDATA[<p>Beatriz Ribeiro Funes</p><p>Cícero Lopes</p><p>Débora Cristina Gonçalves Ribeiro</p><p>Janaina Breve Alves da Silva</p><p>Lucas Beio</p><p>Rodrigo dos Reis Santos</p><p>Rosemeire De Fátima Traldi Shimazu</p><p>Sabliny Vitória Lima Oliveira</p><p><br></p><p><strong>Definição</strong></p><p><br></p><p>Ao contrário da resposta inata, a resposta adaptativa vem da atividade dos linfócitos, que são células específicas, tendo as principais funções especificidade e diversidade de reconhecimento de antígenos, memória, especialização de resposta, autolimitação e tolerância a componentes do próprio organismo. As células APC's desempenha um importante papel na resposta adaptativa, pois ela tem em uma de suas funções a ativação dessa resposta, realizando a apresentação de antígenos associados a moléculas do complexo de histocompatibilidade.</p><p><br></p><p><strong>Células Dendriticas</strong></p><p><br></p><p>Tem o papel de apresentar antigenos para os linfócitos, é considerada uma ponte entre a imunidade inata e adaptativa. Residem em tecidos periféricos como: pele. figado e intestino, onde capturam antigenos e migram para os linfonodos regionais para apresentar os antigenos.</p><p>Quando as DCs estão imaturas migram da medula óssea pela corrente sanguínea atingindo os tecidos periféricos onde se tornam residentes.</p><p>Após o contato com antigenos as DCs se tornam ativadas e migram pelos vasos linfáticos até os órgãos linfócitos secundários.</p><p>Recebem sinais de maturação apartir das células Nk, NKT, e LT.</p><p><br></p><p><strong>Macrófagos</strong></p><p><br></p><p>Macrófagos são células do sistema imunológico Inato que tem como papel principal fagocitar micro-organismos invasores, células mortas e partículas estranhas, colaborando para a eliminação de potenciais ameaças para as células, além disso, também fazem parte na resolução de processos inflamatórios. </p><p><br></p><p>Podem ser encontrados em diversos tecidos e órgãos, e podem desempenhar funções específicas de acordo com sua localidade. Possui capacidade de reconhecer, fagocitar e destruir agentes patogênicos </p><p><br></p><p><strong>Linfócitos TH1</strong></p><p><br></p><p>Os linfócitos T do tipo 1 (LT1) são um grupo de linfócitos T que desempenham um papel importante na resposta imune. Os LT1 são caracterizados pela produção de citocinas pró-inflamatórias, como o interferon-gama (IFN-gama) e o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa), que estão envolvidas na ativação de macrófagos, na resposta imune mediada por células e na inflamação.</p><p>Esses linfócitos desempenham um papel importantíssimo na defesa do organismo contra infecções intracelulares, como as causadas por vírus e algumas bactérias, atuando na eliminação de células infectadas. Além disso, os LT1 estão envolvidos na resposta imune contra tumores e na patogênese de doenças autoimunes, onde a produção excessiva de citocinas pró-inflamatórias pode contribuir para a inflamação crônica e o dano tecidual</p><p>Os LT1 tem um papel importante na regulação da resposta imune, equilibrando a ativação e a supressão de outras células do sistema imunológico. Sua capacidade de modular a resposta imune e coordenar a eliminação de agentes patogênicos é essencial para a manutenção da homeostase do organismo e a defesa eficaz contra ameaças externas</p><p><br></p><p><strong>Linfócito TH2</strong></p><p><br></p><p>O Linfócito Th2 é  importante nas respostas imunes humorais que produz IL-4,IL-5IL-6 e IL-10 que favorece na produção  de anticorpos.  O LTH2 está associado com doenças alérgicas e infecções  por helmintos,onde a IL-4 induz troca de imonoglobulinas no Linfócitos B para IgE , e o IL-5 induz a produção  e ativação de eosinofilos.</p><p>Hipersensibilidade imediata nas doenças alérgicas, a terapia visa a dissensibilização imune TH2.</p><p>E as doenças sabiamente causadas por Linfócitos TH2, as citocinas TH2 são consideradas protetoras em resposta imune de TH1 para TH2 foi muito estudada visando a melhora e o restabelecimento da tolerância imunológica. </p><p>Este paradigma bipolar tem sido reformulado em função  do reconhecimento de novos subtipos de LT principalmente as células TH17.</p><p><br></p><p><strong>Linfócito Th17</strong></p><p><br></p><p>O TH17 é um novo subtipo efetor do linfócito T, a principal função do LTH17 é a proteção contra infecção causada por microorganismo extracelulares. </p><p>A diferenciação via TH17 foi apresentada com a descoberta da citocina IL-23 que pode levar ao desenvolvimento de doenças autoimunes e sendo o principal diferenciador e apresentador de LTH17. </p><p>As citocinas que são produzidas pelo LTH17 são as IL-22,IL-26 e da família IL-17,. A principal citocina de indutora da inflamação são da família IL-17, que induzem a infiltração celular e a produção de outras citocinas pró-inflamatórias. </p><p>As doenças autoimunes como esclerose múltipla e lúpus estão associadas a produção desregulada da citocina IL-17</p><p><br></p><p><strong>LT Citotoxicas</strong> </p><p><br></p><p>São células que reconhecem antígenos.</p><p>São celulas contém MHC1</p><p><br></p><p>LT CD8 proliferam induzem a via de morte celular (apoptose).</p><p>Sua ação por peregrina e agrazinas que podem levar a apoptose,pela expressão  de receptores.</p><p>Aos CD8 SÃO CÉLULAS DE MEMÓRIA as vezes curtas, as vezes longas.</p><p><br></p><p><strong>Natural Killer</strong></p><p><br></p><p>A NK é uma célula de defesa que vai atrás de células que apresentam infecção por vírus , bactérias ou protozoários, células cancerígenas; A ativação são estimuladas pela IL-15, quando elas são ativadas quebram células infectadas/tumorais e secretam citocina pro-inflamatórias.Ocorre ações de enzimas e perforinas que criam poros na membrana das células e granzimas, penetrando nas células causando morte celular á apoptose.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 22:45:26 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta imune adaptativa. </title>
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         <description><![CDATA[<p>Camilly Morais; Dafne Moura; Letícia Cavalcante; Maria de Fátima Mascaro; Marianny Santos; Nataly Lopes; Stephany Lima; Vitória Gemenes;</p><p><br/></p><p><br/></p><p>   • Especificidade e diversidade de reconhecimento, memória;</p><ul><li><p>Especialização de resposta;</p></li><li><p>Auto limitação e tolerância a componentes do próprio organismo;</p></li><li><p>Produz anticorpos;</p></li><li><p>Primeiro contato com antígeno;</p></li><li><p>Resposta rápida e generalizada;</p></li><li><p>As células apresentadoras de antígenos (APC’s) desempenham papel fundamental em sua ativação, apresentando antígenos associados a moléculas para os linfócitos T;</p></li><li><p>Diferente da Inata, ela é desenvolvida ao longo da vida;</p></li><li><p>Desenvolve memória imunológica por combater infecções; </p></li><li><p>Diferenciação das células próprias normais e células não próprias;</p></li><li><p>Dividida em imunidade humoral e celular, <em>imunidade humoral</em> envolve produção de anticorpos pelos linfócitos B após reconhecimento de antígenos, tem como alvo antígenos localizados fora das células (ex: bactérias em multiplicação);</p></li><li><p>Imunidade celular envolve anticorpos produzidas pelos linfócitos T tem como alvo antígenos localizados dentro das células (ex: vírus);</p></li><li><p>Aumenta a intensidade com a exposição; </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 22:45:30 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta imune inata</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Melissa Soares Alves </p><p>Maria Vitória Mazza Fernandes</p><p>Caroline Maria Inacia de Jesus Breda</p><p><br/></p><ul><li><p>A imunidade inata representa uma resposta rápida e estereotipada a um número grande, mas limitado, de estímulos. É representada por barreiras físicas, químicas e biológicas, células especializadas e moléculas solúveis, presentes em todos os indivíduos, independentemente de contato prévio com imunógenos ou agentes agressores, e não se altera qualitativa ou quantitativamente após o contato.</p></li><li><p>Principais células efetoras: macrófagos; neutrófilos; células dendríticas; NK (Natural Killer).</p></li><li><p>Principais mecanismos : fagocitose; liberação de mediadores inflamatórios; ativação de proteínas do sistema complemento; síntese de proteínas de fase aguda; citocinas; quimiocinas</p></li><li><p>Ativação dos mecanismos ocorre através de estímulos específicos-&gt; estruturas moleculares de ocorrência  ubíqua em micro-organismos </p></li><li><p>Padrões Moleculares Associados a Patógenos (PAMPs) -&gt; lipopolissacarideos; resíduos de manose; ácidos teicoicos.</p></li><li><p>Macrófagos-&gt; são fagócitos eficientes, engolfando patógenos e debris celulares;podem permanecer no tecido por meses a anos, atuando como verdadeiras sentinelas. </p></li><li><p>Neutrófilos -&gt;são os leucócitos mais abundantes no sangue periférico, com importante papel nas fases precoces das reações inflamatórias e sensíveis a agentes quimiotáxicos</p></li><li><p>Célula Dendríticas-&gt;especializadas na captura e apresentação de antígenos para os linfócitos, são consideradas uma ponte entre a imunidade inata e a adaptativa, por serem atraídas e ativadas por elementos da resposta inata e viabilizarem a sensibilização de LT da resposta imune adaptativa; residem em tecidos periféricos, como pele, fígado e intestino, onde capturam antígenos e se tornam ativadas, migrando para os linfonodos regionais, nos quais processam e apresentam antígenos proteicos ou lipídicos aos LTs</p></li><li><p>NK -&gt; têm origem na medula óssea, a partir de um progenitor comum aos LTs, constituindo de 5% a 20% das células mononucleares do sangue; são uma importante linha de defesa inespecífica, reconhecendo e lisando células infectadas por vírus, bactérias e protozoários, bem como células tumorais; recrutam neutrófilos e macrófagos, ativam DCs e linfócitos T e B</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 22:52:06 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema complemento </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Isabely Mansano ; Amanda Silva ; Anderson Custódio ; Isabela Mouro </p><p><br/></p><p>O sistema complemento é constituído por uma família de mais de 20 glicoproteína plasmáticas, sintetizadas principalmente no fígado, mas também por macrófagos e fibroblastos.</p><p>Cada componente ativado no sistema complemento, adquire atividade proteolítica, ativando os elementos em cascata.</p><p>O mesmo proporciona a formação do MAC , que promove a lise osmótico da célula alvo, eliminando assim o agente infeccioso. As 3 vias de ativação do sistema complemento são : clássica, alternativa e a via das lectinas. </p><p>A via clássica, na resposta imune inata , patógenos que invadem o organismo , encontram substâncias solúveis, como as proteínas do sistema complemento (proteína C e outras), em relação a imunidade adaptativa , o sistema complemento é ativado pela ligação de anticorpos pré formados. A via das lectinas tem início pelo reconhecimento de manose na superfície de microorganismo. E na via alternativa, se inicia com a quebra espontânea do componente C3 , nos fragmentos C3a e C3b. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 22:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta Imune Inata Pt.2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mad2023sbc/7pnpvp2d1mz0p64c/wish/2975950389</link>
         <description><![CDATA[<p>Elas agem na destruição das bactérias, aderindo a elas e facilitando, deste modo, a sua identificação e ingestão por parte dos neutrófilos e dos macrófagos. Atrair os macrófagos e os neutrófilos ao foco do problema. Neutralizar os vírus. Ajudar as células imunológicas a lembrar os invasores específicos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 22:53:19 UTC</pubDate>
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         <title>IMUNE INATA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>LARA TEIXEIRA</p><p>HAYLLA RAMOS</p><p>TAMMY RODRIGUES </p><p>SIBELLY OLIVEIRA</p><p>GUILHERME OLIVEIRA </p><p><br></p><p>A resposta imune inata é a primeira linha de defesa do organismo contra agentes patogênicos, como bactérias, vírus e fungos. Ela é ativada de forma rápida e não específica, ou seja, reconhece e combate diversos tipos de microrganismos de maneira geral. Suas principais células efetoras são: macrófagos, neutrófilos, células dendríticas e células Natural Killer.</p><p>A resposta imune inata é composta por barreiras físicas e químicas, como a pele, mucosas e enzimas, que impedem a entrada e a proliferação de patógenos no corpo. Além disso, também inclui células fagocitárias, como os macrófagos, e proteínas do sistema complemento, que atuam na destruição e remoção dos agentes invasores.</p><p>Essa resposta imune é importante para a proteção imediata do organismo contra infecções, enquanto a resposta imune adaptativa, que é mais específica e tardia, é ativada posteriormente para oferecer uma proteção mais eficaz e duradoura. Em conjunto, esses dois tipos de resposta imune garantem a defesa do organismo contra a invasão de microrganismos patogênicos.</p><p>Padrões moleculares associados a patógenos - lipopolissacarideos, resíduos de manoese, ácidos teicoicos</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 23:02:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sistema complemento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mad2023sbc/7pnpvp2d1mz0p64c/wish/2975958048</link>
         <description><![CDATA[<p>PARTICIPANTES </p><p>Andressa Aparecida </p><p>Larissa Vitória </p><p>Ana Paula Oliveira </p><p>Caroline Ribeiro </p><p>Isadora Oliveira </p><p>Gislaine Gomes </p><p>Maria Eduarda Fernandes </p><p>Julia Arakaki </p><p>Isabella Cardozo </p><p>Júlia Nogueira </p><p>Mayara Prado </p><p>Maria Eduarda Garcia</p><p><br/></p><p>RESUMO</p><p>- O sistema complemento é parte do sistema imunológico, atuando junto com anticorpos contra invasores como bactérias e vírus.</p><p>- Consiste em uma família de mais de 20 glicoproteínas plasmáticas, sintetizadas principalmente no fígado.</p><p>- Existem três vias de ativação: clássica, alternativa e via das lectinas ligadoras de manose (MBL).</p><p>- Na via das lectinas, a MBL reconhece manose em micro-organismos, ativando proteases que quebram os componentes C2 e C4, culminando na formação do MAC.</p><p>- Na via alternativa, a quebra espontânea de C3 produz os fragmentos C3a e C3b, este último promovendo a clivagem do Fator B pelo Fator D, formando o complexo C3bBb, que cliva mais moléculas de C3 e inicia a formação do complexo de ataque à membrana.</p><p>- Diversos segmentos liberados durante a ativação da cascata do complemento têm diferentes impactos biológicos, como afetar a permeabilidade vascular, ativar macrófagos e induzir a ativação de mastócitos e neutrófilos.</p><p>- Os fragmentos C3b e C4b funcionam como opsoninas, aumentando a fagocitose por interagirem com o receptor de complemento CR1 na superfície dos fagócitos, além de promoverem a depuração dos imunocomplexos. </p><p>- A ativação do sistema complemento é regulada por proteínas solúveis circulantes e ligadas à membrana celular, garantindo que a ativação em níveis baixos não prejudique as próprias células do organismo e evite a deposição de complexos sobre as células autólogas durante momentos de intensa ativação.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 23:08:35 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta imune adaptativa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mad2023sbc/7pnpvp2d1mz0p64c/wish/2975958435</link>
         <description><![CDATA[<p>Alina Rodrigues Da Silva </p><p><br/></p><p><br/></p><p>A resposta imune adaptativa é um processo complexo que envolve várias etapas. Quando o corpo é exposto a um antígeno, como um vírus ou uma bactéria, as células do sistema imunológico, como os macrófagos, capturam e apresentam esse antígeno aos linfócitos T. Os linfócitos T ativados se multiplicam e ajudam a coordenar a resposta imune. Além disso, os linfócitos B são ativados e produzem anticorpos específicos para o antígeno, que podem neutralizá-lo ou marcá-lo para destruição por outras células do sistema imunológico.</p><p><br/></p><p>Uma vez que o antígeno é eliminado, algumas células T e B permanecem no organismo como "células de memória", o que permite ao corpo montar uma resposta mais rápida e eficaz se for exposto ao mesmo antígeno no futuro. Essa capacidade de "memória imunológica" é uma das características distintivas da resposta imune adaptativa.</p><p><br/></p><p>PRINCIPAIS CÉLULAS </p><p>As principais células da resposta imune adaptativa são os linfócitos T e B. Os linfócitos T são responsáveis por coordenar e regular a resposta imune, além de atacar diretamente as células infectadas. Eles se dividem em subtipos, como os linfócitos T auxiliares (CD4+), que ajudam a ativar outras células do sistema imunológico, e os linfócitos T citotóxicos (CD8+), que destroem as células infectadas.</p><p>Por outro lado, os linfócitos B são responsáveis pela produção de anticorpos específicos para os antígenos. Quando ativados, eles se diferenciam em plasmócitos, que produzem e secretam anticorpos. Além disso, ambas as células (linfócitos T e B) podem gerar células de memória, que permitem ao corpo montar uma resposta mais rápida e eficaz se for exposto ao mesmo antígeno no futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 23:09:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema complemento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mad2023sbc/7pnpvp2d1mz0p64c/wish/2975975731</link>
         <description><![CDATA[<p>Emanuelle Valer Scaramuzza </p><p>Maria Eduarda de Souza Santos </p><p>Bruno Cardoso </p><p>Amanda Sena </p><p>Jhenifer Lorrane Araujo </p><p><br/></p><p><br/></p><p>•Consiste em um complexo proteico poli molecular compostos por varias substancias que se encontram no plasma sanguíneo, nas membranas celulares e desempenham funções importantes em diferentes tipos de reações imuno inflamatórias.</p><p>Suas proteínas são sintetizadas nos hepatocitos e macrófagos/monocitos, entre outros tecidos. As proteínas reguladoras ligadas a membrana celular são sintetizadas nas células sobre os quais estão expressas </p><p>Constitui um dos principais efetores da imunidade humoral assim como da inflamação e tem participação nos seguintes processos biológicos. Fagocitose, opsonizacao, quimiotaxia de leucócitos, liberação de histamina dos mastócitos e basófilos e especies ativas de oxigênio pelos leucócitos, vasoconstrição,contração da musculatura lisa, aumento das permeabilidade dos vasos agregação plaquetoria e citólise </p><p>A via clássica e ativada principalmente pela presença de c1 por meio de IGM e IGG que esta relacionada a imunidade adquirida </p><p>A via alternativa tem como principal característica a presença de fator d e b sendo o c3 hidrolisado no fluido(plasma) e é uma via da imunidade inata </p><p>via das lectinas principal característica são presença de mbl(lectina ligante a manose) ( açúcar) encontrada na superfície externa de vários micro-organismos e a presença de masp-1 masp-2 faz parte da imunidade inata</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 23:40:55 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta imune adaptativa </title>
         <author>wkjsjkrnjy</author>
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         <description><![CDATA[<p>Danielly Souza Santos RA 312411529</p><p>Esther de Almeida Rodrigues RA 302410798</p><p>Francielle Ribeiro Dantas RA 302410869</p><p>Amale pimenta RA: 824132162</p><p>Roselaine Paula Ferreira de Carvalho&nbsp; RA 312311221</p><p>Nicole Maria da Silva RA 312312727</p><p><br/></p><p>RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA </p><p> O sistema imunológico é uma rede complexa de órgãos, células e moléculas que protege o organismo, que é constituído pela Resposta imune inata, Resposta imune Adaptativa e Sistema Complemento.</p><p>A resposta imune adaptativa é segunda linha de ação que nosso corpo tem para responder a entrada de um antígeno. Essa resposta também pode ser chamada de resposta imune adquirida ou específica. Recebe esse nome porque essa resposta é a imunidade que um indivíduo desenvolve após ter tido contato com antígeno. É constituído principalmente pelos linfócitos T e B.</p><p>LINFÓCITOS T </p><p>Os Linfócitos T originam-se na medula óssea, mas completam sua maturação no timo, quanto os linfócitos B saem da medula já como células maduras. Por este motivo, a medula óssea e o timo são chamados de órgãos linfáticos centrais (primários). O processo de maturação dos Linfócitos T envolve a expressão de um receptor de células T (TCR) funcional e dos co-receptores CD4 e/ou CD8.1</p><p>Os Linfócitos T só reconhecem antígenos processados, apresentados por moléculas de MHC na superfície de uma célula apresentadora de antígeno. O TCR é expresso na membrana dos Linfócitos T em associação com um complexo denominado CD3, composto por cinco diferentes proteínas da família das imunoglobulinas. O TCR é responsável pelo reconhecimento do complexo peptídeo-molécula de MHC, e o CD3, pela sinalização celular subsequente. </p><p>LINFÓCITOS B</p><p>Os Linfócitos B são inicialmente produzidos no saco vitelino, em seguida, durante a vida fetal, no fígado e finalmente na medula óssea. Os Linfócitos B maduros deixam a medula e entram na circulação, migrando para os orgãos linfoides secundários como o baço, linfonodos.</p><p>Os linfócitos B são os responsáveis por garantir a chamada imunidade humoral, que se destaca pela resposta imunológica realizada pela produção de anticorpos. Além da produção de anticorpos, os linfócitos B atuam como células de memória imunitária. Essas células são capazes de reagir rapidamente em uma nova infecção.</p><p>MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS B </p><p>A maturação dos linfócitos B começa com células pro-B expressando três genes essenciais: TdT, RAG1 e RAG2. Estes genes são responsáveis por iniciar a recombinação genética necessária para a produção de imunoglobulinas, também conhecidas como anticorpos. A montagem da cadeia pesada começa com uma combinação aleatória de segmentos D e J, seguida pela adição do fragmento V, que define a especificidade de reconhecimento do anticorpo que será formado.</p><p> A cadeia pesada, associada a uma cadeia invariante e moléculas auxiliares Igα e Igβ, é expressa superficialmente como pré-BCR. Então, ocorre o alinhamento da cadeia leve κ ou, se falhar, da cadeia λ, garantindo a apresentação de um único tipo de cadeia leve associada à cadeia pesada.</p><p> Com a expressão bem-sucedida de IgM intacta, os linfócitos B em progressão subterrânea amadurecem, eventualmente produzindo também a membrana IgD. Esse processo intricado é essencial para o desenvolvimento de linfócitos B funcionais capazes de desempenhar um papel vital no sistema imunológico, reconhecendo e neutralizando ameaças ao organismo.</p><p> </p><p>ATIVAÇÃO DOS LINFÓCITOS B</p><p>A ativação dos linfócitos B acontece quando seus receptores (BCRs) reconhecem e se ligam a um antígeno específico. Esse evento desencadeia uma série de processos dentro da célula B. Um dos principais sinais é a fosforilação de certas moléculas dentro da célula B, chamadas de ITAMs.</p><p> Além disso, os linfócitos B podem atuar como células apresentadoras de antígeno, apresentando fragmentos do antígeno aos linfócitos T auxiliares. Outros sinais ativadores, como a interação com células T auxiliares ou proteínas do complemento, também contribuem para a ativação dos linfócitos B. Esses processos culminam na produção de plasmócitos, que secretam anticorpos específicos para o antígeno, desempenhando um papel fundamental na defesa do organismo contra infecções. </p><p>ANTICORPOS </p><p>Anticorpos, também conhecidos como imunoglobulinas, são proteínas produzidas pelos linfócitos B em resposta à presença de antígenos no organismo. Eles têm a capacidade de se ligar especificamente a esses antígenos e realizar a eliminação dos mesmos através da neutralização e opsonização (fagocitose), possui como características a Atotoxidade e a ativação do sistema complemento. Os anticorpos desempenham um papel fundamental na defesa do organismo contra infecções e outras ameaças.</p><p> </p><p>TIPOS DE ANTICORPOS </p><p> IgG: memória, ótimo AC, transfere da mãe para o bebê pela placenta;</p><p> ⁠IgE: intestinais, alergias, ativa o mastócito que faz histamina;</p><p> ⁠IgD: Receptor do LB</p><p> ⁠IgA: Secreções ex: saliva, leite materno, fica na garganta e locais onde podem haver secreções</p><p> ⁠IgM: Infecções recentes, pentâmetros e ligações fracas;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 23:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta imune inata</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Livia Brum Mendes</p><p>Larissa Batista </p><p>Maria Fernanda Neves </p><p>James do Santos</p><p>Kamilly camboim</p><p>Maria clara tomaz Brandao </p><p><br/></p><p><br/></p><p>O sistema imunológico é composto por uma intrincada rede de órgãos, células e moléculas que trabalham em conjunto para proteger o organismo contra agentes patogênicos e manter a homeostase.</p><p><br/></p><p>Órgãos do sistema imunológico:</p><p>Timo</p><p>Baço</p><p>Medula Óssea</p><p>Linfonodos</p><p>Células do sistema imunológico:</p><p>Linfócitos: Incluindo linfócitos T, linfócitos B e células Natural Killer (NK), desempenham papéis cruciais na resposta imune adaptativa.</p><p>Macrófagos: Células fagocíticas que englobam e destroem patógenos e células mortas.</p><p>Neutrófilos: Outro tipo de leucócito fagocítico envolvido na resposta imune inata.</p><p>Células Dendríticas: Responsáveis pela apresentação de antígenos aos linfócitos, desempenhando um papel crucial na ativação da resposta imune adaptativa.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 23:49:52 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta Imune Inata </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Correção com nova publicação </p><p><br/></p><p><br></p><p>Aline Couto Maia; Bárbara De Oliveira Silva: Luciana Marcondis da Silva; Marina Vaz Barros; Gabriel Alves dos Santos; Gustavo Caparrozi; Lislei Aparecida Lima; Isabela de Souza Ortega; Beatriz Aurelio do Carmo; Michelle Seabra Dos Santos;</p><p><br/></p><p>Os patógenos, conhecidos como microrganismos, podem causar doenças quando invadem o nosso organismo.</p><p>O sistema imunológico é responsável por todos os processos de defesa contra esses patógenos. A&nbsp;imunidade inata ou natural&nbsp;é nossa primeira linha de defesa contra&nbsp;microrganismos&nbsp;invasores. Ela ataca todos esses microrganismos de forma inespecífica. Fazem parte da imunidade inata a pele, que é a barreira física contra a penetração de microrganismos, assim como o pH ácido do suco gástrico. Mesmo se, com essas barreiras, o patógeno adentrar no corpo humano, possuímos os mecanismos internos, que incluem as&nbsp;células fagocitárias, responsáveis por ingerir e destruir esses microrganismos. As principais células fagocitárias são os neutrófilos, monócitos e os macrófagos. Além dessas células, os&nbsp;linfócitos NK&nbsp;(sigla em inglês que significa “células matadoras naturais”) e as células dendríticas participam da imunidade inata. Como parte da imunidade inata existem também os interferons, que são polipeptídeos produzidos pelas células que estão infectadas por vírus. Eles atuam como mensageiros e protegem as células vizinhas contra a infecção viral, inibindo a capacidade de replicação do vírus nas células infectadas. Elas agem na destruição das bactérias, aderindo a elas e facilitando, deste modo, a sua identificação e ingestão por parte dos neutrófilos e dos macrófagos. Atrair os macrófagos e os neutrófilos ao foco do problema. Neutralizar os vírus. Ajudar as células imunológicas a lembrar os invasores específicos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 00:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema imune Adaptativa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A resposta imunológica mediada por linfócitos T e B é uma parte essencial do sistema imunológico, responsável por proteger o corpo humano contra agentes patogênicos, como vírus, bactérias e outros microrganismos invasores. Essa resposta é uma interação complexa e altamente coordenada entre diferentes células e moléculas do sistema imunológico.</p><p>Os linfócitos B são células do sistema imunológico que desempenham um papel central na resposta imunológica humoral. Quando um antígeno, uma molécula estranha ao corpo, é detectado, os linfócitos B são ativados e se diferenciam em células produtoras de anticorpos, chamadas plasmócitos. Os anticorpos são proteínas que se ligam especificamente aos antígenos, marcando-os para destruição por outros componentes do sistema imunológico ou neutralizando diretamente sua atividade.</p><p>Por outro lado, os linfócitos T são células do sistema imunológico que desempenham um papel central na resposta imunológica celular. Existem dois principais subtipos de linfócitos T: os linfócitos T citotóxicos (CD8+) e os linfócitos T auxiliares (CD4+). Os linfócitos T citotóxicos são responsáveis por reconhecer e destruir células infectadas por vírus ou outras ameaças intracelulares, enquanto os linfócitos T auxiliares desempenham um papel fundamental na coordenação da resposta imunológica, ativando outros tipos de células do sistema imunológico, como os linfócitos B, macrófagos e células dendríticas.</p><p>A interação entre linfócitos T e B é crucial para uma resposta imunológica eficaz. Os linfócitos T auxiliares secretam citocinas que ajudam a ativar e diferenciar os linfócitos B em plasmócitos produtores de anticorpos. Por sua vez, os anticorpos produzidos pelos linfócitos B podem neutralizar patógenos extracelulares e facilitar sua eliminação por outras células do sistema imunológico, como os macrófagos.</p><p>Ariane Sousa Lima, Fernando Barbosa Da Silva</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 01:22:05 UTC</pubDate>
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