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      <title>MURAL LETRAMENTO RACIAL by </title>
      <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl</link>
      <description>Um painel com significados de palavras e expressões da língua portuguesa do Brasil com o tema A tradução do Brasil escravo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-02 12:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>𝐌𝐚𝐜𝐮𝐦𝐛𝐚</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2731219427</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Falando um pouco dos instrumentos usados na música apresento a vocês a Macumba. <br><br>A Macumba&nbsp; é o nome de um instrumento do percussão do origem africano. <br><br>Também é uma variação genérica atribuída aos <strong>cultos afro-brasileiros</strong>, sincretizados com influências da <strong>religião católica</strong>, do <strong>ocultismo</strong>, de <strong>cultos ameríndios</strong> e do <strong>espiritismo</strong>. Na "árvore genealógica" das religiões afro-brasileiras, a macumba é uma <strong>ramificação do candomblé</strong>.<br><br>A expressõe muito racista empleada é "chuta que é macumba"&nbsp; a qual pretende designar o desejo de afastar algo ruim de perto de si, a vontade de se manter distante de algo que possa fazer mal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-04 02:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>Expressões Racistas</title>
         <author>sebastianuribec</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu agrego uma cartilha que cujo nome é "EXPRESSÕES RACISTAS A SEREM EVITADAS"</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2166019309/1f4056d4794a59e5b64fd1bc6ce06fee/21032023_cartilha_contra_a_discriminacao_racial_hc_ufpe.pdf" />
         <pubDate>2023-10-04 02:11:27 UTC</pubDate>
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         <title>𝑬𝒎𝒃𝒓𝒂𝒏𝒒𝒖𝒆𝒄𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2734597417</link>
         <description><![CDATA[<pre><em>Embranquecimento </em></pre><div><br>A origem da palavra ¨embranquecimineto¨ é muito forte, era uma teoria que visava “branquear” a população brasileira, o branqueamento no Brasil foi um projeto apresentado à comunidade mundial no primeiro Congresso Universal das Raças em 1911, tal proposta previa a extinção da população negra em um periodo de 100 anos.<br><br>Mas hoje as pessoas usam embranquecer quando a um personaje que é negro outras pessoas o retratam como um personaje branco (por exemplo na foto).<br><br>Por: Isidora LLanillos, Anais Gallardo, Martina Virgili</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-05 21:35:24 UTC</pubDate>
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         <title>𝑹𝒂𝒄𝒊𝒔𝒎𝒐 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒖𝒕𝒖𝒓𝒂𝒍 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2734627961</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Racismo estrutural&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>É um conceito que descreve como o racismo está enraizado nas estruturas da sociedade, perpetuando desigualdades com base na raça. Foi um processo historico no qual as classes subordinadas são sometidas a opressão e a exploração das classes dominantes.</div><div>&nbsp;</div><div>Respecto ao desenvolvimento de o racismo estrutural foi durante o período colonial, onde os colonizadores portugueses impuseram sua cultura. Por exemplo, a escravidão foi fundamental para na construção dessas estruturas racistas.<br><br></div><div>Fonte: https://www.jota.info/jotinhas/racismo-no-brasil-o-que-e-o-racismo-estrutural-injuria-racial-e-democracia-racial-17052022<br><br>Por: Anais Gallardo, Isidora Llanillos, Martina Virgili</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-05 22:29:25 UTC</pubDate>
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         <title>Mulato: Uma expressão racista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A palavra <strong><mark>mulato</mark></strong> tem sua origem na palavra mula, que é o nome comum da união biológica entre um cavalo/mara e um burro.<br><br></div><div>Nesse sentido, o termo mulato tinha uma clara e acentuada conotação pejorativa. Dessa forma, o europeu era associado a um cavalo por causa de seu grande prestígio e poder econômico, enquanto o africano era associado a um burro por causa da escravidão que lhe havia sido imposta e de sua capacidade de suportar trabalhos forçados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-05 23:14:41 UTC</pubDate>
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         <title>Pretuguês: Falando com história</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo Pretuguês ou "africanização da língua" foi cunhado por Lélia González, uma intelectual negra, para se referir à adoção de elementos africanos na língua falada e escrita no Brasil. <br><br>Criticar aqueles que falam o português de influência africana como se estivessem cometendo erros gramaticais quando falam o Pretuguês é um exemplo de preconceito racista e não promove a diversidade nos espaços de comunicação. <br><br>Alguns exemplos são:<br><strong>Cafuné:</strong> Acariciar a cabeça ou cabelos de alguém. <br><strong>Axé:</strong> Energia vital encontrada em todos os seres vivos e que impulsionam o universo. <br><strong>Caçula:</strong> O mais novo da família. <br><br>Fonte:<br><a href="https://mundonegro.inf.br/nos-falamos-pretugues/">https://mundonegro.inf.br/nos-falamos-pretugues/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-05 23:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Negritude, cultura e resistência.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Se fala debruça-se‌ ‌sobre‌ ‌diferentes‌ ‌movimentos‌ musicais‌ ‌no‌ ‌Brasil,‌ ‌sobre como as músicas são capazes de popularizar e recontar a história do povo brasileiro. Canções como “Eu Falei Faraó”, por exemplo, um dos maiores sucessos do Carnaval de Salvador, marcada pela voz de Margareth Menezes. As artes negras e em particular a música, se transformaram no mais poderoso de afirmação de memória, autorepresentação e narrativas históricas no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-05 23:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Criado-mudo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Criado-mudo</strong></li></ul><div><br>A palavra “criado-mudo” (português brasileiro) se refere a um pequeno móvel comumente utilizado para guardar objetos necessários durante a noite, geralmente posicionado ao lado da cama.</div><div><br></div><div>Há algum debate se esta expressão tem algum contexto racista ou não.</div><div><br></div><div>Sua origem remonta à época da escravidão. Uma das funções que os escravos desempenhavam no papel de criados na casa de seus senhores brancos era guardar coisas para seus “donos”. Eles não podiam fazer barulho durante a noite para não incomodar os moradores, por isso era considerado “mudo”.</div><div><br></div><div>Esta palavra se junta a duas outras palavras que são “criado” e “mudo”.</div><div><br></div><div>Outras afirmações dizem que esta palavra deriva da tradução literal da palavra inglesa “dumbwaiter”, que também pode ser dividida em duas; dumb e waiter, podem ser traduzidos como mudo e garçonete, respectivamente.</div><div><br></div><div>Fonte: https://pjamilk.com/2023/01/18/criado-mudo-e-uma-palavra-racista/</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 01:14:43 UTC</pubDate>
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         <title>¡𝑵𝒐𝒔𝒔𝒂, 𝒏𝒐𝒔𝒔𝒂! 𝑨𝒔𝒔𝒊𝒎 𝒂 𝒈𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒎𝒆 𝒎𝒂𝒕𝒂 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2734772675</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>¡nossa, nossa! Assim a gente me mata</strong><br><br>A gente: é um pronome pessoal informal na 3 p. gramatical prurais, mas serve como 1era p. gramatical (eu+ vocês) o cual tem origem do latim "gens" (povo). "A gente" foi muito popular na época das 79s e 90s tomando o ligar do pronome "nós". Sugerimos ler "A gente" como pronome pessoal: teoria, prática e proposta pedagógica (s.f.) da Débora Simões da Silva Ribeiro.&nbsp;<br><br>Nossa é uma palavra com dois significados, como pronome possessivo 1era p. gramatical plural e ademais, é uma exclamação de impressione positiva e negativa, igual que ¡Wow!. Tem origem na expressão "Nossa Senhora" que é consequência do cristianismo. É popular pela canção Ai se eu te pego de Michel Teló&nbsp;<br><br>Fontes:<br>•https://www.youtube.com/watch?v=AF0emQVOjiQ<br>•https://www.youtube.com/watch?v=mAZqgGPQ1v4&amp;t=2s<br> •https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/96179/000918882.pdf<br><br>Por: Anais Gallardo, Isidora Llanillos, Martina Virgili</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 01:15:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A negritude é linda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2734814412</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>O que é ser "negro"?</em></strong></div><div>A palavra "preto" tem sua origem no grego "Niger", que se refere à cor escura de algo, pode ser de um objeto ou da pele das pessoas.<br>Esta palavra tem principalmente uma conotação negativa pela escravidão e por isso a sociedade tende a gerar problemas para aceitar as pessoas com pele mais escura. A palavra "negro" tem seu origem do grego "niger" que refere-se a cor escura de algo, pode ser de um objeto ou da pele das pessoas.&nbsp; <br><em><sub>Leia este texto: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/opiniao/2020/06/07/internas_opiniao,861755/o-que-e-ser-negro.shtml</sub></em><br><strong><em>O que é ser negro no Brasil?</em></strong><br>No vídeo de acontinuação poderá ver a forma em que algumas pessoas foram discriminadas pela sociedade por sua cor da pele e seu cabelo, mas eles aprenderam a amar suas características e são profissionais existosos/as.<br><em><sub>Vídeo: https://youtu.be/L6Hs-rxMjxM</sub></em></div><div><strong><em>Mês da consciência negra<br></em></strong>Em novembro, especialmente no dia 20, a população brasileira recorda a morte do último líder do quilombo de palmares, Zumbi. Os brasileiros, mas principalmente a comunidade negra do Brasil, buscam viver em uma sociedade inclusiva com oportunidades equitativas para seus integrantes. Eles, que sempre foram discriminados pela cor da pele, revivem o espírito da luta e da rebeldia que representa o povo negro com a intenção de construir um Brasil mais justo.<br><sub>Leia o seguinte texto: https://www.ufrb.edu.br/bibliotecacetens/noticias/189-novembro-negro</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 01:47:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cristianazocarc</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo fala sobre algumas expressões racistas</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/E_BjYPOE3ag?si=xzYgThgKH3EtwaIN" />
         <pubDate>2023-10-06 12:47:54 UTC</pubDate>
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         <title>𝑺𝒆𝒃𝒂𝒔𝒕𝒊á𝒏 𝑼𝒓𝒊𝒃𝒆 - 𝑪𝒓𝒊𝒔𝒕𝒊á𝒏 𝑨𝒛𝒐𝒄𝒂𝒓</title>
         <author>sebastianuribec</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735579795</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:12:33 UTC</pubDate>
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         <title>Preto de alma branca</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735583746</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Preto de alma branca</strong></li></ul><div><br>Outra expressão certamente racista é "preto de alma branca", um termo usado para descrever pessoas que, apesar de terem a pele escura, se comportam de forma mais alinhada com a cultura branca, em contraste com as pessoas que têm a pele branca mas se comportam de forma mais alinhada com a cultura negra. O racismo no Brasil não é apenas uma questão de cor da pele, mas também uma questão de cultura e comportamento.<br><br>O termo também aparece em várias músicas, a mais famosa sendo "Identidade", do cantor Jorge Aragão. Uma música que fala sobre como a cor da pele está relacionada à ascensão social. Ele utiliza a expressão para dizer que ser "Preto de alma branca" é visto como exemplo de dignidade, quando não ajuda as pessoas com pele preta.<br><br>A expressão é originária do Brasil do século 20. Ela era utilizada para descrever pessoas de origem africana que eram capazes de alcançar sucesso na sociedade brasileira. A expressão era frequentemente usada de forma positiva, destacando a capacidade dessas pessoas de vencer suas circunstâncias e alcançar sucesso.<br><br>Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/22/opinion/1526993405_061368.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>Porque chamam macacos aos brasileiros?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No internet ha muitos memes chamando macacos aos brasileiros duma forma despectiva. Mas você sabe o qual é a origem desta expressão racista?<br><br>O apelido de "macaquitos" dado pelos argentinos aos brasileiros surgiu na Guerra do Paraguai, na segunda metade do século 19.<br><br>Apareceu porque alguns batalhões de soldados brasileiros eram quase todos compostos por negros --isso em um país que ainda mantinha a escravidão.<br><br>Mas foi no futebol que o apelido pejorativo ganhou força. Nos primeiros confrontos entre as seleções de Argentina e Brasil, na primeira metade do século passado, torcedores argentinos imitavam macacos nas arquibancadas, o que chegou a causar a retirada do gramado dos jogadores brasileiros.<br><br>O termo ganha muitas vezes espaço na imprensa. Em 1996, quando ficou definido que a Argentina iria enfrentar Brasil ou Nigéria na Olimpíada de Atlanta, o diário esportivo "Olé" estampou a manchete "Que venham os macacos" --houve uma retratação depois.<br><br>Em praticamente todos os jogos envolvendo seleções brasileiras ou clubes do país na Argentina ocorrem imitações de macacos. Até dentro de campo aconteceram casos que contribuíram para aumentar a rivalidade --jogadores argentinos comemoraram gol em jogo das eliminatórias para a Copa-02 imitando macacos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:16:43 UTC</pubDate>
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         <title>Samba do crioulo doido</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Samba do crioulo doido&nbsp;</strong></li></ul><div><br>“Este é o samba do crioulo doido.<br>A história de um compositor que durante muitos anos obedeceu o regulamento,<br>E só fez samba sobre a história do brasil.<br>E tome de inconfidência, abolição, proclamação, chica da silva, e o coitado<br>Do crioulo tendo que aprender tudo isso para o enredo da escola.<br>Até que no ano passado escolheram um tema complicado: a atual conjuntura.<br>Aí o crioulo endoidou de vez, e saiu este samba”<br><br>“Samba do crioulo doido” é classificada como uma expressão racista posto que, reforça a ideia de que os pretos são desordenados e promotores de confusão, juntamente crioulo é uma palavra racista, pois discriminava os filhos das relações interraciais.<br><br>O “Samba do crioulo doido” é um samba produzido por Sérgio Porto como protesto, posto que os sambas da época estavam obrigadas a falar sobre a história do Brasil.<br><br>Fontes:<br><br><br>*https://jornaldaparaiba.com.br/comunidade/bbb22-entenda-porque-o-termo-samba-do-crioulo-doido-usado-por-barbara-e-racista/</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:16:57 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Daniel Díaz C. - Félix Godoy - Rayen Valenzuela</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>Capoeira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735587856</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.google.com/amp/s/mundoeducacao.uol.com.br/amp/educacao-fisica/capoeira.htm<br><br>A capoeira é uma representação cultural afro-brasileira que mistura esporte, luta, dança, cultura popular, música e brincadeira. Ela é caracterizada por movimentos ágeis e complexos, nos quais são utilizados os pés, as mãos e elementos ginástico-acrobáticos. Uma das principais diferenças da capoeira em relação a outras lutas é o uso da música em sua execução.<br>A história e a origem da capoeira estão atreladas à própria <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil">história do Brasil</a> enquanto país. Isso porque a capoeira <strong>foi desenvolvida por volta do século XVII, pelos negros que chegaram ao país escravizados</strong>.<br><br></div><div>Historiadores acreditam que a capoeira era praticada, nas fazendas e nos terreiros, de forma clandestina. A arte era treinada de forma escondida, já que <strong>servia como arma de luta contra os senhores de engenho</strong>.</div><div>Assim, a capoeira <strong>surgiu enquanto defesa pessoal</strong>, uma vez que os negros escravizados no país não possuíam armas para se defender de seus senhores. Dessa forma, o corpo e os seus movimentos se tornaram a própria arma.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:18:09 UTC</pubDate>
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         <title>Origem do carnaval do Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://brasilescola.uol.com.br/carnaval/historia-do-carnaval-no-brasil.htm<br><br>O Carnaval foi trazido pelos colonizadores portugueses entre os séculos XVI e XVII, manifestando-se inicialmente por meio do entrudo, uma brincadeira muito popular em Portugal. Com o passar do tempo, o Carnaval foi adquirindo outras formas de se manifestar, como o baile de máscaras. O surgimento das sociedades carnavalescas contribuiu para a popularização da festa entre as camadas pobres.<br>A partir do século XX, a popularização da festa contribuiu para o surgimento do samba, estilo musical muito influenciado pela cultura africana, e do desfile das escolas de samba, evento que acabou sendo oficializado com apoio governamental. Nesse período, o Carnaval assumiu a sua posição de maior festa popular do Brasil.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/carnaval/historia-do-carnaval-no-brasil.htm" />
         <pubDate>2023-10-06 13:21:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ser Negro e Gay no Brasil</title>
         <author>danielavargasp1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Kristy Alarcón<br>Demian Álvarez<br>Francisco Reyes<br>Yazmin Torres </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-06 13:30:39 UTC</pubDate>
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         <title>Como é ser um LGBT negro no Brasil?</title>
         <author>danielavargasp1</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735610461</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Regiane Silva, lésbica, estudante</strong></div><div>“A gente, por conta do racismo, já tem nosso corpo negado em muitos espaços. Então é necessário muita coragem para se assumir lésbica em uma sociedade que a heteronorma é uma regra, que torna nossa sexualidade maldita. Por combinar esses fatores, negados por uma sociedade que nem reconhece que mulheres negras são mulheres, é um ato de coragem ser uma mulher lésbica e negra.</div><div>Eu acho que a gente precisa debater o genocídio da população negra, debater a desmilitarização da polícia, além da formação com base em direitos humanos e discutir os números e reparação histórica dessa violência, porque ela afeta as pessoas negras LGBT’s e toda a diversidade de pessoas negras. Isso acaba moldando a sociedade, ela acaba sendo o fator da manutenção de armários, então esses debates nunca devem ser separados.”&nbsp;<br><br><strong>Ézio Rosa, gay, trancista</strong></div><div>“O lugar-comum é estar constantemente no não lugar. Esperam dos homens uma performance ultramegaviril, hétero e branca e, quando rompemos essa expectativa sendo exatamente o oposto do esperado, colocamos em xeque a única forma de masculinidade ensinada e aprendida.</div><div>A principal diferença entre um gay negro e um gay branco é que o negro não será em nenhuma instância privilegiado (a não ser pelo motivo de ser homem) nesta sociedade que tem seus pilares fincados no racismo. Sendo assim, embora sejam ambos homens, os privilégios da raça ainda farão com que nós, negros, sempre estejamos em desvantagem.</div><div>O mecanismo principal que precisa ser adotado, para ontem, em nossa sociedade é o da escuta. Há décadas talvez não tivéssemos tantas pessoas falando, cantando e escrevendo o óbvio como atualmente. No entanto, nos dias de hoje, esbarramos o tempo todo com pessoas trazendo discussões feitas com seriedade <a href="https://catracalivre.com.br/geral/cultura-em-casa/indicacao/12-musicas-sobre-racismo-e-orgulho-negro-para-voce-ouvir-agora/">na música</a>, no teatro, na poesia e por aí vai. Inúmeras pessoas produzindo e elevando as discussões de raça, classe e gênero para um outro patamar, enquanto pouco se escuta, pouco se reflete. Não são nossas vozes que não ecoam o suficiente, são os ouvidos que estão viciados em uma única frequência.”<br><br><strong>Paullet Furacão, transexual, educadora social</strong></div><div>“Ser uma transexual é sofrer todos os estigmas possíveis em um país considerado o país da diversidade, do acolhimento e que tem políticas efetivas para sua população. Imagine ser uma negra e ainda trans? É saber que eu preciso lutar duplamente para conseguir políticas efetivas.</div><div>Pensar em uma travesti negra e em uma travesti branca é também pensar que as políticas não conseguem ser implementadas para a população negra. Mesmo sendo uma transexual no Brasil, é muito mais fácil que as políticas possam alcançar uma população travesti branca, mas não acontecerá o mesmo fenômeno com as travestis e transexuais negras.”<br><br><sub><sup>https://www.cut.org.br/noticias/como-e-ser-lgbt-negro-em-uma-sociedade-racista-f666</sup></sub></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2169532422/06b5b792b9f4fd4cb51664f1f33ec8e8/hombre_negro_gay_caminando_fiesta_orgullo_bandera_lgbt_visitando_ciudad_242111_20070.jpg" />
         <pubDate>2023-10-06 13:33:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735610920</link>
         <description><![CDATA[<div>https://mundoeducacao.uol.com.br/carnaval/samba-produto-morro.htm<br><br>Quando falamos de samba, estamos falando de uma expressão cultural típica do Brasil que é conhecida como um <strong>gênero</strong> <strong>musical</strong> e como uma <strong>dança</strong> praticada ao som de canções do gênero. Esse gênero surgiu nas comunidades de afro-brasileiros que moravam no Rio de Janeiro no começo do século XX.<br><br>Atualmente, o samba (tanto o gênero musical como a dança) são elementos muito tradicionais da cultura popular brasileira e é um dos grandes símbolos culturais de nosso país no exterior. Ele é tradicionalmente relacionado com o Carnaval brasileiro, sobretudo com os <strong>desfiles das escolas de samba,</strong> que acontecem, principalmente, em São Paulo e Rio de Janeiro.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/carnaval/samba-produto-morro.htm" />
         <pubDate>2023-10-06 13:33:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Racismo dentro no comunidad lgbt+</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735617331</link>
         <description><![CDATA[<div>“O crescimento das violências aos negros gays a cada ano no Brasil tem influência direta com a desumanização destes sujeitos na comunidade LGBTQIA+ e na população negra, mas, principalmente, nos movimentos sociais e no sistema de serviços públicas,” ressalta o pesquisador.<br><br></div><div>62% dos entrevistados disseram ter sofrido manifestações racistas por pessoas da própria comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e queer. Com isso, o sociológo afirma que foi possível identificar “práticas vinculadas ao preconceito e discriminação dentro da comunidade LGBTQI+ atreladas ao comportamento heteronormativo aceito às afetividades”.<br><br><a href="https://ciencia.ufs.br/conteudo/73084-como-racismo-e-lgbtfobia-atingem-negro-gay-nos-movimentos-negro-e-lgbtqia">https://ciencia.ufs.br/conteudo/73084-como-racismo-e-lgbtfobia-atingem-negro-gay-nos-movimentos-negro-e-lgbtqia</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/3QnD4Kbuku4?feature=shared" />
         <pubDate>2023-10-06 13:37:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cristianazocarc</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735620581</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:39:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lgbt+ fobia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735626239</link>
         <description><![CDATA[<div>A violência contra a comunidade LGBTI+ está diretamente ligada a pensamentos, ideologias e valores religiosos fundamentalistas, os mesmos que são os pilares do machismo e do racismo. É o que explica Tanize Viçosa Cardoso, psicóloga clínica formada pela Universidade de Brasília (UnB) e especializada em atendimentos para pessoas LGBTI . Ela considera que campanhas educativas e políticas de acolhimento são fundamentais para mudar a visão da sociedade sobre os gays<br><br>"Historicamente, o sofrimento de pessoas LGBTI está diretamente relacionado ao aumento do conservadorismo da sociedade. Acredito que todos possam sofrer com as consequências do preconceito contra essas pessoas, uma vez que o conservadorismo cria padrões de corpo e expectativas de comportamento para homens e mulheres que não podem ser atendidos pelas pessoas, sejam elas LGBTI ou não", explica.<br><br><a href="https://www.em.com.br/app/noticia/diversidade/2023/06/10/noticia-diversidade,1505320/quais-as-causas-para-existir-tanto-preconceito-contra-pessoas-lgbtqia.shtml">https://www.em.com.br/app/noticia/diversidade/2023/06/10/noticia-diversidade,1505320/quais-as-causas-para-existir-tanto-preconceito-contra-pessoas-lgbtqia.shtml</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.em.com.br/app/noticia/diversidade/2023/06/10/noticia-diversidade,1505320/quais-as-causas-para-existir-tanto-preconceito-contra-pessoas-lgbtqia.shtml" />
         <pubDate>2023-10-06 13:43:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gírias ou expressões LGBTQIA+</title>
         <author>danielavargasp1</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735635828</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Abduzida</strong>: pessoa que está apaixonada.<strong><br>Acué</strong>: dinheiro.<br><strong>Ajé</strong>: pessoas falsas ou más.<br><strong>Ajeum</strong>: comida.<br><strong>Alibã</strong>: polícia; policial.<br><strong>Alice</strong>: pessoa que vive no mundo de fantasias.<br><strong>Amapô</strong>: mulher.<br><strong>Armário</strong>: homossexual enrustido.<br><strong>Aquendar</strong>: esconder.<br><strong>Atacada</strong>: louca ou nervosa.<br><strong>Arrasou</strong>: admiração em relação a algo de outra pessoa.<br><strong>Atender</strong>: ficar com alguém, transar.</div><div><strong>Babadeira</strong>: gay ou travesti barraqueiro.<br><strong>Babado</strong>: novidade.<br><strong>Barbie</strong>: gay com o corpo bem definido por conta de malhação.<br><strong>Baunilha ou Serginho</strong>: gay novato, sonhador, inocente.<br><strong>Berro</strong>: expressão usada para algo muito engraçado.<br><strong>BF</strong>: abreviação de bicha fina.<br><strong>Bi</strong>: diminutivo de bicha.<br><strong>Biba</strong>: homossexual.<br><strong>Bofe</strong>: homem másculo.<br><strong>Bolacha</strong>: lésbica.<br><strong>Buzum</strong>: ônibus.</div><div><strong>Cacura</strong>: gay com mais de 40 anos, idoso.<br><strong>Carão</strong>: fazer pose ou debochar.<br><strong>Cockie</strong>: lésbica refinada.<br><strong>Coió</strong>: dar um fora, agressão.</div><div><strong>Dar a Elza</strong>: roubar, sumir.<br><strong>Dar o truque</strong>: enganar.<br><strong>Desaquendar</strong>: esquecer, largar.<br><strong>Destruidora</strong>: pessoa que "arrasa" muito, que está fazendo algo muito bem.<br><strong>Dar a Elza</strong>: roubar, sumir.<br><strong>Dar o truque</strong>: enganar.<br><strong>Desaquendar</strong>: esquecer, largar.<br><strong>Destruidora</strong>: pessoa que "arrasa" muito, que está fazendo algo muito bem.</div><div><strong>Entendido(a)</strong>: gay e lésbica.<br><strong>Fashion discontrol</strong>: alguém que se veste de maneira errada.</div><div><strong>Fechar</strong>: fazer sucesso.<br><strong>Friendly</strong>: simpatizante.</div><div><strong>Gongar</strong>: falar mal.</div><div><strong>Irene</strong>: gay idoso.</div><div><strong>Jacira</strong>: gay bagaceiro e engraçado.<br><strong>Jamanta</strong>: que ficou loco, alucinado.<br><strong>Jurando</strong>: acreditando em si, se sentindo.</div><div><strong>Larica</strong>: fome.<br><strong>Ligar o pisca-alerta</strong>: voltar a si, acordar.</div><div><strong>Milho</strong>: ferveção, agito.<br><strong>Mitorô</strong>: fazer xixi.</div><div><strong>Naja</strong>: fofoqueiro(a).<br><strong>Neca</strong>: pênis.<br><strong>Ojo</strong>: olhar.<strong><br>Operada</strong>: transexual.<br><strong>Otim</strong>: bebida.</div><div><strong>Pagar mico</strong>: passar vergonha.<strong><br>Passada</strong>: chocada, impactada.<br><strong>Picumã</strong>: peruca, cabeleira, cabelo.</div><div><strong>Ratoburguer</strong>: mau hálito.</div><div><strong>Sair do closet</strong>: assumir publicamente a sexualidade.<br><strong>Sindicato</strong>: grupo de homossexuais.</div><div><strong>Tombado</strong>: caído, sem graça.<br><strong>Trash</strong>: porcaria, lixão.<br><strong>Trem de prata</strong>: pessoa intrometida.<br><strong>Truque</strong>: mentir, enganar.</div><div><strong>Uó</strong>: algo desagradável, desprezível, equivocado.<strong><br>Urso</strong>: homem peludo, gordinho, com aspecto másculo.</div><div><strong>Vudu</strong>: energia negativa.</div><div><strong>Xoxar</strong>: debochar, zoar.</div><div><strong>Zoraide</strong>: pessoa clarividente, esotérica.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/amp/s/gshow.globo.com/google/amp/tudo-mais/pop/noticia/girias-lgbtqia-descubra-o-que-e-e-o-significado-das-expressoes-do-pajuba.ghtml" />
         <pubDate>2023-10-06 13:49:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>~A vida do escravos no Brasil~</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735637274</link>
         <description><![CDATA[<div>A época da escravidão no Brasil foi cheia de tratamentos desumanos contra os negros. Eles eram vistos como animais, ainda, como objetos, para que os proprietários pudessem fazer o que quisessem com eles sem qualquer tipo de recriminação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:50:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Associação Brasília Orgulho </title>
         <author>danielavargasp1</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735647153</link>
         <description><![CDATA[<div>A Associação Brasília Orgulho é a organizadora de festival de mesmo nome e que inclui a Parada LGBTS de Brasília, cuja primeira edição foi realizada em 1998 e é o maior ato de direitos humanos da capital. O evento, feito para comemorar o 28 de junho – Dia Internacional do Orgulho LGBT, agrega atividades tais como entrega de prêmio, mostra de filmes, debates e festas. Ocupamos espaços e as ruas para mostrar a força da comunidade LGBT do DF e o quanto temos a celebrar e ainda a conquistar até a cidadania plena.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:56:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Expresso da escravidão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735651543</link>
         <description><![CDATA[<div>"Expresso da escravidão no Brasil?</div><div><br></div><div>Escalado pelo tal de Gato, explorado pelo fazendeiro</div><div>Meses, meses, meses de trabalho, enganado e nada de dinheiro</div><div>Objeto descartável coagido pelo medo</div><div>Latifúndio escravagista, opressão pelo desespero</div><div><br></div><div>Quanto custa um homem no...</div><div>Expresso da escravidão?"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 13:59:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735654106</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 14:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Negros são alvo de metade dos registros de violência contra população LGBT no Brasil, diz pesquisa</title>
         <author>danielavargasp1</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735665383</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma pesquisa analisou as notificações de violência contra a população LGBT brasileira entre 2015 e 2017 e verificou que <strong>metade das agressões teve pessoas negras como alvo</strong>. Nos três anos analisados, foram registradas<strong> 24.564 notificações de violências contra a população LGBT,</strong> o que resulta em uma média de mais de 22 notificações de violências interpessoais e autoprovocadas por dia, ou seja, <strong>quase</strong> <strong>uma notificação a cada hora.<br><br></strong>Metade dos indivíduos alvo dessas agressões era negra (50%), ou seja, pretos ou pardos. A identidade de raça ou cor das vítimas foi descrita como Branca em 41,4% dos casos. Apesar de serem maioria na população, não necessariamente os negros são as principais vitimas de determinados crimes. Veja na tabela abaixo os percentuais encontrados pela pesquisa:<br><br><strong>Raça/Cor</strong> | <strong>Percentual</strong><br><strong>Negro (preto + pardo)</strong> | 50%<br><strong>Branco</strong> | 41,4%<br><strong>Amarelo/Indígena</strong> | 1,8%<br><strong>Ignorado</strong> | 6,8%<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/sp/sao-paulo/noticia/2020/07/15/negros-sao-alvo-de-metade-dos-registros-de-violencia-contra-populacao-lgbt-no-brasil-diz-pesquisa.ghtml" />
         <pubDate>2023-10-06 14:08:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Punição</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2735690175</link>
         <description><![CDATA[<div>Os escravos eram constantemente maltratados e humilhados de forma extremamente violenta. Não bastasse a miséria que enfrentavam dia após dia trabalhando para seus proprietários, eles eram submetidos a punições excessivas e terríveis. Muitas vezes, essas punições eram realizadas publicamente, com os próprios escravos sendo forçados a torturar uns aos outros, embora os brancos só ovservavam. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2163720005/230a2c08d9812da4979fe633d5bbb41d/Johann_Moritz_Rugendas_in_Brazil_2.jpg" />
         <pubDate>2023-10-06 14:24:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vozes-Mulheres - Conceição Evaristo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>A voz de minha bisavó</em></div><div><em>ecoou criança</em></div><div><em>nos porões do navio.</em></div><div><em>Ecoou lamentos</em></div><div><em>de uma infância perdida.<br></em><br></div><div><em>A voz de</em> <em>minha avó</em></div><div><em>ecoou obediência</em></div><div><em>aos brancos-donos de tudo.</em></div><div><br></div><div><em>A voz de minha mãe</em></div><div><em>ecoou baixinho revolta</em></div><div><em>no fundo das cozinhas alheias</em></div><div><em>debaixo das trouxas</em></div><div><em>roupagens sujas dos brancos</em></div><div><em>pelo caminho empoeirado</em></div><div><em>rumo à favela</em></div><div><br></div><div><em>A minha voz ainda</em></div><div><em>ecoa versos perplexos</em></div><div><em>com rimas de sangue</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; e</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; fome.<br><br>A voz de minha filha</em></div><div><em>recolhe todas as nossas vozes</em></div><div><em>recolhe em si</em></div><div><em>as vozes mudas caladas</em></div><div><em>engasgadas nas gargantas.</em></div><div><br></div><div><em>A voz de minha filha</em></div><div><em>recolhe em si</em></div><div><em>a fala e o ato.</em></div><div><em>O ontem – o hoje – o agora.</em></div><div><em>Na voz de minha filha</em></div><div><em>se fará ouvir a ressonância</em></div><div><em>O eco da vida-liberdade."<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 20:48:14 UTC</pubDate>
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         <title>Meus Avós - Carlos de Assumpção</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>"Os meus avós foram fortes<br>Foram fortes os meus avós<br><br>Orgulho-me dos meus avós<br>Que outrora<br>Carregaram sobre as costas<br>A cruz da escravidão<br><br>Orgulho-me dos meus avós<br>Que outrora<br>Trabalharam sozinhos<br>Para que este país<br>Se tornasse tão grande<br>Tão grande como hoje é<br><br>Os meus avós foram fortes<br>Foram fortes os meus avós<br><br>Este país meus irmãos é fruto<br>Das sementes de sacrifício<br>Que os meus avós plantaram<br>No solo do passado<br>Há muitas histórias<br>Sobre os meus avós<br>Que a História não faz<br>Questão de contar<br><br>Os meus avós foram bravos<br>Foram bravos os meus avós<br><br>Embora ainda não conhecessem<br>A nova terra<br>A que tinham sido transportados<br>Acorrentados como se fossem feras<br>Nos sinistros navios-negreiros<br>Embora ainda não conhecessem<br>A nova terra<br>Os meus avós fugiam das fazendas<br>Cidades bandeiras e minas<br>E se embrenhavam nas florestas<br>Perseguidos por cães e capitães-do-mato<br><br>Há muitas histórias<br>Sobre os meus avós<br>Que a História não faz<br>Questão de contar<br><br>E a história<br>Dos que desesperados<br>Se atiravam dos navios<br>No abismo do oceano<br>E eram acalentados<br>Por Iemanjá<br><br>E a história<br>Dos que enlouquecidos<br>Gritavam em vão<br>Chamando a mãe África<br>Saudosos da África<br>Ansiosos para estreitar<br>De novo nos braços<br>A velha mãe África<br><br>E a história<br>Dos que morriam de banzo<br>Dos que se suicidavam<br>Dos que recusavam<br>Qualquer alimento<br>E embora ameaçados<br>Por troncos e chicotes<br>Não se alimentavam<br>E acabavam morrendo<br>Encontrando na morte afinal<br>A porta da liberdade<br><br>E as fugas em massa<br>Planejadas na noite das senzalas<br><br>E os feitores<br>Mortos nos eitos<br><br>E os senhores<br>Mortos nas casas grandes<br>E nas tocaias das estradas<br><br>Há muitas histórias<br>Sobre os meus avós<br>Que a História não faz<br>Questão de contar<br><br>Os meus avós foram bravos<br>Foram bravos os meus avós<br><br>Não me venham dizer<br>Que os meus avós se submeteram<br>Facilmente à escravidão<br><br>Não me venham dizer<br>Que os meus avós foram<br>Escravos submissos<br>Por favor não me venham dizer<br>Eu não aceito mentiras<br><br>Cortarei com a espada<br>Dos meus versos<br>A cabeça de todas as mentiras<br>Mal intencionadas<br>Com que pretendem humilhar-me<br>Destruir o meu orgulho<br>Falseando também<br>A história dos meus avós<br><br>Os meus avós foram bravos<br>Foram bravos os meus avós<br><br>Apesar dos “castigos<br>Públicos para exemplo”<br><br>Apesar de flagelados<br>Na carne e na alma<br><br>Apesar de divididos<br>E oprimidos<br>Pelo regime aviltante<br><br>Apesar de todas<br>As crueldades sofridas<br><br>Os meus avós nunca<br>Nunca se submeteram<br>À escravidão<br>Há muitas histórias<br>Sobre os meus avós<br>Que a História não faz<br>Questão de contar<br><br>Os meus avós foram fortes<br>Foram bravos<br>Foram bravos foram fortes<br>Os meus avós<br><br>A quem ainda duvide<br>Aponto entre outras epopeias<br>A epopeia dos Palmares<br>Cujos quilombolas chefiados<br>Pelo herói negro Zumbi<br>Acuados pelos inimigos<br>Muito mais bem armados<br>E muito mais numerosos<br>Esgotadas todas as forças<br>Apagadas as esperanças<br>Despenham-se da Serra da Barriga<br>Preferindo a morte gloriosa<br>À infame vida de escravos<br><br>A quem ainda duvide<br>Aponto as revoltas malês<br>Quando os bata-cotôs<br>(Tambores guerreiros)<br>Puseram em pânico<br>A cidade da Bahia<br>Aponto o quilombo de Jabaquara<br>Outro exemplo de bravura<br>Dos meus avós<br><br>A quem duvide<br>Aponto as sociedade negras secretas<br>Que angariavam fundos<br>Para comprar alforria<br>De irmãos escravizados<br><br>Há muitas histórias<br>Sobre os meus avós<br>Que a História não faz<br>Questão de contar<br><br>Meus avós foram fortes<br>Foram bravos<br>Foram bravos foram fortes<br>Os meus avós"</em><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 22:56:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O exílio forçado e o viagem para o Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2736161949</link>
         <description><![CDATA[<div>Cerca de 4,9 milhões de africanos foram apreendidos e bruscamente arrancados da suas terras. <br><br>Esta viagem foi caracterizado por violência e condições insalubres, os homens e mulheres eram marcados com ferro nos seus corpos, alimentados dietas pobres em vitaminas como o azeite e o milho e viajaram com gente com quem não podiam se comunicar, pois isso dificultava a formação de rebeliões.<br><br>Os cativos chegavam ao Brasil em péssimas condições de saúde e eram cuidados apenas para serem vendidos por um preço mais alto.<br><br><a href="https://www.infoescola.com/historia/escravidao-no-brasil/amp/">https://www.infoescola.com/historia/escravidao-no-brasil/amp/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 23:36:11 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2736178039</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"Meu pai era capataz da fazenda. Meu avô criador de porco, mas era porco mesmo, num era esses porquinho de hoje não. A gente passava bem e passava mal. Mas morreu muita gente e, depois o Dr. Avellar era muito ruim! O pai dele num era ruim como ele não mas ele era. É brincadeira? Botar ‘bacalhau’? Não sabe o que é ‘bacalhau’?! Aqui na cidade tinha que ainda quando eu vim aqui pra cidade eu vi ‘bacalhau’, vi tronco aqui na cidade."<br><br>"Se fugia muita gente? Fugia! Fugia! Chamava Capitão do mato. Procurava eles. O que procurava eles era o Capitão do Mato."<br><br>"Aí eu fugi. Eu fugi e fui encontrar com meu pai, aí meu pai era fugido…Que ele vinha fugindo do serviço, ora! Que vinha fugindo da roça!…Aí meu pai me disse: O que que ocê está fazendo aqui, minha filha?"<br><br>"E ele: Ó sua negrinha! Negrinha, não. Não sou negrinha. Tava com 15 anos. Aí eu fui indo pra roça. Aí meu pai: Mas ocê veio pra roça? Falei: Vim que eu não quero mais ficar na fazenda. Que eles botava as crianças, as pequena, as negrinha, pra brincar com os filhos, pra carregar os filhos dela.”<br></em><br><br><a href="https://www.geledes.org.br/entrevista-com-maria-teresa-ex-escrava-em-1973/">https://www.geledes.org.br/entrevista-com-maria-teresa-ex-escrava-em-1973/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-07 00:27:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lélia Gonzalez, presente!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2736213177</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Quem foi Lélia Gonzalez?</em></strong><br>Nasceu em uma família humilde em 1935 em Belo Horizonte e desde pequena se destacou na escola. Apesar das dificuldades para estudar, ela se formou na universidade com um diploma em história e filosofia, mais tarde obteve um doutorado em política e antropologia. <br><br><strong><em>Vale a pena lutar<br></em></strong>Como educadora, dedicou-se a formar o pensamento crítico dos seus estudantes para lutar pela justiça na sociedade. Foi a fundadora do Movimento Negro Unificado e parte do Coletivo de Mulheres Negras (Nzinga) entre outras ações em torno dos direitos das mulheres e das comunidades negras. Foi líder na luta contra a ditadura brasileira e na criação do Partido dos Trabalhadores.<br><br><strong><em>Suas obras</em></strong><br>A partir da suas ideias en torno ao feminismo e a justiça para a comunidade negra no brasil e o mundo, ela escriveou:</div><ul><li><em><sub>A questão negra no Brasil (1981)</sub></em></li><li><em><sub>Lugar de Negro (1982)</sub></em></li><li><em><sub>Racismo e Sexismo na Cultura Brasileira (1983)</sub></em></li><li><em><sub>A mulher negra no Brasil (1984)</sub></em></li><li><em><sub>Festas populares no Brasil (1987)</sub></em></li><li><em><sub>Por um Feminismo Afro-latino-Americano (1988)</sub></em></li><li><em><sub>A importância da organização da mulher negra no processo de transformação social (1988)</sub></em></li></ul><div><strong><sub><br>Leia um pouco mais aqui:</sub></strong></div><ul><li><sub>https://sisejufe.org.br/noticias/quem-e-essa-conheca-a-historia-e-obra-de-lelia-gonzalez/</sub></li><li><sub>https://www.ebiografia.com/lelia_gonzalez/</sub></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-07 02:06:01 UTC</pubDate>
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         <title>꧁Música e danças afro - brasileiras꧂</title>
         <author>sebastianuribec</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2737217003</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A música e as danças praticadas no Brasil são compostas das culturas africanas e dos povos originários da América, como os Tupí-Guaraní, Kaiowá e outros. A música têm ritmos marcados por instrumentos de percussão e as danças são muitas das vezes relacionadas com tópicos religiosos, que têm a característica de marcar os cultos tradicionais, sendo elementos que agradam e trazem os orixás.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-08 17:54:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escravidão no Brasil (RESUMO)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2737447113</link>
         <description><![CDATA[<pre>A procura de mão-de-obra durante e após a chegada dos colonizadores portugueses no século XVI provocou um aumento de escravos “importados”.

Isto durou mais de três séculos, com aproximadamente 4,9 milhões de africanos escravizados, maltratados e explorados.

Em 1831, o Brasil promulgou uma lei proibindo a importação de escravos. Finalmente, em 1888, a escravidão foi oficialmente abolida no Brasil.

Apesar disso, a desigualdade e a discriminação ainda existem contra essas pessoas. Embora hoje tenha diminuído, ainda permanecem características daquela época, como por exemplo algumas expressões racistas, sobre o qual falaremos hoje.</pre><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-09 01:27:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Disputar a nega</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2738608335</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Disputar a nega</strong></li></ul><div><br>Esta expressão tem origem na época da escravidão, quando os “senhores” apostavam seus escravos em algum esporte ou jogo, obviamente o vencedor leva o “prêmio”. Também possui alguns traços de misoginia e no estupro.<br><br>Atualmente é utilizado para se referir a uma disputa ou competição de alguma partida de qualquer jogo para seu desempate.<br><br>Fonte: https://www.dicionarioinformal.com.br/disputar+a+nega/#:~:text=Express%C3%A3o%20com%20origem%20no%20per%C3%ADodo,e%20pode%20ofender%20algumas%20pessoas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-09 18:19:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O QUE É RACISMO ESTRUTURAL?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2738965226</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 00:56:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inhaca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2740522934</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Inhaca&nbsp;</strong></li></ul><div><br>É uma ilha que está ao sul de Moçambique, mas o pessoal utiliza como sinônimo de mau cheiro.&nbsp;<br><br>Esta é uma expressão racista e de xenofobia posto que aparece em uma época onde as pessoas da ilha não tinham uma boa sanidade.&nbsp;</div><div><br>Fontes:<br>*<a href="https://www.sinonimos.com.br/inhaca/">Sinônimo de Inhaca - Sinônimos (sinonimos.com.br)</a><br>*<a href="https://sedh.es.gov.br/Not%C3%ADcia/novembro-negro-conheca-algumas-expressoes-racistas-e-seus-significados">SEDH - Novembro Negro: conheça algumas expressões racistas e seus significados</a><br><a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Isla_de_la_Inhaca">Isla de la Inhaca - Wikipedia, la enciclopedia libre</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 19:01:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mais expressões </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2740525024</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 19:03:36 UTC</pubDate>
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         <title>Serviço de preto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Serviço de preto</strong></li></ul><div><br>A expressão 'Serviço de preto' pode ter dois significados, ambos racistas. O primeiro significa que um trabalho foi feito de forma inadequada, incompleto ou tem péssima qualidade, implicando na ideia de que isso aconteceu principalmente devido às pessoas de pele negra, em contraste com pessoas de pele clara que fizeram um bom trabalho.</div><div><br></div><div>O segundo significado é que o trabalho é algo que não requer muito trabalho, algo onde somente músculo é preciso, implicando que pessoas de pele escura são apenas úteis para esse tipo de trabalho. Ambos os significados são agressivos e reforçam o mito da inferioridade negra.</div><div><br>Fonte:<br>https://www.to.gov.br/cidadaniaejustica/noticias/conheca-algumas-expressoes-racistas-e-por-que-moldar-o-vocabulario-e-uma-forma-de-combater-o-preconceito-racial/43yj0wrg7pzv</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 19:36:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Barriga Suja</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/7ozb2yuy2ejtszkl/wish/2740572125</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Barriga Suja</strong></li></ul><div><br></div><div>A expressão 'Barriga Suja' é mais um termo pejorativo, é utilizada para se referir a uma mulher grávida cujo filho terá a pele negra. É visto como algo impuro e sujo, como sugere a expressão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 19:43:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As diásporas da bixa preta: sobre ser negro e gay no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse é um artigo que fala desde a perspectiva de um homem negro gay sobre como é viver numa sociedade que foi feita para excluir às pessoas como ele.&nbsp;<br><br></div><blockquote>"Homem-branco-hétero. Intersecções daquilo que numa sociedade patriarcal como a nossa estabeleceu-se como padrão. O padrão só pode existir como tal se coexistente a ele está algo fora do padrão."</blockquote><div><br></div><blockquote>"Vivemos&nbsp; numa&nbsp; sociedade&nbsp; constituída&nbsp; e&nbsp; constitutiva&nbsp; pela&nbsp; e&nbsp; da&nbsp; violência.&nbsp; A&nbsp; norma homem-branco-hétero&nbsp; exerce&nbsp; sobre&nbsp; as&nbsp; demais&nbsp; subjetividades&nbsp; um&nbsp; efeito&nbsp; colonizador&nbsp; e&nbsp; extrativista."</blockquote><div><br></div><blockquote>"O&nbsp; período&nbsp; colonial&nbsp; e&nbsp; a escravidão,&nbsp; bem&nbsp; como&nbsp; o&nbsp; machismo,&nbsp; o&nbsp; racismo&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; lgbtfobia&nbsp; são&nbsp; nomes&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; violência exercida pelo homem-branco-hétero, o duplo colonizador."</blockquote><div><br>É impossível afirmar que as lutas das minorias são separáveis, tanto o racismo como a lgbtfobia estão endossados pela construção da sociedade. A qual foi construída com o homem branco e hétero na cabeça dela e se-afastando de tudo que não ficava dentro dessa categoria.<br><br></div><blockquote>"Quanto&nbsp; mais&nbsp; marcas&nbsp; fora&nbsp; do padrão uma&nbsp; pessoa&nbsp; possui,&nbsp; mais violências ela sofre, e quem gera e perpetua essa violência é o padrão."&nbsp;</blockquote><div><br></div><blockquote>"E ainda que não tenhamos vivido os&nbsp; horrores da escravidão do modo como&nbsp; nossos ancestrais viveram, trazemos em&nbsp; nossa memória corporal as marcas desse&nbsp; período. Para além disso, estamos inseridos num país que implementou e que perpetua com múltiplos dispositivos uma política de embranquecimento da população."</blockquote><div><br></div><blockquote>" “O&nbsp; movimento social negro acabou por &nbsp; produzir um certo masculinismo negro&nbsp; como a pré-suposição de uma&nbsp; identidade&nbsp; negra que é masculina, que exclui a mulher, que exclui o homossexual”, afirma Pinho (2004, p. 129).Esse masculinismo negro&nbsp; é&nbsp; tóxico, tanto para os homens&nbsp; negros héterossexuais quanto mais para as&nbsp; mulheres e LGBTs negros&nbsp; que, não&nbsp; bastasse sofrer as limitações e violências&nbsp; produzidas no seio da sociedade&nbsp; supremacista branca em que vivemos,&nbsp; sofrem também por parte de algumas pessoas do seu próprio povo"</blockquote><div><br></div><blockquote>"Com a autoestima enfraquecida, a bixa preta tenta lidar com a solidão e com o desejo de ser amada, ainda que por vezes creia, inconscientemente, que não merece receber amor."</blockquote><div><br></div><blockquote>"Viver é poder não atender a esse apelo mortífero do mundo branco-héteronormativo. Nossas vidas são sementes de um mundo porvir e granadas para a destruição do mundo atual. Carregamos em nós essa ambiguidade apocalíptica."</blockquote><div><br>Veiga, L. (2018, junho). <em>Vista do As diásporas da Bixa preta: sobre ser negro e gay no Brasil</em>. <a href="https://www.revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras/article/view/5176/3245">https://www.revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras/article/view/5176/3245&nbsp;</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 21:59:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong><em>A capoeira</em></strong> é uma expressão cultural brasileira que compreende os elementos: arte-marcial, esporte, cultura popular, dança e música. capoeira é uma luta de defesa e ataque em que os oponentes utilizam, sobretudo, os pés e a cabeça. tem dois tipos, angola e regional.</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- A palavra capoeira significa "o que foi mata" Alude às áreas de mata rasa do interior do Brasil, onde era feita a agricultura indígena. Acredita-se que tem origem com os fugitivos da escravidão, os quais utilizavam frequentemente a vegetação rasteira para fugirem do encalço dos capitães-do-mato.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; -&nbsp; A capoeira foi uma prática proibida no Brasil até 1937, quando passa a ser reconhecida como um símbolo da identidade brasileira. Em 2014, a Roda de Capoeira foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco. Após a abolição da escravidão, qualquer manifestação cultural africana era vista com desconfiança e criminalizada, como a capoeira e o candomblé. Com o samba não foi diferente.</div><ul><li><strong><em>O</em></strong> <strong><em>Samba</em></strong> é fruto da miscigenação entre a música africana e europeia nos campos e na cidade. Samba foi criado no Brasil e sua origem são os batuques trazidos pelos negros escravizados, misturados aos ritmos europeus. Inicialmente, as festas de danças dos negros escravos na Bahia eram chamadas de "samba". Há controvérsias sobre a origem da palavra "samba", mas provavelmente advém do termo africano "semba" que significa "umbigada"que foi uma dança executada pelos negros escravizados durante seus momentos de folga.&nbsp;</li></ul><div>         - hay varios tipos de samba dependendo do estado modificam-se os ritmos, as letras, o estilo de dançar e até mesmo os instrumentos que acompanham a melodia.&nbsp;</div><ul><li>&nbsp;Samba da Bahia</li><li>Samba Carioca (Rio de Janeiro)&nbsp;</li><li>Samba Paulista (São Paulo)</li></ul><div>       - Alguns grandes sambistas brasileiros.</div><div>Noe lRos, Cartola, João Nogueira, Beth Carvalho, Dona Ivone Lara.&nbsp;</div><div><br><br><br></div><ul><li><strong><em>Frevo</em></strong>&nbsp; é uma das principais danças tradicionais brasileiras e uma das manifestações culturais mais conhecidas na região nordeste do país. Merece destaque no carnaval pernambucano, sobretudo, nas cidades de Olinda e Recife.&nbsp;</li></ul><div>Caracteriza-se por ser uma marchinha acelerada ao som de uma banda que segue o estilo dos blocos de carnaval. Ele incorpora elementos de outras danças, tais como maxixe, polca e, inclusive, a capoeira.</div><div>Os instrumentos musicais mais utilizados são o trombone, o trompete, o saxofone e a tuba.</div><div><br></div><div>Uma das características mais marcantes é a utilização de sombrinhas coloridas, objeto que assume um papel importante na dança.</div><div>São três os tipos de frevo, sendo que o mais tradicional é o frevo de rua.</div><div><br></div><div>Frevo de rua: não é cantado, mas executado ao ritmo dos instrumentos musicais. É o frevo da dança.</div><div>Frevo-canção: esse é o frevo orquestrado, o qual apresenta um ritmo mais lento.</div><div>Frevo de bloco: é cantado, assemelhando-se a uma marchinha de carnaval.</div><div><br></div><ul><li><strong><em>Artistas:&nbsp;</em></strong></li><li><strong>Waldomiro de Deus&nbsp;</strong></li></ul><div>De origem humilde, leva uma vida itinerante pelo sertão baiano e norte de Minas Gerais, até vir para São Paulo em 1959, quando trabalhava como engraxate. Começa a pintar em 1961, utilizando guache e cartolina encontrados na casa de um antiquário, onde trabalha como jardineiro. Pintou temas religiosos ligados ao céu e ao inferno, criando imagens polêmicas, como Nossa Senhora de mini-saia, cinta-ligas e botas e Jesus de bermudas. Por causa disso é raptado por um grupo de jovens armados da organização TFP (Tradição Família e Propriedade), porém convence os rapazes a soltá-lo.&nbsp;</div><ul><li><strong>María Auxiliadora da Silva</strong></li></ul><div>Maria Auxiliadora conquistou reconhecimento nacional e internacional com suas obras que retratam cenas da vida doméstica e rural, religiões afro-brasileiras, danças, festas, carnaval, temáticas populares brasileiras e aspectos da vida urbana e cotidiana em comunidades da cidade de São Paulo, como por exemplo os bairros brasilândia e casa verde.A artista contou que suas primeiras pinturas, em 1968, eram planas, sem textura. Ela começou a brincar com a dimensionalidade, adicionando camadas grossas de tinta ou gesso misturadas com seu próprio cabelo ao pintar figuras e formas.</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 22:07:57 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Deborah Rojas, Catalina Parra <br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/samba/">https://www.todamateria.com.br/samba/</a><br><a href="https://www.todamateria.com.br/capoeira/">https://www.todamateria.com.br/capoeira/</a><br>https://ich.unesco.org/es/RL/frevo-arte-del-espectaculo-del-carnaval-de-recife-00603<br>https://www.salagrumo.com/single-post/2018/07/27/maria-auxiliadora-vida-cotidiana-pintura-e-resist%C3%AAncia<br>https://www.escritoriodearte.com/artista/waldomiro-de-deus<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 22:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes</title>
         <author>danielavargasp1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Daniela Vargas<br>Frank Barcero<br>Igor Abatte</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-11 12:53:58 UTC</pubDate>
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