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      <title>Tópicos Integradores by Igor Santos</title>
      <link>https://padlet.com/igorsantos20/7oxeqrf53eafecr6</link>
      <description>Psicologia e Política Pública
Quais princípios ético-políticos são importantes para essa política?
Que aspecto da história dessa política seria importante conhecer?
Qual o lugar do profissional da psicologia nessa política?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-02 19:09:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinapereira18lc</author>
         <link>https://padlet.com/igorsantos20/7oxeqrf53eafecr6/wish/2466929956</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo da Kaylane <br>Laila<br>Agata Zahara<br>Elis<br><br>1-&nbsp; Quais princípios ético-políticos são importantes para essa política? <strong>Empenhar na eliminaçã de todas as formas de preconceitos, violências e atos ilicitos.</strong><br>2- Que aspecto da história dessa política seria importante conhecer? <strong>É um Programa da Proteção Social de Média Complexidade, que foi implantado pelo Município, em 2009, em cumprimento ao Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – SINASE.</strong><br>3- Qual o lugar do profissional da psicologia nessa política?<br><strong>Escutar, acolher, conduzir e orientar pessoas vulneraveis a risco.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-03 00:52:21 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema prisional</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/igorsantos20/7oxeqrf53eafecr6/wish/2466935639</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo Kliver<br>Beatriz Barata<br>Maria Eduarda Ribeiro Rabelo<br>Maria Eduarda Ferreira silva<br>Adria Cristina Sousa Barbosa<br>Daiane de Souza da Silva<br>1 - Tratamento humananizado, visando reintegrar socialmente os indivíduos.<br>2- A Base histórica e social na realidade da América Latina, principalmente do Brasil.<br>3- Trabalhar a reintegração do indivíduo no âmbito social, além de analisar o contexto social do indivíduo e auxiliar no planejamento de políticas públicas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-03 00:58:59 UTC</pubDate>
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         <title>Segurança pública </title>
         <author>eloinalorena</author>
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         <description><![CDATA[<div>INTEGRANTES<br>Lorena<br>Vanessa<br>Oziene<br>Aline<br>Fernanda<br>Michele<br>Obede<br><br><br><br>&nbsp;1-&nbsp; Os princípios éticos-políticos importantes para as políticas de segurança pública são: defesa do regime democrático, garantia e ampliação de direitos humano, fomento à Participação Popular, enfrentamento às diversas formas de opressão e direito à cidade aos diversos segmentos sociais.<br>&nbsp;<br><br>2- O aspecto importante de conhecer, é o caráter estrutural, tanto racismo quanto da criminalização a pobreza e questões de gênero que ganharam mais expressão nas políticas implementadas no decorrer da história.<br>&nbsp;<br><br>3- O lugar do psicólogo é contribuir com um caminho ético na elaboração das políticas públicas, através da problematização da logica desigual atual, da garantia dos direitos humanos e da construção de possibilidades mais igualitárias e democráticas de reconhecimento dos setores historicamente vítimas de violência.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1953246864/e00ce5ad3fbc7b35658eb4e617594f28/024_Crepop_Referencias_tecnicas_para_atuacao_de_psicologasos_na_Politica_de_Seguranca_Publica.pdf" />
         <pubDate>2023-02-03 01:11:55 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Mental- CAPS PROBLEMÁTICA: Desafio do psicólogo no CAPS  com a alta demanda e formação focada no modelo clínico tradicional.</title>
         <author>victoriakesia5</author>
         <link>https://padlet.com/igorsantos20/7oxeqrf53eafecr6/wish/2470504378</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo:<br>Késia Vitória<br>Joanecia Cruz<br>Gabriel Mavignier<br>Bianca Araújo <br>Arlete Ribeiro <br>Isaac <br><br>Perguntas<br><strong>1. Quais princípios éticos são importantes para essa política?<br>A política do caps é tratar o paciente com humanidade garantindo seus direitos e cidadania sem o excluir da convivência social.<br>2. Que aspecto da história dessa política seria importante conhecer?<br>O aspecto histórico importante de ser tratado remonta às lutas antimanicomias que revolucionou a maneira de tratar o paciente dentro da atenção psicossocial.<br>3. Qual Lugar do profissional da psicologia nessa política?&nbsp;<br>O psicólogo é de extrema importância, uma vez que o profissional de saúde mental tem como critérios de profissão o conhecimento de várias áreas do ser humano, sendo assim, a sua observação qualificada tem como importância o descobrimento das raízes dos males da "ALMA" (pisquê), podendo a partir desse ponto trabalhar com a intervenção do mal em questão.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-06 17:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>PSICOLOGIA NA EDUCAÇÃO </title>
         <author>ilovethata</author>
         <link>https://padlet.com/igorsantos20/7oxeqrf53eafecr6/wish/2485721919</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo:<br>Thaíssa França <br>Myrlla Oliveira <br>Eymme Nayube<br>Barbara Evelin <br>Flávia Machado<br><br>Respostas⤵️<br><br><strong>1• valorização da autonomia, da responsabilidade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.<br><br>2•A educação é a base para a vida. Responsável pela construção e manutenção da sociedade a partir do aprendizado e pesquisa. Estudar como os processos educacionais acontecem, do ensino ao aprendizado, é fundamental. Assim é possível aperfeiçoar os métodos e tornar as estruturas mais eficientes e acessíveis.<br>A psicologia da educação tem esse papel essencial de verificar os conhecimentos proporcionados pela psicologia científica. A partir disso, determina quais são os mais importantes para compreender o comportamento das pessoas no ambiente educacional. Assim, é possível intervir nesse ambiente para gerar melhorias.<br><br>3• identificar e orientar familiares e educadores em como lidar com determinados desafios e comportamentos causados por dificuldades emocionais e/ou sociais no contexto escolar e familiar, caso seja essa a situação.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-17 00:37:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Crianças e adolescentes em situação de violência sexual.</title>
         <author>anakarlasc_17</author>
         <link>https://padlet.com/igorsantos20/7oxeqrf53eafecr6/wish/2514831753</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo:&nbsp;<br>Ana Karla Silva Cota<br>Ana Karoline Barros da Silva&nbsp;<br>Adelice Pardinho de Souza Neta<br>Danila dos Santos de Oliveira<br>Matheus Henrique Moraes dos Santos<br><br>1. Quais princípios ético-político são importantes para essa política?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Proteção e defesa dos direitos humanos de modo geral, com absoluta primazia de todas as crianças e adolescentes.<br><br>2. Que aspecto da história dessa política seria importante conhecer?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; As diretrizes das políticas de atenção à infância e adolescência emanam de um extenso marco legal internacional e nacional, dentre os quais se destacam a Convenção sobre os Direitos de Crianças e Adolescentes (CDC) de 1989, a Constituição Federal (CF) de 1988 (BRASIL, 1988) e o Estatuto da Criança e do Adolescentes (ECA), de 1990.<br>O Brasil foi um dos primeiros países signatários da Convenção Sobre os Direitos da Criança e do Adolescente (ONU, 1989) e fez constar os princípios dessa convenção em sua carta magna — a Constituição Federal do Brasil (BRASIL, 1988); tornando-se uma nação, cuja atitude política demonstrou compromisso público com sua população infanto-juvenil.<br><br>3. Qual o lugar do profissional da psicologia nessa política?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A atuação psicológica na rede de proteção deve ser operacionalizada por um conjunto de procedimentos técnicos especializados, com o objetivo de estruturar ações de atendimento e de proteção a crianças, adolescentes e suas famílias. O atendimento deve ser entendido ainda como conjunto de ações que ocorrem no âmbito da Rede de Proteção nos serviços da saúde, da assistência social, da educação e da segurança pública e dos demais serviços da rede, e deve estar voltado, além da atenção emergencial para a redução de danos sofridos pelos sujeitos, para a mudança de condições subjetivas que geram, mantêm ou facilitam a dinâmica e as ameaças abusivas. As ações devem ter foco no restabelecimento da proteção, atuando no fortalecimento dos fatores de proteção e na minimização dos fatores de risco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-13 17:46:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>VIOLÊNCIA CONTRA MULHER </title>
         <author>raaymachadoo</author>
         <link>https://padlet.com/igorsantos20/7oxeqrf53eafecr6/wish/2518297000</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunos:<br><br>Rayane Machado <br>Izaura Reis <br>Amanda Lourrane <br>Emanoelly Miranda <br>Gabriel Gaios <br><br>Perguntas e respostas: <br><br><strong>1. Quais princípios ético-políticos são importantes para essa política?<br></strong>&nbsp; R: <em>O conceito de enfrentamento, adotado pela Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, diz respeito à implementação de políticas amplas e articuladas, que procurem dar conta complexidade da violência contra as mulheres em todas as suas expressões.</em></div><div><em>O enfrentamento requer a ação conjunta dos diversos setores envolvidos com a questão (saúde, segurança pública, justiça, educação, assistência social, entre outros), no sentido de propor ações que: desconstruam as desigualdades e combatam as discriminações de gênero e a violência contra as mulheres; interfiram nos padrões sexistas/machistas ainda presentes na sociedade brasileira; promovam o empoderamento das mulheres;</em></div><div><em>garantam um atendimento qualificado e humanizado às mulheres em situação de violência. No âmbito preventivo, a Política Nacional buscará implementar ações que desconstruam os mitos e estereótipos de gênero e que modifiquem os padrões sexistas, perpetuadores das desigualdades de poder entre homens e mulheres. O combate à violência contra as mulheres inclui o estabelecimento e cumprimento de normas penais que garantam a punição e a responsabilização dos agressores/autores de violência contra as mulheres.</em></div><div><em>No âmbito do combate, a Política Nacional proporá ações que garantam a implementação da Lei Maria da Penha, em especial nos seus aspectos processuais/penais e no que tange à criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.<br><br></em>2. <strong>Que aspecto da história dessa política seria importante conhecer? </strong><br>&nbsp;R:&nbsp; <em>A cultura patriarcal europeia trazida com os colonos portugueses enraizou-se. Nossa herança patriarcal é fruto da colonização, algo que corrobora, inclusive, com o que já aparecia nas obras de intérpretes do Brasil colônia. Desde os primórdios de nossa história, as mulheres foram deixadas em uma segunda categoria, sempre abaixo dos homens. Nós temos uma cultura extremamente pautada em relações de poder que privilegiam o domínio dos homens. A cultura, por si só, é extremamente violenta contra a mulher, dela é tolhido o direito:<br>de ser quem é, de exercer sua liberdade e de expressar suas vontades, sua sexualidade e sua individualidade.<br></em><br></div><div><strong>3. Qual o lugar do profissional da psicologia nessa política?</strong></div><div>&nbsp; R: <em>O psicólogo amplia seu foco de intervenção, passando do indivíduo para a comunidade, saindo do seu consultório para introduzir-se em diversas instituições e comunidades, atendendo pessoas de várias classes sociais, criando e adaptando suas estratégias de intervenção. O atuante nessa área intervém para além da psicoterapia individual, utilizando-se da terapia comunitária e de campanhas sociais. Neste caso, portanto, não é o sujeito quem procura o psicólogo e sim o contrário. A clínica ampliada visa o alcance de toda comunidade. Trabalhar com a temática da violência contra a mulher é uma maneira diferenciada de atuação do profissional da psicologia, pois se difere do modelo da clínica privada, no qual o trabalho é feito em um consultório, através de psicoterapia individual. No caso da intervenção profissional em casos de violência contra a mulher, o trabalho do psicólogo está vinculado à intervenção da justiça e, portanto, não se limita ao consultório privado, sendo feito em um ambiente diferenciado com intervenções individuais ou grupais de caráter socioeducativos. Como o trabalho é feito em conjunto com a justiça, o psicólogo atuante nessa área acaba realizando um trabalho multidisciplinar.&nbsp;</em></div><div><br></div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-15 19:31:21 UTC</pubDate>
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