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      <title>Povos Baniwa by Manuela Ferreira Lemos</title>
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      <description>Feito por: Manuela, Marco, Oscar e Sofia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-21 10:57:45 UTC</pubDate>
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         <title>Ecologia e Subsistência</title>
         <author>1010972</author>
         <link>https://padlet.com/1010972/7oqavhs20xfr/wish/448530529</link>
         <description><![CDATA[<div>As duas atividades básicas de sustento dos Baniwa são a pesca e a agricultura. Estas atividades são tanto de importância econômica quanto cultural. Eles conhecem diversas técnicas de pesca, como, por exemplo o uso de armadilhas, o uso de redes, iscas, arcos e flechas, facões e lanças, entre outras coisas. As atividades comerciais que produzem incluí artesanato e venda de mandioca. Este povo é muito íntimo das matas, portanto todo homem saberá dizer onde se encontram as melhores terras para procurar frutas, onde caçar e onde poderá ser colocada as roças. Os Baniwa também demonstram um ótimo conhecimento(mais fino e detalhado) das diferenças nas matas de sua área.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-21 11:12:44 UTC</pubDate>
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         <title>Nomes e línguas </title>
         <author>marcogianfrancesco28</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde dos tempos coloniais o nome Baniwa é usado para todos os povos que falam línguas da família Aruak, esse é um nome genérico usados pelos próprios índios. “Walimanai que significa “os outros novos que vão nascer” é uma auto-designação usada para comparar com os antepassados”. </div><div>O povo que vivia antes que se chamava Waferinaipe que pararam tudo para o povo de hoje que é Walimanai. O povo Kuripako tem um parentesco com os Baniwa, falam um dialeto Baniwa, mas não se identificam como um subgrupo Baniwa.  Há outro povo que tem a língua distinta de Aruak, mas tem várias semelhanças com o povo Kuripako. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-21 11:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>Localização e população</title>
         <author>0912591</author>
         <link>https://padlet.com/1010972/7oqavhs20xfr/wish/448530929</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os Baniwa estão distribuídos em 93 povoados, entre comunidades e sítios nos respectivos territórios do estado do Amazonas , Colômbia e Venezuela .Igual a seus vizinhos, os baniwas vivem a margem de rios importantes bacia hidrográfica do Rio Içana tem suas nascentes na Colômbia, mesmo assim, seus históricos mostram que no passado os Baniwa não habitavam regiões próximas a rios.<br>Em 2000, tinham um total de em torno 15 mil pessoas, sendo que desses 15 mil , 4 mil estavam presentes em território brasileiro. Em solo brasileiro, os povoados estão localizados no Baixo e Médio Içana e nos rios Cubate, Cuiari e Aiari. Os Baniwa também estão presentes em comunidades do Alto Rio Negro, nas cidades de São Gabriel, Santa Isabel e Barcelos. </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-21 11:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da notícia</title>
         <author>1010972</author>
         <link>https://padlet.com/1010972/7oqavhs20xfr/wish/451666248</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante nossa pesquisa, percebemos que a imprensa retrata os povos Baniwa de uma maneira muito interessante, que despertam a atenção do leitor, pois ela escreve matérias sobre lutas que estes povos fazem, entre outras coisas, como uma forma de mostrar ao resto da sociedade os indígenas, quem são eles e o que estão fazendo, como, por exemplo, em uma de suas matérias chamada “<em>A força das mulheres Baniwa chega aos supermercados Pão de Açúcar</em>” , os autores contam bastante sobre a pimenta dos Baniwa e dizem:<em> “A entrada da Pimenta Jiquitaia Baniwa no programa Caras do Brasil, busca valorizar a produção sustentável, a culinária regional, os pequenos produtores e o sabor brasileiro, é mais um reconhecimento da excelência do produto”</em>. Na notícia “Arte Baniwa”, os autores também dizem coisas interessantes sobre o produto que este povo produz: <em>“A pimenta Baniwa é uma mistura de pimentas cultivadas organicamente pelas mulheres baniwa nas roças e quintais das comunidades do rio Içana e afluentes” </em>Ou seja, contam coisas interessantes sobre os indígenas para os leitores, e assim poderão alcançar muitas pessoas não-indígenas que irão passar a conhecer mais sobre essas culturas e reconhecer a luta pelos direitos destes povos e assim ajudá-los a conquistá-los. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 20:30:03 UTC</pubDate>
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         <title>Religião</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1010972/7oqavhs20xfr/wish/451714175</link>
         <description><![CDATA[<div>O povo baniwa tem uma religião, que é baseado nos ciclos mitológicos e rituais, que são usados tradicionalmente flautas e trombetas que os não iniciados e as mulheres não podem velos ou terão uma pena de morte, o ritual que era mais usado esses utensílios seria o pudali  (que foi banido dos baniwa na guerra de 1960 e 1950 que só os  donos-de-canto foram os únicos que podiam praticar sua cultura )que ele acontecia nas mesmas temporadas dos rituais iniciados  .Os rituais de iniciação acontecem em tempo de chuva e amadurecimento das frutas,os meninos fazem isso (são convocados) dos 10 aos 13 anos,e os dois tem quase os mesmos procedimentos de rituais de iniciação com algumas diferenças .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 22:22:54 UTC</pubDate>
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         <title>Imagens (Religião)</title>
         <author>152952</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Fonte: Instituto socioambiental - cada aldeia leva sua bandeira na conferência</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-28 10:38:31 UTC</pubDate>
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         <title>Imagens (Localização)</title>
         <author>152952</author>
         <link>https://padlet.com/1010972/7oqavhs20xfr/wish/451890151</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Fonte: Instituto socioambiental - localização do povo</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-28 10:43:40 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem (análise da noticia)</title>
         <author>152952</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Fonte: ISA - Selma da Silva Lopes(gerente da produção) com a Pimenta Jiquitaia Baniwa</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-28 11:12:45 UTC</pubDate>
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         <title>Imagens (ecologia e subsistencia )</title>
         <author>152952</author>
         <link>https://padlet.com/1010972/7oqavhs20xfr/wish/452869030</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: ISA - <em>Lago próximo à Juvitera, no Rio Içana</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-02 11:05:56 UTC</pubDate>
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