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      <title>PRÁTICA DE LABORATÓRIO - QUÍMICA - ELETRÓLISE by Lorenzo Gonçalo Fernandes</title>
      <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0</link>
      <description>Componentes: Ana Luiza Rodrigues Araújo, Giselly Alves Marques, Lorenzo Gonçalo Fernandes, Michelly Santos Saad e Marianne Ribeiro de Souza Bastos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-03 12:50:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-30 23:23:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>mariannesouzabastos15</author>
         <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0/wish/3511210308</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>É uma reação<strong> química não-espontânea</strong> que envolve uma reação de oxirredução, a qual é provocada por uma corrente elétrica.</p></blockquote><p><br/></p><p><strong>COMO ACONTECE A ELETRÓLISE?</strong></p><ul><li><p>Para que a eletrólise ocorra, é necessário um <strong>gerador de corrente contínua</strong>. Ele vai ser responsável por enviar a corrente elétrica que passará por um líquido com íons, chamado de <strong>eletrólito</strong>. </p></li><li><p>No eletrólito ficam imersos dois elétrodos: um é o <strong>cátodo </strong>(polo negativo) e o outro é o<strong> ânodo</strong> (polo positivo). O recipiente no qual fica o eletrólito e os eletrodos mergulhados e onde ocorre o processo de oxirredução chama-se cuba eletrolítica. Nesse sentido, para que ocorra a <strong>eletrólise</strong>, o gerador (pilha ou bateria) é ligado. Assim, os elétrons são transportados pelo seu polo negativo e entram na cuba pelo cátodo. Ali ocorre uma reação de <mark>redução</mark>, em que se recebem os eletrões. Na cuba, os eletrões emergem do ânodo, no qual ocorre a <mark>oxidação</mark> (perda de eletrões) e chegam ao gerador pelo seu polo positivo. Logo, ao somar essas duas semirreações – redução e oxidação – tem-se a<strong> eletrólise</strong>. A energia produzida fica armazenada nas substâncias na forma de energia química.</p></li></ul><p><br/></p><pre><code>Na eletrólise acontece um fenômeno inverso ao da pilha. Na eletrólise, o processo não é espontâneo, como acontece nas pilhas. Ou seja, a eletrólise converte a energia elétrica em energia química, já a pilha gera energia elétrica a partir de energia química.</code></pre><p><br/></p><p><em>A eletrolise poderá ocorrer por </em><strong><em>fusão</em></strong><em> (eletrólise ígnea) ou por </em><strong><em>dissolução</em></strong><em> (eletrólise aquosa), isso porque, é necessário haver liberdade de movimentação dos íons envolvidos no processo.</em></p><p><br/></p><p><strong><em>ELETRÓLISE ÍGNEA</em></strong></p><p><em>É</em><strong> </strong>aquela que se processa a partir de um<strong> eletrólito fundido</strong>, ou seja, pelo processo de <strong>fusão</strong>. Utilizando como exemplo o</p><p>NaCl (Cloreto de Sódio), quando aquecemos a substância a certa temperatura, ele passa do estado sólido para o estado líquido e os íons presentes (Na<sup>+</sup> e Cl<sup>-</sup>) ganham maior liberdade de movimento. Quando a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/corrente-eletrica/">corrente elétrica</a> passa na célula eletrolítica, os <strong>cátions de Na<sup>+</sup></strong> são atraídos pelo polo negativo, chamado de catodo. Já os <strong>ânions de Cl<sup>-</sup></strong>, são atraídos pelo polo positivo, ou o anodo.</p><p>No caso do Na<sup>+</sup> ocorre uma reação de <mark>redução</mark>, enquanto no Cl<sup>-</sup>, ocorre uma reação de <mark>oxidação</mark>.</p><p><br/></p><p><strong><em>ELETRÓLISE AQUOSA</em></strong></p><p>Na eletrólise aquosa, temos um <strong>composto iônico dissolvido em água</strong>,e esse, por dissociação ou ionização, libera seus íons na solução, possibilitando a passagem de corrente elétrica. Além dos íons liberados pelo composto iônico, devemos levar em consideração os íons provenientes da autoionização da água:</p><p><strong> H2O → H+ + OH-</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>Durante a eletrólise aquosa, devemos levar em consideração os<strong> íons derivados da água</strong> e os<strong> íons derivados do composto dissolvido</strong>. </p></li></ul><p>Observando novamente o exemplo da dissociação do cloreto de sódio:</p><p><br/></p><p><strong>NaCl(aq) → Na+(aq) + Cl-(aq)</strong></p><p><br/></p><p>Observa-se que a  solução passa a ter dois cátions (H+ e Na+) e dois ânions (OH- e Cl-). No entanto, apenas um cátion e um ânion sofrerão oxirredução pela descarga elétrica. Para <strong>identificar</strong> qual dos dois será afetado, temos uma fila de prioridade, representada, a seguir, na ordem crescente:</p><p><br/></p><blockquote><p><strong> Cátions: Metais da família 1A,2A e 3A &lt;&nbsp; H+&nbsp; &lt;&nbsp; outros metais</strong></p><p><strong>Ânions: Ânions oxigenados e F-&nbsp; &lt;&nbsp; OH-&nbsp; &lt;&nbsp; ânions não oxigenados</strong></p></blockquote><p><br/></p><p>Portanto, para o exemplo da eletrólise em solução aquosa de cloreto de sódio, temos que os íons H+ e Cl- sofrerão descarga elétrica.</p><p><br/></p><p><strong> ELETRÓLISE QUANTITATIVA</strong></p><p>Relação entre a <strong>quantidade de corrente elétrica</strong> que passa por um sistema e a <strong>quantidade de substância</strong> que é produzida ou consumida nesse processo. É a aplicação das Leis de Faraday da Eletrólise.</p><p><br/></p><p><strong>Primeira Lei de Faraday</strong></p><p>Aponta que "a massa de um elemento, depositada durante o processo de eletrólise, é diretamente proporcional à quantidade de eletricidade que atravessa a célula eletrolítica".</p><p>Formula:  <strong><mark> Q= i . t </mark></strong></p><p>Na equação, Q representa a carga elétrica medida em coulombs (C). A letra i representa a corrente elétrica, cuja unidade de medida o ampère (A). E, por fim, a letra t está representando o intervalo de tempo da passagem da corrente elétrica em segundos (s).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 16:51:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariannesouzabastos15</author>
         <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0/wish/3511210787</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>CASTILHO, Rubens. Eletrólise: o que é, os tipos (ígnea e aquosa) e suas aplicações. <strong>Toda Matéria</strong>, <em>[s.d.]</em>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/eletrolise/">https://www.todamateria.com.br/eletrolise/</a>. Acesso em: 5 jul. 2025</p></li><li><p><strong>Goldenergy</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://goldenergy.pt/glossario/electrolise/">https://goldenergy.pt/glossario/electrolise/</a>&gt;. Acesso em: 5 jul. 2025.</p></li><li><p>FERREIRA, Victor Ricardo. "Eletrólise aquosa"; Brasil Escola. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/quimica/eletrolise-solucao-aquosa.htm">https://brasilescola.uol.com.br/quimica/eletrolise-solucao-aquosa.htm</a>. Acesso em 05 de julho de 2025.</p></li><li><p>SOUZA, Líria Alves de. "Aplicação da Eletrólise"; Brasil Escola. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/quimica/aplicacao-eletrolise.htm">https://brasilescola.uol.com.br/quimica/aplicacao-eletrolise.htm</a>. Acesso em 06 de julho de 2025.</p><p>‌</p><p>‌</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 16:52:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lorenzogoncalo16</author>
         <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0/wish/3511501894</link>
         <description><![CDATA[<p>Obtivemos aulas teóricas anteriores a prática, para melhor conhecimento do conteúdo, e aproximação aos tipos de eletrólise.</p><p><br></p><p>A<strong><em> eletrólise </em></strong>é um processo químico não espontâneo que ocorre quando uma corrente elétrica passa por uma solução iônica ou um composto iônico fundido, causando reações de oxirredução. Essencialmente, a eletrólise utiliza energia elétrica para forçar uma reação química que não aconteceria naturalmente.</p><p><br></p><p>O <strong><em>sulfato de cobre </em></strong>(II) é um fungicida (mata fungos) muito usado na agricultura e jardinagem. É um dos principais componentes da Calda Bordalesa, empregada principalmente na cultura de frutos (uva, figo, goiaba, tomate, etc) contra uma doença fúngica chamada ferrugem.</p><p><br></p><p>O<em> </em><strong><em>cloreto de sódio</em></strong> (sal de cozinha) é um composto iônico de fórmula molecular NaCl, a sua composição é dada por um átomo de cloro (Cl) e um átomo de sódio (Na), na proporção de 1 para 1. É aplicado na culinária, para temperar.</p><p><br></p><p>O<strong><em> hidróxido de sódio</em></strong> (NaOH) é um composto químico que consiste em um íon sódio (Na+) e um íon hidroxila (OH-). É uma base forte, altamente solúvel em água e corrosiva, capaz de causar queimaduras graves na pele e danos aos olhos.&nbsp;</p><p><br></p><p>&nbsp;O <strong>Cobre</strong>, de símbolo (Cu) e número atômico 29, é o primeiro metal do grupo 11 da Tabela Periódica. Tem coloração avermelhada, e é sólido em temperatura ambiente. É também um metal dúctil e maleável. Quando adicionado a uma solução de Nitrato de prata, ocorre uma oxidação que resulta na formação de cristais de prata. A solução inicialmente incolor fica azul.&nbsp;</p><p><br></p><p>A <strong><em>grafite</em></strong> é uma modificação natural do carbono (fórmula química: <strong>C</strong>). Seus átomos se organizam no padrão hexagonal típico do carbono, formando uma estrutura hexagonal em camadas. A grafite adquire sua cor cinza típica a partir de seus cristais opacos, que variam do cinza ao preto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 12:46:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0/wish/3511643531</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a atividade prática envolvendo eletrólise, foram realizados experimentos com três soluções distintas: sulfato de cobre (CuSO₄), cloreto de sódio (NaCl) e hidróxido de sódio (NaOH). O objetivo foi analisar as transformações químicas que ocorrem nos eletrodos, identificando os produtos gerados em cada situação. Além disso, utilizou-se papel tornassol como indicador de pH, permitindo observar alterações no meio durante as reações.</p><p><br></p><p>No ensaio com sulfato de cobre, foi empregado um eletrodo de cobre e uma colher metálica, sem contato direto entre eles. Inicialmente, foram observadas bolhas nos eletrodos, sinalizando que a polaridade estava invertida. Após corrigir essa configuração, notou-se a formação de uma camada de cobre metálico sobre a colher, com tonalidade rosada. Esse fenômeno demonstra que os íons Cu²⁺ sofreram redução no polo negativo (cátodo), depositando-se na superfície metálica. Trata-se de um exemplo de revestimento eletrolítico (galvanoplastia). A aparência escurecida da colher pode ser atribuída à intensidade excessiva da corrente elétrica, que comprometeu a integridade do material.</p><p><br></p><p>Na sequência, foi realizada a eletrólise da solução de cloreto de sódio, utilizando eletrodos de grafite. Durante o processo, observou-se liberação de bolhas nos dois polos e um odor característico de cloro, semelhante ao encontrado em piscinas. Além disso, uma coloração amarelada surgiu próxima aos condutores. Esses indícios sugerem a liberação de gás cloro (Cl₂) no polo positivo (ânodo), resultante da oxidação dos íons Cl⁻, e gás hidrogênio (H₂) no cátodo, oriundo da redução da água. Esse comportamento é coerente com a ordem de descarga dos íons, onde os ânions simples, como o cloreto, tendem a reagir preferencialmente.</p><p><br></p><p>No experimento seguinte, com hidróxido de sódio, também foram usados eletrodos de grafite. Novamente foi registrada a formação de bolhas gasosas, indicando reações de oxidação e redução. Nesse caso, a água foi reduzida no cátodo, liberando hidrogênio, enquanto no ânodo os íons OH⁻ foram oxidados, gerando oxigênio. Essa reação é típica em soluções alcalinas e corresponde à eletrólise da água com auxílio de um eletrólito condutor.</p><p><br></p><p>Por fim, a utilização do papel tornassol permitiu visualizar mudanças no pH das regiões próximas aos eletrodos. O papel vermelho mudou para azul, evidenciando a presença de meio básico, enquanto o azul tornou-se vermelho, indicando acidez. Isso confirma a formação de íons H⁺ e OH⁻ durante a eletrólise, alterando o caráter químico da solução ao redor dos polos.</p><p><br></p><p>Essa atividade prática proporcionou uma visão clara dos mecanismos da eletrólise, incluindo as reações de transferência de elétrons, a liberação seletiva de substâncias nos eletrodos e as modificações no pH da solução. Os experimentos também ilustraram aplicações tecnológicas, como o revestimento metálico e a produção de gases industriais, contribuindo para a compreensão dos conceitos dis</p><p>cutidos em sala.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 20:44:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>analuizaaraujocantao</author>
         <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0/wish/3511651628</link>
         <description><![CDATA[<p>Os seguintes materiais disponíveis no laboratório de química do Instituto Federal do Espirito Santo, foram utilizados neste experimento: </p><p><br/></p><ul><li><p>Béquer </p></li><li><p>Papel Tornassol (indicador de pH)</p></li><li><p>Colher </p></li><li><p>Grafite </p></li><li><p>Fio de Cobre</p></li><li><p>Carregador (com fonte)</p></li></ul><p><br/></p><p>No laboratório de química do Instituto Federal Ifes Campus Montanha, foram disponibilizados as seguintes substâncias:</p><p><br/></p><ul><li><p>Cloreto de sódio (NaCl)</p></li><li><p>Hidróxido de sódio (NaOH)</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:20:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lorenzogoncalo16</author>
         <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0/wish/3511683130</link>
         <description><![CDATA[<p>A realização dos experimentos de eletrólise com diferentes soluções proporcionou uma compreensão concreta dos processos de oxirredução induzidos por corrente elétrica. Cada procedimento evidenciou fenômenos específicos que reforçaram conceitos teóricos importantes.</p><p><br></p><p>Na eletrólise do sulfato de cobre, observou-se a deposição de cobre metálico sobre uma colher, demonstrando um processo de galvanoplastia, em que os íons Cu²⁺ foram reduzidos no cátodo. Esse resultado ilustrou a aplicação da eletrólise na indústria, além de permitir a análise do efeito da intensidade da corrente sobre a qualidade do revestimento no metal utilizado, que foi uma colher.</p><p><br></p><p>No experimento com cloreto de sódio, a liberação de gás cloro e o cheiro característico confirmaram a oxidação dos íons Cl⁻ no ânodo, enquanto no cátodo houve liberação de hidrogênio, reforçando a importância da ordem de descarga dos íons. A coloração amarelada evidenciou a presença de cloro dissolvido.</p><p><br></p><p>Já na eletrólise do hidróxido de sódio, verificou-se a decomposição da água com liberação de hidrogênio e oxigênio, típica de soluções alcalinas. Esse experimento mostrou como a eletrólise pode ser usada na produção de gases industriais, como o hidrogênio, de maneira controlada.</p><p><br></p><p>Por fim, o uso do papel tornassol permitiu observar visualmente as alterações de pH nos polos da cuba eletrolítica, confirmando a formação de meio ácido no ânodo e básico no cátodo, resultado direto da dissociação da água e da atuação dos íons H⁺ e OH⁻.</p><p><br></p><p>De forma geral, a atividade prática foi essencial para consolidar os conhecimentos sobre eletrólise estudados em sala, nos permitindo visualizar as reações envolvidas, e também compreender suas aplicações, efeitos e implicações químicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 23:24:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>gisellya803</author>
         <link>https://padlet.com/lorenzogoncalo16/7o1rwb99mszhatp0/wish/3511792081</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeiro experimento </p><p><br></p><p>- Utilizamos um carregador adaptado como fonte de corrente contínua.</p><p><br></p><p>O cabo foi desencapado, formando dois terminais: um conectado ao polo positivo (ânodo) e outro ao polo negativo (cátodo).</p><p><br></p><p>Eletrólise com Sulfato de Cobre (CuSO₄):</p><p><br></p><p>Preparou-se uma solução de CuSO₄.</p><p><br></p><p>Utilizamos um fio de cobre conectado ao polo positivo (ânodo).</p><p><br></p><p>E uma colher metálica conectada ao polo negativo (cátodo).</p><p><br></p><p>Ambos os eletrodos foram imersos na solução, sem contato direto entre si.</p><p><br></p><p>Inicialmente, foi possível observar uma formação de bolhas, indicando polaridade invertida.</p><p><br></p><p>Após a correção da polaridade, verificou-se a deposição de cobre metálico (coloração rosada) sobre a colher, caracterizando um processo de galvanoplastia. Para "limpar" a colher deve ser feita uma inversão dos polos após a deposição do cobre.</p><p><br></p><p><br></p><p>- No segundo experimento fizemos uma eletrólise com Cloreto de Sódio (NaCl):</p><p><br></p><p>Foi preparada uma solução de NaCl.</p><p><br></p><p>E utilizado eletrodos de grafite conectados aos polos da fonte.</p><p><br></p><p>Durante a eletrólise foi possível observar:</p><p><br></p><p>Liberação de bolhas em ambos os eletrodos.</p><p><br></p><p>Odor presente de cloro e coloração amarelada na solução. </p><p><br></p><p>- Em outra parte fizemos uma eletrólise com Hidróxido de Sódio (NaOH):</p><p><br></p><p>Foi preparada uma solução de NaOH</p><p><br></p><p>E utilizado eletrodos de grafite, conectados aos polos da fonte de corrente.</p><p><br></p><p>Durante a eletrólise, foi possível observar:</p><p><br></p><p>Formação de bolhas gasosas em ambos os eletrodos.</p><p><br></p><p>No cátodo (polo negativo): ocorreu a redução da água, resultando na liberação de gás hidrogênio (H₂).</p><p><br></p><p>No ânodo (polo positivo): houve a oxidação dos íons OH⁻, com formação de gás oxigênio (O₂).</p><p><br></p><p>- Teste de ph utilizando papel Tornassol:</p><p><br></p><p>Durante os experimentos de eletrólise, mergulhamos papel tornassol azul em vermelho em duas soluções diferentes.</p><p><br></p><p>Observações:</p><p><br></p><p>Próximo ao cátodo (polo negativo): o papel vermelho mudou para azul, indicando um meio básico.</p><p><br></p><p>Próximo ao ânodo (polo positivo): o papel azul mudou para vermelho, revelando um meio ácido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 01:07:01 UTC</pubDate>
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