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      <title>HAITI by RUTH NUNES VARGES</title>
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      <description>criado por: Clara Villalba, Ruth Varges e Yasmin Gonçalves </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-27 12:40:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ruthnvarges</author>
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         <description><![CDATA[<p>A cultura haitiana é uma mistura principalmente de elementos franceses, africanos e taínos, com influência dos espanhois do período colonial. Os costumes do país são essencialmente uma mistura de crenças culturais que derivam dos vários grupos étnicos que habitaram a ilha de Hispaniola ao longo do tempo. No entanto, em quase todos os aspectos da sociedade haitiana moderna os elementos africanos e europeus predominam</p><p>&nbsp;</p><p>Atualmente, embora o Haiti seja majoritariamente negro, as disparidades baseadas em tonalidade de pele ainda são evidentes. O acesso a recursos, educação e posições de liderança muitas vezes favorece aqueles com pele mais clara, refletindo uma continuidade das estruturas sociais herdadas do período colonial.</p><p><br></p><p>FONTES: &nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ambassadehaitibresil.org/embaixada-do-haiti-cultura/#:~:text=Cultura%20do%20Haiti,dos%20espanhois%20do%20per%C3%ADodo%20colonial">https://ambassadehaitibresil.org/embaixada-do-haiti-cultura/#:~:text=Cultura%20do%20Haiti,dos%20espanhois%20do%20per%C3%ADodo%20colonial</a>.</p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://haitiantimes.com/pt/2021/03/02/colorism-among-haitians-an-overdue-conversation-comes-into-the-light/">https://haitiantimes.com/pt/2021/03/02/colorism-among-haitians-an-overdue-conversation-comes-into-the-light/</a></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 13:12:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ruthnvarges</author>
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         <description><![CDATA[<p>No Haiti, o tema da sexualidade ainda é visto com muito preconceito. Em 2017, o parlamento discutiu uma lei para proibir e até prender quem tentasse se casar com alguém do mesmo sexo, mesmo esse tipo de casamento nunca tendo sido legal no país.</p><p>&nbsp;</p><p>Pessoas LGBTQIA+ enfrentam muita violência e não têm leis que as protejam. Muitas vezes, são agredidas ou discriminadas e ninguém é punido por isso.</p><p>&nbsp;</p><p>Mulheres e meninas também sofrem com abusos e falta de apoio, principalmente em tempos de crise, como terremotos ou conflitos com gangues.</p><p>&nbsp;</p><p>A falta de respeito e de direitos mostra que ainda há muito a melhorar quando se fala em sexualidade no Haiti.</p><p><br/></p><p>FONTES: &nbsp;</p><p>[<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/07/19/parlamento-do-haiti-debate-lei-para-proibir-e-criminalizar-casamento-gay.htm](https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/07/19/parlamento-do-haiti-debate-lei-para-proibir-e-criminalizar-casamento-gay.htm)">https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/07/19/parlamento-do-haiti-debate-lei-para-proibir-e-criminalizar-casamento-gay.htm](https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/07/19/parlamento-do-haiti-debate-lei-para-proibir-e-criminalizar-casamento-gay.htm)</a></p><p>&nbsp;</p><p>[<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.hrw.org/world-report/2023/country-chapters/haiti](https://www.hrw.org/world-report/2023/country-chapters/haiti)">https://www.hrw.org/world-report/2023/country-chapters/haiti](https://www.hrw.org/world-report/2023/country-chapters/haiti)</a></p><p>&nbsp;</p><p>[<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.hrw.org/world-report/2021/country-chapters/haiti](https://www.hrw.org/world-report/2021/country-chapters/haiti)">https://www.hrw.org/world-report/2021/country-chapters/haiti](https://www.hrw.org/world-report/2021/country-chapters/haiti)</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 13:21:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ruthnvarges</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Haiti tornou-se país independente a partir de uma importante revolução de escravizados, depois da revolução, os intelectuais haitianos além de lutar para defender o país, procuraram também construir uma identidade positiva da raça negra. Os intelectuais desse movimento apostaram em valorizar a cultura haitiana de matriz africana, construir uma identidade haitiana capaz de englobar diferenças e/ou diversidades existentes na sociedade haitiana. Todavia, surge no país um fenômeno de natureza oposta, que é o “branqueamento” ou a despigmentação de cor da pele. Após essa revolução no Haiti, depois de anos dessa luta, houve o ''preconceito'' com pessoas de pele branca, pois o tom de pele delas remetem a esse conflito histórico do país. Mesmo que o país conseguiu a sua independência e cerca de mais de 90% da população é negra, os bancos no Haiti tem seus privilégios. Muitas vezes vêm de fora como diplomatas, missionários, empreendedores ou membros de ONGs. Geralmente têm acesso a melhor moradia, segurança e serviços e são tratados com diferença por parte da população local, associando a riqueza, educação e poder. </p><p><br/></p><p>FONTES: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.unifesp.br/items/3997c2fa-81ca-47aa-80ae-c1c863e68a2c">Identidade Étnico-Racial No Haiti: Estudo Sobre O Fenômeno Contemporâneo De Despigmentação "Voluntária" Da Cor De Pele À Luz Do Indigenisme Haïtien</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdopaulopereira.com.br/coluna/vozes-negras/160-haiti-a-revolucao-da-consciencia-negra.html.html">Haiti, a revolução da consciência negra - Vozes Negras</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:09:33 UTC</pubDate>
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