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      <title>Filosofia e Sociedade Moderna by Érika Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi</link>
      <description>O que estudamos durante o semestre</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-09 15:26:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-10 20:55:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aprendizagem social: autoeficácia</title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252704081</link>
         <description><![CDATA[<p>Os quatro mecanismos para o desenvolvimento da autoeficácia:</p><p><br></p><p>1- Modelação social Nesse mecanismo, o indivíduo observa exemplos externos e busca imitá-los. Por isso, quando pessoas em volta do indivíduo têm comportamentos bem sucedidos para lidar com as exigências do meio, o observador amplia seu repertório de habilidades. Exemplo: os filhos que observam e copiam os comportamentos dos pais no dia a dia.</p><p><br></p><p>2- Persuasão social Nesse mecanismo, o indivíduo atua de forma a obter o melhor possível diante de uma situação. Por isso, ele engaja mais em contextos que sabe que o favorece e se afasta daqueles que sabe que o desfavorece. Além disso, não engaja com pensamentos e ações que alimentam as dúvidas sobre suas próprias capacidades. Assim, o indivíduo tem consciência das capacidades e das limitações. Exemplo: escolher se locomover por bicicleta, e não com carro, por ter mais aptidão com o primeiro meio de transporte do que com o último.</p><p><br></p><p>3- Estados emocionais Nesse mecanismo, o indivíduo busca compreender seus próprios estados emocionais, sentindo-os e nomeandoos, antes de tomar qualquer decisão. Com isso, o indivíduo avalia a melhor postura diante de um estado emocional que interfere na sua saúde física e mental. Exemplo: em uma discussão, pedir para pausar a conversa e continuar mais tarde quando se sentir mais calmo, pois está estressado no momento e poderá falar coisas das quais se arrependerá.</p><p><br></p><p>4- Experiência e maestria Nesse mecanismo, o indivíduo avalia a situação que tem à sua frente para decidir qual seria a melhor e mais efetiva estratégia dentro de determinado contexto. Tal capacidade se apoia em sua experiência diante das situações vividas. Exemplo: na escolha do que estudar para uma prova que contemplará muitos assuntos diferentes e com pouco tempo disponível, priorizar alguns temas a depender da dificuldade prévia e da possibilidade de tal tema ser abordado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 15:32:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mecanismos que explicam a ação desengajadora</title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252711870</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudioso Albert Bandura definiu o desengajamento moral como o mecanismo que explica ações que causam sofrimento a outros sem que o executor se responsabilize pela ação, além de compor justificativas do agressor para ações danosas que causa ao meio em que está. Pode ocorrer em diversas escalas: individual, social, institucional etc. Albert Bandura listou oito mecanismos que explicam as ações desengajadoras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 15:37:33 UTC</pubDate>
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         <title>Os oito mecanismos que explicam a ação desengajadora 
</title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252716389</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Deslocamento de responsabilidade Nesse mecanismo, o agressor transfere a responsabilidade de sua ação a outro ponto focal que não ele próprio. Assim, atribui a outras pessoas ou ao meio, ou qualquer outro fator externo a causa de sua ação. Exemplo: “Uma criança que cresce em um ambiente violento será, inevitavelmente, um adulto violento”.</p><p>2. Difusão de responsabilidade Nesse mecanismo, o agressor difunde a responsabilidade de seu ato. Assim, uma ação que seria de sua responsabilidade, passa a aparentar ser menos grave pois se pulveriza em um escopo maior. Trata-se, portanto, da atribuição da ação ao escopo geral como justificativa para realizá-la. Exemplo: “Uso o celular durante a aula, pois todos usam também”</p><p>3. Justificativa moral Nesse mecanismo, o agressor constrói uma justificativa lógica e racionalmente organizada para explicar o seu ato. Assim, sua atitude se torna apenas uma reação diante de um fator externo e minimiza a responsabilidade do agressor. Exemplo: “Bati nele, pois ele manchou a honra da minha família”.</p><p>4. Comparação vantajosa Nesse mecanismo, o agressor compara sua atitude efetivamente realizada com uma suposta atitude que não foi realizada, mas que teria sido pior. Assim, cria uma hierarquia de efeitos negativos e minimiza os efeitos de sua ação, que de fato ocorreu. Exemplo: “Melhor xingá-lo do que recorrer à violência física”.</p><p>5. Linguagem eufemística Nesse mecanismo, o agressor usar termos, expressões ou palavras que diminuem a realidade da ação. Em vez de apresentar de fato no que consiste sua ação e seus efeitos, o agressor minimiza sua agressão por meio da linguagem. Exemplo: “Dou uns tapinhas nele, mas é apenas de brincadeira”.</p><p>6. Desumanização Nesse mecanismo, o agressor se concentra na vítima de seu ato, retirando suas qualidades humanas. Considerando que os indivíduos tendem a desenvolverem empatia pelo seu similar, isso diminui a culpa do agressor pois sua vítima passa a ser apresentada como indigna de ações não agressivas. Exemplo “Pessoas acusadas de crimes não deveriam ter direitos, pois com certeza devem ser as culpadas”.</p><p>7. Atribuição de culpa Nesse mecanismo, o agressor desloca a causa de sua ação: de si para a vítima. Ele atribui a ela a causa da ação, como se ela própria fosse a culpada ou fosse merecedora da violência que sofreu. Exemplo “Uma pessoa sem cuidado com seus pertences merece ser roubada”.</p><p>8. Minimização, ignorância ou distorção das consequências Nesse mecanismo, o agressor se volta às consequências de sua ação. Em vez de reconhecê-las, o agressor modifica, minimiza, ignora ou as distorce. Com isso, sua ação passa a ser interpretada como menos grave. Exemplo “As crianças que sofrem bullying gostam disso porque sentem que estão recebendo atenção”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 15:40:08 UTC</pubDate>
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         <title>Deliberação e decisão</title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252751524</link>
         <description><![CDATA[<p>Há três tipos de deliberação: </p><p>✓ razões técnicas; </p><p> razões prudenciais; </p><p>✓ razões morais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 16:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Três tipos de deliberação</title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252753983</link>
         <description><![CDATA[<p>Razão técnica • Refere-se à maneira mais eficiente de realizar a atividade de acordo com seu fim. • O termo “técnico” está associado ao modo de realizar, o meio de fazer algo para se chegar em um objetivo previamente estipulado. • Em geral, é moralmente neutro: o certo e o errado são medidos pela eficiência ou ineficiência, e não pelos efeitos morais que essa razão pode possuir. Exemplo: Para ganhar uma partida de futebol, recorre-se ao treinamento das habilidades pertinentes a esse esporte</p><p><br></p><p>Razão prudencial • São atos realizados visando as consequências futuras do agente. • Tendo em vista o longo prazo, o futuro mais distante. • Coloca em segundo plano aquilo que é mais imediato, momentâneo e a curto prazo. • O agente precisa desenvolver a capacidade de se projetar para o futuro, e não olhar apenas para o presente. • Não leva em conta apenas o interesse do agente, mas daquilo que está à sua volta também. Exemplo: Para conseguir passar no vestibular, uma jovem abre mão de saídas no fim de semana para estudar.</p><p><br></p><p>Razão moral • São atos que envolvem os valores morais da sociedade em que se está. • São históricos: variam de acordo com o contexto. • Associa-se ao bem-estar geral e/ou do outro em perspectiva a ganhos individuais e imediatos. • Podem contrariar as razões técnicas e prudenciais, priorizando os valores morais. Exemplo: Ajudar um amigo com um problema pessoal grave, mesmo que isso signifique abrir mão de estudar para o vestibular em determinado dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 16:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Empatia e direitos humanos</title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252863381</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos princípios fundamentais da alteridade é que o homem na sua vertente social tem uma relação de interação e dependência com o outro. Por esse motivo, o “eu” na sua forma individual só pode existir através de um contato com o “outro”.</p><p>Quando é possível verificar a <strong>alteridade</strong>, uma cultura não tem como objetivo a extinção de uma outra. Isto porque a alteridade implica que um indivíduo seja capaz de se colocar no lugar do outro, em uma relação baseada no diálogo e valorização das diferenças existentes. Por essa definição alteridade teria o mesmo significado de empatia?</p><p>Para o sociólogo francês <strong>Claude Dubar</strong>,<strong> </strong>a identidade de alguém é aquilo que ele tem de mais particular. O indivíduo a constrói pelos processos de socialização (primária e secundária), inicialmente pela família e, posteriormente, por grupos sociais (na escola, nos clubes, no trabalho etc.). De maneira que, as identidades podem ser observadas em duas temporalidades, a <strong>identidade para si</strong> e a <strong>identidade para os outros.</strong></p><p>A&nbsp;<strong>alteridade&nbsp;</strong>expressa e determina a qualidade, estado ou características do outro, ou seja,&nbsp;<strong>aquilo que é diferente daquilo que vivemos</strong>. A relação entre o&nbsp;<strong>eu e o outro</strong>&nbsp;é definida então pelo conceito de alteridade. No conceito antropológico o eu só pode ser entendido a partir da interação com o outro (socialização). Por isso, o processo de diferenciação estabelecido entre o eu e o outro é importante para a definição do entendimento do que eu sou, do que o outro é e portanto, do que não sou. Com isso, a partir do entendimento dessas noções é que se firmam as diferenças entre o eu e o outro.</p><p><strong>Como exercer a alteridade?</strong></p><p>Imagine que imigrantes e refugiados comecem a entrar em seu país, passando a habitar a sua cidade. Exercer a alteridade, nesse caso, é reconhecer que aquelas pessoas sofreram e que elas saíram de suas terras natais porque foram obrigadas ou porque queriam levar uma vida digna. Exercer a alteridade, nesse caso, é acolher e oferecer o apoio possível a elas.</p><p>(Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kardiasociologia.org/2023/02/09/alteridade-e-empatia/">https://kardiasociologia.org/2023/02/09/alteridade-e-empatia/</a>- Acesso em 13/11/2024)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 17:27:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252867328</link>
         <description><![CDATA[<p>Quem foi Epicuro? • Epicuro foi um filósofo grego que viveu entre 341 a. C. e 270 ou 271 a. C. • Ele vivia isolado das grandes cidades gregas, em um local que ficou conhecido como Jardim de Epicuro. • No Jardim de Epicuro, além do próprio filósofo, viviam seus amigos. • Seu estilo de vida no Jardim reflete sua Filosofia.</p><p><br/></p><p>Hedonismo é a doutrina filosófica que orienta o ser humano a buscar a sua felicidade na realização dos prazeres. • Para Epicuro, o ser humano busca a felicidade, além da realização de prazeres, pelo afastamento da dor. • Epicuro afirmava que existem dois tipos de prazeres: o estático e o de movimento.</p><p><br/></p><p>Prazer estático: Esse tipo de prazer leva à plenitude, à constância, à calma. É mais duradouro e vai além da superfície, pois busca profundidade no objeto que proporciona prazer. Não cede aos extremos, é equilibrado e ponderado. Exemplos: buscar conhecimentos de diversas naturezas; cultivar amizades sinceras e criar vínculos profundos com as pessoas.</p><p><br/></p><p>Prazer de movimento: Esse tipo de prazer é imediato e atingido rapidamente. Seu efeito é de curto prazo. É oscilante, fugaz, superficial e pode levar à dor. Pode estar associado aos extremos, ao descontrole, ao vício. É capaz de trazer algum tipo de felicidade, mas ela é momentânea.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 17:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Michel Foucault</title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3252878541</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é parrésia? Parrésia é um conceito da filosofia da Grécia antiga e significa dizer a verdade, falar francamente. Não se trata apenas de dizer uma verdade que é fato consolidado, mas, sim, de dizer a verdade em um contexto em que esse ato representa uma ameaça a quem profere essa verdade. Por exemplo: dizer, hoje em dia, que a Terra gira em torno do Sol é uma verdade, é um fato. Mas esse ato não é mais uma parrésia, pois essa informação já está consolidada. Por outro lado, quando Galileu proferiu essa mesma informação no período em que predominava o geocentrismo, tratou-se de uma parrésia, uma vez que ele se colocou em risco por dizer essa verdade.</p><p><br/></p><p>"A parrésia é uma certa maneira de falar. Mais precisamente, é uma maneira de dizer a verdade. Em terceiro lugar, é uma maneira de dizer a verdade tal que abrimos para nós mesmos um risco pelo próprio fato de dizer a verdade. Em quarto lugar, a parrésia é uma maneira de abrir esse risco vinculado ao dizer-a-verdade constituindo-nos de certo modo como parceiros de nós mesmos quando falamos, vinculando-nos ao enunciado da verdade e vinculando-nos à enunciação da verdade." (FOUCAULT, 2010, p. 63, 64)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 17:39:18 UTC</pubDate>
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         <title>Links com as entrevistas </title>
         <author>erikasr1992</author>
         <link>https://padlet.com/erikasr1992/7mdhm5scoojb5qi/wish/3254660393</link>
         <description><![CDATA[<p>Vice Diretora Silvani: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=-nezAlvmOtU">https://www.youtube.com/watch?v=-nezAlvmOtU</a></p><p>Sacomani e Talyta: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=nc-4lsAgc44">https://www.youtube.com/watch?v=nc-4lsAgc44</a></p><p>Professora Érika: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=swORzO4O0Xo">https://www.youtube.com/watch?v=swORzO4O0Xo</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=QQrqJ188AvQ">https://www.youtube.com/watch?v=QQrqJ188AvQ</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=kXBxknt1Jso">https://www.youtube.com/watch?v=kXBxknt1Jso</a></p><p>Professora Alexandra: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=2bDGQGjoh7s">https://www.youtube.com/watch?v=2bDGQGjoh7s</a></p><p>Professor Elis: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=wo_vhLyunp0">https://www.youtube.com/watch?v=wo_vhLyunp0</a></p><p>Inspetora Evaida: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=_n-Y1Tqv0IM">https://www.youtube.com/watch?v=_n-Y1Tqv0IM</a></p><p>Professora Valcris: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=40eUGDQzNGY">https://www.youtube.com/watch?v=40eUGDQzNGY</a></p><p>Professora Vidal:</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-10 20:13:29 UTC</pubDate>
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