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      <title>CARANDIRU by fernanda santos da silva</title>
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      <description>Análise do filme </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-30 16:52:07 UTC</pubDate>
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         <title>RESUMO:</title>
         <author>fernandasdsilva2005</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história do filme se passa na notória Casa de Detenção de São Paulo conhecida popularmente como Carandiru, uma antiga e gigantesca prisão localizada na Zona Norte da cidade de São Paulo, que foi o maior e mais violento presídio da América Latina.<br>Carandiru conta as histórias de diferentes detentos do local através da visão do doutor Drauzio Varella, que vai à prisão para tratar os presos medicamente em prevenção contra a AIDS. Semelhante a muitos filmes policiais brasileiros, o Dr. Varella narra Carandiru, no entanto, não é a história dele que é contada; Varella atua como um mero ouvinte das histórias dos detentos, priorizadas pelo enredo do filme.<br>São mostradas as condições desumanas da prisão, como as celas minúsculas várias vezes ocupadas por mais de dez prisioneiros, bem como a falta de controle que os carcereiros têm. A ordem na prisão é inteiramente controlada pelos próprios presos, o que os leva a enfrentar problemas como assassinatos, uso excessivo de drogas e doenças dentro da prisão.<br>Várias histórias são retratadas, variando de toxicodependência até assassinatos, lutas familiares e romance. Algumas das histórias mais focadas ​​no filme são de Lady Di (um travesti) e seu "casamento" com um homem chamado Sem Chance, a dinâmica da família de Deusdete e Zico, os vícios de crack de Ezequiel e Zico e os "casos" de um detento apelidado de Majestade.<br>Os prisioneiros são humanizados para o espectador ao contarem suas histórias, o que torna a revolta e o massacre do Carandiru ainda mais dolorosos para o público assistir. Assim, quando o filme termina com as cenas reais da demolição da penitenciária ocorrida em 2002, Babenco emprega catarse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 16:54:14 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS  BIBLIOGRÁFICAS </title>
         <author>fernandasdsilva2005</author>
         <link>https://padlet.com/betterincomesystems/7k673vd8ls4zs9la/wish/2540738928</link>
         <description><![CDATA[<div>Data de lançamento: 11 de abril de 2003 (<a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Brasil&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3sCzJs6xQ4gAxDU3TirSMspOt9NMyc3LBhFVJRmpiSVFmcmKOQlFqemZ-nkJieWJRKpCTk5pYnKqQkliSuoiVzakosTgzZwcr4y52Jg4GAPe1J6NcAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAHoECBwQAg">Brasil</a>)</div><div>Diretor: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Hector+Babenco&amp;si=AMnBZoEofOODruSEFWFjdccePwMH96ZlZt3bOiKSR9t4pqlu2PqWqx9DD02uDyibiGzNx8RCTYZoN4TeLkEsskTbHDJMFOVKlAOtxoLybVvvUFk7UbDKLqYSQwZgAssMP_iwdxuWTb3E4dWXxWEcdHKZGs6XgYqE69n_vNzMX7zA5XpNY7ojCSPgRAmx4EB2PM3kJPs8tJLS&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAHoECBcQAg">Héctor Babenco</a></div><div>Autor: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Drauzio+Varella&amp;si=AMnBZoEofOODruSEFWFjdccePwMH96ZlZt3bOiKSR9t4pqlu2IngjAjIRVT54mkhIFpI2ooEAD-2oU_Ich0RZiZfqHH4Ea901AOTZx8JFuew9OCLZF6rnlrDd7EuColJJop_jlntQUepoaOU9RY1uvBIOsTn0tkzlNIt9gMXEWWqR5nhd2KKXDwlNetpXb3d0ykJk4xbluicoOtbNhZPlBLAbPlqv5Il1g%3D%3D&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAHoECBoQAg">Drauzio Varella</a></div><div>Música composta por: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Andre+Abujamra&amp;si=AMnBZoG3cRyxvViEiVWeqgrn-CuWcnxp6_6_G7EH225wAKYHQoiWm_gk4jy4E1pneBNUHIhFyIXSiFS9fg4CtSMhZv01zaAY8oqksbBz1Tlm36qoY2Wbb_H8o000mbw2LX2szohj7JdB0LKqWeAaluTJe0zPtntnwYF63RzzT4xmmlaM4WZ87qinGFSZ-aedvoitxXzGbMPNirDPWYPuFA_NPlAOXV_RaA%3D%3D&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAHoECBYQAg">André Abujamra</a></div><div>Adaptação de: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Esta%C3%A7%C3%A3o+Carandiru&amp;si=AMnBZoG3cRyxvViEiVWeqgrn-CuWcnxp6_6_G7EH225wAKYHQgBMPQ4cW9-YvBiEBdH8toZpQSNRSm5HObLEFA1kEwLFBHrkOKCazo9g3nq_1hxW3_97OMkmqbGfJ-LkY8_HOReQK_UjvHnHLh-jV0spqyTrcDjldEHLZCcH2ddfyzqyQ2zik2xfw66aM0dwTSlQoobcI0fpWNw6BnFOMwSBk1HR5C7c4Q%3D%3D&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAHoECBUQAg">Estação Carandiru</a></div><div>Roteiro: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Hector+Babenco&amp;si=AMnBZoEofOODruSEFWFjdccePwMH96ZlZt3bOiKSR9t4pqlu2PqWqx9DD02uDyibiGzNx8STW9DzNiFAa0Sg_HtyM86wrj95aNInFuEOyBRJpLqewXAC8A2XQyx00SzXPNVrYu981JSLF4nHIeGey2A1i4Aox0saw1R8CVBu7eRQfWFwALXm-RG2xoWj6xadeP2wkQ5Kt5Ymp75u4sarJqf6sMoSbgLo81DkDXQHIe6qTE59w44WfLnmkat40DkvODKXZpFq3EPj5DJnur7X3I5gfVz7wDN63w%3D%3D&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAHoECBkQAg">Héctor Babenco</a>, <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Fernando+Bonassi&amp;si=AMnBZoG3cRyxvViEiVWeqgrn-CuWcnxp6_6_G7EH225wAKYHQhiucToEMN1AWJeIyJbO_mid3hw4D7AfEUc9iU-FkYtUQF79wXFvvxqYV7sL1nthuBMG7hYvWGeFhWD_miDkwlH9zoP8ZPEYStOoEX6aG1DkhwEb0MXjXyQAaJOI7C7fjpOoy3wD8k_BMqyy7sAORaFcxjEoa1DwoMpmMiNA8PSB43IOYqP9f2dM--1Qz0JiHWfWrFf2w8GWfzlWxFX3NNkzVoBEPKxHhBrE-mhX-ZMDPIvgGw%3D%3D&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAXoECBkQAw">Fernando Bonassi</a>, <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;sxsrf=APwXEdcN0JrZT1lPpEEFXeYu0BB1XuPl4w:1680369975201&amp;q=Victor+Navas&amp;si=AMnBZoG3cRyxvViEiVWeqgrn-CuWcnxp6_6_G7EH225wAKYHQsO4IJs0X6Gsaur8A4JQf_dyUYBLoR52_o2I2k7Z2MSp-qCcGCe-5wViSLH3Q4BUjxF5_iVBi4bip1Z7Bd4c4sN5pqYCGk6SjZ-eP9P1vxZ_q6J4h66Vg9WlJkXHarTGt1wuDq2r4KM9wMwOprxOnJXK8wJOk0Xx8wu0rdKzTC6tMClk7kCn4KS8ZSor_AJpYAOW0hGtJHkOCoWDJ4X-T5Qltl3BciKyAbVjoJXFr-GeUOk3Rw%3D%3D&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiS-Nn7mYn-AhXLGLkGHWYsD4AQmxMoAnoECBkQBA">Victor Navas</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 17:27:17 UTC</pubDate>
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         <title>COMO FOI O MASSACRE?</title>
         <author>fernandasdsilva2005</author>
         <link>https://padlet.com/betterincomesystems/7k673vd8ls4zs9la/wish/2541245537</link>
         <description><![CDATA[<div>No Pavilhão 9 ficavam os réus primários e foi lá que ocorreu o começo da rebelião. Começou como uma briga entre prisioneiros de facções rivais e acabou se espalhando pelo Pavilhão. Trezentos policiais adentraram o local com intuito de controlar a situação, resultando em 111 mortos. De acordo com os detentos e familiares, o número é muito maior.<br><br>Massacre do Carandiru<br>Sobreviventes, familiares e representantes dos direitos humanos alegam que o número de mortos chega a 300. A situação teria sido controlada, os presos decidiram por fim à rebelião, entregaram as armas e voltaram às suas celas. Porém, a polícia começou a atirar sem chance de defesa por parte das vítimas.<br><br>A perícia afirmou que não houve confronto, pois os presos não reagiram. Os presos teriam sido obrigados a carregar os corpos e limpar o local.<br><br>Em 2013, 23 PMs foram condenados à 156 anos de prisão cada, outros 25 condenados à 624 anos de prisão cada. Em 2016 as condenações foram anuladas. Em 2021, com júri popular, os policiais foram condenados.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 17:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>DIREITOS HUMANOS VIOLADOS:</title>
         <author>fernandasdsilva2005</author>
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         <description><![CDATA[<div>A República Federativa do Brasil violou suas obrigações decorrentes dos artigos 4 (direito à vida) e 5 (direito à integridade pessoal),&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 17:29:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CONSEQUÊNCIAS DO MASSACRE </title>
         <author>fernandasdsilva2005</author>
         <link>https://padlet.com/betterincomesystems/7k673vd8ls4zs9la/wish/2541254298</link>
         <description><![CDATA[<div>Além da morte dos 111 detentos, o massacre do Carandiru teve inúmeras consequências, a começar pela <strong>demissão do secretário de Segurança Pública de São Paulo</strong>, Pedro Franco. No lugar dele, foi nomeado <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/michel-temer.htm">Michel Temer</a>. A repercussão desse caso não foi apenas nacional, mas também afetou a imagem do Brasil internacionalmente.<br><br></div><div>O <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/pais-brasil.htm">Brasil</a> foi denunciado na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, e a resposta do governo brasileiro foi a de dar garantias de que o massacre seria apurado e os responsáveis seriam culpabilizados pelos crimes cometidos. Entretanto, poucas ações efetivas foram tomadas pela Justiça, e os responsáveis pelo massacre não foram punidos pelo crime após três décadas.<br><br></div><div>O massacre também<strong> alterou a formação dos policiais militares e mudou o sistema prisional de São Paulo</strong>, aumentando a quantidade de presídios exponencialmente como forma de reduzir a lotação das penitenciárias existentes. Alguns analistas apontam que o massacre no Carandiru teria gerado uma reação do crime em São Paulo, causando uma espécie de profissionalização criminal que teria levado ao surgimento do Primeiro Comando da Capital, o PCC.<br><br></div><div>A repercussão do caso também <strong>contribuiu para que o Carandiru fosse desativado dez anos depois</strong>. Parte dos prédios que formavam a penitenciária foi demolida a partir de 2002.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 17:33:29 UTC</pubDate>
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         <title>MUDANÇAS APÓS O MASSACRE </title>
         <author>fernandasdsilva2005</author>
         <link>https://padlet.com/betterincomesystems/7k673vd8ls4zs9la/wish/2545494884</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar da estrutura física do Carandiru ter sido implodida anos depois, dando lugar ao Parque da Juventude, organizações de direitos humanos apontam que o sistema carcerário ainda não solucionou os principais problemas que causaram o episódio, como a superlotação dos presídios e a impunidade dos autores do crime.<br><br></div><div>“A construção de um parque para a juventude no lugar de uma unidade de aprisionamento da juventude não significou qualquer mudança na política criminal do Estado”, aponta a rede 2 de outubro, formada em 2011 por um conjunto de&nbsp; organizações, movimentos sociais e movimentos culturais.<br><br></div><div>Essa é também a percepção da organização internacional de direitos humanos Conectas. "O Massacre do Carandiru não pertence ao passado. Muitas de suas causas continuam vigentes no sistema carcerário atual", afirmou a ONG em nota à imprensa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 22:23:43 UTC</pubDate>
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