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      <title>OMORUM by Fabio Silva</title>
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      <description>Este  Padlet, surge com intuito de, mergulhar no mundo do componente  curricular  EDC287 -Educação e Tecnologia Contemporânea, pertencente ao curso de Pedagogia da Universidade Federal da Bahia  (UFBA).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-21 22:16:59 UTC</pubDate>
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         <title>Surf; Café + Silêncio!!!</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <pubDate>2024-03-21 22:39:39 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 2- Privacidade, algoritmos inteligentes e futuro.                                        </title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Pergunta disparadora no ChatGPT-4 :</strong> Aplicativos de inteligência no Brasil e Legislação.  </p><p><br></p><p><strong>TEXTO GERADO</strong>: </p><p>No Brasil, a utilização de aplicações de inteligência artificial (IA) tem crescido significativamente em diversos setores, desde saúde, educação, segurança e serviços financeiros até a administração pública. A implementação e o desenvolvimento de sistemas de IA no país são impulsionados tanto por iniciativas privadas quanto públicas. Com essa expansão, surge a necessidade de uma regulamentação que aborde tanto as oportunidades quanto os riscos associados ao uso dessas tecnologias.</p><p><br></p><p>### Legislação sobre IA no Brasil</p><p>Até a data em que este texto foi atualizado, o Brasil ainda não possui uma legislação específica ou um marco regulatório consolidado exclusivamente para a inteligência artificial. No entanto, há movimentos e propostas legislativas em andamento que visam a regulamentar o setor. Dois projetos de lei (PL) que ganharam destaque são o PL 21/2020 na Câmara dos Deputados e o PL 5.051/2019 no Senado Federal, ambos com o objetivo de estabelecer princípios, direitos e deveres para o uso da IA no Brasil.</p><p>Esses projetos contemplam aspectos como:</p><p>- <em>Transparência e explicabilidade:</em> Exigência para que os sistemas de IA sejam compreensíveis pelos usuários e que as decisões automatizadas possam ser explicadas de forma clara.</p><p>- <em>Respeito à privacidade:</em> Alinhamento com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo a proteção dos dados pessoais utilizados e gerados pelos sistemas de IA.</p><p>- <em>Não discriminação:</em> Proibição de práticas discriminatórias por sistemas de IA, assegurando a equidade no tratamento e nas decisões.</p><p>- <em>Responsabilidade:</em> Definição de responsabilidades para os desenvolvedores e usuários dos sistemas de IA, incluindo as consequências de eventuais danos provocados por esses sistemas.</p><p><br></p><p>### Desafios da Regulamentação</p><p>A regulamentação da IA no Brasil enfrenta alguns desafios, como a necessidade de balancear a inovação tecnológica com a proteção ao consumidor, a segurança e a ética. Outro ponto importante é a harmonização das regras de IA com normas internacionais, permitindo que as empresas brasileiras sejam competitivas no mercado global sem comprometer os direitos e garantias dos cidadãos.</p><p><br></p><p>### Reflexões Finais</p><p>Em resumo, enquanto o Brasil avança na direção de uma legislação específica para inteligência artificial, empresas e desenvolvedores devem se manter atualizados e preparados para se adequarem às futuras regulamentações. Isso inclui adotar práticas de desenvolvimento e operação de sistemas de IA que priorizem a ética, a transparência, a segurança dos dados e o respeito aos direitos humanos, antecipando-se aos requisitos legais que poderão ser estabelecidos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </p><p>Esta mensagem foi gerada por Nova - baixe-a gratuitamente:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246">https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246</a>   </p><p><br></p><p><strong>BREVE PARECER:</strong></p><p><br></p><p>Com intuito de investigar, a temática relacionado à privacidade de dados&nbsp; no Brasil e as atuais leis vigentes, e demais propostas de regras em tramitação no congresso nacional, lançamos à pergunta ao ChatGPT-4 “Aplicativos de inteligência no Brasil e Legislação”, que como resultado, nos ofertou um texto, sinalizando á existência da Lei de Proteção de dados (LGPD), criada em 2018, no objetivo de, resguardar toda e qualquer informação de cidadão brasileiro, no Brasil e exterior, tanto na esfera institucional público e privado.</p><p><br></p><p>Para tanto, o texto disponibilizado, aponta nova perspectiva para o futuro, ao informar leis em tramitações no congresso nacional, como por exemplo, na Câmara do Deputado PL 21/2020 e no Senado  PL 5.051/2019 , que surge na perspectiva de,  modernizar&nbsp;à Lei Geral Proteção de Dados (2018), estabelecendo  princípios de direitos e deveres ao uso de inteligência artificial no Brasil.</p><p><br></p><p>Por fim, ao analisar a exploração da temática, dentro da plataforma de inteligência artificial ChatGPT-4, e eventual resposta obtida, o chat, disponibiliza um panorama superficial e generalizado sobre o tema, quando nos oferta  o trecho específico "nova legislação" , subitem: "transparência e explicabilidade, respeito à privacidade, não discriminação, responsabilidade", desconsiderando nesses subitens, o contexto que levou à criação de tais resoluções, ocultando uma reflexão aguçada sobre raça, classe, sexo e hegemonia na área do conhecimento,  que se correlaciona ao alcance  e efetividade da lei além da fronteira,  assim como, relação subjetividade  e concepção de visão de  mundo do criador da tecnologia, que abre espaço para reforçar preconceito, estereótipo e desigualdade social. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-24 19:28:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <pubDate>2024-03-30 15:14:05 UTC</pubDate>
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         <author>fabiosantos8123</author>
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         <pubDate>2024-03-30 15:18:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <pubDate>2024-03-30 15:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 2- LEI PROTEÇÃO DE DADOS  (LGPD)</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <pubDate>2024-03-30 15:44:58 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 2-TRATAMENTO DE DADOS A PARTIR DA LGPD</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <pubDate>2024-03-30 15:52:12 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 03-A importância de trabalhar o cinema na educação, a partir da Pedagogia do olhar.</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pergunta geradora no CHAT-GPT-4: <strong>A importância de trabalhar o filme-ensaio na escola.</strong></p><p><br></p><p><strong>Texto gerado:</strong></p><p>O filme-ensaio pode ser considerado uma ferramenta poderosa de ensino nas escolas, por uma série de razões que se relacionam tanto com a capacidade de engajamento dos estudantes quanto com as oportunidades educativas únicas que oferece. Aqui estão alguns pontos que destacam a importância de incorporar o filme-ensaio no ambiente escolar:</p><p>&nbsp;</p><p>1. <em>Desenvolvimento do Pensamento Crítico</em>: O filme-ensaio, por sua natureza, convida à reflexão e análise crítica. Ao trabalhar com esse formato, os estudantes aprendem a não apenas consumir conteúdo passivamente, mas a questioná-lo, entender os argumentos apresentados, e formar suas próprias opiniões embasadas.</p><p>&nbsp;</p><p>2. <em>Fomento à Criatividade e Expressão Pessoal</em>: Criar um filme-ensaio exige uma mistura de habilidades criativas e analíticas. Os estudantes têm a oportunidade de expressar suas ideias e visões de mundo através de um meio que combina texto, imagem e som de maneiras inovadoras.</p><p>&nbsp;</p><p>3. <em>Aperfeiçoamento de Habilidades de Pesquisa e Argumentação</em>: A produção de um filme-ensaio requer investigação e seleção cuidadosa de fontes, além da habilidade de construir argumentos coerentes e persuasivos. Essas são competências valiosas em qualquer área de estudo e profissão.</p><p>&nbsp;</p><p>4. <em>Educação Midiática e Alfabetização Digital</em>: Em uma era dominada pela mídia digital, é crucial ensinar os jovens a analisar e criar conteúdo digital com discernimento. Trabalhar com filmes-ensaio ajuda os estudantes a entenderem melhor a mídia que consomem diariamente e a se tornarem criadores de conteúdo conscientes.</p><p>&nbsp;</p><p>5. <em>Estímulo à Colaboração e Trabalho em Equipe</em>: A produção de um filme-ensaio em um contexto educacional geralmente envolve trabalho em equipe, promovendo habilidades colaborativas, negociação de ideias, e a partilha de tarefas de forma equitativa.</p><p>&nbsp;</p><p>6. <em>Interdisciplinaridade</em>: O filme-ensaio como método didático oferece a possibilidade de explorar conteúdos e métodos de diferentes disciplinas, desde as artes até as ciências sociais, de uma maneira integrada. Isso reflete a natureza interconectada do conhecimento no mundo real.</p><p>&nbsp;</p><p>7. <em>Engajamento e Motivação</em>: A possibilidade de utilizar uma variedade de mídias e técnicas torna o aprendizado mais dinâmico e interessante para os estudantes, o que pode aumentar significativamente o engajamento e a motivação para aprender.</p><p>&nbsp;</p><p>8. <em>Desenvolvimento de Competências para o Futuro</em>: Habilidades como comunicação eficaz, pensamento crítico, criatividade, e fluência digital são cada vez mais importantes no mundo moderno. Através do filme-ensaio, os estudantes podem desenvolver e aprimorar essas competências de maneira concreta e significativa.</p><p>&nbsp;</p><p>Portanto, o filme-ensaio não é apenas uma ferramenta para aprender sobre cinema ou arte; ele é um veículo para desenvolver uma ampla gama de habilidades e competências essenciais para estudantes de todas as idades, preparando-os melhor para os desafios do futuro.</p><p>Esta mensagem foi gerada por Nova - baixe-a gratuitamente:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246">https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246</a></p><p><br></p><p><strong>Breve Parecer:</strong></p><p><br></p><p>     A presente pesquisa sobre a importância de trabalhar a pedagogia do olhar, a partir do conceito específico do cine-ensaio, surge com intuito de, desmitificar a visão inacessível, atribuída a produção de cinema.                              </p><p>   Para tanto,  ao comparar a resposta obtida com o CHAT-GPT4, em consonância ao texto intitulado "UMA PEDAGOGIA DA MONTAGEM: A INSTÂNCIA PEDAGÓGICA NO ENSAÍSMO", do autor Álvaro Renan José de Brito Alves, podemos perceber que a inteligência artificial, não sinaliza a ideia de uma contraproposta, presente no texto,  que  propõe um cinema experimental, acessível, fora do conceito clichês das grandes produções , tendo como espaço investigativo, a cidade que é o laboratório de investigação e  percepção do sensível.</p><p><br></p><p>    Dessa forma, identificamos também que,  a inteligência artificial não detalha as especificidades, na produção e captação de imagem, que requer, o uso de aplicativos disponíveis e de fácil manuseio, como por exemplo,  Movie make, assim como, apontar princípios, que permita estabelecer outras formas de ser estar no mundo, protagonizado pelo olhar, que determina a concepção e recorte do mundo subjetivo a ser captado no momento da produção de cinema.</p><p><br></p><p>  A influência do cinema-ensaio, inspirado no conceito da escola russa de cinema , a partir do cineasta russo DZIGA VERTOG (1929), com suas técnicas cinematográficas que  reverberam até os dias atuais, encoraja o educador-mediador e estudantes , a produzirem imagens a partir do olhar subjetivo, que se nutre do caos urbano, da foto, literatura ou observação experiencial, assim como, de inquietação e desejo subjetivo do estudante para determinado tema. </p><p><br></p><p>     Por fim, o cinema-ensaio, propõe um laboratório de criação, que nasce do imprevisível, sem um roteiro definido, explorando a partir olhar, que também é potencializado do pela lente da câmera, no objetivo de,  aplicar todo conceito dos primórdios da escola russa, na forma de  capitar da imagem,  recortar, editar ,instaurar  pausa, silêncio,  lentidão, velocidade  e a repetição da cena, como processo de criação da arte experimental. </p><p><br></p><p> </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 16:16:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 3- visgO]LIGA - vídeo-dança do Coletivo Artístico LIGADOCORPO-  Influência de VERTOG na produção do audiovisual.</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <description><![CDATA[<p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/vhbApxIl0vM?si=AEZrz6tSxkqaxsmo">https://youtu.be/vhbApxIl0vM?si=AEZrz6tSxkqaxsmo</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 19:47:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 3- UM HOMEM COM UMA CÂMERA (1929) | CRÍTICA</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <description><![CDATA[<p>Direção :Dziga Vertov</p><p>Informações:</p><p>União Soviética  1929. 68min. 12 anos.</p><p>Sinopse em:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ims.com.br/filme/um-homem-com-uma-camera/">  https://ims.com.br/filme/um-homem-com-uma-camera/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 20:02:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 3- “A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”, diz a composição de Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto, em resposta ao refrão: “Você tem sede de quê?</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/2942240961</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 20:05:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4-  Projeto pedagógico do curso de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Brasil,  desconectado com contexto de vulnerabilidade do estudante. </title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/2962765198</link>
         <description><![CDATA[<p>Pergunta disparadora  no CHATGPT: Impactos na oferta do  curso de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Brasil, especialmente para estudantes de baixa renda sem inserção à cibercultura.</p><p><br></p><p>A proliferação dos cursos rápidos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Brasil, especialmente para estudantes de baixa renda sem inserção à cibercultura, pode ter impactos significativos, tanto positivos quanto negativos. Aqui estão alguns pontos a considerar:</p><p><br></p><p><em>Impactos negativos:</em></p><p>1. <em>Falta de compreensão da cibercultura</em>: Os cursos rápidos muitas vezes se concentram em habilidades técnicas básicas, sem abordar aspectos mais amplos da cibercultura. Isso pode deixar os alunos sem uma compreensão adequada de questões importantes, como ética digital, segurança cibernética e diversidade online.</p><p><br></p><p>2. <em>Risco de exclusão digital</em>: Sem a devida inserção à cibercultura, os estudantes de baixa renda correm o risco de ficarem excluídos de oportunidades no mercado de trabalho digital, onde essas habilidades são cada vez mais importantes.</p><p><br></p><p>3. <em>Vulnerabilidade a exploração</em>: Se os cursos rápidos não abordarem questões como segurança online e privacidade, os alunos podem se tornar mais vulneráveis a ataques cibernéticos e exploração online.</p><p><em>Impactos positivos:</em></p><p><br></p><p>1. <em>Acesso a oportunidades de emprego</em>: Mesmo cursos rápidos de TIC podem capacitar estudantes de baixa renda com habilidades técnicas básicas que lhes permitam buscar empregos no setor de tecnologia, ampliando suas oportunidades de carreira.</p><p><br></p><p>2. <em>Empoderamento digital</em>: Mesmo que limitados, esses cursos podem ajudar os estudantes a se sentirem mais confortáveis e capacitados a utilizar tecnologias digitais, o que pode ser útil em vários aspectos de suas vidas pessoais e profissionais.</p><p><br></p><p>Para maximizar os impactos positivos e mitigar os negativos, é essencial que os cursos rápidos de TIC direcionados a estudantes de baixa renda incorporem aspectos da cibercultura em seus currículos, promovendo uma compreensão holística e capacitando os alunos não apenas com habilidades técnicas, mas também com conhecimentos essenciais para navegar no mundo digital de forma segura e ética.</p><p>Esta mensagem foi gerada por Nova - baixe-a gratuitamente:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246">https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246</a> </p><p><br></p><p>Breve Parecer:</p><p><br></p><p>O tema disparador aplicado no CHATGPT , emerge do texto intitulado "DIRETRIZES METODOLÓGICAS UTILIZADAS EM AÇÕES DE INCLUSÃO DIGITAL das autoras Maria Helena Silveira Bonilla e Joseilda Sampaio de Souza, que aborda a proposta pedagógica no Brasil, aplicada ao curso de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Brasil, que é ofertado de forma rápida à distância, para estudantes vulneráveis do país, prejudicando a inserção no mercado de trabalho e acesso à cibercultura.</p><p><br></p><p>Desta forma, no que tange a resposta obtida via CHATGPT, relacionado à problemática da proliferação dos cursos rápido (TIC) no Brasil, podemos perceber, que fora mencionado dados semelhantes das pesquisadoras Maria Helena Silveira Bonilla e Joseilda Sampaio de Souza, relacionado a vulnerabilidade e segurança digital e atuação ética na era digital.</p><p>Porém, o CHATGPT ao abordar a proposta pedagógica do curso TIC, destinado a população vulnerável no Brasil, são identificado algumas contradições e fragilidades, ao desconsiderar à ausência de políticas públicas, que possibilite o acesso a ferramentas digitais e domínio digital, método de ensino tecnicista impossibilitando refletir sobre o universo da cibercultura, além da falta de interações entre envolvidos.</p><p><br></p><p>Distorcendo a proposta de democratização digital, voltado ao mercado de trabalho. O que na realidade, é uma desilusão, pois as barreiras apresentadas está no curso básico ofertado, que agrava na falta de escolarização do estudante , que muitas vezes, realiza a formação ao celular.</p><p><br></p><p>Por fim, a proposta TIC , no formato básico destinado para estudante com pouca escolaridade, atinge provisoriamente a promessa de mercado, sem atingir uma permanência prolongada, já que, os curso TIC, nessa perspectiva social, somente colabora para acentuar os índices de desigualdades sociais,  e promover a falta de direito à comunicação democrática na era digital.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 14:00:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4- A necessidade de promover uma educação digital, a partir da imersão à cibercultura. </title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 14:11:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4- A Necessidade de implementar, políticas públicas de fomento à inclusão digital, voltado para  população em situação de vulnerabilidade social.</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.d2l.com/pt-br/blog/inclusao-digital-na-pandemia/" />
         <pubDate>2024-04-20 14:21:40 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/2962787904</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1418388586/aa1d5e756c33dadbd5b576679f60be26/art_tcc_Wilber_Rodrigues_de_Souza.pdf" />
         <pubDate>2024-04-20 14:42:49 UTC</pubDate>
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         <title>INCLUSÃO DIGITAL: AMBIGUIDADES EM CURSO</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3057516501</link>
         <description><![CDATA[<p>Pergunta realizada no Chatbot Al: Ambiguidade da Inclusão Digital no Brasil</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A inclusão digital no Brasil é um tema complexo que envolve diversos aspectos e desafios. Por um lado, o país tem avançado significativamente na expansão do acesso à internet e de tecnologias digitais, especialmente nas áreas urbanas e em segmentos da população de maior poder aquisitivo.</p><p>No entanto, essa expansão não tem sido uniforme e ainda existem muitos desafios a serem superados para garantir uma inclusão digital efetiva e abrangente. Diversos fatores contribuem para essa ambiguidade, tais como:</p><p>1. Desigualdades socioeconômicas que limitam o acesso da população de baixa renda e de áreas rurais à internet e a dispositivos digitais.</p><p>2. Falta de infraestrutura de telecomunicações em regiões mais remotas, dificultando o acesso à banda larga de qualidade.</p><p>3. Deficiências na formação e capacitação digital da população, especialmente de grupos mais vulneráveis.</p><p>4. Alto custo dos serviços de internet e equipamentos tecnológicos, tornando a inclusão digital um privilégio de poucos.</p><p>5. Questões de segurança e privacidade online que geram desconfiança e receio em parte da população em aderir às tecnologias digitais.</p><p>Para superar esses desafios e promover uma inclusão digital mais ampla e efetiva, é necessário um esforço conjunto do governo, do setor privado e da sociedade civil. Políticas públicas que incentivem o acesso à internet em áreas carentes, programas de capacitação digital para todos os públicos e iniciativas de conscientização sobre a importância da inclusão digital são fundamentais para reduzir a ambiguidade e promover um desenvolvimento mais equitativo e sustentável no Brasil.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Breve Parecer:</p><p>O Chatbot Al aponta um olhar mercadológico sobre o tema, ao desprezar os índices de semianalfabeto, os cursos rápidos de TIC, a ausência da educação digital em todo o âmbito educacional no Brasil.  </p><p><br/></p><p>INCLUSÃO DIGITAL: AMBIGUIDADES EM  CURSO,  temática do artigo dos autores Maria Helena Silveira Bonilla e Paulo Cezar Souza de Oliveira, aborda como reflexão, os projetos pedagógicos norteadores dos curso de formação inicial, em diversas instância do Brasil, que são descontextualizado, da realidade do contexto nacional, inexistentes de políticas públicas, para fomentar o acesso e inserção do país no contexto da cibercultura. </p><p>Desta forma, segundo os autores, recortam a realidade do contexto educacional brasileiro, da escola básica a universidade e a escassez de investimento, os preços altos das ferramentas tecnológicas,  a falta de escolaridade , impõe a desigualdade de acesso às informações do mundo digitalizado, tirando-o o direito a  cidadania.</p><p><br/></p><p>Por fim, a proposta TIC , no formato básico, destinado para estudante com pouca escolaridade,  superficialmente atende o ideal inclusivo, demarcado pela falta de uma permanência prolongada, ou seja uma inclusão na exclusão,</p><p>já que, os curso TIC, nessa perspectiva social, somente colabora para acentuar os índices de desigualdades sociais,  e promover a falta de direito à comunicação democrática na era digital.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://repositorio.ufba.br/bitstream/ufba/202/1/Politicas%20publicas%20e%20inclusao%20digital.pdf" />
         <pubDate>2024-07-19 14:56:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3057516501</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TEMA 5- Software Livre</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3061321201</link>
         <description><![CDATA[<p>Pergunta disparadora no CHAT-GPT-4:</p><p>Software livre e software proprietário: é proibido proibir!</p><p>&nbsp;</p><p>A discussão entre software livre e software proprietário envolve diferentes filosofias e abordagens em relação aos direitos de uso, modificação e distribuição de software. O software livre, como definido pela Free Software Foundation, dá aos usuários a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o software. Por outro lado, o software proprietário geralmente restringe essas liberdades em prol de proteger os interesses comerciais e propriedade intelectual dos desenvolvedores.</p><p>&nbsp;</p><p>É importante considerar que diferentes perspectivas e necessidades podem existir em relação ao uso de software livre e proprietário. Enquanto alguns defendem a liberdade e transparência do software livre, outros valorizam a conveniência e suporte oferecidos pelo software proprietário. Em última análise, a escolha entre software livre e proprietário é uma decisão pessoal e organizacional que deve levar em consideração fatores como requisitos de negócios, ética, segurança e custo.</p><p>&nbsp;</p><p>Em resumo, a questão de proibir ou não proibir o uso de determinado tipo de software pode variar dependendo do contexto e dos valores de cada indivíduo ou organização. O importante é promover um diálogo aberto e respeitoso sobre as diferentes abordagens e impactos do software livre e proprietário na sociedade e na indústria de tecnologia.</p><p>Esta mensagem foi gerada por Nova - baixe-a gratuitamente:</p><p>A discussão entre software livre e software proprietário envolve diferentes filosofias e abordagens em relação aos direitos de uso, modificação e distribuição de software. O software livre, como definido pela Free Software Foundation, dá aos usuários a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o software. Por outro lado, o software proprietário geralmente restringe essas liberdades em prol de proteger os interesses comerciais e propriedade intelectual dos desenvolvedores.</p><p>&nbsp;</p><p>É importante considerar que diferentes perspectivas e necessidades podem existir em relação ao uso de software livre e proprietário. Enquanto alguns defendem a liberdade e transparência do software livre, outros valorizam a conveniência e suporte oferecidos pelo software proprietário. Em última análise, a escolha entre software livre e proprietário é uma decisão pessoal e organizacional que deve levar em consideração fatores como requisitos de negócios, ética, segurança e custo.</p><p>&nbsp;</p><p>Em resumo, a questão de proibir ou não proibir o uso de determinado tipo de software pode variar dependendo do contexto e dos valores de cada indivíduo ou organização. O importante é promover um diálogo aberto e respeitoso sobre as diferentes abordagens e impactos do software livre e proprietário na sociedade e na indústria de tecnologia.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Breve Parecer:</p><p>    A pergunta disparadora no CHAT GPT-4 ,surge a partir do artigo Software livre e software proprietário: as quatro liberdades, presente no livro intitulado Software livre A luta pela liberdade do conhecimento, do autor Sérgio Amadeu da Silveira, que aborda parâmetros e especificidades dos Software livre e software proprietário. </p><p><br/></p><p>   Dessa forma, o autor destaca, o Software livre, que reúne uma comunidade, caracterizada pela cibercultura, demarcada difusão do conhecimento, com uma filosofia que regem a comunidade, no objetivo de, &nbsp;promover a atualização, o compartilhamento. Como antítese, &nbsp;o autor apresenta o software proprietário, caracterizado pela proteção por patente e segredo industrial, de dados restrito, que torna depende o usuário, no processo de atualização e lançamento de nova versão.</p><p><br/></p><p>   Para tanto, a resposta gerada no CHAT GPT-4, relacionado ao software livre e software proprietário, direciona o leitor,  a um ambiente democrático, com ponto de reflexão a ser considerado, entre negócios, ética, segurança e custo, envolvidos nas escolhas. </p><p><br/></p><p>    Nesse ambiente amistoso, descrito, percebemos que o software proprietário protagoniza, ao ser descrito como único produto, que oferece assistência e atualização, alçado ao contexto da segurança e legalidade, a IA oculta também alguns  pontos negativos, permeado pela dependência do consumidor, quando o produto torna-se obsoleto, além do auto investimento.</p><p><br/></p><p>   Por fim, como coadjuvante, nesse leque de opção, mencionado pela IA, &nbsp;temos o Software livre, negligenciado, ao ter características positiva ou negativa ocultada, alçada subliminarmente, ao contexto da ilegalidade e insegurança, que acaba por enquadrar o conceito de livre comércio, a crime, justamente fomentar, a contraposição do controle imposto pelo sistema capitalista, que tendem a  nos uniformizar na cadeia de consumo, no objetivo de,  gerar lucro dentro do parâmetro por eles estabelecidos. </p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rrOJv5Q14ZM" />
         <pubDate>2024-07-25 16:38:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE  6 </title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3071689579</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pergunta no CHATGPT:</strong></p><p>História do cinema e a tecnologia, patentes e reverberação no dias atuais.&nbsp; </p><p><br/></p><p>A história do cinema é rica e complexa, marcada por inovações tecnológicas e mudanças na forma como as histórias são contadas. Desde os primeiros experimentos com imagens em movimento no final do século XIX, até o cinema digital de hoje, a evolução tem sido impulsionada por avanços técnicos e criativos.</p><p>### História do Cinema</p><p>1. <strong>Inícios do Cinema (1890-1920)</strong>: O cinema começou com invenções como o cinetoscópio de Thomas Edison e os filmes curtos dos irmãos Lumière. Essas primeiras produções eram em sua maioria mudas e utilizavam técnicas simples de filmagem.</p><p>2. <strong>Era do Cinema Mudo (1920-1927)</strong>: Durante essa época, o cinema mudo dominou, e diretores como Charlie Chaplin e Buster Keaton ganharam fama. As narrativas visuais se tornaram mais sofisticadas, mas ainda careciam de som.</p><p>3. <strong>Transição para o Cinema Sonoro (1927)</strong>: O lançamento de "O Cantor de Jazz" em 1927 marcou a transição para o cinema sonoro. Isso revolucionou a indústria, permitindo uma nova dimensão de expressão artística.</p><p>4. <strong>Cores e Novas Tecnologias (1930-1950)</strong>: A introdução do Technicolor e inovações como o som estereofônico elevaram a experiência cinematográfica. O cinema ganhou um novo apelo visual e sonoro, atraindo públicos para salas de exibição.</p><p>5. <strong>Cinema Moderno e Digital (1960-presente)</strong>: Com o advento da tecnologia digital, a forma como os filmes são feitos e exibidos mudou drasticamente. Hoje, as produções utilizam CGI (Computação Gráfica em Imagens) e edição digital, além do streaming como um novo meio de distribuição.</p><p>### Tecnologias de Patente e Reverberação nos Dias Atuais</p><p>A reverberação, em termos de tecnologia de áudio e cinema, refere-se ao efeito sonoro que simula o eco e a reflexão do som em um espaço. Essa tecnologia é crucial em várias aplicações, desde a gravação de som em estúdios até a experiência auditiva em cinemas.</p><p>1. <strong>Efeitos Sonoros em Cinema</strong>: Os efeitos de reverberação são utilizados para criar ambientes sonoros realistas. A reverberação artificial, proporcionada por softwares e equipamentos de áudio, ajuda a assegurar que os diálogos e os sons de fundo sejam mais imersivos.</p><p>2. <strong>Tecnologias de Áudio</strong>: Com o desenvolvimento de sistemas de som surround e tecnologias como Dolby Atmos, os cineastas podem projetar experiências sonoras tridimensionais que envolvem o espectador, utilizando reverberação para dar profundidade.</p><p>3. <strong>Patentes Tecnológicas</strong>: Muitas inovações em áudio e reverberação são patenteadas, garantindo que as empresas possam proteger suas invenções e métodos. As patentes muitas vezes abrangem algoritmos de processamento de áudio e novos dispositivos que melhoram a qualidade do som.</p><p>### Considerações Finais</p><p>A história do cinema e a evolução das tecnologias de áudio, incluindo a reverberação, são exemplos de como a inovação contínua molda a narrativa e a experiência do público. À medida que novas tecnologias surgem, o futuro do cinema e do áudio promete ser ainda mais envolvente e criativo.</p><p>Esta mensagem foi gerada por Nova - baixe-a gratuitamente:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246">https://novaappai.page.link/oMiGkYnqsgef9Q246</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Breve Parecer</strong></p><p>O texto do autor Giba Assis Brasil intitulado "Politizando a tecnologia e a feitura do cinema", presente no livro : Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder, traz como abordagem o surgimento do cinema a partir do advento da criação da patente industrial.</p><p><br/></p><p>Desta forma, o autor traz para cena atores principais,  como os irmãos franceses <strong>Lumière</strong> (1860) da fábrica de instrumentos ópticos e material fotográfico, <strong>Thomas Alva Edison </strong>norte-americano que inventou o cinema e detentor atualmente de 1.300 patentes , sendo que , 200 realmente criadas por ele(as outras, ele comprou!).</p><p><br/></p><p>O francês <strong>Louis Le Prince</strong>, que conseguiu realizar alguns filmes muito curtos em 1888, o inglês <strong>Eadweard Muybridge</strong> que criou um método para fotografar de maneira muito veloz e conseguiu fixar fotograficamente o movimento do galope do cavalo, o que depois foi reconstituído na forma de pequenos filmes.</p><p><br/></p><p>O<strong> Leon Bouly </strong>que inventou o termo cinematógrafo”, depois adotado pelos irmãos Lumière e <strong>Émile Reynaud</strong> que criou uma série de instrumentos ópticos no começo da segunda metade do século XIX.</p><p><br/></p><p>O autor nos demonstra as contradições acerca da indústria do cinema e produção do conhecimento, que serve de reflexão a produção de ciência e difusão do conhecimento em diversas áreas do conhecimento. </p><p><br/></p><p>Dessa forma, as regras que asseguram as patentes, passam a serem questionadas, pelo seu aspecto de apropriação e exclusividade do conhecimento, no objetivo de criar barreiras de acesso gerando desigualdades sociais.</p><p><br/></p><p>Para tanto, ao lançar a pergunta ao CHAT-GPT, relacionado a temática , percebemos que IA, retrata todo fato histórico, sem apontar o campo de disputa, marcado por  perseguição a cientistas responsáveis pela evolução do cinema.</p><p><br/></p><p>Assim a tecnologia artificial, segue omitindo, como por exemplo, os personagens transgressores, que foram contra a política de patente, como os judeus americanos, sujeitos que ansiavam por produzir cinema, resolvem fugir de outros estados em direção à Califórnia, contexto de leis favoráveis na quebra de patente, produção compartilhada e uso do conhecimento disponível.</p><p><br/></p><p>Ao tratar do tema "patente", a IA aponta  como necessária para o desenvolvimento científico, porém, sabemos que tais atitudes, é um entrave aos direitos humanos, de acesso a informação e construção da cidadania plena.   </p><p><br/></p><p>Por fim, ao pensarmos sobre produção científica pela humanidade, a partir da concepção de patente, podemos identificar uma  crise gerada por atores, que contestam a real patente do conhecimento concebido na humanidade. Será realmente que existe um único proprietário, já que, todo conhecimento concebido, parte de informações prévias  a partir da  coletividade, sendo portanto, de propriedade de todos. </p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 15:59:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 7- Plataformização da Educação</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3072530103</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>PERGUNTA NA IA :</strong>Qual a importância de garantir a infraestrutura e soberania na Internet, para garantir a qualidade e privacidade educacional&nbsp;.</p><p><br/></p><p>Garantir a infraestrutura e a soberania na Internet é fundamental para a qualidade e privacidade educacional por várias razões:</p><p><br/></p><p>1. <strong>Acesso Igualitário</strong>: Uma infraestrutura robusta garante que todos os estudantes, independentemente de sua localização ou condição socioeconômica, tenham acesso a recursos educacionais online. Isso promove a equidade no aprendizado.</p><p>2. <strong>Privacidade dos Dados</strong>: A soberania na Internet permite que os países implementem leis que protejam a privacidade dos dados dos usuários. Em um ambiente educacional, isso significa que informações sensíveis de estudantes e educadores estão protegidas contra futuros abusos e vazamentos.</p><p>3. <strong>Autonomia</strong>: Ter controle sobre a infraestrutura da Internet permite que as instituições educacionais adaptem as plataformas e recursos às suas necessidades específicas, sem depender de terceiros que possam não respeitar ou entender suas peculiaridades.</p><p>4. <strong>Qualidade do Conteúdo</strong>: Com uma infraestrutura bem desenvolvida, é possível oferecer experiências de aprendizado mais interativas e ricas, com melhor qualidade de transmissão e acesso a materiais diversos.</p><p>5. <strong>Segurança</strong>: Uma infraestrutura sólida e soberana pode proteger as instituições contra ciberataques e outras ameaças digitais, garantindo que o ambiente educacional permaneça seguro e acessível.</p><p>6. <strong>Inovação Educacional</strong>: O controle sobre a infraestrutura permite a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias educacionais, promovendo inovação e melhoria contínua da qualidade do ensino.</p><p>7. <strong>Conformidade Legal</strong>: A soberania garante que as instituições cumpram as leis e regulamentos locais, especialmente em relação à proteção de dados e direitos autorais.</p><p>Assim, a infraestrutura e a soberania na Internet são pilares essenciais para garantir um ambiente educacional seguro, equitativo e de qualidade.</p><p><br/></p><p><strong>BREVE PARECER:</strong>     </p><p><br/></p><p>A partir do texto intitulado "O PAPEL DAS REDES DE ENSINO E PESQUISA,  que surge com objetivo de, incentivar o fomento de políticas,  para controlar dados e infraestruturas críticas visando a segurança nacional.</p><p><br/></p><p>Conforme o relatório da Internet Society (2022) Governos buscam controlar a internet, empresas locais resistem a plataformas estrangeiras, comunidades indígenas protegem seus recursos e ativistas defendem a autonomia na gestão de dados e aplicativos.</p><p><br/></p><p>Para tanto, ao lançar a pergunta na IA  sobre "Qual a importância de garantir a infraestrutura e soberania na Internet, para garantir a qualidade e privacidade educacional",  a tecnologia apresenta aspectos necessários para garantir boa estrutura e proteção de dados . </p><p><br/></p><p>Porém, a IA, isenta de exemplificar algumas plataforma, que ameaça à segurança e soberania nacional, por coletar vários dados sensíveis de estudantes e pesquisadores, como por exemplo, Workspace for Education e Microsoft 365, muito usadas na educação,  por sua facilidade de uso e acesso instantâneo, e fornecimento de  serviços em nuvem com recursos avançados.</p><p><br/></p><p>Podemos perceber que a IA não apresenta ou   incentiva  alternativas para o contexto desfavorável de políticas públicas eficientes, como as citadas no texto, que aponta a utilização de plataformas baseadas em software livre, como o Moodle, que são muito utilizadas na educação desde 2001.</p><p><br/></p><p>Por fim, é preciso incentivar  criação de políticas públicas, inspirada na criação de projetos como o europeu GAIA-X, grande projeto de estrutura digital de armazenamento de dados, que surge, no objetivo de, promover a soberania do bloco europeu, além de deslocar o protagonismo americano no tratamento e armazenamento de dados.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/nao-havera-soberania-digital-sem-o-estado/" />
         <pubDate>2024-08-11 16:51:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3072530103</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 8-              IMPORTÂNCIA DA TV ESCOLA E A INSERÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIA .  </title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3077865807</link>
         <description><![CDATA[<p> <strong>CHAT-GPT&nbsp;:</strong>&nbsp; </p><p>A importância da TV escola no Brasil e o desafio de implantação de nova tecnologia.</p><p><br/></p><p><strong>Resposta Gerada:</strong></p><p><br/></p><p>A TV Escola desempenha um papel crucial na educação brasileira, oferecendo uma maneira eficaz de complementar o ensino tradicional e democratizar o acesso ao conhecimento. Criada em 1995 pelo Ministério da Educação, ela tem como principal objetivo apoiar professores e alunos em seu processo de ensino-aprendizagem, oferecendo conteúdos de qualidade que abrangem diversas disciplinas e temas.</p><p>### Importância:</p><p>1. <strong>Acesso a Recursos Educacionais:</strong> A TV Escola disponibiliza uma vasta gama de programas educativos que podem ser utilizados em sala de aula ou como material de apoio em casa.</p><p>2. <strong>Apoio aos Professores:</strong> Oferece conteúdos e metodologias que podem auxiliar os professores a diversificar suas abordagens pedagógicas e enriquecer suas aulas.</p><p>3. <strong>Inclusão e Democratização:</strong> Ao transmitir conteúdos por televisão e pela internet, a TV Escola ajuda a democratizar o acesso a materiais educativos, alcançando locais onde outros recursos podem ser limitados.</p><p>4. <strong>Flexibilidade no Aprendizado:</strong> Alunos de diferentes regiões e contextos socioeconômicos podem acessar conteúdos de qualidade, fomentando a equidade no aprendizado.</p><p>### Desafios na Implantação de Nova Tecnologia:</p><p>1. <strong>Infraestrutura e Acesso à Internet:</strong> Embora a internet tenha se expandido significativamente, ainda existem desafios em relação à disponibilidade e à qualidade da conexão em áreas rurais ou mais remotas.</p><p>2. <strong>Formação de Professores:</strong> É necessário capacitar educadores para que possam integrar efetivamente novas tecnologias ao currículo escolar e utilizá-las de maneira que realmente beneficie os alunos.</p><p>3. <strong>Desigualdade Digital:</strong> A diferença no acesso a dispositivos tecnológicos entre estudantes de diferentes realidades econômicas pode agravar desigualdades no aprendizado.</p><p>4. <strong>Atualização de Conteúdos:</strong> É importante manter os materiais atualizados e relevantes, incorporando novas descobertas e metodologias pedagógicas.</p><p>5. <strong>Engajamento Estudantil:</strong> Garantir que os conteúdos digitais sejam atraentes e mantenham o interesse dos alunos pode ser um desafio, especialmente em comparação com os meios tradicionais de ensino.</p><p>A implementação bem-sucedida de novas tecnologias nas iniciativas da TV Escola terá um impacto significativo na melhoria da educação no Brasil, mas requer um esforço colaborativo entre governo, educadores, alunos e comunidade para superar esses desafios.</p><p><br/></p><p><strong>BREVE PARECER:</strong></p><p><br/></p><p>O artigo intitulado "O programa TV Escola: desafios à introdução de novas tecnologias" de autoria de  Sônia M Draibe e José Roberto Rus Perez (Universidade Estadual de Campinas), surge no objetivo de, analisar  a implementação dos programas Federais Kit Tecnológico e TV Escola em redes públicas brasileiras, destacando desafios e vantagens na educação a distância.</p><p><br/></p><p>Para tanto, ao lançar a pergunta ao CHAT-GPT: "A importância da TV escola no Brasil e o desafio de implantação de nova tecnologia", percebemos perceber tanto na IA quanto no artigo, sinalização relacionado a falta de investimento ou profissional especializado.</p><p><br/></p><p>Desta forma, ambas respostas, esquece da LDB de 1996, que determina o funcionamento da instituição "escola" , de forma multidisciplinar. </p><p><br/></p><p>Sendo assim, quando atribuímos funções nova a esse contexto, devemos inserir novos profissionais, que irá contribuir para dialogar com o corpo docente, potencializando o trabalho de inserção de novas tecnologias.  </p><p><br/></p><p>O que não isenta a atualização do profissional da educação, mas, possibilita amenizar a carga horária exaustiva muito recorrente.</p><p><br/></p><p>Por fim, é necessário à criação de  políticas públicas, que insira profissionais habilitados na área de conhecimento Computação e novas tecnologias, que possibilite expandir o ensino , além do restrito manual o livro didático.</p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=gmzf6WiRr1g" />
         <pubDate>2024-08-16 15:09:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3077865807</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 9- DESAFIO DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR NA ERA DIGITAL.</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3102369280</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>PERGUNTA AO CHATGPT</strong>: Desafio da formação de professores na era digital.</p><p><br/></p><p>A formação de professores na era digital é um tema muito relevante, especialmente considerando as rápidas mudanças tecnológicas e a crescente inclusão de ferramentas digitais no ambiente educacional. Aqui estão alguns pontos importantes a serem considerados:</p><p>1. <strong>Desenvolvimento de Competências Digitais</strong>: É fundamental que os professores desenvolvam habilidades para utilizar tecnologias digitais eficientemente. Isso inclui o uso de plataformas de ensino a distância, ferramentas de colaboração online e recursos educacionais abertos.</p><p>2. <strong>Educação Baseada em Projetos</strong>: A era digital permite que os professores implementem metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em projetos, onde os alunos podem trabalhar em tarefas que utilizam tecnologia e resolvem problemas reais.</p><p>3. <strong>Integração de Tecnologias na Pedagogia</strong>: Os docentes devem aprender a integrar diferentes tipos de tecnologias em suas práticas pedagógicas, promovendo a inovação na sala de aula e adaptando materiais didáticos para formatos digitais.</p><p>4. <strong>Formação Contínua</strong>: A atualização constante é essencial. Programas de formação contínua e workshops sobre novas ferramentas e métodos de ensino são necessários para que os professores mantenham-se atualizados com as tendências educacionais.</p><p>5. <strong>Crítica e Ética Digital</strong>: Além de habilidades técnicas, é importante que os professores sejam capacitados a ensinar sobre o uso ético da tecnologia, segurança online e promoção de um comportamento responsável nas redes sociais.</p><p>6. <strong>Engajamento dos Alunos</strong>: A tecnologia pode ser uma aliada importante para aumentar o engajamento dos alunos, utilizando recursos interativos, jogos e outras ferramentas que tornam o aprendizado mais atraente.</p><p>7. <strong>Inclusão Digital</strong>: A formação deve focar também em garantir que todos os alunos, independentemente de seu contexto socioeconômico, tenham acesso às tecnologias e aprendam a usá-las de forma eficaz.</p><p>A formação de professores na era digital é um desafio, mas também uma oportunidade para transformar a educação e torná-la mais relevante e eficaz para as novas gerações.</p><p><br/></p><p><strong>BREVE PARECER: </strong></p><p><br/></p><p><strong>O artigo de  </strong>Maria Helena Bonilla traz como abordagem <strong>Formação de professores em tempos de web 2.0, </strong>no objetivo de demonstrar estratégia colaborativa e subversão ao pensamento da patente industrial, além de demarcar  a importância de inserir o professor na cultura digital, inserção de novos profissionais na área da computação. Dessa forma, a autora sinaliza a necessidade de criar política pública, que incentive a formação continuada, informatização do ambiente escolar, possibilitando emergir a troca de saberes entre professores em rede.</p><p><br/></p><p>Para tanto, a pesquisadora Bonilla, defende a criação de uma cultura digital docente  desenvolvedora de pesquisa estratégica, a partir do trabalho em grupo, possibilitando a criação de programa e software, gerando compartilhamento e aperfeiçoamento entre pares. Inspirado na cultura do software livre essa iniciativa promove a queda de barreira que impede o acesso a produção do conhecimento em rede.</p><p><br/></p><p>Quando perguntado a temática ao CHATGPT , percebemos que inexiste o incentivo ao pensamento de produção de software livre como alternativa para ter acesso ao conhecimento, as vezes restrito devido as patentes,  ou abordagem relacionada ao incentivo de políticas públicas,  como fator necessário para formação continuada e inserção  do contexto educacional na era da cultura digital. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://umbrasil.com/charges/charge-29012018/" />
         <pubDate>2024-09-04 15:22:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3102369280</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 10-  PRATICA PEDAGOGICA COM TECNOLOGIA</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3102428500</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>PERGUNTA AO CHATGPT: FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O USO DA TECNOLOGIA.</strong></p><p><br/></p><p>A formação de professores para o uso de tecnologia é uma questão essencial no contexto educacional atual. Com a crescente integração da tecnologia nas salas de aula, é fundamental que os educadores estejam preparados para utilizá-las de forma eficaz. Aqui estão algumas diretrizes e tópicos que podem ser abordados na formação de professores:</p><p>1. <strong>Alfabetização Digital</strong>: Ensinar os professores a utilizar ferramentas digitais, como computadores, tablets, e softwares educacionais.</p><p>2. <strong>Integração Curricular</strong>: Como integrar a tecnologia ao currículo de maneira que complemente e enriqueça o aprendizado dos alunos.</p><p>3. <strong>Uso de Plataformas Educativas</strong>: Treinar os professores para usar plataformas online de ensino, como Google Classroom, Moodle, entre outras.</p><p>4. <strong>Criação de Conteúdos Digitais</strong>: Capacitar os professores a criar e utilizar recursos digitais, como vídeos, apresentações e jogos educativos.</p><p>5. <strong>Metodologias Ativas</strong>: Promover o uso de metodologias que incorporam a tecnologia, como aprendizado baseado em projetos e ensino híbrido.</p><p>6. <strong>Avaliação e Feedback</strong>: Utilizar ferramentas tecnológicas para avaliação e fornecimento de feedback aos alunos.</p><p>7. <strong>Ética e Segurança Digital</strong>: Ensinar sobre cidadania digital, privacidade online e como lidar com o ciberbullying.</p><p>8. <strong>Desenvolvimento Profissional Contínuo</strong>: Incentivar a formação contínua e atualizações em relação às novas tecnologias e suas aplicações na educação.</p><p>9. <strong>Comunicação e Colaboração</strong>: Fomentar o uso de ferramentas de comunicação e colaboração entre alunos e professores, como fóruns online e videoconferências.</p><p>A formação deve ser prática e contextualizada, permitindo que os professores experimentem as tecnologias em situações reais de ensino. Além disso, é importante que haja um suporte contínuo e oportunidades para troca de experiências entre os educadores.</p><p><br/></p><p><strong>BREVE PARECER:</strong></p><p><br/></p><p>Com base no livro Jogos Educacionais na Neurociência dos autores Jose Adriano Custodio Ferreira e Monique Brito da Silveira, que traz como abordagem a importância dos jogos digitais para o desenvolvimento de atividades na sala de aula, ao propiciar maior adesão ao conteúdo programático  e maior aprendizagem  através da interatividade coletiva entre estudantes.</p><p><br/></p><p>Ao lançar a pergunta ao IA, percebemos a menção de software educativo como possibilidade de construir o conhecimento na sala de aula, que dialoga com todo conteúdo abordado no artigo supracitado acima. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://oniria.com.br/como-os-games-estao-alinhados-com-a-neurociencia/" />
         <pubDate>2024-09-04 15:53:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3102428500</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ehhh o mundo dá volta camará!!!</title>
         <author>fabiosantos8123</author>
         <link>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3182194853</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>22- 10-2024-Terça-Feira</em></strong></p><p><br></p><p><em>Às 14H da tarde, estive na Escola Sociedade 6 de Janeiro, bairro do Uruguai Salvador - Bahia , para  entregar documentos referente ao Estágio I( seguro, carta de apresentação, ementa a ser desenvolvida durante estágio de observação,  entre outras). </em></p><p><br></p><p><em>Para tanto, a ida na Escola seis de Janeiro, significou  na verdade o retorno, já que,  estive como estagiário no Programa de Apoio aprendizagem  (PAAP), CIEE- SMED- Prefeitura de Salvador.</em></p><p><br></p><p><em>Dessa forma, minha chegada na instituição,  se tornou um momento de saudações de retorno e lembrança do trabalho desenvolvidos anteriormente,  nas turmas de  alunos do 5 ano , que pela necessidade formal da rede de ensino municipal na região, ganharam asas, aportando em outras instituições estaduais.</em></p><p><br></p><p><em>Curioso que tudo isso aconteceu aproximadamente 1 ano atrás. </em></p><p><br></p><p><em>Como será que está Bruna, Jéssica... Espero que esteja acolhidas por uma metodologia que atenda suas necessidades mundana e potencialize seus modos de SER E ESTAR NO MUNDO.   </em></p><p><br></p><p><em>Tempo, tempo , tempo, espiralar...</em></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-22 18:49:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fabiosantos8123/7k5plb9xgtfe9s04/wish/3182194853</guid>
      </item>
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