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      <title>A construção da identidade em contextos interculturais: Percursos individuais, profissionais e sociais. by ELIANA CAMARGO DOS REIS</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-22 14:17:07 UTC</pubDate>
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         <title>“Brasital”</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A história da Brasital começa por volta de 1870, em Salto (SP), onde predominavam as culturas de cana e algodão. Com a chegada da ferrovia em 1873 e o aproveitamento da força do rio Tietê, surgiram as primeiras tecelagens, impulsionando o crescimento urbano e industrial da região.</p><p>Inicialmente, a mão de obra era composta por brasileiros, incluindo mulheres e crianças, mas no final do século XIX foi substituída majoritariamente por imigrantes italianos. Em 1904, as fábricas se uniram na Sociedade Ítalo-Americana, que passou a se chamar Brasital em 1919.</p><p>A Brasital teve grande influência na vida de Salto até os anos 1950, oferecendo infraestrutura como vilas operárias, escola e creche. A maioria dos trabalhadores era do sexo feminino, que conciliava o trabalho com as tarefas domésticas. Jovens ingressavam na fábrica desde os 14 anos.</p><p>A empresa foi adquirida pelo Grupo Santista em 1981 e encerrou suas atividades em 1995. Hoje, o antigo prédio da fábrica abriga um centro universitário.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiasalto.blogspot.com/search/label/brasital">https://historiasalto.blogspot.com/search/label/brasital</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 14:35:51 UTC</pubDate>
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         <title>
“A Presença Negra na Brasital e nas Vilas Operárias”
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         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir de 1919, com a implantação da Brasital, a cidade de Salto passou a vivenciar um modo de vida operário profundamente enraizado na cultura local. Muitas mulheres negras migraram do campo para trabalhar na fábrica, estabelecendo-se nas vilas operárias e formando famílias cujas gerações seguintes também seguiram no trabalho fabril. Suas memórias retratam tanto dificuldades quanto vivências afetivas nas vilas.</p><p>O trabalho, enquanto experiência cultural, sempre foi parte essencial da vida humana. Nas comunidades africanas, ele era vivido de forma coletiva e autônoma, integrado à organização social e às manifestações culturais como festas, rituais e crenças. Com a migração dos povos negros — forçada ou voluntária —, suas práticas culturais se integraram às sociedades ocidentais.</p><p>Na segunda metade do século XIX, Salto, como polo industrial, atraiu muitos negros recém-libertos e vindos da zona rural em busca de melhores condições de vida. Essa migração contribuiu para a formação de comunidades negras na região, marcadas por experiências culturais próprias, transmitidas oralmente pelos mais velhos e relacionadas ao cotidiano fabril.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://casadamemorianegrasalto.com.br/brasital/">https://casadamemorianegrasalto.com.br/brasital/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 14:47:25 UTC</pubDate>
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         <title>“A Vila da Barra”</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Vila da Barra, construída entre 1911 e 1912 pela antecessora da Brasital S/A, foi o primeiro conjunto de moradias operárias de Salto (SP), formado por 30 casas. Localizada na confluência dos rios Jundiaí e Tietê, é considerada um dos núcleos operários mais antigos do estado de São Paulo. O conjunto principal foi voltado para o rio Jundiaí, enquanto casas adicionais junto ao Tietê foram construídas depois, entre 1945 e 1946.</p><p>Além da Vila da Barra, existiram outros conjuntos operários na cidade, como a vila da Brasital e as casas de Porto Góes. A proximidade com a fábrica permitia que os moradores ouvissem o apito de entrada e tivessem tempo de caminhar até o trabalho, evidenciando a forte ligação entre moradia e cotidiano fabril.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiasalto.blogspot.com/2009/01/vila-da-barra.html">https://historiasalto.blogspot.com/2009/01/vila-da-barra.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 14:53:19 UTC</pubDate>
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         <title>“A creche da Brasital”</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>O prédio hoje ocupado pela Secretaria da Cultura e Turismo de Salto foi originalmente construído para funcionar como a creche da Brasital S/A, inaugurada em 1948 por iniciativa do engenheiro Giuseppe Bianchi. Destinada exclusivamente aos filhos dos operários, a creche era administrada por freiras da ordem Filhas de São José, que cuidavam das crianças enquanto as mães trabalhavam na fábrica.</p><p>A creche funcionava como um jardim de infância, atendendo crianças de dois meses a sete anos. Por volta de 1950, cerca de 120 crianças eram assistidas, com alimentação, cuidados médicos e possibilidade de amamentação durante o expediente. Em 1969, a Brasital restringiu o atendimento a crianças de até três anos, e em 1975 transferiu o serviço para um chalé da empresa. Com a venda da fábrica em 1981, a creche foi desativada. O prédio foi desapropriado em 1986 e cedido ao INSS em 1991.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiasalto.blogspot.com/2008/11/creche-da-brasital.html">https://historiasalto.blogspot.com/2008/11/creche-da-brasital.html</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 15:04:56 UTC</pubDate>
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         <title>Clube José do Patrocínio</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A segregação racial presente no cotidiano de Salto, até a segunda metade do século XX, impedia que negros, mestiços e brancos, frequentassem os mesmos espaços nos momentos de lazer. Isso fez com que se desenvolvessem estratégias de diversão, como a criação da Sociedade Instrutiva e Recreativa José do Patrocínio</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://casadamemorianegrasalto.com.br/trabalho-e-lazer/">https://casadamemorianegrasalto.com.br/trabalho-e-lazer/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 15:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>Nova Sede da Associação José do Patrocínio</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Família Dalla Vecchia compra terreno ao lado, vai demolir e construir nova sede para o Clube José do Patrocínio em Salto.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/8vtEWPVLNpc?si=it48fB9Z9Q9RvP-Q">https://youtu.be/8vtEWPVLNpc?si=it48fB9Z9Q9RvP-Q</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 15:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>Casa da Memória Negra de Salto</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A exposição é ativada pelos saraus mensais e café coletivo Café com Pretos, realizado pelo Coletivo Café com Pretos de março a novembro, sempre no último domingo do mês.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://casadamemorianegrasalto.com.br/">https://casadamemorianegrasalto.com.br/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 15:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em Salto, a população pode fazer uma dupla comemoração: os 300 anos de fundação do município e a chegada de sua primeira instituição de ensino superior. O CEUNSP instala a Faculdade Cidade de Salto em um edifício charmoso completamente restaurado e transformado para finalidades educacionais, a antiga empresa Santista Têxtil.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ceunsp.edu.br/o-ceunsp/">https://www.ceunsp.edu.br/o-ceunsp/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 16:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>Santista Têxtil</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>O empreendimento foi adquirido pela “Società per l’Industria Italo-Americana” entre os anos 1904 e 1919, dando origem à Brasital S.A. (1919-1981). A fábrica ainda pertenceu ao Grupo Santista antes ser desativada, em 1995.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://condephaat.sp.gov.br/benstombados/antiga-fabrica-de-tecidos-brasital/">http://condephaat.sp.gov.br/benstombados/antiga-fabrica-de-tecidos-brasital/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 16:38:58 UTC</pubDate>
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         <title>A Presença Italiana na lavoura, indústria e cultura.</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
         <link>https://padlet.com/elianacamargoreis/7jxkqv5i4237umt9/wish/3498221365</link>
         <description><![CDATA[<p>No final do século XIX e início do século XX, Salto passou a receber um grande número de imigrantes, principalmente italianos que vieram para o Brasil em busca de melhores dias. Inicialmente estabelecidos nas áreas rurais, aos poucos foram vindo para a cidade, para trabalhar nas fábricas de tecidos aqui instaladas, principalmente quando a principal delas (a antiga Brasital S.A.) passou para as mãos de italianos, no século passado.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://salto.sp.gov.br/museu-da-cidade-ettore-liberalesso/">https://salto.sp.gov.br/museu-da-cidade-ettore-liberalesso/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://aigiuseppeverdi.com.br/v2/historia/">https://aigiuseppeverdi.com.br/v2/historia/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 17:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>Festa Itálo Saltense</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A 25ª edição da Festa Ítalo-Saltense comemorou os 150 anos da imigração italiana no Brasil.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://salto.sp.gov.br/fotos-25a-festa-italo-saltense-comemora-os-150-anos-da-imigracao-italiana-no-brasil/">https://salto.sp.gov.br/fotos-25a-festa-italo-saltense-comemora-os-150-anos-da-imigracao-italiana-no-brasil/</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 17:23:08 UTC</pubDate>
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         <title>Japoneses em Salto.</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para compreender a história da imigração japonesa em Salto, é essencial consultar os registros de estrangeiros do Museu da Cidade, criados a partir de um decreto de 1938, durante o Estado Novo, que obrigava estrangeiros residentes no Brasil a se registrarem. Entre os quase 900 prontuários, 40 pertencem a japoneses.</p><p>Os registros mais antigos são do casal Choichi e Haruyo Kimura, vindos de Osaka em 1930, que viviam na Chácara do Rosário com seus filhos Kiyoyoshi e Satie, ambos também registrados ao atingirem a maioridade. Há também os irmãos Abe, naturais de Fukushima, que chegaram em 1935 e trabalhavam no Haras São Luiz. Em 1959, surgem os registros de duas mulheres da família Nagata, agricultoras no bairro Monte Alegre: Umeko, solteira, e Kinko, casada e mãe de três filhos.</p><p>Outro registro é de Take e Chiyoka Hirashima, mãe e filha, residentes na Chácara Donalísio, vindas de Fukuoka. Há ainda famílias japonesas no bairro do Buru, como os Tsuji, Zukeran e Yamada, todos lavradores. O único japonês fora do setor agrícola era Tomoharu Murakami, empregado na firma EMAS, residente na área urbana em 1958.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiasalto.blogspot.com/2008/05/presena-japonesa-em-salto.html">https://historiasalto.blogspot.com/2008/05/presena-japonesa-em-salto.html</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 17:34:57 UTC</pubDate>
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         <title>Festa Nipo- Brasileira de Salto.</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
         <link>https://padlet.com/elianacamargoreis/7jxkqv5i4237umt9/wish/3498229248</link>
         <description><![CDATA[<p>A festa ocorre no mês de agosto, sendo realizada pela Associação Nipo-Brasileira de Salto (Anibras) em parceria com a Prefeitura da Estância Turística de Salto. O evento promove as oficinas de origami e escrita japonesa, concursos de Cosplayer’s, oferecendo aos visitantes diversos produtos artesanais típicos da cultura japonesa e uma grande praça de alimentação voltada à culinária oriental.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nippobrasilia.com.br/associacao/anibras-associacao-nipo-brasileira-de-salto-salto-sp/">https://nippobrasilia.com.br/associacao/anibras-associacao-nipo-brasileira-de-salto-salto-sp/</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 17:47:41 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural Ilha da Usina</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Parque Natural da Ilha da Usina, em Salto, é uma ilha artificial de 70 mil m² às margens do rio Tietê, com passarela de 230 metros por dentro da mata nativa e painéis sobre sua biodiversidade. Ao final do percurso, encontra-se o Jardim Japonês e o Memorial da Imigração Japonesa, que homenageiam a forte presença da comunidade nipônica na cidade, representada pela ANIBRAS. A cultura japonesa também é celebrada anualmente na Festa Nipo Brasileira de Salto, que reúne mais de 15 mil pessoas no Pavilhão das Artes.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://salto.sp.gov.br/turismo/atrativos-turisticos/parque-natural-ilha-da-usina/">https://salto.sp.gov.br/turismo/atrativos-turisticos/parque-natural-ilha-da-usina/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 17:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>Santista Têxtil - 1990/1994</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>As imagens acima representam o início da minha trajetória profissional na empresa Santista Têxtil, em 1990.</strong><br>Um fato relevante desse período foi o registro da minha carteira de trabalho, realizado por um funcionário do Ministério do Trabalho, descendente de japoneses. Embora não haja fotos que comprovem a presença desses profissionais, era comum, entre as décadas de 1980 e 1994, sermos atendidos por eles nos escritórios da empresa. Esse detalhe reflete a diversidade étnico-cultural presente no ambiente de trabalho da época.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 20:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>Funcionárias 1990/1994</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Desde a década de 1970, o perfil dos trabalhadores da indústria passou por alterações significativas. Grande parte dos funcionários era composta por migrantes vindos do estado do Paraná e da região Nordeste do Brasil.</strong></p><p>A <strong>primeira foto</strong> é um registro pessoal com colegas de trabalho, cada um oriundo de uma dessas regiões, refletindo a diversidade cultural presente no ambiente da empresa.</p><p>Já a <strong>segunda foto</strong> mostra a apresentação de produtos da Santista Têxtil em uma edição da Feira da Indústria e Comércio de Salto — um evento que deixou de ocorrer após o fechamento da empresa, marcando o fim de um importante ciclo para a economia e a memória local.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_(S%C3%A3o_Paulo)">https://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_(S%C3%A3o_Paulo)</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 21:09:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Qualificação de trabalhadores</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Após anos destinado às atividades da linha de produção, o prédio passou a abrigar um Centro Universitário voltado à formação superior de profissionais em diversas áreas, contribuindo para a qualificação de mão de obra especializada para o mercado de trabalho.</strong></p><p>De maneira simbólica e profundamente afetiva, reencontro-me com a história da Empresa Santista — agora não mais como operária da produção, mas como parte de um novo ciclo. O mesmo espaço que marcou o início da minha vida profissional transformou-se em um centro de conhecimento, e ali, compartilhei mais uma etapa significativa da minha trajetória: desta vez, acompanhando meu filho — que, na época em que eu trabalhava na fábrica, ainda me acompanhava no ventre — em sua formação como engenheiro mecânico.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.cruzeirodosuleducacional.edu.br/conheca-a-historia-do-campus-salto/">https://noticias.cruzeirodosuleducacional.edu.br/conheca-a-historia-do-campus-salto/</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 21:35:33 UTC</pubDate>
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         <title>Comparações simbólicas</title>
         <author>elianacamargoreis</author>
         <link>https://padlet.com/elianacamargoreis/7jxkqv5i4237umt9/wish/3498296781</link>
         <description><![CDATA[<p>O mesmo chão que, no passado, formou trabalhadores para a linha de produção — onde o conhecimento técnico e humano se entrelaçavam —, hoje abriga um Centro Universitário voltado à formação de profissionais qualificados. O espaço foi ressignificado: de fábrica têxtil a ambiente educacional e social, passou a acolher estudantes de diferentes origens e culturas, unidos pela busca do saber e pela construção de novos percursos. Nesse novo cenário, os sujeitos deixam de ser apenas executores de tarefas para se tornarem protagonistas críticos e atuantes em suas comunidades, reforçando a importância da educação como instrumento de transformação social e intercultural.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 21:48:22 UTC</pubDate>
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