<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Mulheres na Segunda Guerra Mundial by Giovanna Silva</title>
      <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial</link>
      <description>1939-1945</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-07 21:51:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-22 20:11:52 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/efc70a299b69d078bc95a83ec452baf7/20796934_AsuDY.jpeg</url>
      </image>
      <item>
         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591202966</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre 1939 e 1945, ocorreu a Segunda Guerra Mundial, conflito que teve seu estopim com a Alemanha, país que estava sobre o regime totalitário nazista, desrespeitando o Tratado de Versalhes e anexando territórios do Corredor Polonês. Devido a isso, a Inglaterra e a França uniram-se originando aos Aliados, enquanto que a Alemanha e o Japão associaram-se no Eixo. <br>Em situações de conflitos ou guerras,&nbsp; os papéis sociais típicos frequentemente são&nbsp; remodelados em função das necessidades; se durante a Primeira Guerra Mundial as mulheres passaram a trabalhar em fábricas produzindo munição; na Segunda Guerra a participação delas seria ainda mais ativa, especialmente nos países Aliados. Na Segunda Guerra Mundial ocorreu a <mark>maior contribuição feminina a combates na história, as mulheres passaram a atuar desde engenheiras e construtoras até ativamente no fronte</mark>. A Inglaterra e URSS foram os primeiro países a reconhecerem a necessidade do esforço das mulheres, que em um primeiro momento foram incentivadas a se alistar, e depois convocadas.&nbsp; Como elas, nessa época, desempenhavam principalmente o papel de mãe, esposa e dona de casa, as mulheres convocadas eram geralmente solteiras.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-07 22:15:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591202966</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CURIOSIDADE SOBRE O CANADÁ</title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591217523</link>
         <description><![CDATA[<div>O Canadá teve um quarto de seu esforço de guerra representado por mulheres. Em 1941, foi criada a Força Aérea Feminina Auxiliar do Canadá e&nbsp; o Serviço Feminino Armado Canadense, e ainda&nbsp; a Reserva Feminina da Marinha Real do Canadá. Dentre as principais atividades&nbsp; exercidas pelo gênero&nbsp; estavam a administração, construção e desenvolvimento de aviões, armas, navios, motoristas, e até mesmo no front como enfermeiras ou em combate.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://maps.googleapis.com/maps/api/staticmap?center=Canad%C3%A1&amp;key=AIzaSyD3kjetwpeAYF-eXThlRhc1F1EYwsQvHcY&amp;scale=2&amp;size=640x480&amp;maptype=satellite&amp;language=pt&amp;region=BR&amp;markers=Canad%C3%A1" />
         <pubDate>2021-06-07 22:27:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591217523</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AS TORTURADORAS DA SS - eixo</title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591224352</link>
         <description><![CDATA[<div>Ravensbruck era o maior <mark>campo de concentração e extermínio feminino nazista</mark>, onde pelo menos 30 mil mulheres foram mortas e 3.500&nbsp; começaram trabalharam como guardas, que se espalharam por toda a Alemanha.<br>Em 1944, empregos com alimentação gratuita, moradia e roupas passaram a ser prometidos a mulheres alemãs, as quais passaram a usar a farda da SS (Esquadrão de Proteção - Schutzstaffel - importante ferramenta de terror da Alemanha nazista ) e a morar em chalés dentro do campo Ravensbruck, junto com seus filhos.&nbsp;</div><div>Uma das prisioneiras que testemunhou a crueldade de atrocidades cometidas pelas guardas foi Selma van de Perre, que afirma que muitas prisioneiras foram espancadas, maltratadas, torturadas e&nbsp; assassinadas pelas&nbsp; alemãs por mulheres que seriam apelidadas como "Brygyda sangrenta" ou "revólver Anna".<br>Depois da guerra apenas 77 das milhares de guardas da SS foram a julgamento; uma vez que muitas delas passaram a fingir serem simples ajudantes ignorantes, se casaram e mudaram de nome, sendo&nbsp; esquecidas. &nbsp;<br>Essas torturadoras em sua maioria possuíam pouca escolaridade, e falta de oportunidades e foram doutrinadas pela Ideologia nazista, e mesmo após o fim da guerra muitas delas não demonstram remorso ou arrependimento: uma das guardas considera seu período de atividade a época mais feliz de sua vida. Outro exemplo é Herta Bothe, que foi perdoada e alegou publicamente, em 1999,&nbsp; que não se arrependia: "Eu cometi um erro? Não. O erro foi que era um campo de concentração, mas eu tinha que ir para lá, caso contrário eu mesma teria sido colocada nele. Esse foi meu erro.”, o que não se afere verdade, já que elas tinham poder sobre como tratar os prisioneiros e liberdade para deixar seus empregos.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-07 22:34:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591224352</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PAÍSES ENVOLVIDOS</title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591230578</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/807f36c03decd8eed714397efe489aa0/Captura_de_tela_2021_06_07_193928.png" />
         <pubDate>2021-06-07 22:39:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591230578</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NANCY WAKE - aliados</title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591238420</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascida na Nova Zelândia, a jornalista que se mudou para a França, chegou a ser<mark> a pessoa mais procurada pelos nazistas</mark> e recebeu o apelido de rato branco, pela sua facilidade de passar despercebida.</div><div>Após a França ser tomada pelos nazistas, Wake se juntou a grupos de resistência, e tinha o objetivo de&nbsp; facilitar o retorno de soldados ingleses ao Reino Unido; em 1940 a neozelandesa chegou presa pelos soldados nazistas, porém ela conseguiu enganá-los&nbsp; sobre sua identidade e foi libertada.&nbsp;</div><div>Nancy continuou a operar na resistência e a Gestapo (polícia secreta oficial da Alemanha Nazista) chegou a oferecer uma recompensa de 5 milhões de francos por ela, sendo a mulher mais procurada pelos nazistas. Então ela fugiu para o Reino Unido onde passou a atuar junto com Krystyna Skarbek, à Executiva de Operações Especiais, e descobriu que seu marido havia sido capturado e assassinado pela Gestapo. A partir de tal ponto, em 1944&nbsp; ela se torna coordenadora de ataques, passando a participar como comandante de várias operações.<br>&nbsp;A operação Netuno precedeu o dia D,&nbsp; Nancy estava entre os diversos grupos de guerrilha como uma comandante, participando mais uma vez na luta contra o Eixo. Foi uma sobrevivente e, após a guerra, retornou à Austrália, escreveu 2 livros e faleceu aos 98 anos em 2011.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-07 22:46:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591238420</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591244072</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1230577459/eddbb015336006ecbd08b10a96598c21/nw.jpg" />
         <pubDate>2021-06-07 22:51:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591244072</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591250013</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1230577459/4c3b16a07c1318e66de96354585d5b92/tss.jpg" />
         <pubDate>2021-06-07 22:57:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591250013</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591254731</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/0aada5791efcba10adfcaf50c5061783/download.jpg" />
         <pubDate>2021-06-07 23:01:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1591254731</guid>
      </item>
      <item>
         <title>BRUXAS DA NOITE - aliados</title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594166386</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As</strong> aviadoras que ficariam conhecidas como The Night Witches (Bruxas da Noite) constituíam o 588º Regimento de Bombardeio Aéreo Noturno da URSS. Tal regimento ficou consagrado pela valentia e empenho das aviadoras que <mark>se lançavam sem paraquedas</mark> em aviões obsoletos durante as frias noites da guerra.</div><div>Teriam cumprido entre os anos de 1942 e 1945 mais de 23 mil missões de ataque com dedicação e despejado toneladas de bombas sobre as posições alemãs.&nbsp;</div><div>O apelido do 588º teria sido dado pelos alemães em decorrência da tática utilizada pelo esquadrão feminino: as aviadoras <mark>desligavam os motores dos aviões quando próximas de seus alvos</mark>, o que fazia com que os soldados germânicos não detectassem sua presença até ser tarde demais.</div><div>Essa lembrança mais os fatos de atacarem à noite e atormentarem com bombas teria originado o apelido, que, embora pejorativo, acabou por ser tomado como elogio pelas guerreiras.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/48836d033a09185ea035a1abfc9e9398/Capa_Bruxas.jpg" />
         <pubDate>2021-06-08 22:42:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594166386</guid>
      </item>
      <item>
         <title>KRYSTYNA SKARBEK - aliados</title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594392478</link>
         <description><![CDATA[<div>Natural na Polônia, de 1908, foi uma importante peça para as forças britânicas; foi a primeira espião mulher que trabalhava para a Inglaterra na segunda guerra mundial.</div><div>Uma das conquistas de Krystyna foi quando, com muita bravura e persistência, conseguiu criar uma passagem pelas montanhas para escapar de uma parte da Polônia ocupada pelos nazistas. Por lá, centenas de pilotos poloneses, que mais tarde teriam um&nbsp; papel decisivo na Batalha da Grã-Bretanha (1940)<em>, </em>obtiveram sua fuga.&nbsp;</div><div>Sua aventura mais famosa foi quando, sozinha, marchou quartel general Gestapo adentro. Lá, ordenou a liberação de dois companheiros seus que seriam executados naquela tarde. Com ameaças, promessas e a mentira de que era sobrinha do General Montgomery, de alguma forma ela foi capaz de persuadir o chefe Gestapo a soltar os dois rapazes.&nbsp;</div><div>Um feito seu menos falado, mas não menos intrigante, foi o de quando domou o cachorro de um soldado alemão; o animal foi encantado por ela e se virou contra os alemães.</div><div>Tragicamente, em 1952, um ex-namorado obcecado a assassinou. Seus poucos pertences, como medalhas e sua faca, ficam agora no Museu Sikorski, em Princes Gate, Londres.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-09 00:57:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594392478</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594422196</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1230577459/b4824ff9d3efc733d39a8057b664e088/ks.jpg" />
         <pubDate>2021-06-09 01:10:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594422196</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594434610</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1230577459/bffdfd1794817da71b2e8987746808a5/ks1.jpg" />
         <pubDate>2021-06-09 01:16:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1594434610</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANDRÉE BORREL - aliados</title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1595383706</link>
         <description><![CDATA[<div>Aos dezenove anos de idade a francesa<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9e_Borrel"> </a>Andrée Borrel não teve dúvidas ao ver o seu país ocupado por nazistas: ela resistiria. Logo após a ocupação, Borrel se uniu à Resistência Francesa e participou ativamente de uma rede que trabalhava para enviar soldados britânicos feridos de volta ao Reino Unido. Em 1941, no entanto, o grupo foi descoberto e Borrel teve que fugir para Lisboa, onde ficou até o ano seguinte. Em 1942, ela foi para Londres e se uniu à&nbsp; Executiva de Operações Especiais (SOE).<br>De volta em Paris, Borrel trabalhou com espionagem e sabotagem de guerra para a rede Prosper e em pouco tempo já era a segunda em comando na rede. Infelizmente, o grupo foi traído e, em 1943, vários de seus membros (inclusive Borrel) foram presos pela Gestapo e <mark>enviados para um campo de concentração</mark>.<br>Lá, Borrel e seus colegas receberam injeções letais antes de serem incinerados, mas ela não se entregou tão fácil: depois de receber a injeção, ainda assim acordou e lutou com unhas e dentes, deixando uma grande cicatriz no rosto de um dos executores. Seus esforços, no entanto, foram em vão e ela acabou sendo queimada viva.</div><div>Borrel foi reconhecida postumamente pelo governo francês com uma Croix de Guerre (uma condecoração militar francesa) e aparece na Lista de Honra do Memorial da Executiva de Operações Especiais.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-09 10:18:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1595383706</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VIRGINIA HALL (SENHORA QUE MANCA) - aliados</title>
         <author>enzoonishi</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1595392020</link>
         <description><![CDATA[<div>Hall era americana, mas estava em Paris quando a guerra estourou. Sem querer ficar parada, ela trabalhou como motorista de ambulância até a ocupação, quando então fugiu para Londres e ingressou na SOE (Special Operations Executive). De volta à França, ela organizou a resistência na região de Vichy, ajudou soldados feridos e comandou incursões sob o disfarce de correspondente estrangeira do The New York Times. Em 1942, os alemães declararam Hall<mark> uma das mais perigosas espiãs dos Aliados</mark>, apelidando-a de<em> A Senhora que Manca</em>. Voltou aos EUA e logo ingressou na Agência de Serviços Estratégicos (OSS).&nbsp;<br>Em território francês, Hall mapeou zonas para entrega de suprimentos e soldados da Inglaterra, encontrou abrigos, treinou três batalhões de forças da Resistência em táticas de guerrilha contra os alemães, organizou sabotagens, ajudou a Resistência no dia D.Mais e mais tarde, Virginia ingressou na CIA, onde trabalhou até se aposentar em 1966!!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://todoenmodelismo.website/wp-content/uploads/2019/12/Virginia-Hall-2.jpg" />
         <pubDate>2021-06-09 10:25:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1595392020</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LIVRO SOBRE AS BRUXAS DA NOITE</title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596005231</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-09 14:59:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596005231</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596080228</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/0fe07ae13ce8e98a0894e4b0a9e1b233/0ea6f6bd46755c018d988a826f3b8078.jpg" />
         <pubDate>2021-06-09 15:26:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596080228</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596080836</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/910f5e61753dd9f608b26ab2bab5c0bd/ab.jpg" />
         <pubDate>2021-06-09 15:26:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596080836</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ZARA LEANDER - eixo ou aliados?</title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596118976</link>
         <description><![CDATA[<div>Quem era Zara Leander <mark>realmente?</mark> Ela foi a maior atriz do Terceiro Reich. Admirada pelos nazistas, Zara se tornou a diva do cinema mais bem paga já contratada pela UFA (companhia cinematográfica nazista). E até hoje ela está intimamente ligada à memória coletiva do que foi o cinema na Alemanha durante o governo de Hitler.<br>Porém, no auge de sua carreira, em 1943, Zarah Leander deixou sua mansão em Berlim e retornou ao seu país natal, a Suécia. Então, espalharam-se rumores que determinaram o mito de Zarah Leander: uma diva nazista ou uma espiã soviética?<br>No fim do dia, não foi confirmada sua participação na espionagem da URSS, porém, gerou lucro e promoveu o cinema do Terceiro Reich.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-09 15:40:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596118976</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ELIZABETH II E SUA PARTICIPAÇÃO NA 2GM - aliados</title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596172644</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando a guerra começou, Elizabeth era uma princesa e tinha apenas 14 anos. Por ser muito jovem, ela realizava transmissões de rádio tentando tranquilizar outras crianças e fortalecer homens e mulheres que serviam o país.</div><div>No início de 1945, aos 19 anos, apesar de certa resistência da família, Elizabeth conseguiu se alistar no exército para ajudar como fosse possível. Entrou, então, para o&nbsp; Serviço Feminino Auxiliar (ATS em inglês) e começou atuando como mecânica reparando os automóveis e também se habilitou para dirigir ambulâncias, jipes e caminhões. A participação da futura rainha da Inglaterra teve grande repercussão na mídia e ela ganhou o apelido de princesa mecânica.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/1a7fd849e12b98d0eb64c8d9da305446/elizabeth_segunda_guerra_capa_widexl.jpg" />
         <pubDate>2021-06-09 15:59:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596172644</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596200172</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=0zDL4j9haQ0" />
         <pubDate>2021-06-09 16:08:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596200172</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lydia Litvyak - aliados</title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596209672</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a década de 1930, o governo soviético incentivou que mulheres entrassem em campos dominados por homens, como a indústria e aviação. Muitas delas se ofereceram para atuar na linha de frente e quase 200 mil serviram na defesa aérea.</div><div>Em junho de 1941, depois que os alemães atacaram a União Soviética, Lydia Litvyak se ofereceu para ingressar em uma unidade de aviação militar, mas foi recusada por falta de experiência. Determinada, ela acrescentou 100 horas adicionais de tempo de voo em seu formulário, sendo finalmente admitida no Regimento de Caças 586, composto exclusivamente por mulheres.</div><div>A unidade de combate da qual ela fez parte era gerenciada por Marina Raskova, e também contava com o Regimento de Bombardeiros Noturnos 588, as famosas Bruxas da Noite.</div><div>Em 13 de setembro de 1942, em sua segunda missão de combate, a jovem abateu um bombardeiro alemão e um soldado não identificado, marcando suas primeiras mortes na carreira e levando-a a atingir a posição de <mark>primeira mulher a matar combatentes inimigos no ar durante a Segunda Guerra Mundial.</mark> Depois disso, Lydia ficou conhecida como a Rosa Branca de Stalingrado.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-09 16:11:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596209672</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovannachabert</author>
         <link>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596242125</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800741688/537e4247178f26fba7510a790a96a5d7/Lidiya_Litvyak_fan_art.jpg" />
         <pubDate>2021-06-09 16:22:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/giovannachabert/mulheresnasegundaguerramundial/wish/1596242125</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
