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      <title>Meu Memorial Fabuloso 2 by Jhonnathan Pereira</title>
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      <description>Memorial das aulas de Seminário Temático II</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-30 21:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cabeçalho:</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-30 21:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>Quem Sou Eu?</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo "Jhonnathan Pereira" e Nasci dia 06/09/2000. Escrevo poesias, contos e outras coisas... Sou formado em Inglês pela Achieve Languages By Oxford e curso Letras do português na UNEB XXI.&nbsp;</p><p>Sou natural de São Paulo que agora resido em Ipiaú - BA, fui premiado pelo CDA-SC e pela IFSC com o prêmio de Multiprodução em 2023.&nbsp;</p><p><br></p><p>Me descobri poeta e escritor após entrar no mundo da literatura pela UNEB, apesar de todas as dificuldades, me mantenho convicto das minhas aptdões e habilidades. </p><p><br></p><p>Tenho uma plena noção de que as coisas são mais difíceis quando olhamos de baixo, ainda mais difíceis quando não estendemos as mãos para quem precisa de apoio. </p><p>O início do curso, foi muito complicado, mas defini alguns objetivos com o curso. </p><p>Minhas metas para este curso, são claras... Desejo aprimorar minha escrita na língua portuguesa e expandir meus horizontes quanto às questões literárias. Minha maior meta é a publicação de um livro com todos os meus contos escritos, que são aproximadamente 40.  </p><p><br></p><p>Como senti muita dificuldade, imaginei que outras pessoas também sentiriam a mesma dificuldade. Pensando nisto, criei um guia prático sobre poemas e coisas do tipo. No entanto, de forma muito dinamizada. Deixei disponível gratuitamente no link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://encr.pw/GuiaPratico-3-0">https://encr.pw/GuiaPratico-3-0</a></p><p><br></p><p>Desejo fazer parte da história da literatura brasileira e quem sabe do mundo! Embora pareça um sonho distante, estou buscando esse objetivo e os prováveis complementos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-30 21:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>09/08/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3104203308</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste momento, foi-nos apresentado um conto que se tratava de uma gata com manias peculiares. Após a leitura, debatemos sobre o que a obra abordava. </p><p>O conto apresenta uma narrativa simples, mas rica em simbolismo e camadas de interpretação.</p><p><br/></p><p>Falaremos um pouco dos personagens: </p><p><br/></p><p>A protagonista do conto é uma gata selvagem, que ao longo da história busca viver com o animal "mais esperto da selva." Essa escolha de personagem é interessante, pois a gata é um símbolo de astúcia, independência e adaptabilidade, características que se refletem nas suas ações e decisões ao longo da narrativa. Cada novo companheiro que ela escolhe é uma criatura considerada mais forte ou perigosa, mas sempre acaba sendo superada por outro animal ou entidade mais poderosa.</p><p><br/></p><p>O tema não por acaso e vale a reflexão.</p><p><br/></p><p>O tema principal é a busca por poder ou superioridade, manifestada na jornada da gata que muda de parceiro sempre que um ser aparentemente mais forte aparece. Ela está constantemente mudando sua lealdade em uma tentativa de estar associada ao "mais esperto", sugerindo uma reflexão sobre a natureza ilusória do poder. Ao longo da história, as figuras de força vão sendo subvertidas: o gato, o leopardo, o leão, o elefante e, finalmente, o homem, todos caem em algum momento, demonstrando que a "superioridade" é sempre relativa e passageira.</p><p><br/></p><p>Outro tema interessante é a inteligência contra força. A gata inicialmente associa esperteza à força física (gato, leopardo, leão, elefante), mas acaba percebendo que o poder humano não está na força física, mas na astúcia, até chegar à conclusão de que a mulher, com sua sutileza e controle sobre a vida doméstica, é a mais esperta de todos.</p><p><br/></p><p>A mensagem central do conto parece girar em torno da ideia de que o poder é algo efêmero e que a verdadeira inteligência não reside necessariamente na força física ou na capacidade de subjugar outros. Ao final, a gata encontra a verdadeira "criatura mais esperta da selva" não no homem, mas na mulher. Isso pode ser visto como uma valorização do poder silencioso e da influência indireta que a mulher exerce no ambiente doméstico e social, algo muitas vezes subestimado.</p><p><br/></p><p>A estrutura repetitiva do conto reforça a ideia de ciclos, mudanças constantes e da inevitável superação de cada forma de poder. Além disso, a presença da gata em todos esses ciclos reflete uma astúcia própria: ao mudar constantemente de parceiro, ela consegue sobreviver e se adaptar às novas circunstâncias. Isso sugere que a esperteza real pode estar, ironicamente, nela mesma — na sua habilidade de reconhecer a superioridade dos outros e de se aliar ao poder em cada situação.</p><p><br/></p><p>Este conto é, ao mesmo tempo, uma parábola sobre o poder e uma celebração da inteligência sutil e adaptativa. A gata, que começa procurando uma criatura mais esperta para seguir, termina mostrando que sua capacidade de observação e de adaptação é o verdadeiro trunfo. É uma reflexão sobre a fluidez do poder e sobre como a esperteza pode se manifestar de formas inesperadas, especialmente nas figuras menos óbvias, como a mulher no contexto final.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 13:01:37 UTC</pubDate>
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         <title>02/09/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3104203870</link>
         <description><![CDATA[<p>Após conversar um pouco sobre os próximos passos do componente, e afirmar algumas considerações da aula anterior, foi-nos proposto trazer a entrevista sobre uma personalidade negra feminina que morasse por perto e que tivesse destaque em algo que faz. </p><p>Enaltecendo seu sucesso e mostrando o percurso trilhado  e quais foram os desafios até chegar onde se encontra. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 13:01:55 UTC</pubDate>
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         <title>12/08/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3104207558</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta noite, foi nos apresentado à ementa do curso Seminário Temático Interdisciplinar II e como seriam conduzidas as aplicações das aulas e adaptações das ideias que seriam construídas ao longo do semestre. </p><p><br/></p><p>Foi feito uma breve explicação das propostas que se seguiriam e mostrados alguns aspectos que seriam focados no percurso. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 13:03:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>26/08/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3122689667</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, abordamos um tema recorrente e interessante. </p><p>Segundo o texto <strong>Racismo estrutural e institucional</strong> são conceitos inter-relacionados que descrevem como o racismo é perpetuado em diferentes esferas da sociedade, tanto de forma sistêmica quanto institucionalizada, afetando a vida de grupos raciais de maneira ampla e contínua. Vamos explorar cada um desses conceitos:</p><p><br/></p><p>Racismo Estrutural:</p><p>O <strong>racismo estrutural</strong> refere-se ao conjunto de práticas, políticas, e normas sociais que, ao longo do tempo, consolidaram um sistema de discriminação racial profundamente enraizado nas estruturas sociais, econômicas e políticas de uma sociedade. Ele não depende de ações individuais, mas está presente nas instituições e processos que regem a sociedade. Isso significa que, mesmo que não haja intenção explícita de discriminar, as regras e normas vigentes resultam em desvantagens contínuas para certos grupos raciais.</p><p>No contexto do racismo estrutural:</p><ul><li><p>As desigualdades raciais são reproduzidas automaticamente pela sociedade.</p></li><li><p>O acesso desigual a oportunidades educacionais, saúde, moradia e empregos se perpetua ao longo das gerações.</p></li><li><p>Os grupos historicamente marginalizados, como pessoas negras e indígenas, são sistematicamente prejudicados, mesmo em ausência de atitudes abertamente racistas.</p></li></ul><p>Um exemplo de racismo estrutural é o impacto da segregação racial histórica. Mesmo depois do fim formal de políticas segregacionistas, comunidades negras podem continuar a viver em áreas com menos investimentos em infraestrutura, educação e saúde, perpetuando a pobreza e desigualdade.</p><p>Racismo Institucional:</p><p>O <strong>racismo institucional</strong> é uma forma específica de racismo estrutural que se manifesta dentro de organizações e instituições, como no sistema de justiça, nas escolas, empresas e no governo. Ele se refere a políticas, práticas e comportamentos institucionais que criam e mantêm desigualdades raciais, mesmo que não sejam explicitamente baseados em preconceitos.</p><p>Características do racismo institucional incluem:</p><ul><li><p>Políticas que parecem neutras à primeira vista, mas que têm um impacto desproporcional em certos grupos raciais.</p></li><li><p>Ações ou omissões por parte de organizações que resultam em discriminação racial, seja intencional ou não.</p></li><li><p>Barreiras ao acesso a recursos e oportunidades para minorias raciais, como menos promoções no mercado de trabalho, ou diferenças de tratamento no sistema de justiça.</p></li></ul><p>Um exemplo clássico é o perfilamento racial por parte da polícia, em que pessoas de determinadas etnias são paradas e revistadas com muito mais frequência, mesmo sem indícios claros de crime.</p><p>Interconexão entre Racismo Estrutural e Institucional:</p><p>Enquanto o racismo institucional acontece dentro de organizações específicas, ele faz parte de um sistema mais amplo de racismo estrutural. As instituições são moldadas pelas estruturas de poder e pelos padrões sociais existentes, que foram historicamente construídos sobre a exclusão e marginalização de certos grupos raciais. Dessa forma, os dois conceitos se reforçam mutuamente, perpetuando as desigualdades raciais em diferentes dimensões da vida social.</p><p>Combater o Racismo Estrutural e Institucional:</p><p>A luta contra o racismo estrutural e institucional exige mudanças profundas nas políticas públicas, nas práticas organizacionais e nos comportamentos individuais. Algumas estratégias incluem:</p><ul><li><p><strong>Revisão de políticas institucionais</strong> que perpetuam desigualdades raciais.</p></li><li><p><strong>Educação sobre racismo</strong> e a conscientização sobre privilégios e desvantagens históricas.</p></li><li><p><strong>Ações afirmativas</strong> que buscam corrigir desigualdades históricas no acesso à educação e ao mercado de trabalho.</p></li><li><p><strong>Reformas no sistema de justiça</strong>, saúde e educação para garantir igualdade de tratamento e oportunidades.</p></li></ul><p><br/></p><p>Após o debate, assistimos um vídeo sobre identidade a partir do cabelo (no caso o afro). O qual é estigmatizado por algumas pessoas no mundo. De qualquer modo, a identidade a partir do cabelo, especialmente no contexto de crianças, famílias e comunidades afro-brasileiras, é um tema profundamente significativo e tocante, pois o cabelo carrega não só aspectos estéticos, mas também culturais, históricos e políticos. No caso de crianças, a relação com o cabelo pode influenciar profundamente a formação da autoimagem e autoestima, enquanto, para as famílias, o cuidado com o cabelo pode ser uma forma de transmissão de valores, aceitação e orgulho de suas origens. </p><p><br/></p><p>O cabelo, especialmente em comunidades negras e indígenas, tem sido historicamente alvo de discriminação e estigmatização. Padrões de beleza eurocêntricos, que privilegiam cabelos lisos e claros, contribuíram para que muitas pessoas com cabelos crespos ou cacheados fossem incentivadas, ou até pressionadas, a alisar ou mudar suas características naturais, a fim de se enquadrar nesses padrões. Esse contexto afeta diretamente a maneira como as crianças se veem e como percebem seu valor e beleza.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 02:02:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>09/09/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3122720847</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula massa, os alunos que conseguiram a personalidade dentro dos parâmetros da aula anterior, puderam apresentar suas entrevistas. Um detalhe que achei pertinente, foi que mesmo com dificuldades, nenhuma delas se vitimizou a um ponto de parar de lutar. </p><p><br/></p><p>Depois, uma professora do CETEP, a prof Raviely. A moça de origem humilde, realizou seus sonhos com muito esforço, até PM se tornou. Mas ressaltou a importância de não parar para as dificuldades e evitar reclamar de coisas bobas que só atrapalham. </p><p><br/></p><p>Então, que todo o processo de resiliência e plano de carreira andem de mãos dadas e que resistam a este mundo preconceituoso e racista.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 02:26:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>16/09/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3122727426</link>
         <description><![CDATA[<p>Resumo crítico: </p><p><br/></p><p>O episódio 1 de "Sankọfa: A África Que Te Habita" explora o conceito de Sankofa, uma palavra da língua Akan, que significa "retornar ao passado para buscar o que foi esquecido". </p><p><br/></p><p>A série aborda as raízes africanas na formação da identidade brasileira, questionando a invisibilidade da cultura africana na sociedade moderna. </p><p><br/></p><p>O episódio reflete sobre a importância de se reconectar com a ancestralidade, destacando como esse vínculo pode transformar a percepção sobre herança cultural, racismo e identidade coletiva.</p><p><br/></p><p><em>Link do vídeo: </em></p><p>https://youtu.be/8133gXVi_MY?si=4D2fXrPaPBqnSjGb</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 02:32:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>23/09/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3122734356</link>
         <description><![CDATA[<p>Rsumo crítico:</p><p><br/></p><p>O documentário "Guerras do Brasil" explora os principais conflitos que moldaram a história do país, revelando como a violência foi intrínseca à formação da sociedade brasileira.</p><p><br/></p><p> A série aborda desde a chegada dos colonizadores e a resistência indígena, passando pelas revoltas de escravizados, até os conflitos contemporâneos nas favelas. </p><p><br/></p><p>O documentário critica a forma como essas guerras internas foram negligenciadas pela narrativa oficial, mostrando o impacto duradouro da desigualdade e do racismo. A produção provoca uma reflexão sobre a luta por justiça e poder ao longo dos séculos.</p><p><br/></p><p>Entre os detalhes importantes estão a resistência indígena contra os colonizadores, as revoltas de escravos, como a Revolta dos Malês, e a Guerra de Canudos. </p><p><br/></p><p>O documentário expõe como a violência sempre esteve associada à manutenção do poder, evidenciando as profundas desigualdades sociais e raciais que ainda persistem.</p><p><br/></p><p>Além disso, os episódios discutem como essas guerras foram apagadas ou distorcidas pela história oficial e resgatam o papel dos povos oprimidos na luta por direitos. Os conflitos entre o Estado e as populações marginalizadas, como as favelas e a periferia, também são analisados, mostrando a continuidade da violência histórica até os dias de hoje.</p><p><br/></p><p>A crítica central do documentário é a invisibilização dessas guerras na narrativa nacional, sugerindo que o país ainda vive consequências dos conflitos não resolvidos, especialmente no que se refere à desigualdade racial e à opressão das classes mais pobres.</p><p><br/></p><p><em>Link do vídeo: </em></p><p>https://youtu.be/Y1rx3_PEDqU?si=G5oj8oNoH2RmBKv-</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 02:38:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>07/10/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3122738513</link>
         <description><![CDATA[<p>Título: Nzuri:  A origem dos povos.</p><p>Link para ler: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1ks2DJ-zYJKbZG6LFOSMSWzrGih41w2gh/view?usp=drivesdk">https://drive.google.com/file/d/1ks2DJ-zYJKbZG6LFOSMSWzrGih41w2gh/view?usp=drivesdk</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 02:42:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>14/10/2024</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/meumemorialfabulosoII/wish/3122773919</link>
         <description><![CDATA[<p>A história das bonecas Abayomi é contada de diferentes formas, mas há algumas informações importantes a considerar: </p><p> </p><p>Lena Martins criou as bonecas na década de 1980, em oficinas com comunidades do Rio de Janeiro. </p><p> </p><p>O nome Abayomi foi escolhido por Lena Martins em referência ao nome da filha de uma amiga que, se fosse menina, se chamaria Abayomi. </p><p> </p><p>A Cooperativa Abayomi foi fundada no Rio de Janeiro em dezembro de 1988, por Lena Martins e outras mulheres, que aprenderam a fazer as bonecas com ela. </p><p> </p><p>A ideia de que as bonecas Abayomi eram feitas por mães escravizadas para distrair crianças nos navios negreiros é uma lenda. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 03:08:02 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com Ângela Emmanoelle </title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
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         <description><![CDATA[<p>Entrevista com Ângela Emmanoelle Silva Gomes Bacelar: Uma Inspiração de Resiliência e Sucesso</p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: Ângela, é um prazer tê-la conosco. Para começar, poderia nos contar um pouco sobre suas origens e como sua trajetória começou em Ipiaú?  </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: O prazer é meu! Eu nasci na zona rural de Ipiaú, na Bahia, em uma comunidade muito simples. Meus pais trabalhavam na roça e sempre valorizaram a educação, apesar das dificuldades. Desde pequena, eu tinha o sonho de fazer algo grande, de retribuir tudo o que eles me ensinaram. A escola pública foi o meu ponto de partida, e foi lá que percebi que a educação seria o caminho para mudar minha história.  </p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: Aprovada em Direito pelo Enem, você conquistou algo que muitos consideram impossível nas condições que enfrentou. Como foi esse momento?  </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: Foi surreal! Eu estudei praticamente sozinha, usando materiais emprestados e uma internet limitada. Tive que conciliar os estudos com as tarefas da roça, mas nunca desisti. Quando vi meu nome na lista de aprovados, foi como se todo o esforço tivesse valido a pena. Eu chorei, agradeci e sabia que aquele era apenas o começo de um caminho desafiador.  </p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: E como foi a experiência de cursar Direito, saindo de uma realidade rural para um ambiente completamente diferente?  </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: Foi um choque cultural. Eu era uma das poucas pessoas pretas da minha turma e, além disso, carregava o peso de vir de uma zona rural. No início, sentia que não pertencia àquele espaço, mas aos poucos fui encontrando meu lugar. Me envolvi em projetos sociais e comecei a perceber que minha vivência era um diferencial, algo que podia enriquecer minha visão e a de outras pessoas.  </p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: Sabemos que ser uma mulher preta no Brasil traz desafios específicos. Você enfrentou dificuldades por conta da sua cor de pele?  </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: Infelizmente, sim. O racismo estrutural é algo que me acompanhou desde a infância, mas ele se tornou ainda mais evidente quando entrei na universidade e, mais tarde, no mercado de trabalho. Já me olharam com desconfiança, duvidaram da minha capacidade e, em algumas situações, me trataram de forma inferior por ser uma mulher preta. No começo, isso doía, mas depois percebi que eu não podia deixar essas situações me paralisarem. Minha presença nesses espaços era uma forma de resistência. Hoje, uso minha voz e minha posição para abrir caminhos para outras mulheres pretas que, como eu, só precisam de uma oportunidade.  </p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: Hoje, você lidera sua própria organização de advogados. O que motivou essa iniciativa?  </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: Eu sempre quis criar algo que promovesse justiça e equidade. Depois de formada, percebi como o acesso ao Direito ainda é restrito para pessoas vulneráveis, especialmente negras e periféricas. Minha organização, a Emmanoelle Advocacia e Justiça Social, tem como foco oferecer serviços jurídicos acessíveis e atuar em causas que defendam os direitos humanos e a igualdade racial. É mais do que um trabalho; é um propósito.  </p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: Como você enxerga o papel das mulheres negras em espaços de poder e liderança hoje?  </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: Vejo como fundamental. Mulheres negras têm carregado o Brasil nas costas por séculos, mas continuam sub-representadas em espaços de decisão. Precisamos ocupar esses lugares para mudar a narrativa, trazer perspectivas diferentes e lutar por justiça. Nossa presença é resistência, mas também é transformação.  </p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: Por fim, que mensagem você gostaria de deixar para jovens que, assim como você, sonham em transformar suas realidades?  </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: Acreditem no poder dos seus sonhos e na força que existe dentro de vocês. Não deixem que o racismo, a desigualdade ou as barreiras sociais definam o que vocês podem ser. Se eduquem, busquem aliados e nunca percam a fé em si mesmos. O caminho não é fácil, mas cada conquista vale a pena.  </p><p><br/></p><p>Jhonnathan Pereira: Ângela, sua história é inspiradora. Muito obrigado por compartilhar conosco.  Agora, residente de Salvador, Drª. Ângela Emmanoelle, não esquece de sua origem. </p><p><br/></p><p>Ângela Emmanoelle: Eu que agradeço. Espero que minha trajetória possa inspirar muitas outras pessoas a acreditarem que é possível.  </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 00:17:00 UTC</pubDate>
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         <title>Painel do Novembro Negro</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
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         <pubDate>2024-11-26 12:38:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tutorial de criar um QR code</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
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         <description><![CDATA[<p>Material mostrando o passo a passo da criação de um QR code, com a finalidade de divulgação dos materiais produzidos em sala.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 15:12:40 UTC</pubDate>
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