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      <title>Linha do Tempo - Ocupação e Urbanização by CavBrasil</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-30 02:57:18 UTC</pubDate>
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         <title>Telheiro Porto do Carmo</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/602130015</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>O Porto do Carmo ou da Banca era um dos importantes de São Cristóvão,[...]</em></div><div><em>Em 20 de outubro de 1858, o Engenheiro Francisco Pereira da Silva apresentou as “Condições da construção para um telheiro que sirva de banca de peixe no Porto do Carmo da Cidade de S. Cristóvão”, contendo as especificações para a obra, tendo em anexo a respectiva planta. O essencial do Projeto em tela era o seguinte:</em></div><div><em>1-</em>      <em>O Telheiro teria 30 palmos (6,60 m) de lado, forma quadrada, coberto de telhas, “sobre madeiramento de quatro águas, apoiado em quatro colunas” de pedra ou tijolo, e altura de 16 palmos (3,52 m);</em></div><div><em>2-</em>      <em>Alicerces das colunas com cinco palmos (1,10 m) de profundidade e seis ditos (1,32 m) de largura;</em></div><div><em>3-</em>      <em>Cada coluna teria quatro palmos e meio (0,99 m) de diâmetro;</em></div><div><em>4-</em>      <em>O telheiro seria guarnecido por um parapeito de pedra e cal, com 4 palmos (0,88 m) de altura e um e meio (0,33) de grossura;</em></div><div><em>5-</em>      <em>O piso seria de barro e o prazo de construção dois meses;</em></div><div><em>6-</em>      <em>O custo da obra era de 616$000. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1856-1860), v.281. A.P.E.SE. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.152.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 03:42:25 UTC</pubDate>
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         <title>Rua do Coração de Jesus </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/602132017</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Os serviços efetuados nessa importante via pública foram relativos a escoamento de águas, aterro e calçamento. Assim, em maio de 1848, os melhoramentos mais urgentes eram: entulho de “parte do estrago que tem feito as águas e a desviar dali sua passagem”, encanando-as por uma calçada “que as levará até o nível do rio, não podendo, daí em diante, fazer escavação alguma”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1858-1860), v.281. A.P.E.SE.<br> <br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.110.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 03:48:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aterro do barrocão do Coração de Jesus </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/602390107</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Já no ano seguinte [1849], o que se efetua é o aterro da rua Coração de Jesus, e, em março do mesmo ano, trata-se da “continuação da obra do aterro do barracão fronteiro à Rua do Coração de Jesus”, para em maio sucessivo, restaurar a “obra da calçada da rua do Coração de Jesus”, para em maio sucessivo, restaurar a “obra da calçada da rua do Coração de Jesus, ultimamente arrancada pelas aguas”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.110.<br>                    x-x-x-x</div><div><em>O fato repete-se em 1850, destacando-se a resposta de Sebastião Pyrho ao Presidente da Província, “relativamente ao meio de levar-se a efeito o concerto da calçada da rua do Coração de Jesus”, em que declara não ter havido licitantes para a mesma e propõe, embora os recursos disponíveis fossem escassos, que se podia “ todavia fazer aquele concerto por administração, por dois motivos: 1º porque o Cidadão José Correia Dantas há oferecido pedra, cal, para receber o importante quando os cofres públicos o permitirem; 2º por que os operários, na crise atual, sujeitam-se a descontarem os seus jornais a particulares, mediante algum prêmio”.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.110-111.<br><br></div><div>                     x-x-x-x<br><br><em>Parece que não se fez o serviço então, pois é o mesmo Pyrrho que a 12 de agosto de 1851 afirma, dirigindo-se ao Presidente, que “a obra não teve ainda começo por causa do inverno, mas que o respectivo arrematante tem já pronta a maior parte da matéria, a fim de dar princípio ao trabalho a 1º de setembro próximo futuro. Acho prudente esta demora do arrematante, por quanto, fazendo-se a obra na estação invernosa, 🤬 exposta a ser arrancada pelas águas pluviais, e a importar em uma quantia superior ao orçamento, o que dará lugar a reclamações por parte do arrematanbte”. Aparecera, pois, um arrematante, cujo nome se desconhece. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.111.<br><br>                    x-x-x-x<br><br></div><div><em>Continuando a noticiar o andamento da obra, Sebastião Pyrrho, em 03 de maio ao ano seguinte, esclarece ao Presidente da Província, a pedido, declarando que o “arrematante d’ aquela obra deu começo aos seus trabalhos no princípio do mês de setembro do ano próximo passado, e que mandou vir a maior parte do material respectivo; mas que nenhum andamento mais lhe dera, depois que construíra umas paredes transversais d’ alvenaria para amparo da obra, que não se animava a concluir pela quantia do orçamento”. Por isso aconselhou que a obra se fizesse por administração, mesmo acima do orçamento (“pois que o excesso será pequeno”) do que dar lugar a reclamações por parte do arrematante. O material existente e a verba ainda existente servirão muito. O arrematante “diz estar pronto a entrega-la”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.111-112.<br><br>                    x-x-x-x<br><br></div><div><em>Em 09 de junho de 1852, o Diretor das Obras Públicas retorna ao Presidente, para comunicar que Marcelo José d’ Amorim – o arrematante – começara a “obra da calçada destinada a encanar as águas da rua do Coração de Jesus”, e “que parte da mesma fora levada pelas águas da enxurrada”, mas que o material “acha-se naquele lugar, em estado de servir”, tendo avaliado a quantidade e valor do material e a importância que o mesmo “deve recolher aos cofres”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854), A.P.E.SE. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.112.<br><br>                    x-x-x-x<br><br></div><div><em>Em seu Relatório de 20 de julho de 1852, informou Pyrrho que a obra da Calçada destinada ao encanamento das águas da rua do Coração de Jesus não progrediu por “falta de diligência do arrematante” que “já recebeu ordem para recolher aos cofres públicos a quantia que recebera para sua fatura”. ...e no de 19 de janeiro de 1853 aduziu o seguinte: “Paralisada desde o inverno, a calçada destinada a dar escoamento às águas da rua do Coração de Jesus, por negligência do respectivo arrematante, mas como este teve de recolher ao Cofre Provincial a quantia que para tal recebera, pode-se no presente verão levar a efeito a construção dela por administração, ou como V. Exa. Determinar”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854), A.P.E.SE. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.112.<br><br>                    x-x-x-x<br><br></div><div><em>Como as demais, essa rua sofreu muito, demorando bastante tempo a realização de obras essenciais, com graves prejuízos para todos, principalmente os moradores locais.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 12:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>Ladeira de São Miguel </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/602396630</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Uma importante iniciativa concernente a obras na área urbana de São Cristóvão, foi o serviço das ladeiras de São Francisco e São Miguel, para o estabelecimento de uma melhor comunicação entre as Cidades Altas e Baixa, interligando a Praça de São Francisco na primeira, à zona próxima da Praça do Mercado, na segunda, via esta que se desenvolveu no tempo, constituindo-se hoje, já bastante melhorada em uma das principais vias de acesso à Praça de São Francisco, espaço aberto urbano possuidor da maior densidade de monumentos importantes, então como hoje, constituindo-se na ambiência mais valiosa da cidade.<br></em><br></div><div><em>Essas obras já se encontravam programadas desde antes de 1847, pois João Bloem, em seu Relatório de 07 de abril do mesmo ano, ao tratar das Obras Provinciais referindo-se à rua São Miguel, afirmou que “trinta e seis barcadas de pedra foram botadas nesta rua, desde o porto de S. Francisco até a travessa do mesmo nome e mor parte delas forão furtadas”, costume velho esse! Continuou explicando as obras feitas, destacando os erros cometidos, inclusive a falta de compreensão dos aterros: “ como a rua teve muito aterro, era natural que depois do primeiro inverno tivesse de abater. Era necessário preparar-se para o nivelamento e fazer boa escavação pelo lado, obra essa que deve ser feita antes do inverno”, criticando, então, o modo como foi feito: “o sistema adotado de chamar a terra dos lados nos buracos é o sistema peor que se podia adotar, e n’uns dias de chuva já carregou a terra, formaram-se outra vez os buracos, o pé das casas 🤬 descarnado, e em breve teremos ruas inteiras com casas” <br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Exposição do estado das Obras Públicas Provinciais e Gerais desta Província (20.07.1852), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.113.<br><br></div><div>                     x-x-x-x<br><br></div><div><em>As obras dessa importante via continuaram pelos anos seguintes, como, por exemplo:<br></em><br></div><div><em>1-</em>      <em>Em março de 1850, Sebastião Pyrrho envia ao Presidente da Província, “Orçamento das calçadas das ladeiras do Açougue e de S. Miguel”, assinando esses orçamentos designando os seus títulos, a saber: “Sebastião José Basílio Pyrrho, Bacharel formado em Ciências Matemáticas e Capitão do Imperial Corpo de Engenheiros”.<br></em><br></div><div>Fonte: BLOEM, João. Exposição do estado das Obras da Província (22.10.1847). S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v.280.<br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.114.<br><br></div><div>                     x-x-x-x <br><br></div><div><em>2-</em>      <em>Em agosto imediato, o mesmo Engenheiro ao citado Presidente, a respeito da Arrematação da Calçada da Ladeira de S. Miguel, fornecendo explicações sobre requerimento de Antonio Dias Coelho e Melo, que pretendia arrematar a obra;<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v. 280. A.P.E.S.E.<br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.114.<br><br></div><div><em>                     x-x-x-x<br></em><br></div><div><em>No ano seguinte, em abril, de Pyrrho a Amancio José, concernente a problemas de esgoto, em resposta a requerimento do empreiteiro Antonio Dias Coelho Melo, esclarecendo que “não há inconveniente algum em fazer o Suplicante a calçada com um só esgoto (isto é, do canto da Igreja da Ordem 3ª de S. Francisco, até encontrar a ladeira de S. Miguel) tendo o cuidado de empregar pedras grandes e postas em tição, para que não sejam arrancadas pelas águas”. Seguem-se outras considerações concernentes à alteração no plano original; <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v. 280. A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.114.<br><br></div><div>                     x-x-x-x<br><br></div><div><em>3-</em>      <em>Poucos meses mais tarde, julho de 1851, Sebastião Pyrrho respondendo a requerimento de Benjamin do Prado Leite Salgado, informa que “achando-se agora bem adiantada a calçada que vai do largo do Palácio à ladeira de S. Miguel, podem as águas pluviais, que correm pela porta do Suplicante passar para aquela calçada, evitando-se assim o esgoto de tais águas pela propriedade do Suplicante”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v. 280. A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.114.<br><br></div><div>                     x-x-x-x<br><br></div><div><em>Por essa informação, ficamos sabendo que a </em><strong><em>Praça São Francisco, em 1851 chamava-se</em></strong><em> </em><strong><em>Largo do Palácio</em></strong><em>, por ter sido o logradouro acrescido, a partir de 1825, - quando foi construído para servir de sede do governo da Província de Sergipe. </em>Copilado de Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.115)<br><br></div><div><em>4-</em>      <em>No mês imediato, respondendo ao Presidente a respeito de nova requisição do arrematante da calçada da Ladeira de S. Miguel, Pyrrho esclarece “ser indispensável a demolição – das casas a que se refere o arrematante, por estarem muito fora do alinhamento da rua” e que, para a indenização das mesmas necessitava-se, com urgência, de um conto de réis, a saber: “quatrocentos mil réis, para a demolição e reedificação da casa pertencente a Manoel Antônio de Carvalho Aranha; e seiscentos mil réis, para demolição e reedificação das outras duas casas, a 300$000 rs. Cada uma. Neste cálculo supõem-se ficarem os proprietários com o material, para mais economia da Fazenda”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v. 280. A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.115.<br><br></div><div>                     x-x-x-x<br><br></div><div><em>5-</em>      <em>Em maio de 1852, os moradores da </em><strong><em>rua da Paz</em></strong><em> e das proximidades do Mercado, em vista dos grandes estragos causados por recentes enxurradas, que prejudicaram não somente as ruas dos suplicantes, “mas, também, a ladeira de S. Miguel, em estado de não darem trânsito ao povo, posso afirmar a V. Exa. (porque examinei as ditas ruínas), que têm eles toda a razão em suplicar providências. </em></div><div><em> </em></div><div><em>Com poucos dias de serviço prestado pelo Galés e pelos Africanos livres, e com alguma madeira dos Suplicantes que por ali se acha, Exmº Sr., pode evitar um desmoronamento fatal, e dar-se trânsito ao público”, segundo informação de Sebastião José Basílio Pyrrho.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v. 280. A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.115-116.<br><br>                    x-x-x-x</div><div> </div><div><em>6-</em>      <em>Manoel Antônio de Carvalho Aranha e Ana Joaquina de S. José, proprietários das casas da ladeira de S. Miguel, que deviam ser demolidas, (mas a de João Rodrigues da Silveira), requereram ao Presidente da Província em 10 de junho de 1852, tendo este solicitado informações ao Diretor de Obras Públicas e este respondeu, dizendo que a referida demolição “é somente indispensável ao regular alinhamento da ladeira de S. Miguel, para que não fique tortuosa; e não a factura da calçada, porque esta pode prosseguir independente de tal demolição (que não pode ser feita para o futuro, quando o estado dos cofres o permitir) fazendo-se lhe uma pequena modificação vem a ser, a mudança d’ um dos esgotos para o lado oposto das casas e um empedramento quase horizontal na frente delas.</em></div><div><em> </em></div><div><em>Deve-se notar que nesta hipótese deve o arrematante restituir à Fazenda, a importância de duas braças quadradas de calçada que deixa de fazer”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1852-1854), A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.116.<br><br>                    x-x-x-x</div><div><br></div><div><em>Em seu Relatório de 20 de julho de 1852, Sebastião Pyrrho diz: “Calçada da ladeira de S. Miguel; Esta obra está em andamento e quase concluída pelo respectivo arrematante Dr. Antonio Dias Coelho Mello, que não deixará de dá-la por pronta até fins do corrente mês, se continuar a trabalhar com atividade: é construída de pedra silicosa e muito rija e que dificilmente será destruída pelos trilhos dos carros, propriedade esta que faz preferir esta pedra a qualquer outra, ainda que tenha contra si o não prestar-se à lavagem. </em>Copilado de Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.116)<br><br></div><div><em>Esta calçada é de forma abaulada, à exceção do lanço próximo do convento de S. Francisco, que, por uma Portaria do antecessor de V. Exca, foi modificado, fazendo-se-lhe um esgoto no centro”. Boa informação, esta do Diretor das Obras Públicas, que esclarece sobre a técnica empregada na importante obra.<br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Exposição do estado das Obras Públicas Provinciais e Gerais desta Província (20.07.1852), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.117.<br><br></div><div><em>                     </em>x-x-x-x<em><br></em><br></div><div><em>Em seu Relatório de 19 de janeiro de 1853, que se inicia assim: “Sendo obrigado em cumprimento de ordens do Governo Imperial, a apresenta a V. Exa., em todos os semestres, um relatório do estado das obras públicas a meu cargo, vou, por isso expor a V. Exa. O que há acerca das que tenho dirigido desde junho até dezembro do ano próximo passado”, o Capitão Engenheiro Sebastião José Basílio Pyrrho relata ao Presidente da província José Antônio de Oliveira e Silva, o que se segue sobre a ladeira de São Miguel: “Concluiu-se a obra da calçada da ladeira de S. Miguel, segundo o plano dela e suas modificações, ficando o respectivo arrematante obrigado a reparar por seis meses qualquer ruina que haja de aparecer. Falta pois, Exmo. Snr., o complemento desta obra, e vem a ser o empedramento da rua nova do mercado, ao menos na extensão da praça do mesmo nome, no que se gastará pelo máximo a quantia de 900$000 réis. Com esta obra, dar-se-á completo esgoto ás águas que descem da ladeira de S. Miguel, que, por falta de calçada, fazem na frente da </em><strong><em>praça do mercado</em></strong><em> um depósito de lama, que além de insalubre, priva o trânsito, e arruína as paredes d’ aquele edifício.<br></em><br></div><div><em>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Exposição do estado das Obras Públicas a meu cargo (19.01.1835), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br></em><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.117.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 12:52:50 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte da Ladeira de São Miguel </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/602449129</link>
         <description><![CDATA[<div><em>[...] desde o fim do ano anterior [1851], que se cogitava de fazer uma fonte de água potável defronte da Igreja de São Miguel, para a qual se solicitou “setenta mil réis para dar-se começo à obra da fonte d’ água potável”, em 30 de novembro de 1852. </em><br><br>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Relatório do estado das Obras Públicas a meu cargo. (19.01.1853), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.128.<br><br>                    x-x-x-x<br><br><em>Na véspera do seu relatório acima citado, Pyrrho solicitou a entrega ao Almoxarifado das Obras Públicas de 80$000 (oitenta mil réis) “que falta para completar a de 150$000 em que fora orçada da fonte da ladeira de S. Miguel; e mais ainda 50$000 para a conclusão da dita obra visto V. Exa. Ordenar-se que mandasse fazer a coberta d’ aquela fonte sobre pilares de pedra, em lugar de esteios de madeira que sendo mais baratos eram todavia de menor duração”.</em> <br><br>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854),A.P.E.SE. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.128-129.<br><br>                    x-x-x-x<br><br><em>No Relatório de 18 de janeiro de 1853, Pyrrho, além de estender as lúcidas considerações já expostas atrás, referiu-se, especificamente à fonte da Ladeira de São Miguel, nos seguintes termos: “que muito concorrerá para o desejado dessecamento, além da utilidade pública que dela se terá, acha-se já em estado de dar água potável. Consta ela de um poço bem empedrado de grês compacto até o nível d’ água, e de pedra calcária daí para cima. Tem dez palmos de diâmetro, e nove palmos de água na estação mais calmosa. Foi orçada em 150$000 rs., além da importância dos serviços dos Africanos livres, e creio que mais alguma despesa trará, pela necessidade que há de cobrí-la e fechá-la, por causa dos abusos do povo. Esta obra em poucos dias estará pronta.”</em><br><br>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854),A.P.E.SE. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.128-129.<br><br><em>Assim, no ano de 1853, com a inauguração da Fonte da Ladeira de São Miguel, dava-se início ao melhor abastecimento de água para São Cristóvão.</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 14:03:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Largo do Palácio (atual Praça São Francisco)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/602452561</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Poucos meses mais tarde, julho de 1851, Sebastião Pyrrho respondendo a requerimento de Benjamin do Prado Leite Salgado, informa que “achando-se agora bem adiantada a calçada que vai do largo do Palácio à ladeira de S. Miguel, podem as águas pluviais, que correm pela porta do Suplicante passar para aquela calçada, evitando-se assim o esgoto de tais águas pela propriedade do Suplicante”. </em><br><br>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v. 280. A.P.E.S.E. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.114.<br><br>                    x-x-x-x<br><br><em>Por essa informação, ficamos sabendo que a Praça São Francisco, em 1851 chamava-se Largo do Palácio, por ter sido o logradouro acrescido, a partir de 1825, - quando foi construído para servir de sede do governo da Província de Sergipe. </em><br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.115.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 14:07:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Palácio do Governo Provincial</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O Palácio de residência dos Presidentes da província de Sergipe, em São Cristóvão, às vezes denominado de Palácio Imperial, situado na Praça de São Francisco – que, por algum tempo, denominou-se Largo do Palácio, como vimos – foi construído em sua forma atual, em 1825, pelo Presidente Manuel Clemente Cavalcante de Albuquerque.<br></em><br></div><div><em>No início de seu funcionamento, o Palácio abrigou o Conselho até 1833, quando este se mudou para outro edifício.<br></em><br></div><div>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.118.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 14:12:08 UTC</pubDate>
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         <title>Muro do Palácio do Governo (Provincial) </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/602457580</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Em 1851, 30 de setembro, Sebastião Pyrrho remeteu a José Antônio de Oliveira e Silva, Presidente da Província, “o orçamento da Obra do muro de que necessita o terreno adjacente ao palácio do Governo”, cujo documento repecificava que o “muro de que precisa o quintal do palácio, sendo feito de taipa, e tendo de comprimento 130 palmos e de altura 14 ditos”, isto é 28,60 m e 3,08m respectivamente, custaria “65$180 de material e sua condução e 46$600 de mão de obra”, cálculo este “na hipótese de ficar o muro sem reboque, como hoje está a parte que não sofreu desmoronamento”, o que demonstra o desastre do muro.</em><br>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Relatório do estado das Obras Públicas a meu cargo. (19.01.1853), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.118.<br><br>                    x-x-x-x<br><br><em>No seu Relatório semestral de 20 de julho de 1852, o Diretor das Obras Públicas, no item “Conserto do muro que cerca o terreno adjacente ao Palácio do Governo” informa que “foi reparada parte deste muro na extensão de 12 braças que se achava arruinada, ameaçando o desmoronamento da parte restante”, custando 114$180 RS, sendo “toda obra” de taipa, “como dantes e coberta de telha”. Foi iniciada a 22 de abril e concluída em 14 de março, interrompendo-se na estação invernosa.</em><br><br>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851) v. 280, A.P.E.SE. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.119.<br><br>                    x-x-x-x<br><br><em>Finalmente, a 1º de fevereiro de 1854, e já agora dirigindo-se a Inácio Joaquim Barbosa, ultimo Presidente a residir em São Cristóvão, Pyrrho envia-lhe o “orçamento e plano do conserto do muro do Palácio do lado da rua do Amparo”, cujo Orçamento Anexo apresenta interessantes coisas, a saber: Materiais e Mão de Obra = 132$060; Administração, 1/20 ou 5 = 6$603; eventuais, na mesma razão = 6$603 e Benefício do Empreiteiro, 6$603, vale dizer, 5 (cinco por cento) para a Administração da Obra, igual montante para os Eventuais e mesmo quantitativo para o Benefício, percentagens bastante razoáveis.<br>O Plano de Obras, previa:<br>1º Que o muro do Palácio, ao lado da rua do Amparo, fosse reedificado completamente;<br>2º Que o mesmo seria emboçado, rebocado e caiado por dentro e por fora, sendo coberto da forma existente, não tendo porta para a rua;<br>3º que o prazo de execução seria de 30 dias corridos.</em><br><br>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Exposição do estado das Obras Públicas Provinciais e Gerais desta Província (20.07.1852), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.119.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-30 14:15:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Beco do José Aleixo ao Barrocão do Aleixo</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627025711</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Outras obras que tinham influência nas condições higiênicas em geral, eram as relacionadas com os problemas criados pela existência de dois “barrocões”, como eram designados, um chamado “do Aleixo” e o outro de “Coração de Jesus”, resultantes de corrimento de terras nas épocas invernosas, criando sérias dificuldades à estabilidade das construções vizinhas, em vista da possibilidade de novos corrimentos nas encostas próximas ás mesmas. Muitas foram as medidas adotadas, mas, de fato, de eficiência muito reduzida.<br></em><br><em>No que se refere ao barrocão do Aleixo, perto da Praça da Matriz e Ladeira de São Miguel, resumiremos o recolhido<br>(1) em 1847, como vimos ao tratar da ladeira de São Miguel quando João Bloem criticou a maneira errada, no seu entender, como se vinha tentando melhorar a situação na região. <br> (2) Pyrrho, em 1849, comunica o começo do “conserto do beco que dá Praça da Matriz se dirige ao Barrocão”, segundo ordem presidencial, em maio e em julho declara? “Tenho a honra de participar a V. Exa. que está concluída a calçada que  V. Exa. me ordenara que fizesse no beco do Aleixo, para que o barrocão do mesmo nome não, se prolongasse até a Praça da Matriz, e não arruinasse, em consequência, todos os prédios adjacentes”. <br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Relatório do estado das Obras Públicas a meu cargo. (19.01.1853), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.129 e 131.<br><br>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Sebastião Pyrrho enviou os “planos e orçamento da obra do aterro do barrocão adjacente ao beco de José Aleixo” em abril de 1852, o que evidencia a consciência da necessidade de acabar com tal transtorno numa zona central da cidade, às margens da Praça da Matriz.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 09:20:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ladeira de São Francisco e calçada da Ladeira do Açougue</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627039892</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Uma importante iniciativa concernente a obras na área urbana de São Cristóvão, foi o serviço das ladeiras de São Francisco e São Miguel, para o estabelecimento de uma melhor comunicação entre as Cidades Altas e Baixa, interligando a Praça de São Francisco na primeira, à zona próxima da Praça do Mercado, na segunda, via esta que se desenvolveu no tempo, constituindo-se hoje, já bastante melhorada em uma das principais vias de acesso à Praça de São Francisco, espaço aberto urbano possuidor da maior densidade de monumentos importantes, então como hoje, constituindo-se na ambiência mais valiosa da cidade.<br></em><br></div><div><em>Essas obras já se encontravam programadas desde antes de 1847, pois João Bloem, em seu Relatório de 07 de abril do mesmo ano, ao tratar das Obras Provinciais referindo-se à rua São Miguel, afirmou que “trinta e seis barcadas de pedra foram botadas nesta rua, desde o porto de S. Francisco até a travessa do mesmo nome e mor parte delas forão furtadas”, costume velho esse! Continuou explicando as obras feitas, destacando os erros cometidos, inclusive a falta de compreensão dos aterros: “ como a rua teve muito aterro, era natural que depois do primeiro inverno tivesse de abater. Era necessário preparar-se para o nivelamento e fazer boa escavação pelo lado, obra essa que deve ser feita antes do inverno”, criticando, então, o modo como foi feito: “o sistema adotado de chamar a terra dos lados nos buracos é o sistema peor que se podia adotar, e n’uns dias de chuva já carregou a terra, formaram-se outra vez os buracos, o pé das casas 🤬 descarnado, e em breve teremos ruas inteiras com casas” [...]<br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Exposição do estado das Obras Públicas Provinciais e Gerais desta Província (20.07.1852), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.119.<br><br>                    x-x-x<br><em>A Ladeira de São Francisco, importante artéria de São Cristóvão, sempre apresentou – como muitas outras, segundo observamos – sérias dificuldades à sua manutenção, pelos efeitos desastrosos causados pelas chuvas que, descendo por ela em enxurrada demandando o Paramopema, seu destino final, deixavam grandes sulcos e outros estragos consideráveis.<br></em><br></div><div><em>Sebastião Pyrrho, em seu relatório de janeiro de 1853, afirmara que seria baldado, “qualquer aterro que ali se faça se após ele não se seguir um empedramento”, referindo-se à mencionada ladeira.<br></em><br></div><div><em>Em 30 de outubro de 1857, Francisco Sabino Coelho Sampaio – Presidente da Mesa da Santa Casa -, o Padre José Antônio Corrêa – que empreitavam obras – e Antônio Fernandes de Sousa, apresentaram uma Proposta, contendo Orçamento e Condições de Construção para os reparos da Ladeira de São Francisco, em São Cristóvão.<br></em><br></div><div><em>No início da Proposta, justificando-a, afirmaram:<br></em><br></div><div><em>“Esta obra é de bastante utilidade, atendo a pertencer esta ladeira a um porto principal de embarque e desembarque d’ esta cidade, e ser ela conseguintemente a mais frequentada para o trânsito respectivo, e atenta ainda a vantagem, que resulta aos particulares, que possuem propriedade edificadas aos lados d’essa ladeira, as quais, achando-se presentemente ameaçadas de sua demolição, ficarão por essa obra seguras e garantidas. Não obstante achar-se ela ladeira, que consideraremos da frente do açougue público, que lhe 🤬 ao alto, até o Porto de S. Francisco, bastante arruinada na sua superfície, apresentando diversas escavações ou regos de profundidade de 1 a 5 palmos, largura de 1 a 3 ditos, e comprimento de 1 a 3 braças, todavia devemos considerar a extensão, que se acha nela quase nivelada, maior que essa arruinada somadas juntamente as dimensões dos espaços escavados”. É fora de dúvida que sendo essas ruínas o resultado da impetuosidade das águas pluviais, que desta Cidade se precipitam por ela até o rio Paropama </em>[Paramopama]<em>, nem se lhe podendo dar outra direção, nenhum outro meio parece tornar-se mais eficaz para evitar tais consequências, que a feitura de uma calçada de pedra, por cujo centro elas encaminhar ao rio de seu depósito”.<br></em><br></div><div> Fonte: S.G.E., Engenheiros (1856-1860), v. 281. A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.149-150.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><em>O seu comprimento seria de 95 braças – 209 m – e de 3 braças – 6,6 m -a sua largura. Segue-se uma minuciosa indicação do traçado da via, concluindo-se pelo seu Orçamento datalhado somando 5:352$592 (cinco contos trezentos e cinquenta e dois mil e quinhentos e noventa e dois réis).<br></em><br></div><div><em>Dando parecer sobre a proposta, o Capitão de Engenheiros Francisco Pereira da Silva, Bacharel em Matemática pela Escola Militar do Rio de Janeiro e Capitão do Corpo de Engenheiros de Sua Majestade, a serviço da província de Sergipe, concordou “com o dito parecer, fazendo-lhe as seguintes alterações: no orçamento, onde se diz 20% de benefícios ou vantagem diga-se dez por cento de vantagem; e nas condições declarar que o tempo preciso para fazer a obra é de cinco meses.<br></em><br></div><div><em>A vista pois do que tenho informado, julgo que a referida obra pode ser contratada, ou feita por administração, seguindo o dito parecer”, datado de Aracaju, 2 de março de 1858.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1856-1860), v. 281. A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p. 150.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>O Despacho, do dia imediato, concordou com a informação do engenheiro e mandou por a obra em concorrência.<br></em><br></div><div><em>O trabalho foi empreitado com o Padre José Antônio Corrêa e realizado, como se conclui pela seguinte informação do Major Engenheiro Sebastião José Pyrrho a Manuel da Cunha Galvão, Presidente da Província, datada de Aracaju, 25 de maio de 1859: “Obedecendo ao Despacho de V. Exa exarado na petição do Padre José Antônio Corrêa, contratante da obra da calçada da ladeira do Açougue na cidade de São Cristóvão, passei-me aquela Cidade, examinei a obra contratada pelo Suplicante, e achei-a acabada e de conformidade com o respectivo contrato”.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1856-1860), v. 281. A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p. 151.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 09:30:53 UTC</pubDate>
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         <title>Cadeia</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627081754</link>
         <description><![CDATA[<div><em>As obras da Cadeia de São Cristóvão duraram anos. Desde os anos quarenta que recolhemos informações sobre serviço a executar ou em execução. Até chegarmos ao relatório de Sebastião Pyrrho de 19 de janeiro de 1853, quando diz: “Em observância da Portaria de 10 de julho passado, começou-se em 30 do mesmo mês um lageamento geral na enxovia grande da Cadeia desta Cidade, e na prisão contígua, obra esta que concluiu-se a 11 de outubro do mesmo ano. Além do lageado, cuja superfície é de 1919, 3 palmos quadrados de cantaria grossa de pedra calcárea lavrada, fizeram-se também nas ditas prisões novas tarimbas, pois que as antigas, parecendo estarem em bom estado, tinham todavia apodrecido em consequência do contacto com o massiço de terra que se lhes havia feito por baixo, para obstar as repetidas fugas de presos os quais tinham por costume lançarem para baixo das tarimbas o aterro proveniente das escavações que faziam para se evadirem. Também se colocaram grades de madeira nas janelas da sala livre pela parte exterior, visto serem fracas as de ferro internas. Estas ultimas obras não foram incluídas no orçamento, e por isso ocasionarão mais a despesa de 200$350 rs que se junta à do orçamento, fazendo subir a despesa total a 1:138$110 réis”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1856-1860), v.281. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado de Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.120.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Sebastião Pyrrho volta a tratar da Cadeia de São Cristóvão, ao dirigir-se ao então Presidente Luiz Antonio Pereira Franco, em 16 de agosto, sete meses depois do documento anterior, submetendo à aprovação deste o Projeto e Orçamento, para substanciais obras de mehoramento do edifício existente, em cuja oportunidade teceu importantes considerações sobre a matéria, de cuja exposição retiramos os seguintes trechos:<br></em><br></div><div><em>1-</em>      <em>“Ainda que a Cadeia desta Capital não possa satisfazer completamente às condições de segurança e salubridade, em razão do acanhado terreno em que fora construída, com tudo, fazend0-se-lhe alguns melhoramentos, e sendo concluída de todo, poderá servir até que a Província edifique uma prisão em que concorram esses quesitos”. Por esse período, Pyrrho pensava em um novo edifício, e que se tornou inviável com a transferência da Capital para Aracaju, menos de dois anos depois;</em></div><div><em>2-</em>      <em> “Tem-se provado, por mais de uma vez que, algumas das prisões da Cadeia contém um maior número de presos do que devem conter; circunstância esta bem oposta à salubridade, porquanto, uma certa quantidade d’ ar atmosférico não admite mais do que um certo número de pulmões a respirar, sendo evidente (segundo as experiências de Mr. Dumas), que um homem em 24 horas é capaz de impregnar de ácido carbônico a uma capacidade de 233, 3 pés cúbicos: d’ aqui se conclui, que, é mister disseminar os presos pelas prisões, reduzindo-se assim a acumulação de gás ácido carbônico, elemento tão prejudicial. Mas como tomar esta deliberação se as prisões estão cheias? Façam-se novas prisões, aproveitando-se para esse fim a sala do centro do edifício, e a da Câmara Municipal: assim teremos um maior espaço para conter presos, sem detrimento da salubridade. Esta mesma medida trará consigo a segurança, por que também se sabe que as fugas de prisões são mais difíceis quando estes vivem menos aglomerados”. Oportunas considerações, válidas em sua maioria ainda hoje!</em></div><div><em>3-</em>      <em>“ A segurança não consiste unicamente na distribuição dos presos por todas as prisões: ela depende especialmente do sistema de construção do edifício inteiro, e este não está ainda concluído, é pois sob estas considerações que formulei o plano, planta, e orçamento inclusos, que tenho a honra de submeter à aprovação de V. Exa.” <br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Relatório de 19.01.1853. S.G.E. Engenheiros (1852-1854) A. P. E.S.E.<br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.120-121.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>O Capitão do Imperial Corpo de Engenheiros encontrava-se bastante atualizado com a teoria da arquitetura penitenciária da época. É de se lamentar, entretanto, que as plantas de seu Projeto não tenham sido encontradas até hoje!</em></div><div><em>O orçamento incluso totalizava 3:496$874 (três contos quatrocentos e noventa e seis mil e oitocentos e setenta e quatro mil réis) computando-se os Eventuais, Administração e Benefício do Empreiteiro na razão de 1/20 do total das parcelas para cada um do cálculo, ou 15 ao todo.</em></div><div><em>As especificações, claras e concisas, figuram em anexo, constando de 9 itens, sob o titulo de “Plano da obra a fazer-se na conclusão da Cadeia desta capital”, não reproduzidas aqui npor sua extensão.</em></div><div><em>Todos os Documentos acima citados foram aprovados pelo Presidente da Província, que mandou a tesouraria provincial providenciar “para que ponha a obra em arrematação, que deve ser realizada em breve”.</em></div><div><em>Como nenhum documento a respeito foi recolhido, admitimos que estas obras não foram executadas, inclusive, assim parece, pela intenção do Presidente imediato, Inácio Barbosa, de mudar a capital, o que ocorreu em março de 1855, para cujo evento os serviços de Sebastião José Basílio Pyrrho foram indispensáveis, na sua qualidade de Diretor das Obras Públicas Provinciais e autor do Plano de Aracaju. </em></div><div><em>A Cadeia foi construída na praça da Matriz, no lado oposto a esta.<br></em><br></div><div>Fonte:Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.122.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Em julho de 1834 a obra da Cadeia ainda não estava concluída, pois a Câmara 🤬 ao Presidente e Conselho da Província 2:500$000 (dois e quinhentos mil mil contos de reis) para a “continuação da obra da Cadeia, que os habitantes sós não podem ultimar, segundo a crise do tempo”.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Câmaras Municipais (1833-1834), v.35, A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.74.<br><br></div><div>                  x-x-x<br><br></div><div><em>Sebastião Pyrrho retornou a São Cristóvão para fazer a vistoria final nas obras então realizadas na Cadeia da cidade, aprovando-as. <br></em><br></div><div><em>Foram serviços pequenos, a saber: Teto da prisão n.1.<br></em><br></div><div><em>Trabalhos a realizar: Empedramento de alvenaria do pavimento da prisão; “Porta que fortifique a prisão nº 1; três grades de madeira nas janelas da sala livre; um postigo, ou pequeno alçapão, que feche a pequena abertura que atualmente existe no soalho da sala livre; um ventilador que reforme constantemente o ar da enxovia grandes; três vidraças que evitam a entrada das chuvas na prisão nº 1, e uma dita para prisão das mulheres; e finalmente, uma prisão penitenciária para os presos incorrigíveis, devendo esta ser colocada em um ângulo da prisão nº 6., de cujas obras apresentou orçamento.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1856-1860), v.281. A. P. E.S.E.<br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.150-151.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Seu Parecer, de 27 de agosto de 1858, foi elaborado em Aracaju, dirigido a João Dabrey d’ Avelar Brotero, Presidente da Província.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>Feira na Praça</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627087041</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Em novembro de 1833, governando a Província José Joaquim Geminiano de Morais Navarro, foi apresentado ao Conselho do Governo um requerimento pedindo a volta da Feira para a Praça da Matriz, seu primitivo sítio. Informando-o, a Câmara justificou a mudança e a negativa ao pedido, argumentando que o pedido houvera sido arranjado por “negociantes” que tinham “suas Fabricas e Lojas na Praça da matriz”, os quais, por esperteza, convenceram cidadãos a assinarem o requerimento, cujo deferimento importava em vantagem para eles, pela maior afluência de povo, logo de possíveis fregueses à Praça da Matriz nos dias de feira, o que deixara de ocorrer com a mudança do local, de maior conveniência para a coletividade.<br></em><br></div><div>Fonte: S. G. E. Câmaras Municipais (1833-1834), v.35, A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.74.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>A feira, por conseguinte, estivera na Praça da Matriz e só então fora transferida para outro local.<br></em><br></div><div><em>Em fevereiro de 1834, encontramos uma medida de saúde pública, quando a Câmara, tendo em vista estar “a salubridade pública já de perto ameaçada pela flagelosa peste de beixigas”, nomeou o Cirurgião José Joaquim de Novaes Lins Loureiro para vacinador deste Município, pelo que, pedia à Presidência da Província que aprovasse a nomeação, designando a quantia que o mesmo devia receber, segundo a Lei Orçamentária.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Câmaras Municipais (1833-1834), v.35, A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.74.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Pela mesma época, junho de 1834, a Câmara, em sessão de 30 de junho, respondendo a ofício presidencial de 12 de março último, resolveu e informou ao Dr. José Joaquim geminiano de Moraes Navarro, que “foi designado como ponto mais adaptado nesta Capital para o Mercado de gêneros comestíveis o lugar denominado Rua Nova do Carmo, que 🤬 da parte do Poente; e nesta conformidade se resolve fazer-se público por Edital, oficiando-se igualmente aos respectivos Juízes de Paz da mesma Capital, para fazerem effectiva hua medida toda resultante em beneficio de seos habitantes”.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Câmaras Municipais (1833-1834), v.35, A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.75.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:08:52 UTC</pubDate>
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         <title>Correio Terrestre</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627088790</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Tendo o regulamento de 3.11.1829 estabelecido a necessidade da criação do Correio Terrestre, em maio de 1834 a Câmara, respondendo a oficio do Presidente José Joaquim Geminiano de Moraes, mandando que a Câmara criasse uma agência na cidade, agradece ao primeiro magistrado, comunicando-lhe ter nomeado Francisco Xavier de Oliveira Doutto para o exercício da mesma função. Iniciava-se, assim, o Correio Terrestre em São Cristóvão.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Câmaras Municipais (1833-1834), v.35, A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.74. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:10:16 UTC</pubDate>
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         <title>Igreja Nossa Senhora da Vitória (século XX)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627099246</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Passemos ao exame do que se contém no mencionado Manuscrito, a respeito das obras realizadas na Igreja Matriz de São Cristóvão, em ordem cronológica, a saber:<br></em><br></div><div><em>1905- “Devido aos interesses de Frei Niceto, vigário da Freguesia, vimos que a Igreja Matriz tem tomado outro aspecto, até a construção de novos altares”.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.44. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.195.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Tal informação, deve-se ao Dr. Antônio Teixeira Fontes. Devemos recordar que o Guardião do Convento de São Francisco acumulava essas funções com a de Vigário da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória, sediada desde a sua criação, no século XVII, na Igreja Matriz de São Cristóvão, o que explica a sua atuação naquela igreja, com a respectiva menção das obras pelos Cronistas responsáveis anualmente pela redação do Manuscrito precioso;<br></em><br></div><div><em>1906- Nesse ano, o Mestre sabino, empreiteiro de obras no Convento, como vimos, inclusive da cruz de concreto armado frente à Igreja, “especialista em obras de cimento construiu na Matriz o novo altar do Sagrado Coração de Jesus, obra que custou 500$000.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.76. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.196.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>1909- “O maior cuidado de Frei Joaquim neste ano foi um conserto grande na Igreja Matriz. O teto foi todo retelhado; maiores retoques sofreram o altar-mór, o do SS. Sacramento, o de São Cristóvão e o Batistério. Nestas obras gastaram-se quase 4:000$000, sendo 411$ resultado de um leilão. 100$ de uma quermesse de dois dramas religiosos e o resto esmolas de toda parte”. É a participação da Comunidade na conservação de sua Matriz.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.79. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.196.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>1917- “Notável é o conserto que sofreu a Igreja Matriz de S. Cristóvão com que gastaram mais de 2:000$000. São novos e feitos neste ano as vidraças do co, o novo cruzeiro e o passeio em frente da Matriz”, segundo notícia o Cronista.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.88. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.196.<br><br></div><div>                   x-x-x<br><br></div><div><em>1924 – Renovou-se completamente o interior da Matriz.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.104. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.196.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>1925 – Em 13 de setembro, celebrou-se na Matriz “a festa de Nossa Senhora da Vitória, gloriosa padroeira desta paróquia. O exmo. Snr. Presidente do Estado, Dr. Graccho Cardosos encarregou-se de tornar grandiosa esta festa. E de fato o foi. Já as noites da novena deixaram prever o que seria a festa. Inúmeras salvas de bombas e foguetes anunciaram, ao romper da aurora, o grande dia, às 11 horas entrou a missa solene, com assistência do Exmo. E Revmo. Snr. Bispo Diocesano D. José Tomaz. Ao Evangelho ocupou a tribuna sagrada o Revmo, Padre José Augusto, o canto foi acompanhado de orquestra, que para este fim veio de Aracaju. À tarde uma bela e grandiosa procissão percorreu as ruas de S. Cristóvão; recolhida na Matriz, ocupou a tribuna sagrada o Revmo. Vigário de Laranjeiras, o Pe. Filadelfo. Com a benção do SS. Sacramento terminaram as tocantes festas eclesiásticas. De noite houve ainda na praça da Matriz um rico e belo fogo de vista. É escusado dizer que a concorrência de fiéis para esta festa era imensa”. Esta celebração religiosa e popular é típica, figurando em diversas outras ocasiões no Manuscrito.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.106-107. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.197.<br><br></div><div><em> </em>                    x-x-x<br><br></div><div><em>1932 – Na Matriz, o Ver. Frei Norberto fez uma restauração importante. A Matriz recebe um forro, depois foi muito bem pintada, recebeu um novo mosaico; a sacristia foi pintada, os corredores e salas caiados, uma sala grande no lado esquerdo foi reservada para reuniões e projeções luminosas. Na frente da igreja foram abertas mais duas portas e foi feita uma nova instalação de luz elétrica” (...) Os contos de réis que gastou na Matriz, recebeu com toda a facilidade, todos deram de boa vontade, até os mais pobres. Os operários da fábrica se obrigaram de contribuir semanalmente com seus óbulos e o Dr. Pedro deu com a fábrica o mosaico. Agora faz gosto entrar na matriz de São Cristóvão, nem morcegos, nem poeira entra mais. [...] Repete-se, aqui, como aliás encontramos em muitas passagens no Manuscrito em exame, a participação da Comunidade, por todos os seus estratos.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.124. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.197.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>1935 – O cronista refere nesse ano uma importante solenidade eclesial, realizada na Igreja da Matriz, a Missa Nova do néo-sacerdote Frei Francisco Xavier, que foi “levado em procissão” (...) “acompanhado pelos irmãos de hábito, pelas associações religiosas e inúmeros fiéis. A igreja estava lindamente ornamentada. O canto ficou a cargo do Coro de São Cristóvão dirigido pelo Maestro João Prado, autor da missa executada”.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.128. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.197-198.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>1936 – Ao tratar dos trabalhos Materiais, o Cronista notícia: “Na Matriz as janelas da sacristia e das tribunas ficaram reformadas, as da sacristia protegidas por grades de ferro, as das tribunas por balaustradas de cimento aramado”. <br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.133. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.198.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div>1938 – <em>Igualmente procedeu-se com êxito na restauração da matriz que exigiu durante seis anos a soma considerável de trinta contos”. Essa informação concisa, demonstra que durantes seis anos trabalhou-se na Igreja Matriz de São Cristóvão, a um custo considerável para a época.<br></em><br></div><div>Fonte: Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão, Estado de Sergipe, de 1902 a 1950. Manuscrito inédito, p.138-139. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.198.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:18:52 UTC</pubDate>
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         <title>Teatro na Rua do Rosário</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Em São Cristóvão, como em muitas outras cidades brasileiras da época, o Teatro foi objeto de apreciável contribuição particular, com a criação da Sociedade Filodramática Sergipense, que lutou com enormes dificuldades para alcançar o seu objetivo de dotar a capital da província de Sergipe de uma casa de espetáculos.<br></em><br></div><div><em>A Comissão, nomeada pelo Governo, Para a construção do teatrinho conseguiu arrecadar 800$000 (oitocentos mil reis), comprando-se, em seguida, os primeiros materiais para a obra. No entanto, pela Resolução n.201, de 26 de junho de 1847, em seu art. 31, resolveu o executivo que esses materiais, adquiridos da forma indicada, fossem “aplicados para a casa do mercado” da cidade. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1852-1854) A. P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.123.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Anos mais tarde, o Art.37 da Lei n.367, de 27 de setembro de 1853, estipulou que o “Governo 🤬 autorizado a mandar restituir à Sociedade Filodramática Sergipense a quantia de 303$770 rs. Que ela dispendeu na obra do teatro começado além do quartel militar desta capital”, o que nos esclarece no concernente às obras do teatro, já iniciadas nesta data.<br></em><br></div><div>Fonte: FRANCO, Cândido Augusto Pereira, op. Cit, v. II, p.938. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.123.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Contudo, parece que somente em 1854, pela Lei n. 410, de 21 de junho, foram devolvidos os 800$000 (oitocentos mil réis) tomados em 1847, pois o Art. 24 do mesmo diploma legal estabelece que o “Governo 🤬 autorizado a mandar dar da verba Obras Públicas a quantia de oitocentos mil réis à Sociedade Filodramática Sergipense, para conclusão da obra do teatro” de São Cristóvão. <br></em><br></div><div>Fonte: FRANCO, Cândido Augusto Pereira, op. Cit, v. II, p.938. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.123-124.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Três meses volvidos, ou seja, a 28 de setembro, o Engenheiro Pyrrho dirige-se ao Presidente Inácio Barbosa, informando petição da Sociedade Filodramática Sergipense, dizendo que “tendo a mesma sociedade que despender a quantia de 300$000 rs. Pelo menos, na construção de um paredão d’ alvenaria que fortifique a caixa do Teatro, não me parece excessiva a quantia de 500$000 réis. Pedida para a conclusão do referido teatro e fatura do mencionado paredão tão necessário.<br></em><br></div><div>Fonte: FRANCO, Cândido Augusto Pereira, op. Cit, v. II, p.938. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 124.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Segundo observamos, a construção do teatro representou a realização de um importante empreendimento, na área cultural da capital no fim de sua condição como tal, para a qual houve a cooperação do Governo Provincial e de particulares. Sua localização foi na rua do Rosário, perto da Praça de São Francisco num sentido e da Igreja do Rosário noutro.<br></em><br></div><div>Fonte: Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 124.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:25:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Estrada São Cristóvão-Aracaju (século XIX)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627124561</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A ligação entre a antiga e a nova capital, importante via, foi objeto de estudos e execução, a respeito dos quais obtivemos os dados a saber:<br></em><br></div><div><em>1-</em>      <em>Em 10 de outubro de 1864, o Engenheiro da Província, Firmino Rodrigues Vieira, informa ao Presidente Cincinato Pinto da Silva, que tendo “inspecionado a porção da estrada desta capital para S. Cristóvão, chamada “Vale do Medo”, achei que o serviço feito na referida estrada está de acordo com as instruções do Contrato, e assim a Câmara a quem foi incumbido semelhante serviço, tem direito à recepção da quantia, importância de seu contrato” <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1861-1869), v.282. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.153.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Estava, pois, em execução a estrada inter-capitais, sob a responsabilidade da Câmara, no trecho mencionado, e fiscalização Provincial;<br></em><br></div><div><em>2 - Cerca de dez anos depois, ou seja, a 13 de maio de 1873, José Gomes Vieira Dantas, Engenheiro Civil, tendo recebido do Presidente da Província, Manuel do Nascimento Fonseca Galvão, ordem para elaborar Orçamento para a estrada entre Aracaju e São Cristóvão, apresentou o resultado de seu trabalho na data citada, por onde se conhece o seguinte: <br></em><br></div><div><em>(1) Roçagem – 3 braças (6,60 m)de largura em média, mas aproveitando a estrada existente onde fosse boa, fazendo-se com que a mesma ficasse com 40 palmos (8,80 m) de altura. Onde conviesse podiam ser feitas alterações na sua direção ou para seu melhoramento, incluindo-se no Orçamento os serviços de Roçagem, Destocamento e Limpeza do leito da estrada; <br></em><br></div><div><em>(2) O serviço seria feito num comprimento de 9.000 (nove mil) braças ou 19.800 metros. Devia-se “aperfeiçoar o leito da estrada na subida e descida de Joaquim Maior e a subida do Vale do Medo, a plainar a estrada e uma ponte de madeira”.  Quando foram executados e terminaram esses serviços, não conseguimos apurar.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1837-1877), v.284. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.153-154.<br><br></div><div><em>                    </em>x-x-x<br><br></div><div><em>A estrada de São Cristóvão para Laranjeiras era da maior importância para a Província, no segundo quartel do oitocentos, por ser o elo de ligação por via terrestre entre a capital e a mais próspera e progressiva vila de Sergipe.<br></em><br></div><div><em>Todavia, pelas enormes dificuldades opostas pelo meio físico para a sua execução, encontramos informações demonstrativas dos obstáculos a vencer, face, inclusive, aos parcos recursos financeiros postos à disposição do significativo melhoramento, como veremos a seguir:<br></em><br></div><div><em>1-</em>      <em>Em julho de 1844, a Câmara Municipal dirigiu-se a Manoel Vieira Tosta, Presidente da Província, solicitando o auxílio dos Cofres Provinciais para o serviço. O início do ofício é muito expressivo:<br></em><br></div><div><em>“Sendo a estrada pública desta Capital para a Vila de Laranjeiras a mais transitada e direita para a serventia e Comércio dos habitantes d’ uma e outra parte, esta província, em geral cortada por alguns rios e entre estes os do Poxim grande e mirim, que só sob boas pontes e calçadas nas suas embocaduras e saídas é possível verem-se as dificuldades perigosas que eles oferecem em seu curso e margens aos viajantes que por esse caminho transitam”, pelo que, e à vista do fato de que as rendas municipais não proporcionavam meios de melhorar o “estado ruinoso e desanimador” atingido pela importante estrada, pedia o auxílio dos Cofres Provinciais para os reparos necessários às pontes e calçadas referidas;<br></em><br></div><div><em>2-</em>      <em>Três anos mais tarde, em outubro de 1847, João Bloem, em sua já citada Exposição do estado das Obras Públicas da Província, refere-se às “quatro pontes novas nos Riachos Poxim Assú e mirim na estrada que segue desta Capital para a Vila das Laranjeiras”, afirmando haver uma consignação de 8:000$000 (oito contos de réis), julgada insuficiente, sobretudo “pela falta absoluta de numerário nos Cofres Provinciais”. <br></em><br></div><div><em>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854), v.40. A.P.E.SE. Copilado de Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.125)<br></em><br></div><div><em>3-</em>      <em>Sebastião Pyrrho, em sua “Exposição” a respeito do estado das obras provinciais a seu cargo, de 20 de julho de 1852, assim se referiu à estrada São Cristóvão-Laranjeiras:<br></em><br></div><div><em>“A estrada d’ esta Cidade para a das Laranjeiras nenhum andamento teve, e já por falta de dinheiro, e já pela pouca atividade de quem se encarregou de fazer parte dela por arrematação, e que nada tem feito; continuará, portanto, no deplorável estado em que se acha, se nçao houver providências a respeito”.<br></em><br></div><div>Fonte: BLOEM, João. Exposição do estado das obras públicas da Província. (22.10.1847). S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 124-126.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Na sua exposição concernente ao segundo semestre de 1852, apresentada em 19 de janeiro de 1853, o mesmo Engenheiro escreveu: “Também está paralisada a estrada que comunica esta capital com a Cidade de Laranjeiras, pela inércia da pessoa encarregada de fazer parte dela por arrematação. Contudo, como as obras que de preferência se devem fazer na dita estrada são as pontes sobre os rios Poxim e Poxim mirim, a primeira no pasto do engenho Patrimônio na nova estrada, e a segunda na Cancela de Guiçaman na estrada antiga, bom seria começar já pela construção d’ elas, para livrar os viandantes dos perigos a que se expõem no inverno, ao passarem pelos mencionados rios. Será preciso a quantia de 6:5000$000 réis, como já tinha dito n’ outras ocasiões para a construção de tais pontes, nos lugares por mim indicados, e mais do que o dobro se gastará na fatura delas, se forem assentadas nos lugares alagados em que atualmente se transita, em razão dos grandes aterros, calçadas e boeiros a fazer”. <br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Exposição do estado das Obras Públicas Provinciais e Gerais desta Província (20.07.1852). <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.126.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>As razões apresentadas por Sebastião Pyrrho parecem bastante convincentes, inclusive do ponto de vista do investimento menor e das mais adequadas condições de tráfego na principal estrada da Província de Sergipe. Como vimos, todavia, tantos anos decorridos e a importante via continuava apresentando os mesmos problemas de muitos anos antes! Não fora ainda resolvida a comunicação entre as duas principais cidades da Província, até a transferência da capital</em>.<br><br></div><div>Fonte: Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.127.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:39:59 UTC</pubDate>
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         <title>Estrada do Porto das Salinas, vulgo Banca (Estrada Apicum Merem, via Rita Cacete)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627133598</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O </em><strong><em>Porto das Salinas</em></strong><em>, conforme vimos anteriormente, era o único ponto de venda de pescado em São Cristóvão, com evidentes prejuízos para o conveniente abastecimento da capital, sendo de notar as péssimas condições de acesso ao mesmo pela “ruinosa ladeira” antes mencionada, motivando as Posturas Municipais de 5 de junho de 1848, permitindo a venda de pescado no </em><strong><em>Porto do Coqueiro</em></strong><em> e no </em><strong><em>Porto da Fonte</em></strong><em> nas proximidades da Feira. <br></em><br></div><div>Fonte: FRANCO, Cândido Augusto Pereira, op.cit. v.II (H-I) p.2. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.107.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Anos depois, em 14 de janeiro de 1848, Galdino Barbosa de Araújo, na qualidade de Ajudante do Diretor de Obras Públicas, em exercício, oficiando a Joaquim José Teixeira, Presidente da Província, em resposta ao ofício deste de 4 do mesmo mês, no qual solicita-lhe presteza para o início da obra da estrada do Porto das Salinas, ao lado de outras, apresentou as razões de ordem técnica e econômica que desaconselhavam o ataque do serviço no momento, pela impropriedade do tempo para movimentos de terra, aterros e calçadas, pelo que a obra deveria ser iniciada “em um princípio ou fim de inverno”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Câmaras Municipais (1844-1845), v.40. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.108.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Esta estrada, por sua importância econômica e ao mesmo tempo, possibilitar uma expansão da Cidade Baixa, que se desenvolvia na ocasião, tinha sido incluída na Lei n.201, de 28 de junho de 1848.<br></em><br></div><div><em>Pouco depois, ou seja, a 10 de julho de 1848, o Presidente da Província Zacarias de Góes e Vasconcelos, é avisado por ofício de que naquele dia tinha iniciado o “aterro e nivelamento da estrada das Salinas”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.108.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>No ano seguinte, prosseguiram as obras da ladeira do Porto das Salinas, e, no início de 1850, Sebastião Pyrrho informava a Amancio João Pereira d’ Andrade, Presidente da Província, que a referida obra deveria “concluir-se antes do inverno, a fim de não ser arrancada pelas chuvas”, acrescentando que, pela falta de recursos, ordenasse o primeiro mandatário a entrega ao Almoxarife de 100$000, para “aplicar-se pouco a pouco a mão de obra, por enquanto o material hoje existente na obra pode esperar pela paga”. Continuava a sempre presente penúria dos cofres!<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.108.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Esse pedido repete-se repetidas vezes, como em 04 de março e 10 de março, aqui para “pagamento do resto da mão de obra da calçada do Porto das Salinas”.<br></em><br></div><div>Fonte<em>: </em>S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.108.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em> <br></em><br></div><div><em>Depreende-se que nessa ocasião a obra foi terminada, mas a sua duração efetiva, sem a competente conservação, foi curta, como se sabe pela recolha, em 23 de março de 1852, de uma informação – pedido de Sebastião Pyrrho ao novo Presidente, José Antônio d’ Oliveira Silva, considerando encontrar-se “deteriorada em alguns pontos a calçada das salinas”, por haverem sido arrancadas pelos carros várias pedras e outras por “escavações parciais devidas às águas pluviais que correm da montanha contígua, pedia-lhe autorização para os competentes reparos da “calçada que custou mais de seis contos de réis, e que cumpre conservar em bom estado”. Pouco depois, 8 de maio, o mesmo engenheiro comunica ao mesmo Presidente que recentes chuvas estragaram a calçada, “no pequeno reparo que há dias se fizera na calçada da ladeira das salinas”, pelo que devia ser reparada, para evitar males maiores. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.109.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>No período do último Presidente da Província de Sergipe, que administrou a capital tradicional, São Cristóvão, e foi o primeiro a exercer as altas funções em Aracaju, a cidade do futuro, Inácio Joaquim Barbosa, encontramos ainda, em 19 de agosto de 1854 a 18 de janeiro no ano imediato, que foi o da transferência da capital, notícias sobre o Porto das Salinas – férias dos operários – e da confecção de um caixão chapeado de ferro, para medição da pedra a chegar para a obra da ponte das salinas (vulgo Banca) em São Cristóvão, respectivamente.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.109.<br><br></div><div>                   x- x-x-x<br><br></div><div><em>Concluíra-se a estrada e sua calçada; melhorava-se o Porto das Salinas e providenciava-se a execução da ponte das salinas.<br></em><br></div><div>Fonte: Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol .2, p.109-110.<br><br>                     x-x-x-x<br><br></div><div>[...]<em>Outro aspecto a salientar no período, foi a melhoria dos pontos de embarque e desembarque fluviais, objeto de obras visando a um melhor aproveitamento dos locais preferidos; </em><strong><em>Porto das Salinas</em></strong><em>, de </em><strong><em>São Francisco</em></strong><em>, da Banca e </em><strong><em>outros de menor atividades</em></strong><em>. </em></div><div> <br>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.132.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:48:02 UTC</pubDate>
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         <title>7 pequenos Chafarizes</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Procurando verificar qual a situação de São Cristóvão quanto ao abastecimento de água à sua população, preferimos começar pela notícia mais abrangente sobre o assunto – embora sucinta – que recolhemos do muito citado Relatório do Estado das Obras Públicas de autoria do Engenheiro Sebastião Pyrrho, dando conta do ocorrido no segundo semestre de 1852, a saber:<br></em><br></div><div><em>“Em relação a salubridade, a obra que mais precisa esta capital é o encanamento de águas potáveis. Por falta desse encanamento bebem os habitantes desta Cidade uma água impura, impregnada de substâncias vegetais em putrefação, o que concorre em parte para aparição de certas enfermidades, como o têm observado por vezes os médicos aqui residentes. Não entrarei em maiores detalhes acerca da possibilidade de efetuar-se uma tal obra, o que farei depois de haver procedido ao competente nivelamento. Porém, sempre direi que, em atenção às distâncias a que se acham os rios da Prata e S. Gonçalo, os mais próprios para fornecerem água potável, não poderá o encanamento importar em mais de 20 Contos de réis, fazendo-se sete pequenos Chafarizes, que por meio de tubos de ferro fundido abastecerão a Cidade da necessária”. <br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Relatório do estado das Obras Públicas a meu cargo. (19.01.1853), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.127-128.<br>                  <br>                    x-x-x<br><br></div><div><em>É um diagnóstico sumário, mas claro de preciso. Considerando-se que faltavam somente 14 meses para a transferência – da capital, serviço de tal envergadura não foi realizado no período em exame.<br><br>Todavia, desde o fim do ano anterior, que se cogitava de fazer uma fonte de água potável defronte da igreja de São Miguel, para a qual se solicitou “setenta mil réis para dar-se começo à obra da fonte d´água potável”, em 30 de novembro de 1852.<br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Relatório do estado das Obras Públicas a meu cargo. (19.01.1853), S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.128.<br><br>                    x-x-x<br><br><em>Na véspera do seu relatório acima citado, Pyrrho solicitou a entrega ao Almoxarifado das Obras Públicas de 80$000 (oitenta mil réis) “que falta para completar a de 150$000 em que fora orçada da fonte da ladeira de S. Miguel; e mais ainda 50$000 para a conclusão da dita obra visto V. Exa. ordenar-se que mandasse fazer a coberta daquela fonte sobre pilares de pedra, em lugar de esteios de madeira que sendo mais baratos eram todavia de menor duração.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.128.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>No Relatório de 18 de janeiro de 1853, Pyrrho, além de estender as lúcidas considerações já expostas atrás, referiu-se, especificamente à Fonte da Ladeira de São Miguel, nos seguintes termos: “que muito concorrerá para o desejado dessecamento, além da utilidade pública que dela se terá, acha-se já em estado de dar água potável. Consta ela de um poço bem empedrado de grês compacto até ao nível d´água, e de pedra calcárea daí para cima: tem dez palmos de diâmetro, e nove palmos de água na estação mais calmosa. Foi orçada em 150$000 réis, além da importância dos serviços dos Africanos livres, e creio que mais alguma despesa trará, pela necessidade que há de cobri-la e fechá-la, por causa dos abusos do povo. Esta obra em poucos dias estará pronta”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854) A.P.E.S.E. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.128-129.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Assim, no ano de 1853, com a inauguração da Fonte da ladeira de São Miguel, dava-se início ao melhor abastecimento de água para São Cristóvão.<br></em><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 129.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:51:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cemitério</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627263918</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O Cemitério de São Cristóvão, da Santa Casa da Misericórdia, com o primeiro serviço importante realizado na cidade, inaugurado em 4 de setembro de 1859, mas cuja construção teve lugar logo após a mudança da capital, como se depreende de correspondência trocada entre a Ordem e a Presidência, ocupada então por Salvador Correa de Sá Benevides.</em></div><div><em> </em></div><div><em>Pelo ofício da Santa Casa, de 7 de novembro de 1856, ficamos sabendo dos entendimentos que vinham sendo mantidos entre esta e o governo, no sentido da construção da necrópole sancristovense, da qual retiramos:</em></div><div><em> </em></div><div><em>1-</em>      <em>Que o Presidente Salvador Correa de Sá e Benevides, em ofício de 30 de outubro anterior, aprovara e louvara “as disposições desta Mesa por haver definitivamente resolvido edificar nesta Cidade um Cemitério com as proporções convenientes para satisfazer as precisões funerárias” de São Cristóvão, “acrescentando achar-se V. Exa pronto para  coadjuvar a referida obra”, para o que esperava o orçamento respectivo com a indicação “da quantia com que pode ser coadjuvada”, ao que a Mesa, na sua resposta, após várias considerações a respeito da dificuldade da elaboração de um orçamento completo para tal tipo de obra, afirmando que “têm sido ponderadamente orçadas as respectivas despesas, de um modo provável, em quantia superior a seis contos e quinhentos mil réis (6:500$000);</em></div><div><em>2-</em>      <em>No que concerne à escolha do sítio para a construção, informa: “o cemitério, em cuja edificação já se trabalha, tem de ser colocado ao sul desta Cidade em planície espaçosa e arejada, sendo revestido das demais considerações da higiene pública recomendadas pela ciência” passando à descrição do terreno e das instalações previstas, inclusive a “Capela de 22 palmos de largura e 44 e meio de comprimento” – (4,84m X 9,90m). O cemitério teria o “número de 558 sepulturas intramuros”;</em></div><div><em>3-</em>      <em>Estas notícias ampliavam o que já tinha sido “declarado em ofício de 6 do passado”, ou seja, de outubro de 1856;</em></div><div><em>4-</em>      <em>“A vista portanto do que foi expendido, 🤬 esta Mesa a V. Exa uma coadjuvação de um conto e quinhentos mil réis (1:500$000) para o dito fim, sem algum outro meio que a realização do quanto finda de ser mencionado, e de dar sepultura aos cadáveres das pessoas miseráveis à juízo do Pároco”. Assina toda a Mesa da Santa Casa, então presidida pelo Dr. Francisco Sabino Coelho de Sampaio. Três anos transcorreram até a inauguração do cemitério de São Cristóvão, em 4 de setembro de 1859, conforme escreveu D. Pedro II;</em></div><div><em> </em></div><div><em>No mesmo documento, figura ainda a afirmativa de que “com a edificação do cemitério, conserto da ponte de São Gonçalo, que se acha bastante arruinada, e por onde terão de ser conduzidos os cadáveres, conserto dos caminhos, que desta cidade seguem ao dito Cemitério, construção de um carro fúnebre”, estaria tudo previsto para o correto funcionamento do sistema de enterramento de pessoas, de que tanto crescia a cidade.</em></div><div><em> </em></div><div><em>O auxílio do Governo provincial foi de 1:000$000 (hum conto de réis), conforme consta do despacho exarado à margem da 1ª folha do Documento.  </em></div><div> </div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1856-1860), v.281. A.P.E.S.E. </div><div> </div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.147.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 12:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>Iluminação Pública</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627269945</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Data de 1842 o interesse para a iluminação pública em São Cristóvão, como demonstra a Lei n. 96, de 14 de março, ao determinar: “Será posta em arrematação a iluminação da cidade de São Cristóvão, com condições vantajosas à fazenda, e não havendo arrematante o Governo a entregará a um administrador zeloso, dando o regulamento conveniente”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.107.<br><br></div><div><em>                    </em>x-x-x<br><br></div><div><em>A Lei n. 194, de 21 de julho de 1848, autorizou o Presidente a contratar com Domiciano José Moura a iluminação de S. Cristóvão ao preço de 160 réis diários por cada lampião.<br></em><br></div><div>Fonte: FRANCO, Cândido Augusto Pereira, op. Cit. V.II (H-I), p.2. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.107.<br><br></div><div><em>                    </em>x-x-x<br><br></div><div><em>Pelo visto, a iluminação pública foi feita por contrato com particulares, o que foi comum na época em todo o Brasil.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 12:40:05 UTC</pubDate>
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         <title>Barrocão de José Aleixo</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627475259</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Firmino Vieira Rodrigues, Engenheiro da Província, foi encarregado pelo Presidente de ir a São Cristóvão a fim de verificar as condições em que se encontrava o famoso Barrocão de José Aleixo. Cumprida a tarefa, apresentou o referido Engenheiro, com data de Aracaju, de 05 de junho de 1866 o competente Parecer, que resumiremos a seguir: <br></em><br></div><div><em>Chegando a São Cristóvão, observou a “escavação denominada – barrocão de José Aleixo-“, entendendo que o “meio mais econômico de impedir o desenvolvimento da mesma escavação, e evitar a ruína em muitos prédios, era fazer algumas obras de proteção, as quais vão consignadas no respectivo orçamento, por quanto o aterro completo da referida escavação subiria a uma cifra considerável, e não poderia jamais impedir que as águas continuassem a operar a sua ação” destruidora e altamente prejudicial. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1861-1869), v.282. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado de Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.154.<br><br></div><div>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Anexo ao Parecer acima, Firmino Rodrigues Vieira apresentou “Orçamento do aterro de uma parte do barrocão de José Aleixo e de algumas obras de proteção” As obras propostas eram as seguintes: <br></em><br></div><div><em>(1) construção de um muro de alvenaria, com 8 palmos (1,76 m) na base e 4 (0,88) no coroamento; <br></em><br></div><div><em>(2) construção do respectivo alicerce, com 9 palmos (1,98 m) de largura e 7 (1,54 m) de profundidade; <br></em><br></div><div><em>(3) aterro compreendendo entre o muro e a face superior da escavação, ficando a uma distância de 35 palmos (7,70 m) médios; <br></em><br></div><div><em>(4) construção de uma estrada empedrada tendo 240 palmos 9952,80 m) de comprimento e 12 (2,64 m) de largura, contornando a escavação pelo lado direito com o fim de fazer derivar as águas e conduzi-las a um ponto interior da escavação; <br></em><br></div><div><em>(5) O total do Orçamento era 5:048$000 (cinco contos e quarenta e oito mil réis).<br></em><br></div><div><em>O Barrocão de José Aleixo em 1866 tinha “uma profundidade de sessenta e seis palmos (14,52 m) e uma extensão de 1.140 (250,80 m), estando já muito próximo à rua da Praça da Matriz e, a não ser, quanto antes entulhado e calçado, ter-se-ia que lamentar a perda de tantos prédios”. <br><br></em>Fonte: SEBRÃO, Sobrinho, op. cit. p.63. <br><br>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.155.<br><br>                    x-x-x<br><br></div><div><em>Quanto à execução dessa obra, nada foi apurado, mas sabe-se que a 1º de outubro de 1870, A. Dias dos Santos apresentou Orçamento para diversas obras, a saber:<br></em><br></div><div><em>1-</em>      <em>Barrocão de José Aleixo<br></em><br></div><div><em>“Um muro de alvenaria, tendo 90 m de comprimento, 30 de altura com 6 na base e 2 de grossura na parte superior.<br></em><br></div><div><em>Aterro na extensão de 100 palmos com 30 m de altura e 45 médio de largura.<br></em><br></div><div><em>Desapropriação de 2 casas do morro próximo d’onde se tombarão terras do aterro”<br></em><br></div><div><em>Importância das obras indicadas, 3:489$000 (três contos quatrocentos e oitenta e nove mil réis).<br></em><br></div><div><em>Nada recolhemos a respeito da execução ou não dessas obras, mas sabemos que o famoso Barrocão do Aleixo só foi extinto no segundo quartel do século XX.<br><br>2-</em>      <em>Ponte do Vasabarris, na estrada de São Cristóvão, orçada em 11: 266$440 e mais dois Pontilhões totalizando ...4:000$000.</em></div><div>3<em>-</em>      <em>Ponte da Pitanga, orçada em 1:772$000.</em></div><div>4<em>-</em>      <em>Pontilhão da Capivara, 515$600. Nada foi apurado a respeito do andamento desta obra.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1870-1872), v.283. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p. 156<br><br></div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 14:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>Convento Franciscano do Bom Jesus</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627502038</link>
         <description><![CDATA[<div><em>No que concerne à situação do Convento Franciscano do Bom Jesus, nesse período recolhemos algumas informações interessantes, a saber:<br></em><br></div><div><em>1-</em>      <em>No seu salão Grande funcionou, durante longos anos, a aula particular de um professor, enquanto nos espaços inferiores instalaram-se uma tenda de pintor (atelier), e a oficina de um Marceneiro, ao tempo em que as Celas serviam de abrigo a pessoas pobres;</em></div><div><em>2-</em>      <em>Invasores – digamos assim – apossaram-se do terreno do Convento, ali levantando ranchos e casinhas, de sorte que, em 1910, existiam 18 casas no mesmo, e que foram, pouco a pouco, desapropriadas e demolidas;</em></div><div><em>3-</em>      <em>O maior risco a que ficou exposto o notável edifício foi por ocasião da guerra de canudos, quando em 1897, os batalhões 33 ou 40, indo para o teatro das operações, se aquartelaram no Convento, em cuja oportunidade, por descuido de um soldado, numa manhã pegou fogo o soalho na Sala Pequena, não se alastrando devido ao pronto atendimento do povo que, alarmado, atendeu ao chamado dos sinos das igrejas e conseguiu salvar o importante exemplar de nossa Arquitetura religiosa.<br></em><br></div><div><em>Na segunda metade do século XIX, o decreto Imperial de 19 de janeiro de 1855 proibiu as Ordens Monásticas de aceitar mais noviços, o que deu lugar a uma grande crise nestas instituições, que só veio a ser remediada com a república. Os conventos de São Cristóvão sofreram bastante as consequências dessa legislação imperial.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1870-1872), v.283. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.156-157.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 15:04:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627608332</link>
         <description><![CDATA[<div> <br> O Mappa tipografico dos portos e costa da Bahia de todos os Santos, Olinda e Pernambuco, foi confeccionado em 1776 por Nicolau Martinho. Nele estão contidas informações da Província de Sergipe, com o desenho de algumas vilas, sendo que a de São Cristóvão única a ser denominada. Vale destacar ainda a toponímia das serras existentes em Sergipe são retratadas na época como Monte Cabayana (Serra de Itabaiana), Monte Cagabiba e Monte Lagarto, as quais hoje fazem parte do Complexo do Domo de Itabaiana. <br><br>Referências Bibliográficas: <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 16:07:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/627610578</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 16:08:27 UTC</pubDate>
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         <title>Evolução Urbana</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/716329423</link>
         <description><![CDATA[<div>No processo de patrimonialização pelo qual tem passado a cidade de São Cristóvão, a narrativa sobre a formação e o desenvolvimento da cidade adota como eixo principal da composição urbana inicial o sentido leste-oeste, sob a influência da Igreja Nossa Senhora da Vitória. <br>Essa perspectiva foi adotada em 1974 pelo Grupo de Restauração e Renovação Arquitetônica e Urbana (GRAU), coordenado pelo prof. Paulo Azevedo e integrado por pesquisadores do Centro de Estudos da Arquitetura na Bahia (CEAB); assessorado pelo Prof. José Calasans do Departamento de História daquela universidade, e pelo Sr. José Viana morador de São Cristóvão. <br>Ao expor os dados contidos no Plano Urbanístico de 1974, propomos acrescentar outras narrativas sob perspectivas diversas, para assim suprimir algumas lacunas ainda existentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-02 21:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Antiga Praça do Mercado</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Por ordem do Presidente da Província, Joaquim José Teixeira, o portão e as grades da fachada do mercado deveriam ser de ferro; e para tal, Bloem encomendou vergalhão de </em><strong><em>ferro de fabricação inglesa e sueco.</em></strong><strong><br></strong><br></div><div>[...] <em>Em 16 de fevereiro de 1848, Bloem dirige-se ao Presidente, para tratar de assunto ligado às obras da </em><strong><em>praça do mercado</em></strong><em> e da </em><strong><em>torre do convento de São Francisco</em></strong><em>, no que concernia à retirada da pedra para as mesmas, de um terreno de marinha, aforado a José Correia Dantas, e este embargara a remoção das pedras, contrariando, no entender do Engenheiro, os termos do Auto da concessão, em que havia uma clausula considerando licito ao Governo</em> [...] <br><br>[...]<em>Pela Lei nº 235, de 17 de junho [de 1848],  foi o Governo autorizado a modificar o </em><strong><em>Projeto da Praça do Mercado</em></strong><em>, de modo a que a mesma preenchesse as condições de um mercado diário, com a devida segurança dos gêneros; comodidade maior à concorrência de viandeiros e compradores, nos dias de feira. Logo que os trabalhos da Praça estivessem terminados o Governo regularia o seu regime interno, fixando as taxas que se deveriam cobrar.</em>[...] <br><br>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v.280. A.P.E.S.E. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 98. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 20:50:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Antiga Rua Nova do Mercado</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Em ofício encaminhado no dia 13 de setembro de 1848, a Câmara Municipal solicita recursos financeiros ao Presidente da Província, alegando a necessidade de [...] dar-se alinhamento à nova Rua que vai dar à Praça do Mercado [...] e às casas que iam ser construídas além da ponta do Paramopama, conforme requerimento dos proprietários dos terrenos[...], com vista ao melhoramento dos logradouros e aformoseamento da área de expansão da Cidade Baixa</em>.<br><br><em>Ao longo dos anos seguintes, até 1855, alguns pedidos de recursos financeiros foram encaminhados para dar prosseguimento a obra do mercado, e [...] para a demolição de uma casa na Praça do Mercado, até que a edilidade considerou relevante, em prol da utilidade pública [...]. <br><br>Resolução nº 378 de 1855 determina que:<br></em><br></div><div><em>[...] A casa do mercado desta cidade é franqueada d’ora em diante a todos os vivandeiros, independente de pagamento algum por qualquer título que seja.<br></em><br></div><div><em>O Governo mandará imediatamente demolir algumas ou todas as paredes dos barracões que se mandaram fazer para serem alugados.[...] </em></div><div><br>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1848-1849), v.280. A.P.E.S.E. <br><br>Dados compilados do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 100-101.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 20:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>Convento do Carmo</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A construção do Convento do Carmo, na área urbana de São Cristóvão, iniciou-se no fim do século XVII, isto é, em 1699, pelo que a sua edificação teve pouco andamento até 1700.<br></em><br></div><div><em>Não obstante essa circunstância, reveste-se de particular interesse a localização dos Carmelitas, </em><strong><em>pouco distante o seu Convento da Praça da Matriz, à qual se comunica por via pública direta</em></strong><em>. O espaço urbano que lhe fica em frente e ao lado, ao norte e leste, respectivamente, constituirá o Largo do Carmo outro espaço aberto na trama urbana, embora de dimensões muito menores do que as duas praças anteriormente citadas – Matriz e São Francisco – mas, de fato, confirmando a solução lusíada das praças ou largos -espaços abertos – múltiplos.<br></em><br></div><div><em>Elementos significativos da composição urbana da Cidade Alta de São Cristóvão já estão presentes em 1700, conservando-se na medida em que a área urbanizada cresce, mantendo a sua hierarquia.<br></em><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.42.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 21:01:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Convento do Carmo</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753257299</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O desenvolvimento das edificações – Igreja, Convento e Ordem terceira – foi maior, a saber:<br></em><br></div><div><em>Em 1639, iniciou-se a ampliação da </em><strong><em>Capela do Convento do Carmo</em></strong><em> e fundou-se a respectiva Ordem Terceira. As obras do conjunto prosseguiram até o fim do período de análise, terminando-se em 1745 as obras da capela -outros datam a conclusão de 1666, data que se encontra gravada no Frontispício, com Galilé de três arcadas.<br></em><br></div><div><em>Já a </em><strong><em>Capela da Ordem Terceira</em></strong><em>, implantada em posição recuada em relação ao alinhamento do Convento, cuja fachada possui uma porta com inscrição de 1743 e um nicho.<br><br>Sobre o ângulo da fachada, à direita, há a seguinte inscrição: “FOI FUNDADA EM 16¨DE JULHO DE 1639 SENDO POR OR. P. ANº DE ARº DOL AGO”, que significa esta capela foi fundada em 16 de julho de 1639, sendo Provedor o Reverendo Padre Antonio de Araújo do Lago (BAZIN, 1956, tomo I, p.170)<br></em><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.50-51.<br><br></div><div>                     <strong>x-x-x<br></strong><br></div><div><em>Na segunda metade do século XVIII, terminaram as obras fundamentais do Conjunto Carmelita, formado por Igreja-Convento e Ordem terceira, está com um pequeno claustro, com três arcadas de cada lado.</em></div><div><em>A sacristia contém lavabo, de estilo similar ao da fachada, quanto às esculturas, o que demonstra a unidade de construção do conjunto e sua continuidade, enquanto na Igreja há um altar D.João V e outro rococó, ambos do século XVIII. (BAZIN, 1956, tomo I, pg.169)</em></div><div> </div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.62.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 21:02:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Convento do Bom Jesus</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753289124</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Notícia sobre o Convento da Ordem de São Francisco no século XVII foram recolhidas de Jaboatão, a saber:<br></em><br></div><div><em>Logo no início da segunda metade do seiscentos, no Capítulo de 26 de agosto de 1657, determinou-se a fundação do Convento Franciscano de Bom Jesus, em São Cristóvão.<br></em><br></div><div><em>Construíam, logo, um </em><strong><em>Recolhimento</em></strong><em> com sua</em><strong><em> Igrejinha</em></strong><em>, no local escolhido pelos religiosos, o qual, mais tarde, foi doado à Ordem pelo </em><strong><em>Sargento-Mor Bernardo Corrêa Leitão</em></strong><em> e sua mulher </em><strong><em>Vitória de Souza</em></strong><em>, por </em><strong><em>escritura de 29 de janeiro de 1659</em></strong><em>.<br></em><br></div><div><em>Mais de trinta anos decorreram, até que, em 12 de setembro de 1693 foi lançada a primeira pedra para o Convento, sendo Provincial Frei Estevão de Santa Maria. Pela situação de indigência e pobreza da sociedade da época, somente no século XVIII a grande obra teria o conveniente desenvolvimento.<br></em><br></div><div><em>Uma importante consequência do estabelecimento dos franciscanos em São Cristóvão, no sítio em que se encontram até hoje, ampliado em relação ao início das atividades da comunidade, foi a marcação mais definitiva do eixo principal da composição urbana; a definição de um novo e amplo espaço aberto, que seria a Praça de São Francisco, em comunicação direta, por rua de pequena extensão, com a Praça da Matriz, estabelecendo o </em><strong><em>esquema lusitano da composição urbana por meio de múltiplas praças.<br></em></strong><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.41-42<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 21:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Convento Franciscano da Santa Cruz ou Convento do Bom Jesus</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753295013</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Em 1730, a 3 de março, de doação, por André Pinto de Souza lavrou-se a Escritura de um pedaço de terra para aumentar a cerca, o qual de há muitos anos estava de posse do Convento.</em></div><div><em>O claustro, obra magnifica, segundo Germain Bazin de caráter excepcionalmente barroco, é da primeira metade do século XVIII, assim como a sacristia. (BAZIN, 1956, tomo I, pg.122)</em></div><div><em>Todavia, nem a Igreja nem o Convento estavam concluídos.</em></div><div><br>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.50 <br><br>                      x-x-x<br><br><em>Uma possível datação de sua construção, é a seguinte:</em></div><div><em>Claustro: Levantado na primeira metade do século XVIII, apresenta a particularidade de ser o único dentre todos os seus congêneres do Nordeste, cujos suportes verticais isolados são pilares e não colunas;</em></div><div><em>Fachada: terminada no setecentos;</em></div><div><em>Altares: são do estilo D, João V, o que indica como do século XVIII (BAZIN, 1956, tomo I, p.169);</em></div><div><em>Sacristia: possui um precioso lavabo, de 1725, sendo o mais da sacristia da mesma época;</em></div><div><em>Cruzeiro: dentro da tradição franciscana, o convento do Bom Jesus possui imponente cruzeiro defronte da sua Igreja.</em></div><div> </div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.61-62.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 21:23:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Convento Franciscano do Bom Jesus</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753376543</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A última notícia recolhida, de 30 de outubro de 1849, informa que o “sino do Convento de S. Francisco” encontrava-se em lugar seguro, como “V.Exa. me Ordenou”, sob a custódia do Guardião do Convento. Houve um excesso de despesa em relação ao orçado, “devido à necessidade que houve de abrir-se a janela da torre o que não havia entrado no cálculo do orçamento.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E. Engenheiros (1847-1851), v.280. APESE <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.106.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 22:16:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Igreja Na. Sra. do Rosário dos Homens Pretos</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753707426</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A Igreja da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, mais conhecida como Igreja do Rosário, teve início em 1746, prosseguindo a sua construção nos anos seguintes. É um novo ponto, que determinará, nas décadas posteriores, um crescimento urbano nas suas imediações.<br></em><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.51<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 01:29:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Santuário de São Gonçalo</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753714699</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o manuscrito intitulado “Memória sobre a Capitania de Sergipe sua fundação, população, productos e melhoramentos de que é capaz, oferecida ao ilustríssimo exmº sr. Dr. Rodrigo de Souza Coutinho, Ministro e secretário de Estado dos Negócios estrangeiros e da guerra, por Marcos Antônio de Souza, Presbítero Secular do hábito de S. Pedro e vigário de N. S. da Victória da Bahia, ano de 1808”, impressa por Antonio José Fernandes de Barros (1878), existiam na cidade no início do século XIX:<br><br></div><div>[...] um suntuoso convento do Carmo com sua ordem terceira; outro de S. Francisco, que tem anexa a capela dos terceiros Franciscanos; uma casa de Misericórdia; uma capela do rosário; outra do Amparo, uma ermida não acabada com a invocação do senhor das misericórdias e perto da cidade em um lugar eminente um devoto santuário de S. Gonçalo.[...] (SOUZA, 1878, p.7-8)</div><div><strong> </strong></div><div>Conforme notícias coligidas do referido manuscrito, [...] a ermida do Senhor das Misericórdias nunca foi concluída e arruinou-se [...] </div><div> </div><div>Quanto ao santuário de São Gonçalo [...] começou a desmoronar-se em 1821 e os seus santos foram trasladados para o Convento do Carmo, antes do arruinamento total do edifício.[...] <br><br>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.56.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 01:32:37 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte do Paramopama</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753848138</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] <em>Que na Assembleia Provincial “não se decrete dinheiro algum senão para aquelas obras que previamente foram projetadas, desenvolvidas e orçadas as suas despesas, para evitar-se o que sempre tem havido, dar-se pequenas quantias para muitas obras”, de que é “exemplo o ano financeiro de 1845 a 1846, quando deu-se “400$000 para a construção de quatro pontes com os seus respectivos aterros e, neste ano, 1847, “ para as mesmas </em><strong><em>pontes e acabamento da do Paramopama</em></strong><em>, do Açougue da Vila de Laranjeiras, e a </em><strong><em>rua de S. Miguel</em></strong><em> deu-se 4.000$000 contos de réis, e me parece a quantia decretada para estas obras não chegava para uma das pontes mais pequenas (a </em><strong><em>Ponte da Pitanga</em></strong><em>) em construção, e que foram as duas </em><strong><em>do Poxim</em></strong><em>, sendo construídas pelo mesmo sistema não custarão menos cada uma de três dobros do que virá a custar esta que está em construção</em>.[...] <br><br></div><div>Fonte: Relatório de João Bloem de 1847<br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.89.<br>x-x-x<br><br></div><div>[...] <em>Dois dias mais tarde – 20.12.1847 – Galdino Barboza de Araújo, Ajudante de Bloem, dirige-se ao Dr. Joaquim Teixeira dizendo que achando-se encarregado de “dar o alinhamento e nivelamento das calçadas que tem de fazer os proprietários diante de suas casas” e não dispondo de pessoal auxiliar, solicitava fossem postos à sua disposição para tal fim dois soldados.</em>[...]<br><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 85.<br><br></div><div>x-x-x<br><br></div><div><em>Em janeiro de 1848, Bloem, depois de informar ter sido gasta a verba liberada para o “reparo da ponte desta Cidade” solicita reforço para a sua pronta terminação “em uma semana”. Tratava-se da ponte sobre o Rio Paramopama. </em><br><br></div><div> S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 85.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 02:33:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estrada São Cristóvão-Laranjeiras</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/753855142</link>
         <description><![CDATA[<div><em>A estrada de São Cristóvão para Laranjeiras era da maior importância para a Província, no segundo quartel do oitocentos, por ser o elo por via terrestre entre a capital e a mais próspera e progressiva vila de Sergipe.<br></em><br></div><div><em>Todavia, pelas enormes dificuldades opostas pelo meio físico para a sua execução, encontramos informações demonstrativas dos obstáculos a vencer, face, inclusive, aos parcos recursos financeiros postos à disposição do significativo melhoramento, como veremos a seguir:<br></em><br></div><div><em>Em </em><strong><em>julho de</em></strong><em> </em><strong><em>1844</em></strong><em>, a Câmara Municipal dirigiu-se a Manoel Vieira Tosta, Presidente da Província, solicitando o auxílio dos Cofres Provinciais para o serviço. O início do ofício é muito expressivo:<br></em><br></div><div><em>“Sendo a estrada pública desta Capital para a Vila de Laranjeiras a mais transitada e direita para a serventia e Comércio dos habitantes d’ uma e outra parte, esta província, em geral cortada por alguns rios e entre estes os do Poxim grande e mirim, que só sob boas pontes e calçadas nas suas embocaduras e saídas é possível verem-se as dificuldades perigosas que eles oferecem em seu curso e margens aos viajantes que por esse caminho transitam”, pelo que, e à vista do fato de que as rendas municipais não proporcionavam meios de melhorar o “estado ruinoso e desanimador” atingido pela importante estrada, pedia o auxílio dos Cofres Provinciais para os reparos necessários às pontes e calçadas referidas.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Câmaras Municipais (1844-1845), v.40. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.125.<br><br></div><div>                      x-x-x-x<br><br></div><div><em>Pouco depois, respondendo a ofício da Presidência a respeito do curso das pontes pretendidas pela Câmara de São Cristóvão, respondendo esta, a 27 de </em><strong><em>agosto de</em></strong><em> </em><strong><em>1844,</em></strong><em> já agora para o Brigadeiro José de Sá Bittencourt Câmara, então Presidente, dizendo-se “dispensada desse trabalho, por isso que felizmente na província se acha engajado em engenheiro, a cargo de quem está pela Lei o desempenho do objeto referido”. [...]  <br><br></em>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.83</div><div>                     x-x-x-x<br><br></div><div>[...] <em>a 7 </em><strong><em>de julho de 1846</em></strong><em> – dois anos mais tarde – a Câmara volta à Presidência, na ocasião exercida pelo Comendador Antônio Joaquim Alvares do Amaral, comunicando-lhe “o estado deplorável em que se acha a estrada que segue desta Capital para a Vila das Laranjeiras, cujo trânsito se acha quase cortado por haverem as chuvas do dia 4 do corrente levado a ponte do Rio Pitanga, cuja passagem, sem a dita ponte, é quase impossível por haver ali altas ribanceiras e barrancos quase insuperáveis”. Noticiava a Câmara, ainda, que era semelhante as pontes do Poxim Grande e Poxim Mirim, na mesma estrada, existindo só o vestígio das pontes, passando-se o rio “por dentro d’água com notável risco, por que além de grandes buracos estão os rios atravancados de materiais.” E, por isso mesmo, reiterava pedido de providências para remediar o grande mal.<br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Câmaras Municipais (1846-1847), v.41. A.P.E.SE. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.84.<br><br></div><div>                     x-x-x-x<br><br></div><div><em>[...] Três anos mais tarde, em </em><strong><em>outubro de</em></strong><em> </em><strong><em>1847</em></strong><em>, João Bloem, em sua já citada Exposição do estado das Obras Públicas da Província, refere-se às “quatro pontes novas nos Riachos Poxim Assú e mirim na estrada que segue desta Capital para a Vila das Laranjeiras”, afirmando haver uma consignação de 8:000$000 (oito contos de réis), julgada insuficiente, sobretudo “pela falta absoluta de numerário nos Cofres Provinciais”. <br></em><br></div><div>Fonte: S.G.E., Engenheiros (1852-1854), v.40. A.P.E.SE. <br><br>Compilado de Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol 2, p.125.<br><em><br>1-      Sebastião Pyrrho, em sua “Exposição” a respeito do estado das obras provinciais a seu cargo, de 20 de julho de 1852, assim se referiu à estrada São Cristóvão-Laranjeiras:<br></em><br></div><div><em>“A estrada d’ esta Cidade para a das Laranjeiras nenhum andamento teve, e já por falta de dinheiro, e já pela pouca atividade de quem se encarregou de fazer parte dela por arrematação, e que nada tem feito; continuará, portanto, no deplorável estado em que se acha, se nao houver providências a respeito”.<br></em><br></div><div>Fonte: BLOEM, João. Exposição do estado das obras públicas da Província. (22.10.1847). S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 124-126.<br><br></div><div>                    x-x-x-x<br><br></div><div>[...] <em>o Engenheiro João Bloem, Tenente coronel do Imperial Corpo de Engenheiros, em Relatórios apresentado ao Presidência da Província, Comendador Joaquim  José Teixeira, sobre o estado das pontes, informou que a do R</em><strong><em>io Pitanga</em></strong><em> estava em princípio, seguindo-se “um projeto de </em><strong><em>uma ponte de um arco de pedra de Cantaria de 38 palmos (8,36 m) de abertura em forma de Cesto”, mas, devido às dificuldades que o “Mestre da obra apresentou, modificou-se então o plano em um arco de 22 palmos (4,84m)”.</em></strong><em> João Bloem critica violentamente a alteração e compromete-se a fazer” exame rigoroso ao pé da obra que brevemente farei e de tudo o resultado levarei respeitosamente a presença de V. Exca. No exercício de Diretor das Obras Públicas da Província. (AZEVEDO, 1980, p.84) <br></em><br></div><div><em>Na informação, prossegue o Tenente Coronel do Corpo de Engenheiros dizendo que, nesta mesma estrada havia mais quatro pontes a construir-se sendo 3 no Poxim Grande e uma no Poxim, para as quais as madeiras já tinham sido contratadas, e, como, por isso mesmo, já podia ser iniciada a preparação desse material, solicitava instruções da Presidência à Tesouraria Provincial para colocar à sua disposição o dinheiro consignado na Lei Orçamentária vigente para tal fim, comprometendo-se a apresentar à Presidência “um balancete Mensal com declaração do progresso de cada uma das obras e os dinheiros para elas aplicados”. Datada de 18 de </em><strong><em>dezembro de 1847</em></strong><em>. <br></em><br></div><div>Fonte: BLOEM, João. Exposição do estado das obras públicas da Província. (22.10.1847). S.G.E., Engenheiros (1847-1851), v.280. <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p. 85.<br><br>                      x-x-x-x<br><br></div><div><em>Na sua exposição concernente ao segundo semestre de 1852, apresentada em 19 de janeiro de 1853, o mesmo Engenheiro escreveu: “Também está paralisada a estrada que comunica esta capital com a Cidade de Laranjeiras, pela inércia da pessoa encarregada de fazer parte dela por arrematação. Contudo, como as obras que de preferência se devem fazer na dita estrada são as pontes sobre os rios Poxim e Poxim mirim, a primeira no pasto do engenho Patrimônio na nova estrada, e a segunda na Cancela de Guiçaman na estrada antiga, bom seria começar já pela construção d’ elas, para livrar os viandantes dos perigos a que se expõem no inverno, ao passarem pelos mencionados rios. Será preciso a quantia de 6:5000$000 réis, como já tinha dito n’ outras ocasiões para a construção de tais pontes, nos lugares por mim indicados, e mais do que o dobro se gastará na fatura delas, se forem assentadas nos lugares alagados em que atualmente se transita, em razão dos grandes aterros, calçadas e boeiros a fazer”. <br></em><br></div><div>Fonte: PYRRHO, Sebastião José Basílio. Exposição do estado das Obras Públicas Provinciais e Gerais desta Província (20.07.1852). <br><br></div><div>Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.126.<br><br></div><div>x-x-x<br><br></div><div><em>As razões apresentadas por Sebastião Pyrrho parecem bastante convincentes, inclusive do ponto de vista do investimento menor e das mais adequadas condições de tráfego na principal estrada da Província de Sergipe. Como vimos, todavia, tantos anos decorridos e a importante via continuava apresentando os mesmos problemas de muitos anos antes! Não fora ainda resolvida a comunicação entre as duas principais cidades da Província, até a transferência da capital</em>.<br><br></div><div>Fonte: Compilado do Plano Urbanístico de São Cristóvão, vol. 2, p.127.<br><br></div><div><br><br></div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 29/12/1941 <br><br>Convento e Igreja de Santa Cruz (Franciscano) e acervo do<br>Museu de Arte Sacra- Federal<br>Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 251-A, Nº da Folha: 55<br>Livro: Histórico - N. de inscrição: 184, Nº da Folha: 31<br><br> Processo: 303-T-41 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 16:38:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>  21/09/1943 <br><br>Capela de Nossa Senhora do Engenho Poxim - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 291-A, Nº da Folha: 62 Livro: Histórico - N. de inscrição: 225, Nº da Folha: 38 <br><br> Processo: 298-T-41 </div>]]></description>
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         <title>Tombamento Estadual</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 22/06/1938 <br><br>Conjunto Urbanístico Paisagístico Arquitetônico – Estadual Livro Tombo n° 1 – Geral. Fl. 2 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 16:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>21/09/1943 <br><br>Sobrado com Balcão Corrido à Praça da Matriz - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 293-A, Nº da Folha: Livro: Histórico - N. de inscrição: 227, Nº da Folha: 62 <br> Processo: 307-T-42 <br><br> Sobrado na Rua Castro Alves, n°. 02 - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 292-A, Nº da Folha: Livro: Histórico - N. de inscrição: 226, Nº da Folha: 62 <br> Processo: 306-T-42 <br><br> Sobrado na antiga Rua das Flores, hoje Benjamin Constant, n.° 20 - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 294-A, Nº da Folha: 62 Livro: Histórico - N. de inscrição: 228, Nº da Folha: 38 <br> Processo: 309-T-42 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 16:47:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 20/03/1943 <br><br>Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 264-A, Nº da Folha: 57 Livro: Histórico - N. de inscrição: 198, Nº da Folha: 33 <br> Processo: 293-T-41 <br><br> Igreja Matriz de Nossa Senhora das Vitórias - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 263-A, Nº da Folha: 57 Livro: Histórico - N. de inscrição: 197, Nº da Folha: 33 <br> Processo: 292-T-41 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 02/04/1943 <br> <br>Convento e Igreja do Carmo - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 276-A, Nº da Folha: 59 Livro: Histórico - N. de inscrição: 211, Nº da Folha: 35 <br> Processo: 301-T-41 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:50:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 14/04/1943 <br> <br>Igreja da Ordem Terceira do Carmo - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 279-A - Nº da Folha: 60 Livro: Histórico - N. de inscrição: 212, Nº da Folha: 35 <br> Processo: 304-T-41 </div>]]></description>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 14/01/1944 <br> <br>Igreja e Casa de Misericórdia - Federal Livro: Belas Artes - N. de inscrição: 297-A , Nº da Folha: 63 Livro: Histórico - N. de inscrição: 230, Nº da Folha: 38 <br> Processo: 302-T-41 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>  31/01/1967 <br><br>Conjunto Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico da Cidade de São Cristóvão – Federal Livro: Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico - N. de inscrição: 40, Nº da Folha: 10 <br> Processo: 785-T-67 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:55:05 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Federal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 04/05/1962 <br><br> Igreja de Nossa Senhora do Amparo - Federal Livro: Histórico - N. de inscrição: 343, Nº da Folha: 56 <br> Processo: 657-T-62 </div>]]></description>
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         <title>Tombamento Estadual</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 06/01/1984 <br><br> Igreja Nossa Senhora de Nazaré – Zona rural – Fazenda Itaperoá – Estadual Livro Tombo n° 1 – Geral. Fl. 7 </div>]]></description>
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         <title>Tombamento Estadual</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div> 08/09/2003 <br><br> Prédio do Antigo Palácio Provincial – Atual Museu Histórico de Sergipe – Estadual Livro Tombo n° 1 – Geral. Fl.36 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Estadual</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>Capela da Fazenda Poxim <br> <br>Painel do artista plástico Jenner Augusto, localizado na Reitoria da UFS – Estadual <br> <br>Acervo do Museu Histórico de Sergipe - Estadual<br><br>Cristo Redentor - Estadual e Municipal </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:59:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tombamento Municipal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cristo Redentor</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 18:00:59 UTC</pubDate>
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         <title>Cartografia Histórica</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839522983</link>
         <description><![CDATA[<div>O trabalho " A Formação do Território Sergipano sob a Ótica da Cartografia Histórica " mostra a modificação do território sergipano entre 1638 e 1883. Nos 7 mapas de Sergipe pertencentes ao acervo virtual da Fundação Biblioteca Nacional, os autores identificaram e registraram os elementos marcantes das modificações ocorridas.  Foram analisados os seguintes aspectos de cada documento:  autor, ano de publicação, assuntos abordados, objetivos dos mapas, percepção dos autores, convenções cartográficas, toponímia e, representações de elementos conformadores do território sergipano. <br><br>Referências Bibliográficas: </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 01:39:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Vazio&quot; ocupacional?</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839528177</link>
         <description><![CDATA[<div> O território sergipano já era territorializado pelos índios que aqui habitavam. Porque  desconhecemos o painel da diversidade indígena, com costumes próprios de organização social, cultura, de modo de vida e línguas?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 01:42:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>“Praefectura de Cirîlîet Sergipe del Rey cum Itâpuáma”, 1638-1643</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839558790</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro mapa da Capitania, intitulado “Praefectura de Cirîlîet Sergipe del Rey cum Itâpuáma” foi produzido por Georg Marcgraf, possivelmente entre 1638-1643, e organizado por Joan Blaeu em 1647.<br>&nbsp;Os membros da Companhia das Índias Ocidentais, instalaram-se em Penedo, e identificaram elementos da paisagem do Baixo São Francisco, Atenção aos topônimos holandeses identificados no mapa.<br><br>&nbsp;Fonte: Biblioteca Digital do Patrimônio IberoAmericano&nbsp;<br><br>Pesquisar:&nbsp; BLAEU, Joan. Praefectura de Cirîlîet Sergipe del Rey cum Itâpuána. 1596-1673. Disponível em: http://www.mapashistoricos.usp.br/index.php?option=com_jumi&amp;fileid=14&amp; Itemid=99&amp;idMapa=661&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:03:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Provincie della Baia e di Sergippe, 1698</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839568924</link>
         <description><![CDATA[<div>As desembocaduras dos rios são exageradamente desenhadas e bastante expressivas para os rios Real, Vaza Barris e São Francisco. Assim como as ilhas e lagoas do São Francisco, diferentemente do rio Sergipe não é tão destacado como os demais. Além disso, no mapa identificamos nucleações populacionais como a sede da província em São Cristóvão e as freguesias de Santa Izabel, Santo Antônio e São Gonçalo, e alguns topônimos.&nbsp;<br>Fonte: Fundação Biblioteca Nacional.&nbsp;<br><br>Pesquisar:&nbsp; ORAZI, Andrea Antonio. Provincie della Baia e di Sergippe. In Roma, Itália: Nella Stamperia de gl'Eredi del Corbelleti, 1698. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:10:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Carta Topographica e Administrativa dasProvíncias do Pernambuco, Alagoas e Sergipe de1848.</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839571684</link>
         <description><![CDATA[<div> confeccionada pelo Visconde J. deVilliers de L'lle Adam, vem dar mais informações sobre a província de Sergipe em 1848. A carta das três províncias vem apresentar um pouco de como se organizava estes territórios, levando em consideração não somente o mapa, bem como dados estatísticos e administrativos <br><br> Fonte: Fundação Biblioteca Nacional. <br><br>Pesquisar:  VILLIERS DE L'ILE-ADAM, J. de. Carta topographica e administrativa das provincias do Pernambuco Alagoas e Sergipe: Erigida sobre os documentos mais modernos pelo Vcde. J. deVilliers de L'lle Adam. Rio de Janeiro (RJ): Firmin-Didot, 1848. Disponível em: . </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:12:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Província de Sergipe, 1868. </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839572733</link>
         <description><![CDATA[<div> Extraído do Atlas do Império do Brasil de Candido Mendes de Almeida, o mapa Província de Sergipe faz parte de uma série de mapas produzidos para o Atlas compreendendo as respectivas divisões administrativas, eclesiásticas, eleitorais e judiciarias. Foi dedicado ao Imperador D. Pedro II e destinado à instrução pública do Império, com especialidade aos alunos do Imperial Colégio Pedro II <br><br> No mapa da Província de Sergipe são encontrados a hidrografia, o relevo e sua toponímia, com destaque para a Serra de Itabaiana. São identificados ainda os Campos de Criação de Gado, região do sertão sergipano dominado pela caatinga, para onde o gado foi levado para ceder espaço à produção canavieira na zona da mata. Observa-se também a representação dos dois canais construídos para interligar importantes rios para favorecer o escoamento da produção açucareira, o Canal Santa Maria, ligando o rio Vaza Barris ao rio Poxim e consequentemente ao Sergipe; e o canal do Pomonga, interligando o rio Pomonga (afluente do Sergipe) ao Japaratuba. <br><br> Fonte: Senado Federal <br>Pesquisar:  ALMEIDA, Candido Mendes de. Província de Sergipe. In.:Atlas do Imperio do Brasil, 1868. Disponível em: http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/179473. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:13:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839572733</guid>
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         <title>Mappa geral dos estudos da estrada de ferro da Província de Sergipe, 1883. </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839580775</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Nele está projetado a implantação de uma futura linha férrea que iria ligar as principais vilas e cidades produtoras de algodão e cana de açúcar até o principal centro distribuidor da Província, a capital Aracaju.<br><br>Fonte: Fundação Biblioteca Nacional. <br><br>Pesquisar:  SERGIPE. Mappa geral dos estudos da estrada de ferro da provincia de Sergipe [Cartográfico]. Rio de Janeiro: Lith. Paulo Robin, 1883. Disponível em: </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:18:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839580775</guid>
      </item>
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         <title>Carta corográfica para a divisão das comarcas, termos e municípiosda Província de Sergipe Del Rey de João Bloem de 1844</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839587527</link>
         <description><![CDATA[<div> é facilmente identificada a divisão das comarcas, a localização da capital, cidades e vilas da época. É observável a hierarquização de certas localidades, a ponto de se tornarem mais importantes do que as vilas as quais pertenciam. Ela descreve a província de Sergipe, posteriormente ao seu desmembramento da Bahia em 1820, dando destaque à capital São Cristóvão. O relevo de Sergipe está representado em curvas de nível e seus topônimos, os rios e seus afluentes são identificados com os respectivos nomes, e no litoral são identificados desembocaduras e pontos de localização, além da representação de linhas batimétricas do fundo do mar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:23:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cavbrasil/linhadotempo/wish/839587527</guid>
      </item>
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