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      <title>Nosso Mundo Paralelo - Our Parallel World by ProfªHelena</title>
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      <description>Atenção - sigam as orientações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-27 00:01:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Estudantes, que bom tê-los aqui para esta aventura. Este espaço foi pensado e criado para compartilharmos informações que nos proporcionarão conhecimentos partilhados. Como? Com a contribuição de cada um de vocês. Juntos, vamos descobrir um caminho cheio de aventuras e desafios. Topam? Então, sigam os passos.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas colunas à direita, estão as ordens dos trabalhos. <br><br>Sendo:<br><br>1ª coluna - Formem trios, registrem os nomes. <br><br>2ª coluna - Conheçam um pouco sobre Clarice Lispector. Sigam os links disponibilizados na coluna ao lado.&nbsp; <br><br>3ª coluna - Abram o link e naveguem pela obra Felicidade Clandestina de Clarice Lispector.<br>Leiam os três contos destacados abaixo da obra "Felicidade Clandestina":<br>1º conto - <strong>Felicidade Clandestina</strong><br>2º conto - <strong>O grande Passeio</strong><br>3º conto - <strong>Uma Esperança</strong><br><br>4ª coluna - Nesta coluna, façam comentários sobre os contos lidos. Basta clicar no sinal + e digitar o nome do trio e os comentários dos contos.<br><br>5ª coluna - Desafio no game - em trio.<br><br>6ª coluna - Produção de uma Fanfic.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 00:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A palavra é meu domínio sobre o mundo.&quot; Clarice  Lispector é uma das escritoras mais aclamadas da literatura modernista brasileira. De origem ucraniana, Lispector veio para o Brasil quando ainda era uma criança de colo. E se interessou pela literatura logo que aprendeu a ler e escrever. Com sua escrita intimista, Clarice surpreendeu ao colocar o inconsciente nos seus escritos. A escritora era conhecida no meio intelectual e convivia com grandes personalidades como Samuel Wainer, Rubem Braga e Fernando Sabino. Apesar disso, chegou a assinar colunas em jornais com os pseudônimos Helen Palmer e Tereza Quadros.“Laços de Família” e “A Hora da Estrela” foram obras que marcaram a carreira de Lispector e que são conhecidas até hoje.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2314557309</link>
         <description><![CDATA[<div>Mas tem muito mais sobre essa magnífica escritora.&nbsp;<br><br>Conheçam um pouco mais, clicando nos links abaixo.&nbsp;<br>Uma dica: leiam mesmo, vocês precisarão dessas informações sobre Clarice Lispector. E vale pesquisar em outras fontes também.<br><br>http://educacao.globo.com/literatura/assunto/autores/clarice-lispector.html<br><br>https://www.ebiografia.com/clarice_lispector/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 00:25:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para ler, basta clicar. Divirtam-se. São contos fantásticos.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Disponível em:</strong><br>https://kbook.com.br/wp-content/files_mf/felicidadeclandestina.pdf<br><br>Leiam com muito amor e muita atenção os contos:<br>Felicidade Clandestina<br>O Grande Passeio<br>Uma Esperança</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 00:47:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <pubDate>2023-01-09 20:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>Nesta coluna, abram novas janelas para inserirem os comentários dos contos lidos.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <pubDate>2023-01-09 20:20:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-09 20:28:21 UTC</pubDate>
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         <title>Desafio no game!!!</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com certeza vocês sabem o que significa jogo. Mas vamos explicar resumidamente qual a nossa intenção com este desafio. <br><br>"A gamificação (ou gamification, em inglês) é a aplicação das estratégias dos jogos nas atividades do dia a dia, com o objetivo de aumentar o engajamento dos participantes. Ela se baseia <strong>no</strong> game thinking, conceito que abrange a integração da gamificação com outros sabres". <br><br>Pois bem, aqui temos um jogo sobre os 3 contos lidos por vocês - <strong>Felicidade Clandestina, O grande Passeio e Uma Esperança. <br><br></strong>Como se trata de um jogo, então temos um ranking. Ou seja, quem pontuará mais? Melhor ainda, qual o trio fará mais pontos e sairá vitorioso? Ahh... haverá recompensa.&nbsp;<br><br>Uma dica importantíssima: releiam os contos.&nbsp;<br><br>OBS: em sala e no grupo whatsApp explicaremos toda a dinâmica, caso tenha dúvidas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 16:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As fanfics são um verdadeiro fenômeno na era colaborativa da internet. A palavra, que é uma abreviação para &quot;fanfiction&quot; ou &quot;ficção de fã&quot;, em tradução livre para o português, engloba os textos produzidos por fãs de uma determinada franquia de filmes, livros ou séries e que se baseiam em enredos e personagens que já foram escritos. Em geral, elas se passam no mesmo universo do conteúdo em que foram baseadas. Existem, por exemplo, fanfics de Harry Potter, Jogos Vorazes, Star Wars, entre tantas outras.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 13:46:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O desafio agora é a produção de uma fanfic.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2539969674</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>E como escrever uma fanfic do zero? Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem quando pensam em começar a escrever sobre um assunto do qual são fãs. A verdade é que esse processo pode ser muito mais simples do que você estava imaginando. Inspiração e vontade de criar são os requisitos básicos! <br><br><strong>1) Escolha a inspiração:</strong></div><div>Comece <strong>escolhendo o universo</strong> em que a sua fanfic será baseada. Nossa inspiração será em um dos 3 contos lidos de Clarice Lispector: Felicidade Clandestina, O grande passeio ou Um esperança.&nbsp;<br>Comece explorando esse universo de um dos contos e pensando em temas que você gostaria de desenvolver dentro dessa história.<br><br></div><div><strong>2) Pense na trama e nos personagens:</strong></div><div>Tema escolhido, é hora de considerar quais personagens da obra original você vai usar em sua fanfic. Podem ser dois, três, quatro ou até mesmo todos os personagens de um determinado universo. O importante aqui é pensar <strong>como é o enredo</strong> que você está imaginando para a sua narrativa e encaixar os personagens de acordo com ele.<br><br></div><div><strong>3) Determine o tipo de fanfic:</strong></div><div>Existem vários tipos de fanfic. Além de escolher se você vai escrever uma história de romance, ação, aventura, entre tantos outros gêneros.<br><br></div><div><strong>4) Estruture a história:</strong></div><div>Toda narrativa possui alguns elementos essenciais para prender a atenção do leitor e deixar a história instigante e envolvente. Por isso, é importante estruturar todos esses aspectos antes de escrever de fato. Onde ela se passará? Quem será o narrador? Qual o principal conflito da história? E <strong>como será o clímax</strong> e a resolução do problema? Responda essas perguntas nessa etapa para montar uma história inovadora.<br><br></div><div><strong>5) Comece a escrever:</strong></div><div>Com tudo estruturado, mãos à obra! É hora de começar a escrever. O grande barato de escrever fanfics é que você não precisa se levar muito a sério. <strong>Deixe a criatividade fluir.</strong> Quanto mais você pratica, mais você desenvolve sua escrita. Então pegue papel e caneta e comece hoje mesmo.<br><br>Podem digitar no word e depois colar em outra janela, nesta mesma coluna. Só um do trio faz a postagem, mas não esqueçam de colocar os nomes de cada um.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 14:33:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para auxiliá-los mais um pouquinho, seguem dois arquivos. Um sobre como criar uma fanfic e outro com sugestão de roteiro.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 17:04:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sugestão de roteiro.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 17:05:26 UTC</pubDate>
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         <title>safora a maior</title>
         <author>miaxyjn</author>
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         <description><![CDATA[<div>Safira Laborda<br>Maria Eduarda<br>Isabella Pachu</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 14:56:33 UTC</pubDate>
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         <title>TRÊS ESPIÃS DEMAIS</title>
         <author>1989242</author>
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         <description><![CDATA[<div>FLÁVIA-ALEX<br>MARCOS-SAM<br>ANTHONY-CLOVER</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 14:58:16 UTC</pubDate>
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         <title>Trio mei</title>
         <author>3613442</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marysa<br>Isabella tavares<br>Emanueli</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 14:58:36 UTC</pubDate>
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         <title>HOMEM DE VERDADE</title>
         <author>3632101</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ryan<br>kayo<br>Thauwa</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 14:59:07 UTC</pubDate>
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         <title>TRIO JGF REI DELAS</title>
         <author>3546021</author>
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         <description><![CDATA[<div>GABRIEL SILVESTRE LANES&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; FELIPE GABRIEL&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>JOÃO PEDRO</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 14:59:15 UTC</pubDate>
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         <title>trio G&amp;E</title>
         <author>3562483</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gustavo<br>Eduardo&nbsp;<br>Erick skibiridon&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 14:59:27 UTC</pubDate>
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         <title>Triplice</title>
         <author>4726951</author>
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         <description><![CDATA[<div>Caio v<br>Melissa<br>Luiz</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 15:00:16 UTC</pubDate>
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         <title>Trio Pastel de Flango</title>
         <author>6084061</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Lucas Damião&nbsp;<br>Jonathan Gustavo&nbsp;<br> Davi Ulisses</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 15:00:38 UTC</pubDate>
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         <title>Arroz, feijão e ovo.</title>
         <author>4979201</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sofia Maciel Cortes<br>Stephanie Da Silva Vaz<br>Gabriela Nobre De Aquino</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 15:00:51 UTC</pubDate>
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         <title>Trio MSN</title>
         <author>3019095</author>
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         <description><![CDATA[<div>Isabelly Ferreira Soares&nbsp;<br>Vitória Rizzon Aguiar&nbsp;<br>Victor Gabriel Rulnix </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 15:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>Erick Bruno de Miranda Raddatz</title>
         <author>5722481</author>
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         <description><![CDATA[<div>LIVRO FELICIDADE CLANDESTINA MOSTRA VÁRIAS EXPERIÊNCIAS...CADA PÁGINA ALGO DIFERENTE PRIMEIRO MENINA NÃO QUERIA EMPRESTAR LIVRO ATÉ MÃE ENTREGA,OUTRO DOIS AMIGOS,DEPOIS EXPERIÊNCIA CARNAVAL APESAR SER TRISTE..SÃO EXPERIÊNCIA DE VIDA POIS SÃO 25 textos, sendo eles: Felicidade Clandestina, Uma amizade sincera; Miopia Progressiva; Restos do Carnaval; O grande Passeio; Come, meu filho; Perdoando Deus; Tentação; O ovo e a galinha; Cem anos de perdão; A legião estrangeira; Os obedientes; A repartição dos pães; Uma esperança; Macacos; Os desastres de Sofia; A criada; A mensagem; Menino a bico de pena; Uma história de tanto amor; As águas do mundo; A quinta história; Encarnação involuntária; Duas histórias a meu modo; O primeiro beijo. CADA HISTÓRIA ENTENDIR UMA FORMA DIFERENTE E TEVE HORA QUE ME PERDIR&nbsp; NO ENTENDIMENTO...MAS GOSTEI DA LEITURA DO LIVRO. NO LIVRO FALA SOBRE A INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA,FAMÍLA, AMOR E QUESTÕES DA ALMA.. teve  página tive ler mais de uma vez para compreender .Mas gostei...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-25 00:14:12 UTC</pubDate>
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         <title>Erick Bruno de Miranda Raddatz</title>
         <author>5722481</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro O grande Passeio fala história&nbsp; de uma senhora que era viúva e vivia perambulando, muito triste essa história pois era sozinha e teve um final triste também...Quando&nbsp; Parou para tomar um pouco de água num chafariz e continuou andando, sentindo um peso no estômago e alguns reflexos pelo corpo, como se fossem luzes. A estrada subia muito. "A estrada branca de sol se estendia sobre um abismo verde. Então, como estava cansada, a velha encostou a cabeça no tronco de árvore e morreu. "Queria ela tivesse outro fim.. mas gostei da leitura pois bem mais fácil compreender...Queria ela tivesse alguém para cuidar dela e tivesse um lar que fosse realmente colhida e bem cuidada...Mas muito interessante a história..</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 23:30:42 UTC</pubDate>
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         <title>Felicidade Clandestina - Clarice Lispector. Animação com narração</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <pubDate>2023-05-03 13:07:54 UTC</pubDate>
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         <title>coxinha com coca</title>
         <author>417757</author>
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         <pubDate>2023-05-03 15:00:37 UTC</pubDate>
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         <title>Claudinho epaminondas</title>
         <author>3984591</author>
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         <description><![CDATA[<div>Izabella Fernandes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 15:11:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>629843</author>
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         <description><![CDATA[<div>trio mandioca<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 14:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço para publicação das Fanfics.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 13:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>Registrem aqui o que acharam dessa aventura sobre leitura e produção de texto no formato de game e fanfic.</title>
         <author>mhelenarodas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 13:37:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ainda Felicidade Clandestina</title>
         <author>4726951</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2623501807</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A idade a deixava baixa e a trouxera rugas, mesmo com os olhos quase cegos e mãos trêmulas, seu apetite por livros ainda era aguçado.&nbsp; As reinações de narizinho parecia antiquado para os olhos de alguns, mas continuava conservado na biblioteca de sua casa, não era mais seu livro favorito em seus dias atuais, mas tinha um espaço reservado em seu coração.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A leitura ávida era umas das características mais forte em si, e era fortemente perceptível em seu filho, após adulto se tornou&nbsp; um escritor, esse era o sonho dela&nbsp; inspirado por monteiro lobato ingressou a faculdade de escrita, porém seu sonho foi interrompido quando se casou com um colega de faculdade e&nbsp; aos poucos foi se dedicando a casa e ao marido e depois teve seu filho.</div><div>&nbsp; &nbsp;Ela foi uma boa mãe, no entanto ela não teve voz com os rígidos tratos que seu marido dava ao seu filho, para ela aquilo não era grave, só que seu filho com uma mente de criança podia ter dramatizado&nbsp; criado coisas&nbsp; e na vida adulta distanciou de sua família e para seu maior sofrimento seu marido teve uma morte precoce de tuberculose e a solidão virou constante naquela casa tão amada por ela.</div><div>&nbsp; Olhando para aquela rua movimentada do Rio de Janeiro, sentiu um peso em seu coração em ver aquelas crianças descalças de aparência suja e bagunçada inventando brincadeiras e motivos para sorrir. E lembrou&nbsp; de seu filho com as bochechas rosadas do sol e se perguntou " algum dia poderei sentir essa sensação de novo?'!</div><div>&nbsp; &nbsp;E outra memória veio a sua mente, a carta que seu filho havia a mandando, a carta que dizia sobre sua vinda para o Rio de Janeiro , então ela se levantou como se algo dentro de si estivesse a doer e aflita foi para o segundo andar e entrou na sua biblioteca enquanto arrastava o seu corpo dolorido, observou que era amanhã que conheceria sua neta. Na biblioteca, ela arrastou-se&nbsp; até&nbsp; uma das prateleiras de livros e com as mãos trêmulas pegou um livro e dirigiu-se para&nbsp; a cadeira para ler o livro, após a leitura, ela permaneceu na biblioteca&nbsp; onde passou a tarde toda lendo aqueles livros. &nbsp;</div><div>&nbsp; A emoção não a deixava dormir, era como se todo seu corpo estivesse em coceira e como se a alegria não a deixasse quieta. Mesmo sem dormir ela&nbsp; levantou cedo, ela iria comer, mas o medo de não escutar seu filho chegar a dominou então se convenceu a ficar na cadeira de balanço na frente sua casa, foi quando ouviu alguém mexer no portão, seu coração não podia suportar a emoção de rever o seu filho então se levantou e foi em direção ao som que pouco ouvia por caso da surdez que a afetava.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Entretanto,era só sua empregada, a mulher de longos cabelos negros a cumprimentou, só que não houve resposta só um silêncio, então a mulher se direciou-se a cozinha onde preparou um farto café da manhã, a mulher a chamou, no entanto não obteve resposta então se colocou a frente da senhora que estava inspressiva e distante, os olhos arregalados como se tivesse algo do outro lado da rua. E a chamou, a senhora levantou sem fazer qualquer referência a ela e foi até a cozinha cambaleando, a empregada tentou a ajudar, porém ela estava estranha a única coisa que queria era seu filho e sua neta.</div><div>&nbsp; &nbsp;Ela pegou um único pão com queijo e se sentou de novo na cadeira. Horas se passaram e nenhum sinal de seu filho que disse na carta que viria pela manhã, até que um homem de cabelos castanhos e óculos, com um terno fino se posicionou na frente da cerca de sua casa.</div><div>&nbsp; Ela não sabia quem era e o homem com a criança nos braços parecia tomar coragem para entrar, ele ficou ali parado com um semblante sério e cansado e então de súbito como se sua memória tivesse vencido a demência, ela se lembrou de seu filho, mas questionamentos se formaram em sua cabeça " por que ele estaria usando óculos", " por que da magreza" e " aquele semblante cansado de onde viria então ela se levantou e caminhou devagar, a idade não deixava ela correr, mesmo que ela podia andar mais rápido do que aquele arrastar de pés, apesar de que a felicidade que a impulsionava desde da tarde do dia anterior tinha sumido.</div><div>&nbsp; &nbsp; Ricardo, seu filho aquele que ela amava tanto e sofria por sua ausência não falou nada a ela e só entregou a neta de 4 anos que nunca teve oportunidade de conhecer, ele a entregou a criança que a olhava com um certo medo e curiosidade, ela com dificuldade por causa de seu corpo cansado e o peso da criança a segurou no colo, porém a soltou por causo da dor que sentia&nbsp; seu filho falou as horas que pegaria a crianças de olhos negros e se foi pela rua movimentada.</div><div>&nbsp; &nbsp; Ela entrou em casa com a criança que pulava enquanto segurava sua mão enrugada, ela estava desapontada com o filho e com ela mesma, mas continuava com certo ânimo para mostrar o incrível mundo da leitura a aquela criança, ela entrou em sua biblioteca e a criança parecia fascinada com os livros que aquela sala continha, em uma mesa estava o livro reinações de narizinho no seu lugar especial, sem perceber o seu descuido, ela saiu entre as prateleiras procurando um livro para ler para a pequena garota.</div><div>&nbsp; &nbsp;Ao lado do livro estava o tinteiro, a garota viu uma possibilidade de uma travessura, então se sentou na cadeira e pegou o livro, ela passou as páginas com descuido o que causou vários rasgos e orelhas de burro e por fim decidiu fazer arte no livro, pegou a tinta do tinteiro e pintou o livro com os dedos.</div><div>&nbsp; Com o livro em mãos a senhora veio até a garota, contudo ao parar a sua frente viu o que fez seu coração doer, o livro por qual havia tanto apreço estava destruído, ela sem palavras se debruçou sobre a mesa e lágrima escorreram pelo seu rosto enrugado, ouvindo o barulho baixo no andar de cima a empregada correu e lá encontrou a senhora chorando e a criança visivelmente abalada em cima da senhora sujando seu chalé.</div><div>&nbsp; &nbsp;A empregada guiou a senhora até seu quarto, onde repousou o corpo dela, mais tarde seu filho apareceu e seu rosto mudou de uma pedra de gelo para um preocupado, ele se sentou ao lado da mãe e realmente parecia sentido com as lágrimas que recorreria pelo rosto de sua mãe.</div><div>&nbsp; Quando tudo estava calmo, todos foram para a varanda, os adultos ficaram consolando a senhora e a criança estava brincando de caçar borboletas, ela era desajeitada parecia nunca ter tido um momento para brincar e era notável ver pelo semblante que havia mudado.</div><div>&nbsp; E o seu filho estava acariciando a mão de sua mãe, enquanto parecia repensar em tudo em sua vida.o barulho alto&nbsp; dos passos da empregada que vinha apressada e viu a senhora debruçada na mesa chorando e criança a acariciando e com cuidado se aproximou e a direcionou ao seu quarto. Ela chorava por um conjunto de coisas, aquilo só foi um gatilho, entretanto ao ver seu filho ao seu lado podia se sentir bem .&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br>Nome do grupo: tríplice<br>Participantes: Caio Vitor; Luiz Miguel; Melissa</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>A MENINA RUIVA</title>
         <author>3632101</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2623503055</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>Ela era magra,alta,cheia de espinhas e de cabelos arrepiados meio arruivados. </em>tinha um pé enorme,enquanto nós todas somos lindas e perfeitas. como se ainda não bastasse ela enchia a sua bolsa de muitos gibis. mas possuía o que qualquer criança apaixonada por leitura gostaria de ter uma biblioteca só para ela. Eu não aproveitava muito.O livro que ela tanto sonhava ela pedia&nbsp; por uma carta anônima&nbsp; ainda era da paisagem de São Paulo, vivíamos com paisagem mais do que vista atrás do livro, escrevíamos com letra de mão como data que eu mais esperava para demonstrar que&nbsp; tinha talento para maldade .Ela procurava a fazer vingança , chupando balas com barulho.Como essa menina devia nos odiar muito nós éramos imperdoáveis e bonitinhas, esguias, baixinhas,e de cabelos presos.Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo.na minha vontade de ler eu nem ligava a humilhações a que me fazia.E continuava a pedir o livro que ela não liga.Até que veio o Magno dia de começar a exerce sobre&nbsp; mim uma tortura japonesa.Como casualmente,informou me que possuía as formas do meu pai mas eu falei que não possuía as formas dele mas mim falaro que ele tinha deixado</div><div>&nbsp;um livro pequeno e fino ela olhou e falou meu Deus era um livro ficar com ela com vontade de dormir o'E o comprimento acima de minha posses.Disse me eu passasse pela sua casa no dia seguinte que ela emprestaria.Às vezes sentava no balanço e lia o seu livrinho.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div><br><br><br><br></div><div>Autores:kayo lêner,Ryan Lucas, thauwã thailon.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:20:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uma esperança </title>
         <author>3613442</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2623504491</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Era uma vez uma&nbsp; menina chamada Mei muito inteligente mais ao&nbsp; mesmo tempo com pouca esperança.</div><div>Um dia ela estava andando pelo parque, encontrou um bichinho e ficou curiosa para saber o nome, levo até a sua mãe, por conseguinte sua mãe lhe dize esse é o bichinho esperança, ela ficou com uma sensação ruim não estava entendendo então ela perguntou para sua mãe o que ela estava falando como assim esperança.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sua mãe explicou que o nome do bichinho era esperança e o motivo de esse nome e por causa dos povos mais antigos diziam que a cor verde intensa traz muita sorte, o associavam a pressagio bons e ruins dependendo da interpretação. Caso a pessoa encontre uma esperança em sua caminhada, está com sorte. Isso começou a fazer sentido para Mei.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A mãe de Mei percebeu que sua filha tinha prestado muita atenção porque depois de&nbsp; ela ter contado a sua história com o bichinho chamado esperança, a sua filha começou a fazer caminhadas mais longas atrás do bichinho de esperança.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mais um dia comum Mei foi para escola, na volta da escola ela chegou muito contente e sua mãe perguntou:- filha aconteceu algo de novo na sua escola para você esta assim? e Mei falo:- mãe lembram que a senhora me contou sobre o motivo do bicho se chama esperança, e sua mãe disse sim filha eu me lembro muito bem, então mãe a professora de ciências hoje estava falando sobre esse bichinho e eu comentei que a senhora me contou essa história e eu desde então estou a procura da esperança.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;E a minha&nbsp; professora decidiu que vamos ter um bichinho de estimação e vamos fazer uma votação para ver qual bichinho vamos ter, e o mais legal que ela falou é que se todos nós escolher, todos nós vamos ter esperança.<br><br>TRIO MEI&nbsp;<br>Marysa&nbsp;</div><div>Emanueli<br>Isabella Tavares <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:22:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sonho louco talvez?</title>
         <author>miaxyjn</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2623506677</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o livro em suas mãos, a jovem de cabelos ruivos estava pronta para continuar sua aventura na leitura, se aproximando ainda mais da emoção. A cada página que se passava, ela ficava mais encantada com cada mínimo detalhe daquela livro. Porém, depois de algum tempo de leitura, o sono se fez presente e ali mesmo na rede com o livro em suas mãos, a garota adormeceu. Algum tempo depois já adormecida e com os olhos entreabertos,</div><div>conseguiu-se ver um brilho forte e reluzente aparecer, o que fez com que a mesma se despertasse do seu sono totalmente e poder ver que ali já não era mais a rede em que se iniciava dormir. A garota se sentou e observou em sua volta o que havia por perto, onde se via era em um ambiente rural cheio de mato e com cercas de madeira.&nbsp;</div><ul><li>Onde estou? - Pergunta a garota se levantando do chão.</li></ul><div>Após se levantar e arrumar suas roupas amarrotadas, ela encontra seu livro aberto e com um detalhe importante: não havia toda a escrita.</div><ul><li>O que? O que houve com meu livro? Por que está incompleto esta parte? - A mesma pega o livro do chão e encontra a página incompleta, parando na parte onde Nastácia descobre o ocorrido com os personagens pelo Conselheiro.</li></ul><div>Depois de terminar de observar onde se encontrava, a garota avista uma casa e resolve ir até lá procurar por ajuda e acaba encontrando os personagens citados conversando, ela se aproxima da janela disfarçando e vê o rosto deles, perecendo quem eram.</div><ul><li>Não, não pode ser, eles são personagens de um livro. Como isso é possível? - A menina se vira da janela e pergunta para si mesma sussurrando, quando ela cai na realidade e encontra uma pessoa ao seu lado, mais especificamente uma mulher.</li><li>Posso ajudar em alguma coisa? - Perguntas a senhora ao lado da garota, que se encontrava de olhos arregalados ao ver que ela estava realmente ali.</li><li>É..o-oi..eu quero..quero saber onde estou - Responde a garota se virando de frente para a senhora.</li><li>Venha, vamos entrar para dentro e lá vamos conversar sobre isso, eu posso ver que você está assustada e..pálida.- Diz a senhora e a menina não soube o que responder então foi apenas seguindo a moça na qual ela havia encontrado, ou a moça havia encontrado ela.</li></ul><div>Ao entrar na casa do sítio, a menina observa atentamente que cada detalhe que estava lá, também estava no livro, o que deixava a garota ainda mais assustada por não acreditar que aquilo era real.&nbsp;</div><ul><li>Então, como você chegou até aqui no sítio? - Pergunta a mulher puxando uma cadeira para a garota assentar.</li><li>Se eu disser que eu também não sei, a senhora acreditaria? - Responde a menina com suas pernas bambas e sua pele suada.,</li><li>Acreditaria, até porque nunca te vi por aqui - Diz a senhora trazendo a menina um copo de água.&nbsp;</li><li>Muito obrigado, eu precisava disso. - Diz a garota pegando o copo das mãos de Nastácia.</li></ul><div>A menina bebendo a sua água, chega um Burro falante por lá, o que me chamou atenção e virei meu olhar até ele.</div><div><br></div><ul><li>Então Tia Nastácia os outros já…Quem é você? - Questiona o burro vendo a presença de uma garota não reconhecida.</li><li>É uma garota que encontrei por aqui e falando em você, qual seu nome? - Pergunta a senhora que pega o copo de minhas mãos.</li><li>Sou Merida, obrigado pela água. -&nbsp; Agradeço ela, que me devolveu um sorriso.</li><li>Então menina Merida, o que te trouxe aqui? - Pergunta o burro.</li><li>Eu também não sei. Eu estava lendo um conto em que vocês são os personagens e começou a sair uma espécie de brilho, um brilho meio amarelado e que havia muita luz. Aí quando eu acordei eu estava no chão, bem naquele mato lá de fora. - Explicou a menina.</li><li>Acho que sei como você veio parar neste mundo, mas só pode ser resolvido quando eles voltarem. - Disse o burro explicando.</li><li>Então você não é desta terra? De onde você é? - Levantou Tia Nastácia desesperada de sua cadeira, com seu pano de prato nos ombros.</li><li>Eu sou do mundo normal, vocês são do mundo fictício do meu livro. Olha eu sei que você é o Burro Conselheiro, você é a Tia Nastácia que é a melhor cozinheira do mundo, e os outros que usaram o pó mágico estão em outro lugar. - Explicou a garota estando eufórica em poder dizer o que sabia naquele momento.</li><li>Estou sem acreditar nisso, porém temos provas do que está realmente acontecendo. -&nbsp; Responde o conselheiro.</li><li>E como podemos levá-la de volta para a terra dela? - Pergunta a cozinheira.</li><li>Esperamos os outros voltarem, porque o brilho que a Merida descreveu ter visto, é o brilho do pó mágico que eles usaram. - Diz o Burro.</li></ul><div>Depois de algum tempo conversando e explorando como era diferente aquele mundo do seu, Merida encontra os que estavam em outro lugar na entrada da casa, já entrando para dentro.</div><ul><li>TIA NASTÁCIA! - Corre emília para os braços da cozinheira.</li><li>Emília que bom te ver! -&nbsp; A senhora retribui o abraço.&nbsp;</li><li>Espera, quem é esta garota? - Diz Emília ao sair do abraço da Tia Nastácia.</li><li>Ela é Merida, uma garota de outro mundo! - Responde o Conselheiro, estando animado ao dizer, porém percebe que ninguém se animou ao o que foi dito. - Isso não foi algo animado não é? - Ele mesmo diz e todos concordam.</li><li>Pedrinho, sua mãe mandou-lhe uma carta, vá ver o que é meu querido. - Diz Dona Benta mandando o garoto ir até a sala de estar da casa.</li><li>Então, e como ela faz para voltar para sua casa? - Pergunta Narizinho.</li><li>Ela precisa usar um pouco do pozinho mágico e imaginar o local onde ela estava, a partir daí, ela não vai mais lembrar onde esteve e com quem esteve, só vai acordar e continuar a vida normalmente. - Explica o Conselheiro à&nbsp; garota.</li><li>Entendi, então muito obrigado por me acolherem aqui mesmo que foi por pouco tempo, mas mesmo assim me sinto agradecida por me ajudar. - Responde a garota Merida.</li><li>Que nada minha querida, não precisa nos agradecer, tenha uma boa viagem até sua casa de novo! - Responde a Tia Nastácia.</li></ul><div>A garota se despede de todos lá e Emília entrega o pozinho mágico à ela, e logo depois a menina utiliza o pó e imagina exatamente o local onde estava antes de tudo acontecer. Ao reconhecer que estava voltando à sua vida normal, ao seu mundo, a mesma se vê em meio aqueles mesmos brilhos, aquele brilho reluzente, aquele brilho forte.</div><ul><li>Meu Deus, dormi até demais. - Diz Merida, estando na mesma rede em que estava antes e com o livro ainda em suas mãos.</li><li>Merida!!! Venha jantar! - Ouve-se o grito se sua mãe lhe chamando para comer.</li><li>Já estou indo! - Responde Merida. - Ai que dor de cabeça, provavelmente tive um sonho louco até demais e acordei assim. - Diz a menina para ela mesma e vai até a cozinha jantar. Ainda na cabeça dela está presente a ideia que ela teve um “sonho louco”, mas será que foi mesmo? Isso você só saberá se viver nas Reinações de Narizinho.</li></ul><div><br>Safira Laborda, Maria Eduarda Gonçalves e Isabella Pachu de Castro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:24:41 UTC</pubDate>
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         <title> FANFIC DO CONTO FELICIDADE CLANDESTINA </title>
         <author>3546021</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela era magra, alta, sardenta e de cabelos excessivamente lisos, muito ruivos. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia” e “saudade” . Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho para fazer inveja. Como essa menina devia nos odiar por algo que a gente nem fez, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres e sedosos. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não gostava. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa mansão muito elegante. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo.Mais eu sabia que não era verdade, boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranqüilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo. E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolheria para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler! E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada do hábito que a filha tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Porque eu estava muito feliz, porque consegui o que eu sempre queria. Peguei o livro e saí pulando como sempre. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo e batendo forte. Chegando em casa, comecei a ler. Fingia que não que não tinha nada e nem ninguém ao meu redor, parei um pouco depois de ler algumas páginas com muita alegria. Horas depois abri-o, li mais algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga e uma limonada, depois de comer abria-o por alguns instantes, fechei ele, e pensei se aquilo que eu estava vivendo era real ou uma coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, lendo suas maravilhosas páginas, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.</div><div><br>TRIO JGF<br><br>GABRIEL SILVESTRE LANES<br>JOAO PEDRO&nbsp;<br>FELIPE GABRIEL&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:28:35 UTC</pubDate>
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         <title>Uma jornada a esperança</title>
         <author>6084061</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de anos a menina que já tinha virado adulta teve um filho<br>chamado Tony, seu filho casou-se com uma jovem mulher e eles tiveram uma<br>filha na qual seu nome era Rosa, após anos é possível notar uma nova<br>geração de jovens.<br>Um belo dia apareceu uma misteriosa senhora que se aproximou de<br>Rosa que nessa época já tinha 16 anos. Sem dizer seu nome ela disse ter<br>ouvido falar que em uma floresta tinha um livro mágico chamado de Uma<br>Esperança, dizia a senhora que esse livro contia uma misteriosa magia em<br>que vc achava um desejo que para alguns podia ser um caminho para algo<br>novo e curioso, a Rosa pensou que isso poderia ser verdade, pois sua paixão<br>por livros era grande e sua curiosidade era maior, talvez por causa de sua<br>linhagem. Sem pensar muito ela chamou seus três amigos para acompanhá-la<br>nessa aventura, os três aceitaram ir e lá foram eles nessa aventura.<br>A partir disso, Rosa acompanhada de seu grupo de amigos partiram de<br>sua cidade para a floresta para procurar o livro mágico e descobrir seus<br>segredos por trás de seu nome ''Uma Esperança".<br>&nbsp;<br>Fanfic trio pastel de frango</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>FANFIC; &quot;O Livro&#39; TEMA: TEXTO &quot;FELICIDADE CLANDESTINA CLARISSE LISPECTOR CAPÍTULO: &quot;FELICIDADE CLANDESTINA” Moreno, magro, de olhos pretos, assim era Gustavo, menino comum exceto pelo gosto que tinha pelos livros. Entre o futebol com os amigos e as tarefas da escola, dedicava parte do seu tempo a apreciar uma boa leitura. E hora ou outra viajava pelo mundo encantador de faz de conta quando lia, entre contos, fábulas, aventuras, suspense, e poesias, o pequeno já conhecia muitas obras. Gustavo tinha um irmão mais velho é o nome dele era Eduardo, que estudava na mesma escola que ele, mas tinham muito pouco em comum, seu irmão era mais claro, tinha a barriga um pouco avantajada devido ao excesso de doces e balas que consumia sempre atento à toda e qualquer oportunidade de ganhar um dinheiro, pois se achava muito esperto. Certo dia viu na escola um anúncio que oferecia dinheiro a quem tivesse livros usados, então pensando em quantas guloseimas poderia comprar, recolheram em sua casa alguns livros e levou ao Sebo e os venderam. Na pressa acabou levando junto o livro que Gustavo havia ganhado de presente do seu tio, seu primeiro livro o qual ele tinha um grande apreço, pois foi aquele livro que despertou o interesse do menino pela leitura. Era um conto de❞ Clarice Lispector&quot;, Gustavo se encantava com a disposição das palavras nos textos e com as gravuras, o que fazia do livro se preferido, tanto pela leitura quanto por ser um presente do seu querido tio, por quem ele tinha um enorme carinho, apesar de vê-lo menos vezes do que gostaria, pois morava em outra cidade. Gustavo não demorou a dar pela falta do seu livro e logo descobriu o que seu irmão havia feito, o desespero e a decepção estampavam a cara do menino ao saber que seu livro foi vendido. Gustavo então foi ao Sebo onde estaria seu livro para tentar recuperá-lo, mas o Senhor Erick que o comprou disse que o venderia pelo dobro do preço que pagou por ele. O menino ficou completamente frustrado, pois não tinha o dinheiro necessário para ter seu livro de volta. Insistentemente Gustavo ia todas as tardes ao Sebo na esperança de ter de volta seu livro, mas todas as vezes que ele conseguia o valor que o senhor havia pedido no início, o valor aumentava dificultando a negociação. O senhor Erick dono do sebo não entendia a paixão do menino pelo livro ou pior parecia gostar de vê-lo sofrendo, nem se importava com as inúmeras vezes que o menino chorava pedindo que ele fizesse um preço melhor pelo livro. Numa dessas tardes voltando pra casa, Gustavo se surpreendeu com uma visita inesperada do seu tio,quando o viu o menino lhe deu um abraço bem forte,como se abraçasse a única chance de ter de volta seu livro, e chorando contou o que havia acontecido com seu livro. Então saíram para uma nova tentativa de negociar a compra do livro, pois seu tio sabia do valor daquele livro para o menino e não mediria esforços para vê-lo feliz. &quot; O Senhor Erick dono do Sebo já estava acostumado com a presença do menino todas as tardes, porém desta vez o pequeno estava acompanhado, e logo o Sr. Erick dono do sebo deu o preço que queria pelo livro, o valor havia aumentado mais de três vezes do valor que ele havia pagado, mas seu tio sem pensar pagou o valor exigido e entregou o livro nas mãos de Gustavo que ansioso observava a negociação. E feliz era pouco para descrever o que o menino sentiu quando pegou o livro nas mãos novamente,nem sabia como agradecer, mas a lágrima que correu em seu rosto era o suficiente para demonstrar o quão grato ele estava, deu em seu tio um abraço bem forte e o agradeceu. Gustavo voltou para casa, diferentemente das outras vezes, pois levava em suas pequenas mãos seu livro, com o cuidado de quem levava uma relíquia, no rosto um sorriso largo e no coração a sensação de alívio, pois naquele tarde ele resgatou não só um livro, mas resgatou sua felicidade. Alunos :Eduardo, Erick e Gustavo. (Inspirada na obra de Clarice Lispector - Felicidade Clandestina) </title>
         <author>3562483</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:34:44 UTC</pubDate>
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         <title>O Grande Passeio - Fanfic</title>
         <author>1989242</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2623520863</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O Grande Passeio&nbsp;</strong></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Dona mocinha observava pela janela do carro a paisagem da cidade, os sons dos pássaros e a vegetação ao redor. Ela não sabia ao certo para onde estava indo e parecia conhecer a mulher que dirigia o veículo, mas ao mesmo tempo não conseguia dizer quem era ela. Dona mocinha então questiona:<br><br></div><div><br>- Para onde vamos? - Disse dona mocinha com um tom de confusão.<br><br></div><div><br>- Vamos passear mamãe. – disse a mulher que se sentava à frente do volante.<br><br></div><div><br>&nbsp; Dona mocinha começa a ter pequenas lembranças da tal mulher, e logo percebe que se tratava de sua filha Maria Rosa. Mas ela ainda questionava o fato de que sua filha parecia tão diferente, na mente de mocinha sua filha ainda não era uma mulher adulta, e sim apenas uma jovem.&nbsp; &nbsp; &nbsp; 	&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;	&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 	&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Dona mocinha volta a observar a paisagem pela janela e nota um homem sentado no banco da praça usando um paletó e isso desperta uma lembrança que guardava em sua mente.<br><br></div><div><br>&nbsp; Dona mocinha começa a relembrar de seu falecido marido que sempre ia trabalhar usando um paletó, e seguido desse pensamento relembrou também dos momentos que teve com seus filhos antes de seu marido adoecer.<br><br></div><div><br>&nbsp; O marido de dona mocinha sempre foi bastante saudável, no entanto após um tempo ele passou a apresentar alguns sintomas como, emagrecimento rápido, febre e fadiga mesmo fazendo pequenas tarefas. No início ignoraram isso pois acharam que não era nada demais, mas depois de um tempo a situação piorou e ele teve de procurar um médico. Após diversos exames foi constatado que ele tinha um câncer em um nível bastante avançado. Desde então a vida deles se resumia em idas constantes ao hospital e fazer diversos tratamentos com a esperança de se recuperar e vencer a doença.&nbsp; No entanto, após muito tempo de tratamentos sem resultado, o marido de mocinha falece deixando-a sozinha com seus dois filhos que ainda eram apenas crianças.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; Nesse momento dona mocinha tem outra lembrança, ela relembra o velório de seu marido onde seus dois filhos choravam enquanto viam o enterro do próprio pai. Essa lembrança apertava o coração de dona mocinha e a tristeza consome sua mente. Sem notar, uma pequena lágrima desliza por seu rosto e cai em sua saia.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Dona mocinha olha para a janela novamente e vê que o carro estacionava dentro do quintal de uma casa de alvenaria, onde um homem de fios um pouco grisalhos sai de sua casa para recebê-las. Ele se aproxima e diz:<br><br></div><div><br>- Boa tarde, entrem por favor.<br><br></div><div><br>&nbsp; Estranhamente mocinha novamente tem a sensação de já ter visto o seu rosto e ele era estranhamente parecido com seu marido, no entanto mesmo assim não sabia distinguir quem era aquele homem. Mocinha anda vagarosamente em direção da casa. Assim que se aproxima da entrada o homem diz:<br><br></div><div><br>- Boa tarde mamãe, como a senhora está?<br><br></div><div><br>&nbsp; Mocinha fica em silêncio por alguns instantes pensando por qual motivo aquele homem desconhecido te chamou de mãe. Mocinha ainda bastante confusa pergunta:<br><br></div><div><br>- Quem é você? E por que me chamou de mãe?<br><br></div><div><br>- Não se lembra de mim? Sou seu filho mamãe. – Diz o homem com esperança de mocinha se lembrar.<br><br></div><div><br>&nbsp; Mocinha fica surpresa e pensa por alguns instantes novamente, questionando como aquele homem adulto poderia ser seu filho. Mocinha ainda confusa pergunta:<br><br></div><div><br>- Como você pode ser meu filho? Meu filho não é crescido ainda.<br><br></div><div><br>- Bom, se você não quiser acreditar em mim, tudo bem. Mas eu sou seu filho. – Diz o homem com bastante frieza.&nbsp;<br><br></div><div><br>- Agora sente-se aqui mamãe. – Apontando para o sofá da sala. - Fique sentada aqui pois quero conversar a sós com Maria Rosa.<br><br></div><div><br>Mocinha olha o homem sair em direção a cozinha enquanto observava o lugar ao seu redor e se questionava o que fazia naquele ambiente desconhecido.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; O homem senta-se na mesa da cozinha e fica à frente de Maria Rosa. o homem ainda com bastante frieza pergunta:<br><br></div><div><br>- Quanto seria a mensalidade do asilo?<br><br></div><div><br>- Parece que você já está bastante decidido de sua escolha, não é mesmo? Mas respondendo sua pergunta, a mensalidade é de três mil reais. O que você acha de eu pagar metade desse valor enquanto você paga a outra metade?<br><br></div><div><br>- Mil e quinhentos reais para cada um, por mim tudo bem então.<br><br></div><div><br>- Então está decidido. Só falta agora pegarmos as coisas dela e preencher os papéis.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Os dois voltam para a sala e dizem para a dona mocinha que eles vão fazer outro passeio, e por isso ela precisava arrumar suas coisas.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mocinha começa a arrumar seus pertences na mala bastante entusiasmada com o passeio.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Após isso, os três se dirigem até o carro com as malas de mocinha e entram no veículo.&nbsp; Dona mocinha mal sabia quem eram aquelas pessoas direito, nem para qual lugar iam passear. Mas mesmo assim a ideia do passeio a deixava bastante alegre. Mocinha passa a viagem inteira quieta enquanto tinha vários pensamentos em sua mente sobre a que lugar eles iriam.<br><br></div><div><br>&nbsp; Depois de ficarem um tempo presos dentro daquele automóvel finalmente chegaram ao seu destino. Dona mocinha olha pela janela para ver em que lugar chegaram. Era um grande casarão onde se avistava diversos idosos sentados nos bancos enquanto conversavam entre si.<br><br></div><div><br>&nbsp; Eles entram no casarão e avistam a recepcionista. Dona mocinha senta-se em uma das cadeiras e fica um pouco distante enquanto os dois conversavam com a recepcionista. A recepcionista faz algumas perguntas para os dois:<br><br></div><div><br>- Qual seria o nome dela?<br><br></div><div><br>- Margarida, mas ela prefere ser chamada de dona mocinha. – disse Maria Rosa para a recepcionista.<br><br></div><div><br>- Ok então. E ela sofre de algum problema de saúde ou doença?<br><br></div><div><br>- Alzheimer e Hipertensão.<br><br></div><div><br>Enquanto os dois terminavam de falar com a recepcionista dona mocinha ainda sem saber que lugar era aquele e nem o que fazia ali observava alguns velhinhos bastante cabisbaixos que conversavam entre si. Mocinha resolve se levantar e conversar com os senhores que se sentavam próximos e pergunta:<br><br></div><div><br>- Boa tarde, que lugar é esse?<br><br></div><div><br>- Não sabe que lugar é esse? Isso é um asilo. – Diz o senhor<br><br></div><div><br>Logo que o senhor mal termina a frase e repentinamente aparece uma das cuidadoras do lugar e diz:<br><br></div><div><br>- Vamos dona Margarida, irei mostrar a senhora o seu quarto. – diz a mulher atropelando a fala do senhor.<br><br></div><div><br>&nbsp; Mocinha segue a mulher até um pequeno quarto onde tinha somente a cama e uma cômoda. A mulher começa a desfazer as malas de mocinha e ajeitar suas roupas na pequena cômoda. Mocinha já não lembrava mais nem da fala do senhor que conversava a poucos minutos atrás, quanto mais saber quem era aquelas pessoas ou o que fazia ali. Quando a mulher finalmente termina de arrumar as coisas, a dona mocinha continua em pé somente olhando sem saber o que fazer naquele momento.<br><br></div><div><br>- Pode deitar na cama dona Margarida. -&nbsp; Diz a cuidadora.<br><br></div><div><br>Mocinha deita-se na cama de barriga para cima enquanto olhava o teto que tinha diversas teias de aranha e uma mancha no canto do quarto provavelmente provocada por conta de uma infiltração. enquanto mocinha olhava para o teto novamente uma lembrança ressurge em sua mente. Mocinha se lembra novamente de seu marido que tanto tinha saudade. Lembra dos momentos que tiveram juntos, lembra dos momentos de felicidade, e os de tristeza também.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; Essas lembranças mais uma vez apertavam o coração de mocinha, que novamente se vê chorando mais uma vez por sentir falta desse tempo. Agora ela se via sozinha sem saber o que fazer sem seu marido, parecia que mocinha tinha retrocedido no tempo e voltado para a época que seu marido acabara de morrer.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; Desse dia em diante os dias de mocinha eram extremamente monótonos e cada vez mais ela se via mais solitária sem ter ninguém para conversar. Passava a maior parte de seus dias infeliz por conta das constantes lembranças que tinha em sua mente. Mocinha não recebia visitas ou muito menos cartas de seus familiares, e eram pouquíssimas as vezes que recebia flores de algum parente.<br><br></div><div><br>&nbsp; Aos poucos, mocinha já não se alimentava direito por conta da depressão, e para piorar a situação pouco faziam os funcionários do asilo. Com o passar do tempo muitos funcionários do local pouco faziam questão de dar os remédios para mocinha ou vitaminas.<br><br></div><div><br>&nbsp; Aos poucos ela se via cada vez mais fraca, frágil e desmotivada. Semanas se passavam e dona mocinha já estava&nbsp; bastante debilitada fisicamente e psicologicamente.&nbsp;<br><br></div><div><br>Mocinha em uma noite bastante nublada e fria se deita para dormir, e mais uma vez aquelas lembranças a perseguem. Mocinha tenta adormecer, mas cada vez mais os pensamentos insistentes surgiam em sua mente. mocinha começa a chorar de tanta angústia e tristeza que guardava em si, ela realmente amava muito seu marido e mesmo após tanto tempo de sua morte ela ainda sofria muito pela perda dele. Mocinha chora desesperadamente até finalmente cair no sono. Enquanto dormia, mocinha acaba sonhando com seu falecido marido, era um sonho feliz, onde ambos estavam sorridentes e andavam juntos bastante alegres e radiantes.&nbsp;<br><br></div><div><br>Ao amanhecer um dos cuidadores vai até o quarto de mocinha para acordá-la. Mas a pobre senhora já se encontrava sem vida, no entanto com um largo sorriso em seu rosto. Finalmente mocinha teve seu descanso junto ao seu amado.<br><br></div><div><br></div><div>Participantes:<br>-Flávia Eduarda Lopes Da Costa</div><div>-Marcos Vinicius Cruz Filho<br>-Anthony De Oliveira Alcantara<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:41:09 UTC</pubDate>
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         <author>417757</author>
         <link>https://padlet.com/mhelenarodas/7jd8vis84sdtjikj/wish/2623528623</link>
         <description><![CDATA[<div>felicidade clasdestina<br>Continuação…<br><br><br>Nome da protagonista: Laura<br>Nome da menina de cabelos crespos: ana<br><br>Grupo:coxinha com coca<br><br>Gabriel Henrique<br>Vitor Sales&nbsp;<br>João paulo<br><br><br><br><br>Dois meses após terminar de ler "As Reinações de Narizinho", Laura decidiu devolver o livro a Ana. No entanto, ela lembrou que seu último encontro com Ana não havia sido muito agradável, então decidiu pedir desculpas e levar um presente. Como não sabia o que dar de presente a Ana, Laura perguntou aos amigos de Ana. Ela descobriu que Ana gostava de várias coisas, inclusive de ler, algo que ela não gostava tanto antes. Ainda sem saber o que dar de presente, Laura perguntou à mãe de Ana o que ela gostava. Depois de conversar com ela, Laura descobriu que Ana estava querendo muito o livro "A Hora da Estrela", mas estava fora de estoque e não estava à venda em lugar nenhum.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Laura procurou em todas as livrarias da cidade, mas não encontrou o livro. Ela continuou procurando e finalmente encontrou alguém vendendo o livro por um preço acessível. Sem perder tempo, Laura comprou o livro e levou junto com seu pedido de desculpas. Ana adorou o presente e ficou muito feliz com o esforço que Laura fez para encontrá-lo. As duas se reconciliaram e se tornaram amigas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>A vingança</title>
         <author>3019095</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A Vingança&nbsp;</em></div><div><br><br></div><div><em>Em Recife na minha época de criança todos éramos felizes na escola , eu era muito introvertida , não parava quieta , eu e meus amigos da escola amávamos brincar , exceto uma menina ruiva, ela era quieta ,muito inteligente&nbsp; e usava óculos , minhas amigas e eu&nbsp; zombavam dela, por ela ser ruiva e ter o nariz grande , um coisa que eu sabia&nbsp; era que o pai dela era o dono da livraria , isso era interessante para mim, pois eu amava histórias.</em></div><div><em>Tempo depois nós crescemos e já estávamos no ensino médio, a menina ruiva continuava sendo ”zuada”, mas não tanto como antes , ela era excluída, parecia bem com isso , então ela começou a se vingar da gente ,&nbsp; eu me safava de todas. Eu gostava muito de ler, então ia a livraria toda semana , acho que a menina ruiva viu uma oportunidade nisso , eu queria um livro só que não o achava em lugar nenhum, comentei sobre o livro com minhas amigas e a ruiva ouviu e falou que tinha esse livro na sua casa e que poderia me emprestar , a olhei bem e estranhei ,mas eu&nbsp; a ignorei e “zuei” da cara dela , no dia seguinte fui até sua casa e pedi o livro emprestado, ela se recusava a me emprestar , ia todos os dias implorar pelo livro , parecia que ela adorava me ver assim ,&nbsp; mesmo assim não importava eu queria o livro.&nbsp; Seu pai&nbsp; um dia me perguntou o que eu fazia todo os dias lá,&nbsp; expliquei a situação e ele&nbsp; falou com a filha para me emprestar , ela foi obrigada a emprestar , eu amei a reação dela ,ela me deu o livro e eu tive que falar obrigado, bom fui muito feliz e muito ansiosa para ler o livro , assim que cheguei em casa li só duas páginas, me encantei pelo livro , simplesmente me apaixonei pelo livro.</em></div><div><em>Depois desse livro começou um novo ciclo da minha vida , tudo o que eu pensava era sobre o livro , as horas passavam rápido e eu ansiosa para meu encontro com o livro. Depois de um tempo, a menina planejava sua vingança contra mim , mesmo assim eu não ligava, pois o livro era mais importante.</em></div><div><em>&nbsp; Um dia eu estava indo para a escola com o livro na mochila, pois eu ia para a livraria após a aula , no fundo ouvi alguns passos e gritos suaves chamando meu nome , olhei pra trás e era a menina da livraria, então parei , ela queria ir caminhando comigo até a escola achei estranho, mas aceitei, ela perguntou se eu estava gostando do livro e se era interessante , então eu respondi :</em></div><div><em>- Sim , esse é o livro mais&nbsp; interessante e sensacional&nbsp; que já li .</em></div><div><em>Ela me olhando disse:</em></div><div><em>- Que bom que está gostando .&nbsp;</em></div><div><em>Seguimos caminhando e chegamos até a escola , confesso que achei estranho ela ter falado comigo, mas relevei meu pensamento, eu bem receosa falando com ela&nbsp; estava com medo do que ela podia me fazer, pois ela já havia dito que&nbsp; iria se vingar ,&nbsp; ela se mostrou muito amiga , ela contou o que seu pai havia lhe falado&nbsp; depois de tudo , fiquei chocada, mas a apoiei e pedi desculpas pelo transtorno.</em></div><div><em>Tempos depois o meu livro ia acabando as paginás&nbsp; e cada vez ficava mais intrigante de ler , meu cabelo cresceu e eu ficava cada vez mais bonita , minhas amigas eram demais. Éramos inseparáveis, todas sabiam do meu "romance" com o livro e me apoiavam, minha vida estava uma maravilha , tempo depois recebi a notícia que o dono da livraria tinha falecido , fui dar meus sentimentos para a sua filha que tinha me emprestado o livro, mas ela me tratou com muito desprezo , achei que era só o sentimento de saudades e perda do pai, mas ela começou a gerar uma briga, falando alto:</em></div><div><em>&nbsp;- Saia daqui, você nunca me ajudou e agora quer expressar seus sentimentos , não precisa eu já tenho muito e não preciso de você!</em></div><div><em>- Beleza , não precisa de tudo isso eu vou embora sei que&nbsp; deve estar muito triste .&nbsp;</em></div><div><em>&nbsp;- Não sabe de nada garota , você tem tudo na mão e linda e nunca sofreu o que eu sofri, meu jeito de acabar com meu sofrimento foi sendo vingativa&nbsp; e olha aqui aonde eu estou .</em></div><div><em>- Me desculpa , eu não quero brigar&nbsp; vou me retirar, fica bem .&nbsp;</em></div><div><em>Saí andando enquanto ela chorava na porta de sua casa , no dia seguinte me arrumei para a escola e antes de ir me despedi do livro .</em></div><div><em>Na escola contei tudo para minhas amigas e elas a chamaram de louca,mas eu fiquei com muita dor no coração de vela daquele jeito, mas relevei e segui o dia , quando cheguei em casa subi direto ao meu quarto e vi a cena mais desesperadora da minha vida , o livro estava todo rasgado , riscado e arranhado , quando eu vi aquilo só sabia chorar , sobre os restos do livro estava um cartão postal azul todo enfeitado&nbsp; com uma foto da cidade escrito o seguinte:</em></div><div><em>“Olá , agora sim você sabe o que eu sinto .&nbsp;</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Assim , menina da livraria .”</em></div><div><em>Eu não sabia o que fazer e acabei chorando a noite toda, senti um vazio enorme, nos próximos meses fiquei acabada , tinha&nbsp; me tornado a menina vingativa que eu tanto tinha medo , e assim foi que a felicidade não era pra mim .&nbsp;</em></div><div><br>Vitória Rizzon Aguiar<br>victor gabriel rulnix<br>Isabelly Ferreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 14:58:25 UTC</pubDate>
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         <title>opinião</title>
         <author>3019095</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muito top&nbsp;<br><br>Vitória Rizzon<br>Victor&nbsp; Gabriel Rulnix<br>Isabelly Ferreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:09:42 UTC</pubDate>
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         <author>6084061</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muito bom ate porque foi produtivo e interessante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:10:00 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>cinco estrelas </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:11:34 UTC</pubDate>
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         <title>top</title>
         <author>miaxyjn</author>
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         <description><![CDATA[<div>legal&nbsp; 👍&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:12:22 UTC</pubDate>
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         <author>3632101</author>
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         <description><![CDATA[<div>achei a atividade muito boa ,ate por que nos somos homens de verdade ,conseguimos ficar em uma boa classificação ,gostei muito e estamos pronto para a próxima </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:13:36 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>projeto muito legal, gostei muito<br><br><br>trio g&amp;e<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>mei marysa emanuli isabella tavares</title>
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         <description><![CDATA[<div>Muito legal nós gostaríamos que continuasse por que foi muito legal de participar, por que nós trabalhamos em equipe e não tivemos aula e nem fica em sala de aula, e ficamos no labin com internet e assim podemos mexer no celular </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:14:55 UTC</pubDate>
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         <author>6084012</author>
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         <description><![CDATA[<div>achei muito legal e interessante, gostei muito dos contos e das historia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>Trio: Três espiãs demais - opinião</title>
         <author>1989242</author>
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         <description><![CDATA[<div>achei uma ótima experiência e gostei muito de participar do projeto. Nosso trio agradece as professoras Maria Helena e Simone por nos dar a oportunidade de fazer parte de fazer parte disso&nbsp;<br><br>e agradecemos pelos presentes 😎👌 é nois </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:19:21 UTC</pubDate>
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         <title> grupo: tríplice</title>
         <author>4726951</author>
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         <description><![CDATA[<div>nós achamos muito interessante o processo de cada coluna também na interpretação de texto e na formação da fanfic, além  da parte da leitura  sobre  as obras de Clarice Lispector  e sobre a própria autora e também gostamos das competições entre os "nossos amigos" e sobre o jogo da Clarice Lispector acabamos fincando em terceiro lugar mas o que importa é a diversão.    </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 15:19:48 UTC</pubDate>
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         <title>👍</title>
         <author>417757</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 16:04:34 UTC</pubDate>
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